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Política

Nem na podridão do lixo da direita, ratos, porcos e Flavios conseguem se unir

A imunda torre de babel que assola a eleição animalesca da direita, consegue estabelece um qudro ou ao menos uma pauta que reúna os intermúndios umbralescos dessa cloaca chamada direita brasileira.

Esse é o resultado da  escória.

Todos os truques são desmascarados, tudo, no debate político, fede, e a decomposição da candidatura de Flavio Bolsonaro segue avançando tornando-se inviável até pelo julgamento de seus pares,

Não há futurista deslumbrando ou puxa-saco de Flavio acredite em sua candidatura.

O modo com que Flavio utiliza as palavras, piora ainda mais sua rejeição na base de quem pode dizer o quê e aonde diante das câmeras e microfones da grande mídia, e Flavio não pode dar um passo sem pisar na própria mina que explode contra si.

O fato é que a família Bolsonaro e sua exposição no mundo do crime, tem aquele ideal que absolutamente todo o universo do crime sonha em praticar.

Assim, todos os seus ataques contra Lula, transformam-se em bumerangue e volta na testa do idiota.

Como Lula mesmo disse, a eleição, para a direita, será um vale tudo, uma guerra suja com os ratos e porcos utilizando o que há de mais podre para tentar catapultar, com palavras, o ponto de referência que une os reacionários no Brasil.

O grande problema é que não há sequer ponto para ser colocado na mesa que não se volte contra a própria direita. Esse é o dilema, essa é a realidade na Babilônia da escória bolsonarista.


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Cultura Política

Assim na terra como no céu

É difícil a esquerda ouvir tranquilamente uma crítica sobre a falta de um projeto nacional de cultura, como se financiamento bastasse.

No Brasil, muitas vezes, o que se debate é produção cultural e, consequentemente, o financiamento público para tal.

A indústria cultural de massa, no auge de sua política hegemônica, tinha a estratégia de domínio em suas mãos, quase total da produção, da difusão e da distribuição. Essas duas últimas não são sequer citadas nos debates oficiais de cultura. É como se não existissem.

Normalmente, a cultura institucionalizada muito mais por uma visão tecnocrática, não contempla nada sobre o lúdico ou sobre a realidade do universo cultural do Brasil, proprianente dito. Como se organizam as comunidades em torno da representação cultural e muito menos quais desdobramentos em termos de identidade e soberania como formulação de um tratado nacional que contemple a realidade brasileira.

A sensação que se tem é a de uma repaginância neoliberal que acontece desde a implementação da Lei Rouanet, criada no governo Collor e estimulada, de forma ainda mais enviesada e neoliberal, no governo FHC em que se propunha a cultura como um grande negócio, expressão utilizada por Fernando Henrique em seu governo.

Quando Lula, na campanha de 2002, declara, no filme Entreatos, que tinha um encantamento por um colega de trabalho que extraia som do próprio corpo na batida do samba, ele enxergou a alma da cultura brasileira.

Sempre que leio ou ouço falar sobre política pública de cultura, lembro-me dessa fala de Lula sobre a síntese da cultura do Brasil. Ali, Lula não estipulava um olhar sobrenatural para uma visão estética ou o benefício financeiro que a cultura pode dar ao país, o assunto ali era gente, sentimento de representação coletiva que ele deixava claro que não havia como substituir por outra coisa. O que seu amigo fazia era fruto da identidade brasileira máxima com o povo e, por isso, mantinha-se forte a ponto de se traduzir essa alma em sons extraídos do próprio corpo.

Isso nada tem a ver com dados estatísticos do ponto de vista econômico, como se vê muita gente reproduzir, de forma até contraditória, Lula teve a felicidade arguta de ir direto àquilo que corre nas artérias desse país e que o capitalismo, com a hegemomia da cultura de massa, tentou inutilmente destruir.

Hoje, essa mesma indústria de massa foi convetida, junto às big techs, em ações regidas pelos algoritmos, que funciona na base do monopólio do dinheiro grosso,

É um assunto espinhoso, mais contemporâneo, impossível. Então fica a pergunta, por que os podcasts de esquerda nunca colocam esse debate na mesa?

Lula, na visita que fez a Gil e Caetano, retoma a importância de um debate estratégico da cultura brasileira na política, porque um dos maiores crimes hoje, no mundo, são praticados pelas bilionárias big techs e que viu sua censura férrea ser arrombada por um movimento político de grandes ícones da cultura brasileira, liderado por Gil e Caetano, que reuniu milhões de brasileiros por todo país numa mobilização histórica que fulminou a PEC da Bandidagem nas ruas de forma absolutamente espetacular.

Aquela hipertrofia dos algoritmos, parte do jogo financeiro, não teve qualquer chance diante de uma multidão que, em nome de uma ordem social, rebelou-se contra a guerra da chamada extrema direita no Congresso contra as leis e a própria democracia.

O Brasil precisa se reescrever a partir de sua cultura, e Lula sabe disso e, possivelmente, a sua visita a Gil e Caetano seja uma beve introdução de uma política pública moldada pelos movimentos da própria sociedade em busca de um objetico real e concreto daquilo que chamamos do fazer cultura a partir do interior de cada brasileiro.


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Política

Nikolas Ferreira quer incitar uma guerra santa entre evangélicos e católicos

Para quem ainda não sabe, Bolsonaro já deu aval para Nikolas ser candidato a governador de Minas Gerais, porque, segundo reza a crença, vence a eleição nacional quem vence em Minas.

Seja como for, fora desse princípio apressado beirando o místicicismo eleitoral, em que uma espécie de crendice faz o estado de Minas ter a patente decisória do certame, Bolsonaro acha que a candidatura ao governo mineiro de Nikolas Ferreira, é um negócio maravilhoso.

Resultado, o negócio é fazer barulho para angariar engajamento. Dane-se se Nikolas não tem um projeto aprovado, mesmo levando uma grana dos cofres públicos como parlamentar inútil e vazio, não tendo, como nunca teve qualquer compromisso com o cargo e nem com o povo, além de seus milionários patrocinadores da Faria Lima, incluindo aqueles que não podem ser citados por motivos óbvios.

Nikolas tem farta experiência no quesito manipulação, sobretudo na questão religiosa. A coisa vem de berço. Desde pequeno, foi transformado numa espécie de Malafaia mirim, não para agradar os baixinhos como ele, mas para arrebatar peixes graúdos do ponto de vista do dízimo.

Ou seja, um toma lá, dá cá, uma pregação de resultados, nada de filosofias, humanismo ou coisa que o valha. é uma espécie de olho por olho, dente por dente, uma espécie de evangelistão neopentecostal. É troço de grosso calibre.

Nikolas não tem o menor pudor em votar sempre contra os pobres em favor dos ricos.

Esse monumento de hipocrisia, inversamente proporcional ao seu tamanho, consegue vitórias momentâneas e, como tal, tem o cérebro voltado para encabeçar, como um general, uma tropa fria com soluções estudadas e editadas para abastecer o ódio importado do bolsonarismo,

Daí sua hostilidade oficial contra o governo Lula, o STF e contra o petróleo brasileiro, melhor dizendo, o Estdo brasileiro.

Por isso sua desastrosa ação como deputado federal estabelece limites de muito claros, e é nessa combinação esquemática, onde se mistura política e religião da forma mais podre, é que Nikolas joga pedra na cruz e propõe um levante contra as forças do mal, numa suposta guerra espiritual, segundo seu próprio discurso. O mal, as trevas estão do lado dos católicos na figura dos padres para atacar e representar o figurino que está pintando.

Esse é o cálculo. É nessa mistificação e é com esse tipo de vigaristinha que toda vovó reacionária sonha casar sua netinha.

Nikolas tem sido citado de forma recorrente em vários capítulos desse país, digo, os mais cabeludos, como Banco Master, Igreja Lagoinha e seus respectivos donos, como André Valadão e Daniel Vorcaro. Soma-se a isso a fake news do Pix, protagonizada por Nikolas Ferreira que beneficiou enorme e inequivocadamente o PCC. Sem falar no primo traficante e no tio, pai do traficante, beneficiado com o orçamento secreto, via Nikolas Ferreira.

Está aí alguém que quer ser ainda pior que o Bolsonaro.

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Política

Vídeo: A bolsonarice de Túlio e a burrice ostentação

A curiosa declaração de Tulio Maravilha: ataram uma brocha à calda de burro e puseram-no de traseiro voltado para uma tela.

A declaração inacreditável de Túlio, atacando as Universidades Públicas, no Brasil, apoiado pela esposa e filha, conta a história do bolsonarismo, que esmagou muito mais cérebros do que as mais de 700 mil pessoas que Bolsonaro matou por covid.

A exaltação ao quadrúpede, que esteve hospedado no Palácio da alvorada de 2019 a 2022, classificado como lenda por uma legião de discognitivos funcionais, esclarece por que o ex-craque do Botafogo resolveu gravar um vídeo contestando a qualidade de Universidades Públicas em comporação com as universidades privadas.

Esse sentimentalismo, ridiculamente ideológico, da família de Túlio, causa uma sensação não de desconhcimento, mas de burrice orgulhosa em estado puro.

Sim, o bolsonarismo produziu não só o burro orgulhoso de sua burrice, mas o burro que quer ostentar sua total falta de cognição diante do resto do país.

A fulgurante estrela do Botafogo, time do qual sou torcedor, não merece isso. O glorioso, que tem uma história equiparável apenas à do Santos de Pelé e de tantos outros craques, não merece sentir na pele tal guerra, promovida pelos bolsonaristas contra o conhecimento, a ciência e todos os feitos que as Universidades Públicas no Brasil promoveram, enriquecendo a educação brasileira, a cultura, a história e o próprio desenvolvimento.

Esse fratricídio inebriado de Túlio em que o próprio tatua na testa a prova viva de sua burrice, é uma forma de glorificar o que o animal real jamais veneraria, mas sabe como é a escola do bolsonarismo que sonha morrer burro com o maior fulgor possível para ser lembrado pelas próximas gerações como tal.


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Brasil Mundo

Qual será a influência de Trump na eleição presidencial do Brasil?

Pouco ou, na verdade, nada tem sido falado sobre a influência de Trump no resultado da eleição no Brasil.

Na realidade, nem esquerda, nem direita trazem à baila esse debate, mas certamente ambos os lados discutem essa questão na cúpula das campanhas.

Uma coisa é certa, isso não passará em branco. A direita não fala, mas está com Trump entalado na goela pelos elogios que teceu a Lula e sua proximidade com o presidente, que já tem um encontro marcado com ele nos EUA em março. Lula diz que terá uma conversa olho no olho com Trump.

Sem a idolatria do capitalismo americano, a direita nativa, que já não tem projeto de país, como nunca teve, não podeerá usar a administração Trump como referência de nada, já que ele desbundou Eduardo Bolsonaro, o que significa que a Casa Banca descartou qualquer menção de poio  Bolsonaro que pudesse significar para os bolsonaristas uma esperança de anistia ao genocida.

Trump, hoje considerado o político mais tóxico dos EUA, sobretudo pela perseguição nazista aos imigrantes, está levando os republicanos a uma condição que não se tem notícia na história do partido, tal as lambanças cotidianas que o grandalhão não para de produzir, a última, o racismo nu e cru em que pblicou um ataque inacreditável a Obama e sua esposa, Michelle. Sem falar no que vem sendo revelado sobre a abertura da caixa preta do caso Epstein em que Trump é praticamente um sócio dos crimes do personagem central, Jeffrey Epstein.

Lula, até então, tem mantido uma dianteira cada vez mais larga quando o assunto é Brasil e EUA, pois, como disse o New York Times, soube fazer um enfrentamento a Trump com cem por cento de êxito no caso das tarifas que, segundo o jornal amerciano, deveria servir de exmplo para outras nações mundo afora.

Pode-se afirmar que, mesmo a esquerda, no Brasil, execrando a figura de Trump e o bolsonarismo sendo execrado por Trump, nos EUA, que Lula está nadando de braçadas de vários corpos no clã Bolsonaro.

Parece contradição, mas, na verdade, é política feita com P maiúsculo pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, que concede a ele o prêmio de craque do jogo.


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Política

Matou a família e foi ao cinema

Michelle sempre mostrou não ter talento político para viver como embalagem econômica de Bolsonaro. Todas as vezes em que teve oportunidade de protagonizar ou até dividir locução pública, ela se mostrou extremamente ensaiada bem ao estilo político de laboratório.

Jamais Michelle se colocou abaixo do marido, que fará dos filhos. Ao contrário, ela é bastante objetiva e ambiciosa, muitas vezes até em certames menores. Foi assim que ela, em busca de moedas no fundo do espelho d’água, mandou esvaziá-lo matando todos os peixes para recolher as moedas.

Ou seja, para a moça, não existe jogo amistoso, se necessário, provoca divididas, da mesma forma, agiu politicamente dando o drible da vaca no clã Bolsonaro, tendo a delicada preocupação de desqualificar, sobretudo, Jair Bolsonaro que, na verdade, é o proprietário dos mandatos dos filhos em qualquer instância e circunstância.

Bolsonaro fez filhos para virar políticos e aumetar a renda familiar, sendo o próprio líder máximo do seu clã.

Assim como a candidatura de Flavio é tida pelo próprio como extensão do pai, bem antes disso, Bolsonaro mandou Carluxo deslocar sua candidatura para Santa Catarina para disputar uma cadeira no Senado.

Falando objetivamente, pode-se afirmar que, quando Michelle nega apoio a Carluxo na disputa para o Senado e, numa posição ativa e altiva. anuncia seu apoio à Carol de Toni, aquela com sérios problemas cognitivos, ela provocou o embate com todo o clã, pisando na cabeça da serpente do próprio marido, proprietário do esquema e dos cargos dos filhos.

Mas como o cinismo é uma das características mais marcantes da toda pura, ela, sabendo do barulho que provocou dentro do próprio ninho, fez uma declaração de amor à ratazana, quem ela acabou de envenenar com chumbinho altamente letal aos roedores, sabendo que sua ação é extremamente tóxica e prolongada.

Mas sabe como é, teatro é teatro e cinema é cinema. Ela atua sem embaraços e pudores quando entra em ação para mover as pedras do jogo a seu modo e gosto pelo bem dos seus próprios interesses.

Portanto, não seriam decalarações fugazes, como a última que fez, dizendo que Bolsonaro salvou o Brsail, mesmo matando 700 mil brasileiros, que mudarão o estrago que ela fez na campanha de Carluxo para atingir a cabeça de Jair num estado francamente bolsonarista.

Seja como for, sua declaração negando apoio a Carluxo em favor da sua concorrente, convenhamos, Michelle deixa Bolsonaro em seu próprio campo com a brocha na mão.


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Política

É SioNews, mas pode chamar de GloboNews: Essa gente chama Maduro de ditador, mas chama o genocídio em Gaza de conflito 

Nesta quinta-feira, quando Lula, em entrevista concedida à Daniela Lima, do Uol, disse que A, derrotado por Dilma Roussef em 2014, iniciou uma campanha de ódio no Brasil contra ela para golpeá-la com uma guerra midiática em apoio a Aécio. Lula sintetizou a vingança e o orgulho ferido de Aécio, mas também da própria embriaguez democrática da grande mídia.

Os gritos de Aécio ecoaram nos microfones e holofotes como alguém possuído por ódio até então adormecido, imperando o próprio fratricídio político do idiota, que acreditou que tinha a faca e o queijo na mão para derrubar Dilma e assumir seu lugar na Presidência da República.

Aécio virou um pudim de cachaça diante dos olhos do Brasil. Dilma foi golpeada por uma onda machista nunca antes vista, comandada por um homem contra uma mulher, como bem disse Lula.

Na verdade, Lula, nesse trecho da conversa, tira os rótulos da direita, mais ou nreacionária, já que Aécio era vendido como centro-direita, mesmo que seu rosto explicitasse ódio fecundo de extrema direita, sem qualquer colunista da Globo, principal veículo de massa no Brasil, o corrigisse ou ao menos o indagasse se aquele era o comportamento de quem, minutos após sua derrota, tinha sangue nos olhos.

O sujeito ficou pequeno e ninguém o avisou, para que todos que o vissem gritando, esboçasse qualquer traço de comportamento democrático,

A questão é que essa direita profunda, que desenha realidades a seu bel prazer, mostra-se extremamente “ponderada” para comentar o genocídio cometido por Israel em Gaza, chamando de conflito aquela carnificina sionista de mulheres, mas sobretudo de crianças palestinas.

Esse jornalismo da província natal sempre foi o princípio, o meio e o fim da direita, qualquer direita de uma geografia política que interpreta graus de radicalidade com uma visã propositadamente enviesada para provocar vertigem na população brasileira.

Essa prática de manipulação sempre foi o principal trunfo e triunfo do sionism no mundo e tais “deuses” sempre falsificaram a verdade simbolizando a glória fétida de Israel, o mesmo Estado colonial de Israel que todo santo dia esmaga a população civil na Palestina.

A mídia age ao mesmo tempo como maçã e serpente e. ao contrário de esclarecer o genocídio,  prossegue tratando a limpeza étnica de um exército contra uma população indefesa.

O asco é tanto que em mim causa repulsa automática, que me impede de ver e ouvir comentaristas cretinos falarem coisas sobre qualquer assunto sem qualquer credibilidade.


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Política

Cadê os pela-sacos do neoliberalismo para, na tribuna do Congresso e na mídia, exaltar o grande feito de Flavio Dino?

A turma do Estado mínimo está muda, mais que isso, os que mais gritam pelo Estado mínimo, piraram com a chinelada que Flavio Dino botou na mesa para um grande debate nacional.

Na verdade, Dino fez barba, cabelo e bigode, cortou na própria carne e, de voleio, deu um tirambaço nos hipócritas do Congresso, que funcionam como cachorrinhos de madame, berrando por um Estadinho, e a gloriosa mídia, com os seus XPs da vida, adora reclamar do tamanho das despesas do Estado, jogando sempre jogar a culpa nos pobres por conta dos fundamentais programas sociais do governo Lula.

Como todos sabemos, jamais veremos a direita, qualquer que seja ela nesse país, seja na tribuna do Congresso, no judiciário, mas sobretudo na mídia, conclamar a sociedade para debater a agiotagem nacional com um dos juros reais mais altos do mundo, mas também os sonegadores de impostos, ladrões da pátria, principalmente a falange da Faria Lima/fintechs/PCC.

Particularmente, gostaria de ver a mídia, bancada por grandes instituições financeiras, assim como deputados e senadores pela-sacos dos seus patrocinadores, que defendem a ferro e fogo os interesses dos seus mecenas.

Mas claro que, dentro do trem fantasma do Congresso, com ênfase naqueles que acabaram de votsr contra o programa do governo Lula, Gás do Povo, e entre os vigaristas, os que mais se destacam, Kim Kataguiri e Nikolas Ferreira, que fazem parte da malta dos que mais odeiam o povo com o velho truque de reduzir o tamanho do Estado, gostaria de vê-los se pronunciarem na tribuna exaltando Flavio Dino pelo corte horizontal e vertical dos penduricalhos, das regalias do oba oba com os cofres públicos, mantidos com o suor do povo, que é quem paga a conta.

É hora do Sr. Armínio Fraga e o bonde de tecnocratas que o admiram, escreverem nos jornalões um pedido público para que seja erguido um busto em bronze de Flavio Dino, porque, sinceramente, o ministro do STF, com um só braço, deu um mata-leão nos piores sanguessugas do país.


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Política

Por que eles odeiam tanto os pobres?

Tanto Kim Kataguiri quanto Nikolas Ferreira dizem que se orgulham de terem vindo de regiões pobres do Brasil, o que, ao contrário de agregar valor às suas trajetórias, só piora a imagem de quem só vota contra os pobres e, em contrapartida, funcionam, no Congresso, como cães de guarda da oligarquia.

Aliás, para a elite, não importa quem consiga uma ascensão ao poder, desde que seja de direita, porque o padrão é sempre o mesmo. a busca por um Estado ausente para os pobres e presente no sentido de presentear a individualidade da papa fina do dinheiro grosso.

É aí que mora o fio da vida de quem tem a obra, na verdade, plena de apogeu, mantendo simples figuras do Congresso ou, dependendo de uma vitória da direita, aliados dentro do próprio governo.

Ou seja, nisso não há nenhuma história movediça e muito menos o cálculo político que vigaristas como esses dois fazem para figurar entre os políticos mais canalhas do Brasil não só porque votaram contra o programa do governo Lula, Gás do Povo, mas pelo simples prazer sádico de, em público, votarem contra quem eles dizem que já foram iguais.

Na realidade, esses dois inúteis, que recebem uma bolada milionária durante seus mandatos, não têm nenhum rabisco de projeto aprovado, pois são o retrato do encosto que suga o povo e valem tanto quanto a quantidade de projetos que aprovam, ou seja, zero.

Os dois deputados vivem do mesmo clube de interesses pessoais em que o estado de alma de ambos pinta na hora de votar o que está na cabeça de quem vive de uma conta simples, a de votar pelos interesses de quem manda por conta da força da grana.

Trocando miúdos, eles sempre votam a favor dos grandes. Essa é a obra prima dessas duas piranhas de um Congresso infestado delas, tendo como aliados, formais ou informais, do clã Bolsonaro que, no governo dele, devolveu 34 milhões de brasileiros ao mapa da fome que sequer tinham força para encarar as filas do osso.


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Política

Nikolas Ferreira vota contra o Gás do Povo: vai para o raio que o parta!

Vai nessa equação uma mistura de vingança contra o povo pobre, por ser pobre e pela grande maioria votar em Lula. Portanto, é guerra.

Essa é a glória da direita, o orgulho de se vingar do povo e as delícias de produzir maldades, o que, certamente, deixa cada vez mais frágil e nu o político mais canalha do Congresso. E olha que estamos falando da ala podre, que é a de Nikolas, onde tem deputados comprovadamente corruptos, até acusados de assassinato e, lógico, aqueles que não têm a menor dificuldade de votar contra o povo, quem, no final das contas, paga as contas.

O interssante é que o mesmo Nikolas, assim como os bolsonaristas do Congresso que votaram contra o Gás do Povo e perderam, são os mesmos que atacam o STF, sobretudo Moraes, segundo eles, por prender pessoas pobres, desvalidas de qualquer garantia como camelôs, manicures e, na hora de votar um projeto social, levam a cabo a prática de segregar os já segregados.

É exatamente assim que agem os ratos como ele, mas o que é dele está guardado. E não demora para cair em desgraça pública como um Pablo Marçal da vida, que se vendia como a grandiloquente novidade política no Brasil. A diferença é que Nikolas está vivendo essa derrocada de uma maneira muito mais rápida que, com certeza, o jogará no chão.

A conferir.


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