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O Brasil inteiro em compasso de espera pela volta de Lula

“Lula fazia o nosso dinheiro multiplicar”, esta foi a frase que ouvi ontem de uma funcionária de um supermercado.

Isso reflete perfeitamente o clima que já tomou conta do país pela volta de Lula, mas também a derrocada do governo Bolsonaro que, depois de mil dias de crise permanente, ninguém dá mais um tostão por ele.

Ao redor de Bolsonaro, seu rebanho vai ficando mais ralo, enquanto seus assessores e familiares, dentro e fora do governo, vão se vendo cada vez mais enrolados com a justiça.

Ou seja, todos aquelas tramas macabras saídas do laboratório do clã Bolsonaro, vão produzir um refluxo ainda mais amargo do que ele vive no momento em que a inflação está desmensurável, mas que o povo sente no bolso que ela rompeu há muito tempo a casa dos dois dígitos e, no caso dos alimentos, uma hiperinflação coloca uma faca na nuca da população que já vive o drama de ter que escolher entre pagar o aluguel ou comer, pagar a prestação ou comprar o feijão.

Segundo disse o próprio Bolsonaro, “nada está tão ruim que não possa piorar”

Esse é o sentimento coletivo mais forte no momento, que arrasta o povo para uma luta muitas vezes silenciosa pela volta de Lula, dando como certo que esta é a única chance do Brasil voltar a ser um país e que as camadas mais pobres da população voltem a sonhar como sonharam nos anos de governo Lula.

Bolsonaro é um pesadelo dos grandes, pior, não se tem ideia de quando vamos acordar antes da volta de Lula. Bolsonaro alimenta artificialmente as crises no Brasil, como se fosse uma solução de gênio para tentar encobrir a crise do dia anterior. Ele vive uma espécie de guerra futura.

Lula deixou um histórico na memória do povo que o próprio Bolsonaro acabou por reacender, com os seus ataques de forma diversa à vida da imensa maior parte da população brasileira. Então, o paralelo entre Lula e Bolsonaro é inevitável.

Na verdade, esse processo se precipitou, o que abala ainda mais o já combalido governo genocida que é responsável pela morte de 600 mil brasileiros por covid.

Há muita gente que votou em Bolsonaro que hoje está envergonhada diante de suas barbaridades e só não se sente mais pagã porque está migrando justamente para uma campanha pela volta de Lula.

Isso acontece com Lula não só censurado, mas também atacado pela grande mídia, numa guerrilha diária, já que ela não pode mais declarar guerra contra ele, não depois de tudo que ela promoveu de mal ao país com o seu antipetismo e antilulismo.

A mídia vai viver de escapismos, mantendo Lula num exílio de holofotes, enquanto tenta, como fez no primeiro programa “Debate” na GloboNews em que estimulou ataques a Lula pelas línguas dos seus adversários.

Mas tudo isso no universo brasileiro não tem qualquer efetividade, o que de fato decidirá a eleição de 2022 será a mesa dos brasileiros, o bolso dos trabalhadores e emprego para todos, que são marcas definitivas na biografia do ex-presidente Lula.

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Sem candidato para 2022, mídia dobrará a aposta em Bolsonaro contra Lula

Basta que a mídia se cale diante dos crimes de Bolsonaro e passe a atacar Lula para que ela, sem assumir o lado de Bolsonaro, trabalhe para reelegê-lo contra Lula.

A mídia brasileira é, antes de qualquer coisa, antipetista. No caso do Grupo Globo, isso vem desde a fundação do PT, se posicionando sempre no sentido oposto ao Partido dos Trabalhadores e a Lula.

Portanto, o tempo de antipetismo da Globo é o mesmo da existência do PT.

Hoje, ela se encontra num impasse, porque, na medida em que o tempo passa, a terceira via, que seria a sua aposta contra Bolsonaro e Lula, vem se revelando uma mera vertigem, já em processo de decadência, enquanto a ascensão de Lula já nos permite dizer que ele está com a mão no caneco, possivelmente no primeiro turno.

Não resta dúvida de que, diante da ausência total de candidatos competitivos na tal terceira via, a mídia apoiará Bolsonaro em 2022. Foi essa a mensagem que a Veja passou na sua mais recente edição em entrevista com Bolsonaro.

Ou seja, tudo menos a volta de Lula.

Quem fechou os olhos para o histórico de Bolsonaro em 2018, não hesitará em fazê-lo novamente, caso a disputa principal seja entre Lula e Bolsonaro, não tenha dúvida, a mídia vai com Bolsonaro, seguindo a velha máxima de que “o que é um pum pra quem já está todo cagado?”.

Se a mídia fez o que o que fez para impedir a chegada de Haddad à presidência da República, apoiando Bolsonaro, ela dobrará a aposta se o quadro se mantiver como está, porque simplesmente ela nem imagina a possibilidade de ter Lula como opção a Bolsonaro.

Certamente, ela encontrará um cantinho quentinho para exercitar a sua hipocrisia e apoiar Bolsonaro num confronto direto com Lula.

Alguma dúvida?

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Ciro e Dória pregam no antipetismo, mas seus eleitores preferem Lula a Bolsonaro

Mesmo Ciro e Dória, os terceira via, apostando no discurso antipetista, o Datafolha aponta que a tendência de voto do eleitorado em Lula.

Ao assumirem uma estratégia eleitoral com foco no antipetismo, presidenciáveis da chamada terceira via contradizem a tendência de parte do seu eleitorado de convergir para o antibolsonarismo em um eventual segundo turno entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (sem partido).

A tática anti-PT é baseada no cálculo dos presidenciáveis de que uma participação deles no segundo turno só virá à custa do derretimento de Bolsonaro, o que os levaria a um enfrentamento com Lula.

Entre estrategistas do PDT de Ciro Gomes e do PSDB de João Doria e Eduardo Leite, a ideia é cavar a ida à segunda fase do pleito com o argumento de que a terceira via tem chances de vencer Lula, enquanto Bolsonaro perdeu essa capacidade em razão dos recordes de desaprovação e rejeição.

Caso o segundo turno entre Lula e Bolsonaro se confirme, pesquisa Datafolha mostra que, hoje, o antibolsonarismo seria uma força maior do que o antipetismo na segunda etapa da eleição, o que torna a tática de mirar Lula mais arriscada, já que afugentaria uma parcela de ocasionais apoiadores.

Eleitores de Ciro e dos dois tucanos, que disputam as prévias do PSDB para a escolha do candidato presidencial, tendem a preferir o petista, embora a parcela que votaria em Bolsonaro ou em nenhum também seja expressiva a ponto de causar empates dentro da margem de erro com a parte pró-Lula.

A pesquisa Datafolha, realizada nos dias 13 a 15 de setembro, ouviu 3.667 eleitores de forma presencial em 190 cidades. O resultado mostrou Lula mantendo larga vantagem sobre Bolsonaro na dianteira da disputa.

Ciro, que desde 2018 ampliou o descolamento do PT e adotou as críticas mútuas a Bolsonaro e Lula como foco de sua pré-campanha para 2022, deverá manter essa linha, de acordo com aliados, na intenção de se apresentar como uma opção diferente, ou seja, um tipo de governo que ainda não foi experimentado.

Os ataques a Lula, contudo, causam ruído não só em uma parcela dos apoiadores, mas também entre colegas de partido, conforme mostrou a Folha em junho.

Entre quem vota em Ciro no primeiro turno, 58% votam em Lula e 17% escolhem Bolsonaro em um segundo turno sem a presença do pedetista —26% não querem nenhum dos dois. A margem de erro é de cinco pontos para mais ou para menos.

O presidente do PDT em São Paulo, Antonio Neto, afirma que o partido está “convicto em apresentar uma alternativa” que não seja “nem o passado nem o presente”. “Vamos bater no sistema, não no partido ou nas pessoas. Queremos mudar essa política e vamos ter que escancarar isso”, diz.

Questionado sobre Ciro errar ao atacar Lula e Bolsonaro pessoalmente, Neto afirma que não vê equívoco. “Ele tem dados e informações para falar isso, conhece bem os atores. Ciro fala da visão que ele teve de dentro”, segue. O presidenciável foi ministro do governo Lula.

Para o ex-deputado federal Miro Teixeira (PDT-RJ), a sobreposição de parte dos eleitorados de Ciro e Lula é algo natural e as críticas à era petista são embasadas. “Independentemente das palavras do Ciro sobre o Lula e do Lula sobre o Ciro, é o eleitorado que faz a aliança, é ele que escolhe”, diz.

Miro afirma ainda que seu trabalho e o da militância “é para que o Ciro esteja no segundo turno” e que a estratégia do pré-candidato para se diferenciar dos atuais líderes das pesquisas é a única possível. “Se o Ciro apoiasse um dos dois [Lula ou Bolsonaro], ele não seria candidato”, sintetiza.

*Com informações da Folha

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Jornal Nacional: Lula pode vencer no primeiro turno

Em um dos cenários, Lula tem 48% e Bolsonaro, 23%. Na comparação com a última pesquisa, de junho, Lula mantém 11 pontos percentuais a mais do que todos os adversários somados, o que o levaria a vencer no 1º turno se as eleições fossem hoje. No outro cenário, ex-presidente lidera com 45%, contra 22% do atual presidente e 18% dos demais pré-candidatos, no limite da margem de erro para ganhar no 1º turno.

Pesquisa Ipec divulgada nesta quarta-feira (22) mostra o ex-presidente Lula (PT) mais de 20 pontos percentuais à frente do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na corrida para a Presidência da República em 2022. Em ambos os cenários, Lula tem mais intenções de voto do que todos os outros possíveis candidatos somados. Veja os números abaixo.

CENÁRIO 1

  • Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 48%
  • Jair Bolsonaro (sem partido): 23%
  • Ciro Gomes (PDT): 8%
  • João Doria (PSDB): 3%
  • Luiz Henrique Mandetta (DEM): 3%
  • Brancos / Nulos: 10%
  • Não sabem / Não responderam: 4%

Em relação à pesquisa anterior, de junho, Lula mantém 11 pontos percentuais a mais do que a soma de todos os seus possíveis adversários, o que o levaria a vencer no 1º turno se as eleições fossem hoje.

CENÁRIO 2

  • Lula: 45%
  • Bolsonaro: 22%
  • Ciro Gomes: 6%
  • Sergio Moro: 5%
  • Datena: 3%
  • João Doria: 2%
  • Mandetta: 1%
  • Rodrigo Pacheco: 1%
  • Alessandro Vieira: 0%
  • Simone Tebet: 0%
  • Brancos/nulos: 9%
  • Não sabe/não respondeu: 5%

O levantamento do Ipec foi feito de 16 a 20 de setembro e ouviu 2.002 pessoas em 141 municípios. A margem de erro é de 2 pontos para mais e para menos. O nível de confiança é de 95%.

*Com informações do G1

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Vídeo: Há uma grande pizza sendo preparada para livrar a cara do clã em troca da renúncia à candidatura de Bolsonaro

Há uma grande pizza sendo preparada para livrar a cara do clã em troca da renúncia da candidatura de Bolsonaro.

Todos os caminhos dos últimos dias levam à Roma.

Como disse ontem, o discurso de Bolsonaro carregado de irresponsabilidade com as mentiras mais toscas que podia contar, já deixou claro que ele estava se despedindo da ONU, tentando, na medida do possível, buscar uma saída honrosa.

Bolsonaro sabe que é o personagem mais odiado no planeta, seja por populações, governantes, ativistas ambientais e de direitos humanos.

O sujeito é um pacote tóxico.

Assista:

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Vídeo: Bolsonaro, na ONU, fez seu discurso de despedida da presidência da República

Bolsonaro jogou a toalha.

Sua ida à ONU foi uma espécie de despedida de solteiro.

Suas atitudes de afrontar a ONU e toda a comunidade internacional com lorotas e despudores, revelam isso.

Comparecer na Conferência sendo o único chefe de Estado não vacinado, foi uma forma de tripudiar em cima de um organismo internacional para abandonar o poder “por cima”.

Fez um discurso para o seu gado mais fiel, mas de despedida, de quem sabe que o fracasso do dia 7 de setembro foi a reprodução antecipada do seu fracasso nas eleições de 2022.

Assista:

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Lula: Bolsonaro na ONU envergonha os 213 milhões de brasileiros que ele deveria representar

Em entrevista à Rádio Vitoriosa, de Uberlândia, na manhã desta terça-feira (21), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou que a gestão de Jair Bolsonaro é uma vergonha para o país e que isso ficou ainda mais evidente na viagem oficial para participar da Assembleia Geral das Nações Unidas esta semana, em Nova York (EUA).

Lula afirmou que Bolsonaro age como se representasse apenas a si mesmo e a sua família, desprezando o papel de um presidente da República. “Ele não está lá representando a família Bolsonaro. Ele está lá representando 213 milhões de brasileiros”, criticou Lula, comentando os episódios registrados na viagem oficial a Nova York esta semana.

Por ter se negado a tomar a vacina contra a covid-19, contrariando as recomendações científicas, Bolsonaro está proibido de frequentar lugares fechados durante sua estadia na cidade norte-americana. “Aquilo que ele acha que é um orgulho pra ele, é uma vergonha para o Brasil”, resumiu o ex-presidente, dizendo que a foto de Bolsonaro comendo pizza em uma calçada foi para agradar “os milicianos que o apoiam”.

Durante a entrevista, o ex-presidente ressaltou que Bolsonaro tem, repetidamente, optado pela mentira e a ignorância, o que contribui para o retrocesso econômico e social e afeta diretamente a imagem do Brasil no exterior. “Eu tenho uma causa e essa causa é recuperar o Brasil para os brasileiros. Estou convencido de que dá pra fazer as pessoas voltarem a ter orgulho de viver nesse país”, afirmou Lula.

Lula ressaltou que há uma crise de confiança que faz com que o Brasil esteja paralisado. “O país está sem governo. Tem um presidente que acorda para pensar nas mentiras vai contar para iludir o povo. Tem um ministro da Economia que não pensa no desenvolvimento do país”, disse o ex-presidente à rádio mineira.“Ninguém confia em ninguém.”

Analisando o cenário do país, Lula apontou os retrocessos e o abandono das pessoas, que estão sofrendo com desemprego em alta e a volta da fome, com milhões sem conseguir fazer mais do que uma refeição por dia. “A pergunta que eu faço é que país é esse? Um país de 8,5 milhões de quilômetros quadrados, que tem uma reserva florestal extraordinária, que tem 12% da água doce do mundo, que tem muita riqueza mineral, um país que talvez tenha mais terras agricultáveis no mundo, não tem sentido”. “A única explicação é que o país não tem governo e não estratégia para o desenvolvimento do Brasil.”

*Com informações do 247

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Ex-diretor da OAS confirma: delação de Leo Pinheiro contra Lula foi armação da Lava Jato

Augusto Cesar Uzeda, ex-diretor da empreiteira OAS, negou por escrito, em documento com 17 tópicos, que jamais presenciou pedido de Lula sobre suposta vantagem para sugerir o aumento da participação do Brasil no Banco Centro-americano de Integração Econômica, durante um evento da OAS realizado em 2001 na Costa Rica.

Segundo Uzeda, todas as agendas em que esteve com Lula foi em local público com centenas de pessoas, e disse desconhecer qualquer vantagem indevida solicitada por pessoas mencionadas nesse inquérito, tampouco de quaisquer autoridades locais que pudessem ter beneficiado ilegalmente a construtora.

Na delação armada pela Lava Jato a mando de Moro que, na verdade, era o dono da grife policial vendida em série para a Globo, Leo Pinheiro havia narrado uma suposta reunião na suíte aonde Lula estaria hospedado que contou com a presença dele e de Uzeda.

No entanto, desmascarando toda a farsa da Lava Jato, em carta de próprio punho, apresentada pela defesa de Lula, Leo Pinheiro negou a sua própria delação combinada com a Força-tarefa.

Isso significa dizer que o judiciário brasileiro não tem como fugir de uma punição exemplar a Sergio Moro e todos os asseclas que participaram dessa farsa que, além de manter Lula, um inocente preso por mais 500 dias na cadeia, ainda colocou no poder, através de uma negociata entre ele, Guedes e Bolsonaro, esse genocida que é responsável pela morte de 600 mil brasileiros e que, portanto, ampliou significativamente o esquema de corrupção do seu clã a partir das pastas do seu ministério, sobretudo a do Meio Ambiente e a da Saúde.

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Datafolha: No segundo turno Lula derrota Bolsonaro por 56% a 31%

Lula segue na liderança com larga vantagem sobre Bolsonaro. Os demais candidatos seguem na mesma posição, bem atrás.

É o que aponta pesquisa feita pelo Datafolha nos dia 13 a 15 de setembro, na qual foram ouvidos 3.667 eleitores de forma presencial em 190 cidades. A margem de erro é de dois pontos para mais ou menos.

No primeiro turno, Lula tem 44% da preferência do eleitorado, contra 26% de Jair Bolsonaro. No cenário em que João Doria é o candidato tucano, ele obtém apenas 4%. Nesse cenário, Ciro Gomes (PDT) segue em terceiro, com 9%.

Na sondagem sobre o segundo turno, Lula obtém 56% contra 31% de Jair Bolsonaro.

As notícias são desalentadoras para os entusiastas de uma terceira via na disputa neste momento, ainda mais após o ato fracassado contra Bolsonaro no domingo (12) em São Paulo ter unido alguns dos postulantes ao Planalto.

Os quatro primeiros colocados do cenário fechado ficam onde estão, e um pelotão de nomes ventilados por partidos e políticos recentemente se forma empatado tecnicamente com Doria.

São eles o apresentador José Luiz Datena (PSL, 4%), a senadora Simone Tebet (MDB, 2%), o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM, 1%), e o ex-ministro Aldo Rebelo (sem partido, 1%). O senador Alessandro Vieira (Cidadania), que como Tebet tenta a sorte a partir do palanque obtido na CPI da Covid, não pontuou.

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Livre e Leve: Lewandowski suspende ações restantes da Lava Jato contra Lula

Ricardo Lewandowski suspendeu há pouco duas ações penais contra Lula que tramitam na Justiça Federal do Distrito Federal. Ambas referem-se a acusações de corrupção e lavagem de dinheiro envolvendo o instituto do ex-presidente, por meio de operações ilegais da Odebrecht.

A defesa de Lula pediu o trancamento das apurações ontem ao ministro do STF. Lewandowski concedeu liminar para barrar o andamento das investigações. Optou por não pedir manifestação do mérito à Procuradoria-Geral da República.

São os últimos casos da Lava Jato que ainda restam contra o petista, após a sucessão de arquivamentos, anulações e trancamentos que se seguiram à decisão do Supremo de declarar a suspeição de Sergio Moro no caso do triplex – e, antes disso, da decisão de Fachin que anulou todos os atos processuais de Curitiba nos casos do ex-presidente.

Uma ação penal analisava pagamentos de R$ 4 milhões da empreiteira à entidade do petista. Para o MPF, tratava-se de propina; a defesa alega que eram apenas doações. A segunda envolvia, de acordo com evidências bancárias e telemáticas obtidas pelos procuradores, posteriormente confirmadas pelo delatores da Odebrecht, o mesmo conjunto de crimes para destinar, como propina, um terreno ao instituto.

*Com informações de O Bastidor

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