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Estadão revela presença do PCC na PM de Tarcísio de Freitas

Estadão expõe infiltração do PCC na PM e amplia pressão sobre Tarcísio

A revelação publicada pelo Estadão de que investigações apontam a atuação de núcleos ligados ao Primeiro Comando da Capital (PCC) dentro da Polícia Militar de São Paulo coloca o governo Tarcísio de Freitas diante de uma das mais graves crises de segurança pública de sua gestão. Segundo as apurações, policiais militares são suspeitos de integrar uma estrutura que prestava serviços à facção criminosa, incluindo vazamento de informações, proteção de interesses do grupo e participação em execuções.

O caso reforça o alerta de que o principal desafio da segurança pública paulista deixou de ser apenas o enfrentamento do crime organizado nas ruas. A suspeita de infiltração em setores da própria corporação indica que o PCC pode ter encontrado espaço para operar a partir de agentes encarregados justamente de combatê-lo.

As investigações ganharam força após o assassinato do empresário e delator Antônio Vinicius Gritzbach, morto no Aeroporto de Guarulhos, episódio que desencadeou uma série de operações contra policiais suspeitos de manter vínculos com a organização criminosa. As apurações apontam a existência de grupos especializados em fornecer informações privilegiadas ao PCC e em executar ações de interesse da facção.

A repercussão do caso aumenta a pressão sobre o governador Tarcísio de Freitas e sua política de segurança. O episódio alimenta questionamentos sobre os mecanismos de controle interno da corporação e sobre a capacidade do Estado de impedir que organizações criminosas se infiltrem em instituições responsáveis por garantir a ordem pública.

Embora as investigações estejam em andamento e as responsabilidades individuais ainda dependam de conclusão judicial, a gravidade das suspeitas evidencia um problema institucional que desafia diretamente o governo paulista e exige respostas consistentes para restaurar a confiança na Polícia Militar.


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Eduardo Bolsonaro, o socialista de Taubaté

Vivi para ver Eduardo Bolsonaro com um novo visual “global”, tentando vender seu irmão, Flavio, com o mesmo sabor de Lula. Tudo se dá pela dependência, agora negada, por grande parte da Faria Lima.

A estratégia não é nova, ainda está na nossa memória o sofrimento de Bolsonaro em ter que se curvar ao Bolsa Família para tentar fazer frente com Lula, em 2022, e toda uma teia de programas sociais que representam, pela lei natural das coisas, o próprio presidente Lula.

O ataque de Eduardo à ex-apoiadora, Faria Lima, dizendo que ela não passava de uma rede de especulação, vivendo somente de rentismo e agiotagem, é um sinal claro de que a serpente bolsonarista está mordida por não contar com os ratos do dinheiro grosso para alimentar a campanha e o bolso do clã.

Então, travestido numa folhagem verborrágica de um discurso social, Eduardo diz que lucro não é importante, mas sim, a sociedade brasileira, dando um chute no tronco escravocrata que sempre foi símbolo do bolsonarismo por seu histórico racista, exploração da mão de obra dos trabalhadores, em nome das burras dos patrões.

Claro, os próprios párias vegetais do clã sempre foram incoerentes, já que arrotavam diminuição do Estado na busca por redução dos custos da máquina e a manutenção dos impostos, mas os próprios filhos do maior sanguessuga desse país, chamado Jair Bolsonaro, seguiram a mesma boca do pai de se nutrir magistralmente nas tetas mais gordas do Estado, transformando-se em bandidos vegetais.

Todos tinham o mesmo sonho desde criança, crescer e alcançar as copas mais ricas da República, enquanto isso, garganteavam um estadinho para os brasileiros.

A galhaça olímpica do bolsonaro sempre quis distância da plebe raquítica. Daí a fila do osso e a devolução do Brasil ao mapa da fome durante o governo do genocida corrupto.

Seria trágico se não fosse cômico ver o belo trecho de um dos vídeos de Eduardo chamando a Faria Lima de imoral, de antinacional, de egoísta e voraz quando, na verdade, seu pai, com um agiota na pasta da economia, Paulo Guedes, devolveu à miséria absoluta 33 milhões de brasileiros, em nome da transfusão de riqueza para as veias bilionárias do 1% mais rico do Brasil.

Mas sabe como é, sentindo que a essa altura do campeonato, Lula sobe cada vez mais e Flavio segue no sentido oposto, Eduardo resolveu interpretar o socialista de Taubaté, erguendo a divisão de riquezas ao invés do lucro obsessivo dos carrascos da Faria Lima.

Tudo isso para tentar materializar um Flavio achocolatado sabor Lula.


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Eduardo Bolsonaro antecipa derrota de Flavio a 72 dias da eleição

Uma declaração do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) acabou provocando forte repercussão política ao ser interpretada como um reconhecimento antecipado das dificuldades enfrentadas pela campanha presidencial de seu irmão, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Ao afirmar que “não haverá eleição em 2030” caso Flávio seja derrotado em 2026, Eduardo vinculou o futuro do sistema político brasileiro diretamente ao resultado da disputa presidencial, em uma fala que chamou atenção tanto pelo tom quanto pelo momento em que foi feita.

A declaração ocorreu 72 dias antes do primeiro turno das eleições e foi publicada nas redes sociais após decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que suspendeu por 90 dias as visitas de Flávio Bolsonaro ao ex-presidente Jair Bolsonaro. A medida foi tomada depois que o senador leu, durante uma transmissão ao vivo, uma carta atribuída ao pai, o que, segundo o ministro, poderia representar descumprimento das restrições impostas ao ex-presidente.

Ao afirmar que apenas uma vitória de Flávio garantiria a realização de eleições futuras, Eduardo acabou alimentando interpretações de que o próprio núcleo bolsonarista reconhece o cenário eleitoral adverso. Para analistas políticos, a necessidade de apresentar uma eventual derrota como uma ameaça ao futuro institucional do país pode indicar preocupação crescente com o desempenho da candidatura e com a dificuldade de ampliar seu eleitorado para além da base mais fiel do bolsonarismo.

A fala também reforçou a estratégia adotada por integrantes da família Bolsonaro de transformar decisões judiciais e embates com o STF em elementos centrais da narrativa eleitoral. Em vez de concentrar o debate em propostas de governo, o discurso mantém o foco na polarização institucional e na mobilização do eleitorado mais alinhado ao ex-presidente.

Nos bastidores, a declaração repercutiu como mais um episódio de tensão em uma campanha que já enfrenta desafios políticos e jurídicos. Com pouco mais de dois meses até a votação, o episódio amplia o debate sobre a estratégia do PL e evidencia a aposta da campanha em manter a narrativa de confronto como principal instrumento de mobilização eleitoral.

Soma-se a isso, o fato de Flavio Bolsonaro se ver isolado dentro do próprio campo da direita, porque não está conseguindo palanque em vários estados, enquanto Lula já tem palanque em todos os estados.

Para piorar, Eduardo Bolsonaro comemora a conquista do Green Card para viver para sempre nos EUA, confirmando que não tem a menor esperança da vitória de Flavio.


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Flavio não consegue mostrar nada além de ser filho de Bolsonaro

O que não falta é exposição para Flavio subir os degraus da disputa eleitoral, mas o sujeito não consegue deixar de ser um elefante dourado. É uma espécie de pastel de nata, sem qualquer atrativo, além de escândalos.

Agora mesmo, mudou de perfil para trazer uma sensação visual de sua fumaceira e todas elas terminam terminam num peido, inclusive para exportação via Casa Branca.

Flavio não só parece filho de Bolsonaro, como age como uma criança de 5 anos sem qualquer noção esquemática.

Ele tentou dançar como um chipanzé e foi ridicularizado, agora, tenta, através dos algoritmos, muito bem pagos por sua campanha, aparecer como marombeiro sabor anabolizante, em malhação, na tentativa de pintar um Flavio que estabeleça algum paralelo com Lula.

Isso mesmo, um sujeito que tenta apoiar sua imagem física com uma moldura política, usando um contraponto contra Lula, detalhe, aos 80 anos.

O problema é que a história do sujeito é um mar de lama, e ele, além de não ter propostas, histórico ou um slogan, mínimo que seja, para animar o pasto, todos os dias o sujeito aparece nas manchetes empepinado com mais um escândalo.

Michelle, novamente, acaba de atacar Flavio, usando a disputa no Ceará como zona abençoada pela direita vendida com a bênção de Flavio na campanha de Ciro Gomes.

É fato que isso não define o jogo, mas Flavio não consegue fazer as pazes com os eleitores que perdeu no momento em que a ampulheta está de ponta-cabeça ele não para de jogar areia sobre sua candidatura. Parece que a lei natural seguirá dando outros trancos em Flavio. e ele, dificilmente, conseguirá sair da zona morta em que sua campanha se enfiou.

Pela boca dos aliados que ainda lhe restam, o único jargão que sobrou, é o de que é filho de Bolsonaro, ao meso passo em que é odiado pela madrasta.


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Flavio Bolsonaro usa gíria da milícia para ameaçar Michelle

Por mais que os aliados de Flavio queiram dar amplitude ao termo estancar, todos sabem que a palavra, no mundo da milícia, principalmente na zona oeste do Rio de janeiro, tem força de apagar.

Na boca de Flavio, isso tem um cheiro de enxofre.

O fato é que, no sentido literal e dito de forma isolada, o termo pode ter mil significados, mas no contexto de sua fala, sendo quem ele é e sua histórica ligação com a milícia, o fato pareceu mais que um ato falho, uma fala nada velada contra a madrasta.

Ao comentar o pega pra capar familiar com a ex-primeira-dama, Michelle, Flavio foi enfático, “se não fosse por isso, (ela ser esposa do meu pai) não teríamos chegado a esse ponto; a gente teria estancado a situação antes”.

Ou seja, não há sentido figurado que, num jargão criminoso na linguagem das facções e de milicianos da zona oeste do Rio de Janeiro, na verdade, as expressões estancar ou cancelar CPF, são usadas pela nata da bandidagem como sinônimos de eliminar, executar ou calar à força um adversário.

Seja lá como for, a fala de Flavio, no último 15 de julho, em um podcast, não está sendo interpretada pela maioria das pessoas como ato falho ou banal.

Veja:


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Bolsonaro trai Flavio

A defesa de Bolsonaro foi taxativa. Bolsonaro não escreveu carta para Flavio usar em sua campanha, esta foi uma decisão dele, que Bolsonaro nega ter escrito com tal propósito.

O nome disso é traição com o próprio filho. Entre deixar o dele na reta e o do Flavio, Bolsonaro colocou a corda no pescoço do primogênito.

É ridícula essa afirmação de Bolsonaro? Põe ridícula nisso. A começar pelo título, “Carta aos Brasileiros”.

Ou seja, a coisa foi feita em comum acordo, mas se desse merda, só daria para Bolsonaro, como deu. Bolsonaro não titubeou, se alguém tem que pagar o pato, que não seja ele, nem que para isso tenha que sacrificar o próprio filho, mostrando que essa turma do Deus, Pátria e Família, não é confiável nem para a família.

Por isso essa gente tem comportamentos variantes, de acordo com o tom e do prejudicado, nesse caso, Bolsonaro tirou o pepino do seu colo e colocou no de Flavio, o que passa um recado para o gado, o de que o mito não está tão fechado assim com a candidatura do filho, do contrário, se colocaria na linha de frente para enfrentar Moraes.

Diante do ministro do STF, Bolsonaro, mais uma vez, pipocou e mandou aquele famoso, me inclui fora dessa. Para se libertar do suplício, pai não pensou duas vezes para jogar o filho aos leões no momento em que a terra cede debaixo dos pés de Flavio por conta do TariFlavio e da foto de Flavio, bonachão, sem camisa, ao lado do amigo íntimo, sicário de Vorcaro.


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TariFlavio ou FlavioSicário: O que detonou mais a campanha do 01 de Bolsonaro?

Isso é o que se pode chamar de tempestade perfeita. De um lado, as tarifas anunciadas por Marco Rubio, sicário de Trump na América Latina, ou a foto de Flavio todo bonachão, sem camisa, com o sicário do Vorcaro.

Não há limpador que possa passar pano num troço desse. Pior, TariFlavio se tornou um apelido fatal, reforçado pela fala do sabujo de Trump nitidamente voltada a meter o bedelho do tio Sam nas eleições brasileiras.

Lógio, isso foi uma patacoada que dá mais força aos memes de TariFlavio. A coisa está tão séria que nem o próprio Flavio, depois do anúncio de Rubio sobre as tarifas contra o Brasil, defendeu-se da acusação de que ele é o culpado.

Aliás, o idiota conseguiu piorar ainda mais, porque não se ouviu ou não se leu nenhuma palavra critica à tarifa de 25% dos EUA contra o Brasil. Ele sabe perfeitamente que mais de 90% dos comentários nas redes estão sentando o sarrafo no miliciano carioca, chefe absoluto da bandidagem que tomou conta da política em todo o estado do Rio de Janeiro.

Claudio Castro, Rodrigo Bacellar, Marcio Canella e TH Joias que o digam. Porém, todo ambicioso cai do cavalo por ser mais burro do que ambicioso., E olha que falamos de alguém que transpira ambição, e faz questão de ostentar com mansões o fruto de suas corrupções

Por isso a foto de Flavio Bolsonaro com o sicário de Vorcaro se tranformou em fogo no palheiro, em segundos, nas redes sociais.

Difícil é dizer qual das duas cerejas do bolo está mais envenenada com capacidade de levar a óbito sua pré-campanha à Presidência da República.

Para quem gosta de fazer fumaça para não sair da mídia, o vigarista mais proeminente do clã, vê sua campanha totalmente intoxicada por esses dois fatos juntos que nesta quinta (16) viraram um dos maiores assuntos.

É cedo para saber o tamanho do rombo em sua canoa, que já anda toda furada, até para saber se ele vai ou não continuar nesse suplício .

Uma coisa é certa. Nesta quinta, Flavio Bolsonaro chegou ao pico máximo de rejeição nacional, com os dois principais memes, TariFlavio e FlavioSicário.

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Qual o espanto da foto de Flavio com o sicário de Vorcaro se o senador condecorou Adriano da Nóbrega na cadeia?

Escândalo não é Flavio posar em foto ao lado do sicário de Daniel Vorcaro, mas por ser um peão da entrada do crime organizado na política carioca e poder disputar a cadeira da Presidência da República.

Flavio Bolsonaro herdou de seu pai todo o sistema de peculato e formação de quadrilha, tendo, inclusive, Queiroz como gerente, assim como seu pai. O histórico de Queiroz está aí em qualquer Google da vida.

Não foi esse mesmo Flavio que, como deputado estadual, não só empregou a mãe e a ex-mulher de Adriano da Nóbrega, mas também deu a ele a Medalha Tiradentes, a maior honraria do estado do Rio de Janeiro. Detalhe, dentro da cadeia, por ser um matador de aluguel.

Há inúmeras fotos de Flavio com os irmãos Brazão, mandantes do assassinato de Marielle Franco, pelo vizinho de Bolsonaro, Ronnie Lessa, colega de Bope de Adriano da Nóbrega e seu comparsa no escritório do crime.

Mas issso está longe de estabelecer o perfil do sujeito. Sua relação com Rodrigo Bacellar e TH Joias, que se encontram presos por relação com o crime organizado, fato amplamente divulgado.

Sem falar que Flavio mandava e desmandava na cúpula governamental e no próprio Claudio Castro, ex-governador do Rio de Janeiro. Quantos da cúpula do governo Claudio Castro estão na cadeia e quando o próprio terá o mesmo destino?

Flavio nunca se importou em fazer fotos ao lado de bandidos, até porque ao seu redor está repleto deles, coisa que Brasil todo sabe. Assim como assumiu o papel de corrupto osentação, exibindo mansões que compra como quem compra um picolé através de seus esquemas milionários de corrupção.

Sejamos francos, essa foto só complementa a percepção da gravidade de um sujeito, com esse porfolio, candidatar-se ao cargo mais importante do país.


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O clima esquentou e o tempo fechou para Flavio Bolsonaro; o jogo mudou, é o fim da política feita pelo Whatsapp

O clima mudou e mudou rápido na campanha de Flavio Bolsonaro depois do caso Vorcaro mais o filme Dark Horse. Pelo jeito, não há como apagar esse incêndio.

A chapa esquentou muito de lá para cá. Não há extintor de icêndio capaz de apagar o que está escrito sobre o caso Vorcaro. Flavio está falando como papagaio, mas, na prática, o que isso muda? Coisa nenhuma.

Na verdade, há também uma ccrise interna na comunicação, além de disputa por protagonismo e baixas na equipe. O marqueteiro digital, Fernando Pessoa, está às turras com publicitários novos.

Um dos principais estrategistas de mídias sociais, abandonou a campanha. Está cada vez mais difícil replicar aquele fenômeno mecânico do bolsonarismo promocional de parte da mídia nas redes que alavancou o mito do mito.

O tabuleiro de xadrez está turvo para Flavio. A peça de ficção do filho de Bolsonaro “moderado”, foi para as picas, capturada pela avalanche que entrou no lugar de Flavio no placar do jogo.

Com novas regras, depois do Flavio Master, além de indeciso, perdeu o discurso e as pesquisas mostram cada vez mais Lula na frente e Flavio mais atrás..

Sua campanha não tem só rachaduras, está desmoronando e virando um pardieiro. O que está em jogo é mais do que uma disputa eleitoral, mas a própria existência do bolsonarismo na política brasileira.

Dependendo do tamanho da vitória de Lula, o bolsonarismo será varrido da vida brasileira, com Whatsapp, com tudo.

A cada vídeo que Flavio faz, mais desespero ele escancara. O que parece é que não está preocupado em tirar o pai da forca, mas do próprio pescoço, por conta do que disse Merval Pereira a respeito do seu comando no crime organizado que tomou conta da política carioca.

O PT trocou de estratégia, saiu do modo defensivo e entrou no modo ataque, Flavio sentiu, e não foi pouco. Daí o barata voa de sua campanha.

Agora, o sobrenome de Flavio não é mais Bolsonaro, é escândalo financeiro ou Flavio corrupto para os mais impacientes, dois termos que caíram como luva na imagem já apodrecida do primogênito do clã.

Não é mais o mercado que dita as regras, quem dita é a PF mais o Intercept. Todos jogando no modo hard contra a campanha de Flavio.

Cada vez mais gente está apostando que Flavio jogará a toalha antes mesmi do início da campanha oficial.


Apoie o Antropofagista. Aqui a gente explica o jogo novo antes do debate coeçar.

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O espólio que o clã Bolsonaro não aceita perder, é o da corrupção

O ex-aliado de Flavio, o deputado Julian Lemos, não disse qualquer novidade. Qualquer pateta, aqui no Brasil, por mais boboca que seja, a essa altura do campeonaro, sabe que a família Bolsonaro é um clã de criminosos e que a corrupção é seu maior ativo.

Flavio, no seu anima gado, faz a propaganda que, se vencer a eleição, soltará seu pai que, convenhamos, já está em regime de liberdade domiciliar.

Ou seja, não há motivos para dizer que libertará quem de fato já está liberto num luxuoso e requintado castelo com todas as mordomias que um rei opulento pode gozar.

Dito isso, pode-se afirmar e provar pela quandidade de bens, incluindo muitas mansões, que o forte do clã é justamente seu esquema pesado de corrupção, que multiplicou por mil suas ações com um sistema montado durante o governo de Jair Bolsonaro que deu para acumular riqueza e levar vida de faraó para mais de vinte encarnações.

Essa turma sempre apronta gritaria para produzir fumaça. E não é exatamente isso que Flavio está tentando, com seu cinismo herdado do pai, pego com a boca na botija no esquema que envolve Vorcaro, do Banco Master, ex-banco Máximo?

Esse banco, que se transformou em Master porque é sinônimo de corrupção do governo Jair Bolsonaro.

Pois sim, o clã nada mais é do que um ajntamento de herdeiros do espólio da mais alta corrupção da história da República.

É isso que o clã não aceita perder.

L[ogico que o sobrenome ajuda a elegerr, mas o principal espólio é outro, é dinheiro em espécie. Como o próprio Bolsonaro disse, numa caixa de sapato, E é com esse mesmo dinheiro que o banditiso adquiriu tantos imóveis, sendo a maioria de mansões luxusas, vide as mansões cinematográficas de Flavioem Brasília e em Angra dos Reis.

O mais irônico é que, acusado de genocídio por covid, Bolsonaro afirmava que poderiam dizer tudo dele, menos que é corrupto.

Na verdade, a história é o opsto do que ele afirma, o genocídio foi provocado por esquema de corrupção na compra da vacina, como provou a CPI do genocídio no caso da Covaxin, majorada em 50% para ser repassado ao clã, vacina por vacina.

Como o escândalo ganhou muitos ecos, os bandidos tiveram que abortar o esquema, porque não tinha mais como esconder.

Hoje a pesquisa Genial/Quest, mostra que boa parte da sociedade que não sabia disso, hoje já sabe através dos esquemas de Flavio que são a extensão do próprio esquema do pai.

Por isso Lula, nas pesquisas, aparece mais forte e, Flavio, mais fraco.

O “mito’, a “perseguição política”, e a “guerra cultural” que mobilizaram sua base, inclusive arrecadando milhões por Pix, não mobiliza mais. Essa é a fotografia da pesquisa Genial/Quaest, porque muito mais gente, num processo crescente, já entendeu que o espólio que o clã não aceita dividir é do seu maior tesouro, o da corrupção, que rendeu ao clã muitas centenas de milhões, como afirma o deputa e ex-aliado de Flavio, Julian Lemos.


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