Categorias
Política

Recado de Lula ao tarifaço, big techs e Eduardo Bolsonaro, ‘O Brasil é dos brasileiros’

‘Não estamos dispostos é ser tratados como se fossemos subalternos’, declarou

Durante reunião ministerial nesta terça-feira (26), o presidente Lula (PT) voltou a passar recados contra o tarifaço imposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, com críticas ao deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e à falta de regulamentação das chamadas big techs.

“Ele [Trump] publicou de novo ontem às 21h uma nota dizendo que quem mexer nas big techs dele vai ter consequências”, disse Lula, que faz uso do boné com a mensagem “O Brasil é dos brasileiros”, slogan nacionalista usado pela gestão desde que intensificou o discurso de soberania nacional.

“Disse que as big techs são patrimônios americanos e não quer que ninguém mexa. Isso pode ser verdade para ele, não para nós. Quem quiser entrar nesses 8 milhões de km² tem que prestar conta à nossa Constituição”, declarou.

O presidente também voltou a pedir a cassação do mandato de Eduardo Bolsonaro pelas articulações em prol do tarifaço, direcionando o pedido à ministra Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais), responsável pelo diálogo com o Congresso Nacional.

Lula também voltou a criticar a guerra entre Rússia e Ucrânia e disse acreditar que o fim do conflito se aproxima.

“É um momento de desafio para nós. Todo mundo sabe o que tem acontecido a nível internacional, todo mundo tem acompanhado a questão da guerra da Ucrânia e da Rússia e todo mundo sabe que está para chegar ao final. Putin e Zelenski já sabem o limite dessa guerra, Trump já sabe o limite, então acho que estão aguardando o momento de anunciar o fim das guerras. Acho que a disputa agora é ver quem vai ficar com a dívida da guerra.”

As declarações foram dadas durante abertura da reunião ministerial desta terça, que ocorre sob a expectativa de integrantes de seu governo de um alinhamento do discurso e ações do Palácio do Planalto e orientações sobre as prioridades no Congresso neste ano.

Encontro com Lula
Este é o segundo encontro que reúne todos os ministros da Esplanada, e terá um formato mais curto que a anterior, realizada em janeiro deste ano, que durou cerca de sete horas. Iniciado às 9h, o evento tem a previsão de falas dos ministros Sidônio Palmeira (Secretaria de Comunicação Social da Presidência), Gleisi (Secretaria de Relações Institucionais), Rui Costa (Casa Civil) e Fernando Haddad (Fazenda).

Segundo um auxiliar do petista, a ideia é que essa seja uma reunião de alinhamento de discursos e ações do governo daqui para frente, e não de apresentação de balanços, diz Mariana Brasil, ICL.

A expectativa é que Lula cobre a seus ministros por entregas de políticas públicas e inauguração de obras, voltando a dizer que este ano é o “ano da colheita” de seu governo.

Desde a última reunião ministerial, feita em janeiro, fatos relevantes para o governo ocorreram, como o tarifaço de Donald Trump sobre os produtos brasileiros, a crise com o Congresso após derrubada de decreto sobre o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) e o escândalo de descontos ilegais no INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).


Apoie o Antropofagista com qualquer valor
PIX: 45013993768
Agradecemos imensamente

Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofagista?igsh=YzljYTk1ODg3Z

Categorias
Política

Três múmias de filhotes da ditadura saídas do sarcófago da história brasileira falando em “ditadura do judiciário”

Carlos Andreazza é neto de Mário Andreazza, ministro dos transportes durante a ditadura militar brasileira, e afirma que quando criança nutria grande admiração pelo avô.

Eduardo Bolsonaro, dispensa comentários sobre sua ancestralidade sendo filho de quem é.

Paulo Figueiredo é neto do ditador João Figueiredo.
Não quero me alongar no perfil dessas três múmias de filhotes da ditadura.

Quero apenas comentar o cinismo sarcástico dos fascistas que acusam os outros daquilo que os nutriu e lhes deu visibilidade.

Pois bem, para os três bacorinhos da ditadura militar, o Brasil vive uma ditadura da toga, comandada com mão de ferro pelo General Alexandre de Moraes.

Cada qual a seu modo e gosto, pinta esse cenário patético integramente afinado com seus avôs e pai. Sem corar…

É ter muita certeza de que a mídia idiotizou milhões de brasileiros que, hoje, fazem parte do pasto bolsonarista.


Apoie o Antropofagista com qualquer valor
PIX: 45013993768
Agradecemos imensamente

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/EDwMnaR2cC27mPiXJEH24i?mode=ac_t

Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofagista?igsh=YzljYTk1ODg3Z

Categorias
Política

O babaca pela saco do fariseu Silas Malafaia

Segundo o Globo, após ser chamado de “babaca” pelo pastor Silas Malafaia, em áudios vazados, Eduardo Bolsonaro enviou um recado particular ao pastor por meio do líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante.

No recado, Eduardo pediu que Sóstenes transmitisse a Malafaia que ele o considera “o nosso tiozão”, afirmando que o pastor tem “crédito para criticar a gente” e que não haveria divisão entre eles. Além disso, Eduardo publicou um vídeo nas redes sociais minimizando o ocorrido, classificando os vazamentos como uma “cortina de fumaça” e expressando apoio a Malafaia, dizendo: “Pastor Silas Malafaia, tamo junto”.

Lógico que o bananeiro bananinha fez cálculo político na guerra intestina que trava com Tarcísio para ser ele e não o outro embusteiro de São Pailo o representante do bolsonarismo nas eleições de 2026 para a Presidência da República e, claro, Malafaia é peça fundamental nessa batalha sangrenta, já que o charlatão não nutre simpatia ao nome de Tarcísio, a quem Malafaia já classificou como traíra de Bolsonaro.


Apoie o Antropofagista com qualquer valor
PIX: 45013993768
Agradecemos imensamente

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/EDwMnaR2cC27mPiXJEH24i?mode=ac_t

Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofagista?igsh=YzljYTk1ODg3Z

Categorias
Política

A imagem apagada que apavora Eduardo Bolsonaro: “Torce pra Inteligência dos EUA não levar ao Trump”

PF afirma que deputado tentou enganar o governo dos EUA e obteve mensagens enviadas ao seu pai em que ele revela temor que o governo Trump descubra

A Polícia Federal (PF) concluiu que Eduardo Bolsonaro (PL-SP) tentou enganar autoridades dos Estados Unidos como parte da articulação golpista que envolve o ex-presidente Jair Bolsonaro. O relatório que indiciou pai e filho revela que os dois coordenaram discursos e mensagens com o objetivo de induzir o governo de Donald Trump ao erro, pressionando para que fossem impostas sanções contra o Brasil e contra integrantes do judiciário e do governo.

De acordo com Ivan Longo, Forum, em mensagens obtidas pelos investigadores no celular apreendido de Jair Bolsonaro, Eduardo demonstra temor de que a estratégia fosse descoberta pelo presidente Donald Trump. Em uma mensagem enviada ao seu pai, o deputado escreveu:

“Torce para a inteligência americana não levar isso aqui ao conhecimento do Trump”.

A mensagem trazia uma imagem, que foi apagada não pôde ser recuperada pela perícia.

Mensagens revelam pavor de Eduardo
De acordo com a PF, essa não foi a única comunicação que revela a tentativa de manipular autoridades estrangeiras. Em outro trecho, Eduardo alerta o pai sobre os riscos de comentários que poderiam comprometer a pressão feita em Washington: “Aqui é tudo muito melindroso, qualquer coisinha afeta. Na situação de hoje, você nem precisa se preocupar com cadeia, você não será preso, mas tenho receio que por aqui as coisas mudem”.

O relatório da Polícia Federal descreve de forma categórica a conduta dos dois:

“Os investigados atuaram com consciência e vontade no intuito de convencer autoridades governamentais estrangeiras, induzindo-as em erro, para aplicar sanções contra o Estado brasileiro e autoridades nacionais constituídas, de forma a satisfazer interesses pessoais ilícitos, qual seja, garantir a impunidade decorrente de uma eventual condenação criminal dos acusados de constituir e integrar uma organização criminosa voltada para a prática dos crimes de tentativa de golpe de Estado e abolição violenta do Estado Democrático de Direito”.

Além da atuação internacional, o documento também aponta que os investigados coordenaram publicações e narrativas nas redes sociais para pressionar e coagir ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

Moraes cobra explicações de Jair Bolsonaro
O relatório foi encaminhado ao ministro Alexandre de Moraes, que determinou que Jair Bolsonaro preste esclarecimentos até esta sexta-feira (22) sobre a coação ao STF, o descumprimento de medidas cautelares e a tentativa de fuga para a Argentina. A PF afirma ter encontrado no celular do ex-presidente um pedido de asilo político endereçado a Javier Milei, no qual alegava perseguição no Brasil.

Agora, caberá à Procuradoria-Geral da República se manifestar sobre o indiciamento de Jair e Eduardo Bolsonaro em até 48 horas.

Há a possibilidade de, após analisar a manifestação da defesa de Jair Bolsonaro, Moraes determinar a prisão do ex-presidente.


Apoie o Antropofagista com qualquer valor
PIX: 45013993768
Agradecemos imensamente

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/EDwMnaR2cC27mPiXJEH24i?mode=ac_t

Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofagista?igsh=YzljYTk1ODg3Z

Categorias
Política

Motta envia pedido para cassar Eduardo Bolsonaro ao Conselho de Ética

Outros 10 deputados também tiveram pedidos de cassação enviados

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), enviou ao Conselho de Ética, nesta sexta-feira (15), 20 pedidos para abertura de processos por quebra de decoro parlamentar contra 11 deputados, incluindo quatro representações que solicitam a cassação do mandato do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP).

No mesmo despacho, Motta enviou representações contra outros 10 deputados por quebra de decoro parlamentar: André Janones (Avante-MG); Gustavo Gayer (PL-GO); Lindbergh Farias (PT-RJ); Gilvan da Federal (PL-ES); delegado Éder Mauro (PL-PA); Guilherme Boulos (PSOL-SP); José Medeiros (PL-MT); Sargento Fahur (PSD-PR); Kim Kataguiri (União-SP) e Célia Xakriabá (PSOL-MG).

Eduardo Bolsonaro
Filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, Eduardo é investigado por obstrução à Justiça e coação no curso de processo judicial no âmbito do Supremo Tribunal Federal (STF). O parlamentar se licenciou do cargo e foi para os Estados Unidos, de onde passou a defender sanções contra a economia brasileira e autoridades do país.

O filho do ex-presidente é denunciado por atentar contra a soberania do país ao articular “sanções ao Brasil”, em três representações do PT e uma do PSOL.

“O representado, em total dissintonia com a realidade, atentando contra os interesses nacionais, patrocina, em Estado estrangeiro, retaliações contra o seu próprio país e também contra um dos integrantes do Supremo Tribunal Federal”, diz a representação do PT.

O PT sustenta que as ações do parlamentar são articuladas para “coagir, intimidar ou retaliar membros do Poder Judiciário brasileiro, em especial o relator da ação penal contra Jair Bolsonaro e do inquérito da tentativa de golpe de Estado em curso no STF, o ministro Alexandre de Moraes.

Eduardo Bolsonaro, no entanto, alega que é “perseguido político”. Ele afirma que a taxação comercial imposta pelos Estados Unidos contra a economia do Brasil só será revista com “anistia geral e irrestrita” a todos os condenados pela tentativa de golpe de Estado para anular as eleições presidenciais de 2022.

Motim
A pauta da anistia foi uma das reivindicações da oposição durante o motim de parlamentares na primeira semana de agosto, quando deputados impediram os trabalhos legislativos.

Em entrevista à GloboNews nesta quinta-feira (14), o presidente da Câmara, Hugo Motta, informou que não irá ceder à chantagem de pautar o projeto enquanto não houver maioria do colégio de líderes para votar o tema.

Segundo Motta, não é razoável anistiar quem planejou matar pessoas.

“Não há ambiente na Casa para uma anistia ampla, geral e irrestrita”, afirmou.

O pai de Eduardo Bolsonaro, o ex-presidente Jair Bolsonaro, é acusado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) de liderar uma tentativa de golpe de Estado ao pressionar comandantes militares para anular a eleição presidencial de 2022.

Nas investigações, a Polícia Federal (PF) encontrou planos para matar e prender autoridades do país. Os acusados negam e o STF marcou o julgamento contra o ex-presidente para o dia 2 de setembro.

*Agência Brasil


Apoie o Antropofagista com qualquer valor
PIX: 45013993768
Agradecemos imensamente

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/EDwMnaR2cC27mPiXJEH24i?mode=ac_t

Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igsh=YzljYTk1ODg3Zg

Categorias
Política

Hugo Motta sobre Eduardo Bolsonaro, “está agindo contra o país”

‘Não concordamos com esse tipo de atitude’, diz Motta sobre Eduardo nos EUA

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criticou a atuação de Eduardo Bolsonaro (PL-SP) nos EUA, dizendo que o “país não pode sofrer por atitudes de um deputado no exterior”.

Motta disse que Eduardo está agindo contra o país. Em entrevista à revista Veja, afirmou que é legítimo defender politicamente o ex-presidente e pai de Eduardo, Jair Bolsonaro (PL), mas que não se pode adotar posturas que prejudiquem a economia brasileira. “Não pode ser admitido”, falou Motta, que disse que vai trabalhar para que as negociações de Eduardo não “tragam danos contra a economia do país”.

Motta criticou a articulação de Eduardo com o governo de Donald Trump. O deputado do PL, que está nos EUA, busca apoio de Trump para evitar a condenação do pai por tentativa de golpe de Estado.

Para o presidente da Câmara, Eduardo não está agindo como um deputado federal. “Eduardo Bolsonaro poderia até estar defendendo algo que ele acredita, defendendo a inocência do ex-presidente Jair Bolsonaro, mas nunca atentando contra o país”, disse. “Nem os seus eleitores, nem os seus apoiadores concordam, ninguém pode concordar em ter o seu país sendo prejudicado pela atitude de um parlamentar. Isso não me parece ser condizente com a postura de um deputado federal.”

Motta prometeu tratamento igualitário quando for debatida a situação do deputado. Disse que Eduardo será tratado como qualquer outro parlamentar, sem privilégios ou prejuízos, dentro do regimento da Casa.

“Eu não possoconcordar com a atitude de um parlamentar que está fora do país, trabalhando, às vezes, por medidas que prejudiquem o seu país  de origem e que tragam danos à economia do país. Isso não pode ser admitido.”

“Com relação às questões inerentes ao seu mandato, nós iremos tratar o deputado Eduardo Bolsonaro como trataremos todo e qualquer parlamentar. Para essa presidência, não existe um parlamentar que é mais deputado do que outro. Dentro daquilo que rege o nosso Conselho de Ética, é como trataremos o deputado Eduardo Bolsonaro, sem ter a ele dado nenhum privilégio e também nenhum prejuízo pelo fato de ele estar aí tendo esse comportamento.”

Motta está em diálogo com o Executivo e Judiciário
Motta lembrou que é inédito um presidente americano impor tarifas e sanções a um ministro do STF, citando o caso de Alexandre de Moraes. Em entrevista recente à revista Oeste, Eduardo afirmou que Motta também poderia sofrer sanções do presidente dos EUA, se não pautar a anistia. Com Uol.


Apoie o Antropofagista com qualquer valor
PIX: 45013993768
Agradecemos imensamente

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/EDwMnaR2cC27mPiXJEH24i?mode=ac_t

Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igsh=YzljYTk1ODg3Zg

Categorias
Política

Haddad imputa a Eduardo Bolsonaro cancelamento de reunião com secretário do Tesouro dos EUA

Ministro da Fazenda afirma que reunião com Scott Bessent foi cancelada após pressão de aliados de Donald Trump

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta segunda-feira (11) que a reunião com o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, prevista para ocorrer nesta quarta-feira (13), foi cancelada após pressão de “forças de extrema direita que atuam junto à Casa Branca”. Segundo Haddad, essas forças agiram diretamente para minar a interlocução entre os dois países.

A reunião teria como pauta principal o tarifaço de 50% imposto pelo governo Donald Trump a produtos brasileiros. O encontro vinha sendo articulado desde julho, a pedido do presidente Lula (PT), após uma reunião considerada produtiva entre Haddad e Bessent em maio.

“A militância antidiplomática dessas forças de extrema direita teve conhecimento da minha fala, agiu junto a alguns assessores, e a reunião foi desmarcada”, afirmou o ministro em entrevista ao programa Estúdio i, da GloboNews.

Haddad: Eduardo Bolsonaro se posicionou publicamente contra o diálogo

Haddad apontou ainda que o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) teria se posicionado publicamente contra o diálogo entre os governos brasileiro e americano. O ministro acredita que essa atuação contribuiu diretamente para o cancelamento da reunião.

“Eduardo publicamente deu uma entrevista dizendo que ia procurar inibir esse tipo de contato entre os dois governos. Depois disso, aconteceu o episódio do cancelamento. Não há coincidência nesse tipo de coisa”, disse Haddad.

Apesar de tentativas posteriores de reagendar o encontro, o governo norte-americano alegou “falta de agenda” e não retomou o contato.

Resposta ao tarifaço de Trump
Durante a entrevista, Haddad detalhou a Medida Provisória que está sendo finalizada pelo governo como resposta às tarifas. O pacote inclui três frentes principais: linhas de financiamento para empresas afetadas, ajustes tributários específicos e compras públicas para absorver parte da produção voltada ao mercado americano.

As medidas visam mitigar os impactos do tarifaço em setores-chave da economia brasileira, como alimentos, vestuário e manufaturados, que tinham forte presença no mercado dos EUA.

Críticas à fala de Tarcísio de Freitas
Haddad também rebateu declarações do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que afirmou que Lula deveria “ligar diretamente para Trump” para resolver a questão comercial.

“É no mínimo um pouco ingênua. Talvez uma pessoa que ainda não tenha traquejo das Relações Internacionais”, comentou Haddad, ressaltando que encontros entre chefes de Estado requerem preparação diplomática e técnica prévia para serem efetivos.


Apoie o Antropofagista com qualquer valor
PIX: 45013993768
Agradecemos imensamente

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/EDwMnaR2cC27mPiXJEH24i?mode=ac_t

Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igsh=YzljYTk1ODg3Zg

Categorias
Política

Gilmar Mendes e Alcolumbre serão ponto central de reunião de Eduardo com EUA sobre sanções

Deputado se reúne com autoridades em Washington e leva à mesa críticas ao STF e ao Senado por suposta proteção a Alexandre de Moraes.

Ganha força entre aliados do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) a avaliação de que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), podem ser os próximos alvos de sanções impostas pelos Estados Unidos. A expectativa é que o tema seja discutido durante a viagem de Eduardo a Washington, marcada para a próxima quarta-feira (13), onde o parlamentar tem encontros agendados com autoridades americanas.

De acordo com interlocutores do deputado, o grupo vê Gilmar Mendes como um dos responsáveis por não isolar o ministro Alexandre de Moraes dentro da Corte, além de atuar como um de seus principais defensores. Já Davi Alcolumbre passou a ser criticado por aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro após se recusar a abrir processo de impeachment contra Moraes, mesmo com o apoio formal de 41 senadores — número suficiente para a abertura da investigação.

Integrantes do círculo de Trump, com quem Eduardo mantém interlocução, enxergam tanto Gilmar quanto Alcolumbre como figuras que estariam ajudando a “blindar” Moraes, considerado um adversário político pelo bolsonarismo.

Gilmar Mendes teria reconhecido, em conversas recentes com políticos e empresários, que algumas decisões de Moraes extrapolaram limites, mas afirmou que continuará a apoiá-lo institucionalmente.

No final de julho, conforme apurou a coluna da Pensar Piauí, Eduardo Bolsonaro teria atuado para retirar os nomes de Gilmar Mendes e do presidente do STF, Luís Roberto Barroso, de uma lista de autoridades brasileiras que poderiam ser sancionadas pelos EUA com base na Lei Magnitsky — legislação que permite ao governo norte-americano punir estrangeiros acusados de corrupção ou violação de direitos humanos. O objetivo, segundo o deputado, seria “dar mais tempo” para que ambos reavaliassem suas posições sobre os processos contra Jair Bolsonaro e a possibilidade de anistia a envolvidos nos atos de 8 de janeiro.

A iniciativa, no entanto, foi mal recebida pelo STF, que interpretou o movimento como mais uma tentativa de intimidação por parte do deputado. Nenhum canal de diálogo foi estabelecido até o momento.


Apoie o Antropofagista com qualquer valor
PIX: 45013993768
Agradecemos imensamente

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/EDwMnaR2cC27mPiXJEH24i?mode=ac_t

Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igsh=YzljYTk1ODg3Zg

Categorias
Política

Eduardo Bolsonaro quer a todo custo que Trump aplique novas sanções a Moraes

O “ajuda meu pai” sairá caro para Eduardo. É questão de tempo.

deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) se reuniu com representantes do Departamento de Estado dos Estados Unidos para discutir as sanções financeiras impostas ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, com base na Lei Magnitsky, adotada durante o governo de Donald Trump.

De acordo com a coluna de Bela Megale no Globo, Eduardo apresentou traduções de reportagens da imprensa brasileira que, segundo ele, mostram como os bancos nacionais interpretam o alcance da sanção. De acordo com o parlamentar, o entendimento das instituições financeiras seria de que apenas operações em dólar estariam bloqueadas, permitindo movimentações em reais.

Segundo o que relatou aliados, Eduardo Bolsonaro afirmou que autoridades do governo Trump avaliam emitir um comunicado oficial aos bancos brasileiros para reforçar a extensão das sanções ou, até mesmo, adotar medidas punitivas contra as instituições que não cumprirem a restrição.

Eduardo Bolsonaro geraram forte reação no Supremo Tribunal Federal. Durante a reabertura dos trabalhos do Judiciário, nesta sexta-feira (1º), ministros da Corte saíram em defesa de Alexandre de Moraes e criticaram duramente a articulação internacional promovida pelo deputado.

STF reage fortemente

Sem citar nomes, o decano do STF, ministro Gilmar Mendes, classificou a ação como um “ato de lesa-pátria” e afirmou que “não é segredo para ninguém que os ataques à nossa soberania foram fomentados por radicais”. Ele completou: “Um deputado, na linha de frente do entreguismo, fugiu covardemente para os Estados Unidos para fomentar ataques ao STF”.


Apoie o Antropofagista com qualquer valor
PIX: 45013993768
Agradecemos imensamente

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/HlpAeWDAUrD8Qq1AjWiCK5

Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofagista?igsh=YzljYTk1ODg3Zg

Categorias
Política

Até para receber o título de traidores do Brasil, os Bolsonaro querem exclusividade

Os asnos, que viviam enfeitados de patriotas, aplaudem a trairagem do clã Bolsonaro com o Brasil.

Normal para quem vê glórias em se ajoelhar para pneu.

Esse hospício a céu aberto vive de coices e relinchos a favor de qualquer passo dado por Bolsonaro e seus filhos, totalmente subordinados às vontades e loucuras do pai.

Eduardo, que foi destacado para ir aos EUA usar as sujeiras maquinadas por Bannon contra o Brasil, em nome de uma comédia chamada “anistia para Bolsonaro”, está atacando aliados que querem tirar uma casquinha da sua trairagem nacional.

Só acho que Eduardo, com sua burrice monumental, deveria acrescentar ao seu boné, a letra D e formar um MAGDA.


Apoie o Antropofagista com qualquer valor
PIX: 45013993768
Agradecemos imensamente


Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/HlpAeWDAUrD8Qq1AjWiCK5

Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofagista?igsh=YzljYTk1ODg3Zg