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Flavio: Fui encontrar com a tornozeleira em sua casa e me deparei com Vorcaro

O contato pessoal de Flavio com Vorcaro é uma imaginação doida. Não fui lá para conhecê-lo, fui me encontrar com a tornozeleira.

Por isso, digo e repito, a denúncia de que fui me encontrar com Vorcaro em sua casa, caiu no vazio. A iniciativa de visitar a tornozeleira foi minha e não comentei com ninguém do meu partido. Isso virou publicação no Metrópoles e se espalhou por todas as redes para atrapalhar minha vida.

Sigo afirmando que não tenho qualquer relação com Vorcaro, daí a minha serenidade, porque as acusações contra mim são muito frágeis.

Com mais essa onda contra mim, dá para imaginar como estou sendo perseguido.

Amanhã farão nova exploração de minha imagem. Mas repito, fui dar um fraterno abraço na minha amiga tornozeleira que protegia Vorcaro. Não fosse por ela, nós não nos encontraríamos tet a tet.

Um dia, todos saberão da verdade e virá à baila qual foi meu assunto naquela casa com a tornozeleira de Vorcaro.


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Lacombe, bolsonarista, dos áureos tempos da Secom, agora diz que Bolsonaro e trupe é um bando de vigaristas

Os arroubos sentimentais daquela gleba bolsonarista está tentando criar uma espécie de memória própria do que viveram nos anos dourados do bolsonarismo de coleira. É o espírito do tempo.

Agora, através de Lacombe, damos de cara com as memórias guardadas em segredo para revelar que ele sempre achou que a direita brasileira não existe e que não passa de um bando de oportunistas.

Lacombe é somente mais uma das almas contadas que vagam depois que acabou aquela moleza dos lambe-botas do mito, via Secretaria de Comunicação do Governo Federal.

O fato é que a família Bolsonaro, que é maior que o clã, digo família política, está vivendo de OLX, pois acabou a pensão. Então, a solução é correr para a ecnomia popular e vender o que lhe resta em casa para conseguir algum.

Tão logo explodiu a primeira mina, aquela corja que cercava Bolsonaro, assim como o bando da Jovem Pan, Lacombe, com aquela sua “inteligência” que Deus lhe deu, está inventando qualquer reflexão “profunda” e vaidosa para cuspir no prato em que se fartou.

Seu vídeo, cheio de “firmezas conservadoras”, omite, lógico, sua participação na zorra, numa fala rocambolesca, que vai muito além do desonesto, mas da vagabundagem em estado puro.

Quem vê e revê o que esse vigarista, oportunista, diz no Tik Tok que Bolsonaro e seus filhos não passam de oportunistas, com um tom acidamente crítico, acha que o sujeito vale alguma coisa, tal a gratuidade moral que vomita.

Na verdade, Lacombe, que tem um caráter do tamanho do de Bolsonaro e do clã, está na mesma que muitos ex-bolsonaristas, dando qualquer opinião para se separar completamente do melado do qual se lambuzou.


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Pergunta que não quer calar, Flavio continuará na disputa presidencial?

Em menos de uma semana, Flavio Bolsonaro perdeu 15% do seu eleitorado. Não tem um ovo de Colombo possível que possa modificar essa realidade. Ele está literalmente sendo abandonado dentro do próprio partido por aqueles que juravam fidelidade canica à sua candidatura.

O problema de Flavio é sério, porque foi o próprio que se denunciou. As consequências de sua aflição, depois do vazamento do aúdio para Vorcaro, são avassaladoras, pois, desaba cada vez que abre a boca para “explicar”.

Como disse, de forma provocativa, até seu irmão, Eduardo.

Flavio, com suas explicações, se enterra, jogando terra por cima de si próprio. Ou seja, até o irmão que está sendo centrifugado  no escândalo do Master, mostra que estão todos vivendo um verdadeiro pânico. Pior, não há como fugir.

É aquela história, viver na gandaia entre biscates, sem compromissos e sem leis, sem qualquer hesitação, é uma decisão de risco. O que ele fez de boca própria em seu áudio, foi um suicídio político e terminal.

Tudo em nome da ganância por dinheiro e poder. Basta dar um pio sobre o que aconteceu e suas razões absurdas, para que até os tios do zap o enxerguem de forma totalmente desconfigurada.

Não há o que fazer, a não ser emudecer. O bolo cotidiano de desgraças só aumenta com o fermento de suas declarações. Comprando o remédio da própria deroocada, Flavio mostra a tempestade íntima que está vivendo, revelando que sente que o mundo desabou sobre sua cabeça.

Como não há maneira de perguntar, se não tem como mudar essa situação no tapetão, como acontecia na época do seu pai no governo, conclui-se que, seguindo nessa toada, se não piorar ainda mais, até os que ainda o defendem em homenagem ao pai, vão mais do que abandoná-lo, vão salgar e cuspir em seu caixão político.


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Racha Master: A traição de Nikolas Ferreira que enterrou o clã

Como se diz por aí, a ambição é como água do mar, quanto mais água o ambicioso bebe, mais tem sede.

Aqui não há pretensão de trazer um roteiro, minuto a minuto, da traição de Nikolas com Flavio Bolsonaro.

Sentindo o impacto do áudio vazado de Flavio para Vorcaro, o racha Master nasceu. Isso mesmo, o vazamento estourou e a ordem dos traíras dentro do bolsonarismo foi, manda pra três grupos de Zap de direita raiz, e posta no history, não compartilho de corrupção. Dizem que 40 deputados do PP caíram fora.

Ou seja, o Dark Horse apodreceu antes de nascer e Flavio Bolsonaro foi de filho do azarão a azarado.

Algumas pesquisas apontam que 54% dos brasileiros chamam Flavio de bandido político.

De olho na própria sobrevivência nas eleições deste ano, Nikolas, que mira o Senado em Minas, não quer colar sua imagem à de Flavio, pulou do barco antes de virar herdeiro sem a herança podre.

Estava acenando para a base raiz: o voto dele é jovem, evangélico e antissistema. Toda aquela baba bolsonarista pra lá de manjada.

Mas o áudio de Flavio traiu o próprio Flavio, Senado, mesmo com o discurso de que não é farinha do mesmo saco de Vorcaro, o que de fato ultrapassa o ridículo.

Entre defender o aliado, irmão camarada, e defender a própria pele, Nikolas preferiu obstruir essa ligação, ao estilo, a lei vale para Flavio também. Tradução: Adeus clã, olá 2026!

Tem gente dizendo, inclusive, que as ambições de Nikolas vão muito além.

Seja como for, Nikolas, na base do silêncio, preferiu não morder a isca envenenada para não afundar junto com Flavio.

A traição não é por ética, mas sim por cálculo. Nikolas trocou o clã por mais um mandato, seja na Câmara dos Deputados, seja no Senado. Por isso ficou todo esse tempo como se mantém agora, só na escuta, sobretudo, no zap da cúpula da direita.

Resumindo, Nikolas traiu solenemente Flavio no racha Master, porque aquele áudio é sinônimo de cadeia, e esta não elege senador e nem deputado bolsonarista. Ao contrário, Nikolas quer virar herói


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Flavio foi pego de calça arriada porque Jair Bolsonaro virou peça de museu

Não se pode dizer que Flavio foi entregue a si mesmo. Há um imenso cordão de isolamento tentando separá-lo de si próprio.

Isso é um papel notável dos poucos que lhe restam como aliados. Lógico que, se já não tinham qualquer entusiasmo por sua modorrenta candidatura à Prsidência da República, dependendo cem por cento do espólio vigarista do pai e do antipetismo doentio de uma massa de idiotizados que foram imbecilizados durante décadas pela mídia, Flavio se transformaria num candidato viável, não por não ter qualquer proposta, coisa que seu pai nunca teve e, por isso mesmo, não se pode nem dizer que ele governou mal o país, ele simplesmente não governou.

Bolsonaro viveu na realeza do poder, nos luxuosos aposentos, graças aos esquemas que seus colaboradores coroados lhe serviram, ainda assim, o animal está preso e volta já já para a cadeia.

Dito isso, o desenho trágico do escandaloso vazamento do áudio de Flavio para Vorcaro, aponta para um beiço generaliado que, de estalão, está sendo dispensado pelos correligionários.

Flavio ainda não está num mato sem cachorro, mas não dispõe daquela matilha de vira-latas que serviram ao pai e, hoje, por osmose, não servem ao seu primogênito.

O fato essencial desse saboroso drama a que assistimos, é aquilo que todos, que tivssem a capacidade de enxergar o capítulo seguinte da derrota de Bolsonaro, saberiam o final.

Bolsonaro, um político historicamente medíocre, dito de boca própria, voltou para a sarjeta política. Para piorar, tentou dar um golpe violento com arquiteturas montadas para cometer ao menos t5rês assassinatos, de Lula, Alckmin e Moraes.

O resto, todos sabem, mas a questão do poder, da caneta, do uso da própria  imagem diante da mídia, a la Steve Bannon, para pautar as redações com sucessivos escândalos para cobrir o anterior, findou-se.

Sem qualquer relevância ou referência, Bolsonaro se transformou numa viola sem corda, muda, típica de quem virou carta fora do baralho como corpo, mas sobretudo como espírito. A moda Bolsonaro, foi-se.

O Gastão, que tinha uma orquestra de pelegos bancados pela Secom, hoje viram-lhe as costas. Sim, porque essa traição não é apenas com Flavio e, pricipalmente, com Jair Bolsonaro.

Essa é a principal característica dos pelegos. Aquela força hipnótica do poder lhes atrai, mas trai no primeiro cheiro de que a cadeira do rei mofou.

Fosse no tempo do seu pai na presidência que, aliás, proporcionou Vorcaro a montar um império de pilantragem, através do Banco Master, Flavio teria costas de chumbo, assim como se viu no seu inquérito da rachadinha, que deu em nada, assim como também no caso de Marielle e o porteiro que foi sufocado por Sergio Moro, a mando de Bolsonaro e assim se mantém.

Poderia citar aqui uma penca incalculável de situações em que Bolsonaro interferiu diretamente na defesa dos filhos e aliados e suas patifarias cretinas. Mas como se sabe, malandro demais vira  bicho.

Sem a carteira de presidente da República, Bolsonaro voltou a ser um punguista qualquer do baixo clero. Assim, não tem a menor condição de salvar o filho da forca, mesmo que a plebe bolsonarista, a serviço da indecência, balbucie nas redes frases ridículas, perebentas de tons cinza em apoio ao enrolado, o que fará dele um personagem cansado, caso insista na disputa presidenical.

Já falam por aí que ele deve disputar o Senado, mas outros apostam mesmo na Câmara Federal.

É o que lhe resta, porque o rei da milícia já não apita mais nada, nem mesmo no Rio das Pedras e Muzema, com a limpeza que está ocorrendo no Rio de Janeiro. pelo Desembargador Ricardo Couto.

Ou seja, fim, fu, fora Flavio!


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Faltou combinar com os russos

Nem sempre a engenharia da mentira funciona. Isso está claro no barata voa da campanha de Flavio, no cerca frango do irmão, Eduardo Bolsonaro, mas sobretudo nos ratos que estão roendo as cordas do Titanic e pulando fora.

A bateção de cabeça é ampla, geral e irrestrita no mundo da gangue de Bolsonaro. É um tal de um sujeito como Zema dizer que é imperdoável a relação promíscua entre Flavio e Vorcaro, e Caiado seguir nessa mesma linha, mas como algodão entre cristais para, em seguida, os dois dizerem um “não é bem assim”, para não ficar mal com o eleitorado bolsonarista.

De nada adiantou, o leite já havia derramado para o lado de Zema, com Eduardo dizendo que, por traição, ele está descartado como vice do irmão.

Já Caiado ficou naquela zona morta do nem sim, nem não, muito pelo contrário, e o negócio é derrotar o PT.

Com Allan dos Santos, é rato comendo rato. Ou seja, não há qualquer escrúpulo nessa trinca de morde e sopra. É urubu bicando urubu.

O fato é que não há aquela propagação massiva do exército de mercenários, mantidos a peso de ouro pela Secom no governo Bolsonaro para botar o bloco dos robôs nas redes, os carregadores de piano da Jovem Pan e todos aqueles vagabundos pagos a peso de ouro para defender cloroquina, aplaudir genocídio, fazer boca de siri da gigantesca corrupção nos ministérios de Bolsonaro e todas as falcatruas que corriam soltas na gestão do golpista, que tinha nas mãos os comandos da PF e da PRF que, junto com a base eleitoral do clã na cidade do Rio de Janeiro, mais precisamente no governo de Claudio Castro e na Alerj, com todo tipo de bandido. formava uma muralha quase instansponível.

Sem aquela grana toda que jorrava, a ritmica hoje é outra. As cartas não estão sendo dadas pelo clã, que virou uma peça urbana e rural do folclore nacional.

Até Alexandre Garcia, Constantino e Ana Paula do Vôlei, mais uma variedade desses tipos que davam de ombros para a ética em defesa de Bolsonaro, agora estão naquele exercício de pesquisas, com um olho no peixe e outro no gato, num núcleo disperso, mas seguindo na contramão de suas defesas cegas que faziam no passado bem remunerado.

Agora, até a pronúncia mudou de figurino e a feitiçaria verborrágica é típica daqueles que traem sem choro, nem vela.

Se as pesquisas, no decorrer de 30 dias, mostrarem novos rumos nos resultados, com Flavio sangrando em praça pública, podem ter certeza, muito mais gente da alta cúpula de sua campanha silenciará seus clarins em ovação a Flavio.

O pior é que o 01 já avisou que tem mais merda para estourar com filmezinho, com tudo em encontros subterrâneos com Vorcaro.

Seja como for, o timbre do bolsonarismo oficial que já beira o infantil, com desculpas esfarrapadas e sonolentas, vai, no capítulo seguinte, virar agulha no palheiro.

A conferir.


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O escândalo do Master que envolve Flavio e Eduardo Bolsonaro, é de polícia e não de política

Se Flavio Bolsonaro, com seu proselitismo barato, quer punir criança de 14 anos por crime, como sugere seu projeto, que quer a redução da maioridade penal para 14 anos, o que dizer, do ponto de vista policial, do envolvimento de Flavio (45 a.) e de seu irmão, Eduardo (41 a.) com um criminoso preso por desviar fortuna incalculável de dinheiro público?

Ridiculamente, dizer que a fonte dos R$ 134 milhões, é privada, é chamar de idiotas os brasileiros e as autoridades.

Isso, sem falar na folha corrida desses dois vigaristas. Flavio e as rachadinhas são coisas que se confundem, ou seja, peculato e formação de quadrilha, envolvimento com milícia e assassinos de aluguel como, Adriano da Nóbrega, do escritório do crime.

Eduardo, antes mesmo de entrar para a política, já era funcionário fantasma de ninguém mais, ninguém menos que Roberto Jefferson.

Como um e outro viraram deputado federal e senador debaixo das barbas da justiça? Esta é uma pergunta que tem que ser feita todas as vezes que se falar do clã Bolsonaro, somado às mil e uma formas do próprio pai, de cometer crimes no varejo e no atacado, o messmo que plantou a semente da vagabundagem em todos os filhos.

Nisso, não há qualquer dilema. assim como o pai, Flavio e Eduardo deveriam estar na cadeia, preventivamente, esperando um julgamento criminal, até porque, se Flavio acha que uma criança de 14 anos já tem discernimento do que é ou nao crime, imagina esses dois farrapos morais.

Lembrando que os dois confessaram o crime, mesmo tentando justificar o injustificável.

Então, que a justiça cumpra a sua parte para que se possa ver uma luz civilizatória destruída pelo governo Bolsonaro, com mãos de ferro, dentro das instituições, para facilitar a vida de bandidos manjados como os do clã.

Esperar que as urnas façam justiça nas eleições de outubro, é um acinte à inteligência nacional.


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Mudou: Em nova versão de mentiras, Flavio admite que tem outras ligações dele para Vorcaro

Agora, Flavio admite outros contatos com Vorcaro, inclusive um videozinho.

Flavio, desde que estourou o escândalo de seu áudio para Vorcaro, cobrando uma dívida milionária, em função de acerto entre o banqueiro e o clã, segue o velho padrão de pilantras, explicar seus rolos criminosos de forma confusa para serem confusamente entendidos pela sociedade brasileira.

Resultado, toda hora o vigarista cai do galho.

Agora, ele diz que podem surgir, inclusive vídeos enviados ao banqueiro, garantindo que é um contato com um irmãozão dele para tratar de financiamento.

Novamente, Flavio tenta se defender do indefensável com versões ainda mais coprometedoras em meio ao escândalo que não para de surpreender quem observa suas falas que sassaricam pelos jornais televisivos e podcasts nas redes sociais.

Trocando em miúdos, cada vez que abre a boca com um novo lero lero, o caldo de Flavio só entorna. E se pesquisas mostram que, nas redes sociais, 70% do que se publica é contra o vigarista, a tendência é só piorar e muito diante da opinião pública.

Ou seja, é a velha questão que envolve os picaretas, se ficar quieto, afunda, se abrir a boca, afunda ainda mais.


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Eu vivi para saber da boca do senador peleleca que dinheiro privado, não é roubado

Quer dizer que o senador Flavio Malandragem, naquela troca de mensagens com Daniel Vorcaro, cobrando dívida por favores feitos pelo governo do pai para a criação do banco mais pilantra da história do Brasil, para irrigar a própria conta, não é dinheiro público, mesmo que tenha roubado de vários estados e municípios Brasil afora.

Mesmo com a rodagem que já estou, que não é pouca coisa, tive que aprender mais essa que, definitivamente, há uma marcação entre o público e privado que eu desconhecia.

Se alguém roubar o dinheiro dos cofres públicos e investir num banco privado, ele não tem mais nada a ver com a coisa pública, portanto, segundo Flavio, é dinheiro privado.

Ou seja, Flavio Bolsonaro, conhecido como Flavio Peleleca, é um lavador moderno, e esse termo de lavagem de dinheiro tem uma equação própria para a prosperidade do ladrão. Possui um grau tão descarado de cinismo. que não há palavra que defina tal lapidação linguística, sobretudo se essa grana roubada dos cofres públicos for parar nas mãos de um vigarista que resolveu investir no cinema nacional pelo título da obra prima, “O Azarão”.

E tem gente quem acha que a direita não liga para a arte, principalmente as famílias, Vorcaro, Bolsonaro.

Sim, essa gente tem visão de futuro e, pensando no Brasil, acha que aumentar, de forma nunca vista, um investimento privado com roubo de grana pública, é um rendimento que traz um futuro brilhante para o país, se esse for a sétima arte.

Nota-se o entusiasmo da cobrança de Flavio a Vorcaro, ou seja, nada melhor do que o tempo para transformar merda em brilhante depois de lapidado nas entranhas da malandragem nacional.

Se o Banco Master operava com fraudes (captação irregular de clientes, possível envolvimento de recursos de estados/municípios via esquemas ou depósitos de vítimas), então o dinheiro que saiu dali carrega suspeita de lavagem ou ocultação de bens de origem ilícita. Transferir para um filme “privado” não limpa magicamente a fonte. Isso é exatamente o que investigações de lavagem examinam: camadas de transações para dar aparência de legalidade.


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Não existiria Banco Master se não tivesse existido governo Bolsonaro

Banco Central, na gestão Roberto Campos Neto, indicado por Bolsonaro, aprovou a transferência definitiva do controle para Vorcaro.

O nome “Banco Master” foi criado e adotado durante o governo Bolsonaro, como parte da transformação liderada por Vorcaro. Sem essa aprovação do BC em 2019 e a expansão que veio em seguida, o banco não teria sido rebatizado e crescido com essa identidade.

Tirando esse monte de plha de milho espalhada pelo chão, na gtentativa de encobrir a nascente desse crime durante o governo Bolsonaro e a gestão de Campos Neto no Banco Centtral, daremos de cara com o que interessa, o princípio de tudo.

Vale abrir um parêntese para lembrar que não existiria o governo Bolsonaro sem a parceria café com leite entre Sergio Moro e Jair Bolsonaro, que transformou o Banco Master na central da picaretagem nacional.

O tráfego da grana toda que Vorcaro centrifugou com um plano pré-estabelecido, foi cem por cento desenvolvido e assinalado como tal, durante tal governo.

Dito isso, o verdadeiro significado do termo “irmão” , tantas vezes falado por Flavio a Vorcaro, está referendado por um sistema que nasce e se fortalece como filhos do mesmo pai, Jair Bolsonaro.

Não fosse isso, o Master não teria qualquer valor, pois a terra valiosa que virou o Banco Master, tem todas as nascentes fincadas durante o governo Bolsonaro para que uma caudalosa montanha de dinheiro circulasse no que, antes, era apenas uma campo de várzea.

Sem o aceite de Campos Neto, tal hegemonia jamais teria acontecido. Então, tudo teve começo na era Bolsonaro.

Isso explica, com  todas as letras, por que Flavio estava cobrando o restante do dinheiro, já que Vorcaro teria pago R$ 61 milhões dos R$ 134 milhões combinados, mais os R$ 5 milhões doados às campanhas de Bolsonaro e Tarcísio diretamente em suas contas.

Na verdade, a montanha de recursos para o filme sobre Bolsonaro e para sua campanha, não passou de lavagem de dinheiro.

Não dá para esquecer que, nessa conta, também entra a mesada de R$ 300 a R$ 500 mil ao todo poderoso chefe da Casa Civil de Bolsonaro, Ciro Nogueira.

Trocando em miúdos, quando Flavio fala em cobranca e não em patrocínio do filme, é claro que ele está se referindo ao que foi acordado com Bolsonaro e filhos para conseguir a liberação do Banco Central para o Bnaco Master. Isso está pra lá de escancarado e não comentado pela grande mídia.

Repetindo, o papo do filme é somente para justificar a lavagem de dinheiro, assim como a loja de chocolate, assim como o dinheiro da compra da mansão.


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