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Mídia industrial agora é terrivelmente evangélica

A Veja, que lançou Collor como caçador de marajás e deu no que deu, chegando a Paulo Guedes, que devolveu o Brasil ao mapa da fome no governo do genocida, Bolsonaro, responsável pela morte de mais de 700 mil brasileiros por covid, agora é evangélica desde criancinha.

Ou seja, a revistona sempre teve talento de visionário às avessas. É só lembrar que Eduardo Cunha era tratado como rei do Brasil na sua campanha pelo golpe em Dilma.

Como não pretendo descrever c da canalhice dessa bíblia do fascismo nacional, vou somente gargalhar por ver André Mendonça ser tratado como já foram duas ex-celebridades de duas das mais recentes farsas desse país, Joaquim Barbosa, no mensalão e Sergio Moro, na Lava Jato.

Mendonça, como é sabido, não existe, o que existe é Bolsonaro que, de dentro da Papuda, regerá uma orquestração das mais cretinas, via seu afilhado terrivelmente evangélico, para tentar a ferro e fogo mudar o resultado eleitoral para a Presidência da República debaixo de pau.

O homem já recebeu autorização do patrão, preso por tentativa de golpe e assassinato de Lula, Alckmin e Moraes.

Sim, é isso que restou da direita pós-Bolsonaro, o próprio, transmutado em Flavio e, agora, em Mendonça.

Isso significa que a mídia está mostrando os dentes para Lula, como sempre fez em defesa dos candidxatos da oligarquia.

A matéria publicada pela Veja é um apito de cachorro para convocar os mais alucinados bolsonaristas para uma guerra santa contra o PT, mas sobretudo contra Lula.

O que devemos esperar disso? Porque, para a mídia, do pescoço para cima do candidato Lula, tudo é canela, sem choro nem vela.

E se a esquerda não responder à altura, dará aval para que essa panela chamada elite brasileira possa usar qualquer pinguela para associar o presidente da República a qualquer esparrela.


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Política

Andreia Sadi, uma gringa evangélica na Sapucaí

O colunismo de política no Brasil erra tanto quando quer catequizar os telespectadores e leitores, que o cipó aroeira acaba acertando a própria bunda.

Eles, os jornalistas, num só evento nas suas linhas gerais, confundem samba com rumba, porque essa é a grande verdade que norteia os modernos comentaristas da GloboNews, por exemplo, onde a sonoridade da bateria de uma escola que prima por um ideal antifascista, é transformada em pedra que atrapalhará a candidatura de Lula à reeleição.

Essa alma maquinizada pela central de jornalismo da Globo é uma das principais correntes de navegação num mar de bosta, porque como essa gente gosta de falar merda!

Mas Andreia Sadi conseguiu ser pior que Andreia sadi. Vestida de pudica evangélica tentou emplacar as latinhas da Acadêmicos de Niterói numa ponte com o Palácio do Planalto, mesmo à distância.

Então, tome besteira multiplicada por mil, dominada pela natureza bruta da ignorância sobre aquilo que comentará.

A moça, coitada, que tem uma cultura sofrível, conseguiu em torno de si todos os adjetivos de uma pessoa idiota, intelectualmente atrofiada, republicadora de asneiras dentro do estrito espaço da mediocridade nacional.

Quando ela tenta sugerir uma interferência do governo Lula no desfile da escola que o homenagiou, Sadi não resiste e sapeca, ao vivo e a cores, as maiores sandices colossais, mas sobretudo coloniais de uma gringa evangélica na Sapucaí, ganhando o troféu mundial de comigo ninguém pode, quando o assunto é ignorância sistematizada por ouvir o galo cantar sem saber aonde.

Seu relatório não trouxe um esboço de realidade, ao contrário, só mostrou que, para falar da cultura brasileira, do desfile de escolas de samba, ela é um poço de estupidez.


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Política

A lata de conserva se transformou na candidata da direita à Presidência da República em 2026

A propagação da piada, criada pela escola de samba Acadêmicos de Niterói, rendeu frutos políticos inimagináveis contra a própria direita, que tentou crucificar Lula pela piada.

A lata de conserva, tão popular no Brasil, na leitura dos teóricos da conspiração evangélica, transformou-se num ícone da direita, mais importante do que o principal candidato de oposição a Lula.

Somente um abestado, incapaz de entender uma piada que não ofendeu ninguém além do gado bolsonarista, por sua escolha estúpida de súdito do seu próprio algoz, para fazer barulho nas redes contra uma galhofa em um evento chamado carnaval, que é, em última análise, o ponto alto da galhofa nacional.

Isso é ser mais que um gringo na Sapucaí, é não entender patavinas de carnaval, de escola de samba e, menos ainda de piada, já que ódio não produz arte, muito menos criatividade, quiçá alegria.

Que culpa tem o brasileiro alheio à picaretagem religiosa de fazer parte de uma grande festa nacional em que uma lata de ervilha, segundo os cachorros loucos do bolsonarismo berram que foi ataque a cristãos quando, na verdade, não há qualquer menção religiosa quando se refere a conversadores na lata de conserva?

A ideia foi genial, é daquelas sacadas de estalão que emenda de bate-pronto uma palavra na outra com sentido jocoso, conservadores de lata de conserva, até porque a designação conservador, no Brasil, serve como massa de modelar, fakes para servir de arma política da direita.

Ali, na batata, nenhum desses soldados obedientes ao apito de cachorro tem a mais tenra compreeensão do significado conservador, até porque eles são tão analfabetos políticos quanto em qualquer área do conhecimento.

Se essa gente acha que, bater lata contra Lula em pleno carnaval, fará barulho contra ele, sinto dizer que, no carnaval, as latinhas e conserva sempre serviam de instrumento de batucada para a massa do povo que, politicamente, paga pela ignorância sobre a própria cultura brasileira, a cultura popular, aquela que vive sendo atacada por pastores malandros e pela direita oportunista que se diz conservadora.

O fato é que, hoje, fala-se mais na lata de conserva do que em Flavio Bolsonaro.

Grande marketing político às avessas da direita!


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Política

Pastor que apoia Bolsonaro, presta?

No empobrecido cenário político em que a direita se encontra, por culpa, principalmente de Bolsonaro, por não admitir que qualquer correligionário coloque a cabeça pra fora, surge uma montanha de patifes do submundo evangélico que se arvoram em se apresentar como pastores, apoiadores de Bolsonaro, que só assegurou ganhos estratosféricos para seu clã, enquanto a população via seu chão derreter.

Como pode um pastor apoiar um sujeito que foi responsável pela morte de mais de 700 mil brasileiros por covid, devolveu 34 milhões de brasileiros para a mais absoluta miséria, dos quais grande parte das vítimas dessa engenhosa forma de corrupção, era do rebanho desses mesmos pastores picaretas que ajudaram a maquinizar apoio político ao próprio algoz da população.

Isso, sem falar na comunhão do mesmo Bolsonaro com tudo o que não presta nesse país e, claro, o vigarista tentou dar um golpe de Estado em que Lula, Alckmin e Moraes seriam vítimas fatais, por envenenamento ou por arma de fogo, daquela brutalidade, como foi delatado por vários comparsas de Bolsonaro.

Então, diante de um quadro como esse em que Bolsonaro dominava o território dito evangélico, por conta de pastores mercenários, o que motiva um charlatão a apoiar outro, se não for por puro mau-caratismo e interesses que movem tal escrescência.

Não dá para o sujeito posar de escapulário da fé cristã tendo como senhor dos senhores o capeta em forma de presidente.


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Política

A criminosa engrenagem da Lava Jato operou para Moro vencer a eleição presidencial de 2022 por WO

Na história do Brasil, não existe um político, dentro do Congresso, mais chacoteado do que Sergio Moro. Mais que isso, o “ex-salvador” do Brasil, personagem criado pelas redações do Grupo Globo, que tem a gratidão eterna dos Marinho, sempre enfrentou críticas duras no Congresso que, depois, eram azeitadas pela grande mídia ou simplesmente subtraídas das pautas políticas.

O maior dos personagens da república de Curitiba jamais pagou suas dívidas com a justiça, mas o Congresso como palco sempre lhe negou qualquer alívio, não só lá, ainda ministro de Bolsonato, teve que ouvir a narrativa cabeluda de Glauber Braga, num enredo didático da condenação e prisão de Lula, de um juiz corrupto em campo que, depois, foi contratado pelo clube que ele beneficiou e, no final, Glauber tatua na testa do ex-herói dos pés de barro a pecha, com muita propriedade, de juiz corrupto e ladrão.

Moro, de mamute contra a corrupção, transformou-se automaticamente em bacorinho fugitivo de um chiqueiro que o próprio criou para se engordar politicamente, saindo do Congresso como um cão sarnento pela porta dos fundos, sem rebater uma única vírgula do que disse o grande deputado.

Do ponto de vista político, foi a grande tragéia que deu início à desconstrução de um hipócrita farsante que dormiu vestido de padre e acordou com trajes do capeta. Isso não é pouca coisa.

Moro se comportou como um camundongo assustaqo diante de um Glauber Braga em êxtase por ter desmascarado, ao vivo e a cores, o fanfarrão-mor da república de Curitiba.

Ou seja, a besta do balão estava desencantada, pois nem de relinchar foi capaz e, ao contrário do que imaginou o massacre de Glauber, não decantou, e a coisa só piorou, postergando para um futuro infinito a imagem de um cagado como senador, onde todos que tiveram embates com ele, lhe chutaram a bunda, até mesmo o hacker de Araraquara, porque não serei covarde de lembrar a carraspana que tomou do então ministro da Justiça, Flávio Dino, que o colocou muito abaixo de uma barata e, mais uma vez, Sergio Moro tentou se esconder na própria sombra.

Mas nada disso, mesmo diante de um alvejamento de sua imagem por um número incontável de oponentes, Moro, amparado por uma mídia que operou como babá do fantasiado herói, arrasta-se no Senado como um leproso que nem os supostos aliados querem posar ao lado dele.

O sujeio é um político bichado que, fora do Paraná, é tido como alguém que tem como motor político um troço que bateu biela na largada.

Mas é preciso desenhar a estratégia de Moro desde sua parceria criminosa com Bolsonaro ainda vestido com a toga, negciando a cabeça de Lula para Bolsonaro vencer a eleição de 2018 e ele assumir uma suposta super pasta da Justiça e Segurança Pública, o que foi feito.

Bolsonaro, por sua vez, percebeu que estava criando cobra, não entregou o suposto poder ao pária até para um governo de párias, a começar por Bolsonaro, que culminou numa degola na fatídica e despudorada reunião ministerial em que Bolsonaro diz claramente que Moro armou uma cama de gato para ele, filhos e aliados e, por isso, a forca virou sua gravata de ministro naquele momento, porque Bolsonaro deu-lhe uma invertida com as informações de seus arapongas da Abin.

O fato é que aquele episódio, que serviu como bactericida para eliminar Moro, foi o último de uma série de ações que o ex-juiz produziu desde Dilma, Lula, mas também Temer e Aécio que entraram no radar de seus bombardeios midiáticos.

Moro, em parceria com a Globo, foi eliminando, um a um, quem ele considerava mata-burro para chegar à Presidência da República em 2022 sem candidato de peso e, assim, venceria a eleição por WO.

Mas sem o apoio dos bolsonaristas por ter traído Bolsonaro, a manutenção do próprio Bolsonaro como candidato à reeleição, mas sobretudo a volta de Lula ao topo da disputa eleitoral, fez com que Moro, de representante da terceira via, depois que Dória jogou a toalha, o burro de Curitiba teve que dar de fasto, tratorando seu próprio padrinho político, Álvaro Dias, e concorrer ao Senado sob as bênçãos de Bolsonaro e filhos, sobre quem ele já havia declarado que não passavam de um clã de corruptos.

Nisso tudo, duas coisas chamam a atenção, Moro cometeu uma enormidade de crimes tão graves quanto os de Bolsnaro, ficando com a bucha totalmente queimada prante a justiça, mas também perante à mídia. No entanto, ele terminou por provar que ainda mantém as costas quentes no judiciário, assim como no Ministério Público e também na mídia, tendo a Globo como mãe protetora do sacripanta curitibano.


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Carnaval é tão democrático que até Vera Magalhães arrisca dar opinião

Uma jornalista, que tem como profissão ser rapapé da elite brasileira, ter opinião sobre uma festa popular, sobretudo desfile de escolas de samba, onde os protagonistas, na imensa maioria, são das camadas pobres da população, é de fazer pensar.

Vera Magalhães, a mesma que disse, às vésperas da eleição de 2018, na disputa entre Haddad e Bolsonaro, era uma “escolha difícil” e, em 2022, num debate, foi chutada pelo mesmo Bolsonaro quando dirigiu sua pergunta a ele, é outra que sonha com o rebaixamento da Acadêmicos de Niterói para colocar a culpa em Lula.

Sim, na direita, a coisa está tão feia que anda nesse nível por não ter qualquer projeto de país para se opor ao PT, então, carnavaliza tudo como um desfile de insanidades nada elegantes, saídos da cachola de gente do mesmo naipe como Vera Magalhães, Silas Malafaia, andreazza, Merval, assim como Edir Macedo e Valadão, padrinho de Vorcaro, do Banco Master.

Para essa gente, não importa o tema do enredo, só o da Acadêmicos de Niterói, mais precisamente nas alas em que exalta Lula e detona Bolsonaro. São os ratos de salão debatendo as manifestações do asfalto.

Essa gente, que não tem afinidade racia, política e cultural com a escola de samba, resolveu pintar seu provincianismo nas telas multifacetadas do próprio carnaval, sem abrir mão do temperamento carregado de ódio contra o povo que desfila no maior espetáculo da terra

A sobrevivência dessa gente, seja no campo “espiritual ou jornalística”, depende da distorsão dos fatos, dos intermúndios que povoam as sombras e larvas dessas almas errantes, que desonram tanto o papel do jornalismo quanto o das religiões e da religiosidade do povo brasileiro.

Muito a contragosto esses jornalistas tivram que assistir ao fesfile, quando, na verdade, gostariam mesmo é de bejar os pés dos figurões do mercado, dos “donos da terra”, da Faria Lima/fintechs/PCC, mostrando a carnavalização no sentido pejorativo das redações do baronato midiático e dos templos comandados pelos charlatães do falso cristianismo, que formam a grande alegoria da direita brasileira.


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Política

Mais que um candidato ao quarto mandato da Presidência da República, Lula é um sentimento nacional

A história de Lula é pura poesia, é a encarnação do povo brasileiro em sua diversidade cultural, política e social.

Há quem ache isso um acinte, um abuso de quem veio do nada, da fome mais cruel e seca à condição inegável do maior líder da geopolítica global.

Trump achou Lula simpático, carismático e objetivamente positivista além de humano nas causas mais caras aos que sofrem pela fome, pela guerra, pela ganância de quem aproveita das guerras para produzir fome e desumanização em nome da ganância. Ainda assim, Lula fala com todos, inclusive com os senhores da guerra e da fome, como Trump, que está longe de ser um déspota exclusivo, dentro e fora dos EUA.

O império americano, hoje, em franca decadência, é o resultado de um punhado de presidentes que, em maior ou menor grau, produziram tragédias e desgraças humanas para se apropriar de uma coroa capitalista capaz de esmagar quem a desafiasse ou simplesmente quem desagradasse os supostos reis do neocolonialismo contemporâneo.

Ainda assim, Trump, de boca própria, fez questão de dizer na tribuna de honra da ONU, para a morte em vida dos bolsonaristas, que Lula é o cara.

Sim, Trump usou outras palavras para decalcar a frase de Obama.

Mas o que há de tão especial em Lula para ser tão amado e querido dentro do Brasil e tão admirado mundo afora? A própria expressão do povo brasileiro, a cordialidade genuína do cidadão comum, invisível para as escalas do poder privado do mecado, aqueles que não entendem o sentido da vida que, infalivelmente, nasce e morre.

Essa simples sabedoria popular, tão inequívoca, é que produz o poduziu na Avenida a Acadêmicos de Niterói, uma homenagem a seu próprio espelho.

Afinal, o que é a arte senão a inexorável expressão do humano a partir de sua própria identidade cultural?

Entendo que é difícil para as cabeças colonizadas desse país de classe dominante antinacional compreender isso e agirem como agem contra Lula na disputa pelo poder contra quem de fato representa o povo, suas crenças e seus sentimentos, sua forma de ser, de viver e de existir.


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Merval sopra o apito de cachorro da Globo convocando o bolsonarismo para destilar ódio contra Lula

Merval não é somente aquele bigodinho escrotinho, ele é a voz oficial dos Marinho, os mesmos que atacaram pesadamente Brizola, por ter construído o Sambódromo, a pedido de Darcy Ribeiro e arquitetura de Niemeyer, um espaço que se transformou no pavilhão que abriga o maior espetáculo da terra, o desfile das escolas de samba, ponto alto do carnaval brasileiro.

Isso é muito para a Globo, o império que nasceu da parceria entre a ditadura militar e Roberto Marinho.

Não há outro enredo a ser dito sobre a maior inimiga da cultura brasileira de todos os tempos, a mais totalmente racista, antipobre e antipetro rede de comunicação que, de maneira acelerada, vem perdendo sua hegemonia para a própria coletividade, formada pela massa do povo.

Tudo isso junto gera artigos descaradamente cínicos do quadro soberbo de manchetes negativas contra Lula, eivadas de ódio como uma sobrecarga do bolsonarimso mais filosófico já pensado no Brasil.

Por mais que os Marinho tentem usar alegorias, súmulas, exposições figuradas para exploração financeira do carnaval brasileiro, sobretudo no sambódromo com o colorido magistral das escolas, nas suas evoluções retóricas, fora da caravela colonialista, o quadro noturno do submundo global opera com um culto macabro contra a própria população brasileira.

Por isso o clarão de luz jogado na história de Lula e nos crimes de Bolsonaro pela Acadêmicos de Niterói, deixou a grande mídia furibunda, pois seu desenho traz o vigor de uma cultura protagonizada pelos negros, insuflando uma cena de rara beleza em que a cultura negra, em sua plenitude, fosse apresntada como a própria guardiã da maior expressão cultural brasileira, admirada por todo o planeta.

A ideia da malta golpista era a de ser extremamente antiLula para desclassificar um presidente da República em busca de uma ridícula cassação de sua candidatura à reeleição e, na mesma cena, fazer recair sobre um desfile de filosofia e fisionomia negra os rescaldos desse ataque a Lula.

O fato é que nunca uma pintura foi tão certeira, ainda mais quando, no mesmo desfile, se compara Lula com Bolsonaro que, diga-se de passagem, jamais recebeu dos Marinho uma linha crítica por ter devolvido o Brsil ao mapa da fome em quatro anos, com 34 milhões de miseráveis vivendo abaixo da linha da pobreza.

Para eles, não importa a fome que o povo passava na fila do osso, mas sim a condenação e prisão de Lula sem provas de crime, forjadas pelo herói forjado da Globo, Sergio Moro.

Na verdade, aquele Basil da fome que Bolsonaro que obrigou uma multidão de brasileiros a trajar, foi a paisagem dominante que Bolsonaro carregou como missão da oligarquia da qual a Globo é parte.

Merval Pereira, o mais falso, o mais totalmente reacionário escriba do Globo, senão de toda a mídia brasileira, dedica-se quase exclusivamente seu tempo para vomitar ódio a Lula em cada ponto e vírgula de seus enfadonhos e repetitivos ataques ao presidente da República.

Na realidade, o aboletado, que sempre defendeu a Babilônia neoliberal, é a própria interpretação do que vai na cabeça dos Marinho, na tela e nos jornalões impressos e digitais, até por afinidade racial e moral da classe dominante brasileira.

Então, fica assim, como dizia Brizola, nessa guerra entre Globo e sociedade, nós, como povo, estaremos sempre do lado oposto do velho mundo dos Marinho.


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Michelle tromba de frente com Bolsonaro através de seus reborns

O clã Bolsonaro é um califado em que o próprio Bolsonaro manda e comanda as ações de cada um dos filhos. Todos, sem exceção, rejubilam todas as pinturas impostas pelo pai.

Do ponto de vista intelectual, moral, político e outras banalidades além do patrimônio familiar, controlado por mão de ferro pelo Jair, seus filhos, na verdade, não existem além do CPF. Não têm vida própria,  nunca tiveram. São peças de um arquitetura política criada por Bolsonaro para garantir que seu sangue ampliasse espaço no poder e, consequentemente, no banco.

Isso não é um truque, é uma dominação rude, medieval, bárbara de um sujeito que sempre operou dessa forma na vida de cada filho.

Michelle, mais do que ninguém, sabe disso. Então, quando ela desautoriza os filhos de Jair, que estão no topo da corte, logo desautoriza o próprio rei, hoje, caquético e preso na Papuda por tentativa de golpe e assassinato de Lula, Alckmin e Moraes.

Mais do que isso, Michelle antecipa sua ação política contra esse mesmo califado, antes até de Flavio se tornar de fato candidado à Presidência da República, afirmando que não o apoiará e menos ainda Carluxo para o Senado em Santa Catarina, já que Eduardo está inelegível e Jair Renan nada disputa.

A impressão que se tem é a de que Michelle não se sente plena somente com a prisão de Bolsonaro, é nítido que ela não quer deixar pedra sobre pedra para que Bolsonaro possa, de alguma forma, usar como degrau ao mundo político, mesmo de maneira decorativa.

Os motivos disso, que estava totalmente fora do radar especulativo, ninguém sabe, até porque muitos não se deram conta desse racha total entre Michelle e Bolsonaro.

Seja como for, o que se lê na grande mídia, é o afastamento de Michelle do principal núcleo político de Bolsonaro sem esconder sua oposição a todo o califado.


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Relatoria do caso Master vai para as mãos de Bolsonaro via Mendonça, mas a mídia segue, obsessivamente, falando de Toffoli

O campo mental onde a grande mídia assombra a população com a agudeza de um engenho pró-Bolsonaro, é tão descarada que as sucessivas manchetes que enfeitam de louros a cabeça de Mendonça, não questionando sua obediência a Bolsonaro, segue para a glória maior do golpista preso na Papuda.

Aparentemente, é uma pintura fora do quadro, mas sugere escancaradamente que Flavio já foi abraçado pela besta da oligarquia, consequentemente, a boa vontade da mídia com o rachadinha, o mesmo que transforma chocolate em ouro em pó com mansões compradas com dinheiro vivo, é a própria feição de Bolsonaro, de dentro da Papuda, manipulando o sistema de justiça via Globo e congêneres.

Como Bolsonaro não conseguiu produzir uma convulsão bélica na sua campanha crispada de energia pesada, a feição pacata de Flavio acaba por traduzir um Bolsonaro virgem e heróico, eivado de sobrecarga de poder. Sim, porque Mendonça não tem apenas o título de novo relator do caso Master, a pintura filosófica estará sob reflexos diretos da lua do próprio Bolsonaro, enquanto a grande mídia segue insuflando a sociedade contra o STF na figura de Toffoli.

Nenhuyma vírgula sequer sobre a total falta de isenção de Mendonça para julgar o caso Master, banco que patrocinou a campanha de Bolsonaro e de Tarcísio, em 2022, com R$ 5 milhões que seria suficiente para que tal fato merecesse dos escribas da grande mídia, um cadico de atenção. Sem falar no número sem fim de prefeitos e governadores bolsonaristas que colocaram bilhões de recursos públicos num banco sabidamente falido, como é o caso de Ibaneis Rocha, Claudio Castro, entre tantos outros partidários do golpista.

A verdade é que não há título de matéria na grande mídia, salvo o heróico Bernardo de Mello Franco, de O Globo, que questiona se o evangélico Mendonça tem distanciamento e autoridade suficientes para relatar um caso como o do Banco Master, coroado de bandidos evangélicos, envolvidos até a medula com Vorcaro, também evangélico, de significativo histórico com André Valadão, da Igreja Lagoinha, e sua rede templos que arrecadam bilhões anualmente e que foram o próprio pedal que ipulsionou o dono do Master no submundo do mercado financeiro.

Ou seja, a grande mídia fecha os olhos para tudo isso e tenta fazer o mesmo com seus leitores enquanto utiliza o gênio do diversionismo, colcoando Toffoli na cruz numa falsificadora e arcaica narrativa de histerias movediças, justamente para o público esquecer que, na prática, André Mendonça não existe, o que existe é Bolsonaro que, mesmo preso na Papuda por crime de tentativa de golpe de Estado, segue soprando o apito de cachorro para os burros de carroça e regendo sua orquestração em benefício próprio.


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