Mesmo preso em uma de suas mais de 51 mansões, fora as que estão em nomes de parentes, Flavio quer uma prisão light para o papai, melhor dizendo, anistia ampla geral e irrestrita, mas só para o papai. Afinal, ele é um bandido diferenciado, com aposentadoria de anos de seriços prestados à marginalidade, que começou quando ainda pertencia às Forças Armadas e praticava garimpo ilegal com outros subordinados.
Bolsonaro foi preso e expulso do Exército por ameaçar de terrorismo os próprios quartéis com bombas, da mesma forma, a barragem do Guandu no Rio de Janeiro, porque lhe foi negado o aumento do soldo.
Já no mundo civil, ainda como vereador e, depois, deputado federal, além de sua inutilidade sem qualquer projeto aprovado em 27 anos de carreira, montou um esquema de formação de quadrilha e peculato, mimosamente chamado de rachadinha, com Queiroz, com tudo.
Durante o percurso foi fazendo filhos para herdar as sesmarias públicas de ficar com 90% dos salários pagos a laranjas e fantasmas, incluindo milicianos e parentes.
Ou seja, Bolsonaro já operava no intestino grosso dos seus bezerros, montando uma rede de imóveis pagos em dinheito vivo e outras formas góticas de acumular uma verdadeira fortuna, e os bolsonaristas ainda dizem que Bolsonaro não é corrupto.
Na verdade, gerenciado por Queiroz, fez com que cada filho adotasse como dialeto a rachadinha. Desse modo, a família sempre via o céu azul e o sol brilhando em suas vidas.
Mas além dessa renca de crimes, seu governo foi o nascedouro do Banco Master sob a direção de seu indicado para o Banco Central, Campos Neto. Daí dá para imaginar como essa gente operou para produzir a maior fábrica de chocolate do planeta, a mesma que, junto com o dinheiro que Flavio pegou do BRB, comandado por Ibaneis Rocha, comparsa de Bolsonaro e ligado a Vorcaro, comprou com preço subfaturado, aquela mansão cinematográfica de fazer inveja a qualquer estrela de Hollywood. Detalhe, na cara de todos, por ter certeza absoluta de sua impunidade.
Claro, Flavio contava com a eternidade de seu pai no poder, pelo voto ou pelo golpe, para que a justiça não lhe tocasse.
Agora, aparece Flavio, parsa político de Romeu Zema, que quer a volta da esravidão infantil, roncando valentia contra crianças de 14 anos que ele propõe que sejam presas numa redução da maior idade penal.
Já os condenados, por qualquer forma de crime, Flavio quer muito mais do que o rigor da lei, quer aumentar e muito a pena sem qualquer benefício para que o infrator apodreça na cadeia.
Grosso modo, esse é o projeto de Flavio Bolsonaro, livrar a cara do pai, que, no golpe, tramou a morte de Lula, Alckmin e Moraes, comandou a tentativa de explosão de uma caminhão de combustível no aeroporto de Brasília e, à distância, maneteou a tentativa frustrada de golpe de 8 de janeiro de 2023 por não aceitar a derrota nas urnas.
Fica apenas a pergunta, será mesmo que algum brasileiro depositará seu voto para um delinquente, irmão de delinquente, filho de delinquente, tornar-se um prseidente da Repúnlica com todo o seu histórico de ligação com o que existe de mais podre e criminoso na política carioca e fluminense? É difícil de acreditar até para os padrões de um gado totalmente acéfalo.
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