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PF determina que Eduardo Bolsonaro reassuma cargo de escrivão da corporação

DO informa ainda que “a ausência injustificada poderá ensejar a adoção das providências administrativas e disciplinares cabíveis”.

A Polícia Federal determinou que o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) reassuma as funções de escrivão da corporação. O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro perdeu o cargo de parlamentar no final de dezembro por excesso de faltas na Câmara.

O ato ordenando que Eduardo retome as atividades na delegação da Polícia Federal em Angra dos Reis (RJ) foi publicado no “Diário Oficial” da União desta sexta-feira (2), assinado pelo diretor de gestão de pessoas da PF substituto, Licinio Nunes de Moraes Netto.

A publicação informa ainda que “a ausência injustificada poderá ensejar a adoção das providências administrativas e disciplinares cabíveis”.

O filho de Bolsonaro assumiu seu primeiro mandato de deputado federal em 2015. Eduardo foi cassado por decisão da Mesa Diretora da Câmara em 18 de dezembro, no mesmo dia em que o órgão decretou a perda do mandato de Alexandre Ramagem (PL-RJ).

A Constituição estabelece em seu artigo 55 que perderá o mandato o deputado ou o senador que faltar a um terço das sessões ordinárias do ano, salvo licença ou missão oficial. Segundo o presidente da Câmara, Hugo Motta (Repubilcanos-PB), Eduardo ultrapassou essa marca.

Em setembro, Motta chegou a barrar uma manobra do PL para driblar as faltas de Eduardo. O deputado foi indicado líder da minoria, já que os líderes não precisam justificar suas ausências, mas a designação não foi aceita pelo presidente da Casa.

Eduardo viajou para os EUA em março, de onde comandou uma campanha para que o presidente americano, Donald Trump, determinasse punições a autoridades brasileiras, além de ter articulado o tarifaço contra produtos brasileiros, com o objetivo de livrar o pai da prisão.

Ele diz que viajou ao exterior por sofrer perseguição no Brasil. Por causa da sua atuação no exterior, Eduardo se tornou réu no STF sob acusação de coação.

Apesar do esforço do filho, Bolsonaro foi condenado pelo Supremo a 27 anos e 3 meses de prisão por participação na trama golpista e está preso na sede da PF em Brasília.

Além do mais, os EUA retiraram as sanções da Lei Magnitsky aplicadas contra o ministro Alexandre de Moraes, o que também enfraqueceu a posição política do deputado.

*ICL


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O projeto político da direita pra 2026 é acabar com as sandálias havaianas. Agora vai!

Assim como no século passado o lema era acabar com as saúvas, o lema da direita para 2026 é, ou o Brasil acaba com as havaianas ou as havaianas acabam com o Brasil.

Na verdade, essa imagem mostra que Eduardo Bolsonaro foi nocauteado pelas havaianas depois de prometer que acabaria com o Brasil se o pai não fosse anistiado, usando a Lei Magnistky contra Moraes e esposa, tarifas sobre tarifas e até bombardeio aéreo.

Terminar assim, mordendo sandálias na fila do pão na padaria em frente à Casa Banca, é muita humilhação.

Esse filho multiuso de Bolsonaro foi reduzido à condição abaixo de pé de chinelo. Para quem arrotava, junto com o meia-sola, Figueiredo, explodir o Brasil, mostrou um conteúdo atômico de 000001%.

Nulo, tosco, burro, chega agora com essaq nova embalagem, sandálias havaianas nas mãos como o grande projeto para acabar com a esquerda.

Isso é fruto de uma estupidez 100% pura, de rápida absorção no mundo animal do bolsonarismo.

Ou seja, a performance do candidato da direita, certamente um Bolsonaro qualquer, chegará a esse nível de cognição mental e atlética.


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O suicídio coletivo dos pilantras do Congresso

Minha fala, na verdade, não se limita à cloaca do Congresso, mas dessa direita super reacionária como um todo.

É a própria encarnação de Bolsonaro, que não tem nada de ideológico, mas de oportunismo, de uma estupidez infinita, de uma gente chucra, de um proviancianismo medieval que não faz questão de adoçar suas limitações cognitivas.

Baseado na cartilha de Eduardo Bolsonaro, que tentou criar uma suposta direita consevadora que, segundo ele, bate de frente com o sistema, termo usado genericamente para definir uma corrente que, na realidade, não passa de uma abstração enviesada até para os conceitos mais rudimentares do capitalismo.

Ou seja, esse lodo fétido, produzido por acúmulo de dejetos mentais, fala-se em religição e se pratica o oposto; quando se grita contra a corrupção, sendo eles os piores corruptos, não é exatamente uma nova forma de vigarice, é algo que mistura cocô com água, o submundo dos bueiros e que, hoje, não rende mais nada, pois trata-se de um terreno cada vez mais ressecado depois que perderam o poder.

Para piorar, essa manada de idiotas resolveu lavar roupa com as próprias merdas que produz, e a esquerda está sabendo, como nunca, aproveitar-se da delinquência, da iniquidade intelectual de uma gente que não chuta nem para onde o nariz aponta, tal o nível de baixeza moral e intelectual.

Não bastasse as lambanças criminosas que estão sendo reveladas pela Polícia Federal, essa mesma falange de estúpidos, inacreditavelmente, caiu na tentação de debater publicamente com gente extremamente preparada da esquerda, que está metralhando sem dó o pasto inteiro de jumentos que não param de passar vergonha nos podcasts, seja como Jones Manoel, Breno Altman e, mais recentemente, no podcast Três Irmãos, Glauber Braga e Sâmia Bomfim, que tratoraram Paulo Bilynkyj e Eduardo Bolsonaro.

A coisa é típica de masoquistas que, diante das câmeras e redes sociais produzem um autoflagelo que, além da própria mutilação política, provoca uma implosão irreversível no universo dos ogros, independente de ter ou não mandato, de ser ou não “jornalista” de uma mídia de aluguel terceirizada para cumprir um papel de ataques ao governo, mas que, na prática, acaba se transformando num grande aliado de quem eles imaginam que podem destruir.

Esse é um bom exemplo de quem toma veneno para matar o outro.

Mas a coisa não para aí, pois além de virar números no calendário da vida policial do país, essa direita, que se classifica como conservadora, não faz outra coisa que não seja afundar a cada dia em seu próprio lamaçal.

A Lava Jato, que nos bastidores, prometia a destruição do PT, acabou por dinamitar a direita demotucana e promover esse troço, liderado por Bolsonaro que se encontra depalperado rumo ao umbral do umbral, onde o inferno está três degraus acima.

Seguindo essa pegada, não haverá candidato saído do ninho de ratos e baratas.


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Vídeos: Glauber Braga esculacha Eduardo Bolsonaro sobre prisão do seu pai

No momento em que o deputado cassado tentou defender tratamento mais duro pra bandidos, ouviu o que quis e o que não quis.

Opodcast 3 Irmãos promoveu um debate neste sábado (21), entre o deputado cassado e foragido nos EUA, Eduardo Bolsonaro (PL) e o deputado federal Paulo Bilynskyj (PL), os dois de extrema direita, contra os deputados federais Glauber Braga e Sâmia Bomfim, os dois do PSOL.

Durante os debates, Eduardo Bolsonaro tentou defender tratamento mais duro para bandidos.

“Eu não quero saber se bandido levado pra delegacia de polícia, se ele foi bem tratado, se ele teve cafezinho e água fresca não. É por isso que os números de homicídios no Brasil são altos. Porque existe uma impunidade. O cara faz e acontece e não vai preso. A gente tá aqui defendendo o óbvio”, afirmou.

Cafuné
Glauber Braga, então, respondeu: “eu não estou preocupado se o seu pai vai receber cafezinho ou cafuné na unidade prisional em que se encontra. Eu tô preocupado sim, se uma audiência de custódia serve para que prisões ilegais sejam revistas. Porque tem gente como você que não prima por fazer aquilo que seja correto”, afirmou. Forum.

Veja outro trecho da fala de Glauber Braga, postado por ele próprio:


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Câmara dos Deputados cassa mandatos de Eduardo Bolsonaro e Ramagem

Eduardo é o primeiro Bolsonaro a ter mandato cassado no Congresso Nacional

A Mesa Diretora da Câmara dos Deputados declarou a perda de mandato dos deputados federais Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e Alexandre Ramagem (PL-RJ) nesta quinta-feira. A cassação se deu por maioria da mesa e a decisão foi assinada pelo presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), e por outros quatro integrantes da cúpula. Altineu Côrtes (PL-RJ), vice-presidente da Câmara, foi contra a cassação.

Em março deste ano, Eduardo Bolsonaro pediu licença do mandato por 120 dias e foi morar no Texas, também nos EUA, com a família. Ele alegou perseguição política. Desde o dia 20 de julho, quando a licença terminou, o deputado não comparece às sessões. Com a perda do mandato por falta às sessões, Eduardo pode voltar a se candidatar na eleição de 2026.

No entanto, o filho de Jair Bolsonaro é réu no STF pelo crime de coação. Em setembro, ele foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) no inquérito que apurou a atuação do parlamentar junto às autoridades estadunidenses para fazer pressão sobre o julgamento que condenou seu pai por tentativa de golpe de Estado. Se for condenado pelo STF, Eduardo não ficará elegível para a eleição no ano que vem.

Ramagem foi condenado pelo STF por seu envolvimento na tentativa de golpe de estado a 16 anos de prisão. Ele foi para os EUA em setembro e é considerado foragido da justiça brasileira. No STF, Ramagem foi acusado de usar seu cargo como diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência e a instituição para alimentar a trama golpista e espionar adversários de Bolsonaro. Com a condenação, ele também perde os direitos políticos por oito anos.

*Juliana Dal Piva e Cleber Lourneço/ICL


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Eduardo Bolsonaro vira chacota após EUA retirarem sanções de Moraes: “Pateta”

O deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) foi alvo de piadas durante um evento realizado em São Paulo, na sexta-feira (12), poucas horas após o governo do presidente Donald Trump retirar o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes da aplicação da Lei Magnitsky. Com informações da coluna de Igor Gadelha, no Metrópoles.

Segundo relatos, o parlamentar virou assunto em rodas de conversa durante a inauguração do canal de notícias “SBT News”. Empresários e ministros presentes no evento comentaram a atuação de Eduardo junto a autoridades dos Estados Unidos em defesa de sanções contra integrantes do Judiciário brasileiro.

Em uma das conversas, Eduardo chegou a ser chamado de “pateta”. Um ministro do governo Lula afirmou, em tom de brincadeira, que o próximo passo do governo Trump poderia ser a “deportação” do deputado.

O evento reuniu o presidente Lula e diversos ministros do governo federal. O ministro Alexandre de Moraes também participou da cerimônia, assim como o ministro Gilmar Mendes, atual decano do Supremo Tribunal Federal.

Horas antes do evento, o governo dos Estados Unidos havia confirmado a retirada de Moraes da lista da Lei Magnitsky. A medida encerrou a possibilidade de sanções contra o ministro do STF, tema que vinha sendo defendido publicamente por Eduardo Bolsonaro junto a autoridades norte-americanas.

Após a decisão, Eduardo afirmou receber com “pesar” a notícia da revogação e declarou que o Brasil teria perdido a chance de enfrentar seus “problemas estruturais”. As declarações foram feitas pelo deputado ainda na sexta-feira, após a confirmação da decisão do governo dos EUA.

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Vídeo: Eduardo Bolsonaro desvirtua Muro das Lamentações e deixa bilhete inusitado

Filho do ex-presidente condenado foi a Jerusalém e usou o local sagrado para os judeus como “quadro de avisos”

Em mais um episódio que mistura performance política e constrangimento internacional, o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que está em Israel, decidiu transformar o Muro das Lamentações, em Jerusalém, um dos locais mais sagrados do judaísmo, em palco para um pedido pessoal: “Solta o Bolsonaro”.

O bilhete, deixado nas fendas do muro nesta quinta-feira (4) e exibido em vídeo, virou motivo de críticas por reduzir um espaço de oração e memória histórica a um post-it político.

O Muro das Lamentações — último vestígio do Segundo Templo e destino de peregrinação de judeus de todo o mundo — é tradicionalmente usado por fiéis para deixar orações, pedidos de saúde, paz e proteção. A escolha de Eduardo de utilizá-lo como instrumento de pressão pela libertação de Jair Bolsonaro foi vista como desrespeitosa e, para muitos, caricata, especialmente pela total desconexão entre o simbolismo do local e a agenda familiar do deputado.

O gesto surge após quase um ano em que Eduardo Bolsonaro passou a viver nos Estados Unidos, em um lobby junto a integrantes do governo de Donald Trump que visa coagir o judiciário e governo brasileiro para livrar seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, da prisão. De acordo com a Forum, a ofensiva, no entanto, não produziu qualquer resultado concreto: Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado, já começou a cumprir pena em regime fechado e os governos do EUA e Brasil já iniciaram uma reaproximação.

Eduardo e criminoso de guerra
O ainda deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) segue colecionando vexames pelo mundo. Em visita a Israel, o filho do ex-presidente condenado se reuniu com Yuval Vagdani, soldado que fugiu do Brasil, em janeiro de 2025, após a Justiça Federal determinar investigação da Polícia Federal (PF) contra ele por crimes de guerra cometidos contra palestinos em Gaza.

Segundo publicação do militar das Forças de Defesa de Israel (FDI), os dois conversaram, trocaram presentes e discutiram sobre o povo israelense.

No início do ano, documentos apresentados pela Fundação Hind Rajab (HRF) incluíram vídeos, dados de geolocalização e mensagens postadas pelo soldado nas redes sociais. Em uma delas, Vagdani teria escrito: “Que possamos continuar destruindo e esmagando este lugar imundo sem pausa, até os seus alicerces”.

Em nota, à época, o governo israelense criticou a ação judicial brasileira, acusando a HRF de explorar “de forma cínica os sistemas legais para fomentar uma narrativa anti-Israel”. A entidade atua denunciando crimes contra a humanidade, crimes de guerra e violações de direitos humanos praticados na Palestina.

Entre as acusações, o militar das FDI foi apontado como tendo participado da demolição de um quarteirão residencial em Gaza, que servia como abrigo para palestinos deslocados durante o genocídio provocado por Israel. O caso configuraria crime de guerra.

A solicitação para que Vagdani fosse investigado quando ele estava no Brasil se baseou no Estatuto de Roma, do qual o Brasil é signatário, e que criou o Tribunal Pena Internacional (TPI).

Porém, com ajuda da embaixada israelense no Brasil e do Mossad, o serviço secreto de Israel, o soldado fugiu do Brasil antes que qualquer providência fosse tomada pela PF. Ele estava na Bahia, de férias, e viajou rapidamente para a Argentina, onde foi recebido pela representação diplomática de seu país e enviado para Israel.


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Eduardo Bolsonaro está vendendo bucho como filé mignon; Tarcísio de Freitas está comprando

Os antigos bolsonaristas, a maioria do Centrão, está usando antialérgicos contra a associação de suas imagens à de Bolsonaro., já que o nome do covarde tem provocado coceira, urticários, espirros e corisa na vida real da política brasileira pela direita fisiologista, que sempre viveu de oportunismos.

Associar-se hoje a Bolsonaro, ainda tem um efeito positivo que age por 24 horas, a partir daí, é só lenha.

No Brasil, qualquer adulto acima de 12 anos, sabe que o nome de Bolsonaro se transformou em laxante. Ou seja, seu uso oral é contraindicado, por ser diarréico e trazer o maior risco possível de detonar a campanha de quem se associa a ele.

Pois bem, Tarcísio de Freitas, que não tem vida própria, vem procurando socorro nas barras da saia de um Bolsonaro em estado acelerado de putrefação após sua prisão.

Isso é um sintoma de quem não tem conteúdo para apresentar como plataforma política e, por isso, busca na imagem de Bolsonaro uma embalagem desgastada, reusada, que liga Tarcísio imediatamente ao fundo do poço.

É necessário lembrar que existem duas medidas diametralmente opostas sobre o capital político de Bolsonaro, a que mantinha quando ele detinha o poder em que construiu um grupo profissional nas redes e na mídia para produzir uma espécie de indústria do bolsonarismo, com bilhões de recursos estatais, mas também de quem, sobretudo dentro do agronegócio, obteve vantagens absolutamente ilegais em seu governo..

Atualizada, hoje, essa bula de Bolsonaro está em branco e, conforme o passar dos dias, sua condenaçao e prsão definitiva, menos reações se vê no mundo virtual ou real a seu favor.

Em outas palavras, Bolsonaro sumiu da boca dos bolsonaristas, fazendo desaparecer com ele da vida nacional.

Então, vem a pergunta, quanto tempo o clã Bolsonaro pode tentar vender esse bucho como filé mignon político?

Não pode. Estão blefando no rótulo um conteúdo que eles não têm.

Associar-se a Bolsnaro, como insiste Tarcísio de Freitas, não há remédio para nenhum candidato, pricipalmente para quem almeja ser presidente dq República.

A palavra Bolsonaro, hoje, é um entulho volumoso como uma barricada intransponível.

O Bolsonaro, que Eduardo e os irmãos estão vendendo, não vencerina nem o macaco Tião, em quem Eduardo disse que votaria contra qualquer candidato que não seja seu pai, inclusive o Tarcísio.


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Tarcísio samba na tumba de Bolsonaro

Era uma vez um coveiro feliz em “defender” o falecido que ajudou a enterrar.

Comemorando com os mais sinceros pêsames macabros, Tarcísio de Freitas, a ratazana mais atacada por Carlos e Eduardo Bolsonaro sapecou nas redes sua consternação as avessas que formigava dentro da alma do traída: “Jair Bolsonaro tem enfrentado todos os ataques e todas as injustiças com a firmeza e a coragem de poucos.

Tirar um homem de 70 anos da sua casa, desconsiderando seu grave estado de saúde e ignorando todos os apelos provenientes das mais diversas fontes, todos os laudos médicos e evidências, além de irresponsável, atenta contra o princípio da dignidade humana. Bolsonaro é inocente e o tempo mostrará. Seguimos firmes ao seu lado e lutaremos para que essa injustiça seja reparada o quanto antes.”

Lógico que o sujeito estava comemorando o encarceramento de Bolsonaro que abre as portas pra Tarcisio se candidatar a presidência da república em seu lugar.

Mas sabe comequeé?

Tem que fazer cara de cera, manifestar seus pêsames e escrever outra platitudes para laçar bolsonaristas distraídos.

O problema que Tarcisio não consegue disfarçar o espírito letal em que se encontra em comemoração a retirada de Bolsonaro do jogo presidencial.

Haja arruda e sal grosso pra lidar com o olho gordo de Tarcisio!


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Por unanimidade, Eduardo Bolsonaro vira réu

Ações do parlamentar tiveram o intuito de gerar instabilidade institucional e social, por meio da aplicação de sanções

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu por unanimidade receber a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), acusado de coação no curso do processo. O caso, que tramita no Inquérito (INQ) 4995, está sendo analisado em sessão virtual iniciada às 11h desta sexta-feira (14) e que se estende até as 23h59 do dia 25/11.

A denúncia tem como base declarações públicas e publicações em redes sociais nas quais o parlamentar afirma atuar para que o governo dos Estados Unidos imponha sanções a ministros do STF, e a membros da PGR e da Polícia Federal, por alegada perseguição política contra ele e seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Segundo o relator, ministro Alexandre de Moraes, nesta etapa inicial há elementos que apontam tanto para a ocorrência do crime quanto para a autoria das condutas atribuídas a Eduardo Bolsonaro. Moraes destaca que a PGR apresentou, de forma adequada, a narrativa dos fatos e de suas circunstâncias, garantindo ao acusado pleno conhecimento dos motivos que sustentam a denúncia por coação no curso do processo. Esse detalhamento, segundo o ministro, assegura o exercício do contraditório e da ampla defesa.

Eduardo
Paulo Gonet, procurador-geral da República
Eduardo Bolsonaro agiu para gerar instabilidade institucional
Para o relator, a denúncia expõe de maneira precisa as ações do parlamentar, indicando que elas teriam o intuito de gerar instabilidade institucional e social, por meio da aplicação de sanções contra autoridades brasileiras e de potenciais prejuízos econômicos ao país. A finalidade seria pressionar os ministros do STF a decidirem favoravelmente ao ex-presidente Jair Bolsonaro na Ação Penal 2668, o que, segundo Moraes, configuraria afronta ao devido processo legal. O ministro ressaltou que tais manifestações ficaram amplamente registradas nas redes sociais do deputado.

Ainda conforme Alexandre de Moraes, a grave ameaça — elemento essencial do crime de coação — se materializou na articulação e na busca por sanções do governo dos Estados Unidos, que incluíam tarifas sobre exportações brasileiras, suspensão de vistos de entrada de autoridades nacionais e a aplicação de medidas previstas na Lei Magnitsky, que impõe restrições financeiras e comerciais, inclusive contra o próprio relator.

O ministro também destacou que o objetivo de defender interesses pessoais ficou evidente na tentativa de Eduardo Bolsonaro de criar um ambiente de intimidação sobre as autoridades responsáveis pelo julgamento de seu pai.

O voto do relator foi acompanhado pela ministra Cármen Lúcia e pelos ministros Flávio Dino e Cristiano Zanin.


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