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O que mudou

Todos sabem que Merval Pereira é um mero personagem, para ser mais exato, a voz soturna dos Marinho, para ser ainda mais claro, o boneco de ventríloquo dos imperadores das Organizações Globo.

Mas como não é Merval o  motivo dessa nossa fala, porque ele, nem com toda boa vontade do mundo, pode ser considerado alguém que tenha vírgula de influência na vida nacional, será usado aqui como ele se apresenta lá nas colunas, como hoje Miriam Leitão representou.

Sua parceira de apedrejamento do PT, Miriam Leitão, sapecou em sua chamada “Em prol da democracia, ministros do STF devem pesar suas ações”.

Alguém imagina que Miriam escreveria algo parecido com isso na istérica farsa do mensalão, combinada e sequenciada nas redações dos barões da mídia?

Quem diz sim, é tolo ou cínico.

A conexão entre o bolsonarismo de hoje com o mensalão, é direta, nem precisa de Bolsonaro. O enredo dessa isteria de malucos, como chamou o próprio Bolsonaro, os débeis que o apoiam cegamente, inclusive na tentativa de golpe, é uma mera construção.

Dependendo do apito de cachorro que move essas ienas, adestradas pela grande mídia, a trilha em que o gado caminha junto é, em última análise um traçado já delineado por anos de imbecilização nacional que a Globo promove ininterruptamente desde a diatadura quando, num bem bolaqdo projeto antinacional e americanófilo, os ditadores brasileiros e os mandatários dos EUA, tranformaram a Globo em um império de comunocação através da primeira rede de Televisão do Brasil.

Os Marinho sempre andaram de braços dados com os generais da ditadura, assim como com os EUA;

O livro de Merval, ao qual Gilmar Mendes fez questão de prestigiar, é o próprio lixo reciclado por Merval, produzido pelo Globo.

O troço não tem valor normativo nenhum; Aquela cena fotografada era apenas  uma busca por fixação de uma fraude jurídica que, através do martelete da mídia, até hoje é vendida como verdade absoluta.

Nem vamos nos estender. Para ser curto e grosso na total afirmação de que aquilo foi uma ópera bufa, armada pela mídia e aceita pelo STF, que dos tais 260 deputados que supostamente recebiam de R$ 30 a R$ 40 mil mensais, sequer existiram, ao menois um míserto nome.

A coisa é tão grotesca que nenhum suspeito de receber a tal proprina, a mídia e o STF tentaram inventar.

Basta isso para dizer que aquilo foi das farsas mais grosseiras que o sistema de justiça brasileiro conheceu até a chegada da farsa maior que foi a Lava Jato.

Mas o que fez com que a mídia mudasse de humor com o STF nos dias atuais após a condenação e prisão do golpista, Bolsonaro? A resposta já vem na pergunta, Bolsonaro foi a xepa da direita que sobrou do finado tucanato, por mais fétido que ele seja, era do lado dos Marinho, ou seja, da oligarquia, dos grandes banqueiros e dos poderosos que atuam dentro do Estado brasileiro de forma direta ou indereta.

Ninguém poderia imaginar que a ferramenta utilizada para atacar o STF, primeiro em bombardeios contra Toffoli e Moraes e, agora, contra Gilmar, fosse utilizado um falso caipira que de tão falso candidato da direita como Romeu Zema, representa, segundo pesquisas das mais otimistas, 2% do eleitordo.

Mas por que a Globo, tão velhaca, mergulhou numa esparrela dessa?

Ora, simples, porque ela não tem qualquer outra perspectiva política para o que ela julga ser a única arma do momento que possa gerar instabilidade no governo e na candidatira de Lula.

Que ideia estrambótica os Marinho tiveram de colocar um sujeito como Zema, com 2% nas pesquisas para cumprir essa “meta”?


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Política

De Globo lixo a Globo luxo

Escrúpulo é para os fracos.

O powerpoint da Globo é somente um aviso de que a pizza da condenação de Bolsonaro, chegou.

Toda essa movimentação do powerpoint da Globo, decalcado da Lavato, nada mais é do que um pacto de sangue entre os Marinho e Bolsonaro. Essa gente não brinca com seus patrimônios e, claro, uma hora sentariam para conversar não só para se proteger no caso Master, como também estabelecer parcerias estratégicas para ampliar ganhos no submundo da vida nacional.

Dia desses, os ex-ministros do STF, Marco Aurélio Mello e Ayres Britto participaram do programa da GloboNews com Júlia Duailibi. Numa convocação estratégica, Marco aurélio, num tom crítico e sarcástico, dissse que, no STF, há algo de podre, porque nem ele, nem Ayres Britto, como ministros nunca passaram plo constrangimento de serem xingados na rua. O que ele não disse é que os dois sabujos da grande mídia nunca se posiciaram contra o status quo do qual a Globo é parte.

A grande mídia transformou-se no mais potente apito de cachorro do bolsonarismo e quer tornar isso a principal arma de guerra contra Lula e a favor de Flavio Bolsonaro, aquele do miliciano Adriano da Nóbrega, de Fabrício Queiroz, de Wassef. Flavio é senador pelo Rio de Janeiro, que acabou ocupando o lugar de Marielle, o mesmo Flavio Bolsonaro da fantástica loja de chocolates que lhe deu uma mansão fantástica a partir de uma lojinha de 3 x 3, na base da venda de trufas e nhá benta.

O homem é um Midas, pois num microespaço transforma chocolate em ouro e outras tantas edificações nos espaços mais caros do Brasil.

Ou seja, Rio das Pedras e Muzema dão samba, por isso os Marinho instalaram uma sucursal nessa ponte de divindades da milícia, onde a turma de Flavio invade terrenos do Estado, constrói prédios que costumam desabar e aluga, a preços módicos, para quem se arrisca na aventura que, em muitas vezes, terminou em morte.

Isso dá a dimensão de onde foi a milícia após a chegada de Bolsonaro ao poder.

Há hoje uma gangue faminta que, pelas vozes de Andreia Sadi, Valdo Cruz, Merval Pereira, entre outros obsequiosos discípulos dos Marinho, manda transmitir mensagens ao bolsonarismo de que agora eles são aliadíssimos do clã.

Num piscar de olhos, a Globo saiu da condição de lixo para Globo luxo no pasto bolsonarista, apoiando o principal líder solto da maior organização criminosa do país, envolvido com esquema de peculato, organização criminosa, lavagem de dinheiro e apropriação indébita a partir de recursos públicos.

Flavio é investigado por fazer parte de um contexto amplo que envolve a família Bolsonaro e outros inúmeros crimes. Os casos estão em andamento no judiciário.

No Brasil, quem não sabe que várias mansões compradas a peso de ouro e com dinheiro vivo pelo clã Bolsonaro, são fruto da mais pura e genuína corrupção?

Pois é, mas parece que a mídia brasileira, por conveniência, está sofrendo de amnésia, a mesma que afeta a memória dos barões da mídia sobre uma gama de crimes do clã que ela mesma denunciou.


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Política

Grande mídia começa a abandonar Flavio Bolsonaro

Em se tratando de mídia industrial, sobretudo da Globo, nenhuma vírgula é dada fora de contexto. E se não há como passar panpo para a folha corrida de Flavio, que somada à sua inutilidade, forma uma química de combustão extremamente explosiva.

A grande mídia chegou à conclusão de que não há vitamina possível que mova peças estratégicas, por mais bem feita que seja uma campanha, que tire de Flavio a pecha de filho mais vigarista do vigarista Bolsonaro.

Embalagem não reciclável, inutilizável

Num programa da GloboNews, a jornalista Flávia Oliveira desancou o primogênito do sacripanta, desmistificando de forma translúcida, “que não existe bolsonarimo moderado” e que Flavio é tão reacionário quanto o pai, no sentido mais fascista da palavra.

A fala da jornalista foi de pronto compartilhada por Natuza Nery e, pasmem, até Merval Pereira foi sintético em dizer que não dava para comparar Flavio com Lula, por Flavio ser filho de um golpista e, portanto, golpista ser.

Já sobre Lula, Merval encheu os pulmões para dizer, em alto e bom som, que, neste caso, trata-se de um político democrata.

Nessas falas, não há nada de novo.

Juliana Dal Piva, no ICL, onde faz um belíssimo trabalho, disse em podcast que, de acordo com suas investigações sobre o clã Bolsonaro, Flavio é o mais corrupto dos filhos do vigarista e golpista mor.

Dias atrás, Pedro Dória, do Globo, Estadão e do Meio, onde é redator, fez uma chamada afirmando que o nome de Flavio como candidato à presidência, foi mal recebido pela própria direita. Dória diz textualmente que não há lava roupa possível que remova 1% de sujeira da sua sinópse e, portanto, é uma candidatura que já nasceu morta.

Há uma corrente bactericida dentro do próprio ambiente do patrão de Queiroz e medalhonador de assassinos milicianos como Adriano da Nóbrega.

Mesmo com a legião de sectários imbeleicizados pela própria mídia durante décadas, Flavio não tem chances de superar Lula num embate virtual, que fará presencial.

O sujeito não tem qualquer domínio de bola e, por isso mesmo, não tem condições de conduzir a pelota um passo sequer.


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Política

O humor da Globo com o STF quando o Supremo condenou Moro por sua parcialidade e libertou Lula

A ferocidade de Merval Pereira contra os ministros do STF exige de nós uma lembrança simples. A Globo, que era sócia de Sergio Moro na Lava Jato com toda orientação estética imposta durante aquele espetáculo de cartas marcadas, comandado por Moro, era parte da podridão dos Marinho, o que significa que a conclusão do STF de que Moro era parcial, tendencioso, faccioso, favorável aos interesses da direita e, logicamente, suspeito como juiz da Lava Jato, todos esses atributos cairam com perfeição no colo da própria mídia, que até hoje trata Moro e sua Lava Jato como operação heróica, mesmo sabendo que o ex-juiz, junto com Deltan Dallagnol, tentou roubar R$ 2,5 bilhões da Petrobras.

Todas as revelações do Intercept, trouxeram à luz o concluio dos dois vigaristas para condenar Lula sem qualquer priova de crime.

Merval, num papo na GloboNews com Natuza Neri, Flávia Oliveira e até com Miriam Leitão, em que seus colegas disseram que a mídia, ou seja, a própria Globo carregou a mão nos ataques injustíficáveis ao STF e Mercal se alterou, escomungando os ministros, dizendo que eles não mandam no Brasil.

O mesmo Merval, que escreveu um livro exaltando a farsa do mensalão e que lhe deu um desingonçado fardão da ABL, virou piada nacional.

Dia desses, num programa com Julia Duailibi, em que Marco Aurélio Mello e Ayres Brito eram os entrevistados, Marco Aurélio disse, em tom áspero contra o STF que, quando ambos eram ministros do Supremo jamais foram hostilizados na rua.

Então, fica a pergunta, eles alguma vez contrariaram os interesses da Globo em seus votos? Não. O que explica por que eles jamais foram hostilizados nas ruas porque jamais sofreram campanha negativa orquestrada pelos Marinho, como é feita contra o STF desde a liberdade de Lula.


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Globo veste a camisa da milícia e vira assessora da campanha de Flavio Bolsonaro

A mão de Merval Pereira estava coçando para mergulhar de ponta-cabeça na campanha de Flavio Bolsonaro.

As varejeiras do Globo funcionam assim, revoam de boca babosa por gorjetas gordas, o que sempre foi de interesse da direita brasileira.

Como se sabe, o Grupo Globo nunca teve boa reputação, ele stá sempre pronto para uma empreitada bem paga para defender candidatos da direita e atacar os de esquerda. A Globo trabalha para a oligarquia, desde sempre.

Os Marinho fizeram seu império, tijolo sobre tijolo, com o que existe de mais podre no Brasil e fora dele, já que é o principal panfleto dos EUA dentro do Brasil e contra o Brasil.

Racista por tradição, a Globo vive de mentiras engenhosas para segregar negros e pobres e enaltecer brancos e ricos.

Nesse momento, repete a dose das campanhas pró-Collor, FHC, Aécio e do próprio Bolsonaro, em 2018 e em 2022.

Então, o apoio à campanha de Flavio Bolsonaro pela Globo, ao seu projeto Brasil/Milícia ou Brasil/Muzema, tem como objetivo agitar a massa da fauna para manter o fundo escuro onde habita o clã Bolsonaro.

Ou seja, nada de falar sobre rachadinha, peculato, formação de quadrilha, esritório do crime, assassinos de aluguel, caso Marielle, lojinha de chocolate, mansões compradas a peso de ouro com dinheiro vivo e as que foram compradas fora do Brasil no esquema astuto de lavagem de dinheiro num projeto capotão que, somados, passam de 100 imóveis.


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Merval sopra o apito de cachorro da Globo convocando o bolsonarismo para destilar ódio contra Lula

Merval não é somente aquele bigodinho escrotinho, ele é a voz oficial dos Marinho, os mesmos que atacaram pesadamente Brizola, por ter construído o Sambódromo, a pedido de Darcy Ribeiro e arquitetura de Niemeyer, um espaço que se transformou no pavilhão que abriga o maior espetáculo da terra, o desfile das escolas de samba, ponto alto do carnaval brasileiro.

Isso é muito para a Globo, o império que nasceu da parceria entre a ditadura militar e Roberto Marinho.

Não há outro enredo a ser dito sobre a maior inimiga da cultura brasileira de todos os tempos, a mais totalmente racista, antipobre e antipetro rede de comunicação que, de maneira acelerada, vem perdendo sua hegemonia para a própria coletividade, formada pela massa do povo.

Tudo isso junto gera artigos descaradamente cínicos do quadro soberbo de manchetes negativas contra Lula, eivadas de ódio como uma sobrecarga do bolsonarimso mais filosófico já pensado no Brasil.

Por mais que os Marinho tentem usar alegorias, súmulas, exposições figuradas para exploração financeira do carnaval brasileiro, sobretudo no sambódromo com o colorido magistral das escolas, nas suas evoluções retóricas, fora da caravela colonialista, o quadro noturno do submundo global opera com um culto macabro contra a própria população brasileira.

Por isso o clarão de luz jogado na história de Lula e nos crimes de Bolsonaro pela Acadêmicos de Niterói, deixou a grande mídia furibunda, pois seu desenho traz o vigor de uma cultura protagonizada pelos negros, insuflando uma cena de rara beleza em que a cultura negra, em sua plenitude, fosse apresntada como a própria guardiã da maior expressão cultural brasileira, admirada por todo o planeta.

A ideia da malta golpista era a de ser extremamente antiLula para desclassificar um presidente da República em busca de uma ridícula cassação de sua candidatura à reeleição e, na mesma cena, fazer recair sobre um desfile de filosofia e fisionomia negra os rescaldos desse ataque a Lula.

O fato é que nunca uma pintura foi tão certeira, ainda mais quando, no mesmo desfile, se compara Lula com Bolsonaro que, diga-se de passagem, jamais recebeu dos Marinho uma linha crítica por ter devolvido o Brsil ao mapa da fome em quatro anos, com 34 milhões de miseráveis vivendo abaixo da linha da pobreza.

Para eles, não importa a fome que o povo passava na fila do osso, mas sim a condenação e prisão de Lula sem provas de crime, forjadas pelo herói forjado da Globo, Sergio Moro.

Na verdade, aquele Basil da fome que Bolsonaro que obrigou uma multidão de brasileiros a trajar, foi a paisagem dominante que Bolsonaro carregou como missão da oligarquia da qual a Globo é parte.

Merval Pereira, o mais falso, o mais totalmente reacionário escriba do Globo, senão de toda a mídia brasileira, dedica-se quase exclusivamente seu tempo para vomitar ódio a Lula em cada ponto e vírgula de seus enfadonhos e repetitivos ataques ao presidente da República.

Na realidade, o aboletado, que sempre defendeu a Babilônia neoliberal, é a própria interpretação do que vai na cabeça dos Marinho, na tela e nos jornalões impressos e digitais, até por afinidade racial e moral da classe dominante brasileira.

Então, fica assim, como dizia Brizola, nessa guerra entre Globo e sociedade, nós, como povo, estaremos sempre do lado oposto do velho mundo dos Marinho.


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Contra Moro, o apito de cachorro do Globo silencia

Na seção denúncia do Globo, Merval Pereira, Malu Gaspar e Vera Magalhãoes usaram apito de cachorro contra Sergio Moro e Deltan Dallagnol no caso dos R$ 2,5 bilhões que, confessadamente, tentaram roubar da Petrobras? Não! Com todas as exclamações que gritam no seio da sociedade.

Uma notícia dessa, num jornal sério, com colunistas de fato independentes e ciosos de sua profissão, em qualquer lugar do planeta, exporiam tal tentativa de roubo em garrafais na primeira página. Mas por um motivo indecoroso, essas três figuras manjadas no ativismo “jornalismo de direita”, não ouviram e nem viram nada, mesmo que as fontes da informação tenham sido confessadas pelos próprios malandros, espertos que tentaram arrebatar, na cara dura, uma montanha de dinheiro que ultrapassa e muito tudo o que eles dizem ter recuperado aos cofres da Petrobras naquela fatídica indústria de delação premiada, montada por Moro e seus miquinhos adestrados de Curitiba, chamados de filhos de Januário, que passamos a conhecer pelas denúncias feitas pelo Intercept, batizadas de Vaza Jato.

Outra fonte confessa que revelou o esquema criminoso de Moro, na 13ª Vara de Curitiba, onde o juiz héroi da Globo era o próprio Deus.

Sobre provas, não há o que discutir, já que Dallagnol e Moro confessaram que haviam surrupiado tal quantia, devolvida à Petrobras pelo Sistema de Justiça dos EUA, em que os dois, por conta própria, rsolveram sequestrar para criar uma suposta fundação privada de combate à corrupção em que os próprios seriam os comandantes da bagatela e como ela seria utiluzada.

Isso, por si só, já deveria ter custado cadeia aos dois. Ninguém sabe porque cargas d’água isso não ocorreu, já que a denúncia acatada por Alexandre de Moraes, feitaqpela então PGR, Raquel Dodge, estava absolutamente correta, com a prova do crime e os dois, por ordem de Moraes, tiveram que devolver aos cofres públicos a bolada de R$ 2,5 bilhões.

Ou se começa do começo desse furdunço ou se viverá eternamente sequestrado por um sistema manco de corrupção dentro do próprio judiciário e do jornalismo industrial brasileiros em que uma mensagem, do alto do pódium corporativista, grita que na própria carne os meritíssimos sequer produzem um arranhão em seus pares.

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Política

O cacarejo da mídia de banco contra Lula confunde análise política com desejo pessoal

Jamais espere de um Merval Pereira alguma coisa minimamente sensata ou realista, mesmo no sentido banal de uma roda de boteco. Merval nem para isso tem estofo.

O jornalista mantém a mesma praga contra Lula há trinta anos e confia no seu agouro pestilento quando, ano após ano, anuncia que Lula acabou, morreu politicamente.

Quando vejo os Mervais da mídia da Faria Lima dando extrema-unção política em Lula, eu sempre lembro do grande Príncipe do Samba, Paulinho da Viola “Há muito tempo eu escuto esse papo furado dizendo que o samba acabou, só se for quando o dia clareou”

Mas a imbatível grande mídia brasileira é desprovida de vergonha própria.

Não tendo como defender a direita, que é parte das grandes redações, assassina politicamente Lula com tiros de festim, com barulho de estalinho e fumaça de incenso.


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Não foi isso que vimos nos jornalões depois da “pesquisa” Quaest onde, pela metodologia do todos contra um, no caso Lula, até o entrevistado e o entrevistador poderiam ser potenciais candidatos à Presidência da República em 2026.

É uma espécie de cédula em aberto e em branco. Vale qualquer nome dependendo apenas da vontade do freguês.

Nesse caso, o inelegível Bolsonaro pode ser um candidato imbatível até se tiver na solitária da Papuda. Vale tudo!

A partir da forma de pesquisa da Quaest, a rapaziada da república das redações, meteu o pé na jaca nos seus desejos mais inconfessáveis e se lambuzou de cômicas análises sobre a possibilidade do bom velhinho, Papai Noel, lhe entregar de presente, no natal, uma Ferrari zero.

Essa gente, para tentar convencer seu público que o Sargento Garcia pode prender o Zorro, faz de suas análises uma zorra em favor do apatetado Garcia.

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Política

Para atacar Lula, o apatetado Merval Pereira, contradiz a própria capa de O Globo de hoje.

O Globo deste domingo, estampa em garrafais: “Com ganho de renda e ascensão social, Brasil volta a ser um país de classe média”
E segue o Globo

“Estudo constata que 50,1% dos domicílios estão nas classes C para cima, o que significa renda mensal domiciliar acima de R$ 3,4 mil.

O Brasil voltou a ser um país de classe média.

O ano de 2024 marcou uma mudança na distribuição das famílias por estrato social, mostra levantamento da Tendências Consultoria obtido em primeira mão pelo GLOBO. O estudo constatou que 50,1% dos domicílios estão nas classes C para cima, o que significa renda mensal domiciliar acima de R$ 3,4 mil.”

Com essa notícia em garrafais do Globo, o desavisado sapeca no mesmo jornal em sua coluna que o governo Lula acabou, chamando Lula de gastador.

Logo Lula que, além de pagar a “impagável” divida com o FMI, fez o Brasil virar credor com as maiores reservas internacionais que o Brasil já teve. Aliás, reservas que voltaram a subir em seu 3º governo.

Isso acontece no momento que Milei da Argentina, que virou queridinho da mídia, anuncia calote no Fundo Monetário Internacional.

Mas Merval sem medo do ridículo na sua sanha de atacar Lula, também afirmou que “só outro governo salva o Brasil”

É por essas e outras que o sujeito virou a piada nacional que virou. Ainda mais fantasiado com fardão da ABL.

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Opinião

Merval Pereira, a Alice no país da Lava Jato

O amor de Merval Pereira por Sergio Moro e, por osmose, por Deltan Dallagnol é daqueles caso psiquiátricos, porque, na verdade é proporcional ao ódio visceral que Merval tem de Lula, e nunca escondeu, e do próprio PT.

A sua avaliação sobre o escapulário da Globo e, por isso, a eterna defesa do criador à criatura, trata de forma intestina o que deveria ser técnico.

Na justiça não há o eu acho ou não acho, como diz Merval, baseado numa pesquisa que estimula esse tipo de justiçamento, representado, nos últimos anos, por Moro e seu parceiro de fraude eleitoral de 2018, Jair Bolsonaro.

A história dessa dupla é um capítulo à parte na história do Brasil, que, quanto mais for estudados, mais estarrecedores serão os fatos apurados, tal o nível de iniquidade moral desses dois personagens inclassificáveis.

Não foi sem motivos que Merval não cabia em si de alegria no dia em que Bolsonaro venceu a eleição, dobrando essa patética festinha de cão que abana o rabo para seu tutor, o fogueteiro da Globo comemorou e muito a notícia seria, como previamente combinado com Bolsonaro, ministro da Justiça e Segurança Pública do mar de lama chamado governo Bolsonaro.

O fato é que Merval, numa tentativa trouxa de ressuscitar o finado Frankstein de Curitiba, criado pela Globo, passa e muito do limite de sua patetice habitual, suplementando uma miragem da qual se delicia em suas fantasias com o “herói” da Globo, que prendeu Lula, confessadamente sem prova, com o tal ato de ofício.

Sobre os casos de corrupção, envolvendo R$ 2,5 bilhões da Petrobrás para criar uma fundação mandrake, rumo aos dois vigaristas de Curitiba, o velho pateta da Globo não deu um pio.