Não é uma picuinha brejeira o ataque do Globo a Alexandre de Moraes.
A coisa tem método, grosseiro, como tudo o que envolve Sergio Moro, mas tem programação para alterar o peso de denúncias que, ao longo dos últimos dez anos Moro acumula no lombo.
Daí o spray para borrar a notícia do esquema da Abin curitibana, também conhecida como chantagem do baile da cueca que Moro armou contra desembargadores para fazê-los de miquinhos adestrados do todo poderoso herói da república de Curitiba.
Não se sabe como foi feito o pacto de sangue entre Moro e a grande mídia desde 2014. Lembramos apenas da capa da Veja que virou a principal manchete do Fantástico em que o doleiro Alberto Youssef, às vésperas da eleição entre Dilma e Aécio, quando Moro manda para a revista Veja uma suposta delação do doleiro, afirmando que Dilma e Lula sabiam de todo o esquema de corrupção envolvendo Alberto Yussef na Petrobras.
Nunca mais falaram no assunto, pois nunca comprovaram nada.
O certo é que, ali, iniciou um jogo de cartas marcadas entre mídia e Moro para perseguir Dilma e Lula. Como foi feito o pacto de sangue nos porões da república de Curitiba, não se sabe e não será a mídia industrial a entregar.
Mas uma coisa pode-se afirmar sem medo de errar, esse pacto da escória jurídica com a midiática segue firme para que um proteja o outro, porque certamente os dois lados sabem de coisas do arco da velha que deixam os lados com a garantia de que o acordo dure infinitamente.
Nem um pio da grande mídia sobre todos os escândalos que envolvem corrupção, roubo, fraude em que Moro é o cabeça, tanto que foi considerado pelo STF, juiz parcial, ou seja, pilantra, vigarista, imoral, corrupto e mais um sem-número de adjetivos de esgoto.
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Não é de agora que a mídia trabalha, por associação, uma oposição à candidatura de Lula em 2026, mesmo sabendo que não há qualquer relação de Frei Chico, com os desvios bilionários dos aposentados do INSS, a mídia alimentou uma miragem que o irmão de Lula comandava uma associação que se beneficiou de vultosas verbas dos aposentados.
Mesmo sabendo que a roubalheira do INSS ocorreu durante o governo Temer e Bolsonaro e que o governo Lula é que resolveu combater, a mídia se cala.
Vendo que essa tática falhou, partiram pra cima do filho de Lula, Fabio Luis Lula da Silva, utilizando o mesmo ramerrão calunioso. Como isso também fez água, o ataque a Alexandre de Moraes, que foi a principal barreira contra o golpe armado por Bolsonaro, a mídia trata Moraes como aliado de Lula para, de alguma forma, associar o atual presidente da República a alguém que, segundo ela, cometeu crime, embora não tenha qualquer prova.
Que isso fique bem claro e que sirva, de maneira didática, para parte da exquerda que caiu na esparrela de aceitar o linchamento a Moraes sem qualquer prova do que o acusa, porque se ele balão der certo, será utilizado commo drone carregado de munição contra a candidatura de Lula para o quarto mandato que, certamente, levará o presidente, em seu último ciclo político, mais à esquerda.
Isso é tudo o que a oligarquia não quer nem ouvir falar.
É bom a esquerda ficar de olhos bem abertos, pois há uma trama sendo desenvolvida com vários testes para saber que tática a mídia usará contra os avanços dos trabalhadores brasileiros via quanrto mandato de Lula.
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Em pronunciamento de Natal, o presidente destacou as conquistas dos três anos de seu terceiro mandato
Em mensagem de Natal, o presidente Lula fez um balanço do ano e afirmou que o Brasil encerra 2025 como um período “histórico”, marcado por avanços sociais, melhora da economia e fortalecimento da soberania nacional. No pronunciamento, ele prometeu transformar em realidade uma das principais demandas do mundo do trabalho: o fim da escala 6×1 sem redução de salário, além de destacar ações do governo contra o crime organizado e anunciar um esforço nacional para combater a violência contra a mulher.
O pronunciamento, publicado no canal oficial do presidente no YouTube, reúne uma retrospectiva de programas sociais, medidas econômicas e iniciativas na área de segurança pública, com Lula defendendo que, apesar das dificuldades, o “povo brasileiro sai como grande vencedor” em 2025.
https://youtu.be/BV8TqY4WOgM
Saída do mapa da fome e retomada de políticas sociais Entre os principais pontos do discurso, Lula destacou a saída do Brasil do mapa da fome, lembrando que o país havia alcançado esse resultado em 2014, mas “andou para trás” nos anos seguintes. Segundo ele, ao assumir, o governo encontrou “33 milhões de pessoas passando fome” e atribuiu a reversão desse cenário à retomada de políticas públicas.
“Saímos do mapa da fome”, declarou Lula, mencionando a retomada do Bolsa Família, o apoio à agricultura familiar, a valorização do salário mínimo, investimentos em geração de empregos e ações voltadas para a alimentação nas escolas.
O presidente também citou programas voltados diretamente para famílias e juventude, ressaltando que “a família é a base da nossa sociedade” e que as famílias “conquistaram muito neste ano que chega ao fim”. Ele apontou ações que, segundo o governo, vêm reduzindo o tempo de espera por serviços de saúde e ampliando a permanência de jovens na escola.
Isenção do imposto de renda até R$ 5 mil e “dinheiro extra” nas famílias Lula afirmou ainda que outra “grande vitória” do ano foi o “fim do imposto de renda para quem ganha até R$ 5.000 por mês”, medida que, segundo ele, terá impacto direto na renda disponível da população já a partir de janeiro.
“Para milhões de brasileiras e brasileiros, o último dia do ano também será o último dia com imposto de renda descontado no salário”, disse o presidente. Ele sustentou que a isenção significará “dinheiro extra”, capaz de aliviar contas, estimular o consumo e “aquecer ainda mais a economia”, gerando efeitos positivos para todo o país.
PAC, obras e indicadores econômicos No bloco dedicado à economia e infraestrutura, Lula afirmou que “obra é o que não falta” no Brasil e que o novo PAC está presente em todos os estados, levando “trabalho e desenvolvimento”.
Segundo ele, o país termina o ano com “a menor taxa de desemprego da história”, com recordes de emprego com carteira assinada, renda média no maior patamar já registrado e inflação acumulada em quatro anos “menor de todos os tempos”. Lula também declarou que os avanços resultaram nos “menores índices de pobreza e desigualdade da história” e que “só neste ano” dois milhões de pessoas deixaram o Bolsa Família por terem melhorado de renda.
Combate ao crime organizado e ofensiva contra a violência contra a mulher Na área de segurança pública, Lula reconheceu que crime e violência seguem como grandes desafios. Ainda assim, afirmou que o país avançou no enfrentamento às facções e celebrou uma atuação mais incisiva do Estado.
“A Polícia Federal comandou a maior operação já feita contra o crime organizado”, afirmou, acrescentando que o combate às facções “chegou pela primeira vez ao andar de cima” e que “nenhum dinheiro ou influência vai impedir a Polícia Federal de ir adiante”.
Lula também usou o pronunciamento para anunciar uma mobilização nacional contra a violência de gênero. 247. “Um povo tão gentil e capaz de produzir coisas tão belas não pode aceitar a violência contra a mulher”, disse. Em seguida, prometeu liderar um esforço envolvendo ministérios, instituições e a sociedade, e fez um apelo direto aos homens: “Nós que somos homens devemos fazer um compromisso de alma. Em nome de tudo que é mais sagrado, seja um aliado”.
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O presidente Lula (PT) orientou o assessor especial Celso Amorim a evitar deslocamentos longos neste período de fim de ano. A recomendação, segundo relatos de auxiliares, está ligada à avaliação do governo de que a escalada de tensão entre Venezuela e Estados Unidos pode, em um cenário extremo, evoluir para uma ação militar em terra, conforme informações do colunista Paulo Cappelli, do Metrópoles.
De acordo com interlocutores, Lula justificou a cautela ao afirmar: “Precisamos estar preparados para caso o pior aconteça”. Diante desse diagnóstico, equipes do alto escalão do Itamaraty e do Palácio do Planalto atuarão em regime de revezamento durante o período festivo, enquanto assessores diretos do presidente permanecerão de prontidão.
Tentativa de mediação com os Estados Unidos Na semana passada, o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, tratou do tema em conversas com o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio. A tentativa foi recolocar a Venezuela no centro das discussões e reforçar o pleito para que o Brasil atue como intermediador diplomático. O governo Trump, no entanto, demonstrou resistência à proposta.
A preocupação do Planalto aumentou após a intensificação de exercícios militares na região e de declarações públicas mais duras de autoridades norte-americanas contra o regime de Nicolás Maduro. De acordo com o DCM, na avaliação do governo brasileiro, qualquer movimento mais agressivo teria impacto direto sobre a estabilidade regional, com efeitos colaterais imediatos na fronteira norte do Brasil.
Tradicionalmente, o Brasil busca se posicionar como ator moderador em crises sul-americanas, apostando no diálogo e na preservação de canais institucionais. Essa linha tem orientado a leitura do Planalto diante do atual cenário de tensão envolvendo Caracas e Washington.
Operações militares e reação venezuelana Desde setembro, os Estados Unidos ampliaram operações no Caribe e no Pacífico Oriental contra embarcações que, segundo Washington, estariam ligadas ao narcotráfico. Essas ações já resultaram na morte de mais de 100 pessoas, incluindo pescadores locais.
Em resposta, o governo venezuelano classificou o contexto como uma “campanha de agressão”, apontando os efeitos combinados das sanções e das operações militares no país.
A escalada ganhou novo capítulo em 16 de dezembro, quando Trump anunciou um bloqueio formal a petroleiros que operam em rotas relacionadas à Venezuela, em uma medida voltada a aumentar a pressão sobre o governo de Nicolás Maduro.
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Presidente lançou o desafio durante anúncios no encerramento da Expocatadores, em São Paulo
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta sexta-feira (19) que ainda não está pensando nas eleições presidenciais de 2026, mas que vai “dar uma surra em quem achar que a extrema direita vai voltar a governar este país”. Lula discursou no encerramento da 12ª Expocatadores 2025, onde anunciou investimentos de R$ 170 milhões em projetos para catadores de materiais recicláveis.
Nas últimas semanas, pesquisas indicam que o senador Flávio Bolsonaro (PL-SP), autorizado pelo pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, a ser candidato à Presidência da República, aparece como melhor nome da extrema direita. No entanto, Lula segue liderando as simulações.
“Eu sei que tem muita gente já pensando na eleição de 2026. Eu ainda não posso pensar, porque eu tenho que trabalhar. Deixa eles pensarem o quanto quiserem. Venham, porque a gente vai dar uma surra em quem se meter a achar que a extrema direita vai voltar a governar este país”, provocou Lula.
Lula também afirmou que quer disputar a presidência em torno de projetos e não de fake news ou ameaças. “A gente vai desafiar na palavra, não é com xingamento. Eu quero comparar o que eles fizeram neste país com o que nós fizemos. E queremos que o povo saiba para ele poder decidir”, continuou.
O petista também defendeu a democracia, lembrando que, nas três vezes em que fora derrotado nas eleições para à Presidência da República, jamais considerou uma tentativa de golpe, tomar o poder pela força ou a violência, como fizeram os bolsonaristas, em 8 de janeiro de 2023.
“Perdia e voltava para casa, me preparava e voltava para outra. Nunca tentamos dar golpe, tomar o poder de assalto. Eles têm que aprender que a democracia vence”, afirmou, reforçando que vai vetar o chamado PL da Dosimetria, que reduz a pena dos condenados por tentativa de golpe de Estado, inclusive de Bolsonaro.
O presidente ainda defendeu que está em um momento muito bom de seu terceiro mandato e tem compromisso com a democracia brasileira.
“Esse país não pode permitir que a extrema direita fascista, negacionista, responsável pela morte de mais de 700 mil pessoas, a maioria delas por falta de respeito por não comprar vacina, não comprar oxigênio, volte a governar o Brasil com mentiras pela internet. É nossa obrigação não permitir que a democracia dê um passo para trás”, completou.
*BdF
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O principal beneficiado pela decisão da dosimetria é o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL)
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quinta-feira (18) que vai vetar o projeto de lei da dosimetria quando o projeto chegar até ele, e que não houve acordo com o governo para aprovação. “Se houve acordo, eu não fui informado. E se eu não fui informado, não houve acordo com o governo”, disse Lula, em coletiva com jornalistas.
“Eu tenho dito já há algum tempo, eu não tenho dito agora, eu tenho dito que as pessoas que cometeram crime contra a democracia brasileira terão que pagar pelos atos cometidos contra esse país. Eu quero dizer para vocês que, com todo o respeito que eu tenho ao Congresso Nacional, na hora que chegar na minha mesa, eu vetarei. Isso não é segredo para ninguém”, afirmou Lula.
Além da perspectiva de veto do presidente, quatro bancadas partidárias da Câmara ingressaram com mandado de segurança junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo a suspensão da tramitação do PL da Dosimetria: PT, PSB, PCdoB e Psol. O próprio projeto pode ser contestado diretamente no STF, caso seja sancionado.
O texto foi aprovado no Senado com 48 votos a favor e 25 contrários. O projeto propõe uma mudança na punição para quem cometer os crimes de tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado. A condenação se dará apenas pela pena mais grave aplicada e não a soma do conjunto de penas.
O PL da Dosimetria define que os condenados poderão cumprir só 16% da pena em regime fechado, mesmo com uso de violência. A progressão também diminui para os reincidentes, que precisam cumprir apenas 20% da pena para obter o benefício. Antes, quem já havia cometido crimes anteriormente tinha que cumprir ao menos 30% da pena em regime fechado.
O principal beneficiado pela decisão é o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Condenado a 27 anos e três meses pela trama golpista, ele poderá ficar apenas 2 anos e 4 meses preso na Superintendência da Polícia Federal. Sem esse projeto, Bolsonaro ficaria preso, ao menos, até 2033.
O governo se posicionou contra o projeto e tentou adiar a votação para o ano que vem, mas a articulação do centrão impediu a ação.
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Levantamento indica estabilidade; avaliação do governo apresentou melhora em dezembro e possibilidade de crescimento; entenda
A mais recente rodada da pesquisa AtlasIntel, realizada em parceria com a Bloomberg e divulgada nesta quinta-feira (18), indica estabilidade nos índices de aprovação e desaprovação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) entre os meses de novembro e dezembro. O levantamento reforça o cenário de divisão do eleitorado em relação à gestão petista.
De acordo com a pesquisa, 50,7% dos entrevistados desaprovam o desempenho do governo Lula, enquanto 48,8% aprovam. Considerando a margem de erro de um ponto percentual, para mais ou para menos, os percentuais apontam para uma situação de empate técnico.
Na comparação com o levantamento anterior, divulgado em novembro, houve leve oscilação positiva no grupo que aprova o governo, que passou de 48,6% para 48,8%. Já o índice de desaprovação permaneceu exatamente o mesmo no período.
Apesar da estabilidade nos índices de aprovação, a avaliação do governo apresentou melhora em dezembro. O percentual de entrevistados que classificam a gestão Lula como “boa” ou “ótima” subiu de 44,4% para 46,5%. Por outro lado, a avaliação negativa, “ruim” ou “péssima”, manteve-se praticamente estável, variando de 48,6% para 48,9%, oscilação considerada dentro da margem de erro.
Possibilidade de recuperação
Para os pesquisadores da AtlasIntel, os resultados sugerem uma interrupção no processo de deterioração da imagem do governo observado anteriormente e indicam a possibilidade de recuperação ao longo de 2026. Segundo o instituto, esse cenário pode ser impulsionado pela implementação de programas com impacto direto na população, como a isenção do Imposto de Renda e o fim da obrigatoriedade de autoescolas.
A pesquisa ouviu 18.154 pessoas entre os dias 10 e 15 de dezembro, por meio do método de Recrutamento Digital Aleatório (Atlas RDR). O nível de confiança do levantamento é de 95%.
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Na última reunião ministerial do ano, o presidente destacou conquistas e deu recado à União Europeia sobre acordo com Mercosul: “se disser não, vamos ser duros daqui para frente”
O presidente Lula promoveu, nesta quarta-feira (17), a última reunião ministerial do ano. No encontro, realizado na residência oficial da Granja do Torto, em Brasília (DF), ele fez um balanço do governo, destacou avanços econômicos e sociais e também tratou sobre o Acordo Mercosul-União Europeia.
Na observação do presidente, o país vive um momento único: “Estamos vivendo, do ponto de vista econômico, do financiamento dos nossos bancos, do crescimento da nossa indústria, do ponto de vista do crescimento da agricultura, um momento quase que ímpar na história desse país”, afirmou.
De acordo com Lula, as políticas de seu governo foram responsáveis por acabar com a invisibilidade do povo pobre e reforçou que o fomento econômico faz parte da estratégia de seu mandato.
“Se tiver dinheiro na mão do povo, está resolvido o problema da industrialização, do consumo, da agricultura, da inflação. O que nós vamos demonstrar de lição ao povo brasileiro é que, na hora que a gente consegue fazer com que o dinheiro circule na mão de todos, está resolvido parte do trauma desse país”, salientou Lula ao destacar também o fortalecimento dos bancos públicos.
Leia mais: Lula vence Flávio ou Tarcísio por 10 pontos no 2º turno, revela Genial/Quaest
Em deferência ao Congresso Nacional, no qual busca se reaproximar, Lula ainda celebrou a aprovação de medidas importantes, como a reforma tributária e a isenção do Imposto de Renda (IR), e agradeceu o empenho dos parlamentares e ministros.
“Tudo aquilo que, teoricamente, os analistas políticos achavam impossível acontecer num governo que tinha menos de 120 deputados, numa Câmara de 513, aconteceu. Aconteceu pela persistência de cada um de vocês, pela capacidade de conversa que vocês tiveram”, lembrou o presidente.
Acordo Mercosul-União Europeia
Lula não se furtou a comentar sobre o Acordo Mercosul-União Europeia, que pode ganhar contornos finais nesta semana. No sábado (20), o Brasil encerra a presidência temporária do Mercosul, durante a Cúpula de Chefes de Estado, em Foz do Iguaçu (PR). A expectativa de Lula é entregar o acordo como marco final de sua gestão, mas para isso acontecer é preciso que o Conselho Europeu aceite as mudanças aprovadas pelo Parlamento do bloco. Caso o acordo seja feito em tempo hábil, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, poderia desembarcar no Brasil no sábado para um anúncio conjunto.
Apesar de ainda ser possível, Lula criticou a demora na negociação que pode criar a maior zona de livre comércio do planeta, com 5 países do Mercosul (Brasil, Argentina, Bolívia, Paraguai e Uruguai) e 27 do bloco europeu.
“Eu vou para Foz do Iguaçu na expectativa de que eles digam sim, e não digam não. Mas também se [a União Europeia] disser não, nós vamos ser duros daqui para frente com eles, porque nós cedemos a tudo que era possível a diplomacia ceder”, advertiu o líder brasileiro sobre o acordo negociado há 26 anos.
‘Ao lado de quem mais precisa’
Alguns ministros apresentaram resultados do governo aos demais no encontro. O ministro da Casa Civil, Rui Costa, ressaltou importantes conquistas em 2025 por meio do Agora Tem Especialistas, Gás do Povo, Pé-de-Meia, Luz do Povo, 500 novos mercados internacionais para produtos do agro, a CNH do Brasil, a redução histórica do desemprego, a isenção do Imposto de Renda (IR) para mais de 15 milhões de brasileiros que ganham até R$ 5 mil, entre outras políticas públicas que possibilitaram a redução de desigualdades, segundo o Vermelho.
“A renda per capita do país, em geral, cresceu quase 5%, 4,9%. Entre os mais pobres, a renda cresceu 13,2%. De novo, está a expressão de que lado nós estamos: do lado de quem mais precisa, da maioria do povo brasileiro”, disse Costa.
Por sua vez, o vice-presidente e ministro do MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços), Geraldo Alckmin, exaltou o investimento feito na Nova Indústria Brasil (NIB), de R$ 3,4 trilhões, e citou como exemplo os R$ 108 bilhões destinados a estimular o desenvolvimento tecnológico da indústria nacional.
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Sejamos francos, Flavio Bolsonaro é papel higiênico que já vem cagado.
Dito isso, fica claro que o sujeito é o único que pode de fato representar a calhordice do pai, é pilantra que, além de vigarista contumaz, Flavio já vem suplementado com uma lista de banditismo que não tem graça comentar, seja no gabinete armado por milicianos, seja por sua fantástica birosca de chocolate que lhe proporcionou a compra da mansão avaliada hoje em torno de R$ 20 milhões.
Ou seja, vender inhá benta e trufa em uma lojeca de 3m x 3m é o melhor negócio do planeta. Não há big tech que dê tanto lucro, menos ainda fintech da Faria Lima em paceria com o PCC. O homem é um portento
Há risco de, em pleno debate com Lula, Flavio se cagar inteiro com uma diarreia cachoeira, como aquela de quano se candidatou a prefeito do Rio de Janeiro. Claro, Flavio Bolsonaro não aguenta o tranco.
Flavio é tão chucro quanto o pai, sem gozar de qualquer independência para dizer das asneiras recalcadas do ex-presidente que venceu a eleição de 2018 numa fraude armada com Sergio Moro, além de matar 700 mil pessoas por covid, devolver o Brasil ao mapa da fome, com 33 milhões de brasileiros vivendo abaixo da linha de probreza.
Ainda, seu nome, até a eleição de 2026, ganhará dimensão incomensurável nas páginas policiais com uma variedade de gravidade de crimes comuns e políticos que não deixará dúvida do caráter do sujeito.
No entanto, há uma mistura preparada que chega com ele aos moldes da que patrocinou a campanha de Bolsonaro e que fez muito empresáio, legal e ilegal, enriquecer de forma inacredtável que ainda mantém relações no submundo do poder com seu pai que, certamente, estão associados ao universo de Bolsonaro.
Flavio, segundo a Quaest que, mesmo não sendo lá um centro de pesquisas de opinião confiável, traduz deterinada sentença, conforme o ângulo pequeno ou grandiloquente para traduzir alguns pontos de importância vital para afirmar que Tarísio, que fica saracoteando pra lá e pra cá,numa humilhante puxação de saco de Bolsonaro, é um candidato que guarda uma enorme rejeição dos bolsonaristas, além de não contar com o apoio do clã, mesmo que Tarcísio seja o queridinnho da Faria Lima, do PCC e do centrão.
Isso mostra que a direita capota na busca por alguém capaz de realmente rivalizar com Lula.
Lembrando que a vitória de Lula em 2022 foi grandiosa, porque Lula venceu normalmente Bolsonaro nas urnas, o Bolsonaro do submundo do crime, o Bolsonaro que esvaziou os cofres públicos para fazer valer o funcionamento da máquina pública contra Lula, coisa que ele não tem mais.
Há algo que prcisa ser bem analisado, que é o escancarado apoio que Bolsonaro ainda ostenta de gente que o apoiou em 2022 e que, por tentativa de se safar do cerco da PF, está por trás de toda a movimentação da anistia ou dosimetria de Bolsonaro por estar até o talo nessa história que, em algum momeno, chegará na jugular de um por um.
Ou seja, está dando o escrito. Nada de novo no front, além de uma militância de esquerda cada vez mais aguerrida, com muito mais capacidade de mobilização em tempo recorde que ela não tinha. Soma-se a isso a política de maketing de Sidônio, da Secom.
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O presidente Lula (PT) não tem conseguido levar o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), mais a sério. É o que dizem aliados próximos do presidente sobre os acontecimentos na Casa nas últimas semanas.
Motta está sendo considerado um presidente da Câmara imprevisível pelo Planalto. As surpresas, como pautar o projeto de lei da dosimetria no início da madrugada ou votar em sequência as cassações dos deputados Glauber Braga (PSOL-RJ) e Carla Zambelli (PL-SP), têm levado Motta a ser encarado não só como um líder instável como também um parlamentar inseguro.
Lula tem visto tudo como uma falta de direção, dizem aliados. O presidente também se queixa da qualidade dos parlamentares, que, segundo ele, não mostram capacidade de exercer o trabalho, e vê o diálogo extremamente prejudicado por causa disso.
Com respeito aos protocolos, Lula evita falar de Motta abertamente, mas o parlamentar não tem mais a confiança no Planalto. Segundo interlocutores, o presidente ofereceu uma aproximação concreta, indicando até uma possível aliança eleitoral na Paraíba no ano que vem, mas não teve uma resposta entusiasmada. Na leitura do governo, o parlamentar não quer “se comprometer com nenhum dos lados”.
A desconfiança não é nova. De acordo com o Uol, a relação entre o parlamentar e a alta cúpula do governo nunca mais foi a mesma após ele quebrar um acordo, colocar urgência no projeto que derrubava o decreto do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) e avisar pelas redes sociais, em julho.
Mais do que instável, ele também é visto como inconsistente. O governo acabou analisando a última semana, que resultou até em agressões a jornalistas, como uma grande derrota para Motta: teria desagradado tanto a petistas quanto a bolsonaristas e mostrado a sua fragilidade ao centrão, algo que a política dificilmente perdoa.
Integrantes do governo usam a tentativa de cassação de Glauber como exemplo. Quando viu que estava acontecendo uma espécie de acordo para salvar o parlamentar, Motta, de cima da mesa, começou a ligar para aliados, mostrando, para petistas, descontrole da situação. Essas imagens e o vídeo em que ele leva uma resposta da deputada constituinte Benedita da Silva (PT-RJ) sobre a promulgação da Constituição Federal, em 1988, rodaram os grupos do governo de forma jocosa.
Isso tem sido externado mais abertamente por integrantes do governo do que pelo presidente. “Eu acho que é inaceitável a maneira como tem sido conduzido [a Câmara] com [votar a cassação de] Glauber e os bolsonaristas, seja em passar a madrugada votando [o PL da] Dosimetria, uma anistia envergonhada, sem colocar em pauta as grandes questões do povo brasileiro, eu acho que é um erro grave”, disse o ministro Guilherme Boulos, da Secretaria-Geral a Presidência, em café da manhã com jornalistas na última sexta (12).
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