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Carluxo posta foto com revólver do lado

O vereador do Rio de Janeiro e filho do presidente Jair Bolsonaro, Carlos, chamado de Carluxo nas redes, postou uma foto em seu Twitter trabalhando no computador em cima da cama com uma pistola ao lado. “Trabalhando na internet numa das filiais do…. meu Deus do céu! Tem que rir destes porcos!”, diz a legenda. O clá Bolsonaro é defensor de armas, seu irmão Eduardo publica com frequência fotos suas armado. No governo, uma das primeiras medidas de Bolsonaro foi flexibilizar o porte de armas.

Carlos Bolsonaro publica mensagens incompreensíveis nas redes sociais como essa. Nos comentários, os internautas perguntam se ele está na casa 58 ou na 36, já que o filho 02 do presidente mora no mesmo condomínio onde seu pai residia antes de assumir a presidência. Os números das casas viralizaram após a reportagem do Jornal Nacional afirmar que um dos assassinos de Marielle Franco e Anderson Gomes esteve no condomínio antes do crime. Segundo a matéria, o porteiro teria interfonado na casa 58 e o “Seu Jair” teria autorizado a entrada do motorista do carro Élcio Queiroz. O Ministério Público do Rio de Janeiro afirmou que o porteiro mentiu.

Após o envolvimento do nome de seu pai no caso Marielle, Carlos tem se envolvido ativamente na defesa do presidente, acessando provas, atacando a TV Globo e o governador Wilson Witzel. “O (sic) mídia podre está toda unida em torno de mais uma narrativa boçal, ignorando os verdadeiros criminosos e forçando uma atmosfera de ruminantes espalhando achismos e boçalidades. Forçam uma imbecilidade se tornar um fato político em prol do sistema corrupto! Isso é Brasil”, disse em postagem deste sábado (2).

https://twitter.com/CarlosBolsonaro/status/1191076048114454529?s=20

 

 

*Com informações da Forum

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Luis Nassif: No condomínio de Bolsonaro não há interfone

Confirmando esse furo de reportagem de Luis Nassif, os reflexos serão de uma cambalhota de 180 graus no caso do porteiro do condomínio de Bolsonaro, o que, consequentemente chegará na promotora, em Moro, em Aras e em Bolsonaro.

Depois de fazer uma crítica fundamental à imprensa que, nos últimos cinco anos, comprava o pacote da Lava Jato já encaixotado e embalado para uso instantâneo sem qualquer checagem, Nassif traz revelações bombásticas que, se confirmadas, serão um tsunami no Palácio do Planalto, como mostra a trecho da matéria abaixo escrita por ele, que destacamos:

“Tem-se um ponto central de raciocínio.

1 – Na visita de Élcio Queiroz ao condomínio, o porteiro colocou o número da casa de Bolsonaro na planilha antes de acontecer o assassinato de Marielle.
2 – Há duas explicações para o cochilo de ter confundido as casas de Bolsonaro e de Ronnie Lessa, o suposto assassino. Ou as reuniões foram programadas em conjunto. Ou havia um mesmo grupos de pessoas que visitava ambas as casas.

O caminho correto da reportagem deveria ter sido a de ouvir não apenas o porteiro, mas outros porteiros e moradores do prédio.

Aí, saberiam dos seguintes fatos, que me foram passados por fonte fidedigna, com acesso ao condomínio.

O condomínio abriu mão de interfones, por ser caro e por problemas de instalação. Optou-se por telefonar ou para o celular ou para o telefone fixo de cada proprietário.

No caso de Bolsonaro, as ligações são para o próprio celular de Bolsonaro. E é ele quem atende. O que significa que a versão do porteiro não era descabida. Ou seja, o fato de estar em Brasília não o impedia de atender o telefone.

Carlos Bolsonaro, o Carluxo, também recebe os recados pelo celular. Em geral, fica pouco no condomínio, pois prefere permanece em seu apartamento na zona sul. Mas porteiros ouvidos por moradores sustentam que, naquele dia, ele estava no condomínio.

O porteiro do depoimento está de férias. Mas moradores do condomínio foram, por conta própria, conversar com os demais porteiros. E eles garantiram que a ligação foi feita para Bolsonaro mesmo.

O sistema eletrônico diz que a ligação foi para Ronnie Lessa. Tem que se buscar as razões para esse desencontro. O porteiro pode ter ligado para Bolsonaro, que lhe disse para ligar diretamente para Ronnie Lessa, por exemplo. O próprio Elcio Queiroz pode ter corrigido o porteiro.

Agora, uma reportagem mal feita colocou porteiro e porteiros à mercê de Sérgio Moro e Augusto Aras, que se transformaram no grande braço de Jair Bolsonaro

Há tempo de se tentar salvar a reportagem.”

Obs. Acrescentando o que disse Nassif, lembramos que é muito comum nos condomínios do Brasil, mesmo os que têm interfone na portaria, os porteiros terem o número dos celulares dos moradores para qualquer eventualidade.

 

 

*Com informações do GGN

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A culpa é do porteiro

Numa velocidade espantosa, arrumaram um culpado para o caso Bolsonaro/Marielle, o porteiro.

O Planalto moveu terras e mares, recorreu à própria estrutura do Estado para provar que Bolsonaro tem um passado ilibado e jamais se envolveria com milicianos assassinos, torturadores e traficantes de armas. Tudo não passou de um fake news, como disse o Procurador-geral da República modelado, Augusto Aras, por uma flagrante pressão ilegal de Moro, Polícia Federal e a milícia digital.

Montou-se rapidamente um campo de batalha para que todos os fuzis mirassem na cabeça do porteiro, como se não tivesse qualquer ligação de Bolsonaro com Ronnie Lessa ou com Élcio de Queiroz que saíram de dentro do condomínio onde residem Bolsonaro e Carluxo para assassinar Marielle e Anderson em um lugar previamente escolhido onde não haveria registro por câmeras do fuzilamento dos dois.

O fato é que, como sempre, o mais fraco e, nesse caso, o absolutamente mais fraco, o porteiro, ficou com a brocha na mão para caracterizar o produto do crime contra o inocente Bolsonaro, esse santo homem que nunca empregou parentes de milicianos em seu clã, que ninguém sabe onde começa e onde termina, tal o fracionamento da picaretagem entre os quatro, o pai e os três filhos, Flávio, Eduardo e Carluxo.

Em coisa de 15 horas tudo foi resolvido com a tenacidade do herói Moro, o destemido herói nacional que só não consegue encontrar o Queiroz. Ou seja, a “mentira” do porteiro não prosperou. Bolsonaro é uma criatura escolhida por Deus, de comportamento humano quase divinal, assim como a barbaridade cometida por Adélio Bispo, de esfaqueá-lo de forma tão fria que até hoje não se sabe o paradeiro do sangue e, muito menos o da cicatriz no local aonde supostamente foi desferida a tal facada.

Tudo isso com a mesma veracidade do hacker de Araraquara, dos 39kg de cocaína no avião presidencial, claro, é tudo culpa do sargento. Do cheque depositado na conta da Michelle, da multiplicação milagrosa dos imóveis de Flávio e de um número sem fim de depósitos de Queiroz fez em sua conta, provando que Queiroz é outro culpado por tudo.

Tem também a Wal do Açaí, porque a imprensa cisma de atacar as pessoas em torno de Bolsonaro, como ele mesmo disse. O tio miliciano de Michelle, a mãe e a avó estelionatárias, todos pessoas de bem que poderiam estar perfeitamente na Av. Paulista em protesto contra a corrupção, como tantos outros picaretas.

Também tem a culpa dos índios do dia do fogo que devastou a floresta amazônica no incêndio criminoso e, como não poderia faltar, a Venezuela de Maduro culpada pelo derramamento de óleo no litoral nordestino.

Como se vê, é muita gente torcendo para dar errado, gente como o porteiro que tem um poder incomensurável, um globalista que acredita até que a terra seja redonda, um homem que, certamente, merecerá frases que causam ascos vindas de Olavo de Carvalho. O porteiro hiena, o porteiro piranha, também retratado em vídeo por Carluxo e o porteiro mordomo, porque, no final das contas, a culpa é sempre dele.

 

*Carlos Henrique Machado Freitas

 

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Vídeo: Pela repercussão dos áudios de Queiroz, depois das hienas, Carluxo posta vídeo com ataque de piranhas

Muito se falou sobre o vídeo das hienas atacando um leão, pois bem, nesta terça (29), dobrando a aposta, Carluxo, sem utilizar siglas como fez com o vídeo das hienas, compartilha um outro vídeo em que um cardume de piranhas ferozes ataca duas mulheres, com a mesma mensagem subliminar do outro vídeo.

Mas a questão é, ninguém discutiu o que motivou tais postagens onde aparece uma conspiração de partidos, STF, movimentos e etc., atacando o leão sem dente, no caso, Bolsonaro. E, agora, o vídeo das piranhas.

Em outro vídeo compartilhado por Carluxo de Olavo de Carvalho, o guru terraplanista, o papa hierárquico dos que acreditam em Jesus na goiabeira, ataca Lula dizendo que ele roubou R$ 6 trilhões. Mas a questão não é a corrupção, segundo o mastodonte mistificador, mas o que Lula financiou com esse valor, que é a maior morticínio, maior carnificina, o maior genocídio promovido pelos comunistas das galáxias e sei lá mais o quê com essa grana.

Então, vem a pergunta: o que esses idiotas, Carluxo e Olavo de Carvalho querem com isso?A resposta vem no final do vídeo em que Olavo de Carvalho diz, “o Lula fazendo essa barbaridade toda e vocês preocupados com crimezinho do Queiroz? Vão tomar no C…”.

Agora, uma outra pergunta: Por que esses socos desesperados no vento que Carluxo e Olavão estão dando? A resposta, a meu ver, está no artigo de Leandro Fortes:

Queiroz pode ter se tornado bomba relógio para o governo Bolsonaro

“Leandro Fortes, do Jornalistas pela Democracia, afirma que a família Bolsonaro “deve ter percebido que Fabrício Queiroz está decidido a não se volatizar sozinho sob a pica do tamanho de um cometa, como ele mesmo diz, que o Ministério Público do Rio de Janeiro estaria preparando para enterrar nele”. “Resta saber quanto tempo Queiroz ainda aguenta sem proteção”, diz

A família Bolsonaro, mesmo com todas as limitações intelectuais tornadas públicas, diariamente, deve ter percebido que Fabrício Queiroz está decidido a não se volatizar sozinho sob a pica do tamanho de um cometa, como ele mesmo diz, que o Ministério Público do Rio de Janeiro estaria preparando para enterrar nele.

Antes de seguir adiante, abro parênteses.

Não é impressionante como toda metáfora da narrativa dos Bolsonaros e seus agregados gira em torno de pau no cu? Essa obsessão só pode ser resultado em algum abuso na caserna, haja vista que Queiroz é, também, militar.

Fecho parênteses.

A história das máfias tem demonstrado que, diante do abandono, mesmo os soldados mais leais acabam entregando os esquemas dos chefões para salvar a própria pele. Queiroz, o malandro agulha que depositou um cheque maroto na conta da primeira-dama Michelle Bolsonaro e ficou milionário, alegadamente, vendendo carros usados na porta da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, até ele, tem um ponto de saturação.

Ainda mais agora que, em um dos áudios vazados, provavelmente, pelo próprio Queiroz, o contribuinte descobriu que o presidente tratou com o gerente do laranjal de Flávio Bolsonaro da demissão de Cileide Barbosa Mendes, doméstica da família e laranja na empresa do ex-marido de Ana Cristina Valle – personagem nova dessa novela miliciana, mas com grande potencial de protagonismo, uma vez que já foi casada, também, com o capitão Bolsonaro.

Cileide trabalhava no gabinete do vereador Carlos Bolsonaro, o Carluxo, na Câmara Municipal do Rio, o que torna a história ainda mais atraente: revela, por exemplo, que o presidente da República, junto com Queiroz, cuidou, pessoalmente, de apagar pistas e dar sumiços em arquivos quando o MP começou a apertar o cerco em torno das atividades criminosas da família.

Resta saber quanto tempo Queiroz ainda aguenta sem proteção.

É possível que o laranja já tenha se tornado uma bomba relógio.”

Assista aos vídeos:

 

*Artigo de Leandro Fortes foi originalmente publicado no 247

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Como se fosse Lula e não ele o vizinho do assassino de Marielle, Bolsonaro usa o esgoto da Veja para atacá-lo

Possivelmente num jogo combinado entre Veja e Bolsonaro, no dia em que a Istoé revela o esquema criminoso do clã, Bolsonaro/Carluxo usa o twitter para fazer cortina de fumaça sobre as revelações pesadíssimas que a Istoé trouxe nesta sexta-feira (25) em sua matéria, parecendo até que foi um filho de Lula e não um de Bolsonaro, que namorou a filha do miliciano pego com mais uma centena de fuzis e que também é apontado pela polícia como o assassino de Marielle.

Se Queiroz fosse amigo de Lula e motorista de seu filho e tivesse depositado dinheiro na conta da Dona Marisa, todos estariam presos há muito tempo.

Quem vê Bolsonaro escrevendo no twitter, imagina que Queiroz que, a mando do clã Bolsonaro, criou uma espécie de classificados de laranjas, oferecendo empregos no legislativo a módicos R$ 20 mil por cabeça, é o homem forte de Lula e não de Bolsonaro.

Lendo o seu twitter, alguém deve imaginar que, quem passou a vida condecorando milicianos e empregando seus familiares, foi Lula e não Bolsonaro e seu clã.

O fato é que Moro se transformou no Blindador Geral da República para segurar todas as denúncias de crime do clã do patrão. O mesmo Moro que prendeu Lula sem provas para Bolsonaro vencer a eleição e ele virar ministro. Tudo tão ridiculamente patético, tão deprimente para o judiciário e Ministério Público brasileiros.

E a Veja, sabendo que Palocci se transformou em delator de sebo, convocou Marcos Valério que disse à mesma que ouviu falar que alguém disse para um amigo seu que Lula é quem mandou matar Celso Daniel.

Essa já é a enésima vez que, sem qualquer inspiração para criar factoides, a velha direita brasileira abre a tampa do esgoto da Veja para soltar o seu odor fétido, carregado de bactérias saídas de sua redação.

Não sei se essa gente acredita na eficácia desse tipo de ação. Bolsonaro, que é um medroso contumaz, está apavorado com a rebelião do povo chileno que resolveu botar um fim num governo neoliberal que Paulo Guedes tem como escapulário.

Sem trazer nada de concreto de sua longa viagem internacional, a não ser o medo, Bolsonaro mostra o quanto está apavorado com a liderança de Lula que é respeitadíssimo na China, a mesma que despreza solenemente a sua visita.

 

*Carlos Henrique Machado Freitas

 

 

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Agora, a baixaria é entre Joice Hasselmann e Carluxo

Não dá para economizar no termo para o que está acontecendo na guerra dentro do PSL entre a ala que apoia Bolsonaro e a que é contra. É baixaria em estado puro, como se vê nessa troca de insultos de baixo nível entre Carluxo e Joice.

A questão todos sabem, é o milionário fundo partidário. Esse é o governo da nova política que, resumindo na seca, pode-se dizer, sem medo de errar, que é o que existe de mais corrupto na história da república e de forma desavergonhada ao sol do meio-dia, sem que haja qualquer constrangimento de nenhuma das partes para se descer tão fundo nos verbos utilizados.

Se fosse no PT, essa briga encheria os jornais não com artigos de fundo ou tirinhas como tem ocorrido na grande mídia, a coisa tomaria a vida dos colunistas durante o ano. Não haveria folha de papel capaz de segurar tantas tintas contra Lula, Dilma e o PT para se criar um ambiente de destituição do governo por justa causa. Mas como é Bolsonaro que tem a alma feita da mesma argila neoliberal dos jornalões e revistonas, o destino de um absurdo desse fica no julgamento subvertido a um folhetim qualquer não à coisa séria que é.

Quem começou com os ataques nucleares foi o Carluxo, o chefe da guarda digital do pai. Carluxo postou uma sequência de imagens que continha um porco, um rato, uma cobra, uma galinha e uma lula. Sentido-se ofendida com a mensagem, Hasselmann respondeu publicando uma mensagem com três veados e três ratos.

A deputada está na ala do PSL que se voltou contra Bolsonaro e seus filhos, ficando do lado do grupo que defende o presidente do partido Luciano Bivar. A atitude da parlamentar fez com que ela perdesse o cargo de líder do governo na Câmara dos Deputados. Por sua vez, os caciques do partido tiraram dos filhos de Bolsonaro a presidência dos diretórios regionais de São Paulo e do Rio de Janeiro. Ou seja, ainda tem muitas reviravoltas nessa política de bueiro que a grande mídia, certamente, colocará apenas como um incômodo para o governo atual, assistindo a tudo de camarote, sem dar manchetes para essa barbaridade.

https://twitter.com/pirescarol/status/1185999868155834371?s=20

 

*Da redação

 

 

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Mestre da picaretagem: Flávio, Eduardo e Carluxo, quem levará o prêmio “Bandido de Estimação”?

Afinal, quem está na berlinda no reality show do clã Bolsonaro, Flávio, Eduardo ou Carluxo? Quem leva o prêmio de monumento da picaretagem? Qual dos três levará o leitão no decisório certame?

O vencedor, certamente, tem que suar a camisa. Flávio, como todos sabem, é a extensão de Queiroz. Ele arrumou uma palavrinha ajeitadora na mídia “rachadinha” para designar de forma quase angelical, um esquema pesado com a milícia dentro de seu gabinete que o elenca a mestre na arte de fazer o patrimônio se multiplicar muitas vezes em pouco tempo.

Mas Eduardo tem um meticuloso plano de campanha para arrebatar, a muque, a palma da vitória, seja pelo fato de querer ser embaixador nos EUA, a partir de sua honorabilidade como chapeiro, seja como muralha na comissão que preside na Câmara para não deixar que, através de seu advogado, o militar, preso na Espanha com 39kg de cocaína no avião da comitiva presidencial, possa se explicar.

Não resta dúvidas de que há mais caruncho do que buraco nesse milho. Isso, sem falar que Eduardo também protege Letícia Catelani, ex-diretora da Apex.

Já Carluxo, esse personagem pitoresco do clã é a grande reserva imoral do seu próprio tutor, Jair Bolsonaro. É ele que usa os melhores truques nas redes sociais para se passar pelo pai, com o consentimento do próprio, como fez ontem, saindo da toca e pressionando o STF na conta do pai e, depois, admitindo que foi ele, Carluxo, quem escreveu o bilhete.

Na verdade, isso mais se parece com um cochicho digital do Bolsonaro que, vendo a reação negativa no STF, que poderia implicar Flávio e, consequentemente ele próprio, mandou Carluxo assumir os méritos do pombo para tirar o seu da reta e não azedar ainda mais a coisa de um governo que já está talhado.

Seja como for, a fala do Delegado Waldir celebrando Flávio Bolsonaro como “bandido de estimação” provocou ciúmes em Eduardo e Carluxo e, agora, numa disputa para levar o cinturão e o busto de bronze, cada um deles puxa a brasa para a sua maquete para saber quem é o mais vigarista dos três.

 

*Carlos Henrique Machado Freitas

 

 

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Baixaria de Carluxo e Major Olímpio: “cadela no cio”, “canalha” e “bobo da corte”

O vereador Carlos Bolsonaro, Filho do presidente e uma espécie de príncipe regente das redes sociais do pai, vem se referindo ao Senador do PSL-SP, Major Olímpio, expressando toda a ira do clã contra as fortes críticas de um dos líderes do PSL na casa. Não é de hoje de o Major se refere a Bolsonaro com fortes críticas à incapacidade de diálogo do presidente e do governo como um todo.

Em resposta às críticas políticas, Carluxo, como é conhecido o filho de Jair Bolsonaro, e o Major Olímpio, têm feito postagens no mínimo curiosas para um senador e um vereador. Adjetivos como “Cadela no cio”, “bobo da corte”, “canalha”, “moleque” e outros “gracejo” estão constantemente presentes em respostas diretas do senador e do vereador, em comentários no Twitter.

 

*Com informações do A Postagem

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Carlos bolsonaro sobre cursos de humanas: “ensinam como queimar a rosca sem sentir dor”

Mais um dos absurdos do representante oficial de Bolsonaro no que se refere às asneiras cotidianas do “presidente da República do Brasil”.

O filho do presidente Jair Bolsonaro (PSL-RJ), o vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ) insinuou, na noite deste domingo (22), pelo Twitter, ao elogiar investimentos do governo em pesquisas na indústria automobilística, que os cursos de Ciências Humanas “ensinam como queimar a rosca sem sentir dor”.

Entre parênteses, Carluxo acrescentou que o que dizia não era piada, mas sim fato. “Isso sim é investir nos cérebros brasileiros e pensar no bem do país!”, encerrou.

“Governo Bolsonaro investe em mais recursos para pesquisas de verdade e não aquelas padrões que ensinam como queimar a rosca sem sentir dor (obs: isso não é piada, é fato)! Isso sim é investir nos cérebros brasileiros e pensar no bem do país!”

 

*Com informações da Forum

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Carluxo comanda o ‘gabinete do ódio’ que está por trás da divisão da família Bolsonaro

Quando o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) saiu de férias, em meados de julho, e viajou para a Bahia, auxiliares do presidente Jair Bolsonaro no Palácio do Planalto ficaram preocupados. A portas fechadas, no segundo andar daquele prédio erguido com colunas “leves como penas pousando no chão”, como gostava de comparar o arquiteto Oscar Niemeyer, um assessor chegou a dizer que, sem Flávio em Brasília, o “gabinete do ódio” ficaria incontrolável.

O comentário reflete a tensão que tomou conta do Planalto. No segundo governo de Dilma Rousseff, pouco antes do impeachment, em 2016, um pedaço daquela construção que abriga o centro do poder ficou conhecida como “Faixa de Gaza”, tamanha era a guerra de nervos entre a petista e seu então vice, Michel Temer. Agora, assessores de Bolsonaro batizaram o grupo responsável pelas mídias digitais do presidente como “gabinete do ódio”.

Nos bastidores, essa “repartição” é vista como responsável pelo afastamento cada vez maior entre Flávio – o primogênito – e seu irmão, o vereador licenciado Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), também conhecido como “Carluxo” ou “zero dois”. Considerado o “pit bull” da família, Carlos é o responsável por criar estratégias para as redes sociais do pai e sempre defendeu a tática do confronto para administrar, em oposição a Flávio, dono de estilo conciliador.

Na prática, mesmo quando não está em Brasília, Carluxo comanda o “núcleo ideológico”, emite opiniões polêmicas, chama a imprensa de “lixo” e lança provocações contra aliados do pai, como o vice-presidente Hamilton Mourão, tido por essa ala como “traidor”.

Segundo a reportagem do jornal O Estado de S. Paulo, “os três [filhos] são da confiança do vereador e também do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-RJ) – o filho “zero três”, que Bolsonaro quer emplacar na Embaixada dos Estados Unidos –, mas Flávio tem horror a eles.”

A matéria ainda avança para a composição do ‘Gabinete do Ódio’: “com carta branca para entrar no Planalto, o assessor parlamentar Leonardo Rodrigues de Jesus, o Leo Índio, primo dos filhos de Bolsonaro, virou uma espécie de “espião voluntário” do governo. Léo Índio já produziu dossiês informais de “infiltrados e comunistas” nas estruturas federais, como revelou o Estado. O então ministro da Secretaria de Governo, general Carlos Alberto dos Santos Cruz, comprou briga com Carlos e com ele. Foi demitido.”

 

 

*Com informações do DCM/247