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Operação cerca frango

Flavio Bolsonaro, quem diria, defensor da liberdade ampla, geral e irrestrita nas redes, contra censura, quer censurar quem publica sobre seu famigerado esquema de rachadinha (peculato e formação de quadrilha).

O foiceiro de Rio das Pedras e Muzema não quer ser enforcado com a corda que retrançou, não quer nem ouvir falar em ser picado pela víbora que alimentou, o que ele quer é uma vara de condão judicial que desapareça com seu passado, digamos, feiticeiro, que fazia com que todos que trabalhavam em seu gabinete, inclusive irmã e mãe do chefe do escritório do crime, Adriano da Nóbrega, entregassem nas mãos do famoso Fabrício Queiroz 90% da festa com dinheiro público.

Sua primeira tacada foi no fígado de quem faz post contra ele no X para que a plataforma fornecesse dados pessoais de quem o denunciasse, como (CPF, telefone, email e registro de acesso de usuários).

O problema é que muitos associam Flavio a facções criminosas, miílicas ou o chamam de ladrão, ou seja, é gente bem informada. Já Flavio vem com aquela baba de quiabo, dizendo que se trata de uma campanha caluniosa, feita por perfis anônimos.

Administradores do X refutaram o pedido de Flavio, dizendo que não fornecerão as informações em nome da liberdade de expressão, coisa que, até dias atrás, bolsonaristas como Flavio defendiam com unhas e dentes e que seria absurdo censurar as redes sociais.

Quando é no cool dos outros, é refresco.

Resumindo, sim, o liberalzinho de meia pataca que defendia aos quatro cantos liberdade de expressão para atacar, sobretudo Lula com calúnias baixas, agora, não tendo como segurar o repuxo que apenas começou com as denúncias de seu passado imundo, quer resistir na base da carteirada, exigindo que o X se transforme na Abin paralela 2.0, o que foi totalmente repudiado pelos administradores do X.

A verdade é que os detalhes não só das rachadinhas e de outros tantos esquemas de corrupção ainda nem foram colocados na mesa e o Flavio Caganeira já está com andaço.


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Política

O PowerPoint reverso do beija-mão de Sadi a Bolsonaro

A inacreditável powerpointista, Andreia Sadi, no beija-mão de Bolsonaro, o genocida que matou por covid mais de 700 mil brasileros, que se encontra preso por tentar dar um golpe de Estado no Brasil e assassinar o presidente Lula, o vice Alckmin e o mistro do STF, Alexandre de Moraes, além de uma gama incontável de casos de corrupção, singelamente, depôs na GloboNews que o vizinho do assassino de Marielle acertou na escolha de Flavio rachadinha para se candidatar à Presidência da República para imitar o próprio pai.

Para o borrão mental de Sadi, o glorioso e radiante, Bolsonaro, no exercício de sua delinquência, botou na roda o seu primogênito dos esquemas de peculato e formação de quadrilha, porque é um ótimo gestor de rachadinha e um exemplar gestor dr milícia a ponto de medalhonar, dentro da prisão, o chefe do escritório do crime, Adriano da Nóbrega, a mando do pai, além de Fabrício Queiroz, que operacionalizava o esquema do clã.

Não bastou a preciosa lambada que Sadi levou com o powerpoint contra Lula e ter a infeliz ideia de encher de louvores um bandido como Bolsonaro, mostrou com isso um critério inteligentíssimo de usar gato morto para bater em Lula até o gato miar. Vai ser dissimulada assim lá na casa do vizinho de Bolsonaro, que sabemos todos, matou Marielle.

Parece que a moça quer colecionar uma gama de terioas próprias para agradar o chefe dos chefes, remodelando o fôlego para bombar a mesquinhez da emissora e se resignar com um meticuloso instrumento de ataque à inteligência nacional.

Não, não é fraqueza de caráter, a pobrezinha mimosa, uma flor de fraqueza rapinante, apenas quis exteriorizar chufas de ódio e desprezo pelos próprios assinante da TV dos Marinho.

Agora, é esperar o rebote e ver se ela aguenta o repuxo ou dar linha na pipa, como fez depois da campanha empreendida contra Lula com seu powerpoint pornográfico.


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Economia Política

Pacote energético do governo Lula busca frear o impacto da guerra no Brasil

Com isenções, subvenções e linhas de crédito, governo reage à crise global para proteger os consumidores contra a alta do diesel e do gás de cozinha

A guerra no Oriente Médio tem pressionado os preços dos combustíveis no mercado internacional, com reflexos no Brasil, especialmente no óleo diesel, no gás de cozinha (GLP, gás liquefeito de petróleo) e no querosene de aviação. Atento à situação, o governo federal anunciou na segunda-feira (6) um pacote de medidas para impedir que a alta dos preços prejudique os brasileiros.

De acordo com o Planalto, o plano de ação é amplo e visa atingir cadeias de fornecimento de combustíveis, alcançando também o setor aéreo.

“Em conjunto, as ações geram um novo alívio para os consumidores e os setores produtivos brasileiros, reduzindo os efeitos internos do choque de preços causado pela guerra. E fortalecem a soberania energética e a segurança do abastecimento no país, garantindo que a população brasileira continue sendo uma das menos afetadas pela crise geopolítica”, afirma o governo Lula.

Diesel

Para conter a alta no preço do óleo diesel, o governo atua com subvenções por meio de uma Medida Provisória (MP) assinada pelo presidente Lula.

No caso da importação de diesel rodoviário, a subvenção será de R$ 1,20 por litro, com o governo federal dividindo o valor com 25 estados que aderiram ao plano. A medida se soma à subvenção anterior de R$ 0,32/litro, o que resulta em um auxílio de R$ 1,52 por litro para o diesel importado, permitindo que as distribuidoras vendam o combustível mais barato para os postos, alcançando os consumidores. A validade será de abril a maio, ao custo de R$ 4 bilhões, com metade pago pelo governo federal e o restante pelos estados.

O mesmo acontece com o diesel nacional, com subvenção de R$ 0,80 por litro, elevando o auxílio às distribuidoras para R$ 1,12 por litro. Este modelo será arcado somente pela União ao custo estimado de R$ 3 bilhões por mês. Nas duas ações, a contrapartida é o aumento do volume vendido pelos produtores aos distribuidores.

Ainda no mesmo ramo, o governo anunciou um decreto para zerar os tributos de PIS e Cofins sobre o biodiesel. O combustível renovável compõe 15% do diesel vendido nos postos de gasolina. Assim, haverá uma economia de R$ 0,02 por litro de combustível.

Gás de cozinha

O governo também direcionou seu olhar para a segurança energética no que diz respeito ao gás de cozinha, o GLP.

A MP autorizou uma subvenção de R$ 850,00 para cada tonelada de GLP importado, o que representa cerca de R$ 11 por botijão de 13 kg. A ação visa equiparar o preço do combustível importado ao produzido no país. De acordo com o Vermelho, a estimativa é de um investimento na soberania energética de R$ 330 milhões por dois meses iniciais.

Setor aéreo

O governo ainda anunciou um decreto que zera o PIS e o Cofins sobre o combustível de aviação. A estimativa é de uma economia de R$ 0,07 por litro do combustível ao custo de R$ 100 milhões por mês. Já as tarifas de navegação da Força Aérea Brasileira de abril a junho serão pagas pelas companhias aéreas somente em dezembro.

Além disso, para garantir que as companhias que atuam no país sejam menos impactadas e, com isso, encareçam as passagens aéreas, o presidente assinou uma MP com duas linhas de crédito para o setor, com valor total que chega a R$ 9 bilhões.

Na primeira linha de crédito, são até R$ 2,5 bilhões por mutuário via Bndes para reestruturação financeira. Na segunda linha, será destinado R$ 1 bilhão a capital de giro de seis meses com garantia da União.

Por fim, o governo agravou as penalidades para postos e distribuidoras que se aproveitam de conflitos geopolíticos ou de calamidade para elevar preços, bem como enviou um Projeto de Lei ao Congresso para coibir preços abusivos na legislação penal, o que pode resultar em prisão de até 5 anos.


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Política

Roupa suja

Bolsonaro talvez não tenha medido de maneira realista o discurso traíra de Flavio num evento da extrema direita nos EUA, em que oferece a veia do pescoço de cada brasileiro para Trump chupar gostosamente. prometendo, além das terras raras, confessadamente exaltada, o Pix não verbalizado, mas é parte da reivindicação de Trump, a Amazônia que o próprio líder da falange já havia oferecido aos americanos.

Claro, tudo isso pilhou o debate nacional sobre o risco que se corre nessa eleição de 2026, se por ventura, Flavio ganhar.

Isso nos tirou do chão, na medida em que valorizamos a soberania brasileira, mas não é para se iludir, quem tem o mínimo de altivez e patriotismo, tripudiou tal fala, mas é necessário lembrar que aqueles americanófilos de plantão, que sempre apoiaram o entreguismo sabujo aos EUA, mesmo cientes de estar entregando a própria cabeça, vibraram com aquela fala pornográfica de Flavio ecoando as ordens do pai.

Na verdade, os Bolsonaro, comandados por Jair, não têm qualquer projeto para o país como o próprio Bolsonaro nunca teve. Basta olhar que, mesmo o pai sendo presidente da Repúnlica durante quatro anos dos 7 anos de Flavio no Senado, o primogênito da família teve apenas um projeto aprovado.

Então, tome roupa suja que, mesmo provocando um racha dentro da direita e fragmentando o pasto do gado fiel, o clã está sentindo que os ventos estão mudando e, consequentemente, perdendo terreno em pontos estratégicos como São Paulo, que eles tinham como certo um passeio do bolsonarista, Tarcísio de Freiras, na disputa com Haddad.

Mesmo que, numericamente, Santa Catarina não seja um estado tão estratégico, a lanterna que Carluxo amarga, atrás de De Toni e Amin, tem um enorme e negativo valor simbólico. Afinal, foi o proprio Bolsonaro que, garantindo ser Santa Catarina um dos seus currais mais fieis, impôs a transferência eleitoral do filho 02 para o estado, pois seria uma barbada.

Eduardo e Flavio, cada um a seu modo, sentiram. Eduardo, como sempre, reagiu de maneira raivosa, tentando retrançar um fio que o liga a Trump nos EUA para atacar o Brasil, e Flavio, se não foi tomado por um pânico de olhos arregalados, não escondeu a sombra de quem arrasta consigo o mal erradiado pelo pai e aparece em vídeo como quem vive um pesadelo com uma aura murcha, semblante varado, olhar cabisbaixo e cabeça pendida.

Como tudo isso tem a origem comum das trevas bolsonaristas, o que se pode afirmar é que o clã está metido numa toca de tatu e não sabe como sair dela para encontrar a luz e não se enviabilizar de véspera como um peru de natal, pois o quebra-pau, dentro da própria família, está comento solto, e Michelle assumindoo papel de traíra de Carluxo, Eduardo e, sobretudo, Flavio, com post de vídeos de Esperidião Amin e Nikolas Ferreira, como quem risca um X na cara de Carluxo e Flavio, deixando o Bolsonaro perneta.

Dependendo do seu teatro para tentar se manter numa meia anistia em prisão domiciliar em sua mansão de luxo que, por ora, tem data para acabar.

O que eles têm como projeto de governo, é a roupa suja que deveria ser lavada em casa.

Mais que isso, não falo, pois não há o que falar.


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Mundo Política

Guerra na nuvem: Irã usa satélite chinês e desafia hegemonia dos EUA

Entrevistas com Sergio Amadeu e Ergon Cugler revelam como soberania digital virou questão de segurança nacional em conflito que testa multipolaridade tecnológica

O conflito no Oriente Médio entrou em uma nova fase que transcende trincheiras e mísseis: a disputa pelo controle das infraestruturas digitais que sustentam a guerra moderna. Enquanto o Irã aprimora sua capacidade de ataque com precisão inédita, especialistas apontam para uma mudança estratégica fundamental — a adoção do sistema de navegação por satélite BeiDou, da China, em substituição ao GPS norte-americano.

Em entrevistas ao Portal Vermelho, o sociólogo Sergio Amadeu, professor da UFABC, especialista em tecnologia da informação e comunicação, e Ergon Cugler, pesquisador do Conselho Nacional de Pesquisa, conselheiro da Presidência da República e especialista em gestão pública, analisam como a soberania digital deixou de ser tema técnico para se tornar questão de segurança nacional.

Big Tech como alvo militar legítimo

O sociólogo Sérgio Amadeu

Para Sergio Amadeu, a guerra contemporânea exige repensar o papel das corporações tecnológicas. “Enquanto cultuamos as Big Techs e colocamos dados das universidades e dos governos nessas corporações, o Irã declarou que elas são alvos militares legítimos”, afirma. A estratégia iraniana não é apenas retórica: AWS, Oracle e Microsoft foram efetivamente alvejadas por participarem, direta ou indiretamente, dos esforços de guerra de Israel e Estados Unidos.

Amadeu destaca que o Irã desenvolveu capacidades próprias — drones, mísseis, indústria de defesa — e utiliza táticas assimétricas inteligentes. “Eles utilizaram diversas armadilhas, tais como mísseis e drones sem ogivas para que fossem abatidos por armas de interceptação que custam milhões de dólares”, explica. Enquanto Washington gasta fortunas em sistemas de defesa, Teerã esgota recursos adversários com operações de baixo custo.

Da nuvem ao campo de batalha: a guerra é também digital

O especialista em gestão pública Ergon Cugler
Ergon Cugler expande o assunto: “Quem acha que a guerra passa apenas por tanque de guerra e fuzil tá vivendo no século passado”. Para o pesquisador, as disputas de um mundo multipolar e supertecnológico acontecem também na “nuvem” — não a metáfora etérea, mas datacenters em subsolos globais conectados por cabos submarinos.

A dependência tecnológica tornou-se vulnerabilidade estratégica. Cugler lembra que, durante tensões comerciais, Donald Trump chegou a ventilar a ideia de retirar o acesso do Brasil ao GPS. “Teve gente que disse que era mentira, mas o fato é que a gente ficou refém de uma decisão política que Donald Trump poderia sim tomar a qualquer momento”, alerta.

BeiDou: o fim do monopólio americano?

O sistema BeiDou, lançado pela China em 2020, representa uma alternativa concreta ao GPS. Com 45 satélites — contra 24 do sistema americano —, o BeiDou oferece precisão de menos de um metro para usuários autorizados e recursos avançados de anti-interferência, como salto de frequência e autenticação de mensagens de navegação.

Segundo analistas, o Irã teria assinado um memorando de entendimento para integrar o BeiDou à sua infraestrutura militar já em 2015, acelerando a transição após a Parceria Estratégica Abrangente Sino-Iraniana de 2021. A conclusão da migração, em junho de 2025, coincidiria com o salto de precisão observado nos ataques iranianos.

Em ambientes contestados, onde sinais podem ser bloqueados ou falsificados, depender de uma única constelação é risco estratégico.

Soberania digital como moeda de poder

Para Cugler, a tecnologia em um mundo multipolar “deixa de ser apenas um ativo qualquer e se torna inclusive moeda de troca do chamado soft power”. Países que controlam infraestruturas digitais podem influenciar, coagir ou pautar comportamentos de nações dependentes.

A resposta global à hegemonia americana já está em curso: a União Europeia desenvolveu o Galileo, a Rússia mantém o Glonass, Índia e China investem em sistemas próprios. “É por isso que pra debater soberania de um país, a gente também precisa debater a chamada soberania digital”, defende Cugler. “Sem ela, se torna impossível conseguir ter qualquer horizonte possível de sair das amarras daqueles que controlam até mesmo as infraestruturas”.

O Brasil na encruzilhada tecnológica

As lições do conflito iraniano ressoam particularmente no Brasil. Enquanto o país debate regulação de plataformas e proteção de dados, a dependência de infraestruturas controladas por potências estrangeiras permanece pouco discutida como questão de segurança nacional.

Amadeu adverte que o Brasil replica vulnerabilidades que podem ser exploradas em cenários de tensão geopolítica. A presença de datacenters de corporações americanas em território nacional, sem contrapartidas de soberania ou controle público, coloca em risco não apenas dados, mas a própria capacidade de decisão autônoma do Estado.

Tecnologia é geopolítica

O uso do BeiDou pelo Irã — se confirmado — não é apenas uma manobra técnica: é um sinal de que a arquitetura tecnológica global está se fragmentando. Em um mundo onde navegação por satélite, nuvem de dados e inteligência artificial definem capacidades militares e econômicas, a soberania digital deixa de ser opção para se tornar imperativo.

Como sintetiza Cugler: “O Irã já deu o recado: não dá pra depender dos Estados Unidos, inclusive pra andar de carro no meio da rua”. Para nações que aspiram a autonomia estratégica, a mensagem é clara: desenvolver capacidades próprias e diversificar parcerias tecnológicas não é mais questão de desenvolvimento — é questão de sobrevivência.


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Eduardo Bolsonaro simplifica, mas não explica

Em panfleto midiático no youtube, compartilhado com a Veja, coirmã ideológica e sabe-se lá mais o quê, Eduardo faz um gracejo sobre o telequete entre ele e Nikolas, mas, em pura dissimulação, apenas pede voto para Flavio aos eleitores brasileiros que moram nos EUA.

Eduardo correu da raia, não só isso, não tocou no assunto mais grave, que foi a segunda traição de Michelle que, oficialmente, apoia Carol de Toni para o Senado, já havia compartilhado o seu apoio também a Esperidião Amin em detrimento da campanha de Carluxo e, agora, faz o mesmo com Nikolas em meio à guerra entre ele e Eduardo , postando um vídeo em que Nikolas banca o carola para seus eleitores evangélicos e também é o principal reduto de apoiadores de Michelle.

Não se trata de guerra santa, mas de cálculo político e elitoral, deixando claro que, se for preciso, Michelle pisa no pesacoço do varão da família, Jair Bolsonaro, porque está se sentindo grande o suficiente para enfrentar o clã, com Bolsonaro, com tudo e, portanto, tem vida própria, coisa que os quatro filhos de Bolsonaro não têm, porque até para ir ao banheiro pedem permissão o chefe supremo do clã.

O fato é que os novos capítulos dessa família muito “unida” prometem que ela ainda vai lavar muita roupa suja em praça pública pela disputa interna por poder.

A conferir.

*Fotoarte: Metrópoles


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Governo Lula anuncia medidas para conter alta dos combustíveis

Pacote mira diesel, gás de cozinha e setor aéreo para conter alta dos preços

O governo federal anunciou nesta segunda-feira (6) um conjunto de medidas com o objetivo de frear o aumento dos combustíveis provocado pela alta do preço do petróleo no mercado internacional. As ações incluem medida provisória, projeto de lei e decretos voltados principalmente ao diesel, ao gás de cozinha (GLP) e ao querosene de aviação (QAV), além do reforço na fiscalização do setor.

O conjunto de medidas prevê subsídios, isenções de impostos e linhas de crédito para reduzir os custos e evitar que a alta internacional do petróleo pressione ainda mais os preços no Brasil. A estratégia do governo é garantir o abastecimento e minimizar os impactos para consumidores e empresas.

Medidas para o diesel
No caso do diesel, o governo anunciou uma nova subvenção para produtores nacionais, que será somada ao benefício já existente de R$ 0,32 por litro. O novo subsídio será de R$ 0,80 por litro, com custo estimado em R$ 3 bilhões por mês e duração inicial de dois meses, podendo ser prorrogado.

Em troca, os produtores terão que ampliar o volume vendido aos distribuidores e garantir que o desconto chegue ao consumidor final. A medida deve impactar diretamente a Petrobras, principal produtora do combustível no país.

Além disso, será criado um programa conjunto com os estados que prevê subsídio adicional de R$ 1,20 por litro, com custos divididos entre União e governos estaduais. A proposta do Ministério da Fazenda é que a medida fique em vigor até 31 de maio, com custo total estimado em R$ 4 bilhões.

Também foi anunciado um decreto que zera os tributos federais PIS e Cofins sobre o biodiesel, reduzindo o custo do combustível renovável que compõe cerca de 15% do diesel vendido nos postos.

Resistência de distribuidoras
O programa de subsídios enfrenta resistência de grandes distribuidoras, como Vibra, Ipiranga e Raízen, que ainda não aderiram à iniciativa. As empresas alegam preocupação com os limites de preços definidos pelo governo, que podem não cobrir os custos de importação diante da alta do petróleo no mercado internacional.

Por outro lado, Petrobras, Refinaria de Mataripe (Acelen) e outras distribuidoras regionais já demonstraram adesão ao programa. O parque de refino da Petrobras e da Acelen responde por cerca de 70% da produção de diesel no país, enquanto os 30% restantes dependem de importação.

O governo avalia ajustes nos preços máximos para ampliar a adesão das empresas e garantir que o subsídio tenha efeito prático no mercado.

Subsídio ao gás de cozinha
Outra medida importante é a subvenção ao gás de cozinha importado. O governo vai conceder um subsídio de R$ 850 por tonelada de GLP, com custo total estimado em R$ 330 milhões.

Com isso, o gás importado deverá ser vendido pelo mesmo preço do produto nacional. A medida terá duração inicial de dois meses, com possibilidade de prorrogação.

Apoio ao setor aéreo
Para o setor aéreo, o pacote prevê linhas de crédito e redução de impostos sobre o querosene de aviação.

Entre as medidas estão:

  • linha de crédito de até R$ 2,5 bilhões por empresa com recursos do FNAC, voltada à reestruturação financeira
  • nova linha de capital de giro de R$ 1 bilhão com garantia da União
  • isenção de PIS e Cofins sobre o QAV, reduzindo o custo do combustível
  • adiamento do pagamento das tarifas de navegação aérea para dezembro

As ações vêm após o aumento de 55% no preço do querosene de aviação anunciado pela Petrobras no início de abril, que elevou a pressão sobre as companhias aéreas.

Reforço na fiscalização
O governo também anunciou medidas para intensificar a fiscalização do setor. A Agência Nacional do Petróleo (ANP) poderá interditar postos e estabelecimentos que pratiquem aumentos abusivos nos preços dos combustíveis.

Segundo o Ministério de Minas e Energia, empresários que descumprirem as regras poderão sofrer punições mais severas, inclusive responsabilização individual por abusos.


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O real motivo da guerra virtual entre os pavões fascistas

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Nao é pela entrega das terras raras do Brasil, muito menos pela entrega do Pix na bandeja para Trump se lambuzar, como querem Flavio Bolsonaro, Eduardo e Nikolas Ferreira, a guerra no ninho dos ratos e camundongos é por outro motivo.

O que fez Eduardo atacar a beata de camisola da igreja de Lagoinha  com uma saraivada de insultos nas redes e ser rebatido pelos dois moleques fascistas, foi uma espécie de x-tudo que explodiu publicamente entre 3 e 4 de abril de 2026, numa mistura de gatilhos imediatos nas redes, somados às rusgas não confessadas, mas acumuladas em nome de uma suposta lealdade que, na verdade, não passa de disputa de poder dentro do inferno bolsonarista.

Isso não tem nada de ideologia, todos são entreguistas da extrema direita do PL A briga, textualmente é por influência digital, ego e cobrança de apoio total à candidatura de Flavio à Presidência da República.

É o famoso, quem manda em quem. e, como sabemos, manda quem pode, obedece quem tem juízo.

Eduardo criticou publicamente o perfil, space liberdade, que é uma sucursal do capeta, porque o administrador do coliseu do coisa ruim, afirmou, com todas as letras, que não votaria em Flavio Bolsonaro.

Eduardo entreguista, que operou contra o Brasil nos EUA no caso das tarifas de Trump, disse que o sujeito é um entreguista, que nesse submundo do umbral é considerado até elogio, um cafuné no ego do sacripanta da casa.

Já Nikole do batom não se fez de rogada e compartilhou um post do mesmo perfil sem atacar Eduardo e Flavio, usando ataques a Lula como prova de amor à família miliciana.

O problema é que Eduardo, o grande anão moral, já tinha sapecado esse perfil como traidor maldito do clã. Não bastasse, o “influenciador” do bigodinho escrotinho, com um nomezinho ainda mais fuleirinho,  Kim Paim, criticou Nikolas por ter compartilhado o perfil alemão. Em seguida, a coisa ganhou dimensão de guerra de piolhos dentro do próprio ninho.

Nikolas mandou aquele kkk da Ku Klux Klan brejeira e aquela espécie de risinho dos imbecis, deixou Eduardo possesso com o comparsa André Valadão.

Ou seja, o cheiro de enxofre das fezes arremessadas por ambas as partes, tomou o ambiente digital insuportável e, além de dizer que o pouca sombra de BH tinha desrespeitado a família real, acusou o office boy do capeta de usar os algoritmos das próprias redes para dar visibilidade a quem deseja a morte fulminante do papai Jair com um raio na testa, dizendo que o sujeito comemorou a prisão do genocida golpista e que, por isso, ele odeia a família.

Flavio, no entanto, enfiou a viola no saco e ficou mudo, assim como o zero apoio público de Nikolas à sua candidatura, e aí está o buraco negro do furdunço neonazista.

O kkk de Nikolas soou como provocação e falta de lealdade ao beija-mão do condenado a 27 anos de cadeia e atual porta-voz dos presos da Papuda.

Na verdade, toda essa meleca nada tem a ver com catimbas de rachas antigos. A omissão de Nikolas, que causou ressentimentos, é bem outra e, sobretudo muito objetiva, o duendezinho não quer exaltar a candidatura de Flavio para não ser centrifugado para o esgoto que a lama de sua ficha corrida, que será exposta, de casos escabrosos de Flavio, vai jorrar.

O problema não é o que Nikolas quer, mas sim o que ele não quer, que é virar ingrediente de uma massa fétida, que será apresentada à população,  sobre o gerente da família em Rio das Pedras e Muzema, mas não só isso, as suas armações criminosas em hospitais federais cariocas que estavam sob seu controle na era em que seu papai detinha a caneta da presidência da República.

Ou seja, meus caros, o diabo ensinou a Nikolas essa maneira subjetiva de desistir dos Bolsonaro, mas principalmente de Flavio, e o custo político e eleitoral da exposição em foto oficial ao lado do queima-filme. Certamente pensou, entre pilantrão e pilantrões, fico com a igreja Lagoinha de Daniel Vorcaro e André Valadão.

A boa notícia é que essa guerra entre Nikolas e o clã continua rolando no X e deve render muito mais capítulos e exposição de vísceras. Enão, preparem a pipoca.

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Política

Após pedido do Master, gestão Bolsonaro fez mudanças no INSS que permitiram fraude, diz jornal

Criação de normas específicas para cartão consigando de benefício favoreceu operações do Credcesta

Mudanças nas regras do crédito consignado feitas pelo INSS durante o governo Jair Bolsonaro favoreceram a expansão de um produto financeiro do Banco Master. Documentos indicam que uma das alterações foi publicada apenas 16 dias após o banco solicitar autorização para operar o chamado cartão consignado de benefício. As informações são de Vinicius Sassine, da Folha de S. Paulo.

A medida abriu caminho para o crescimento do Credcesta, produto levado ao banco pelo empresário Augusto Lima, que posteriormente se tornou sócio de Daniel Vorcaro. O cartão combina crédito consignado com serviços adicionais, como descontos em farmácias e assistência funeral, e se tornou peça central nas operações da instituição entre 2022 e 2025.

Criado inicialmente para servidores públicos, o Credcesta passou a alcançar aposentados e pensionistas após a edição de normas específicas pelo INSS. Dados do órgão mostram um crescimento acelerado: os contratos saltaram de cerca de 105 mil em 2022 para 2,75 milhões em 2024.

A primeira mudança normativa ocorreu em março de 2022, permitindo o uso do cartão consignado de benefício, mas sem detalhar sua operação. Em junho do mesmo ano, após solicitação formal do Banco Master, o INSS publicou uma nova instrução normativa com regras mais específicas, viabilizando na prática o funcionamento do produto.

O aditivo que incluiu o Credcesta no acordo de cooperação com o INSS foi firmado em julho de 2022. A partir daí, o banco foi o primeiro a explorar o novo modelo, ampliando rapidamente sua atuação.

Investigações posteriores levantaram suspeitas sobre a legalidade dessas operações. A atual gestão do INSS aponta irregularidades no modelo, incluindo a possibilidade de cobrança de juros sobre juros e falhas na formalização dos contratos. Por esse motivo, o acordo com o Banco Master não foi renovado.

Em paralelo, a Polícia Federal investiga um suposto esquema de fraudes envolvendo descontos indevidos em benefícios previdenciários. Segundo as apurações, o ex-presidente do INSS, José Carlos Oliveira — que posteriormente adotou o nome Ahmed Mohamad Oliveira — teria atuado de forma estratégica no esquema.

A defesa de Vorcaro afirma que o banco seguiu todas as normas estabelecidas pelo INSS. Já o instituto não respondeu aos questionamentos recentes sobre o caso, e a defesa do ex-gestor não foi localizada.

*ICL


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