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Política

Só existem dois lados na disputa presidencial

Como disse o grande intelectual, Milton Santos, “Existem apenas duas classses sociais, as dos que não comem e a dos que não dormem com medo da revolução dos que não comem”.

A xaropada, sobretudo da  mídia industrial, repetida com uma frequência maciva, é que existem hoje no Brasil, além dos lados opostos na disputa entre Lula e Flavio Bolsonaro, três outras opções com três caminhos alternativos, o que é uma gigantesca balela.

Basta ver as figuras que apoiarão Flavio no segundo turno, que são parte da disputa do primeiro turno, que fica escancarado que essas várias opções ou lados são meras fantasias.

O que está em jogo é justamente o que escreveu Milton Santos, na imagem em destaque.

E por mais que os caminhos, durante séculos em que a direita governou para os afortunados, tenham aprofundado ainda mais a divisão de classes no Brasil, entre uma maioria pobre e uma ínfima minoria de muito ricos, pode-se afirmar com a mão na consciência que nada mudou desde a escravidão até os dias atuais. A mentalidade da oligarquia não cedeu um milímetro.

Trocando em miúdos, todos os paus mandados da burguesia, Flavio Bolsonaro, Zema, Caiado e Renan Santos, estarão juntos no segundo turno contra Lula, que representa a imensa maior parte  do povo brasileiro.

Isso não é novidade nessa eleição, isso é tradição. Por isso, citar alguém como alternativa da direita, é puro exercício retórico. Na prática, o que se tem é uma luta de classes que enterra o Brasil futuro porque, simplesmente, o resumo da ópera é sempre o mesmo, a matemática é sempre a mesma.

O diagnóstico da mídia é que fantasia outros blocos que defendem os mesmos afortunados que, em contrapartida, bombardeiam, sem dó nem piedade, qualquer política social de caráter público no sentido de melhorar a vida dos trabalhadores, dos pobres e dos negros.

Sempre foi assim, e assim sempre será, o resto é lero lero que as pesquisas do segundo turno revelam sem vacilar.


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Política

O cinismo virou estética da direita brasileira

Alessandro Vieira, relator da CPMI do crime organizado, agora, fica horas na mídia sem explicar por que ninguém de fato envolvido foi sequer convocado para a CPI por crimes concretos.

Esse seu diagnóstico, que enxergou, sem provas, quatro ministros do STF como líderes de organizações criminosas é, provavelmente, o maior insulto à inteligência nacional.

A identidade do senador, todos sabem, confunde-se com a do ex-juiz vigarista, Sergio Moro, que meteu a mão, e teve que devolver, em R$ 2,5 bilhões da Petrobras com subterfúgio barato e cínico de que  controlaria a corrupção no Brasil através de uma fundação privada, ao lado de Dallagnol, com uma grana automolhada da Petrobras com uma desculpa precária e fajuta da criação e administração privada dele e Dallagnol.

A entidade estética, que hoje é moda na direita, ganhou super dotação lírica com o lavajatista super dotado, Alessandro Vieira, que não se limitou a ficar horas e mais horas fazendo espuma na CPMI do crime organizado para simplesmente não relatar coisa alguma do PCC, CV, Vorcaro, Banco Master e uma gama inteira de diabos menores que agem no Brasil de forma clandestina, ou seja, sem rótulos.

Vieira optou por uma difícil e ridícula manobra malabarista sem qualquer suporte legal para agitar os espíritos contra o STF e, de forma específica, buscar votos para sua campanha a senador.

O sujeito foi desmascarado pelos próprios ministros do STF, e por muito senadores, mostrando que ele não passa de um filhotinho da orcrim Lava Jato, que nada tem de funcinal sobre o crime organizado propriamente dito.

O interessante é o figura carregar uma medalhinha de Sergio Moro no peito como se op ato pateta de Curitiba fosse seu guia.

O nome disso é, monetização da fé dos tolos e, portanto, não tem qualquer valor legal e ainda pode lhe custar legalmente uma cassação e até mesmo uma cadeia.

Não adianta o senador Alessandro Vieira, no dia seguinte, correr para debaixo da saia de Andreia Sádica do powrpoint, porque muita gente da emissora já havia reprovado o produto de sua relatoria que está muito mais associada à sua propaganda eleitoral.

Seja como for, as palavras maquiavélicas de Vieira contra quatro ministros do STF são de uma pobreza ridícula, mas essa miséria que ele utilizou para se promover, pode ser matéria prima real para lhe custar cabeça, tronco e membros.

CPI não é palco para ser utilizado como picadeiro político.


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Política

O fim do molde Flavio amorzinho

A campanha de Flavio está de amplitude nova para atacar Lula romanceando o governo do seu pai com mentiras das mais cínicas e de tonalidades cinza.

Inteligência não é o forte de Flavio, por isso, ele não empolga nem seus aliados que o mantêm num conjunto marginal de atitudes que são obras primas de traição nacional. Mas a vulgaridade fácil, tentando apagar o passado do governo do seu pai e seu próprio passado, é uma das várias atitudes de um espírito de menos fofuras e mais doenças bolsonaristas.

Não demora o vigarista explicará como é a vida de um extra terrestre tão amado pelo gado que, neste momento, encontra-se choroso com tanto revés enlaçando o seu pescoço.

Flavio segue fugindo de Flavio. Não só ele, Nikolas está de braços cruzados e não quer botar a mão na merda para não ser centrifugado pelo esgoto de Flavio, junto com outros ratos e baratas.

Eduardo Bolsonaro se empombou com Nikolas justamente por isso, pelo rato pular fora do navio antes mesmo de encalhar no primeiro iceberg do naufrágio de sua candidatura.

Flavio, por isso mesmo, em claro desespero, não fugiu da tentação de acusar o governo Lula de fazer justamente o que seu pai fez, como devolver 24 milhões de brasileiros a mais absoluta miséria e, consequentemente à fila do osso e ao mapa da fome, escancarando que sua campanha está doente, com ânsia de vômito diante de seu próprio portfólio de crimes.

Isso produziu um vazio. Com essa espécie de nem nem.

Flavio não está no desespero do inferno, mas está claro que a Faria Lima não exatamente apoia sua candidatura, mas atura. O termômetro disso é o próprio Nikolas que quer que a família Bolsonaro inteira vá para o caldeirão do capeta. E se não diz isso textualmente, seu subconsciente escancara que o pigmeu moral jogou todo o clã na fogueira santa, justamente porque a Faria Lima não tem uma atitude recíproca com a candidatura de Flavio Bolsonaro e, consequentemente, o fervor religioso de Nikolas, que surgiu e viveu debaixo da bata santa do bolsonarismo, criou um personagem universal que não fede, nem cheira.

Ou seja, Nikolas está com um pé dentro e outro fora da candidatura de Flavio.

A pesquisa CNT/DMA desta segunda (14), em que Lula aparece com 44,9% e Flavio com 40.2% no segundo turno. Lula com 39% e Flavio com 31% no primeiro turno, a engenharia do desespero de Flavio funcionará mais na base de colocar nas costas de Lula as merdas feitas por seu pai para fugir da fogueira santa do evangelhistão, por conta da suruba denunciada pela trans de direita, que ganhou as redes do último pleito digital e ter a fidelidade de pastores, maníacos do parque do dízimo e buscar algum elogio para não fracassar antes mesmo do jogo começar.

Ninguém aqui está anunciando a morte política de Flavio, apenas que sua fantasia mudou por decreto de sua assessoria e o sujeito já apareceu de cara pintada para a guerra e, através de magia negra, onde ele assume o papel de “denunciar Lula”, espancando  a verdade com o intuito de tentar blindar seus próprios esquemas do passado que estão diretamente conectados com a de seu pai para agradar o curral.

Resuno da ópera

A regra é clara, a Faria Lima só dá apoio a quem dá lucro, mas Flavio só dá prejuízo.

Por isso o Flavio bonitinho, fofinho, que acabou por se vender como fraquinho, sabe que sua carta de demissão já está na mesa da goma alta do dinheiro grosso. Se cair mais uns pontinhos, será jogado ao mar antes mesmo do Titanic bolsonarista afundar.


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Política

CPI rejeita relatório: Ministros do STF veem uso eleitoreiro de CPI e articulam reprovação de relatório

CPI do Crime Organizado rejeita relatório que pedia indiciamento de ministros do STF

Texto foi derrotado por 6 a 4 após articulação envolvendo governo, STF e Senado

Avaliação interna é de que relatório ignora objeto da CPI e distorce finalidade da investigação

Ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) avaliam que a proposta de indiciamento de magistrados da corte pela CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Crime Organizado teve um viés eleitoreiro e extrapolou o escopo original da investigação parlamentar, em um sinal de abuso de autoridade.

Os ministros articulam junto ao governo Lula (PT) e ao Congresso Nacional a reprovação do relatório proposto pelo senador Alessandro Vieira (MDB-SE). Cinco ministros relataram a interlocutores que a iniciativa de Vieira é considerada lamentável, injusta e tecnicamente equivocada.

Vieira pediu o indiciamento dos ministros Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes por crimes de responsabilidade, delitos que podem ensejar processos de impeachment.

Também foi apontada uma suposta omissão do procurador-geral da República, Paulo Gonet, em relação aos casos do Banco Master.

À reportagem Gilmar disse que “causa espécie que o relator tenha esquecido de indiciar seus colegas de milícia”. Reservadamente, outros dois ministros avaliam que Vieira, ao atacar o STF, quer atrair o eleitorado bolsonarista para garantir a sua reeleição em outubro.

Em mais um capítulo da crise interna do Supremo, os ministros também lamentam o silêncio do presidente da corte, Edson Fachin, que até agora não se manifestou sobre o relatório da CPI. Um grupo de magistrados avalia que Fachin deveria vir a público fazer a defesa institucional da corte.

Nas redes sociais, o ministro do Supremo Flávio Dino escreveu que “é uma irresponsabilidade investigar o crime organizado e não tratar sobre milicianos, traficantes de drogas, vendedores de armas ilegais, garimpos ilegais, facções que controlam territórios, matadores e pistoleiros”.

Dino disse que críticas e investigações devem ser feitas, mas que tratar o STF como um problema nacional é um “gigantesco erro histórico”. O ministro cita decisões da corte contra o crime organizado e termina o texto prestando “solidariedade pessoal aos colegas alvos de injustiças”.

Um grupo de ministros também avalia que o relatório é juridicamente inconsistente, uma vez que os ritos para a investigação de crimes de responsabilidade estão disciplinados pela Lei do Impeachment, cuja admissibilidade se dá pela Mesa do Senado, e não por uma CPI.

No X (antigo Twitter), Gilmar escreveu que o relatório é uma “cortina de fumaça”, pois “deixa de enfrentar o grave problema a que se propôs” e “engrossa a espuma midiática contra o STF, na expectativa de produzir dividendos eleitorais para certos atores políticos”.

O decano do Supremo disse que os excessos da CPI “podem caracterizar abuso de autoridade e devem ser rigorosamente apurados” pela PGR (Procuradoria-Geral da República). O ministro é um defensor da fixação de balizas para a atuação de comissões parlamentares, para evitar arbitrariedades.

Gilmar falou sobre o assunto também na abertura da sessão da Segunda Turma do STF. “Esse desvio de finalidade suscita preocupação e o desvio de finalidade não é algo inocente, é crime. Está na lei de abuso de autoridade.”

Toffoli se manifestou em seguida e defendeu a inelegibilidade de quem ataca as instituições para obter dividendos eleitorais, pois isso, segundo ele, configura abuso de poder. “Esse voto é antidemocrático. É um voto corrupto. E essas pessoas não merecem ter a dignidade de poderem estar elegíveis”, afirmou.

De acodo com Toffoli, o relatório da CPI é “completamente infundado e sem base legal, com o único objetivo de obter votos”. O ministro afirmou tratar-se de uma “situação de excrescência” que merece atenção da Justiça Eleitoral.

O ministro André Mendonça prestou solidariedade “com essa situação de injustiça” e defendeu que as comissões parlamentares respeitem o objeto original de investigação. “Ninguém está acima da lei, mas procedimentos precisam ser feitos da forma correta, respeitando os direitos de todos os cidadãos.”

“Não estamos aqui para isentar ninguém de responsabilidade, mas não estamos autorizados a permitir que investigações indevidas possam ter seu curso em qualquer seara”, afirmou Mendonça.

Em seguida, o ministro Kassio Nunes Marques fez uma breve manifestação: “Também me solidarizo e subscrevo as palavras de Vossa Excelência (Gilmar)”. O ministro Luiz Fux disse que “concorda quanto à necessidade de o plenário do STF julgar a questão relativa aos poderes das CPIs”.

*ICL


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Pesquisa

CNT/MDA: Lula, além de liderar no 1º turno, vence todos os adversários no 2° turno

O presidente Lula segue liderando as intenções de voto no primeiro turno da eleição de 2026, conforme aponta a mais recente pesquisa do Instituto MDA, realizada entre os dias 8 e 12 de abril de 2026, e contratada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT). Essa é a primeira vez que o nome de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) foi testado, já que na anterior, realizada em novembro de 2025, ele não era pré-candidato.

De acordo com o levantamento, Lula apresenta 39,2% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro ocupa o segundo lugar com 30,2%. O ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), aparece com 4,6%, seguido pelo ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), com 3,3%.

Outros candidatos, como Renan Santos (Missão) e Aldo Rebelo (DC), obtêm 1,8% e 1,5%, respectivamente, enquanto 10,4% dos eleitores optam por branco ou nulo, e 8,9% permanecem indecisos.

Nos cenários de segundo turno, Lula continua à frente de todos os adversários. Em um possível confronto direto com Flávio, o presidente obteria 44,9% das intenções de voto, contra 40,2% do filho do ex-presidente.

Além de Flávio, outros cenários de segundo turno entre Lula e candidatos de direita também mostram o presidente com vantagem. No confronto com Ronaldo Caiado, Lula teria 44,4%, contra 32,7% do ex-governador de Goiás.

Contra Romeu Zema, Lula aparece com 45,2%, enquanto Zema obtém 31,6%. Já no caso de Aldo Rebelo, o petista lidera com 45,4%, contra 29,1% do candidato do DC.

No cenário com Renan Santos, o presidente também seria o vencedor, com 45% das intenções de voto, contra 28,3% de Santos. Em todos os cenários, a vantagem de Lula sobre seus adversários é superior a 10 pontos percentuais.

A pesquisa CNT/MDA entrevistou 2.002 pessoas no Brasil e tem uma margem de erro de 2,2 pontos percentuais. Os dados foram registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-02847/2026.

*DCM


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Mundo

Trump amarelou mais uma vez e ficou de joelhos para o Papa

Como um sujeito desse ainda permanece na Presidência da República dos EUA?

Será que os cientistas americanos conseguem explicar isso?

Nessa de bancar o grandão para cima do Papa, Trump se f… para caráleo.

A reação foi tão forte, dentro e fora dos EUA, que o maníaco pedófilo teve que botar o galho dentro, tirando a imagem feita or IA, em que ele se colocava na mesma condição moral que Jesus Cristo.

Para Trump, cagada pouca, é bobagem. E tem gente que ainda diz que esse animal é um grande estrategista. Isso, depois de pipocar duas vezes para o Irã, sem falar de seu arregão nas tarifas.

Trump tirou da cachola de miolo mole a ideia de blasfemar contra a crença cristã no mundo todo. Motivo, buscar uma forma que provocasse um vendaval para que um rodamoinho centrifugasse um novo escândalo envolvendo o maníaco no caso Epstein.

Trump sempre aposta nos péssimos caminhos e na lambança letal para tentar resistir a todo custo em sua cadeira diante de um caso escabroso envolvendo a cadeira da Presidência dos EUA em uma rede internacional de pedofilia e tráfico de pessoas, incluindo crianças, em que ele fazia parte da cúpula.

Na verdade, o cenário político atual de Trump, mesmo tendo arregado e bugado a narrativa de que ele era mais importante para Deus do que o Papa, deu ruim, muito ruim. E foi entendido por católicos e evangélicos por blasfêmia.

O recuo do cagalhão, claro, virou piada logo após ter apagado o post, revelando que o sujeito não aguenta um cisco de pressão.

No fim das contas, até o bostotrumpismo, que tentou defender a postagem do cavalgadura americano, acabou fugindo do assunto para não associar ainda mais a imagem de Trump com a de Flavio Bolsonaro que, dias atrás, ofereceu entregar na bandeja para o diabo gordo as terras raras brasileiras e o Pix.


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Política

O ódio como identidade oculta

O amor de certa camada da sociedade por um pensamento aristocrata, mas sobretudo escravagista é, em forma e profundidade, a nova língua dos “moderados” de direita, leitores de livros cultos no porto do mar. Mas, na realidade, é o quadro mais vulgar da geografia social brejeira.

Na dissertação filosófica do nosso país, a argumentação pedregulhenta cria um gênero novo entre nós, no qual se romanceia penetrantes visões do idealismo moderno.

Isso é uma forma de ser um vassalo do sistema. Ao fim e ao cabo, trata-se de um influxo à francesa com uma musculosa língua hipertrofiada por anos de governo de direita no Brasil.

Na verdade, toda essa gente está batizada na cartilha do ódio como identidade.

A partir disso, um bate-papo informal, mesmo com a pequena burguesia assalariada, que se acha monarquia funcional, a frase dita em estalão quando se relembra todo um processo de entrega do patrimônio nacional, corrupção e uma teia de interesses que move a direita, entra sempre a mesma frase, “mas o Lula não é santo”.

Esse sujeito está tão contaminado pela identidade do ódio quanto o mais feroz estúpido, idiota, bolsonarista e, certamente, votou no dito cujo em 2018 e 2022 sob esse mesmo elástico moral.

Como sabemos, esse é o produto mais vendido na praça, com cinco faixas elásticas de moral seletiva. É uma espécie de reabilitação intestina que usa cada uma delas para uma espécie de resitência contra a realidade.

É o velho tucano enrustido que já foi um Fernando Collor hipercolorido. Pode não parecer, mas esse moderado, por um “mistério da vida”, é parte também da faixa elástica que define hoje uma eleição no Brasil.

Não há contra-argumento quando a direita explode, mas por uma contingência do cloreto de sódio do batismo, ele, que possui, em nome da boa estética, um anteposto de atitudes, revela-se como o novo e inteiriço militante de direita que faz de tudo para que sua insuspeita posição política não fique tão suspeita.

É um amor imortal e imoral que essa gente tem pelos liberais, gente que está tão doente na vida humana que veste um molde de figurino pré-estabelecido e persiste eterno na vulgaridade fácil da vida extraterrestre do mundo da política.

Usa um vento imaginário para transcrever ou reeditar as cartas documento das velhas seitas oligárquicas do Brasil, mas dissertam calmamente sobre o vazio da vida ao arrepio da realidade concreta.

A palavra chave nesse caso, é o desânimo com o pessimismo que verbaliza contra “tudo o que esta aí”. Mas infelizmente, esse zumbido, pouco ou nada percebido, pela sociedade brasileira é, na verdade, o resíduo final de uma direita que faz barulho silencioso contra qualquer avanço social no Brasil, mas principalmente contra o “tamanho do Estado”.

É essa gente que engorda a rejeição a Lula.


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Política

A pergunta que os GloboNewsers não fizeram para Lindbergh Farias

A mídia brasileira, como sabemos, é um espetáculo de ensaboagem, em bom português, carrega em sua cartilha bíblica a ordem central dos barões do jornalismo industrial.

É mais importante esconder determinadas notícias que podem afetar os principais anunciantes do que fabricar escândalos em série contra os desafetos.

O encontro de Andreia Sadi do powerpoint, Malu Gaspar, Otávio Guedes, Ana Flor e Valdo Cruz com o deputado vice-líder do governo na Câmara, Lindbergh Farias, merece nota.

Tudo foi perguntado, tudo foi questionado, e Lindbergh, além de responder a tudo com precisão, colocou várias minas explosivas para que os pés de anjo da GloboNews pisassem naquela espécie de “não me toque” para que a pergunta derradeira surgisse naturalmente, mas os jornalistas levitaram como o Gasparzinho, fantasminha camarada para não pisar em minas.

Se o Banco Central não fosse “independente”, como era no passado antes de Bolsonaro entregá-lo às raposas do sistema financeiro, Vorcaro conseguiria fazer o que fez?

Não! Claro que não.

Campos Neto, que era o objeto em questão, suscitado em matéria do Globo por Malu Gaspar, nem presidente do BC seria. Aliás, nem ele, nem Galípolo. Os dois são nomes de um mesmo novelo do sistema financeiro privado, que é quem dá as cartas na taxa Selic que esfola o bolso do trabalhador brasileiro com os juros reais mais caros do mundo, no faz me rir da ciranda de poucos, meia-dúzia que explodiu de ganhar dinheiro com recordes sobre recordes durante o governo Bosonaro, onde Paulo Guedes, a mando de Bolsonaro, devolveu o Brasil ao mapa da fome, enquanto os banqueiros com banquete dos bem-aventurados, servia os maiores leitões da agiotagem nacional.

Isso nunca havia acontecido no Brasil, enquanto o Banco Central era público.

Sob qualquer hipótese, guiado nas sombras pelas forças invisíveis, o Banco Central, com uma compra mais do que atípica, escancaradamente criminosa não mereceu, já na saída, tal observação do chamado grupo garantidor.

Claro que houve um acordo entre os grandes banqueiros do famigerado grupo “garantidor” com Vorcaro, do contrário, o Banco Master jamais daria um passo para o aumento em espiral da fortuna de Vorcaro que acabou nessa meleca toda.

O fato é que or jornalistas da GloboNews, na entrevista com Lindbergh, fizeram questão de esquecer que foi Bolsonaro quem entregou a rapadura aos banqueiros amigos.

Isso é o que podemos definir como batalhão de choque do sistema financeiro brasileiro dentro das quatro linhas da mídia nacional.

Banco Central “privatizado” no do povo, é refresco,


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Política

Por que o empate em rejeição a Lula e a Flavio é ótimo para o presidente

A rejeição a Lula é velha, a de Flavio é nova e crescente. Quem odeia Lula, o faz desde a farsa do mensalão, assim como da Lava Jato, ou seja, já bateu no teto, não sobe mais.

A diferença está nesse detalhe, a rejeição a Flavio apenas começou, a de Lula, chegou no teto.

Outro detalhe importante, para o eleitor, com Lula, pior do que está, não fica, mas com Flavio, pior do que está fica e piora muito mais se os lambe-botas de Trump voltarem.

Cada blefada de Trump em relação ao Irã, a tendência é a rejeição a Flavio aumente e o pedófilo americano não faz outra coisa na vida como forma de se vender grandão.

Para entender melhor

Em pleno governo Lula, a fala de Trump sobre o Irã fez o Ibovespa superar 198 mil pontos, emendando a décima alta seguida em nova máxima histórica. Dólar caiu abaixo de R$ 5 pela primeira vez em mais de 2 anos.

Isso não cura a síndrome de vira-lata que a direita bolsonarista carrega tatuada na alma, mas faz com que a soberania nacional, defendida por Lula, ganhe cada vez mais pedal e a sabujice de Flavio e do clã Bolsonaro ganhe mais rejeição entre os indecisos, inclusive de gente de centro direita e direita não bolsonarista.

No entanto, temos que lembrar da contradição entre vitrine e pedra. Lula é o presidente, consequentemente, fica muito mais exposto à críticas e cobranças, Flavio é um senador inútil, nulo que segue o mesmo histórico de produção zero em relação a projetos aprovados no Congresso, aqssim como viveu o pai, Bolsonaro, e os irmãos da mesma cepa, Carluxo e Eduardo.

Ainda há muito o que ser descortinado no passado de Flavio. Milícia, chocolate, mansões luxuosas, rachadinha e sabe lá Deus mais o quê.

Automaticamente, Flavio, que faz oposição a Lula, ou seja, é pedra, está tão vulnerável quanto quem está na situação deixando de ter peso de opsição.

O calcanhar de Aquiles de Lula, que é o Banco Cental privatizado, que produz a maior taxa de juros do mundo, na privatização, foi entregue para as raposas do sistema funanceiro por Jair Bolsonaro, pai de Flavio, a quem ele jura seguir todos os passos para mergulhar o Brasil no mapa da fome, junto com o recorde de lucro para os abutres do país, os banqueiros.

Não se comemora o nível de rejeição a Lula, lógico, mas se, num eventual segundo turno, for mesmo Flavio o candidato a disputar com Lula, sua rejeição será, sem sombra de dúvida, cada dia mais crescente, superando a de Lula, a partir da realidade que já aparece no horizonte.


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PF monitorou fim da data de permanência legal de Ramagem nos EUA para ação de prisão

PF fez trabalho de cooperação por meio de um oficial de ligação que acompanhou os dados de Ramagem nos EUA

A coluna de Juliana Dal Piva, no ICL, apurou que a prisão do ex-deputado federal Alexandre Ramagem nos Estados Unidos ocorreu após um trabalho de meses da Polícia Federal desde que Ramagem fugiu em setembro. Um dos pontos centrais para que a ação se desdobrasse nesta segunda-feira foi verificar quando vencia o período de permanência legal do ex-deputado nos EUA com o visto B1B2, o visto de turismo e negócios utilizado por ele para entrar na Flórida.

Além disso, a PF fez um trabalho de cooperação por meio de um oficial de ligação que estava atuando nos EUA e acompanhando os dados de Ramagem. Ele foi preso nesta segunda-feira (13) por agentes do ICE, o serviço de imigração dos Estados Unidos, na Flórida, onde permanecia desde que deixou o Brasil em 2025.

O ex-diretor-geral da Abin teve o mandato cassado pela Mesa Diretora da Câmara dos Deputados em dezembro do ano passado, após ser condenado no processo da trama golpista em 11 de setembro.

Após fugir do Brasil, o deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ) entrou nos EUA no dia 11 de setembro, o que demonstra que ele decidiu deixar o país antes mesmo de ser condenado. A PF já apura o caso desde o início de outubro.

Além disso, investigadores já identificaram que Ramagem iniciou sua fuga em Brasília a partir de um voo para Boa Vista, em Roraima, no dia 9 de setembro. O trajeto entre Boa Vista e a Guiana foi feito via terrestre. Nos dias seguintes, tanto ele como a mulher, Rebeca, passaram a postar imagens juntos para disfarçar o paradeiro do deputado. Por isso, antes dela viajar aos EUA, Rebeca foi alvo de busca pessoal e teve celulares apreendidos no aeroporto.

Em nota, a Câmara informou que não foi autorizada missão oficial no exterior para o deputado Ramagem, tampouco houve comunicação à presidência da Casa de afastamento do parlamentar do território nacional.

A Casa também declarou que o deputado apresentou atestados médicos nos períodos de 9 de setembro a 8 de outubro; e de 13 de outubro a 12 de dezembro. Ramagem integrava o chamado “núcleo crucial” da trama golpista, ao lado de outras sete pessoas, entre elas o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Ramagem foi condenado a 16 anos de prisão e o ministro Alexandre de Moraes também determinou esta semana a perda de mandato parlamentar de Alexandre Ramagem.

A esposa do deputado, Rebeca Ramagem, chegou a publicar, no domingo (23), nas redes sociais, que a família viajou para Miami por “proteção”, alegando enfrentar “perseguição política desumana”.


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