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Política

Polícia Federal faz buscas em casa de Ciro Nogueira, ex-chefe da Casa Civil de Bolsonaro

Os crimes do Banco Master de Vorcaro e o clã Bolsonaro rimam como um enredo de hábitos dos patrões.

Na verdade, aquilo não era um governo, era um porão de garçons que serviam aos maiores pilantras do país, fingindo honestidade. Só um bolsonarista piadiata para dizer que, no governo Bolsonaro, não havia corrupção, só rachadão e esquemão..

Mas sabe como é, como o bolsonarismo pode sobreviver diante da verdade? A arma de guerra dessa gente é a mentira, o cinismo, a desfaçatez. Pois, na história do Brasil, não há presidente mais corrupto do que Jair Messias Bolsonaro, que já como deputado, deixou como legado, Fabrício Queiroz para o promogênito do clã, Flavio Bolsonaro, o 01 da patifaria miliciana que, juntos, formaram o esquema de peculado, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha.

Quando Bolsonaro passou o bastão para o filho e assumiu a Presidência da República, Ciro Nogueira fez o papel de Queiroz na Casa Civil e, como ninguém é de ferro, o esquema do BolsoMaster não poderia ficar fora da barbada.

Isso já nem escandaliza ninguém tal a disfaçatez dessa gente, que faz questão de mostrar seus ganhos numa espécie de banditismo ostentação. É só ver as mansões milionárias do clã, compradas com cacau em espécie, saído de sua fábrica de chocolate.

É imóvel pra todo lado, tudo pago em dinheiro vivo. Ciro Nogieria é apenas um que operou em favor do Master de Vorcaro e a Operação Compliance chegou em seu cangote, porque o ex-chefe da Casa Civil de Bolsonaro recebia entre R$ 300 a R$ 500 mil de mesada pelos serviços prestados a um dos chefes do cartel da igreja Lagoinha.

Certamente a Polícia Feceral nem precisou investigar tanto, e olha que Vorcaro ainda nem piou em delação, O preço da fatura será bem mais alto quando o galo cantar.

Uma coisa é certa, Ciro Nogueira era um dos, senão o principal ponto que ligava os mundos de Bolsonaro como presidente e, Vorcaro, como dono do Master, daí as buscas e apreensão da Polícia Federal contra Ciro Nogueira.

O clube dos abutrea da nação, o golpista, genocida, junto com Ciro Nogueira, fez da Presidência da República um parque de diversões.


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Política

A cinco meses da eleição, o único projeto da direita unificada é ódio, privatização, cortes de benefícios e a volta da escravidão

Entra ano, sai ano, entra década, sai década, e a direita não tem um mísero projeto para melhorar a vida dos brasileiros. É poder pelo poder.

Na agenda da direita, não podem faltar as famigeradas políticas de cortes de investimentos em áreas sociais que beneficiem a população. Privatização é mantra sagrado e cortes de direitos dos trabalhadores, e trabalho escravo para crianças está no DNA dessa gente desde as Capitanias Hereditárias.

Não é por acaso que eles se classificam como conservadores. Detalhe, quando assumem o poder e implementam essas pautas, jamais visitam e muito menos debatem o resultado da lambança.

Assim, essa gente se defende com ódio. As questões que afligem os brasileiros são colocadas de lado, porque as redações da grande mídia fazem parte desse ilusionismo porque servem aos patrões e aos patrocinadores que têm interesse numa política de redução do Estaeo para obter redução de impostos e maximizar seus luros.

Em síntese, essa é a gênese da direita no Brasil. Quando eles falam das privatizações, fazem questão de esquecer a privataria de FHC, porque depois de entregar todo o patrimônio em nome da estabilidade econômica, a inflação voltou a crescer, com cobrança de juros reais acima de 40%, penico na mão para o FMI e zero de reservas internacionais. Aliás, foi assim que FHC entregou o Brasil a Lula que, além de pagar o FMI, reduzir a inflação, acumulou reservas internacionais nunca vistas antes no Brasil.

Por isso o Brasil nunca mais teve uma crise econômica grave como ocorreu com os governos militares até a chegada de Lula ao poder, mesmo passando por governos trágicos dos golpistas, Temer e Bolsonaro, que fizeram muito esforço para detonar a economia brasileira. A coisa só não desandou em função das reservas internacionais que deram garantias a investidores estrangeiros no Brasil.

Agora vem a mesma direita, vendo que a taxa de desemprego é a menor da história, a valorização do salário mínimo, passa a atacar o Bolsa Família e, junto, a proposta da volta da escravidão infantil para reduzir o custo da mão de obra.

É louco isso? É, assim como é uma sandice querer privatizar a Petrobras para tirar do Brasil a autonomia do petróleo. Por isso a direita tem raiva da palavra soberania e assistimos Flavio Bolsonaro oferer as terras raras brasileiras para Trump, virando as costas para o próprio país.

Trocando em miúdos, a direita está paenas sendo a direita que não tem um olhar para a economia doméstica ou alcance para entender aq sua importância.

Os que se julgam proprietários do Brasil e seus representantes, sobretudo no Congresso, querem um Brasil exclusivo para os ricos, um Brasil importador não um país fa bricante, autônome, dono de seu próprio juízo e demanda, eliminando qualque4r possibilidade de busca por autonomia e independência.

Parece mentira, mas em plenp 2026, a direita segue a mesma cartilha neoliberal de Whasington 60 anos atrás.


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Política

As propostas de Zema que escandalizaram o Brasil são as mesmas de Flavio Bolsonaro e toda a direita

O problema de Zema é que seu programa imbecil oitocentista, batizado de Brasil sem intocáveis é, na verdade, um ode aos herdeiros dos exploradores escravocratas, dos ladrões e dos milicianos. Sim, porque Zema fala por toda a direita.

O que vale para Zema, vale para Caiado, para Flavio, para Renan, para pulgas e baratas neoliberais, tanto que, de antemão, há um pacto de estarem todos juntos contra Lula num eventual segundo turno.

Não há qualquer projeto de desenvolvimento, de industrialização, de investimento pesado na ciência, na educação, na saúde, na tecnologia de ponta, o que há é a exploração escrava, sobretudo de crianças, como deixou bem claro Zema, milionário e explorador de mão de obra.

Tudo isso está nessa proposta chupada do fracassado plano anarcocapitalista de Milei, que amarga mais de 60% de rejeição na Argentina.

O que mais assustou nas declarações de Zema foi dzer textualmente que pretende mudar a legislação brasileira para permitir que crianças possam trabalhar, ou seja, abandonar a escola e pegar no pesado, como cortadores de cana, quebradores de pedras e tantas outras formas de escravidão infantil que o Brasil conheceu no passado.

Privatizar tudo, inclusive a infância, os idosos, trabalhadores, estatais, saúde e educação, tudo o que a direita julga” gasto” tem que ter fim. Direitos, esquece, melhor divisão de riqueza no país, nem pensar, investimento em educação, cortar pela metade. O mesmo na saúde pública e decapitar os programas sociais de A a Z, com foco primeiro naquilo que eles mais odeiam, o Bolsa Família.

É esse o recado. Não adianta o recuo de Zema diante da repercussão negativa de suas decalrações estúpidas. Ele foi enfático em cada uma de suas falas contra os trabalhadores, contra as crianças, contra os idosos, contra tudo o que não aumete o lucro e dividendo dos Faria Limers.

Isso precisa ficar bem claro para a população, as propostas de Zema são as mesmas de Flavio, de Caiado, de Renan Santos.


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Brasil Mundo

Encontro de Lula com Trump é uma calça arriada no clã Bolsonaro

As reações de Flavio e Eduardo Bolsonaro com o encontro de Lula e Trump nos EUA, não mentem, sentiram.

Lula, numa só tacada, anula o sonhado peso político do clã na Casa Branca.

Eduardo, que vinha cantando e contando prosas sobre sua reaproximação com aquelas figuras desconhecidas do entorno de Trump, como se tivesse uma grande importância, caiu no folclore outra vez.

Lula utilizará esse encontro para estabelecer um patamar de intercâmbio dos dois países, com interesses mútuos, o que não tem nada a ver com sabukice da família Bolsonaro.

Trump e Lula, com certeza, buscarão uma harmonização de interesses de lá e de cá e não oferecer o Brasil para ser instrumentalizado como anunciou Flavio Bolsonaro, praticamente oferecendo o Brasil para ser puxadinho dos interesses norte-americanos. Isso é tradição na família Bolsonaro.

Quem se esquece daquela cena em que Bolsonaro, isolado, no encontro de chefes de Estados quando o idiota oferece a Al Gore a exploração da Amazônia pelos EUA.

Tal bossalidade, de tão grande, causou perplexidade no figurão norte-americano.

Lula estará com Trump focado na soberania nacional se alinhamentos excessivos com aquele país e muito menos atender apenas aos interesses dos EUA, como sempre fez o clã Bolsonaro.

Como não sobrou nada, sobretudo porque foram pegos de surpresa, Eduardo, paspalhão, não poderia deixar de fazer comentários patéticos sem sequer saber o contexto da visita de Lula a Trump.

Uma coisa é certa, a reação dos milicianos do clã com essa viagem de Lula foi a de quem tomou uma bola nas costas e tenta achar Lula sem saber em que parte do campo o presidente da República está  jogando.

Ou seja, Eduardo dá uma de Zema, que só abre a boca para dizer besteiras e cair ainda mais nas pesquisas.

O fato é que o clã está perdido em campo alheio.


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Política

Por que Andreazza diz que Malu Gaspar faz um jornalismo delirante

O jornalismo de direita virou um ringue onde a opinião e apenas opinião se transforma em um escândalo fantástico.

O furdunço entre Carlos Andreazza, do Estadão, e Malu Gaspar de O Globo, é daquelas coisas absolutamente desnorteantes, não para mim ou para quem tem um mínimo de discernimento, adivinha quem? O bolsonarista clássico, aquele que, embora enxergue em Flavio um Bolsonaro fofo, em caráter de subjugação total ao “mito”, pai da fera mimosa, engole o miliciano 01 do clã em nome do estatuto do fascismo paratatá.

É aí que reside o problema. Anfreazza sabe disso, por isso seu texto no Estadão e sua fala na Band tratorando Malu Gaspar sobre o trisal político entre Flavio, Alexandre de Moraes e Davi alcolumbre, tudo junto e misturado.

Foi isso, apenas isso, muito isso que deixou possesso o neto do Mário Andreazza, da ditadura. Sua ação foi imediata, conbrando uma postura ética da ilusionista do Globo, Malu Gaspar, aquela que inventa notícia para ela própria virar notícia.

Malu, como já escrevmos aqui, nao exagera, cria fatos, inventa e há um longo catálogo deles no jornal O Globo e na GloboNewa.

Isso ninguém ignora, tanto que ela, muito criticada pela esquerda, virou queridinha do bolsonarismo.

O problema é que a perversidade se voltou contra o perverso, e andreazza fez questão não só de jogar uma pá de cal na jornalista de convicção histriônica, como deu com a pá na cabela da moça de forma contundente e irritadiça.

Mas afinal, por que esse caso se tornou tão curioso? Os dois sempre foram, par e passo, fãs e exaltadores do lavajatismo de Moro e, na mesma pegada, são indubitavelmente bolsonaristas.

É que, assim que Malu proclamou essa fantasiosa união entre Moraes, Flavio e alcolumbre, boa parte do eleitorado casca grossa do bolsonarismo, mrdeu a isca e ficou mordido de raiva com Flavio por substituir a lealdade que deveria ter com o pai contra seu algoz no STF unindo-se a ele para impedir a aprovação de Messias no STF e desgastar Lula.

Uma tese, logicamente lírica, coreográfica, mas sem qualquer prova. Por isso tal exotismo de Malu Gaspar recebeu de um Andrazza enfurecido a pecha de jornalismo fantástico e delirante, de form escrita e vocalizada.

Certamente, essa gratuidade de Malu vai lhe custar caro nos bastidores dada a violência da cascata que Andreazza faz questão de sublinhar, porque, por linhas tortas, segundo sua tese  que tem fundamento, isso prejudica pesadamente a imagem de Flavio Bolsonaro diante dos eleitores mais sectários, para não dizer psicopatas.


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Política

Direita unifica discurso contra pobres, trabalhadores, aposentados e crianças

Entraram em campo os mercenários dos discursos de direita. Ou seja, essa gente está sendo paga para defender pauta única de direita que nunca foi tão descaradamente contra a população brasileira, Flavio Bolsonaro, Romeu Zema, Ronaldo Caiado e Renan Santos, quatro candidatos, um só pensamento.

Que essa gente estará unida contra Lula num eventual segundo turno, todos nós sabemos de boca própria desses candidatos, mas nunca imaginar um discurso tão odioso contra a infância, em prol do trabalho escravo, contra a escola, contra um princípio civilizatório dessa monta e, junto, o ataque aos aposentados, tratados como vagabundos que não devem ter direito a qualquer forma de reajuste. Aos trabalhadores, o ataque cirúrgico é contra o fim da escala 6 x 1, campanha encampada por Lula. Contra os pobres, contra qualquer programa social criado ou retomado pelo governo Lula, sobretudo o Bolsa Família.

O principal cabo eleitoral do evangelhistão da extrema direita unificada, entrou em campo nesta segunda (04) e tem uma carranca pra lá de manjada no Brasil, que é o charlatão Silas Malafaia, em campanha antecipada, ilegal, na sua igreja, ao lado de Flavio Bolsonaro, atacou os católicos para puxar o dízimo para sua brasa e bombardear os trabalhadores, os aposentados, os pobres e as crianças.

Um sujeito que, em 2013, já ostentava uma fortunade R$ 130 milhões, segundo a revista Forbes, com seu charlatanismo compulsivo, Malafaia acaba se apresentando como cabo eleitoral do inferno, pastor das trevas, gerente do umbral na sua luta do mal contra o bem. Mas lógico, nada do que fala é sem ensaio para a direita construir sua obra indispensável contra a população brasileira.

Pior é constatar que tem gente que, mesmo sabendo que será massacrada pela escória da direita, não só vota, como faz discurso contra si, numa panaceia de hospício.

É louco isso, mas essa gente trabalha para os bilionários e a exploração humana da infância à velhice, tem que ser máxima e sem qualquer limite ético ou moral, muito menos humanitário.

Na verdade, é a pauta global da extrema direita. O fato é que subestimamos o nível de crueldade, de covardia que esse discurso revela como ferramenta de segregação que está embutida na candidatura dessa direita vigarista.

A régua é uma só, a regra também, todas esritas em caixa alta, absolutamente transparente, sem açúcar e sem afeto. O cartaz é uma tesoura que culpa os pobres, os trabalhadores, os aposentados e as crianças de impedirem que os ricos fiquem mais ricos.

Sim, em última análise, é isso. É o cordel da tesoura que cortará no bolso do povo para encher as burras da goma fina desse país.

E a coisa está tão descarada que isso está sendo dito em um megafone, cuspindo ódio contra a população e o governo Lula, que traz cotidianamente melhorias de vida para o povo.

O cerne do discurso é, o povo brasileiro custa caro. O projeto é, cortar o máximo de benefícios e avanços sociais na grita, na marra, mesmo que para isso tenha que usar bomba, porrada e bala.

É o fascismo na íntegra, na fonte, é o discurso da faca e do facão, que coloca crianças de volta à lavoura de cana de açúcar para ampliar osl ucros do latifúndio e, lógico, reprovar todo e qualquer direito à infância, pois, os donos da terra acham que, proibir o uso de crianças para trabalho escravo, qualqauer trabalho, é um desperdício, assim como qualquer serviço público que beneficie diretamente a grande massa do povo.

Essa é a regra fiscal única e absoluta da direita, com o corte no talo de qualquer benefício, subsídio ou transferência. O discurso é o do cobertor curto, na prática, é o cidadão sem cobertor. e cada vez mais tributado no consumo.

Isso não é um discurso político, é um veredito, é uma bandeira fria, curta e grossa, unificada contra o governo Lula e os brasileiros.


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Os mercenários do ódio

Sem qualquer proposta para o país, sem poder vir com aquela baba de quiabo contra a corrupção, já que o principal candidato da direita é a própria encarnação da corrupção, de pai e mãe, a direita investe pesado nos mercenários do ódio.

Gente plantada a peso de ouro nas redes sociais para, de forma leviana e violenta, atacar a esquerda, mas sobretudo, Lula.

Isso é óbvio e ninguém pode se dizer surpreso, é o modus operandi da direita no Brasil desde sempre, mas é, principalmente, no governo Bolsonaro que esse tipo de milícia digital, com robôs e podcasts bolsonaristas se multiplicaram como os algoritmos que espalham essa prática criminosa na web.

Não se sabe o que assusta mais, se é a política de pega pra capar ou se a total ausência de projeto para o país que o faça crescer. É a forma de marketing que a direita tem, atacar as pessoas em sua honra, mas também os familiares, mostrando como o jogo é baixo.

Pior, isso encontra eco dentro da mídia industrial, já que o maior partido de direita no Brasil desde a redemocratização, é a Globo.

O objetivo é estar em alta nas pesquisas que medem o compartilhamento e visibilidade de determinado assunto com foco no assassinato de reputações da esquerda como um empreendimento que rende milhões ao mercenário do ódio.

Essas pessoas que recebem pagamento para realizar campanhas e até ameaças, não são militantes, são criminosas e recebem para fomentar esse tipo de ativismo político.

As redes sociais são as maiores vítimas desse tipo de atuação bandalha que visa manipular o debate público e atacar com violência pessoas nas redes na tentativa de capturar eleitores pelo mal, o que é inaceitável numa democracia.


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Malu Gaspar, a Medusa do jornalismo de futricas e convicções

Se há uma coisa que Malu Gaspar faz questão de não esconder, é que na sua coluna de fofocas brejeiras com fontes de corredor, é que ela assume posição clara antiLula, pró-Bolsonaro, pró-Moro em pleno 2026.

Parece que a moça sabe de cor as lições da Teoria do Medalhão, de Machado de Assis, para ficar bem com a patrãozada, com o topo da pirâmide.

A técnia da jornalista tem um timing tardio, sai depois do voto e do fato importante, nomeação ou CPI. Ou seja, a moça muda a narrativa conforme o resultado da peleja. Nunca suas “fontes” lhe fornecem resultados antecipados, mudanças de paradigmas, a sua matéria é sempre atrasada e, logicamente, duvidosa.

Outro traço típico de Malu Gaspar em busca da autopromoção, é a tal fonte anônima, é aí aque mora a catástrofe da cascata mastigável comprimida lá na zona do aquém do além.

Mas é daí que ela tira da cartola aquelas famosas e manjadas frases: “um ministro disse” ou algo um cadico mais genérico, “um interlocutor afirmou”.

O que já se sabe publicamente de Malu Gaspar é o deixa que eu chuto. E não há qualquer base pública que confirme suas futricas ou convicções que tem como método mata-piolho.

Esse tal jornalismo de corredor, que escuta o que ninguém disse, traz dentro de si um oco e, lógico, uma tese do vazio. Qualquer um que tenha paciência de ler sua coluna até o fim, de antemão, já sabe de onde vem o lero lero, mas sobretudo o que ela defenderá.

Na verdade, o bastidor é um banco de praça no horário das futricas e fofocas. Suas convicções vêm de velas miúdas que não iluminam o próprio nariz da figuraça. A futrica é a própria laterna, só mostra a quem pescar.

Malu vive em uma mesa de apostas, é daqueles pratos que somem antes de servir. O off é o mantra sagrado trazendo um dado vertical não verificado, número, documento, áudio, apenas bastidor sem provas, ou seja, nada.

Malu Gaspar tem posição declarada, é antipetista, pró-lavajatista, e pró-bolsonarista. É desse banquete de filões saídos da cachola da moça, carregado de teses populistas e fontes perispirituais que ela alimenta seus leitores.

Nada que se possa checar, nada que sirva de informação, apenas opinião com uma única direção.

Tudo em Malu Gaspar cheira a candidatura de direita.


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Política

A guerra das toupeiras

Se em política não existe brecha para o acaso, como de fato não existe, nem a paixão de Flavio Bolsonaro pela mãe justifica ele atropelar Claudio Castro para que a mamãezinha seja candidata ao senado pelo Rio de Janeiro.

Se isso for verdade, como corre nas redes sociais, a ex-01 de Bolsonaro, Rogeria, entrará nessa apenas para esquentar banco para o próprio Flavio numa possível desistência da disputa presidencial a la Sergio Moro.

Embora louco, Bolsonaro sabe marcar território, mesmo de modo anormal, dentro de seu curral eleitoral.

Um troço desse para dar a impressão de que a teia bolsonarista tem uma força magnífica no Rio, não se sustenta ou não precisaria que Claudio Castro, que é um bolsonaro-dependente, fosse escanteado.

Dito isso, o cangaço parece comer solto na direita, digo, fora dos mimosos detalhes do furdunço de Nikolas contra os filhos de Bolsonaro.

Se até a Veja diz que há um ar sombrio num quadro de pega pra capar dentro da direita, é porque o ritmo das golpes baixos, dentro das quatro linhas dos reacionários, está mesmo em total descontrole e desacerto.

Por mais que a incoerência seja a única coisa coerente nesse mundo em que cama de gato é vista como disputa de bola, nada justifica tantos guinchos no ninho dos ratos.

A impressão que se tem é a de que muita gente desse universo de ganância e vaidade sabe de cor e salteado trilhar o caminho da traição, esperando apenas a hora de agir.

Guerra de toupeiras não é exclusividade do clã Bolsonaro, isso está na própria moldura histórica da direita no Brasil, é víbora engolindo víbora, é um detonando a reputação do outro, utilizando os mesmos expedientes.

O troço é poesia concreta às avessas, é o vale tudo que vale até a cabeça do outro como boia para se salvar na base da dentada.

Seja como for, todos querem a ressurreição do bolsonarismo sem Bolsonaro, pois a natureza dessa gente é de carniça sem qualquer dotação humana.

Não é sem motivos que Zema espetou Flavio dizendo que, como presidente, seria um gestor incompetente, ao mesmo tempo em que disse que Caiado é um excelente mais ou menos, sem falar que, numa implosão de sua candidatura, Zema quer a volta do trabalho escravo de crianças.

Vai vendo.


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Política

O baiacu murchou

Vendido pela grande mídia como o glorioso/vitorioso numa guerra santa contra Lula, por conta da PEC da Bandidagem 2.0, em que se misturou todo tipo de interesse envolvendo o presidente do Senado e o principal candidato de direita à presidência, Flavio Bolsonaro, Alcolumbre simplesamente foi varrido da mídia da noite para o dia, assim de estalão. Compreensível.

Depois de inflar o ego do gabola, a pesquisa Atlas mostrou que o figurino do camarada está totalmente elameado perante a opinião pública. Com 81% de rejeição, o nome de Alcolumbre, o “grandão”, foi ao chão, não dse sustentou em 24 horas nem para figuração.

A pesquisa soou como uma denúncia que se impõe a todo aquele alarido “vitorioso” que a mídia havia berrado para inflar o ego do baiacu.

Hoje, no \brasil, Alcolumbre só perde para o seu parceiro de lambança, Hugo Motta que está com 87% de absoluta reprovação. Aliás, od dois são seguidos de perto pelo pai de Flavio, Bolsonaro está com 79% de rejeição.

Assim fica difícil, diz o chefe da redação, não há técnica/reeita que desentorte uma coisa dessa, o melhor a fazer é ficar bem longe do leproso, que ontem a midia chamou de seu.

Parafraseando Moreira da Silva, no final da operação, a calça de Alcolumbre virou calção.


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