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Humor Política

Bosta na Cueca

Alguma dúvida de que Sergio Moro fará companhia a Bolsonaro na Papuda?

Justo os dois que, em 2018, armaram a maior fraude eleitoral da história Brasil, têm a mesma ganância e o mesmo QI negativo.

O problema tanto de Moro quanto de Bolsonaro, é imaginar que todos têm a limitação cognitiva dos dois e, nesse ponto, a conja tem toda razão, “Bolsonaro e Moro, vejo uma coisa só”.

Na verdade, a frase está mal formulada, deveria ser, vejo um neurônio só, ambos, o que têm de ganância, têm de burrice, tanto que montaram seus castelos de poder deixando muito mais do que rastros de suas ligações com crimes, mas também produzindo provas irrefutáveis.

Não há como tirar o cheiro de bosta das próprias cuecas.

Bolsonaro já foi condenado, Moro está na última etapa para ser eleito o segundo maior vigarista desse país. É o famoso “agente secreto” com a bunda de fora, com seus bailes da cueca para chantagear gente graúda do judiciário paranaense.

Isso deixa claro que Sergio Moro tinha um projeto de poder fétido, sem limites, ignorando que toda a sua pilantragem lhe custaria muito caro. É nítido que ele não fez qualquer previsão de que sua intuição lhe daria um golpe fatal, dormindo o sono dos justos, acreditando que a parada estava ganha.

Mas o que assistimos agora é que a realidade de Moro se transformou numa grande madastra e Toni Garcia virou o nome de seu carrasco.

O influncer da Lava Jato morrerá pela própria esperteza, já que não faltam informações e provas de esquemas de escutas como se comandasse uma Abin curitibana que lhe desse todas as armas para, quando necessitasse, chantagear quem quisesse pelos motivos que lhe conviessem.

Fora a Globo que, por moivos óbvios, fecha-se em copas sobre os tais bailes da cueca, ainda tenta ridiculamente manter sob seu guarda-chuva um sujeito que , hoje, tem uma das imagens públicas mais embostecidas e que, certamente, colherá a tempestade que plantou.


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Cofres achados no Alvorada levam PF a pedir interrogatório de Bolsonaro

A Polícia Federal solicitou autorização ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para interrogar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) sobre o conteúdo de dois cofres encontrados no Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República.

O pedido integra uma apuração aberta após a localização de documentos pessoais do ex-mandatário e outros bens guardados nos compartimentos, descobertos mais de dois anos depois de Bolsonaro ter deixado o imóvel.

Segundo a PF, os cofres foram localizados e abertos em junho deste ano, durante diligência realizada após a corporação ser acionada pela Presidência da República.

No interior dos cofres, os agentes encontraram “documentos pessoais” de Jair Bolsonaro “junto a outros bens”, cujo conteúdo detalhado não foi divulgado até o momento. Diante disso, a PF considerou necessária a oitiva do ex-presidente para esclarecer a quem pertencem os itens e qual a origem do material armazenado.

“Tendo em vista terem sido encontrados documentos pessoais do ex-Presidente Jair Messias Bolsonaro, junto a outros bens, faz-se necessária a realização de oitiva do mesmo, para que se manifeste sobre a propriedade e origem de tais bens”, diz o ofício encaminhado ao ministro Alexandre de Moraes.

A solicitação prevê que o interrogatório ocorra na Superintendência da Polícia Federal em Brasília. Segundo o DCM, o local é o mesmo onde Jair Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão, determinada pelo STF após a condenação do ex-presidente por participação na tentativa de golpe de Estado.

A PF destacou que a oitiva é necessária exclusivamente para esclarecimentos sobre os cofres e não detalhou se os itens encontrados têm relação com outros inquéritos em curso.

No documento enviado ao Supremo, a corporação relata que foi acionada para investigar a existência dos cofres no Palácio da Alvorada, mas não informa a data exata em que o pedido partiu da Presidência.

A investigação foi aberta após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) determinar que a PF verificasse a presença de bens e documentos deixados pelo antecessor na residência oficial.


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Abin alertou Bolsonaro sobre risco da covid nos primeiros dias do surto na China

Documentos até hoje mantidos em sigilo revelam que Abin recomendou que governo brasileiro “reavaliasse risco” da covid-19 e alertou sobre desabastecimento

O governo de Jair Bolsonaro sempre soube dos riscos que a covid-19 representava e foi alertado sobre a ameaça de desabastecimento de equipamentos de proteção para médicos, enfermeiras e pacientes.

Desde os primeiros dias da descoberta de um vírus na China, a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) alertou ao Palácio do Planalto sobre o risco da crise sanitária e sugeriu medidas.

A informação faz parte de documentos da agência e que foram obtidos após uma longa batalha judicial pela Fiquem Sabendo, organização sem fins lucrativos especializada em transparência pública.

Em 2023 e depois de os documentos terem sido vetados pelo governo Bolsonaro, a imprensa brasileira publicou informes da Abin que faziam o alerta a partir de março de 2020.

Agora, os relatórios que começam a ser publicados pelo ICL Notícias revelam que a preocupação existia desde os primeiros dias do surto, ainda na China. Brasília foi alertada quase imediatamente sobre a crise.

Ao longo dos próximos dias, o ICL Notícias irá divulgar dezenas de documentos até então mantidos em sigilo.

A ação tardia do governo de Jair Bolsonaro, a recusa em seguir as recomendações internacionais e o negacionismo científico conduziram o país a ter um dos piores índices de contaminações pela covid-19 no mundo. Com mais de 700 mil mortos, o Brasil ainda esteve entre os países com maior número de vítimas fatais.

No Supremo Tribunal Federal, o comportamento do governo de Jair Bolsonaro diante da pandemia passou a ser alvo de um exame aberto por parte do ministro Flávio Dino.

Não foi, porém, por falta de alertas que o Brasil acumulou um dos resultados mais dramáticos na covid-19. No relatório de inteligência N° 0011, de 8 de janeiro de 2020, os agentes da Abin já informavam sobre o surto. “Em 3 jan. 2020, a Organização Mundial da Saúde (OMS) foi notificada por autoridades chinesas sobre 44 pacientes com pneumonia de etiologia desconhecida na cidade de Wuhan, na província de Hubei”, indicou.

“Entre os pacientes, 11 estavam em estado grave é os demais encontravam-se clinicamente estáveis. Alguns pacientes trabalhavam em um mercado atacadista de frutos do mar”, apontou.

“O mercado possui 600 estabelecimentos, cerca de 1.500 trabalhadores e encontra-se fechado desde 1 jan. 2020, para ações de saneamento e desinfecção ambiental”, disse.

O documento destacava que existiam 59 casos confirmados em Wuhan, dos quais oito já receberam alta hospitalar em 8 de janeiro de 2020. “Há, também, 21 casos suspeitos em Hong Kong, todos com histórico de deslocamento e moradia em Wuhan. Desses, sete já foram descartados por identificação do agente etiológico (outros tipos virais). Ainda entre os casos suspeitos de pneumonia indeterminada, foram relatados oito casos em Macau, dois casos em Taiwan e um na Coréia do Sul”, disse.

“Os sintomas relatados são comuns a várias doenças respiratórias, no entanto, a gravidade apresentada em alguns casos requer prudência, principalmente pelo fato de o agente etiológico ainda não ter sido identificado”, alertou.

Brasil precisa reavaliar riscos
A situação mudaria dramaticamente doze dias depois. Num informe de 20 de janeiro de 2020, a Abin alertava que “autoridades de Wuhan/China emitiram comunicado aumentando para
198 o número de infectados pela pneumonia viral causada por uma nova cepa de coronavírus”.

“Estima-se, no entanto, que o número de pessoas contaminadas seja maior”, apontou. “Os casos confirmados em outros países (Japão e Tailândia) reforçam a ideia de que existiria algum tipo de transmissão entre humanos, ainda que limitada”, insistiu.

Para a Abin, “o potencial de propagação da doença e o aumento do fluxo de chineses, em razão do feriado do Ano Novo Chinês, fez com que alguns países, como os Estados Unidos da América (EUA), reavaliassem os riscos e adotassem medidas de controle em alguns de seus aeroportos”.

“A falta de transparência e a demora no repasse de informações pelo governo chinês compromete a reavaliação do risco de propagação internacional do vírus, afetando inclusive a adoção de medidas preventivas pelas autoridades brasileiras”, advertiu.

O documento aponta que o cenário mais conservador da modelagem estimou que 996 pessoas já estivessem contaminadas na data da publicação da pesquisa. O pior cenário estimou 2.298 pessoas contaminadas. A média dos quatro cenários calculados pelo estudo indica que existam, ao menos, 1.723 casos. “O estudo afirma que a transmissão da doença de pessoa para pessoa não pode ser descartada”, disse.

Num outro trecho, a Abin é taxativa: “Necessidade de reavaliação do risco para o Brasil”.

“A probabilidade de que exista algum tipo de transmissão entre humanos (ainda que
limitada) e o potencial de propagação da doença fez com que alguns países, como os BUA, reavaliassem o risco e adotassem medidas de controle em alguns de seus aeroportos”, disse.

“No Brasil, a comunidade chinesa (incluindo os sino-brasileiros) somam aproximadamente 250 mil pessoas. Os estados de São Paulo e Rio de Janeiro são relevantes pontos de trânsito no fluxo migratório de chineses para outras unidades federativas do Brasil”, afirmou.

“Além disso, o estado do Mato Grosso do Sul é ponto de entrada e trânsito de imigrantes chineses que ingressam no Brasil a partir da fronteira com Bolívia. As províncias de Guandong, Fujian e Zhejiang, na China, são as principais origens dos chineses que migraram para o Brasil na última década”, alertou.

Até aquele momento, a Organização Mundial da Saúde (OMS) desaconselhava a aplicação de quaisquer restrições de viagens ou comércio com os países com casos registrados do novo coronavírus.

“A falta de transparência e a demora no repasse de informações pelo governo chinês
compromete a reavaliação do risco de propagação internacional do vírus, afetando igualmente a adoção de medidas preventivas pelas autoridades brasileiras”, completou.

Alerta sobre desabastecimento
A situação ficaria ainda mais tensa dois meses depois. No dia 6 de março, o Relatório de Inteligência nº 0091/92200/ABIN/GSIPR alertaria sobre o risco de um desabastecimento no setor hospitalar.

“Devido à epidemia do novo coronavírus na China e à perspectiva de disseminação
global da doença, alguns países fecharam suas fronteiras terrestres e outros se recusaram a receber passageiros provenientes das regiões mais afetadas pela doença. Na China, diversas empresas paralisaram as atividades, e a cidade de Wuhan, epicentro da epidemia, continua em quarentena”, apontou.

“Tal paralisação, ocorrida durante o mês de fevereiro, impactou negativamente o setor produtivo
chinês, que apresentou queda de 14,3% na produção industrial. A tendência é de que os efeitos da epidemia ainda afetem o índice de março, uma vez que a produção ainda não está normalizada no país”, disse o documento.

A Abin constata que “o fato de a China ter ampliado, nos últimos anos, sua importância como fornecedora de produtos médico-hospitalares no mercado global faz com que haja preocupação com o desabastecimento desses artigos”.

“Em 2018, a China foi o segundo maior exportador de medicamentos e produtos hospitalares para os Estados Unidos da América (EUA), o que indica a magnitude que a queda na produção em meio ao cenário de aumento na demanda poderia ter”, alertou.

O documento não deixa dúvidas do impacto sobre o país. “No Brasil, há crescente dependência de importações de produtos médico-hospitalares, sobretudo de alta tecnologia, o que representa vulnerabilidade da política nacional de saúde. Ademais, nos últimos anos, o Brasil vem perdendo competitividade no nicho de mercado em que se especializou ao longo das últimas décadas – produtos de baixo valor tecnológico, produzidos em larga escala e com baixas margens de lucro – para países como China e Singapura. Ambos os países são focos da COVID-19 e podem ter suas cadeias produtivas afetadas”, disse.

O documento revela que, em 28 de janeiro de 2020, representantes da embaixada chinesa solicitaram EPIs (equipamentos de proteção individual), em caráter de doação, ao Ministério da Saúde do Brasil. “Inicialmente, os principais produtos em falta na China eram máscaras N95 e óculos de proteção. Com a evolução da epidemia, suprimentos como gorros, luvas e botas também se tornaram escassos. Para suprir a demanda por esses produtos, a China reduziu a tarifa sobre alguns produtos importados dos EUA. A tarifa original, que era de 10% em 2019, foi ajustada para 2,5% em alguns produtos”, explicou.

“Além dos EPIs, há temor que faltem insumos farmacêuticos para produção de medicamentos e correlatos. Os medicamentos de ação ampla mais recomendados como tratamento offlabel (indicação medicamentosa não padronizada) da COVID-19 são: Ribavirina, que é um agente antiviral usado no tratamento da hepatite C; Lopinavir/Ritonavir, usados no tratamento do HIV; Oseltamivir, utilizado no tratamento da influenza; e Interferon beta-1b recombinante, que possui atividade antiviral e imunomoduladora”, disse.

A Abin apontou que, de fato, no Brasil, o Ministério da Saúde planejava a compra do triplo da média de consumo de EPIs para noventa dias, como medida de prevenção a eventual pandemia de COVID-19. “Parte da compra, no entanto, não pôde ser concretizada, por falta da oferta de máscaras de proteção no mercado”, disse.

O documento revelou que estava prevista uma reunião entre o Ministério da Saúde e representantes da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) para verificar se o Brasil pode fabricar equipamentos de proteção individual (EPIs) e diminuir a dependência de importação.

O informe servia de alerta. “A perspectiva de disseminação global da COVID-19 e sua conversão em pandemia deve ampliar as restrições de viagens e interferir o fluxo comercial entre os países. Além disso, há perspectiva de escassez de produtos médico-hospitalares em decorrência do aumento da demanda. Os setores de fabricação e consumo de produtos médico-hospitalares e de insumos farmacêuticos no Brasil podem sofrer impactos negativos caso não haja ajuste na produção interna para atendimento da demanda e na busca por fornecedores alternativos” completa.

bolsonaro

Alguns meses depois, porém, a situação interna da Abin seria profundamente modificada. Os agentes foram orientados a produzir informes “positivos” sobre a cloroquina, sob o governo de Jair Bolsonaro, e uma decisão de não seguir as orientações resultou na supressão dos informes. A agência ainda elaborou relatórios de inteligência alertando ao Palácio do Planalto de que a aposta do então governo pelo remédio não funcionava. Mas jamais foram ouvidos.

Esses últimos dados fazem parte de um documento reunido pela agência e que, sem alarde, foi publicado oficialmente pela Abin. Em sua introdução, a constatação: houve uma tentativa deliberada do governo de suprimir os alertas feitos pela agência diante de uma doença que, ao longo dos meses, deixou 700 mil mortos.

Naquele momento, a agência era comandada por Alexandre Ramagem Rodrigues, que liderou a Abin entre 2019 e 2022. Em 21 de novembro de 2024, ele foi indiciado por abolição violenta do estado democrático de direito, golpe de estado e organização criminosa. Hoje, vive nos EUA.

Como foram obtidos os documentos
O acesso aos documentos da Abin ocorreu depois de seis anos de batalha por parte da Fiquem Sabendo e é considerado como um divisor de águas para a transparência no Brasil.

A ação segue tramitando para garantir que todos os documentos sejam entregues, sem tarjas e na íntegra, como é o caso ainda de vários informes.

Documentos classificados são informações públicas que, por motivos de segurança da sociedade ou do Estado, são temporariamente mantidas em sigilo. Os documentos obtidos já foram desclassificados e, portanto, estão fora do prazo de sigilo. De fato, entre 2014 e 2020, mais de 400 mil documentos federais perderam o sigilo.

Mas o acesso nem sempre está garantido. Assim, o projeto Sem Sigilo começou em 2019, quando a entidade convocou voluntários para pedir documentos cujo prazo de sigilo expirou. A iniciativa coletou milhares de páginas de dezenas de órgãos, mas enfrentaram resistência de entidades como Abin, GSI, Ministério da Defesa, Forças Armadas, Polícia Federal e Itamaraty.

Em 2020, eles ajuizaram uma ação contra a Abin. A ideia era enfrentar o órgão mais resistente à transparência pública porque apostavam que, se ganhassem, outros cairiam por gravidade.

Em 2021, o MPF acolheu parcialmente os argumentos e sugeriu que a Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência (CCAI), do Congresso, analisasse os documentos. Corretamente, o Congresso se recusou, afirmando não ser sua competência.

Em 2023, a ação sofreu uma derrota em primeira instância. A Justiça aceitou o argumento da União de que a Abin poderia decidir sozinha o que divulgar ou não — mesmo contrariando o texto da LAI.

Mas, em maio de 2025, a 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) acatou o pedido e condenou, por unanimidade, a União e a Abin a entregar um conjunto de documentos mantidos ilegalmente sob sigilo.

*Jamil Chade/ICL


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Política

O pacto de sangue entre Moro e mídia industrial, fez desse corrupto ex-juiz, o símbolo máximo da impunidade nacional

Moro é uma espécie de bandido reciclável por suas ações, enquanto juiz, que estão sendo reveladas pela Polícia Federal, mas sobretudo pelos perfumes que a mídia jogou em sua imagem, que mantinha a sua aura sempre clarinha, descolorida diante da opinião pública.

E olha que estamos falando de um sujeito que jamais soltou uma única frase brilhante, sempre foi multiuso naquilo que se pode classificar como conteúdo intelectual zerado.

Está aí um sujeito que investiu pesadamente no marketing pessoal e que, em certa medida, conseguiu fermentar, de forma química, sua imagem como “o novo caçador de marajás”.

A mídia não só estimulou esse olhar, como sempre fez e repete agora a receita de neutralizadora de odores do mundo fétido que cerca o ex-juiz, que se transformou na figura máxima da república de Curitiba, figuração esta que, por conta dessa mesma mídia, obteve 100% de absolvição diante do próprio Sistema Nacional de Justiça.

Ou seja, ir contra Sergio Moro, era praticamente bater de frente com o corporativismo jurídico em estado puro.

Por isso, Moro conseguiu até então, manter-se em estado de conservação a ponto de sentar numa cadeira do Senado. Mas sua luminosidade à vela na base de parafina e pavio, também tem prazo de validade. E a divindade da luz do ex-juiz já se apagou.

Moro, que chegou ao governo através de uma fraude com a parceria entre ele e Bolsonaro, ainda manteve uma imagem suplementar que Bolsonaro utilizou de combatente da corrupção, até este descobrir que estava prestes a virar vítima do esperto.

Isso ficou claro naquela reunião ministerial em que Bolsonao disse saber, através de informantes, que Moro estava armando para atacá-lo pelas costas.

Deu no que deu, não é preciso repetir.

Moro saiu enfraquecido numa aposta que fez em Bolsonaro e perdeu, pois o gabinete do ódio, comandado por Carluxo, passou a detonar a sua imagem durante 24 horas.

A coisa só não foi pior, porque a mídia, novamente, cercou o comparsa de Curitiba com uma blindagem em que o vendia como alguém que queria fazer um trabalho sério , mas acabou batendo de frente com os interesses do clã Bolsonaro.

Depois, Moro teve que desdizer tudo o que havia dito dos milicianos do Planalto, porque seus cálculos políticos deram ruim.

Conseguiu se eleger senador e, junto, ganhou o título de parlamentar medíocre, sem ideias próprias que sustentassem a sua imagem, na medida do possível, pregando para convertidos antiLula.

Ficou totalmente desmoralizado com a Vaza Jato, principalmente porque a série provou por A mais B que ele foi um juiz totalmente parcial prendendo Lula sem qualquer prova de crime.

Tudo isso aconteceu, e a mídia simplesmente ignorou cada fato negativo para sua imagem, como se nunca tivesse existido nada contra Moro.

Essa mesma fórmula a mídia repete agora diante de um escândalo descoberto pela PF em que Moro aparece como maestro de sua própria facção criminosa, montada no Paraná, que chantageava juízes e desmbargadores com festas com prostitutas, além da revelação de uma juíza, também da 13ª, que o acusou de apertar o seu pescoço e de ameaçá-la.

Mas nada disso parece relevante para o Globo, Folha e Estadão, num claro pacto de sangue da mídia industrial antipetista com o e-juiz corrupto e ladrão, como bem pontuou Glauber Braga.


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Bolsonaro, com seu faroeste caboclo, quer transformar o Brasil em terra de ninguém

Bolsonaro quer porque quer ficar impune de uma fieira de crimes que cometeu, esse é o ponto, não há rodeios.

Aqueles ratos do Congresso, que não têm qualquer escrúpulo, explicam de forma confusa esse jabá para ser confusamente compreendido pela sociedade.

Existem dois caminhos para detonar a vagabundagem de Bolsonaro, o STF ignorar solenemente o PL dos ratos golpistas ou simplesmente dizer retumbante NÃO para essa corja que acha absolutamente normal o Brasil viver totalmente sem qualquer regra, sem qualquer lei, sem qualquer constituição para atender a esse psicopata que a maioria dos brasileiros espera apodrecer na cadeia.

Se um troço desse passa, não fica um único bandido na cadeia, todos serão libertqados no dia seguinte. Não tem esse papo de que o PL é restrito a Bolsonaro e sua corriola.

Se isso acontecer, adeus Brasil, que será terra de milícias e terá um desmonte total do sistema de justiça, tal a infinidade de jurisprudências que isso significará.


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Do que Alcolumbre está com tanto medo para se unir a Motta e a Bolsonaro contra os brasileiros?

Não me venham dizer que o enredo do samba de Alcolumbre tem algo a ver com o Messias, indicado por Lula ao STF.

Alcolumbre não é amador, mais do que isso, sabe que, junto com Motta, será trucidado, num expurgo nacional poucas vezes visto antes na história do Brasil.

Ele queria atropelar o CCJ para acelerar o PL da Dosimenria, e disse isso na mesa da presidência do Senado, quando imediatamente recebeu uma reprimenda do senador Otto Alencar, do CCJ, que afirmou que Alcolumbre não pode cometer um desatino desse, deixando, com isso, um clima pesado e o evidente constrangimento estampado na sua cara.

Otto Alencar deu um passa-moleque na bola em Alcolumbre, sem perder a ternura, mas também sem ceder para a patifaria.

Na verdade, Alcolumbre, por vias tortas, está confessando que há algo muito podre por trás dessa sua tomada de posição pró-Bolsonaro. Pior, ele viu que a sociedade, em defesa de Glauber, mobilizou-se rapidamente, fazendo muitos bolsonaristas amarelarem e Glauber ficar, com a instantânea mobilização da sociedade brasileira.

No próximo domingo, o Brasil inteiro se manifestará contra o golpe da dosimetria para livrar a cara de Bolsonaro a qualquer preço.

Acho que vai dar ruim para Bolsonaro, para Hugo Motta e para Alcolumbre. O clima é de extrema apreensão


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Política

Lula diz que fará ‘o que deve ser feito’ sobre veto e que Bolsonaro tem que pagar

PL da Dosimetria substitui a anistia ampla e prevê penas menores para o Jair Bolsonaro e demais presos por participação nos ataques de 8 de Janeiro

O presidente Lula (PT) declarou nesta quinta-feira (11) que tomará a decisão sobre o projeto que reduz penas de acusados por tentativa de golpe quando texto chegar para sua sanção, mas que Jair Bolsonaro (PL) precisa pagar pelo crime.

“A discussão agora vai para o Senado, vamos ver o que vai acontecer. Quando chegar à minha mesa, eu tomarei a decisão. Eu e Deus, sentado na minha mesa, eu tomarei a decisão. Eu farei aquilo que eu entender que deva ser feito, porque ele tem que pagar pela tentativa de golpe, pela tentativa de destruir a democracia que ele fez nesse país”, disse em entrevista ao Portal Uai, de Minas Gerais. “Ele sabe disso. Não adianta ficar choramingando agora.”

O projeto foi aprovado na madrugada de quarta-feira (10) pela Câmara dos Deputados. Chamado de PL da Dosimetria, ele substitui a anistia ampla e prevê penas menores para o ex-presidente e demais presos por participação nos ataques de 8 de Janeiro.

“Se ele tivesse a postura que eu tive quando perdi três eleições, se ele tivesse a postura que teve o PSDB quando perdeu três eleições, se ele tivesse a postura de todo mundo que é democrático e que respeita as instituições, ele não estaria preso, poderia estar concorrendo agora às eleições. Mas ele tentou encurtar o caminho”, afirmou ainda. “Então, agora é o seguinte, deixa o Poder Legislativo se manifestar. Quando chegar na mesa do Poder Executivo, eu vou tomar minha decisão.”

Como mostrou a Folha de S.Paulo, colaboradores do presidente afirmam que a tendência é que Lula vete integralmente o projeto.

Candidatura de Flávio Bolsonaro
Na entrevista, Lula também minimizou a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), anunciada na semana passada.

“A gente não escolhe candidato, adversário. Vejo toda hora [Ronaldo] Caiado, Tarcísio [de Freitas], [Romeu] Zema, Ratinho [Jr.], Eduardo [Bolsonaro], Michelle [Bolsonaro]. Toda hora inventam um nome. Ou seja, quem inventa muito nome é porque não tem nenhum. Então eles estão em dúvida porque eles sabem de uma coisa: eles perderão as eleições em 2026. Eles perderão”, declarou.

Flávio chegou a dizer que teria um preço para desistir. Depois, em entrevista à Folha, recuou e afirmou que sua candidatura é irreversível.

O parlamentar viajou para São Paulo na última quinta-feira (4) para informar a decisão de Bolsonaro ao governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), antes do anúncio.

*ICL


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Política

Moraes determina perícia para avaliar necessidade de cirurgia de Bolsonaro

Intervenções cirúrgicas pedidas pela defesa demandariam a internação imediata com duração de 5 a 7 dias

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou nesta quinta-feira (11) que a Polícia Federal faça, em 15 dias, uma perícia médica para avaliar a necessidade de intervenção cirúrgica no ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que está preso em Brasília.

“No cumprimento do mandado de prisão, em 22.nov.2025, Jair Messias Bolsonaro foi submetido a exame médico-legal, ocasião em que não houve registro de qualquer condição médica que indicasse a necessidade de imediata intervenção cirúrgica”, disse o ministro em sua decisão.

“Nessa mesma data, determinei o recolhimento do preso na Superintendência Regional da Polícia Federal, no Distrito Federal, garantindo ‘a disponibilização de atendimento médico em tempo integral ao réu Jair Messias Bolsonaro, em regime de plantão’. Desde aquele momento, não houve nenhuma notícia de situação médica emergencial ocorrida com Jair Messias Bolsonaro”, acrescentou Moraes.

“Ressalte-se, ainda, que os exames médicos apresentados pela defesa não são atuais, sendo que o mais recente foi realizado há três meses, sem que à época os médicos tenham indicado necessidade de imediata intervenção cirúrgica.”

Os advogados de Bolsonaro pediram na última terça-feira (9) autorização para que ele deixe a Superintendência da Polícia Federal para passar por novos procedimentos de saúde.

No documento, a equipe de defesa voltou a afirmar que o ex-presidente tem um quadro de saúde delicado e passa por um estado de confusão mental que resultou na tentativa de violação da tornozeleira eletrônica detectada pela Polícia Federal.

A defesa reiterou ainda o pedido de concessão de prisão domiciliar humanitária. “Conforme informado pelo medico responsavel pelo tratamento do Peticionario, o ex-Presidente precisa passar por cirurgia tanto para tratamento do quadro de solucos, sequela das cirurgias ja registrada nos presente autos, como em razao da piora do diagnostico de hérnia inguinal unilateral, que tambem indica a necessidade de intervencao cirurgica”, dizem os advogados.

De acordo com relatórios médicos acrescentados ao pedido pela defesa, essas intervenções cirúrgicas demandariam a internação imediata com duração de 5 a 7 dias. “De fato, todos os novos documentos médicos que recentemente aportaram aos autos revelam significativa piora do quadro de saúde do peticionario, que antes ja demandava atencao.”


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Terrorismo bolsonarista versus Brasil

O país terá que se unir para varrer da vida nacioal a pior de todas as facções narcoterroristas que, claramente, tomou o Congresso de assalto a partir da figura de Jair Bolsonaro. Nisso, não há mais nada de político.

Hugo Motta, filhote do bolsonarismo, herdeiro de uma família de delinquentes, condenados e presos por roubo aos cofres públicos, não tem nada de fraco, bobo, ele é uma das figuras mais perigosas do mundo político.

Imaginar que uma das figuras centrais do que ocorreu nesta terça na Câmara dos Deputados, tem como maestro um corrupto contumaz, envolvido com milícias, que faz bundalelê na cara dos brasileiros, comprando mansão e expondo como troféu de corrupção, sem qualquer pudor, por confiar na impunidade, mesmo depois de uma série de escândalos, é um escárnio para o Brasil.
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O sujeito, falar em anistia com a dosimetria, num confronto com o STF, junto com sua gangue de bandidos no Congresso, é muito mais do que o banditismo comum, do CV ou do PCC, é a República sendo sequestrada por essa gente junto e misturada, que precisa de uma resposta urgente das ruas, para pôr fim no reinado terrorista de Jair Bolsonaro.

Tratar Bolsonaro como político e não como bandido terrorista, é um erro inacreditável.

A quantidade de brasileiros que esse sujeito matou por Covid, para negociar propina por dose de vacina, deveria lhe render uma prisão perpétua. Mas nada aconteceu com ele, assim como nos casos de corrupção de sua quadrilha familiar.

A tentativa terrorista de golpe de Estado e as consequências nefastas para o Brasil, produzidas por essa milicia, que se associa a qualquer facção criminosa sem ser de fato incomodada.

Bolsonaro está preso, cumprindo pena de 27 anos, o que é pouco pela ficha corrida do bandido. É na cadeia que ele tem que permanecer as quase três décadas, pois, do contrário, as mensagens que serão passadas para as próximas gerações, são a de que o crime mais do que compensa.

Não há nada que ponha fim nas práticas criminosas nesse país.


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Impossível! Projeto reduz pena, mas prisão em regime fechado só cai para 2 anos se Bolsonaro trabalhar e estudar

Eventual redução do tempo de prisão para o patamar esperado pela oposição dependerá da remição da pena

O novo parecer do projeto de lei de redução de penas para os condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023, protocolado nesta terça-feira (9) pelo deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP), pode diminuir o tempo de prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em regime fechado para 2 anos e 4 meses, segundo o relator e parlamentares de oposição.

A depender da interpretação, porém, o texto pode levar a uma redução menor, para algo entre 3 anos e 4 meses e 4 anos e 2 meses em regime fechado. Eventual redução para o patamar esperado pela oposição dependerá da remição da pena, ou seja, de Bolsonaro reduzir seu tempo preso por meio de trabalho ou estudo.

Com a condenação atual, o tempo em regime fechado é estimado entre 6 anos e 10 meses a pouco mais de 8 anos. Em dezembro, a Vara de Execução Penal estimou que o ex-presidente deve passar para o regime semiaberto em 23 de abril de 2033 — após quase 8 anos.

A proposta será votada nesta terça no plenário da Câmara dos Deputados, segundo o presidente Hugo Motta (Republicanos-PB). O parecer foi protocolado em seguida, após meses de negociação. A oposição desistiu de propor uma emenda ao projeto para anistiar de forma ampla e irrestrita todos os condenados pelos atos golpistas, em troca do apoio do centrão à redução de penas.

Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão pelo STF por cinco crimes, como líder da trama golpista. Outros sete réus foram condenados a penas que vão de 2 a 26 anos de reclusão. Além deles, centenas de pessoas foram punidas pelos atos do 8 de Janeiro.

O parecer protocolado por Paulinho unifica os crimes de abolição violenta do Estado democrático de Direito e de golpe de Estado, aplicando apenas a pena daquele que é maior. Com isso, no caso de Bolsonaro, seria descartado o crime de abolição violenta do Estado democrático de Direito (6 anos e 6 meses de prisão). Restariam ainda 20 anos e 9 meses de prisão.

A legislação prevê a possibilidade de progressão de regime, para que o condenado com bom comportamento possa migrar para o semiaberto ou aberto após um tempo. O projeto fixa que, nesses casos, o regime de progressão será após o cumprimento de um sexto da pena, não mais um quarto.

Com as mudanças feitas pelo projeto, a progressão ocorreria após 3 anos e cerca de 4 meses.

O relator, no entanto, diz que a redução será maior. “Dá mais de 3 anos, mas depois tem a remição de penas, e cai para 2 [anos e] 4 [meses”, disse Paulinho à Folha de S.Paulo, sem detalhar como ocorrerá. O projeto determina que a remição poderá ocorrer mesmo em regime domiciliar, o que atualmente não é permitido.

Advogados, no entanto, apontam que a redução pode ser menor, já que o texto pode ser interpretado de forma a ampliar a pena por golpe de Estado entre 1/6 e 2/3, a depender da interpretação do juiz — neste caso, o STF (Supremo Tribunal Federal).

Com isso, o tempo de prisão iria para algo entre 21 anos e 10 meses e 25 anos e 1 mês. Com a progressão, o regime fechado poderia chegar a 4 anos e 2 meses antes de Bolsonaro migrar para o semiaberto.

O projeto pode ter efeito maior sobre outros condenados pela trama golpista. Além de impedir a somatória das penas e o tempo para progressão de regime, o texto permite a redução das penas entre 1/3 e 2/3 quando os crimes forem praticados “em contexto de multidão”, como foi o caso das centenas de condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023, que depredaram as sedes dos três Poderes.

Para esta redução de penas, no entanto, o condenado ou réu não pode ter praticado ato de financiamento ou exercido papel de liderança para a tentativa de golpe de Estado.

Com a aprovação do projeto, o centrão afirma que ficará mais fácil de convencer Bolsonaro a apoiar a candidatura presidencial do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). Na sexta (5), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) se colocou como candidato, mas depois sinalizou que seu “preço” seria a aprovação da anistia. Em entrevista à Folha de S.Paulo, ele recuou e disse que sua candidatura é “irreversível”.

O projeto, caso aprovado pela Câmara, ainda precisa passar pelo Senado Federal e depois ter o aval do presidente Lula (PT), que pode vetá-lo. Deputados de esquerda se insurgiram contra a proposta e defenderão que o petista vete o texto.

*ICL


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