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A procrastinação do trapaleão contra o STF malvadão

Ainda não está claro o motivo real de Fux se transformar no defensor oficial de Bolsonaro no STF.

Fux pediu “revisão gramatical” do seu voto de dimensões bíblicas que beneficiou o golpista genocida.

É curioso como Fux só se preocupa com o português do seu voto para quem sempre torturou a língua portuguesa em suas labaredas retóricas.
Fux pediu o próprio voto de volta para fazer correções gramaticais no texto?

Pelamordedeus!

Fux, com essa procrastinação malandra, vai atrasar a publicação do acórdão da condenação, que tem prazo máximo de 60 dias.

O ogro poderia ir para a cadeia já agora.

Essa catimba do cabeludo postiço retarda a chegada do golpista Bolsonaro na sua mansão da Papuda


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STF inicia julgamento dos criminosos do núcleo 4 da teia golpista

O que está em jogo?

Nesta terça-feira (14 de outubro de 2025), a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) começou a analisar o julgamento do chamado “núcleo 4” da tentativa de golpe de Estado articulada após as eleições de 2022, com o objetivo de manter Bolsonaro no poder.

Lembrando que se desse certo, Lula, Alckmin e Moraes estariam mortos.

E Bolsonaro teve a cara dura de pedir a um de seus alvos de morte, Alexandre de Moraes, a revogação de sua prisão, uma mariola e um selinho. Claro, recebeu um NÃO!

Esse grupo, conhecido como o “núcleo criminoso da desinformação”, é formado por sete réus acusados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) de disseminar notícias falsas sobre as urnas eletrônicas, promover ataques virtuais a autoridades e instituições, e pressionar as Forças Armadas a aderir ao plano golpista.

A PGR, em suas alegações finais, pediu a condenação de todos por cinco crimes graves, que somados podem resultar em penas superiores a 40 anos de prisão cada.

O cronograma inclui sessões nos dias 14, 15, 21 e 22 de outubro, com foco inicial em preliminares processuais (como nulidades alegadas pelas defesas) e, em seguida, no mérito das acusações.

Se rejeitadas as preliminares, os ministros avaliarão indícios de autoria e materialidade para condenação.

  • Todos respondem pelos mesmos cinco crimes:
  • Organização criminosa armada
  • Tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito.
  • Tentativa de golpe de Estado..
  • Dano qualificado pela violência e grave ameaça contra patrimônio da União.
  • Deterioração de patrimônio tombado

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STF discute saúde de Bolsonaro e possibilidade de mandá-lo à Papuda

A saúde de Jair Bolsonaro passou a ser debatida entre ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e pode mudar os rumos da sua detenção. Mais do que o recente diagnóstico de câncer de pele, a maior preocupação envolve o quadro abdominal do ex-presidente, considerado delicado por médicos que também atendem servidores da Corte.

Segundo a coluna de Paulo Cappelli no Metrópoles, a ideia inicial era encaminhar Bolsonaro para uma cela especial no presídio da Papuda, em Brasília, como forma de demonstrar que ele não teria tratamento diferenciado em relação a outros condenados. A decisão seria simbólica, reforçando a ideia de igualdade perante a lei.

O cenário, porém, mudou. Ministros avaliam que a prisão domiciliar é a medida mais adequada, já que permite acesso rápido a atendimento médico e facilita o deslocamento em casos de emergência. Entre os argumentos citados está o recente caso de um detento condenado pelo ataque golpista de 8 de Janeiro de 2023, que morreu na prisão após sentir-se mal.

A discussão agora gira em torno de duas possibilidades: manter Bolsonaro em prisão domiciliar desde já ou transferi-lo temporariamente para uma cela especial fora de casa, aguardando posterior decisão judicial. Em caso de ida para uma unidade prisional, a defesa poderá pedir rapidamente o retorno ao regime domiciliar.

Atualmente, o ex-presidente cumpre prisão preventiva por descumprimento de medidas cautelares impostas no inquérito que o investigou por coação no curso do processo. Ele foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão pela trama golpista.

Além da prisão domiciliar e da Papuda, o ex-presidente também pode ser preso na Superintendência da Polícia Federal em Brasília ou em um quartel do Exército, hipótese considerada mais remota por ministros do Supremo, segundo o DCM.

Bolsonaro tem 70 anos e seus advogados devem insistir para que ele cumpra a pena em prisão domiciliar, já que ele sofre de hipertensão, refluxo, esofagite, gastrite, além dos problemas intestinais.


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A PEC da anistia é, na prática, a PEC da Bandidagem

Ué, se o genocida, golpista e corrupto, foi condenado pelo STF, até aqui, a 27 anos de cadeia por tramar e comandar a tentativa de golpe, falar em anistia votada pelos seus pares, isso, na realidade, é a própria PEC da Bandidagem.

Ou seja, em síntese, a PEC da Anistia e a PEC da bandidagem são uma coisa só. Nem lado oposto da mesma moeda são.

A “PEC da Bandidagem reflete a percepção de que a anistia, junto com a PEC da Blindagem (aprovada na Câmara para dificultar processos contra parlamentares), forma uma ofensiva para proteger políticos de investigações, incluindo casos de corrupção e atos golpistas, em reação às decisões do STF.

Simples assim.

Como disse o Pastor Henrique Vieira (PSOL)
“A imagem fala por si: deputados extremistas sorrindo após votar a favor da PEC da Blindagem e, logo depois, Hugo Motta abraçando Sóstenes comemorando a urgência da Anistia.”


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É hora do MPF denunciar os cachorros loucos

O clima de linchamentos virtuais está crescente. É hora do MPF entrar em ação e poupar o STF de tomar ações mais drásticas.

Em São Paulo, músicos ficaram apavorados com os ataques de bolsonaristas, ameaçando denunciá-los como comunistas para o prefeito e para o governador do Estado, e perderem o emprego nas orquestras locais. Em Curitiba, a filha do Ministro Edson Fachin foi agredida. Por todo o país, matilhas raivosas atacam e ameaçam pessoas físicas.

Por trás dessas matilhas, a responsabilidade objetiva é dos domadores, especificamente Eduardo Bolsonaro, o advogado curitibano Jeffrey Chiquini, e o deputado Nikolas Ferreira.

A professora Melina Girardi Fachin, filha do ministro do STF, Edson Fachin, foi agredida verbalmente e fisicamente em Curitiba. Um homem a chamou de “lixo comunista” e cuspiu nela enquanto ela caminhava próximo à UFPR. O ataque foi relacionado a um ambiente de instabilidade política e à presença de figuras como o advogado Jeffrey Chiquini em eventos polêmicos na instituição.

Eduardo Bolsonaro foi denunciado pelo Banco do Brasil à AGU por disseminar fake news que poderiam provocar uma corrida bancária, depois de afirmar que o BB seria cortado das relações internacionais, o que levaria à falência da instituição.

A Polícia Federal acusou Eduardo Bolsonaro e o advogado Jeffrey Chiquini de articularem uma estratégia para “causar tumulto processual” no STF, em defesa de Filipe Martins, ex-assessor de Bolsonaro.

Embora Nikolas Ferreira não tenha sido diretamente citado em denúncias recentes, seu discurso tem sido apontado como inspiração para ataques de figuras locais, como uma vereadora que hostilizou um músico após falas do deputado.

O clima de linchamentos virtuais está crescente. É hora do Ministério Público Federal entrar em ação e poupar o STF de tomar ações mais drásticas.

https://www.instagram.com/reel/DOkQ42Mjn6B/?utm_source=ig_web_copy_link

*Luis Nassif/GGN


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Por condenar golpistas, STF sofre onda de ataques

Flávio Dino alerta para ‘explosão’ de ameaças

O clima de tensão em torno do Supremo Tribunal Federal (STF) voltou a crescer após a decisão da Primeira Turma de condenar integrantes do núcleo central da trama golpista, como Jair Bolsonaro (PL). Segundo Daniela Lima, do UOL, o ministro Flávio Dino fez um balanço da situação: “obviamente, o número de ataques ao Supremo explodiu”.

Dino acionou a Polícia Federal para abrir investigações sobre as novas ameaças que chegaram aos gabinetes dos ministros. Algumas mensagens usaram como referência a crise política no Nepal, que recentemente deixou dezenas de mortos em confrontos de rua.

Pressão crescente contra a Corte
Desde 2020, o Supremo se tornou alvo frequente de ataques em meio à radicalização do debate político. Nesse período, a instituição estruturou uma secretaria voltada exclusivamente para segurança, diante do fluxo constante de intimidações. Monitoramentos internos indicam que as mensagens se intensificaram ao longo dos anos, atingindo não apenas magistrados, mas também ex-presidentes e suas famílias.

Autoridades afirmam que parte da ofensiva digital teve origem no exterior, especialmente nos Estados Unidos, e que a diversidade de meios de comunicação usados para ameaçar — redes sociais, e-mails, cartas e até pacotes enviados — reforça a gravidade da situação.

Estrutura de vigilância interna
No interior do STF, funciona atualmente uma sala equipada para acompanhamento em tempo real das movimentações contra os ministros. Sob coordenação de agentes de segurança, o espaço permite rastrear mensagens e avaliar riscos de forma imediata.

Especialistas ouvidos pela Corte destacam que, nos últimos anos, as intimidações se tornaram mais ousadas: além de insultos virtuais, houve registros de tentativas de envio de munições e frascos com substâncias suspeitas. Os episódios levaram à criação de protocolos rigorosos de resposta rápida, de acordo com Guilherme Levorato, 247.

A percepção dentro do tribunal é de que a escalada da violência política impõe um desafio institucional. Para ministros e policiais, a atuação conjunta entre o Judiciário e a Polícia Federal é vista como essencial para evitar que as ameaças comprometam a estabilidade democrática.


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“Tarcísio passou dos limites, e isso tem consequências”, dizem ministros do STF após ataques do governador a Moraes

A tensão entre Tarcísio de Freitas (Republicanos), e o Supremo Tribunal Federal (STF), especificamente o ministro Alexandre de Moraes, com ataques verbais durante o ato de 7 de Setembro na Avenida Paulista, foram interpretados como um confronto direto com a Corte, o que gerou reações fortes entre ministros do STF.

A frase “Tarcísio passou dos limites, e isso tem consequências” é atribuída anonimamente a magistrados do tribunal, que veem o episódio como um rompimento de limites institucionais.

Tarcísio criticou duramente Alexandre de Moraes, acusando-o de promover uma “ditadura da toga” e questionando decisões do STF relacionadas a investigações sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. Ele defendeu Bolsonaro e endossou discursos contra a Corte, o que foi visto como uma radicalização política. Analistas interpretam isso como uma estratégia para ganhar apoio da base bolsonarista, mirando a Presidência em 2026.

Ministros do Supremo, em conversas reservadas reportadas pela imprensa, expressaram que o governador “radicalizou seu discurso” e que isso prejudicará o diálogo institucional com o tribunal. Um deles afirmou: “Um ataque tão virulento dirigido ao ministro Alexandre de Moraes atinge todo o tribunal. Tarcísio passou dos limites institucionais, e isso tem consequências.

Certamente, o diálogo dele fica prejudicado com uma boa parcela dos ministros.” O decano Gilmar Mendes reagiu publicamente no X (antigo Twitter), rechaçando as acusações e defendendo o STF como “guardião da Constituição e do Estado de Direito”.

A avaliação no STF é de que Tarcísio, ao se alinhar abertamente com Bolsonaro, pode enfrentar dificuldades em pautas que dependem de interlocução com o Judiciário, como projetos de lei ou decisões administrativas envolvendo São Paulo. Há menções a possíveis “consequências” em termos de credibilidade e relações federativas.

O presidente Lula classificou Tarcísio como “serviçal de Bolsonaro” por causa das críticas a Moraes. No Congresso, há chamadas para impeachment do governador por supostamente abandonar funções em São Paulo para articular anistia a Bolsonaro, considerada inconstitucional. Deputados como Carlos Zarattini (PT) acusaram Tarcísio de “atentar contra a democracia”.

Não há indícios de ações judiciais imediatas contra Tarcísio até o momento, mas o clima é de tensão crescente.


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Afinal, de qual Fux estamos falando?

Não dá para levar a sério um mesmo ministro do STF votar contra as sardinhas do dia 8 de Janeiro e livrar a corja golpista de tubarões que tramou aquele ato terrorista na praça dos Três Poderes.

Na hora de detonar os peixes pequenos, o sujeito enfiou o pé na jaca, já para cravar o arpão nos peixes graúdos, Fux foi um festival de platitudes desconexas.

Como bem disse Míriam Leitão
“Fux não vota contra Gonet ou Moraes, vota contra ele mesmo. É Fux versus Fux”

Mas qual é o verdadeiro, o ministro do STF ou o humorista?

Até o insuspeito João Amoedo, descascou o topetudo que enfrenta todos, inclusive a si mesmo.

Amoedo, em post no X, sapecou: “O voto do ministro Fux acaba com a falsa narrativa de que vivemos em uma ditadura. Ao contrário, todos os brasileiros são livres. Podem falar as maiores incongruências e não são calados.”


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Fux, o sabujo dos sabujos

Para Fux, saquear a sede dos três poderes, incluindo sua cadeira no STF, num plano armado por Bolsonaro e seus articulistas de golpe, não foi nada.

Fux, notório lavajatista, transformou-se, de estalão, um garantista fundamentalista.

Que coisa comovente!

Na verdade, ele foi escancaradamente parcial, ponto.

Lenio Luiz Streck:
“Sobre voto de Fux: O STF já tem posição firmada sobre a competência. Não há como rever isso. E, aliás, Fux deveria ter levantado isso no recebimento da denúncia. Ali aceitou. A justificativa de que aceitou a competencia quando do recebimento da denúncia DE QUE O FEZ POR IN DUBIO PRO SOCIETATE não faz sentido neste momento. O próprio judiciário já não adota esse adágio (in dubio a favor da sociedade). Quer dizer: no fundo, Fux foi do in dubio pro societate para o in dubio pro reo. Além disso, por 7×4 o STF já definiu o foro. Fux é vencido na discussão!”


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Acompanhe: Fux vota no julgamento de Bolsonaro e mais sete réus pela trama golpista

Núcleo Crucial

Entre os réus estão o ex-presidente Jair Bolsonaro, os generais Walter Braga Netto, Augusto Heleno e Paulo Sérgio Nogueira, o almirante Almir Garnier, o deputado Alexandre Ramagem, o ex-ministro Anderson Torres e o tenente-coronel Mauro Cid.

Os cinco ministros da Turma vão decidir se as acusações apresentadas pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra as lideranças do grupo são procedentes. Os ministros Alexandre de Moraes e Flávio Dino votaram, nesta terça-feira (9), pela condenação de todos os réus. Votarão ainda os ministros Luiz Fux, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin, nessa ordem.


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