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Um golpe comandado por Bolsonaro seria ridicularizado no mundo inteiro

Qual seria o motivo de um golpe de Estado no Brasil, combater o globalismo, o comunismo, os seres que vivem no intermúndio como, duendes, sacis, curupiras e lobisomens? Não, seria um golpe contra a urna eletrônica, mais que isso, um golpe bolsomilitar numa urna que deu mais de duas dúzias de mandatos ao clã, sem nunca ter sido questionado pelos vigaristas.

A mesma urna mantém Bolsonaro como presidente, Flávio como senador, Eduardo como deputado e Carlos como vereador.

Sim, vão dizer para o mundo que, todas as vezes em que foram eleitos para cargos do legislativo e, agora, do executivo, foi fruto das tais urnas eletrônicas fraudadas? E como explicar para o planeta que esse capitão, que lideraria o golpe, recebeu das próprias Forças Armadas a maior desonra que um militar pode receber, quando foi escarrado do exército por uma variedade de insubordinação, sabotagem e terrorismo.

Nem ditaduras deixariam de tratar o país como a maior galhofa do planeta.

Que tipo de segurança jurídica o Brasil ostentaria com Bolsonaro e seus militares tratorando o sistema de justiça, STF e TSE? .

Lógico que Bolsonaro sonha com isso, e o brasileiro sabe disso. se fizer uma pesquisa, mais de 60% dos brasileiros vão dizer que ele sonha com o golpe para não enfrentar a justiça junto com os filhos. vai revelar que, além de mentiroso, inescrupuloso, hipócrita e falsário, o Brasil é comandado não por um corrupto, mas por uma família de corruptos e que, para ele, o banzé institucional é única forma que ele encontrou para não sair da cadeira da presidência para a cadeia de Presidente Prudente.

Mas já que estamos falando do ridículo, Bolsonaro pode justificar o seu golpe em nome da liberdade de expressão, liberdade esta que seria a primeira a ser decapitada com o golpe que ele sonha.

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Bolsonaro é presidente de redes sociais

O tal povo de Bolsonaro não passa de uma comunhão digital, habitada, na grande maioria, por robôs, justamente porque depois de três anos e meio o governo Bolsonaro apresenta um deserto de feitos, sendo louvado apenas numa teia digital que o trata como o senhor dos deuses, sem estabelecer qualquer parâmetro para apoiar essa inescrupulosa forma de governar.

É como se fosse um Brasil separado aonde a maioria dos habitantes não tem forma, são fictícios, são robôs. E o preço alto que Bolsonaro está pagando diante da população de carne e osso é cada vez mais amargo.

Quem não plantou, não tem o que colher. Quem só produziu opressão e tragédia contra a população, não tem uma segunda chance, e não há uma fortaleza segura que o mantenha no poder protegido pela armas que são pagas para proteger o território e a população brasileira.

A cada dia que passa, fica mais claro que o único trabalho do governo Bolsonaro é o mal. Talvez por isso, Bolsonaro tenha colocado sigilo de cem anos em assuntos importantes.

Bolsonaro não governa nada em nenhuma área, vivendo apenas de redes sociais, espalhando mentiras e hipocrisia em constante ameaça ao Brasil, jurando de pés juntos que tem apoio dos militares para dar um golpe de Estado para que a justiça não o alcance e os seus pela quantidade de crimes que cometeram, crimes comuns, diga-se de passagem.

Mas até isso se torna complicado. Se o motivo é a urna eletrônica, que manteve Bolsonaro e os filhos mamando nas tetas do Estado durante três décadas, como eles operariam o tal golpe? Ele se manteria no poder e manteria todos os deputados e senadores numa espécie de mandato vitalício ou fecharia o congresso e detonaria sua própria base aliada?

O Centrão, por exemplo, que é a base do seu governo, seria chacinado pelos golpistas e eles sairiam tranquilos como estão, seguindo rigorosamente defendendo esse governo indefensável em troca de benefícios políticos em espécie para se perpetuarem no poder durante alguns mandatos?

No caso de fechamento do Congresso, Bolsonaro e seus militares,  vestidos de Alexandre Garcia, acabariam com os mandatos de deputados e senadores, inclusive dos próprios filhos, Flávio e Eduardo, ou tudo isso não passa de mais um rojão que Bolsonaro solta para manter a horda de fanáticos animada e, junto, o aumento do exército de robôs, comandado pelo general Carluxo nas redes sociais.

Seja lá como for, Bolsonaro é o chefe de Estado mais rejeitado no mundo, o que naturalmente levaria o país a uma zona de deserto diplomático em que a crise profunda em que vivemos seria elevada a uma potência insuportável e uma convulsão social de proporções inimagináveis, certamente eclodiria. E o exército, para manter no poder um ex-capitão expulso das Forças Armadas por sabotagem e terrorismo, atacaria a população que é quem produz riqueza e paga a conta, inclusive dos viagras, próteses penianas, cervejas, picanhas e salmão desses mesmos militares golpistas.

Por tudo isso e mais uma série de outros pormenores, sigo crendo que não há, além da verborragia de Bolsonaro, qualquer chance de ele liberar um golpe de Estado. O Brasil, a partir de então, deixaria de existir como nação, pelo menos para o mundo civilizado.

Tudo isso feito por um presidente de redes sociais.

A conferir.

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O histórico discurso de Alckmin “Vamos juntos pelo Brasil”

O ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin fez um discurso por vídeo no lançamento do movimento Vamos Juntos pelo Brasil, neste sábado (7), no qual disse acreditar que Lula “não é a primeira, a segunda nem a terceira, mas a única via da esperança para o Brasil”. Leia abaixo a íntegra do que disse Alckmin e assista à fala clicando no vídeo abaixo.

Assista:

*Do PT

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Com Lula e Alckmin, Movimento Vamos Juntos Pelo Brasil é lançado com festa em São Paulo

Com cerca de quatro mil pessoas, entre militantes, representantes dos movimentos sociais, lideranças partidárias, artistas, intelectuais e outros, um grande ato teve lugar em São Paulo.

Foi com pedido de união para restaurar o Brasil da atual crise que Lula e Alckmin capitanearam o lançamento do Movimento Vamos Juntos Pelo Brasil. Com cerca de quatro mil pessoas, entre militantes, representantes dos movimentos sociais, lideranças partidárias, artistas, intelectuais e outros, um grande ato teve lugar em São Paulo.

Os representantes dos sete partidos do Movimento Vamos Juntos Pelo Brasil estavam presentes no evento: Gleisi Hoffmann (PT), Carlos Siqueira (PSB), Juliano Medeiros (Psol), Luciana Santos (PC do B), Wesley Diógenes (Rede), Luizão (Solidariedade) e José Luiz Penna (PV).

Geraldo Alckmin (PSB) fez um discurso à distância pois está com Covid-19. Em sua fala, a disposição de trabalhar pela união nacional par que o Brasil possa se recuperar do momento de crise econômica e social em que foi afundado.

“Quando o presidente Lula me estendeu a mão, eu vi nesse gesto muito mais do que um sinal de reconciliação entre dois adversários históricos. Vi um verdadeiro chamado à razão. E é à razão de todos vocês que me dirijo neste momento. Pensemos nas disputas do passado e pensemos na união de hoje. O que é que mais importa?”, perguntou ele.

A noiva de Lula se encarregou de emocionar o ex-presidente e os presentes. Disse que Lula sentia falta do jingle de 1989 e que comentara que nunca mais iria ter a mesma emoção daquela campanha. Janja, então, fez uma surpresa ao contar que, junto com Ricardo Stuckert, tenta recuperar o brilho daquela campanha.

E Janja e Stuckert preparam um vídeo com diversos cantores e cantoras, como Pabllo Vittar, Chico César, Martinho da Vila, Gilsons, Duda Beat, Lenine, Zélia Duncan e Paulo Miklos, entre outros, cantando uma versão atualizada do jingle “Sem Medo de Ser Feliz”, que correu o país na primeira eleição livre do país após a ditadura, em 89.

E, por fim, Lula fez seu discurso, com destaque para o legado dos governos petistas e da dificuldade em reconstruir o país após os anos desastrosos do governo atual.

“No nosso governo, promovemos uma revolução pacífica neste país. O Brasil cresceu, e cresceu para todos. Combinamos crescimento econômico com inclusão social. O Brasil se tornou a sexta maior economia do planeta, e, ao mesmo tempo, referência mundial no combate à extrema pobreza e à fome. Deixamos de ser o eterno país do futuro, para construirmos nosso futuro no dia a dia, em tempo real”, disse ele.

Ele continuou pedindo a união de todo o Brasil. “É preciso mais do que governar, é preciso cuidar. E nós vamos outra vez cuidar com muito carinho do Brasil e do povo brasileiro. Mais do que um ato político, essa é uma conclamação. Aos homens e mulheres de todas as gerações, todas as classes, todas as religiões, todas as raças, todas as regiões do país. Para reconquistar a democracia e recuperar a soberania”, declarou.

*Com GGN

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Bolsonaro tenta marcar encontro com Biden, que ignora

O presidente Jair Bolsonaro (PL) manobra para tentar ser recebido, antes do fim de seu mandato, em um encontro formal com o presidente norte-americano Joe Biden. Funcionários do alto escalão do Executivo, em Brasília, revelaram à coluna que a esperança do Palácio do Planalto é que o encontro ocorra durante a Cúpula das Américas, em Los Angeles, no dia 9 de junho.

Segundo essas fontes, uma consulta por parte do Brasil foi feita de maneira informal há cerca de um mês. Mas, até agora, a Casa Branca se mantém em silêncio, deixando o Executivo apreensivo.

Procurado pela reportagem, o governo americano não deu uma resposta. Já o Itamaraty insiste em “negar” que um pedido tenha ocorrido. “A ida do Presidente da República à Cúpula das Américas não está confirmada”, disse a chancelaria. “O Ministério das Relações Exteriores aguarda os resultados de missão precursora para fazer a recomendação adequada.”

Mas, dentro da própria chancelaria, duas fontes diplomáticas confirmam que o governo já expressou aos americanos a intenção de Bolsonaro de ser recebido por Biden. Um pedido formal e por escrito, porém, não foi feito, justamente para evitar um constrangimento.

Do lado americano, houve um esforço nos últimos meses para que uma aproximação pudesse ocorrer e que, em Los Angeles, a relação estivesse mais madura. Biden chegou a receber o embaixador brasileiro Nestor Foster Jr. no Salão Oval, enquanto uma missão viajou até o Brasil para lidar com os aspectos de longo prazo e estratégicos da relação bilateral.

Mas a Casa Branca recebeu os novos ataques de Bolsonaro contra o Supremo Tribunal Federal e contra o sistema eleitoral como um sinal de alerta, hesitando em manter o caminho da reaproximação.

Biden vê com preocupação um possível caminho de uma ruptura institucional. Não foi a primeira vez que o alerta foi dado. O tema chegou a ser alvo de uma advertência por parte do chefe da CIA, William Burns, quando esteve em Brasília no ano passado. O recado era claro: se houver um golpe, a Casa Branca não hesitará em condená-lo e isolar o Brasil no cenário internacional.

Ativo na diplomacia internacional, Biden jamais aceitou um contato com Bolsonaro. Ligou para líderes em diversas partes do mundo. Mas deixou o brasileiro de fora de sua agenda de contatos.

No ano passado, Biden ainda deixou a sala durante um encontro virtual entre líderes, justamente no momento em que Bolsonaro faria seu discurso.

Se os chefes da diplomacia dos dois países se falam com frequência, o presidente brasileiro ficou de fora da lista dos convidados do G7. Ainda no início do mandato, ao ser questionado se iria telefonar para Bolsonaro, Biden soltou uma risada.

Em Washington, não foi esquecido o fato de Bolsonaro ter questionado a lisura das eleições americanas —repetindo as mentiras de Donald Trump—, além de não ter condenado sem reservas a invasão do Capitólio e de ter sido um dos últimos líderes mundiais a reconhecer a vitória de Biden.

Meses depois da eleição, o brasileiro ensaiou uma tentativa de reaproximação e, em diferentes momentos, pediu para falar com o americano. Sempre sem êxito. No governo, o gesto de procurar Vladimir Putin é considerado como uma reação ao isolamento que o brasileiro sofreu por parte das principais lideranças ocidentais, inclusive por Biden.

Mas, mesmo dentro do Itamaraty, existe uma percepção de que o americano poderá ceder, inclusive para garantir o êxito da Cúpula das Américas. Questionado por suas decisões de política externa e com sua popularidade em baixa, o mandatário americano não pode errar com os vizinhos.

Mas a relação vive um momento de atritos. O governo brasileiro está sendo alvo de uma intensa pressão por parte de potências ocidentais para que modifique sua postura em relação à guerra na Ucrânia e sua insistência em se abster em votações para excluir a Rússia de organismos internacionais.

A coluna apurou que diplomatas americanos e britânicos têm liderado a ofensiva, na esperança de ver o Brasil aderir ao bloco ocidental que tenta conseguir um isolamento completo de Vladimir Putin na cena internacional.

Se, em vários países pelo mundo, a pressão das grandes potências vem atrelada a uma ameaça de corte de apoio a certos programas de desenvolvimento, o cenário não tem se repetido no Brasil. No caso do país, porém, negociadores revelam que o que fica subentendido é que, sem uma mudança na postura do governo Bolsonaro, uma sonhada adesão à OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) não prosperaria.

Jamil Chade/Uol

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“reconstruir o Brasil”: Lula e Alckmin lançam pré-candidatura neste sábado

Ocorre neste sábado (7) o lançamento do movimento Vamos Juntos pelo Brasil, que reúne movimentos sociais e partidos políticos que veem em Lula a esperança de recolocar o Brasil no caminho da justiça social, do crescimento econômico, da soberania nacional e da democracia real. O evento acontece às 10h, no Expo Center Norte, em São Paulo.

Nos últimos meses, Lula viajou o país e conversou com as mais variadas lideranças políticas e sociais brasileiras para formar esse movimento. Além do PCdoB e do PV, com quem o PT formou uma federação partidária, Lula obteve apoio da Rede, do Solidariedade e do PSB, que indicou Geraldo Alckmin para ser vice de Lula em uma futura chapa na corrida presidencial.

Os presidentes de todos esses partidos vão ao ato deste sábado, que terá discurso de Lula. Alckmin se pronunciará por meio de vídeo. A TV 247 transmitirá o evento:

No começo do ano, Lula explicou, durante a primeira entrevista que concedeu em 2022, por que não poderia se lançar candidato à Presidência sem antes construir um amplo movimento que juntasse todos aqueles que estão comprometidos com a reconstrução do país e de sua democracia.

“O Brasil de 2023 será um país muito mais destruído do que o de 2003. Vai precisar de muita conversa, de muito mais paciência, de muito mais habilidade. Precisa de inteligência política, de construir um grupo de pessoas que querem remar junto com você”, disse. “Eu tenho consciência do que o povo está passando. Então, eu não posso mentir, não posso ganhar e dizer ‘olha, não dá para fazer as coisas, desculpa’”.

Além do apoio de partidos, Lula se reuniu e já conclamou diferentes movimentos sociais a se engajarem pelo retomada do crescimento e da justiça social.

Ele se reuniu, em 2022, com as maiores centrais sindicais do país, em evento realizado em São Paulo; comprometeu-se com a luta dos povos indígenas, em Brasília; e conversou com os petroleiros sobre como resgatar a Petrobras e dar à estatal o papel de indutora do crescimento e da soberania nacional, no Rio de Janeiro.

*Com 247

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Marcos Coimbra: “Metade dos eleitores de Ciro podem abandoná-lo e dar vitória a Lula no 1º turno”

Para o sociólogo do Instituto Vox Populi há uma fidelidade baixa do eleitorado de Ciro ao candidato.

O sociólogo Marcos Coimbra, do Instituto Vox Populi, afirmou no Fórum Café desta sexta-feira (6) que parte do eleitorado de Ciro Gomes pode abandoná-lo antes das eleições e, com isso, ser o empurrão final para que o ex-presidente Lula vença o pleito no primeiro turno.

Diferentemente de Lula e Bolsonaro, que têm mais de 80% de voto firme e consolidado no seu eleitorado, Ciro Gomes tem um pouco menos de 50% de voto definido entre suas eleitoras e eleitores. Se esta metade que não é voto firme migrar para Lula, a eleição está resolvida no primeiro turno: “Metade dos eleitores de Ciro podem abandoná-lo e dar vitória a Lula no 1º turno”.

E, da mesma forma como o eleitorado de Moro, um eleitorado com afinidade ideológica com Bolsonaro, migrou quase todo para Bolsonaro, o eleitorado de Ciro irá naturalmente migrar para Lula, avaliou o sociólogo.

A situação de Ciro Gomes é tão difícil que ele está em terceiro lugar no Ceará, o estado onde fez sua carreira política. “Ciro tem metade das intenções de voto de Bolsonaro no Ceará, não sei o que ele espera que aconteça no próprio estado dele. O fato é que lá acontece o mesmo que no resto do país: quem é progressista está escolhendo Lula e quem é conservador está com Bolsonaro. Esta é uma eleição com apenas dois candidatos, mesmo no Ceará, onde ele não chega a dois dígitos”, afirmou o sócio do Instituto Vox Populi.

Marcos Coimbra apresentou o resultado da agregação das pesquisas presenciais e não-presenciais realizada sistematicamente pelo Vox Populi no Fórum Café, além de um mapa de votação em cada eleição desde 2002 e o mapa das pesquisa mais recentes nos estados, demonstrando que o cenário para Lula é melhor que o da eleição de 2006

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Áudio: Ex-assessor de Flavio Bolsonaro diz ter provas sobre o esquema de rachadinha

Marcelo Nogueira, que rompeu com ex de Bolsonaro em 2021, diz ter provas de corrupção no clã e promete divulgar tudo no Jornal Nacional.

O esquema das rachadinhas do clã Bolsonaro volta à tona. Isso porque a revista Veja publicou nesta sexta-feira (6) uma reportagem sobre Marcelo Nogueira dos Santos, que trabalhou como assessor do então deputado estadual Flávio Bolsonaro (Patriotas-RJ) entre 2003 e 2007 e até o ano passado como caseiro da advogada Ana Cristina Valle, ex-mulher do presidente Jair Bolsonaro (PL).

Marcelo Nogueira dos Santos afirma ter gravações de áudio e vídeo que comprovariam a prática do esquema das rachadinhas no gabinete do então deputado Flávio Bolsonaro. O homem também afirma que possui imagens que mostram Ana Cristina contabilizando o dinheiro arrecadado com o recolhimento de parte dos salários dos funcionários do gabinete de Flávio Bolsonaro e áudios que reuniriam conversas esclarecedores sobre a real participação de alguns dos principais personagens envolvidos na trama.

De acordo com a publicação, o paradeiro de Marcelo Nogueira é desconhecido, pois, ele teme por sua vida e afirma que o material que tem em seu poder é um seguro de que nada de ruim vai acontecer. Nogueira afirma que no momento oportuno as provas serão reveladas e que as consequências serão “embaraçosas para o clã Bolsonaro”.

Segundo a reportagem da Veja, Marcelo está exigindo dinheiro para não revelar as provas do envolvimento de Ana Cristina no esquema da rachadinha. A chantagem teria começado no ano passado, depois que Marcelo se desentendeu com Cristina e deixou o emprego. Mas, o clima teria piorado nos últimos dias quando o ex-caseiro passou a ameaçar Renan Bolsonaro, que vive com Ana Cristina numa mansão em Brasília, e o próprio presidente Bolsonaro.

Ouça o áudio 1:

 

Áudio 2:

*Com Forum

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Acusada de “rainha da rachadinha”, ex de Bolsonaro diz que caseiro “não é santo coitado”

Marcelo Nogueira, que foi caseiro da mansão de Ana Cristina Valle, diz ter provas do esquema de corrupção. Ela nega e diz que hoje é “ex boazinha”, mas que usará sobrenome Bolsonaro nas campanha “autorizada ou não”

Acusada de ser a “rainha das rachadinhas” pelo ex-funcionário Marcelo Nogueira dos Santos, que foi caseiro da mansão onde mora com Jair Renan Bolsonaro em Brasília, Ana Cristina Valle, esposa 02 de Jair Bolsonaro (PL), partiu para o ataque em entrevista à Veja que vai às bancas nesta sexta-feira (6) e negou o esquema de corrupção que teria ajudado a montar no clã presidencial.

“Ele se coloca como um arquivo vivo da minha vida pessoal, dos meus namorados, do porre que eu tomei. Ele não é esse santo coitado que está pintando para todo mundo. Não tem nada que ele pudesse ter pegado de documentos da casa. O que ele quer é aproveitar o momento político com essa história e ganhar dinheiro”, afirmou.

Segundo investigações do Ministério Público do Rio, que foram barradas por Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na Justiça, Ana Cristina teria implantado o sistema de corrupção no gabinete de Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) na Câmara Municipal do Rio, antes de levar para a Assembleia Legislativa do estado, empregando diversos parentes como funcionários fantasmas.

Ana Cristina, no entanto, mostra ter medo de que Nogueira tenha feito gravações que comprovariam o esquema – como promete o caseiro, que também foi nomeado no gabinete de Flávio na Alesp.

“O Marcelo frequentava o meu escritório de advocacia. Foi lá várias vezes. Ele pode ter gravado um vídeo lá dentro enquanto eu estava atendendo meus clientes. Não tenho a mínima preocupação com isso. Aliás, naquela época tinha celular que gravava vídeo? Acho que nem tinha. Se tem, mostra o vídeo então. Isso é balela”, disse.

Apesar de relatar ameaças de morte do caseiro, a mãe de Renan não denunciou o caso à polícia.

“Depois que recebi o primeiro áudio com a ameaça de morte, fiquei desesperada e cheguei a me sentar diante de um delegado para relatar todas as ameaças, mas ainda bem que saí da delegacia sem falar nada. Não quero que ele vá preso. Não quero denunciá-lo formalmente por pena e por consideração. Vou tentar me proteger, mas não quero o mal dele, embora, em uma das mensagens, ele tenha ameaçado o Jair Renan também”.

Focada na disputa a uma cadeira de deputada distrital nas eleições deste ano, Ana Cristina diz que “já foi uma ex-mulher brava”, mas agora é uma “ex boazinha” ao dizer que usará o sobrenome Bolsonaro na campanha.

“Vou usar o nome Bolsonaro, autorizado ou não autorizado. Se ele não autorizar, o Renan me empresta o sobrenome dele, né? Eu já fui uma ex-mulher brava. Demorou uns quinze anos para acontecer, mas hoje sou uma ex-boazinha”.

*Com Forum

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Militares vão dar golpe de Estado para manter no poder um capitão expulso das Forças Armadas?

Difícil de ver uma cena em que as Forças Armadas que há 34 anos expulsaram Bolsonaro por bandidagem, dando golpe comandado por ele.

Acaba de sair o motivo porque Bolsonaro só pensa em golpe de Estado: Pesquisa Ipespe: 60% não votariam em Bolsonaro de jeito nenhum.

Mas esses absurdos não param por aí. Os militares vão apoiar um golpe de um sujeito que tem 62% de rejeição para continuar no comando do país? Difícil de acreditar.

O Brasil, diante dos olhos do mundo não chegaria sequer à condição de colônia bananeira. Mas de algum lugar planeta, entrou na máquina do tempo na era da pré-medieval.

Até uma criancinha sabe que, perdendo a eleição, Bolsonaro saí da cadeira direto para a cadeia. E isso só não ocorreu porque ele passou três anos e meio cercando frango em seu terreiro, com as mais espúrias manobras que o Lázaro do Planalto utilizou para ainda não ter sido destituído e preso.

Para piorar, alguns cartões postais, como as mansões do clã em Brasília que ostentam, afrontam a sociedade e todo o sistema de justiça no Brasil.

Imaginar os militares dando um golpe, não respeitando a democracia e o voto popular para manter no poder um sujeito, considerado um criminoso pelo planeta, por sua ação criminosa na Amazônia, por tudo que se viu de desmatamento e incêndio, envolvendo o próprio. Sem falar no mais grave, o ataque aos direitos dos índios.

Vemos as Forças Armadas que não são parte dos poderes da República e sim, da máquina do Estado, invertendo a ordem constitucional para confrontar o STF e TSE, por conta das urnas eletrônicas, que há mais de 30 anos vem dando vitórias eleitorais a seu clã sem jamais serem questionadas.

Tudo isso pode acontecer e o Brasil se transformar num país dos absurdos onde a milícia, que sempre fez parte dos esquemas de formação de quadrilha e peculato nos gabinetes do clã Bolsonaro, é que vão impor a sua própria constituição?

Coloco tudo isso em questão, porque para todo lado que se olha, seja blogs independentes, seja jornais, revistas e mídia televisiva, só se vê a notícia que Bolsonaro está com o golpe militar engatilhado virado para a sociedade e as instituições brasileiras.

Agora é ver quem vencerá essa batalha, a civilização ou a barbárie.

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