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Em clara campanha para Flavio Bolsonaro, Folha tenta ofuscar o brilho de Lula no golaço que marcou na Casa Branca

Enquanto Flavio e o, também bolsonarista, Tarcísio sentem o calo do Banco Master apertar, via Ciro Nogueira, a Folha, em editorial provinciano, copiando a obra do bolsonarismo nas redes, tenta fazer tdo encontro de Lula com Trump algo banal.

Nada de novo no front. Todas as vezes que esse povo dos jornalões abre a boca, nunca é para demonstrar que se importa com o povo, numa suprema distinção em relação ao tratamento aos ricos, ptincipalmente os banqueiros.

Mas incorrer na comiserada prática de garçom dos EUA no Brasil, é de um primitivismo que precisa ser destacado.

Sim, porque nada imbecilizou mais parte do povo brasileiro, durante décadas, do que o martelete midiático.

É impressionante como essa gente opera para tentar manipular a opinião pública sem o menor respeito com os próprios leitores desse panfleto reacionário.

Que fique o registro sublinhado que o bolsonarismo não é fruto de Bolsonaro, pelo menos não o mais tapado, mas da idiotização promovida por uma imprensa que não tem o menor problema em operar dez degraus abaixo da crítica, quando não do esgoto.


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Sem uma palavra crítica a Alcolumbre, mídia ataca Lula confessando-se derrotada por ele no primeiro turno

Lula está em 48,6 a 48,7% dos votos válidos, segundo a mais recente pesquisa CNT/MDA, afirmando que Lula está a 1,3 ou 1,4 ponto percentual de liquidar a eleição já no dia 2 de outubro, primeiro tuno.

A coisa é tão séria que simplesmente a mídia hegemônica, com toda a liberdade de imprensa, omitiu vergonhosamente essa pesquisa do instituto que mais acertou em 2022.

Isso é de uma violência manipuladora que jamais estaria no menu de uma imprensa séria. Dar resultados de pesquisas eleitorais que agradam à mídia, é muita canalhice, mas também explica o apoio à quadrilha Bolsonaro ligada ao bando que está sendo defenestrado pelo  governador interino do Rio de janeiro, Ricardo Couto, que mistura milícia com tráfico, com escritório do crime, contravenção de toda ordem que a política carioca, berço do bolsonarismo e por isso dominado pelo clã, é escancarada.

Então, O Globo, por exemplo, o maior jornalão em circulação no país, não por acaso com sede no Rio de Janerio, fala em revés de Lula, em derrota de Lula ou qualquer coisa negativa de Lula, o que nos faz lembrar as matérias desse mesmo periódico em prol de Collor, contra Lula, mas sobretudo contra o povo, principalmente quando o caçador de marajás caçou as contas correntes e as poupanças do povo brasileiro com três dias de páginas inteiras de exaltação dos Marinho ao “feito” de Collor.

É sobre isso que falamos, assim como o powerpoint de Andreia Sadi e as falácias da lavajatista, Malu Gaspar, sem falar em Merval Pereira, porque este, não tem graça.

Na verdade, Grupo Globo, Folha, Estadão, em defesa da agiotagem nacional, está naquela cruzada de todos ou tudo contra Lula, porque não têm a coragem de dizer o fato concreto, são todos contra os trabalhadores, os pobres e os miseráveis.

Na realidade, essa gente só está contra Lula, ou seja, contra o povo, isso a cinco meses da eleição. Imagina quando estiver a uma semana o que essa gente sapecará nos jornalões contra o presidente da República para que não exerça o seu quarto mandato.


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A mídia e o segredo da invenção

A rota mais fácil para o paraiso da manipulação são os cortes e recortes dos fatos.

Com a chegada da inteligência artificial, a mídia estrutura seus textos com altos percentuais de termos e adjetivos que se travestem de análise para marcar, com certos tipos de frases, a estrutura clássica da dominação emocional.

Os modelos de liguagens reproduzem muito bem exatamente esse padrão para ter o mínimo de probalidade de uma palavra ou expressão ser mal interpretada contra os hábeis manipuladores da mídia.

Ou seja, toda a formulação de uma matéria passa por um filtro para ter a precisão cirúrgica que atinja o alvo. Soma-se a isso os motivos centenários dessa forma de escrita por encomenda para servir como mercadoria política em prol das classes dominantes.

No Brasil, a imprensa industrial, sobretudo das Organizações Globo, não se furta a usar todos os procedimentos para proteger seus objetivos e entregar a mercadoria pronta aos patrões, que são a sua rica clientela.

Esse é o padrão Globo de jornalismo, seguido pelo Estadão, Folha, Veja e congêneres.

Digo isso para alertar que, mais uma vez, a mídia de cartas marcadas seguirá sendo a mais agressiva, a mais extremista, despudorada e raivosa direita nacional. E será ela, como já está fazendo, quem tentará a todo custo convencer o eleitorado a repudiar a reeleição de Lula, seja com entrevistas combinadas com candidatos de direita, economistas de direita dos mais pândegos, para vender uma direita romanceada de moderada, enquanto pintam Lula como o diabo em forma de presidente.

Essa turma que está se estapeando entre si no campo da direita, tentando subir no pódium dos que odeiam o PT e seus candidatos, é titica perto da campanha que está estourando contra Lula na grande mídia, ao mesmo tempo em que tenta catapultar a candidatura de Flavio Bolsonaro.

A quebra de sigilo de Lulinha não encontrou qualquer ligação dele com o careca do INSS. Assim, uma mudança de rumo para atingir o objetico de atacar Lula, será feita e a charanga que usa o martelete contra o presidente durante 24 horas nos jornalões e TVs da grande mídia, seguirá apontando o dedo para um outro recorte para que os olhos da ´população fiquem parados, pensativos e imaginativos.

Essa mídia costureirazinha viverá, até a eleição deste ano, de tentativas sabidas de manipulações de sentimentos coletivos de forma pirata em busca do triunfo da direita que, consequentemente, busca, na prática, o fracasso da campanha de Lula.

Simples assim.

Que a campanha de Lula se prepare para a guerra da mídia que plantará todo santo dia uma semente de ódio contra a reeleição do presidente da República.


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Folha teve acesso a anotações de Flávio Bolsonaro sobre candidatos nos estados

Ele afirma que um candidato está pedindo R$ 15 milhões pra desistir; outra anotação é sobre uma provável troca do vice de Tarcísio, Felício Ramuth, indicado por uma seta com um “$”

Anotações feitas à mão durante uma reunião da cúpula do Partido Liberal (PL), realizada nesta terça-feira (24), revelam estratégias eleitorais, preferências internas e avaliações reservadas sobre possíveis candidatos nas eleições deste ano. O encontro contou com a presença do pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e de dirigentes nacionais da legenda.

O documento, intitulado “situação nos estados”, foi obtido pela Folha e reúne uma lista impressa de nomes com observações manuscritas. O jornal afirma não ser possível identificar quem fez as anotações. Segundo relatos, além de Flávio, estavam na sala o presidente do partido, Valdemar Costa Neto, o senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha do senador, além de outros integrantes da cúpula. Entre as anotações, no entanto, uma delas referente ao vice-governador de Minas Gerais, Mateus Simões (Novo), que disputará o governo, está escrita a frase “me puxa para baixo”, indicando o único interlocutor que poderia falar na primeira pessoa dentro daquela sala.

Nesta quarta-feira (25), Flávio admitiu ser o autor das anotações.

No topo da primeira página aparece a orientação “ligar Tarcísio”, referência ao governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que disputará a reeleição.

São Paulo: tensão na vice e disputa ao Senado
As anotações indicam preocupação com a escolha do vice na chapa paulista. O atual vice-governador, Felício Ramuth (PSD), nome preferido de Tarcísio, aparece ligado por uma seta ao símbolo “$”. Ramuth é alvo de investigação por suspeita de lavagem de dinheiro, acusação que nega.

Logo abaixo, surge a hipótese “André do Prado vice?”, em referência ao presidente da Assembleia Legislativa paulista, filiado ao PL e interessado na vaga.

Para o Senado em São Paulo, o deputado Guilherme Derrite (PP) é apontado como nome certo na chapa bolsonarista. A segunda vaga, a ser indicada pelo PL, segue indefinida. Entre os cotados aparecem, nesta ordem: Renato Bolsonaro, Mario Frias, Eduardo Bolsonaro, Coronel Mello Araújo e Marco Feliciano.

Minas Gerais: descrença e busca por alternativa
Em Minas, o vice-governador Mateus Simões (Novo), que disputará o governo, conforme dito acima, recebe a anotação “me puxa para baixo”, indicando ceticismo interno. O documento observa que, caso ele confirme candidatura, os senadores Rodrigo Pacheco (PSD-MG) e Cleitinho (Republicanos-MG) também devem entrar na disputa.

O PL avalia lançar Flávio Roscoe, presidente da Fiemg, ao governo mineiro. Ao lado do nome há a anotação “conversa com Nikolas”, referência ao deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), que chegou a ser cotado, mas resiste à candidatura ao Executivo.

Para o Senado, aparecem os nomes de Carlos Viana, Marcelo Aro, Eros Biondini e Domingos Sávio. Apenas Viana e Sávio têm marcações de endosso.

Nordeste e Centro-Oeste: alianças e impasses
Em Alagoas, são citados o prefeito de Maceió, JHC (PL), e o deputado Alfredo Gaspar (União Brasil). Ao lado de JHC, há a observação de que é preciso conversar com ele até 15 de março. Já Gaspar é descrito como “único que pedirá voto para mim”. Para o Senado, surge a indicação “Arthur (JB)”, em referência ao deputado Arthur Lira (PP-AL), possível apoiado do ex-presidente Jair Bolsonaro.

No Distrito Federal, o documento aponta impasse. A composição previa Celina Leão (PP) ao governo, com Michelle Bolsonaro e Bia Kicis ao Senado. Mas uma anotação afirma que, se Ibaneis Rocha (MDB) disputar o Senado, “não dá para oficializar com Celina”, indicando dificuldade para acomodar duas candidatas do PL.

No Mato Grosso do Sul, o governador Eduardo Riedel (PP) deve receber apoio do PL. Para o Senado, aparecem Reinaldo Azambuja e Capitão Contar, este último com a observação “recall/melhor nas pesquisas”.

Já o deputado Marcos Pollon (PL-MS) é citado com a anotação: “pediu 15 mi para não ser candidato”. Procurado, Pollon negou a informação e classificou o registro como “campanha de assassinato de reputação”.

Outras articulações
Na Bahia, o foco é costurar aliança com ACM Neto (União Brasil). No Ceará, o plano é integrar a chapa de Ciro Gomes (PSDB). No Piauí, aparece como opção de apoio ao Senado o senador Ciro Nogueira (PP).

Na Paraíba, o senador Efraim Filho (União Brasil) deve se filiar ao PL para disputar o governo, enquanto o ex-ministro Marcelo Queiroga é cotado ao Senado.

No Paraná, o plano é apoiar Filipe Barros ao Senado, evitando dividir votos com outros nomes como Cristina Graeml. Segundo a Forum, rascunho menciona ainda Deltan Dallagnol como favorito nas pesquisas, associado ao governador Ratinho Júnior (PSD).

O Rio Grande do Sul aparece como “ok”, com Zucco ao governo e Sanderson e Marcel Van Hattem ao Senado. O ex-ministro Onyx Lorenzoni é citado para possível composição como vice.

Em Goiás, são mencionados Daniel Vilela e Wilder Moraes ao governo, além de Gustavo Gayer e Gracinha Caiado ao Senado.

No Mato Grosso, o senador Wellington Fagundes é descrito como “primeiro lugar nas pesquisas” ao governo. Já Janaina Riva aparece como nome certo ao Senado “de qualquer jeito”.

Em Santa Catarina, o senador Esperidião Amin foi preterido na chapa ao Senado, que terá Carlos Bolsonaro e Caroline de Toni, por determinação de Jair Bolsonaro — no rascunho, o nome de Amin aparece riscado.

O documento é descrito por interlocutores como um “brainstorm” interno. As anotações apontam para um retrato cru das negociações e tensões regionais do PL meses antes do registro oficial das candidaturas, previsto para agosto.


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Folha usa conceito de economista de birosca para vender terrorismo contra o governo Lula

No Brasil, todos já sabem, a melhor informação que se pode obter sobre qualquer assunto, é não se informar pela mídia industrial.

A impressão que dá é que se está no mesmo ano há décadas. A escola midiática, no Brasil, simplesmenyte não consegue produzir um único artigo minimamente original, é tudo aquela mesma presepada em dó maior, a de que o apêndice da economia brasileira depende de transformar o Estado em um Estadinho, num puxadinho dos interesses toscos de uma oligarquia de trotões.

Ninguém sabe explicar de onde vem tanta limitação intelectual, acompanhada de um sentimento antinacional. que é parte decisiva da cultura dessa goma que concentra o dinheiro grosso.

E essa gente investe contra o Brasil de uma forma inacreditável.

Com o artigo da Folha de hoje, não foi diferente, vendendo um horizonte cinza para a economia brasileira, mesmo diante de índices tão favoráveis na atual data.

O que isso revela, é assombroso, pois a mídia brasileira nunca esteve em busca de soluções para o desenvolvimento da economia, ao contrário, sempre fantasiou problemas a partir de seus interesses, que são os próprios interesses das classes dominantes, como se vivêssemos à sombra do poder oculto do capitalismo.

Se FHC, adorado até hoje pela mídia, quebrou o Brasil quatro vezes em oito anos, Lula salvou o país já no seu primeiro mandato e, agora, faz o mesmo depois dos desastrosos governos golpistas de Temer e Bolsonaro, criando um processo extremamente virtuoso, mesmo enfrentando um processo controlador dos “donos da terra” contra qualquer proposta de melhoria de vida do povo brasileiro.

Por isso, aqui, repete-se sempre, o óleo combustível da direita é o ódio contra a esquerda, contra os trabalhores, contra os pretos, contra os pobres, porque sempre esses pobres diabos coloniais se incomodaram com a felicidade da população a partir do bem público.

Para essa gente, falar em prosperidade do povo, é insulto, principalmente se as formas de democrccia contemplarem quem de fato salva o Brasil rumo à prosperidade.

É uma mentalidade que parece não ter solução e que jamais será resolvida. Na direita, não existe uma proposta que se oponha à da esquerda, sequer a uma simples resposta de cortesia ou até um simples não a quem apresenta um projeto de país. A solução é como a da Folha de hoje, um enigma, um bicho-papão, uma necessidade de jogar o país num baixo astral para servir a uma plutocracia para fazer os brasileiros de bonecos nas mãos do poder oculto.

A verdade é que a direita nunca esteve atrás de qualquer solução e continuará eternamente sem resposta para o desenvolvimento brasileiro. Eles, da direita, não querem um governo que intervenha a favor do povo, dos pobres, dos grupos deserdados, particularmente pelo Brasil dos negócios.

Ou seja, nessas assombrações criadas pela Folha, há os interessados em propagar na opinião pública que o governo não deve hospedar em sua generosa capacidade de mudar a realiade do povo, o próprio povo, seja falando de café, seja falando de petróleo, a resposta dos economistas de birosca, que escrevem ou falam sob encomenda para a  grande mídia, ofercem sempre o mesmo caminho da riqueza para os ricos e, da forca, para o resto da nação.


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Política

Ao falar sobre sua trama golpista na Folha, Bolsonaro confessa que apertou, acendeu, mas não fumou

Que tal o próprio criminoso adicionar contra si umas coisinhas a mais na variedade de crimes da qual foi acusado pela PGR?

Pois foi isso que essa besta fez em entrevista concedida à Folha.

Tem gente que diz que Bolsonaro tem um parafuso a menos, pois eu acho que nem parafuso o animal tem. Foi montado na base do durepoxi. Isso se não tiver sido feito na farinha com saliva ou bosta.

Vai ser burro assim lá na casa do c…!

O sujeito diz que tentou impor Estado de sítio, ou seja, golpe de Estado com o comando das Forças Armadas.

E seguiu afirmando que “só chegou” até aí.

Ele não disse que só um comandante das tropas aceitou dar o golpe, como acusa a PGR

Dizem os linguarudos que os seus advogados infartaram na hora em que o estúpido confessou isso.

E exclamaram, está morto!

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Política

Não há qualquer incoerência no fato da Folha defender Bolsonaro, ela apoiou o golpe militar de 1964

A Folha só está adicionando mais um capítulo trágico na sua história carregada de absurdos.

Ainda hoje ela sapecou, em garrafais, a manchete: “Ameaça de Moraes a Cid abre brecha para contestar delação que implicou Bolsonaro”

A Folha jura estar em outro país, que nunca teve Lava Jato e que não trabalhou pesadamente para assar as batatas de Lula na base da covardia jurídica .

Quem se esquece da “ditabranda” que a Folha usou para atacar Dilma, presa e torturada por Brilhante Ustra e cia?

Esse jornalão reacionário, hoje, ainda está pior porque é bem mais banco do que jornal.

Na gestão Paulo Guedes/Bolsonaro, os bancos deitaram o cabelo nos juros pornográficos e a agiotagem correu para o abraço.

A Folha, quando defende Bolsonaro, está defendendo a própria saúde de seus negócios.

Não cobrem coerência de quem jamais teve ou terá.

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Em ataque canalha a Boulos, Folha dá aula de fascismo

Uma das piores formas de instrumentalizar a sociedade é aquela que executa sumariamente quem a mídia trata como inimigo pessoal. Assim, impõe sua influência especificamente as classes médias.

Ou seja, escrevem textos quase à capela através de um pensamento rigorosamente tirado do estatuto do fascismo.

Num primeiro momento, tratam todos como iguais para dar uma falsa ideia de isonomia, mas tudo não passa de técnica de persuasão orquestrada, já que, lentamente, vão se modificando, censurando, atacando com pequenas elevações de tom todos os dias.

O que a Folha fez com Boulos hoje foi mais do que partidarizar a história, tratando-o como um bandido repleto de crimes quando, na verdade, o objetivo é a criminalização do MTST, através de Boulos, sem apresentar qualquer comparação entre as duas realidades que gritam em São Paulo, a primeira, todos costumam dizer que é a locomotiva do capitalismo brasileiro e, por isso, a cidade mais rica e potente da América Latina.

No entanto, numa brutal contradição, faz de conta que não sabe que é também a cidade com a maior quantidade de moradores de rua e miseráveis, dividindo espaço, muitas vezes através das formas mais vis, no sentido desumano, na mesma metrópole que se encontra a fina flor da reacionária elite brasileira, a chamada Faria Lima.

Mas canalha e fascista como é, mostrando que quer Boulos longe da prefeitura de São Paulo, por ter liderado o movimento e suas ações, a Folha faz seu jogo baixo, o que já pratica há décadas a fio, que é o fomento ao ódio contra os mais pobres, tratando uma liderança séria como Boulos, como se fosse um bandido, só por ter lutado junto com os degradados, os segregados e os desvalidos.

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Folha mente para defender privatização da Petrobrás, Caixa e BB em editorial de capa

Jornal da família Frias, que vem se alinhando a Bolsonaro e municiando novos atos golpistas, repete a ladainha neoliberal e mente descaradamente sobre a própria pesquisa Datafolha para pregar entrega do “trio de gigantes”

Escancarando seu alinhamento ao neofascismo ultraliberal, que no Brasil tem como representante Jair Bolsonaro e sua horda extremista, a Folha mentiu descaradamente sobre a própria pesquisa Datafolha para defender a privatização da Petrobrás, do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal (CEF) em editorial publicado na capa da edição deste domingo (25) do jornal.

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Segundo a Forum, ao defender que o “trio de gigantes deve ser o próximo tabu a ser derrubado no bem-sucedido programa brasileiro de desestatização”, o jornal da família Frias diz que “o Datafolha mostrou, no ano passado, que as opiniões favoráveis a privatizações já realizadas ou em curso —da telefonia ao saneamento, de rodovias e aeroportos à energia— superam as contrárias”.

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Globo, Folha e Estadão, ignoram o pior ataque terrorista de Israel contra o povo palestino. Fosse o contrário, isso estaria em gigantescas garrafais.

Globo, Folha e Estadão, ignoram o pior ataque terrorista de Israel contra o povo palestino. Fosse o contrário, isso estaria em gigantescas garrafais.

Qualquer um pode ver qual o nível de imparcialidade de nossa mídia industrial. É só ver a ausência de manchetes do massacre Gaza.

O extermínio promovido pelos sionistas em Gaza, simplesmente não é notícia na nossa mídia corporativa. Há um claro pacto de silêncio. Pior, ninguém liga porque sabe a mídia industrial brasileira.

O assunto sobre Gaza se limita a lateralidade e a superficialidade. Vidas humanas sendo destroçadas por atacado em bombardeios sistemáticos, sobretudo a de crianças e mulheres e nossa gloriosa mídia faz cara de paisagem. Não está acontecendo nada em Gaza.

O lobby sionista na mídia ocidental, gritante.
É praticamente uma reserva de mercado dos terroristas de Israel. Por isso, não se assustem em ver nas primeiras paginas desses jornalões, receitas de bolos e tortas, para não noticiarem Holocausto dos sionistas contra os palestinos