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Política

Anatel coloca operadoras de sobreaviso para retirada do X do ar

Movimentação da Anatel acontece em contexto de ataques de Elon Musk, dono do X, a decisões do Supremo Tribunal Federal.

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) entrou em contato com as operadoras de telecomunicações para informar sobre a possibilidade de retirar o X, antigo Twitter, do ar.

O contato serviu como uma espécie de sobreaviso, caso haja alguma decisão judicial para a retirada da plataforma do ar. As operadoras não têm autonomia para remover um único post na rede social, mas podem, mediante determinação de autoridades do Poder Judiciário, derrubar a plataforma inteira.

Isso acontece um dia depois de o bilionário Elon Musk, dono do X, ameaçar não cumprir as decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) de suspensão de contas que defendem golpe de estado e compartilham notícias falsas.

Vários extremistas que usavam as redes para propagar ideias golpistas já tiveram suas contas suspensas por decisões do ministro do STF Alexandre de Moraes.

Musk foi além e atacou diretamente o ministro, relator das ações que tratam de fake news, milícias digitais e da tentativa de golpe em 8 de janeiro.

O bilionário escreveu, neste domingo (7/4), que Moraes deve renunciar ou sofrer impeachment. Ele ainda afirmou que o ministro do STF “traiu descarada e repetidamente a Constituição e a população do Brasil”.

Ainda no domingo, Musk publicou mensagem no X defendendo o uso do VPN, rede privada virtual em inglês, usado para acessar a internet sem identificar o endereço do IP (protocolo de internet) do computador ou do celular.

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Mundo

Israel retira forças terrestres de Khan Younis, no sul de Gaza

Os militares israelenses disseram que retiraram suas forças terrestres de Khan Younis no sul de Gaza após meses de combates, mas uma “força significativa” permanece em outras áreas da faixa.

As Forças de Defesa de Israel (IDF) disseram neste domingo (7) que sua 98ª divisão “concluiu sua missão” em Khan Younis. A divisão deixou a Faixa de Gaza para “se recuperar e se preparar para futuras operações”, disse.

Uma “força significativa liderada pela 162ª divisão e pela brigada Nahal continua a operar na Faixa de Gaza”, disse a IDF.

Quando perguntado pela CNN sobre os motivos da retirada, a IDF se recusou a comentar. O movimento levanta questões sobre o plano de Israel de invadir Rafah, a área densamente povoada do sul de Gaza que até agora escapou dos combates no terreno.

A emissora pública israelense e afiliada da CNN, Channel 11, informou no domingo que as forças restantes estariam localizadas ao longo do chamado Corredor Netzarim, uma rota que divide a Faixa de Gaza em duas. O corredor cruza uma das duas principais estradas norte-sul de Gaza, a Rua Salaheddin, para criar uma junção central estratégica.

A IDF disse no domingo que unidades de comando invadiram e procuraram mais de cem locais no bairro Al-Amal de Khan Younis. Ele alegou que “infraestrutura terrorista” tinha sido encontrada em todos os locais pesquisados, incluindo um túnel de cerca de 900 metros de comprimento. Os militares israelenses disseram que “eliminaram terroristas” durante sua operação. A CNN não pode verificar independentemente essas alegações.

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Dezenas de congressistas dos EUA assinam carta que pede a Biden que reduza a ajuda a Israel

Dezenas de pessoas, quase todas membros do Congresso dos EUA, exortaram a Casa Branca a mudar sua política relativamente a Israel após o recente ataque israelense que matou trabalhadores humanitários.

Quarenta membros do Congresso dos EUA, incluindo Nancy Pelosi, ex-presidente da Câmara dos Representantes dos EUA (2019-2022), fizeram um apelo por meio de uma carta conjunta a Joe Biden, presidente dos EUA, e a Antony Blinken, secretário de Estado, para que interrompam a transferência de armas ofensivas para Israel.

Na segunda-feira (1º), sete trabalhadores humanitários da World Central Kitchen (WCK) da Austrália, Polônia, Reino Unido, Palestina e um cidadão com dupla nacionalidade dos EUA e do Canadá foram mortos em um ataque israelense na Faixa de Gaza. A WCK suspendeu suas operações na região após o incidente.

As Forças de Defesa de Israel informaram mais tarde que demitiram dois oficiais e repreenderam outros três após a conclusão da investigação sobre o ataque. O inquérito concluiu que as forças israelenses acreditaram erroneamente que estavam atacando homens armados do Hamas.

“Escrevemos para expressar nossa preocupação e indignação em relação ao recente ataque aéreo israelense que matou sete trabalhadores humanitários da World Central Kitchen, incluindo um cidadão americano. À luz desse incidente, pedimos seriamente que reconsidere sua recente decisão de autorizar a transferência de um novo pacote de armas para Israel e que suspenda essa e quaisquer futuras transferências de armas ofensivas até que seja concluída uma investigação completa sobre o ataque aéreo”, diz a carta.

Os membros do Congresso dos EUA também pediram na carta a Washington que garanta que as futuras entregas militares a Israel, incluindo as transferências já autorizadas, estejam “sujeitas a condições para garantir que sejam usadas em conformidade com as leis internacionais e dos EUA”.

“Também pedimos que você retenha essas transferências se Israel não mitigar suficientemente os danos a civis inocentes em Gaza, incluindo trabalhadores humanitários, e se não facilitar – ou negar ou restringir arbitrariamente – o transporte e a entrega de ajuda humanitária em Gaza”, sugere o texto.

*Sputnik

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Política

Prefeito Ricardo Nunes contrata diretor de associação que ele preside por R$ 19 milhões

Contrato é suspeito de superfaturamento; sem manutenção, armadilha virou criadouro de mosquito para dengue.

A Prefeitura de São Paulo comprou armadilhas contra o mosquito da dengue com indícios de superfaturamento de uma empresa do diretor da associação presidida pelo próprio prefeito Ricardo Nunes (MDB). Apuração da Agência Pública descobriu que a Biovec Comércio de Saneantes, que vendeu as armadilhas, é de Marco Antônio Manzano Bertussi — ele e o prefeito são fundadores da Associação Brasileira das Empresas de Tratamento Fitossanitário e Quarentenário (Abrafit).

A licitação é investigada pelo Ministério Público de São Paulo por suspeita de superfaturamento — cada unidade foi adquirida por R$ 400, mas custaria apenas R$ 10 se fosse feita pela Fiocruz, segundo mostrou reportagem da Folha de S. Paulo.

Marco Antônio Manzano Bertussi e Nunes têm uma história antiga, que remonta ao passado do prefeito como empresário do ramo de controle de pragas urbanas. Eles fundaram a Abrafit em 2005, que continua ativa até hoje.

A Pública teve acesso à certidão de inteiro teor da constituição da associação, que foi registrada em um cartório de Santos, no litoral paulista. Em seu estatuto, consta que Marco Bertussi era o presidente da entidade e Ricardo Nunes o seu diretor-executivo. Dois anos depois, em 2007, uma nova diretoria foi eleita e os cargos se inverteram: Nunes passou a ser presidente e Bertussi se tornou diretor.

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Mundo

Superávit de Milei é ‘picaretagem’, afirma economista argentino

Além dos cortes em programas sociais e congelamento das obras públicas, Ramon Garcia-Fernandez destaca que Milei vem adiando pagamentos e prevê “estouro social” no médio prazo

Na última quinta-feira (4), a porta-voz do Fundo Monetário Internacional (FMI) Julie Kozack classificou como “impressionante” os supostos progressos que o governo de Javier Milei vem obtendo na condução da economia argentina. Ela destacou que, em janeiro e fevereiro, o país registrou superavit fiscal pela primeira vez em mais de uma década. Além disso, a inflação está caindo e as reservas internacionais, subindo.

Porém, o plano “motosserra” de corte de gastos tem cobrado alto custo da população argentina. A previsão do próprio FMI é que o PIB da Argentina registre retração de 2,8% em 2024. De acordo com a Confederação Argentina de Médias Empresas (Came), a venda de medicamentos, por exemplo, sofreu queda de 42,4% nos dois primeiros meses do ano. Já os dados do Observatório da Dívida Social, da Universidade Católica Argentina (UCA), mostram que a taxa de pobreza no país passou de 49,5% para 57,4%, atingindo seu patamar mais elevado desde 2004.

Para garantir as contas no azul, Milei suspendeu as obras públicas. Também congelou recursos destinados aos restaurantes e cozinhas comunitárias. E também já demitiu cerca de 24 mil funcionários públicos. Mas esses cortes não são suficientes. Numa espécie de maquiagem das contas públicas, o atual governo também vem adiando o pagamentos de energia e repasses para as províncias.

Nesse sentido, o professor titular do Bacharelado em Ciências Econômicas e da Pós-Graduação em Economia da Universidade Federal do ABC (UFABC) Ramon Garcia-Fernandez afirma que o sucesso do ajuste fiscal de Milei não é sustentável. “O superávit das contas públicas está sendo obtido adiando pagamentos. Assim até eu consigo”, ironizou o economista argentino que vive no Brasil. “Posso aumentar minha poupança, se continuo recebendo e não pago para ninguém. Se você adia todos os pagamentos, vai ter superávit, obviamente. Mas isso é uma estratégia sustentável? Pareceria mais uma picaretagem.”

Entre falsas promessas e o “estouro” social
A estratégia de Milei se resume a cortar gastos e acumular reservas, explica o economista. No discurso de posse, em dezembro, o líder ultrarradical argentino afirmou que não tem dinheiro – “No hay plata”. Contudo, o sofrimento decorrente dos cortes da motosserra conduziriam o país ao caminho do desenvolvimento. A população começaria a perceber melhora no cenário econômico entre o segundo semestre deste ano e o ano que vem.

Ainda durante a campanha, prometeu que, destruindo as instituições de Estado, os argentinos teriam um padrão de vida semelhante ao da Itália ou França em até 15 anos. “Se me derem 20, Alemanha. Se me derem 35, Estados Unidos.”

Para Garcia-Fernandez, trata-se de um lugar-comum presente em todos os planos de austeridade. Ele citou o renomado economista argentino Fabio Erber, que antes de morrer comparou o discurso neoliberal com o êxodo do povo judeu em busca da Terra Prometida. Seriam 40 dias de sacrifício caminhando pelo deserto para então viverem com abundância de leite e mel – ou doce de leite, no caso argentino.

“Esse é um lugar comum de todos os planos de austeridade. Tem a famosa frase do presidente (Carlos) Menem: ‘estamos mal, pero nos va bien’. É uma estratégia discursiva bastante frequente. Então, respondendo sua pergunta, quando vai dar certo? O que o Milei diz é que vai ser entre o segundo semestre e 2025. Eu acho que a coisa não vai ter bons resultados, em momento nenhum. Suponho que, em algum momento, pode ter assim um estouro social”.

Apesar do sofrimento imposto ao povo argentino, Milei ainda mantém apoio social, destaca o professor. “Enquanto boa parte da população estiver apoiando, a coisa pode se sustentar. Mas acho que esse apoio não pode passar. No meio do ano, a situação tende a se reverter”, prevê Garcia-Fernandez, diz a Rede Brasil Atual.

Mais inflação à vista?
A inflação de fevereiro na Argentina ficou em 13,2%, de acordo com o Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (Indec). Na ocasião, Milei chegou a comemorar o respiro na alta dos preços, já que estimativas apontavam alta acima de 15%. Os números de março ainda não foram divulgados. O professor trabalha com números entre 10,5% e 13%. Mas destaca que é difícil que a inflação se mantenha nesse patamar, ainda elevado, no médio prazo.

“É difícil pensar que possa se sustentar, porque o dólar está relativamente baixo. O país está muito caro para quem vem de fora, ou para exportar qualquer coisa. Então tem uma pressão muito forte do agronegócio para ter uma nova desvalorização. O que certamente seria um combustível para o recrudescimento da inflação”.

Ele destaca que a alta dos preços vem desacelerando, mas o consumo também vem caindo. As vendas no varejo em geral retraíram cerca de 20% nos últimos meses. Assim, afirma que no curto prazo, não há vencedores com as medidas de arrocho do governo Milei.

“Se pode perguntar, por que então Milei tem apoio de industriais, que estão perdendo, com produtos encalhados nesse momento. De alguma maneira, se trata de uma redistribuição de poder na Argentina. Tudo isso reduz o poder de barganha dos trabalhadores. Obviamente vai facilitar para as grandes empresas. Por isso, todas as seis grandes câmaras empresariais argentinas manifestaram estar de acordo recentemente quanto ao rumo em geral que o governo Milei quer impor à economia.”

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Brasil

Indústria farmacêutica brasileira investe três vezes mais em inovação e pesquisa do que multinacionais

Lei dos Genéricos provocou evasão de multinacionais e empresas brasileiras puderam se consolidar no mercado, que hoje aposta em biotecnologia.

Entre as 20 maiores empresas farmacêuticas que atuam no Brasil, 10 são nacionais e estão as principais financiadoras de pesquisas para o desenvolvimento de novos medicamentos no país, especialmente os biotecnológicos.

Segundo o presidente-executivo do Grupo FarmaBrasil, que reúne cinco das maiores empresas farmacêuticas de controle nacional, Reginaldo Arcuri, o volume de aportes da indústria brasileira em inovação e pesquisa supera em até três vezes o montante investido por multinacionais.

Convidado do programa Nova Economia da última quinta-feira (4), Arcuri relatou que a indústria farmacêutica é uma exceção no processo de desindustrialização do país, como consequência da implantação da Lei dos Genéricos, em 1999.

“Na medida em que o Brasil teve a Lei do Genérico, teve início um deslocamento de fábricas. Muitas empresas que tinham fábricas no Brasil encerraram suas atividades fabris e passaram a importar medicamentos, porque produzir no Brasil é caro e complicado”, observa o presidente do Grupo FarmaBrasil.

O entrevistado explicou que o processo de produção de medicamentos bioequivalentes, como podem ser chamados os genéricos, envolve diversas regulações sanitárias a serem cumpridas. Os dossiês para a aprovação de medicamentos costumam ter até 15 mil páginas, a fim de demonstrar a segurança, eficácia e qualidade do novo medicamento.

O desenvolvimento de um genérico exige ainda uma fase de testes com pacientes, tornando o processo ainda mais caro.

*GGN

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Cotidiano

Após 51 dias de buscas, polícia prende fugitivos de Mossoró

Após 51 dias de buscas, polícia prende fugitivos de Mossoró.

As polícias Federal (PF) e Rodoviária Federal (PRF) prenderam, na tarde desta quinta-feira (4/4), em Marabá, no Pará, os dois fugitivos da Penitenciária Federal de Mossoró, Rogério da Silva Mendonça, de 35 anos, e Deibson Cabral Nascimento, de 33.

Os criminosos fugiram do complexo de segurança máxima em 14 de fevereiro. As buscas duraram 51 dias. Rogério estava de camiseta preta, cabelo e barba feitos, e apresentava ferimento no nariz. Deibson também estava barbeado, com cabelo cortado e vestia camisa gola polo e boné vermelhos.

Chamou a atenção a localização dos dois, pois estavam a 1,6 mil quilômetros de distância da penitenciária de Mossoró.

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Opinião

A Globo sempre soube que Lula era inocente e que Moro não valia nada

Quando Gilmar Mendes diz na cara de Moro que ele e Dallagnol roubaram galinha juntos e que já tinha o extrato das coisas espúrias dos dois, mesmo antes da Vaza Jato, publicada pelo Intercept, Gilmar deixou claro que, Moro só chegou aonde chegou por sua unidade com o oligopólio midiático no Brasil, que sempre soube que Sergio Moro nunca prestou e que tinha absoluta certeza de que o ex-juiz havia condenado e prendido Lula sem provas.

para piorar, essa mesma fingiu-se de morta quando não comemorou o cambalacho, armado por Moro e Bolsonaro para fraudar a eleição, intermediado por Paulo Guedes, em que, para vencer a eleição, Bolsonaro, em troca da cabeça de Lula, daria, como deu a Moro um super ministério da Justiça e Segurança Pública que Moro sonhava fazer trampolim político para sua maior ambição, a cadeira da presidência da República.

Só que, descobrindo que estava sendo traído por Moro, Bolsonaro o espinafrou, como é comum em vigaristas, e Moro perdeu o palanque político.

As eleições de 2022 chegaram, e Lula, numa só paulada, detonou os dois comparsas de uma só vez, vencendo a eleição.

Mesmo Moro tendo o apoio incondicional da mídia para se criar a tal terceira via, a candidatura de Moro, que começou vistosa, encolheu e solou, obrigando-o a baixar a bola e dar volta em todos para conseguir se eleger senador.

O fato é que, hora nenhuma, mesmo sabendo de quem se tratava, a Globo abandonou seu sócio de escândalo, o homem que azava todas as delações sem provas que ele conseguia, através de chantagens, e que transformou a Lava Jato num folhetim diário, aonde o principal objetivo era derrubar Dilma e tirar Lula da disputa de 2022.

A Globo sempre soube que Moro nunca teve qualquer prova contra Lula, ao contrário, ela, mais do que ninguém, que o criminoso nessa história, era o juiz, como bem disse o deputado Glauber Braga

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Opinião

Gilmar Mendes a Moro: Você e Dallagnol roubaram galinha juntos

Gilmar disse a Moro: “Você e Dallagnol roubavam galinha juntos. Não diga que não. Tudo o que a Vaza Jato revelou, eu já sabia que você e Dallagnol faziam. Vocês combinavam o que estaria nas peças. Não venha dizer que não”, continuou Gilmar, para um assustado Moro.

Essa imagem da foto em destaque não é uma qualquer, mas é emblemática, porque traduz que Sergio Moro jamais convenceu Gilmar Mendes e, desde então, quando Gilmar passou a detonar o senhorzinho de Curitiba, Moro perdeu o rumo. e se encontra em apuros.

E, quando Gilmar disse que ele e Dallagnol roubaram galinha juntos, podemos acrescentar, com a mão na consciência e sem medo de errar, que o beija mão de Moro na visita a Gilmar Mendes, deu mais do ruim, mas fez com que todos lembrassem que Moro e Dallagnol roubaram juntos a galinha dos ovos de ouro, que eles juravam estar protegendo, quando meteram a mão em R$ 2,5 bilhões da Petrobras, num ato confessado publicamente por Dallagnol, tendo, depois, que devolver por decisão de Alexandre de Moraes, do STF.

Ou seja, decididamente, esses dois homens da justiça, pelos quais a mídia segue perdidamente apaixonada, se tentaram, através de um cochicho no ouvido do ministro Gilmar Mendes, tudo indica que cavaram ainda mais o abismo em que se encontram, quando o ministro deixa claro que não há conserto para o crime que eles cometeram, que a mídia de banco, sobretudo a Globo, finge não saber para continuar insinuando que, dois dos maiores pilantras da história do Brasil, foram dois heróis.

Moro saiu fulminado do encontro com Gilmar, que deixou o grande ex-herói nu e em petição de miséria política e moral.

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Mundo

Invasão do Parlamento de Israel: parentes de reféns em Gaza alegam ‘abandono’ de Netanyahu

Manifestantes jogaram tinta e criticaram inação do governo na libertação dos detidos.

Ativistas e parentes de reféns israelenses em Gaza invadiram o Knesset, nesta quarta-feira (03/04), e jogaram tinta amarela na divisória entre a galeria dos visitantes e o plenário do Parlamento israelense, em protesto contra a falta de ação do governo do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu na libertação daqueles que continuam detidos no enclave palestino pelo Hamas.

De acordo com a emissora catari Al Jazeera, os manifestantes gritavam “Agora! Agora!” para os parlamentares, enquanto deixavam os vidros das janelas do plenário manchados de amarelo, simbolizando a campanha em solidariedade aos cativos. Já o jornal The Times of Israel apontou que houve confronto e intervenção de seguranças, que empurraram os cerca de 20 manifestantes presentes no local para fora da galeria.

A invasão ocorreu quando os legisladores do Knesset votavam um projeto de lei relacionado ao clima. Após o incidente, o líder da oposição, Yair Lapid, expressou solidariedade às famílias.

“Nossos corações estão com vocês, as famílias dos manifestantes. Vamos lutar com vocês”, afirmou o parlamentar, apesar de não ter descartado seu repúdio ao ato, ressaltando que a “obrigação dos manifestantes é de seguirem a lei e da polícia de manter a segurança dos manifestantes”.

O protesto ocorreu após três dias de manifestações contra o governo em Jerusalém, quando milhares de israelenses saíram às ruas pedindo mais ações para libertar os reféns, além de reivindicar novas eleições para substituir Netanyahu.

Ainda segundo o The Times of Israel, parte da população revoltada com a guerra entende que o governo abandonou os reféns israelenses, enquanto critica a falta de avanços nas negociações com o Hamas que têm como objetivo costurar um cessar-fogo no enclave e permitir a retirada daqueles que continuam detidos na região.

*Opera Mundi