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Clã Bolsonaro escanteia Daniel Silveira: “episódio faturado”

No Congresso, Centrão também não vai defender a candidatura de Silveira nas eleições de outubro.

O presidente da República Jair Bolsonaro (PL) já sinalizou ao Supremo Tribunal Federal que não vai insistir na candidatura de Daniel Silveira (PTB-RJ), condenado a 8 anos e 9 meses de prisão por ataques à democracia e por incitar violência contra ministros da Corte.

Emissários do clã Bolsonaro comunicaram aos magistrados, que já trabalham com o cenário de que o indulto concedido a Daniel Silveira se limita à pena de oito anos e nove meses de prisão decretada pelo STF.

A avaliação feita por aliados do presidente junto a ministros é que esse tema está pacificado e que, se houver qualquer tentativa de rever a inelegibilidade de Silveira, isso aconteceria no âmbito do Congresso. Por outro lado, o Centrão também não vai defender a candidatura de Silveira nas eleições de outubro.

No último (21) Jair Bolsonaro (PL) deu uma canetada e publicou um decreto de “graça constitucional” ao parlamentar. Na prática, o decreto de indulto perdoa as penas impostas ao parlamentar, apesar da medida ter apenas efeito prático de livrar Silveira da prisão. A Corte do Supremo condenou Silveira a 8 anos e 9 meses de prisão, multa de R$ 200 mil e a suspensão dos direitos políticos.

Bolsonaro sempre recorreu à estratégia de questionar a autoridade do STF para interferir nas eleições deste ano, já que seu método de campanha, com a utilização massiva de mentiras difundidas por aplicativos de mensagens, está sob vigilância do STF e do TSE.

Nesta segunda-feira (03), o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), prorrogou por mais 60 dias o inquérito que apura se o deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ) cometeu crime de desobediência, em consequência de violações às regras do monitoramento por tornozeleira eletrônica.

No despacho, o relator do processo informou que, de acordo com o último relatório da Polícia Federal (PF), não foram justificadas 20 ocorrências por “fim de bateria” e duas por violação de “área de inclusão”.

Ainda conforme o ministro, a prorrogação é necessária para que a PF conclua diligências relativas à apuração da localização de acesso ao sistema remoto da Câmara dos Deputados, a partir dos registros de IPs utilizados por Silveira.

“Considerando a necessidade de prosseguimento das investigações, notadamente no que diz respeito à obtenção dos dados cadastrais dos usuários dos IPs apurados, para que seja possível a apresentação dos locais físicos de onde foram feitos acessos ao sistema da Câmara dos Deputados, nos termos solicitados pela Polícia Federal”, destacou Moraes.

*Com Forum

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Vídeo: Carla Zambelli fica perdida com perguntas de jovem na Paulista

Aliada de primeira hora de Bolsonaro, deputada se enrolou para responder a perguntas incômodas de um jovem e bolsonaristas ao redor ficaram ensandecidos; assista.

Um jovem deixou a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) totalmente “perdida” e irritou bolsonaristas durante o ato com tom golpista na avenida Paulista, em São Paulo (SP) no último domingo (1).

Identificado como Victor Carazzatto, o jovem, que mantém um canal no YouTube, perguntou para a deputada “como é ficar recebendo dinheiro público e vir para a Paulista contar um monte de mentira para os eleitores”.

Zambelli, então, já começa a ficar desconcertada. “Mentira é o que você está falando. Hoje é domingo… Então… O dinheiro que eu usei aqui, não foi de jeito nenhum pra financiar”, respondeu confusa, antes de conseguir, finalmente, organizar as palavras: “O dinheiro que eu estou gastando aqui é meu, do meu bolso”.

O jovem, na sequência, fala sobre o negacionismo do governo federal e seus apoiadores com relação à pandemia do coronavírus e a deputada diz que que “todas as vacinas foram pagas pelo governo federal”, ao que o menino diz: “Vacina foi paga pelo povo. Não foi pelo Bolsonaro”.

Victor Carazzato, apesar da nítida irritação de Zambelli, resolveu prosseguir e a questionou sobre a falta de oxigênio em Manaus (AM) durante um dos picos de pandemia, perguntando de quem é a culpa, já que o governo Bolsonaro teria sido avisado sobre o problema. A deputada rebate dizendo que “a culpa é de Manaus” e na sequência fala sobre investigações da Polícia Federal.

É neste momento que o jovem cita o “aparelhamento” da PF e Carla Zambelli se irrita ainda mais, deixando bolsonaristas ao redor completamente ensandecidos.

*Com Forum

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Só um milagre econômico inédito na história da humanidade salva Bolsonaro de uma derrota acachapante

Até outubro, tem muita coisa pra piorar na economia. Guedes é um portento inato em matéria de desastre econômico.

Quem visita os números da nossa economia, com uma necessária e acurada estimativa do que vem por aí, já sabe que, diante de uma assombrosa inflação que promete figurar entre os assuntos que mais aterrorizam os brasileiros, sobretudo o preço dos alimentos, entende que não há retórica mistificadora que faça alguém comprar a ideia da reeleição de Bolsonaro.

Guedes foi muito além do neoliberalismo clássico, criou um sistema jagunço de economia. Por isso, ninguém sabe para aonde vai o trabalho. O Brasil terá ainda mais desemprego, mais precarização, mais informalidade.

Pior do que está, vai ficar, porque ninguém minimamente lúcido imagina que seja possível com Bolsonaro comandando o país,  os ventos mudarem de rumo. O PIB acumulou perto de 0% de crescimento, enquanto Colômbia, Peru, México e Argentina tiveram crescimento acentuado.

Hoje, todo brasileiro, que vai ao supermercado como, sabe que a reeleição de Bolsonaro significa o cancelamento do futuro da economia brasileira.

O histórico de desigualdade desse governo é escandaloso. Os impactos da existência humana nesse país são devastadores, não só pra quem foi devolvido ao mapa da fome, mas essa classe intermediária entre a média e a pobre, a cada semana vê uma nova escalada de preços dos alimentos explodirem a inflação, asfixiando do cada vez mais a economia e, consequentemente, o emprego.

O Brasil está praticamente em primeiro lugar na taxa de desemprego entre todos os membros do G20, somado a uma inflação que elevou a taxa do mês de abril a maior dos últimos 27 anos.

Para piorar, a indexação voltou com força total no Brasil, seguindo a inflação passada. Por isso, o saco de bondades de Bolsonaro tem efeito zero na mesa dos brasileiros, porque o poder de compra da população mais pobre está sendo centrifugado por essa aceleração neurótica da inflação.

Hoje, para se ter uma ideia da indecência que o país vive, tendo Bolsonaro como presidente, o gás de cozinha, que em muitos lugares está chegando a R$ 150, passou de 10% do salário mínimo.

Soma-se a isso a queda de 7% em 2021 na renda básica do trabalhador. Por esse motivo e por outros muito piores do ponto de vista econômico, é que daqui até outubro, Bolsonaro terá cada vez mais a sua campanha esvaziada, no mesmo ritmo da evolução da inflação, não tendo, portanto, milagre econômico que o salve do cadafalso.

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Não acredito em bolsonarismo. Essa velharia é ignorante por conta própria

Em outras palavras, o bolsonarista é autodidata.

É aquele que ensina a si mesmo tudo o que não sabe sobre política.

Ou seja, ministra suas próprias aulas geralmente baseadas em teoria da conspiração ou na contramão da lógica.

Digo isso sem muito esforço, porque conheço muitos e sei, na prática, como essa gente produz suas próprias conclusões.

Os bolsonaristas dizem que acreditam em Deus, mas Deus não acredita neles.

Acham normal exigir liberdade de opinião para pedir a volta da ditadura, o fim do STF e, consequentemente, fim da liberdade de opinião.

Assim, o que define o bolsonarista é o fato de não depender de informação, livros ou instituição para chegar a qualquer conclusão.

Por isso, os bolsonaristas lavam as mãos para todas as ações de Bolsonaro, inclusive as que são contra eles próprios. O ódio corroeu qualquer empatia com quem julgam não lhes dizer nada.

Por isso ou sobretudo, não se vê um único bolsonarista lúcido.

É essa burrice de pedra, de nascença, não importa a formação, a estupidez do bolsonarismo está nas entranhas da alma.

Ou seja, bolsonarismo em si não existe.

Essa velharia é ignorante por conta própria.

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Inflação, desemprego e instabilidade política a cinco meses da eleição: o 1º de Maio grita por mudanças

Para dirigente, processo eleitoral vai definir o Brasil das próximas décadas. Ato deste domingo em São Paulo começou às 10h, diante do estádio do Pacaembu.

Em um cenário que mistura crise econômica e instabilidade política, com efeitos potencializados pela proximidade das eleições, o principal evento do 1º de Maio deste ano será, ao mesmo tempo, um grito de protesto e um ensaio da formação do bloco que pretende impedir a reeleição do atual presidente. O palco da praça Charles Miller, diante do Pacaembu, na zona oeste de São Paulo, vai reunir, além de dirigentes de sete centrais sindicais, representantes de PT, PCdoB, Psol, PSB, MDB, Rede e Solidariedade. Com destaque para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que deve formalizar na semana que entra sua candidatura, tendo o ex-governador e ex-tucano Geraldo Alckmin como vice.

Por um lado, o mundo do trabalho convive com anos de “flexibilização” das leis, cujo exemplo mais contundente é a “reforma” implementada em 2017 (Lei 13.467). Sob pretexto de criar empregos, a legislação foi alterada, mas ainda não se viram os postos de trabalho prometidos. Economistas reafirmam: emprego não se cria por decreto, mas com efetivo e contínuo crescimento econômico.

A situação se agrava com uma trajetória de alta da inflação há quase dois anos. O INPC, referência de negociações salariais, beira os 12% acumulados. Os preços dos produtos da cesta básica sobem ainda mais. “Desde o começo da pandemia, o custo do conjunto de alimentos básicos teve acréscimo de R$ 243 em São Paulo, aumento de 47% entre março de 2020 e março de 2022”, aponta o Dieese. Itens do dia a dia – café, óleo, tomate – mais que dobraram de preço. O custo médio do botijão de gás saltou 57% em dois anos, de R$ 70 para R$ 109. E o consumo de carne em 2021 foi o menor dos últimos 25 anos.

A alta da inflação é outro fator que dificulta as negociações salariais. Em abril de 2020, por exemplo, seria necessário reajuste de 3,3% para repor perdas acumuladas nos 12 meses anteriores. Em abril deste ano, o índice subiu a 11,7%. Consequência: a quantidade de reajustes abaixo da inflação foi de 23,7%, em 2019, para quase metade (47,3%) no ano passado. Menos de 16% tiveram ganho real. Na última sexta-feira (28), o IBGE informou que o rendimento médio caiu 8,7% em um ano.

*Com RBA

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A velha tática que preconiza que a melhor defesa é o ataque, será levada a ferro e fogo pela campanha de Bolsonaro e a grande mídia contra Lula

Neste 1º de maio, o aumento de 20% do preço do botijão de gás, é o presente de Bolsonaro para os trabalhadores. Por isso, em defesa de Daniel Silveira e de uma suposta liberdade de expressão, a palavra botijão está proibida. Assim é o mundo do bolsonarismo.

É nítido que Bolsonaro faz uma provocação, aumentando em 20% um dos itens que mais pesa no orçamento das famílias. Ele faz isso para encher as burras de investidores internacionais da Petrobras.

Ou seja, hoje é dia dos bolsonaristas atacarem o STF, Lula, defendendo a liberdade de expressão, mas nada de falar do botijão. Afinal, essa suposta manifestação é justamente para desviar a atenção de um povo condenado a pagar um preço cada dia mais salgado para a sua sobrevivência.

Bolsonaro não confirmou se vai à manifestação esconde  botijão. Se der as caras lá, será aplaudido pelo gado por ter dado de presente aos trabalhadores esse aumento absurdo do gás.

O insulto será contra o STF, mas o prejuízo ficará na conta dos trabalhadores. numa alta histórica do preço do gás de cozinha.

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Para Cantanhêde, Moro implodiu, fez um pá, pé, pi, pó, pu!

Eliane Cantanhêde diz que Moro virou um nada, foi do pó ao pu, implodiu, fazendo o caminho inverso da fênix, do estrelato às cinzas. Sim, tudo isso é verdade, pelo menos é assim que a literatura vai ter como referência o herói que virou um camundongo, apesar dos clarins da mídia para saldar e timbrar todos os apoteóticos passos daquele que foi capa de todas as revistonas e jornalões desse país, fora a condição de solista virtuose com que o Jornal Nacional lhe rendia homenagens diárias, fazendo toda a mídia entoar o mesmo coro.

Agora, ver uma das tietes de Moro, Eliane Cantanhêde, fixando na lápide do político Sergio Moro, a tônica de sua própria falência. Não há como não provocar gargalhadas.

Não sobrou nada de Moro, disse Cantanhêde, ele virou um nada, virou pó. Seu prestígio como juiz foi convertido a uma fração mínima, que hoje não se tem certeza de que ele se arriscará numa disputa para a Câmara Federal ou se  colocará a viola no saco para cair no mundo do esquecimento.

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Pressão faz Bolsonaro declarar apoio a Romário e não a Daniel Silveira

O apoio de Bolsonaro para a eleição ao Senado no Rio de Janeiro é cortejado por Romário, do PL, e por Daniel Silveira, do PTB.

Horas após Romário afirmar à coluna que é ele próprio — e não Daniel Silveira — que tem o apoio de Jair Bolsonaro ao Senado, o presidente manifestou publicamente adesão à candidatura do ex-jogador.

Em busca da reeleição, Romário trava uma espécie de guerra fria com o deputado federal Daniel Silveira, do PTB, pelo voto bolsonarista no Rio de Janeiro.

“Quando se fala em Senado, temos dois estados, Rio de Janeiro e Mato Grosso, que nossos senadores são do PL. Então, obviamente é Wellington aí (no Mato Grosso), Romário no Rio de Janeiro. Eles têm prioridade e o direito de concorrer à reeleição”.

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Campanha de Bolsonaro vê seu nome desaparecer da mídia depois da decisão da ONU a favor de Lula

A avaliação que a central de rodamoínho da campanha de Bolsonaro é que aquela poeira e folhas secas, causadas pelo corrupio institucional de Bolsonaro contra o STF no indulto de Daniel Silveira, desapareceu das mídias e das redes sociais, depois da decisão da ONU a favor de Lula.

Até ontem Bolsonaro sonhava em utilizar esse episódio como peça central de sua campanha. No entanto, o choque de ventos contrários com a notícia de que a ONU havia dado ganho de causa a Lula contra Sergio Moro, teve um efeito devastador na peça de marketing que a campanha de Bolsonaro comemorava como um gol de placa.

Ou s4eja, o que era vantagem, segundo avaliação deles, virou matéria morta, nem para o marketing digital serve mais. E Bolsonaro voltou a ficar de mãos vazias, já que não tem como fazer milagre de inventar feitos como exemplo de seu governo, já que passou esses três anos e meio vivendo de arruaça e molecagem, enquanto o país se desmanchava diante de um governo incapaz de ao menos propor um estratégia econômica e social que estancasse a sangria que atinge o poder de compra dos trabalhadores com inflação galopante, o aumento da miséria e a absoluta falto de postos de trabalho, mantendo astronômico o nível de desemprego.

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Cai a dama do castelo de cartas da Lava Jato: STF anula as ações de Gabriela Hardt

Uma operação policial eminentemente política que resultou num golpe de Estado em Dilma e na prisão absurda de Lula, por motivos eleitorais, já que se tratava de um candidato com potencial de vencer a eleição no primeiro turno, assistimos agora uma espécie de Lava Jato reversa, se é que pode ser chamada assim a grif criada por Moro para fazer negócios políticos e empresariais.

Na época em que surgiu a Lava Jato, Moro basicamente brilhava sozinho, mas já tinha no gatilho seus substitutos para galgar a vida política rumo à ambição de se tornar presidente, e a juíza Gabriela Hardt funcionou como uma dama de um castelo de cartas armado por Moro, que acaba de ser implodido de vez pela ONU.

Coincidência ou não, o ministro do STF, Lewandowski, no mesmo dia da decisão da ONU sobre Lula, reduz a pó os restos mortais da maior farsa e o maior balcão de negócios jurídicos da história contra o blefe de Sergio Moro, tirando a validade completa de todas as decisões de sua substituta, e assim esvazia de vez aquele que foi o maior projeto de marketing político que emergiu de dentro do sistema de justiça no Brasil, contaminando não só o ambiente político nacional, como todo o aparelho de justiça do Estado brasileiro.

A isso, pode-se dizer, porque é assim que o povo pensa, que a democracia brasileira teve mais uma grande vitória sobre uma farsesca peça da estrutura de poder que Moro tentou construir utilizando a toga como mola propulsora.

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