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Política

“SUS do transporte” é o que Lula quer criar com tarifa zero no país

Proposta prevê novo modelo de financiamento para garantir gratuidade no transporte público e deve integrar programa de governo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pretende incluir em seu programa de governo uma proposta de criação do chamado “SUS do Transporte Público”, com o objetivo de reformular o modelo de financiamento do setor e viabilizar a tarifa zero em todo o Brasil. A iniciativa busca estabelecer um sistema nacional estruturado, inspirado no conceito de universalização, para assegurar a gratuidade no transporte coletivo urbano. As informações são da CNN Brasil e 247.

A avaliação dentro do governo é que a implementação da tarifa zero exige mudanças profundas nos mecanismos atuais de custeio e incentivos ao setor, o que justificaria a adoção de um modelo semelhante ao de um sistema único, nos moldes do Sistema Único de Saúde (SUS).

O secretário de Comunicação do PT e deputado federal Jilmar Tatto (SP) afirmou que o governo pretende iniciar ainda neste ano a tramitação da proposta no Congresso Nacional. De acordo com ele, o tema deverá ocupar espaço central no debate eleitoral. “Encontrei com o presidente Lula no aniversário do PT, em Salvador, e ele me perguntou sobre o tema. Estamos fazendo uma série de reuniões com o presidente e tratando disso. Ele está muito interessado”, declarou.

No âmbito do Executivo, o Ministério da Fazenda conduz estudos técnicos para analisar a viabilidade financeira da medida. O ministro Fernando Haddad prometeu apresentar o material antes de deixar o cargo, o que deve ocorrer até abril. Também participam das discussões o Ministério das Cidades e a Casa Civil.

No Congresso, a sinalização inicial é favorável à discussão do projeto. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), informou, em reunião com parlamentares e prefeitos, que pretende criar uma subcomissão para debater possíveis fontes de financiamento da tarifa zero.

Enquanto o estudo oficial não é concluído, o governo considera análises produzidas por universidades. Um dos levantamentos indica que a implementação da gratuidade nos ônibus municipais em todo o país teria custo estimado em R$ 65 bilhões.

Entre as alternativas para custear o programa está um projeto de lei apresentado por Jilmar Tatto. A proposta reformula o vale-transporte, extingue a cobrança atual de 6% do trabalhador e estabelece que empregadores contribuam com valores entre R$ 100 e R$ 200 mensais por empregado. Os recursos seriam destinados a um fundo específico, com potencial de arrecadação anual de R$ 100 bilhões, destinado a financiar a tarifa zero no transporte público urbano do país.


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Brasil Mundo

Lula prevê prosperidade para brasileiros e coreanos após fórum empresarial

“A relação entre o Brasil e a República da Coreia, dois países ligados por fortes laços humanos e vínculos empresariais, é a prova de que a confiança e a cooperação valem a pena”, diz o presidente

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva demonstrou otimismo após encerramento do Fórum Empresarial Brasil-Coreia do Sul realizado nesta segunda-feira (23), em Seul. Participaram do encontro 230 corporações de setores estratégicos como como economia criativa, tecnologia, alimentos, açúcar, álcool, indústria farmacêutica, agricultura e pecuária.

O comércio entre Brasil e a Coreia do Sul fechou 2025 em US$ 11 bilhões, muito aquém do recorde de quase US$ 15 bilhões em 2011.

“O intercâmbio atual não está à altura de duas economias do tamanho do Brasil e da Coreia. Por isso, celebramos um acordo de cooperação comercial e integração produtiva, com foco no fortalecimento da cooperação industrial, tecnológica e agrícola”, explica o presidente.

O acordo também fortalecerá cadeias de suprimentos resilientes e seguras e inova em minerais estratégicos, indústrias sustentáveis, e audiovisual. Para isso, estão previstas reuniões regulares entre os ministros dos dois países para discutir como fortalecer relações econômicas.

“A relação entre o Brasil e a República da Coreia, dois países ligados por fortes laços humanos e vínculos empresariais, é a prova de que a confiança e a cooperação valem a pena. Tenho certeza de que este fórum gerou muitas oportunidades de negócios que contribuirão para construir um futuro de prosperidade para brasileiros e coreanos”, afirma Lula.

Lula destaca que a República da Coreia tem ampliado sua pesquisa e desenvolvimento na área de saúde e o Brasil também avança na área. Ele cita a construção do laboratório de biossegurança Órion, o único do mundo conectado a um acelerador de partículas.

“Isso nos permitirá buscar soluções para doenças, desenvolver métodos de diagnóstico e prevenir epidemias. Instituições públicas de saúde, como a Fiocruz e outras fundações estaduais brasileiras, estão fortalecendo sua cooperação com a Coreia. Esperamos que, em breve, possamos fabricar conjuntamente novas vacinas, fármacos e insumos médicos”, observa.

O presidente lembra que o Brasil é o maior destino de investimentos coreanos na América Latina há anos. “Empresas como Samsung, Hyundai e LG estão presentes em lares brasileiros. A Coreia já é o quarto maior investidor asiático no país, com estoque de investimentos de US$ 9 bilhões. Esse volume tem potencial para crescer”, aposta.

Disse que, nos últimos três anos, o país lançou iniciativas importantes como o Programa de Aceleração de Crescimento (PAC), a Nova Indústria Brasil (NIB), o Programa Mobilidade Verde e Inovação (Mover) e o Plano de Transformação Ecológica. “Todas eles oferecem condições vantajosas para investidores estrangeiros interessados em trazer inovações tecnológicas e soluções sustentáveis”, afirma.

Carne

A competitividade do agronegócio brasileiro na produção de carnes e proteínas foi um dos atrativos nacionais enaltecidos pelo presidente Lula.

“Nos últimos anos, o Brasil se consolidou como o celeiro do mundo. Em 2025, tivemos a maior safra da história, com 350 milhões de toneladas de grãos. Somos uma potência agrícola e temos orgulho de contribuir para a segurança alimentar do planeta”, destaca.

Setor aeroespacial

“Juntos, também podemos dar importantes saltos científicos. A start-up coreana Innospace está ajudando a fazer do Centro de Lançamento de Alcântara um novo polo aeroespacial. Tenho certeza de que o Brasil logo terá o privilégio de ver um foguete sul-coreano em plena operação. O diálogo entre nossas agências espaciais é crucial para aprofundar essa colaboração, inclusive no compartilhamento de dados de satélites e em projetos de exploração lunar”, disse Lula.

Na comitiva brasileira estavam os ministros Mauro Vieira (Relações Exteriores), Fernanda Haddad (Fazenda), Márcio Fernando Elias Rosa (Desenvolvimento Indústria e Comércio), Carlos Fávaro (Agricultura e Pecuária), Alexandre Padilha (Saúde), Luciana Santos (Ciência e Tecnologia), Marina Silva (Meio Ambiente), Márcio França (Empreendedorismo) e Frederico Siqueira Filho (Comunicações). Com Vermelho.


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Política

Vídeo – Lula dá invertida em repórter da Globo em coletiva: “Você não ouviu isso”

Jornalista tentou associar declaração do presidente à política anti-imigração de Trump, mas foi desmentido.

Em entrevista coletiva concedida em Nova Delhi, na Índia, neste domingo (22), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva contestou o repórter da TV Globo, Tiago Eltz.

Ao fazer uma pergunta, o jornalista disse: “Eu queria esclarecer uma declaração que o senhor deu agora há pouco. O presidente americano tem, entre suas políticas, talvez a política mais polêmica internamente hoje é a de caça a imigrantes. Imigrantes que não têm uma documentação, imigrantes que têm documentação, visto temporário… Isso é um problema e uma polêmica nos Estados Unidos, já resultou até em morte. O presidente Trump considera todos esses imigrantes criminosos”, pontuou. “O senhor disse agora há pouco que, na conversa com o presidente Trump, pode acertar de receber criminosos para o Brasil ou quem cometeu crime por lá.”

Nesse momento, Lula interrompeu e rebateu o repórter. “Não, você não ouviu isso aqui”, disse Lula. “Se eu aceito que você faça a pergunta do jeito que você está fazendo, dá a impressão que eu falei isso, eu não falei isso.”

Em seguida, o jornalista retomou a palavra. “Não, eu ia só terminar, porque para o presidente Trump eles são criminosos. O senhor falou de receber, por exemplo, criminosos de combustíveis, que já cometeram crimes por lá…”

“Não, não, não. Nós queremos é prendê-los. Eu não quero recebê-los, eu quero prendê-los”, disse Lula. “Nós bloqueamos 250 milhões de litros de gasolina em cinco navios, entregamos para Petrobras. Essa pessoa mora em Miami, nós mandamos para o presidente [Donald] Trump a fotografia da casa dele, o nome dele, e nós queremos essa pessoa no Brasil. É para combater o crime organizado? Então nos entregue os nossos bandidos.”

Confira:

Lula e Trump
Na sequência, Lula falou sobre o que pretende conversar com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. “E eu disse ao presidente Trump que nós estamos dispostos a trabalhar com os Estados Unidos no combate ao narcotráfico, no tráfico de armas, na lavagem de dinheiro. Qualquer coisa que puder colocar os magnatas da corrupção na cadeia, nós estamos dispostos a trabalhar.”

“E esses magnatas não moram na favela, não moram no térreo, eles moram em cobertura, moram nos bairros mais chiques do Brasil e nos bairros mais chiques dos Estados Unidos. E eles já sabem, inclusive, de alguns nomes que nós já mandamos. Então, nessa conversa com o presidente Trump, eu quero aprofundar [o tema].”

Em uma entrevista concedida à Índia Today, na sexta-feira (20), Lula já havia falado sobre a questão. “Nós temos uma Polícia Federal muito especializada, nós temos uma Receita Federal muito bem preparada e nós queremos sentar com o Departamento de Justiça americano, com a Receita americana, com a Polícia Federal americana, e discutir. Vamos combater o narcotráfico? Vamos combater o narcotráfico. Essa proposta eu quero levar por escrito. Por escrito. Porque eu tenho medo que o vento leve as palavras. Então eu quero entregar por escrito cada coisa que eu vou conversar com o presidente Trump. Eu estou otimista.”

*Forum


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Brasil Mundo

Lula diz que Sul Global pode mudar a lógica econômica do mundo

Países em desenvolvimento precisam estar juntos, diz presidente

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu a união dos países em desenvolvimento, em especial os do chamado Sul Global, para “mudar a lógica econômica” do mundo. A afirmação foi feita na madrugada deste domingo (22), momentos antes de encerrar a visita à Índia e partir para a Coreia do Sul.

Em coletiva de imprensa, Lula falou sobre as dificuldades históricas que países menos desenvolvidos têm durante as negociações com superpotências.

“Sempre defendemos que países pequenos se unam para negociar com os maiores. Países como Índia, Brasil, Austrália e outros do Sul Global precisam estar juntos, porque na negociação direta com superpotências a tendência é perder”, disse Lula.

Segundo ele, “os países em desenvolvimento podem mudar a lógica econômica do mundo. Basta querer. Está na hora de mudar. Falo isso com base em 500 anos de experiência colonial, porque continuamos colonizados do ponto de vista tecnológico e econômico. Precisamos construir parcerias com quem tem similaridades conosco, para somar nosso potencial e nos tornar mais fortes”, acrescentou.

BRICS
Na avaliação de Lula, o Brics tem colaborado no sentido de viabilizar essa nova lógica econômica para o mundo. O bloco, segundo o presidente, “está ganhando uma cara”.

“É um grupo que antes era marginalizado. Criamos um banco. Tudo ainda é novo. Sei que os EUA têm alguma inquietação, que na verdade é com a China. Mas não queremos outra Guerra Fria. Queremos fortalecer nosso grupo, que pode se integrar ao G20 e, quem sabe, formar algo equivalente a um G30”, argumentou.

Ele voltou a negar que se pretenda criar uma moeda para o Brics. “Nunca defendemos criar uma moeda dos BRICS. O que defendemos é fazer comércio com nossas próprias moedas, para reduzir dependências e custos. Os EUA não vão gostar no primeiro momento, mas tudo bem. Vamos debater”, disse.

ONU
O presidente brasileiro voltou a defender o multilateralismo e o fortalecimento da ONU, que, segundo Lula, precisa voltar a ter legitimidade e eficácia. Ele lembrou que a entidade tem, entre suas funções, a de manter a paz e da harmonia no mundo.

“Esses dias eu liguei para quase todos os presidentes, propondo que a gente tem que dar uma resposta ao que aconteceu na Venezuela, ao que aconteceu em Gaza, ao que aconteceu na Ucrânia. Você não pode permitir que, de forma unilateral, nenhum país — por maior que seja — possa interferir na vida de outros países. Precisamos da ONU para resolver esse tipo de problema. E, por isso, ela precisa ter representatividade”, reiterou.

EUA
Sobre a relação entre Brasil e Estados Unidos, Lula disse que boas parcerias podem surgir, caso, de fato, haja interesse dos EUA em combater organizações criminosas transnacionais como a do narcotráfico.

“O crime organizado hoje é uma empresa multinacional. Por isso, nossa Polícia Federal precisa construir parcerias com todos os países que tenham interesse em enfrentá-lo conosco”, disse. “E se o governo dos EUA estiver disposto a combater o narcotráfico e o crime organizado, estaremos na linha de frente, inclusive reivindicando que nos enviem os criminosos brasileiros que estão lá”, acrescentou.

Lula defendeu que a relação da superpotência com os países da América do Sul e Caribe seja sempre respeitosa, uma vez que trata-se de uma região pacífica, sem qualquer armamento nuclear, que quer crescer economicamente, gerar emprego e melhorar a vida de seu povo.

Este, por sinal, é um assunto que ele pretende conversar com o presidente Donald Trump, no encontro que os dois devem ter em breve.

“Quero discutir qual é o papel dos EUA na América do Sul, se é de ajuda ou ameaça, como está fazendo com o Irã. O que o mundo precisa é de tranquilidade. Vamos gastar nossa energia para acabar com a fome e com a violência contra as mulheres, que cresce em todos os países”, disse Lula ao lembrar que o momento atual é o de maior número de conflitos desde a Segunda Guerra Mundial.

Sobre a taxação imposta pelos EUA a outros países, derrubada recentemente pela suprema corte estadunidense, Lula disse que não cabe a ele, enquanto presidente do Brasil, julgar decisões de cortes de outros países.

Índia
Lula falou também sobre os encontros que teve com o primeiro-ministro da Índia Narendra Modi. “Tratamos muito da nossa relação comercial e da relação entre Brasil e Índia. Não entramos em detalhes sobre geopolítica internacional. Eu sei o que a Índia pensa sobre determinados problemas, e eles sabem o que o Brasil pensa. Nós discutimos o que nos une. Em especial sobre fortalecer nossas economias para nos tornarmos países altamente desenvolvidos”, disse ao classificar a conversa como extraordinária e exitosa para os dois países. Segundo o presidente brasileiro, o comércio entre Brasil e Índia atualmente é de US$ 15,5 bilhões, mas em conversa com Modi foi estabelecida a meta de elevar este valor para US$ 30 bilhões até 2030.

Lula disse que as conversas com empresários também foram muito positivas. “Todos os empresários indianos que investem no Brasil elogiam o país e dizem que vão aumentar seus investimentos. Eles são muito otimistas com relação ao Brasil”.

O presidente voltou a dizer que o Brasil está aberto para que outros países venham explorar os minerais críticos e as terras raras do país. Ele, no entanto, reiterou que só terá acesso a essas riquezas quem se dispuser a agregar valor em território brasileiro.

“O processo de transformação precisa acontecer no Brasil. Vamos conversar. O que não vamos permitir é que aconteça com nossas terras raras o que aconteceu com nosso mineiro de ferro. Por tantos anos a gente só se cavou buraco para mandar minério para fora e depois comprar produto manufaturado. Queremos que ele seja transformado no Brasil”.

Lula embarcou para a Ásia na última terça-feira (17) para visitas à Índia e à Coreia do Sul em agendas voltadas ao fortalecimento do comércio e de parcerias estratégicas com os dois países asiáticos. Em Nova Delhi, capital da Índia, Lula foi recebido em retribuição à visita do primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, ao Brasil, em julho de 2025 durante a Cúpula do Brics. Esta foi a quarta viagem de Lula à Índia, a segunda do atual mandato.

Neste domingo (22), Lula e sua comitiva presidencial desembarcam em Seul, na Coreia do Sul, a convite do presidente Lee Jae Myung. Esta será a terceira visita do líder brasileiro ao país, a primeira de Estado. Na ocasião, será adotado o Plano de Ação Trienal 2026-2029, que visa elevar o nível do relacionamento entre os países para uma parceria estratégica.

*Agência Brasil


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Política

Mídia industrial agora é terrivelmente evangélica

A Veja, que lançou Collor como caçador de marajás e deu no que deu, chegando a Paulo Guedes, que devolveu o Brasil ao mapa da fome no governo do genocida, Bolsonaro, responsável pela morte de mais de 700 mil brasileiros por covid, agora é evangélica desde criancinha.

Ou seja, a revistona sempre teve talento de visionário às avessas. É só lembrar que Eduardo Cunha era tratado como rei do Brasil na sua campanha pelo golpe em Dilma.

Como não pretendo descrever c da canalhice dessa bíblia do fascismo nacional, vou somente gargalhar por ver André Mendonça ser tratado como já foram duas ex-celebridades de duas das mais recentes farsas desse país, Joaquim Barbosa, no mensalão e Sergio Moro, na Lava Jato.

Mendonça, como é sabido, não existe, o que existe é Bolsonaro que, de dentro da Papuda, regerá uma orquestração das mais cretinas, via seu afilhado terrivelmente evangélico, para tentar a ferro e fogo mudar o resultado eleitoral para a Presidência da República debaixo de pau.

O homem já recebeu autorização do patrão, preso por tentativa de golpe e assassinato de Lula, Alckmin e Moraes.

Sim, é isso que restou da direita pós-Bolsonaro, o próprio, transmutado em Flavio e, agora, em Mendonça.

Isso significa que a mídia está mostrando os dentes para Lula, como sempre fez em defesa dos candidxatos da oligarquia.

A matéria publicada pela Veja é um apito de cachorro para convocar os mais alucinados bolsonaristas para uma guerra santa contra o PT, mas sobretudo contra Lula.

O que devemos esperar disso? Porque, para a mídia, do pescoço para cima do candidato Lula, tudo é canela, sem choro nem vela.

E se a esquerda não responder à altura, dará aval para que essa panela chamada elite brasileira possa usar qualquer pinguela para associar o presidente da República a qualquer esparrela.


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Brasil Mundo

Brasil e Índia assinam acordo sobre minerais críticos e terras raras

Brasil e Índia assinaram hoje (21 de fevereiro de 2026) um acordo (memorando de entendimento – MoU) sobre minerais críticos e terras raras, durante a visita de Estado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Índia, em Nova Délhi.

O anúncio foi feito após reunião entre Lula e o primeiro-ministro indiano Narendra Modi. Ambos destacaram o acordo como um passo pioneiro e histórico para fortalecer cadeias de suprimento resilientes, especialmente no contexto da transição energética global e da redução da dependência de fornecedores dominantes (como a China, que controla grande parte do mercado de terras raras).

Principais pontos do acordo

Foco em cooperação técnica, investimentos e exploração de minerais críticos (como lítio, nióbio) e elementos de terras raras.

Esses materiais são essenciais para tecnologias como veículos elétricos, painéis solares, smartphones, baterias, motores de aviões, equipamentos de defesa e energias renováveis.

O Brasil possui a segunda maior reserva mundial de terras raras, o que o posiciona como fornecedor estratégico.

A Índia busca diversificar fontes de suprimento para reduzir dependência externa e impulsionar sua indústria de alta tecnologia e transição energética.

Não se trata de um contrato com metas financeiras obrigatórias ou volumes específicos de investimento imediato, mas de um framework para ampliar parcerias futuras, incluindo pesquisa, processamento e cadeias sustentáveis.

Contexto da visita de Lula à Índia:

Os líderes também definiram meta de elevar o comércio bilateral para além de US$ 20 bilhões nos próximos cinco anos (atualmente em torno de US$ 15 bilhões ou mais).

Outros acordos assinados incluem cooperação digital, mineração no setor de aço e parcerias em energias renováveis.

Lula enfatizou que “Ampliar os investimentos e a cooperação em matéria de energias renováveis e minerais críticos está no cerne do acordo pioneiro que assinamos hoje”.

Modi destacou que “O acordo sobre minerais críticos e terras raras é um grande passo em direção a construir cadeias de suprimento resilientes”.

Esse acordo reforça a parceria estratégica entre os dois países do BRICS e do Sul Global, em um momento de tensões geopolíticas e disputas por recursos estratégicos para a economia verde e tecnologias avançadas.


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Política

A lata de conserva se transformou na candidata da direita à Presidência da República em 2026

A propagação da piada, criada pela escola de samba Acadêmicos de Niterói, rendeu frutos políticos inimagináveis contra a própria direita, que tentou crucificar Lula pela piada.

A lata de conserva, tão popular no Brasil, na leitura dos teóricos da conspiração evangélica, transformou-se num ícone da direita, mais importante do que o principal candidato de oposição a Lula.

Somente um abestado, incapaz de entender uma piada que não ofendeu ninguém além do gado bolsonarista, por sua escolha estúpida de súdito do seu próprio algoz, para fazer barulho nas redes contra uma galhofa em um evento chamado carnaval, que é, em última análise, o ponto alto da galhofa nacional.

Isso é ser mais que um gringo na Sapucaí, é não entender patavinas de carnaval, de escola de samba e, menos ainda de piada, já que ódio não produz arte, muito menos criatividade, quiçá alegria.

Que culpa tem o brasileiro alheio à picaretagem religiosa de fazer parte de uma grande festa nacional em que uma lata de ervilha, segundo os cachorros loucos do bolsonarismo berram que foi ataque a cristãos quando, na verdade, não há qualquer menção religiosa quando se refere a conversadores na lata de conserva?

A ideia foi genial, é daquelas sacadas de estalão que emenda de bate-pronto uma palavra na outra com sentido jocoso, conservadores de lata de conserva, até porque a designação conservador, no Brasil, serve como massa de modelar, fakes para servir de arma política da direita.

Ali, na batata, nenhum desses soldados obedientes ao apito de cachorro tem a mais tenra compreeensão do significado conservador, até porque eles são tão analfabetos políticos quanto em qualquer área do conhecimento.

Se essa gente acha que, bater lata contra Lula em pleno carnaval, fará barulho contra ele, sinto dizer que, no carnaval, as latinhas e conserva sempre serviam de instrumento de batucada para a massa do povo que, politicamente, paga pela ignorância sobre a própria cultura brasileira, a cultura popular, aquela que vive sendo atacada por pastores malandros e pela direita oportunista que se diz conservadora.

O fato é que, hoje, fala-se mais na lata de conserva do que em Flavio Bolsonaro.

Grande marketing político às avessas da direita!


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Política

A criminosa engrenagem da Lava Jato operou para Moro vencer a eleição presidencial de 2022 por WO

Na história do Brasil, não existe um político, dentro do Congresso, mais chacoteado do que Sergio Moro. Mais que isso, o “ex-salvador” do Brasil, personagem criado pelas redações do Grupo Globo, que tem a gratidão eterna dos Marinho, sempre enfrentou críticas duras no Congresso que, depois, eram azeitadas pela grande mídia ou simplesmente subtraídas das pautas políticas.

O maior dos personagens da república de Curitiba jamais pagou suas dívidas com a justiça, mas o Congresso como palco sempre lhe negou qualquer alívio, não só lá, ainda ministro de Bolsonato, teve que ouvir a narrativa cabeluda de Glauber Braga, num enredo didático da condenação e prisão de Lula, de um juiz corrupto em campo que, depois, foi contratado pelo clube que ele beneficiou e, no final, Glauber tatua na testa do ex-herói dos pés de barro a pecha, com muita propriedade, de juiz corrupto e ladrão.

Moro, de mamute contra a corrupção, transformou-se automaticamente em bacorinho fugitivo de um chiqueiro que o próprio criou para se engordar politicamente, saindo do Congresso como um cão sarnento pela porta dos fundos, sem rebater uma única vírgula do que disse o grande deputado.

Do ponto de vista político, foi a grande tragéia que deu início à desconstrução de um hipócrita farsante que dormiu vestido de padre e acordou com trajes do capeta. Isso não é pouca coisa.

Moro se comportou como um camundongo assustaqo diante de um Glauber Braga em êxtase por ter desmascarado, ao vivo e a cores, o fanfarrão-mor da república de Curitiba.

Ou seja, a besta do balão estava desencantada, pois nem de relinchar foi capaz e, ao contrário do que imaginou o massacre de Glauber, não decantou, e a coisa só piorou, postergando para um futuro infinito a imagem de um cagado como senador, onde todos que tiveram embates com ele, lhe chutaram a bunda, até mesmo o hacker de Araraquara, porque não serei covarde de lembrar a carraspana que tomou do então ministro da Justiça, Flávio Dino, que o colocou muito abaixo de uma barata e, mais uma vez, Sergio Moro tentou se esconder na própria sombra.

Mas nada disso, mesmo diante de um alvejamento de sua imagem por um número incontável de oponentes, Moro, amparado por uma mídia que operou como babá do fantasiado herói, arrasta-se no Senado como um leproso que nem os supostos aliados querem posar ao lado dele.

O sujeio é um político bichado que, fora do Paraná, é tido como alguém que tem como motor político um troço que bateu biela na largada.

Mas é preciso desenhar a estratégia de Moro desde sua parceria criminosa com Bolsonaro ainda vestido com a toga, negciando a cabeça de Lula para Bolsonaro vencer a eleição de 2018 e ele assumir uma suposta super pasta da Justiça e Segurança Pública, o que foi feito.

Bolsonaro, por sua vez, percebeu que estava criando cobra, não entregou o suposto poder ao pária até para um governo de párias, a começar por Bolsonaro, que culminou numa degola na fatídica e despudorada reunião ministerial em que Bolsonaro diz claramente que Moro armou uma cama de gato para ele, filhos e aliados e, por isso, a forca virou sua gravata de ministro naquele momento, porque Bolsonaro deu-lhe uma invertida com as informações de seus arapongas da Abin.

O fato é que aquele episódio, que serviu como bactericida para eliminar Moro, foi o último de uma série de ações que o ex-juiz produziu desde Dilma, Lula, mas também Temer e Aécio que entraram no radar de seus bombardeios midiáticos.

Moro, em parceria com a Globo, foi eliminando, um a um, quem ele considerava mata-burro para chegar à Presidência da República em 2022 sem candidato de peso e, assim, venceria a eleição por WO.

Mas sem o apoio dos bolsonaristas por ter traído Bolsonaro, a manutenção do próprio Bolsonaro como candidato à reeleição, mas sobretudo a volta de Lula ao topo da disputa eleitoral, fez com que Moro, de representante da terceira via, depois que Dória jogou a toalha, o burro de Curitiba teve que dar de fasto, tratorando seu próprio padrinho político, Álvaro Dias, e concorrer ao Senado sob as bênçãos de Bolsonaro e filhos, sobre quem ele já havia declarado que não passavam de um clã de corruptos.

Nisso tudo, duas coisas chamam a atenção, Moro cometeu uma enormidade de crimes tão graves quanto os de Bolsnaro, ficando com a bucha totalmente queimada prante a justiça, mas também perante à mídia. No entanto, ele terminou por provar que ainda mantém as costas quentes no judiciário, assim como no Ministério Público e também na mídia, tendo a Globo como mãe protetora do sacripanta curitibano.


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Na Índia, Lula diz que IA controlada por poucos é ‘dominação’ e não inovação

O presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva denunciou nesta quinta-feira (19/02), durante a Cúpula de Impacto da Inteligência Artificial (IA), que a concentração de capacidade computacional e dados nas mãos de “alguns países e empresas” ameaça transformar a IA em um instrumento de dominação política e econômica.

“Quando poucos controlam os algoritmos e as infraestruturas digitais, não estamos falando de inovação, mas de dominação. Os dados gerados pelos nossos cidadãos estão sendo apropriados sem um retorno equivalente em criação de valor nos nossos territórios”, declarou Lula da Silva aos chefes de Estado e de governo presentes no evento.

Em meio ao seu discurso na sessão plenária da AI Impact Summit 2026, realizada na capital indiana, Nova Delhi, o líder sul-americano afirmou que o modelo de negócios das grandes empresas de tecnologia depende da renúncia ao direito à privacidade e da monetização de conteúdo que amplifica a radicalização política.

Lula da Silva comparou o impacto da IA ​​ao da energia atômica ou da engenharia genética, sublinhando sua natureza dual.

“O regime de governança dessas tecnologias definirá quem participa, quem é explorado e quem será deixado de fora desse processo”, observou o líder brasileiro, que insistiu que os seres humanos sejam colocados no centro de toda decisão tecnológica.

Apesar de reconhecer seu potencial para a medicina e a produtividade, ele alertou que o conteúdo manipulado por IA está distorcendo os processos eleitorais e colocando em risco a estabilidade democrática global.

Diante desse cenário, Lula da Silva defendeu uma governança internacional liderada pela ONU, descrevendo-a como o único fórum com universalidade suficiente para garantir o desenvolvimento multilateral e inclusivo.

Lula destacou a participação do Brasil na iniciativa liderada pela China para criar uma Organização Internacional de Cooperação em IA voltada para países em desenvolvimento.

O presidente sul-americano insistiu que a IA não deve aprofundar as desigualdades, mas sim servir para reduzir a distância entre o Norte e o Sul globais.

Cooperação do Google no Brasil
A empresa de tecnologia Google quer estreitar sua cooperação com o Brasil, informou o presidente Lula da Silva após reunião com o principal executivo da multinacional americana, Sundar Pichai.

Em sua conta no x, Lula especificou que o encontro ocorreu a pedido de Pichai, à margem da cúpula mundial sobre inteligência artificial que estava sendo realizada na Índia.

“Pichai falou sobre a importância do Brasil para o Google, os investimentos da empresa no país, a inauguração do Centro de Engenharia em São Paulo e os projetos de infraestrutura e parcerias com o setor público […] O Google expressou seu compromisso em aprofundar sua parceria com o governo brasileiro e expandir suas ações com o setor privado no país”, tuitou Lula.

*Opera Mundi


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Política

Carnaval é tão democrático que até Vera Magalhães arrisca dar opinião

Uma jornalista, que tem como profissão ser rapapé da elite brasileira, ter opinião sobre uma festa popular, sobretudo desfile de escolas de samba, onde os protagonistas, na imensa maioria, são das camadas pobres da população, é de fazer pensar.

Vera Magalhães, a mesma que disse, às vésperas da eleição de 2018, na disputa entre Haddad e Bolsonaro, era uma “escolha difícil” e, em 2022, num debate, foi chutada pelo mesmo Bolsonaro quando dirigiu sua pergunta a ele, é outra que sonha com o rebaixamento da Acadêmicos de Niterói para colocar a culpa em Lula.

Sim, na direita, a coisa está tão feia que anda nesse nível por não ter qualquer projeto de país para se opor ao PT, então, carnavaliza tudo como um desfile de insanidades nada elegantes, saídos da cachola de gente do mesmo naipe como Vera Magalhães, Silas Malafaia, andreazza, Merval, assim como Edir Macedo e Valadão, padrinho de Vorcaro, do Banco Master.

Para essa gente, não importa o tema do enredo, só o da Acadêmicos de Niterói, mais precisamente nas alas em que exalta Lula e detona Bolsonaro. São os ratos de salão debatendo as manifestações do asfalto.

Essa gente, que não tem afinidade racia, política e cultural com a escola de samba, resolveu pintar seu provincianismo nas telas multifacetadas do próprio carnaval, sem abrir mão do temperamento carregado de ódio contra o povo que desfila no maior espetáculo da terra

A sobrevivência dessa gente, seja no campo “espiritual ou jornalística”, depende da distorsão dos fatos, dos intermúndios que povoam as sombras e larvas dessas almas errantes, que desonram tanto o papel do jornalismo quanto o das religiões e da religiosidade do povo brasileiro.

Muito a contragosto esses jornalistas tivram que assistir ao fesfile, quando, na verdade, gostariam mesmo é de bejar os pés dos figurões do mercado, dos “donos da terra”, da Faria Lima/fintechs/PCC, mostrando a carnavalização no sentido pejorativo das redações do baronato midiático e dos templos comandados pelos charlatães do falso cristianismo, que formam a grande alegoria da direita brasileira.


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