Categorias
Política

Vídeo: Eduardo Bolsonaro quer liberdade para não vacinar a própria filha e transforma saúde infantil em arma política

Eduardo Bolsonaro conseguiu aquilo que parece considerar uma grande vitória política: no Texas, onde vive, assinou uma declaração que lhe permite assumir a responsabilidade pela dispensa de determinadas exigências de vacinação da própria filha. O procedimento teria custado apenas US$ 10. Em seguida, encontrou a oportunidade perfeita para fazer aquilo que o clã Bolsonaro sabe fazer como poucos: transformar uma questão de saúde pública em munição contra o governo Lula.

O problema é que existe uma diferença monumental entre exercer uma escolha pessoal e tentar transformar essa escolha em bandeira política. Quando o assunto é vacinação infantil, não se está discutindo apenas a preferência de um pai. Está-se falando de prevenção, saúde coletiva e proteção de crianças que não têm condições de decidir por si mesmas.

Eduardo, porém, prefere apresentar a questão como uma suposta batalha pela “liberdade individual”. Ao defender que os pais tenham o direito de recusar vacinas e sugerir que o Brasil siga o modelo adotado no Texas, ele convenientemente ignora que a legislação brasileira trata a vacinação recomendada pelas autoridades sanitárias como uma questão de proteção da criança. A vacinação infantil está prevista no Estatuto da Criança e do Adolescente quando recomendada pelas autoridades competentes.

Mais curioso ainda é o método: ele utiliza uma decisão tomada para a própria filha como argumento para atacar Lula. Ou seja, a experiência particular de um integrante da família Bolsonaro passa a ser apresentada como se fosse uma espécie de prova de que a política brasileira de imunização estaria errada.

Não é.

É apenas mais uma tentativa de transformar uma pauta técnica em guerra ideológica.

Eduardo questiona quem seria responsabilizado por eventuais efeitos adversos das vacinas e levanta suspeitas sobre autoridades e fabricantes. Mas essa retórica já é velha conhecida. Durante a pandemia, Jair Bolsonaro também atacou a vacinação infantil e chegou a afirmar que sua própria filha não seria vacinada contra a Covid-19, apesar da autorização da Anvisa e das recomendações das autoridades sanitárias.

A diferença é que agora o discurso reaparece pelas mãos da geração seguinte do bolsonarismo.

É difícil não enxergar a contradição: quando interessa, Eduardo Bolsonaro invoca a autonomia individual; quando quer fazer oposição, transforma a política pública de imunização em suposto instrumento de controle estatal. No meio disso tudo, ficam as crianças — justamente aquelas que deveriam estar protegidas da disputa política.

A vacinação não pode ser tratada como torcida organizada. Não é assunto para “Lula contra Bolsonaro”, direita contra esquerda ou Brasil contra Texas. É uma questão de saúde pública baseada em evidências, recomendações técnicas e responsabilidade coletiva.

O mais preocupante é transformar a recusa de uma vacina em símbolo de resistência política. A mensagem que chega às famílias é perigosa: a de que desconfiar das autoridades sanitárias seria sinal de coragem e que seguir recomendações de imunização seria submissão ao governo.

Eduardo Bolsonaro parece querer transformar o próprio ato de não vacinar a filha em manifesto político. Mas uma criança não deveria ser instrumento de propaganda ideológica.

E saúde pública não pode ser submetida à lógica eleitoral do clã Bolsonaro.

Se Eduardo quer assumir pessoalmente as consequências de suas escolhas familiares, isso é uma questão privada. O que não pode fazer é transformar uma decisão particular em argumento para desacreditar políticas públicas de vacinação e atacar o governo Lula.

No fundo, o episódio revela algo ainda mais grave: para o bolsonarismo, aparentemente qualquer assunto pode virar palanque — até mesmo a proteção da saúde das crianças.

A vacina protege a criança, mas Eduardo prefere usar a criança para proteger uma narrativa política.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAnthropophagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs

Categorias
Política

Eduardo Bolsonaro, o socialista de Taubaté

Vivi para ver Eduardo Bolsonaro com um novo visual “global”, tentando vender seu irmão, Flavio, com o mesmo sabor de Lula. Tudo se dá pela dependência, agora negada, por grande parte da Faria Lima.

A estratégia não é nova, ainda está na nossa memória o sofrimento de Bolsonaro em ter que se curvar ao Bolsa Família para tentar fazer frente com Lula, em 2022, e toda uma teia de programas sociais que representam, pela lei natural das coisas, o próprio presidente Lula.

O ataque de Eduardo à ex-apoiadora, Faria Lima, dizendo que ela não passava de uma rede de especulação, vivendo somente de rentismo e agiotagem, é um sinal claro de que a serpente bolsonarista está mordida por não contar com os ratos do dinheiro grosso para alimentar a campanha e o bolso do clã.

Então, travestido numa folhagem verborrágica de um discurso social, Eduardo diz que lucro não é importante, mas sim, a sociedade brasileira, dando um chute no tronco escravocrata que sempre foi símbolo do bolsonarismo por seu histórico racista, exploração da mão de obra dos trabalhadores, em nome das burras dos patrões.

Claro, os próprios párias vegetais do clã sempre foram incoerentes, já que arrotavam diminuição do Estado na busca por redução dos custos da máquina e a manutenção dos impostos, mas os próprios filhos do maior sanguessuga desse país, chamado Jair Bolsonaro, seguiram a mesma boca do pai de se nutrir magistralmente nas tetas mais gordas do Estado, transformando-se em bandidos vegetais.

Todos tinham o mesmo sonho desde criança, crescer e alcançar as copas mais ricas da República, enquanto isso, garganteavam um estadinho para os brasileiros.

A galhaça olímpica do bolsonaro sempre quis distância da plebe raquítica. Daí a fila do osso e a devolução do Brasil ao mapa da fome durante o governo do genocida corrupto.

Seria trágico se não fosse cômico ver o belo trecho de um dos vídeos de Eduardo chamando a Faria Lima de imoral, de antinacional, de egoísta e voraz quando, na verdade, seu pai, com um agiota na pasta da economia, Paulo Guedes, devolveu à miséria absoluta 33 milhões de brasileiros, em nome da transfusão de riqueza para as veias bilionárias do 1% mais rico do Brasil.

Mas sabe como é, sentindo que a essa altura do campeonato, Lula sobe cada vez mais e Flavio segue no sentido oposto, Eduardo resolveu interpretar o socialista de Taubaté, erguendo a divisão de riquezas ao invés do lucro obsessivo dos carrascos da Faria Lima.

Tudo isso para tentar materializar um Flavio achocolatado sabor Lula.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAnthropophagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs

Categorias
Política

Eduardo Bolsonaro antecipa derrota de Flavio a 72 dias da eleição

Uma declaração do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) acabou provocando forte repercussão política ao ser interpretada como um reconhecimento antecipado das dificuldades enfrentadas pela campanha presidencial de seu irmão, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Ao afirmar que “não haverá eleição em 2030” caso Flávio seja derrotado em 2026, Eduardo vinculou o futuro do sistema político brasileiro diretamente ao resultado da disputa presidencial, em uma fala que chamou atenção tanto pelo tom quanto pelo momento em que foi feita.

A declaração ocorreu 72 dias antes do primeiro turno das eleições e foi publicada nas redes sociais após decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que suspendeu por 90 dias as visitas de Flávio Bolsonaro ao ex-presidente Jair Bolsonaro. A medida foi tomada depois que o senador leu, durante uma transmissão ao vivo, uma carta atribuída ao pai, o que, segundo o ministro, poderia representar descumprimento das restrições impostas ao ex-presidente.

Ao afirmar que apenas uma vitória de Flávio garantiria a realização de eleições futuras, Eduardo acabou alimentando interpretações de que o próprio núcleo bolsonarista reconhece o cenário eleitoral adverso. Para analistas políticos, a necessidade de apresentar uma eventual derrota como uma ameaça ao futuro institucional do país pode indicar preocupação crescente com o desempenho da candidatura e com a dificuldade de ampliar seu eleitorado para além da base mais fiel do bolsonarismo.

A fala também reforçou a estratégia adotada por integrantes da família Bolsonaro de transformar decisões judiciais e embates com o STF em elementos centrais da narrativa eleitoral. Em vez de concentrar o debate em propostas de governo, o discurso mantém o foco na polarização institucional e na mobilização do eleitorado mais alinhado ao ex-presidente.

Nos bastidores, a declaração repercutiu como mais um episódio de tensão em uma campanha que já enfrenta desafios políticos e jurídicos. Com pouco mais de dois meses até a votação, o episódio amplia o debate sobre a estratégia do PL e evidencia a aposta da campanha em manter a narrativa de confronto como principal instrumento de mobilização eleitoral.

Soma-se a isso, o fato de Flavio Bolsonaro se ver isolado dentro do próprio campo da direita, porque não está conseguindo palanque em vários estados, enquanto Lula já tem palanque em todos os estados.

Para piorar, Eduardo Bolsonaro comemora a conquista do Green Card para viver para sempre nos EUA, confirmando que não tem a menor esperança da vitória de Flavio.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAnthropophagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs

Categorias
Política

Patrimônio de Flávio chega a R$ 600 milhões, diz ex-líder de Bolsonaro

Coordenador da campanha de Bolsonaro em 2018 diz que Flávio enriqueceu no governo do pai; equipe do presidenciável diz que não irá comentar

O ex-deputado Julian Lemos disse, em entrevista a um podcast, que o patrimônio do presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ) hoje é de R$ 600 milhões, e o do irmão Eduardo Bolsonaro chegaria a R$ 150 milhões. A campanha do senador diz que ele não irá comentar o assunto. Lemos foi procurado, mas não prestou esclarecimentos até o fechamento da reportagem.

Na última eleição que disputou, em 2018, Flávio declarou à Justiça possuir R$ 1,7 milhão em bens. No terceiro ano de mandato, comprou mansão em Brasília, praticamente à vista, por R$ 5,97 milhões. Eduardo Bolsonaro declarou oficialmente à Justiça Eleitoral patrimônio de R$ 1,76 milhão nas eleições de 2022. Segundo o Intercept Brasil, o ex-deputado mora no Texas (EUA), em casa avaliada em R$ 6 milhões.

De acordo com Andreza Matais e Eduardo Militão, Metrópoles, Julian Lemos foi um dos principais aliados de Bolsonaro em 2018, coordenou sua campanha no Nordeste e foi eleito deputado federal pela Paraíba, com forte associação ao então candidato.

No entanto, o rompimento ocorreu ainda na transição entre o governo eleito e a posse, no fim de 2018 e início de 2019, em meio a conflitos com Carlos Bolsonaro e o então ministro Gustavo Bebianno.

Julian Lemos aposta que Flávio desistirá da disputa presidencial e tentará vaga ao Senado pelo Rio de Janeiro para não perder a prerrogativa de foro, mas duvida que a família apoie Michelle Bolsonaro. O senador está na mira da Polícia Federal por suas ligações com o banqueiro Daniel Vorcaro.

No seu diagnóstico, a lógica familiar é que quatro anos de Lula passam rapidamente. Se reeleito, Lula encontrará um governo endividado pelas medidas eleitoreiras que adotou para tentar se perpetuar no poder, o que abrirá caminho para a direita voltar ao Planalto em 2030.

Como todo bolsonarista que pula a cerca, Julian Lemos virou persona non grata. Ele não apresentou, no vídeo, provas de que o patrimônio do 01 cresceu 353 vezes em comparação com 2018.

No dia 15 de agosto, Flávio terá de apresentar ao TSE sua declaração de bens, oito anos depois da última eleição que disputou.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAnthropophagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs

Categorias
Política

Não se esqueçam, Michelle e Eduardo Bolsonaro lideraram a ala mais radical da tentativa de golpe do 8 janeiro

Não se esqueçam de um fato que muitos tentam apagar da memória coletiva: Michelle Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro foram apontados pelo tenente-coronel Mauro Cid como integrantes da ala mais radical do entorno bolsonarista após a derrota eleitoral de 2022. Segundo seu relato às autoridades, eles estariam entre os que mais pressionavam Jair Bolsonaro a rejeitar o resultado das urnas e a adotar medidas de exceção para impedir a posse do presidente eleito.

Enquanto o país assistia à transição democrática prevista pela Constituição, setores do bolsonarismo alimentavam teorias conspiratórias sobre fraude eleitoral, desacreditavam as instituições e incentivavam a mobilização de grupos que não aceitavam o resultado das eleições. O ambiente político criado por essa radicalização não surgiu do nada: foi construído por meses de ataques ao sistema eleitoral, ao Supremo Tribunal Federal e às regras básicas da democracia.

Por isso, quando se fala nos acontecimentos que culminaram nos atos de 8 de janeiro, é impossível ignorar o papel desempenhado por figuras que ajudaram a insuflar a narrativa de que a eleição deveria ser contestada a qualquer custo. A tentativa de reescrever essa história, apresentando alguns de seus protagonistas como meros espectadores dos acontecimentos, não resiste aos fatos já conhecidos.

Potanto, não permitam que a conveniência política reescreva a história. Michelle Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro passaram anos alimentando a ala mais radical do bolsonarismo, difundindo discursos de confronto contra as instituições, desacreditando o sistema eleitoral e estimulando a narrativa de que uma derrota nas urnas só poderia ser resultado de fraude.

Após as eleições de 2022, quando a maioria dos brasileiros esperava uma transição pacífica e democrática, o núcleo mais extremista do bolsonarismo intensificou a pressão por medidas de ruptura institucional. Segundo o relato de Mauro Cid às autoridades, Michelle e Eduardo, figuravam entre os mais alinhados com essa estratégia de enfrentamento. Não se tratava de simples divergência política ou de contestação jurídica de resultados eleitorais. O que estava em jogo era a tentativa de manter vivo um movimento que se recusava a aceitar a soberania do voto popular.

O ataque às sedes dos Três Poderes, em 8 de janeiro de 2023, não nasceu espontaneamente. Foi o desfecho de uma campanha sistemática de desinformação, radicalização e hostilidade contra a democracia. Durante anos, lideranças bolsonaristas trabalharam para convencer seus seguidores de que as instituições eram inimigas do povo, que as eleições eram suspeitas e que apenas uma intervenção de força poderia “salvar” o país. O resultado dessa semeadura foi colhido naquele domingo vergonhoso que entrou para a história como uma das maiores agressões à ordem democrática brasileira.

Agora, diante do desgaste político e jurídico que cerca aquele episódio, alguns tentam reconstruir suas biografias públicas como se fossem personagens periféricos ou meros espectadores dos acontecimentos. Não eram. Estavam no centro do movimento político que insuflou a desconfiança nas urnas, atacou adversários, desacreditou instituições e criou o ambiente que tornou possível a tentativa de ruptura.

A memória é um obstáculo para os que apostam no esquecimento. Por isso é importante recordar, sempre que necessário, quem ajudou a construir a narrativa golpista, quem incentivou a radicalização e quem apostou no caos quando a democracia exigia responsabilidade. O Brasil tem o dever de seguir em frente, mas não tem a obrigação de esquecer. E muito menos de absolver politicamente aqueles que contribuíram para levar o país à beira do abismo institucional.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAnthropophagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs

Categorias
Política

Americanos barram tentativa de Flávio e Eduardo Bolsonaro de transformar audiência no USTR em palanque eleitoral

Representantes americanos frustram estratégia de Flávio e Eduardo Bolsonaro para produzir fotos de campanha no USTR.

A passagem de Flávio e Eduardo Bolsonaro pelos Estados Unidos ganhou mais um capítulo constrangedor. Acostumados a transformar qualquer espaço institucional em oportunidade para autopromoção política, os filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro encontraram resistência justamente onde esperavam obter imagens para alimentar suas redes sociais e reforçar suas narrativas junto à base bolsonarista.

Durante agenda relacionada ao Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), a dupla teria enfrentado restrições impostas pelos organizadores e autoridades responsáveis pelo encontro, frustrando a expectativa de produzir registros fotográficos e vídeos com forte apelo político. O que poderia ser uma reunião de caráter institucional acabou revelando uma diferença fundamental entre a cultura política da direita bolsonarista, frequentemente contaminada pelo marketing eleitoral permanente, e o rigor com que instituições americanas tratam seus espaços oficiais.

A tentativa de transformar uma audiência técnica em palco para propaganda pessoal segue um padrão já conhecido. Desde o período em que Jair Bolsonaro ocupava a Presidência, eventos oficiais eram frequentemente utilizados para a produção de conteúdo destinado às redes sociais, muitas vezes priorizando a imagem e a militância digital em detrimento do conteúdo efetivo das agendas.

Nos Estados Unidos, porém, instituições públicas costumam estabelecer regras claras para impedir que encontros oficiais sejam convertidos em material de campanha ou em peças de promoção política. O objetivo é preservar a neutralidade institucional e evitar que agentes públicos utilizem estruturas governamentais para fins particulares ou eleitorais.

O episódio também evidencia uma contradição recorrente do bolsonarismo. Enquanto seus principais representantes afirmam defender a soberania nacional e criticam supostas interferências externas, buscam constantemente legitimidade política no exterior, especialmente junto a setores conservadores norte-americanos. A busca por fotografias, vídeos e declarações que possam ser exibidos ao eleitorado brasileiro tornou-se parte central dessa estratégia.

Ao serem impedidos de transformar uma audiência institucional em espetáculo midiático, Flávio e Eduardo Bolsonaro receberam um recado simples: instituições sérias não existem para servir como cenário de campanhas pessoais. O respeito às regras e à finalidade dos encontros oficiais deve prevalecer sobre interesses eleitorais.

Mais do que um incidente protocolar, o episódio expõe a dificuldade de determinados atores políticos em distinguir representação institucional de marketing político. E demonstra que, fora dos ambientes onde a lógica das redes sociais dita as regras, nem sempre há espaço para transformar compromissos oficiais em peças de propaganda.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos em X: https://x.comAnthropophagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs

Categorias
Política

Vídeo – Camarote Master? Setor VIP de Eduardo Bolsonaro em jogo do Brasil custa R$ 180 mil. Quem pode…

O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro foi visto nesta segunda-feira (29) na área VIP do NRG Stadium, em Houston, antes da partida entre Brasil e Japão pela Copa do Mundo de 2026, em um setor cujo ingresso mais exclusivo custa cerca de R$ 180 mil.

Imagens divulgadas pelo portal LeoDias mostram Eduardo circulando pelo espaço reservado, cumprimentando torcedores, conversando com admiradores e tirando fotos. A divulgação não informa se ele comprou a entrada, recebeu convite ou teve o acesso bancado por terceiros.

Segundo levantamento do jornalista Luiz Carlos Azenha citado pela Revista Fórum, os tickets mais exclusivos para a partida custam cerca de US$ 35 mil cada, valor equivalente a aproximadamente R$ 180 mil. A presença de Eduardo no local reacendeu questionamentos sobre como ele se mantém nos Estados Unidos.

Eduardo vive nos EUA desde fevereiro de 2025, perdeu o mandato de deputado federal, tornou-se inelegível e teve bens bloqueados pela Justiça brasileira, de acordo com a reportagem. Ele ainda não apresentou explicação pública sobre o acesso à área VIP do estádio.

Patrimônio declarado e permanência nos Estados Unidos
Na última prestação de contas enviada ao Tribunal Superior Eleitoral antes das eleições de 2022, Eduardo declarou patrimônio de R$ 1,76 milhão. Desse total, R$ 1 milhão correspondia a um imóvel financiado, R$ 160 mil a um imóvel quitado e R$ 600 mil a valores depositados em banco, que ele atribuiu à venda de um curso online.

Em vídeo publicado no Instagram em 17 de maio, Eduardo negou ser dono de uma casa em Arlington, nos Estados Unidos, citada em reportagens. Na gravação, disse que mora “de aluguel” e afirmou ter dificuldade para “honrar as parcelas” de um imóvel financiado no Brasil.

No mesmo dia, em live com Paulo Figueiredo, Eduardo afirmou que se sustenta nos EUA com “renda passiva”. Ele também citou o recebimento de R$ 2 milhões de uma campanha feita por Jair Bolsonaro; o ex-presidente disse à Polícia Federal, em junho de 2025, que transferiu esse valor ao filho por Pix.

*DCM


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos em X: https://x.comAnthropophagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs

Categorias
Política

Bueiro em chamas: Eduardo Bolsonaro dá o comando para Paulo Figueiredo para atacar Damares, que reage: “venha se tiver coragem”

Damares acusou falta de “coragem” do grupo de Eduardo Bolsonaro, que “fica atrás de um computador” nos EUA, e convidou Paulo Figueiredo, que pode ser preso se voltar ao Brasil, para visitar seu gabinete: “aqui as batalhas são reais”.

Comandando uma espécie de gabinete do ódio para atacar quaisquer aliados que sinalizem deixar as fileiras da pré-candidatura do irmão Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Eduardo Bolsonaro (PL-SP) escalou seus fiéis escudeiros, Paulo Figueiredo e Allan dos Santos, para iniciar ataques contra a senadora Damares Alves (Republicanos-DF), que tem se mostrado indecisa em meio à guerra dos filhos de Jair Bolsonaro (PL) contra a madrasta, Michelle Bolsonaro (PL).

Indagada se comparecerá a um evento de Flávio Bolsonaro com mulheres conservadoras, marcado para a próxima quarta-feira (1º), Damares saiu pela tangente e disse estar “orando”, para decidir se vai ou não.

A indefinição foi motivo para início dos ataques coordenados por Eduardo Bolsonaro, que colocou seus influenciadores para atacar Michelle e aliados, enquanto evita confrontar diretamente a madrasta, seguindo a estratégia desenhada pelo irmão, Flávio.

Em meio ao fogo contra Michelle, Allan dos Santos compartilhou uma publicação da aliada que se autoproclama “Negona de Bolsonaro” ironizando: “Damares você nem deveria ir, não faz falta nenhuma. Não abraçou a indicação do meu amigo Flávio. Marque uma “oração” e um chá com a Leila e Eliziane. A militância, as tias do zap, os tios do churrasco e os jovens estão segurando as pontas. O povo brasileiro não tem tempo pra Koul doce”.

image 2026 06 28T103053.938

Damares desafia Paulo Figueiredo
Cúmplice de Eduardo Bolsonaro na conspiração contra o Brasil, Figueiredo também foi à rede X lançar ironias sobre a indecisão da senadora aliada.

“Se fosse da Janja ou da Maria do Rosário, estariam todas unidas, certo?”, indagou ao compartilhar publicação dizendo que “Damares Alves ainda não decidiu se vai ao encontro de Flávio Bolsonaro com mulheres conservadoras”. Forum.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos em X: https://x.comAnthropophagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs

Categorias
Política

Zanatta e Constantino armam barraco após Eduardo indicá-la para vice de Flávio Bolsonaro

A deputada federal Júlia Zanatta (PL-SC), citada por Eduardo Bolsonaro (PL-SP) como possível nome para vice na chapa de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), bateu boca nas redes sociais com Rodrigo Constantino após o comentarista criticar a hipótese. A discussão ocorreu no X, antigo Twitter, em meio à tentativa do bolsonarismo de criar fatos novos após o desgaste da pré-campanha de Flávio.

Constantino afirmou que a indicação da parlamentar catarinense seria restrita ao eleitorado mais fiel do bolsonarismo e não ajudaria Flávio a crescer fora de sua base. “Eduardo é mesmo o camisa 10 do Lula. Não importa o que vc pensa da Júlia; o fato é que ela não agrega um só voto ao Flavio onde ele mais precisa. Seria uma escolha voltada apenas à bolha”, escreveu.

A fala provocou reação de Júlia, que respondeu questionando a capacidade eleitoral de outros nomes cogitados para compor uma chapa presidencial. “Entendo sua análise, mas o que Zema agregaria para o Flávio? Pelo visto nada já que está amargando números baixíssimos nas pesquisas. Capaz até de eu pontuar mais que ele se for sozinha”, afirmou.

Em seguida, a deputada acusou Constantino de ter atacado Flávio Bolsonaro ao criticar a movimentação do grupo. “E vamos lá né (SIC). O cara na primeira oportunidade chutou o balde e pisou na cabeça do Flávio. Não se faz política assim”, rebateu.

Constantino respondeu em tom mais ameno, mas manteve a avaliação de que Júlia não ampliaria o alcance eleitoral da candidatura. Ele citou outros nomes que, na visão dele, poderiam atrair votos fora do núcleo bolsonarista.

“Prezada deputada, não existe apenas o Zema. Ele até agrega voto fora da bolha bolsonarista e tem palanque importante em MG. Mas tem Tereza Cristina, Luiz Philippe etc. Nomes que podem atrair votos que ainda não sejam para o Flavio. Todos que gostam de vc já votam nele”, afirmou.

Júlia Zanatta
·11 de jun de 2026
@apropriajulia
·
Em resposta a @Rconstantino
Entendo sua análise, mas o que Zema agregaria para o Flávio? Pelo visto nada já que está amargando números baixíssimos nas pesquisas. Capaz até de eu pontuar mais que ele se for sozinha.

E vamos lá né. O cara na primeira oportunidade chutou o balde e pisou na cabeça do Flávio.

Rodrigo Constantino
@Rconstantino
Prezada deputada, não existe apenas o Zema. Ele até agrega voto fora da bolha bolsonarista e tem palanque importante em MG. Mas tem Tereza Cristina, Luiz Philippe etc. Nomes que podem atrair votos que ainda não sejam para o Flavio. Todos que gostam de vc já votam nele…
8:53 AM · 12 de jun de 2026

Imagem

A troca de mensagens ocorre após Eduardo Bolsonaro impulsionar publicações que mencionam Júlia Zanatta como uma possível “mulher cristã” para compor a chapa de Flávio. O movimento acontece em meio ao derretimento do senador nas pesquisas e ao desgaste provocado pela relação com Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, que financiou o filme “Dark Horse”, cinebiografia de Jair Bolsonaro.

Em uma publicação feita por perfil bolsonarista de Santa Catarina, Júlia apareceu ao lado de Flávio com referência à possibilidade de ser vice. O post dizia: “‘Mulher Cristã’: Flávio Bolsonaro sinaliza vice mulher e apoiadores lembram de Júlia Zanatta”.

Eduardo reagiu apoiando a especulação. “Se os maus reclamam, este é o caminho”, escreveu. Em seguida, elogiou a aliada. “Certamente, Júlia Zanatta está a altura do cargo, basta ver sua lealdade, pautas que muito bem defende no Congresso e, claro, o esperneio da esquerda”, afirmou.

Júlia também comentou a movimentação com bom humor. “O negócio tá tomando corpo”, respondeu, com risos, na publicação.

*DCM


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos em X: https://x.comAnthropophagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs

Categorias
Política

Eduardo Bolsonaro será julgado no STF, dia 16, por tentar coagir instituições

Deputado cassado do PL-SP procurou chantagear autoridades brasileiras com sanções dos EUA para livrar Jair Bolsonaro de julgamento por tentativa de golpe

O ministro Flávio Dino, presidente da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), marcou para o próximo dia 16 o julgamento de ação penal contra o deputado cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Trata-se de processo relativo à atuação do ex-parlamentar nos EUA, visando interferir no julgamento de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), por tentativa de golpe.

O crime que lhe é imputado é o de coação no curso do processo, cuja pena pode variar de um a quatro anos de prisão, tempo que pode ser aumentado conforme análise eventuais agravantes. O relator do caso é o ministro Alexandre de Moraes.

No ano passado, Eduardo foi para os Estados Unidos pleitear, junto a integrantes do governo de Donald Trump, ações contra o Brasil e autoridades em virtude do julgamento de Jair Bolsonaro e aliados por tentativa de golpe de Estado. O objetivo era chantagear as instituições brasileiras para que a ação fosse suspensa e o ex-presidente saísse impune, o que não ocorreu.

Leia também: Diretor da PF defende inquérito sobre envio de recursos de Vorcaro aos EUA

A articulação do então parlamentar, juntamente com o jornalista Paulo Figueiredo, configurou grave afronta tanto ao Poder Judiciário quanto à soberania nacional. Na esteira de sua atuação, foram aplicadas sanções ao Brasil como o tarifaço — que causou prejuízos econômicos — e a Lei Magnitsky sobre magistrados, como Moraes e sua esposa, a advogada Viviane Barci de Moraes.

“O inconformismo do réu materializou-se em atos concretos de hostilidade e promessas (efetivadas) de retaliação internacional, com o objetivo claro de paralisar as persecuções penais em curso, o que preenche integralmente os requisitos do tipo penal imputado”, assinalou a Procuradoria-Geral da República (PGR) em sua denúncia, apresentada em setembro, após relatório da Polícia Federal encaminhado ao órgão em agosto.

As alegações foram aceitas por unanimidade pela Primeira Turma em novembro. Na ocasião, Moraes destacou que “o elemento subjetivo específico evidencia-se, em tese, pelo fato do denunciado pretender criar ambiente de intimidação sobre as autoridades responsáveis pelo julgamento de Jair Messias Bolsonaro”.

Além disso, sustentou que “a grave ameaça materializou-se pela articulação e obtenção de sanções do governo dos Estados Unidos da América, com a aplicação de tarifas de exportação ao Brasil, suspensão de vistos de entrada de diversas autoridades brasileiras nos Estados Unidos da América e a aplicação dos efeitos da Lei Magnitsky a este Ministro Relator”. Vermelho.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAntropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igs