Categorias
Brasil Mundo

Itamaraty reage à pressão de Trump e barra enviados para questionar eleições brasileiras

Missão ligada a Trump é barrada pelo Itamaraty em meio à ofensiva de Flávio contra as urnas

A decisão do governo brasileiro de impedir a entrada de emissários ligados ao governo de Donald Trump abriu um novo capítulo na crise diplomática entre Brasília e Washington. Segundo informações divulgadas pela imprensa, integrantes do Itamaraty avaliam que a iniciativa de enviar representantes para questionar o sistema eleitoral brasileiro não foi um gesto isolado, mas parte de uma estratégia que dialoga diretamente com a campanha de Flávio Bolsonaro contra as urnas eletrônicas.

Nos bastidores da diplomacia, a avaliação é de que haveria uma convergência entre o discurso adotado por aliados de Trump e a narrativa defendida por Flávio Bolsonaro, que voltou a levantar suspeitas sobre a segurança das eleições sem apresentar provas. Para integrantes do Ministério das Relações Exteriores, permitir a atuação desses emissários significaria abrir espaço para uma tentativa de interferência em um assunto de competência exclusiva das instituições brasileiras.

A leitura feita por diplomatas é que a movimentação internacional fortalece um discurso que busca desacreditar o processo eleitoral antes mesmo da votação ocorrer. Essa estratégia já foi utilizada em outros países e costuma servir como base para contestar resultados desfavoráveis, alimentando a polarização política e colocando em dúvida a legitimidade das eleições.

O episódio também amplia o isolamento político de Flávio Bolsonaro. Enquanto setores da diplomacia trabalham para preservar a soberania brasileira e evitar pressões externas sobre o processo eleitoral, o senador vê sua retórica passar a ser associada a interesses estrangeiros que questionam a credibilidade das instituições nacionais.

Ao barrar a missão, o Itamaraty envia um recado claro de que a organização e a fiscalização das eleições brasileiras cabem exclusivamente às autoridades do país, sem espaço para intervenções externas. O caso reforça a tensão entre política interna e relações internacionais em um momento de crescente disputa eleitoral e promete alimentar novos embates nos próximos meses.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAnthropophagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs

Categorias
Brasil Mundo

Governo Trump enviará emissários para atacar confiança nas urnas brasileiras, diz jornal

Governo Trump articula missão ao Brasil para contestar sistema eleitoral

Às vésperas da eleição presidencial brasileira, o governo de Donald Trump planeja enviar uma delegação de altos funcionários a Brasília com o objetivo de levantar questionamentos sobre a integridade do sistema eleitoral brasileiro, segundo reportagem publicada pelo The Washington Post. A informação foi confirmada ao jornal por autoridades brasileiras e americanas familiarizadas com a missão.

De acordo com a reportagem, a delegação deverá ser composta por Riley M. Barnes, secretário-adjunto, e Samuel Samson, subsecretário-adjunto do Departamento de Estado. Embora Washington tenha confirmado que os dois viajarão ao Brasil na próxima semana, o governo americano não detalhou oficialmente qual será a agenda da visita nem seus objetivos específicos.

Reportagem do Washington Post. — Foto: Reprodução

Nos bastidores, diplomatas brasileiros avaliam a iniciativa como uma tentativa de interferência política no debate sobre a confiabilidade das urnas eletrônicas. Segundo o Washington Post, integrantes do governo brasileiro discutem formas de impedir que a missão seja utilizada para produzir um relatório que possa alimentar narrativas de desconfiança sobre o processo eleitoral brasileiro.

O sistema eletrônico de votação brasileiro é administrado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e passa por auditorias, testes públicos de segurança e mecanismos de fiscalização acompanhados por partidos políticos, Ministério Público, Ordem dos Advogados do Brasil e outras instituições credenciadas.

Caso a visita se confirme com esse propósito, ela tende a ampliar a tensão diplomática entre Brasília e Washington em um momento já marcado por divergências entre os dois governos. Analistas ouvidos pelo jornal apontam que o episódio pode representar um novo capítulo da disputa política em torno das eleições brasileiras, agora com repercussões também no cenário internacional.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAnthropophagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs

Categorias
Brasil Mundo

Trump amplia “TariFlávio” em mais 12,5% e agrava desgaste da imagem do clã Bolsonaro

A decisão de Donald Trump de acrescentar mais 12,5% às tarifas impostas sobre produtos brasileiros aprofunda a crise política em torno do chamado TariFlávio e amplia o desgaste da família Bolsonaro. O episódio reforça a percepção de que a estratégia de buscar apoio no ex-presidente americano acabou produzindo o efeito oposto ao pretendido: em vez de fortalecer a candidatura de Flávio Bolsonaro, passou a associá-la a medidas que atingem diretamente a economia brasileira.

O aumento das tarifas afeta setores exportadores, gera preocupação entre empresários e alimenta críticas de que interesses políticos foram colocados acima dos interesses nacionais. Adversários exploram o episódio para sustentar que a aproximação do clã Bolsonaro com Trump não trouxe benefícios concretos ao país e, ao contrário, contribuiu para ampliar as tensões comerciais entre Brasil e Estados Unidos.

No ambiente político, o novo anúncio fortalece a narrativa de isolamento da campanha de Flávio Bolsonaro. Aliados avaliam que a insistência em vincular sua imagem à de Trump passou a representar um custo crescente, especialmente diante da repercussão negativa entre setores produtivos e do eleitorado preocupado com emprego, exportações e crescimento econômico.

A cada nova rodada de tarifas, o chamado TariFlávio ganha mais força no debate público, transformando-se em um símbolo da dificuldade da campanha em desvincular sua imagem dos impactos políticos e econômicos provocados pela escalada da disputa comercial. O resultado é um desgaste que ultrapassa a esfera diplomática e passa a influenciar diretamente a percepção sobre o clã Bolsonaro em um momento decisivo do cenário eleitoral.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAnthropophagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs

Categorias
Brasil

Brasil se aproxima da liderança mundial do agro e ameaça hegemonia dos EUA, diz Financial Times

Brasil está a um passo de se tornar o maior exportador agrícola do mundo

Antes considerado um gigante absoluto da produção agrícola mundial, os Estados Unidos estão cada vez mais próximos de perder a liderança global para o Brasil. A avaliação é do jornal britânico Financial Times, que afirma que o agronegócio brasileiro vive uma expansão histórica e pode assumir, em breve, o posto de maior exportador agrícola do planeta.

Segundo a reportagem, a diferença entre os dois países diminuiu rapidamente nos últimos anos. Em 2025, os Estados Unidos exportaram cerca de US$ 171 bilhões em produtos agrícolas, apenas US$ 2 bilhões acima do Brasil. Em 2021, essa vantagem era de US$ 56 bilhões, o que evidencia a velocidade da ascensão brasileira.

O Financial Times atribui boa parte dessa mudança às transformações provocadas pela guerra comercial iniciada durante o governo Donald Trump. As tarifas impostas contra a China levaram Pequim a diversificar seus fornecedores e ampliar significativamente as compras de soja e outros produtos brasileiros, consolidando uma relação comercial que se manteve ao longo dos anos.

O jornal destaca que o Brasil deixou de ser apenas um grande produtor de café, açúcar e suco de laranja para se tornar líder mundial também nas exportações de soja, carne bovina, carne de frango e algodão. O avanço tecnológico no campo, a expansão das áreas cultivadas e, principalmente, a possibilidade de colher duas safras por ano em boa parte do território nacional são apontados como fatores decisivos para esse desempenho.

Enquanto isso, agricultores norte-americanos enfrentam um cenário de margens cada vez menores, queda da demanda externa e maior dependência de subsídios públicos. Em diversos estados agrícolas, produtores relatam prejuízos mesmo após colheitas recordes, reflexo dos preços internacionais deprimidos e da perda de mercados estratégicos.

O periódico ressalta que, embora o Brasil ainda enfrente desafios importantes — como gargalos logísticos, infraestrutura insuficiente e pressões ambientais relacionadas à expansão agrícola —, a trajetória do país é vista como estrutural e não apenas conjuntural. Para analistas ouvidos pela publicação, o modelo brasileiro de produção em larga escala e alta produtividade tornou o país o principal concorrente dos Estados Unidos na disputa pela liderança do comércio agrícola global.

Na avaliação do Financial Times, caso as tendências atuais sejam mantidas, o Brasil poderá assumir nos próximos anos a posição de maior potência agroexportadora do mundo, simbolizando uma das maiores mudanças no equilíbrio do comércio internacional de alimentos das últimas décadas.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAnthropophagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs

Categorias
Brasil Mundo

Brasil ignora e não comparece à cúpula de Rubio contra ‘antifascistas’

Evento tem como meta criar aliança para combater ‘extrema esquerda’

O governo brasileiro decidiu não enviar ninguém para a cúpula que o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, está organizando para criar uma aliança contra movimentos antifascistas e de esquerda considerados como “violentos”. Nos EUA, a Casa Branca passou a designar o grupo Antifa como parte do combate ao terrorismo e chegou a aplicar restrições de vistos contra ativistas estrangeiros que tenham relações com esse movimento.

Agora, sob a bandeira do combate ao terrorismo e a violência política, Donald Trump quer a criação de uma coalizão internacional e não descarta também designar o movimento Antifa como uma organização terrorista internacional. Para Rubio, os EUA irão desmontar “tijolo por tijolo” o movimento de esquerda.

Rubio indicou que 60 países foram convidados ao evento realizado nesta quinta-feira. Mas a comunicação ao Brasil só chegou na semana passada. O chanceler Mauro Vieira, com uma agenda em Brasília e recebendo autoridades estrangeiras, optou por não cancelar seus compromissos.

O Brasil, porém, avaliou as regras e metodologias de trabalho da cúpula para definir se iria designar algum representante para o evento. Mas a opção foi por não estar presente.

Nesta madrugada, Rubio ainda criticou o governo Lula e o “ego” do presidente.

O Palácio do Planalto considera que não deve participar de nada que tenha como alvo apenas uma parcela do que pode ser considerado como “terrorismo”.

Oficialmente, Washington fala em combater o “ressurgimento do terrorismo político” e os países convidados incluem o Hemisfério Ocidental, a Europa e a Ásia. Governos como o da Argentina e Índia foram convidados.

Mas, na abertura do evento, Rubio escancarou o motivo do evento. “Por tempo demais, nossa doutrina de contraterrorismo apresentou um ponto cego. Um ponto cego no que diz respeito à violência extremista proveniente da esquerda política”, disse.

Num dos trechos do discurso, o chefe da diplomacia dos EUA foi revelador sobre o que pensa da esquerda:

“Trata-se de um mal distinto e singular. Ele sempre foi impulsionado, acima de tudo, por um ódio à própria civilização. É uma revolta dos piores contra os melhores; dos fracos e covardes contra os fortes e bons. É perpetrado por aqueles que não sabem construir, criar ou realizar grandes feitos — e que se vingam do mundo por sua própria insuficiência ao tentar destruir aqueles que são capazes de fazê-lo. É isso que é a esquerda radical. Ela pode adotar diversos slogans e ideologias, dependendo do lugar e da época — anticapitalista, anti-imperialista, comunista, anarquista, marxista —, mas sua natureza fundamental permanece sempre a mesma. Trata-se de um ressentimento venenoso, disfarçado sob a linguagem da igualdade, da justiça e da libertação; uma necessidade avassaladora de derrubar o que homens grandiosos construíram, de arruinar o que é belo e correto, em nome de pessoas repletas apenas de feiura e que nada mais têm a oferecer ao mundo. Por meio da violência e do terror, buscam mais uma vez impor sua feiura a todos nós. O velho dogma estava errado. Nada disso é movido por “idealismo”. Não é algo “utópico” — muito pelo contrário, na verdade. Uma das críticas que se ouve ocasionalmente sobre o comunismo é: “Parece bom na teoria, mas nunca funciona na prática”. Mas isso não é verdade. Não parece bom nem na teoria. O mundo que ele idealiza para todos nós é pequeno, plano e cinzento — nivelado de modo a eliminar qualquer exceção, esvaziado de tudo o que há de bom e nobre na alma humana. É um mundo sem coragem, criatividade ou ambição; sem heróis, glória ou grandes causas pelas quais lutar. Sem milagres. Sem mitos. Sem homens que se elevam acima dos demais para realizar feitos incríveis e extraordinários. Sem Deus. Para esses arquitetos da violência revolucionária, as realizações monumentais de nossa civilização representam uma humilhação insuportável — um lembrete daquilo que eles são incapazes de fazer ou de ser.

A cúpula faz parte ainda da estratégia anunciada por Trump para o combate ao terrorismo e que, em maio, atualizou a doutrina dos EUA.

Um dos pontos principais do foco das agências de Washington são os “grupos políticos seculares e violentos cuja ideologia é antiamericana, radicalmente transgênero ou anarquista, como o Antifa”.

Ainda no ano passado, num evento, Trump colocou a esquerda como um risco à segurança nacional. “Deve ficar claro para todos os americanos que temos uma ameaça terrorista de esquerda muito séria em nosso país: radicais associados ao grupo terrorista doméstico Antifa”, disse.

“Outros extremistas de extrema-esquerda vêm realizando uma campanha de violência contra agentes do ICE e outras autoridades encarregadas de aplicar a lei federal”, continuou o presidente.

Na semana passada, ao celebrar os 250 anos dos EUA, Trump colocou o combate ao comunismo como um dos centros de sua ação.

A base para o evento é o Memorando de Segurança Nacional, de 25 de setembro de 2025. Seu nome: o Combate ao Terrorismo Doméstico e à Violência Política Organizada.

O documento cria uma estratégia nacional para investigar e desmantelar redes e organizações que fomentam violência política, intimidação violenta, conspirações contra direitos e outras perturbações à democracia, antes que resultem em “terrorismo doméstico” e “violência política organizada”.

Mas a diretriz se concentra particularmente em movimentos “antifascistas”, que, segundo ela, ameaçam os “princípios, a democracia e os direitos americanos”. O documento cita o exemplo da Antifa, entidade designada como organização terrorista doméstica por uma Ordem Executiva Presidencial dos EUA de 22 de setembro de 2025.

Segundo a Casa Branca, os grupos que incentivam essa “conduta violenta incluem antiamericanismo, anticapitalismo e anticristianismo; apoio à derrubada do governo dos Estados Unidos; extremismo em relação à migração, raça e gênero; e hostilidade contra aqueles que defendem visões americanas tradicionais sobre família, religião e moralidade”.

Num outro trecho, a Casa Branca estabelece uma Força-Tarefa Nacional Conjunta de Combate ao Terrorismo, com escritórios locais para coordenar e supervisionar a estratégia nacional.
A Força-Tarefa tem a incumbência de investigar potenciais crimes relacionados a atos de recrutamento ou radicalização de pessoas com o propósito de “violência política, terrorismo ou conspiração contra direitos”.

Por isso, a entidade recebeu o mandato para investigar financiadores dessas entidades, organizações não governamentais “com laços estreitos com governos estrangeiros, agentes, cidadãos, fundações ou redes de influência” que poderiam estar apoiando o que a Casa Branca passou a denominar como “terrorismo doméstico”.

O Memorando ainda dá o direito ao Secretário do Tesouro de identificar e desmantelar as redes que financiam essas entidades.

Como resultado da ofensiva, a Procuradoria-Geral dos EUA instruiu autoridades policiais federais sobre as prioridades de investigação, concentrando-se no risco de terrorismo doméstico e violência política, particularmente por parte de movimentos antifascistas e da Antifa e seus financiadores.

O que chama a atenção é que os documentos oficiais da Casa Branca fornecem uma lista detalhada de crimes federais que os investigadores devem priorizar, a maioria dos quais não envolve violência contra a pessoa.

“Muitos desses crimes estão associados ao policiamento de protestos, incluindo obstrução, resistência à prisão, crimes contra o patrimônio e piquetes ou desfiles com a intenção de obstruir a administração da justiça e atividades online, bem como crimes financeiros (por exemplo, fraude fiscal, postal ou eletrônica), conspiração e cumplicidade para capturar atividades de grupos”, alertou a carta enviada para o governo Trump.

A ordem também instrui o FBI a “compilar uma lista de grupos ou entidades envolvidas em atos que possam constituir terrorismo doméstico” e a fornecê-la ao Procurador-Geral.

*Jamil Chade/ICL


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAnthropophagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs

Categorias
Brasil Mundo

Trump exigiu que Brasil barrasse China e eliminasse taxas aos EUA

Em troca, Casa Branca prometeria alguma redução nas tarifas aos produtos brasileiros

O governo de Donald Trump exigiu que o Brasil barrasse investimentos chineses no setor de terras raras e minérios, além de abrir de forma plena o mercado nacional para bens americanos, como forma de negociar uma eventual redução nas tarifas que poderiam impor sobre o Brasil.

O ICL Notícias obteve com exclusividade a proposta enviada ao governo brasileiro pela equipe de Trump, apresentada ainda no início de 2026, quando as investigações contra o Brasil estavam em andamento. Nela, a gestão Trump exige uma espécie de capitulação de diversos setores da economia nacional, em troca apenas de uma redução de tarifas que poderiam ser impostas sobre produtos brasileiros.

Os americanos exigiam que políticas digitais consultassem, primeiro, as empresas americanas. Também queriam compromissos radicais do país em setores como plataformas, carros e produtos industriais.

Para observadores, o gesto era uma espécie de chantagem. Ou o Brasil se alinhava aos EUA, ou seria punido. A proposta se choca com as ideias apresentadas nas últimas horas pela Fiesp ou por ex-embaixadores, como Roberto Azevedo, que sugeriam que o Brasil deveria negociar nos termos apresentados pelos EUA.

A proposta americana ainda contrasta com a narrativa de Marco Rubio, secretário de Estado dos EUA, que teria sido o governo Lula que não agiu de boa-fé nas negociações.

No texto, o representante de Comércio dos EUA, Jamieson Greer, afirma que recebeu a proposta do Brasil sobre comércio – na forma de um rascunho de Declaração Conjunta, no início de novembro de 2025.

Mas rejeitou as ideias e fez questão de exigir uma suspensão praticamente da soberania nacional em diversos temas de interesse dos EUA.

“Estou desapontado que não tenhamos chegado mais perto, a despeito das nossas várias interações. Eu enfatizo que nos falamos múltiplas vezes, incluindo discussões iniciais em março, e outras em outubro e novembro depois dos avanços feitos pelos nossos líderes”, disse o embaixador, em 9 de janeiro de 2026.

“Meu time também discutiu prioridades dos EUA com contrapartes deles ao longo desse período, destacando as tarifas altas do Brasil em etanol e outros produtos, barreiras não-tarifárias, medidas de comércio digital e outras práticas injustas que limitam nossa relação econômica”, explicou.

“Como eu e meu time comunicamos verbalmente nessas várias ocasiões, nossa política não irá mudar sem melhoria significativa de acesso ao mercado e de proteção para os negócios dos EUA”, alertou.

Segundo ele, a proposta do Brasil não endereça especificamente ou substancialmente a gama de preocupações dos EUA levantada ao longo do último ano e vem com condições relativas à imediata suspensão de tarifas.

“Nós avançamos unilateralmente para reduzir taifas sobre certas importações chave do Brasil com Ordem Executiva do Presidente Trump de 20 de novembro de 2025. No contexto de potencial futura negociação, eu convido o Brasil a dar os passos necessários para endereçar as preocupações dos EUA como uma demonstração de boa vontade para recomeçar uma discussão comercial abrangente”, insistiu.

Na carta de três páginas, os EUA sugerem um acordo-quadro interino que contempla a redução de tarifas em troca da eliminação de tarifas e barreiras não-tarifárias especificas que mantêm empresas americanas fora do mercado brasileiro e prejudicam o ambiente no Brasil para comércio digital.

Eis o que os EUA exigiam do Brasil

Agricultura/tarifas

Eliminar tarifas sobre etanol dos EUA

Comprometer-se a não restringir o acesso ao mercado para os EUA em razão do mero uso de certos temos para carne e queijo

Estabelecer, com o USTR, um grupo de trabalho sob o ATEC para discutir estabilidade no comércio global de produtos agrícolas

Comércio digital

Apoiar a adoção multilateral de uma moratória permanente de tarifas aduaneiras sobre transmissões eletrônicas na OMC imediatamente e sem condições

Garantir tratamento justo para empresas dos EUA com relação a medidas relacionadas a concorrência e sua aplicação no setor digital, incluindo consultas aos atores relevantes no desenvolvimento de novas medidas

Garantir que medidas relacionadas a conteúdo de mídias sociais e a aplicação de tais medidas sejam justas para os fornecedores de serviços digitais dos EUA

Industrial

Eliminar tarifas sobre bens industriais dos EUA, incluindo químicos, veículos e autopartes, produtos médicos e frutos do mar.

Aceitar a importação de veículos produzidos nos EUA que sigam as Normas Federais de Segurança de Veículos Motorizados dos EUA

Aceitar certificados eletrônicos e autorização prévia de comercialização do FDA (Food and Drug Administration dos EUA) para dispositivos médicos e produtos farmacêuticos produzidos nos
EUA sem exigências adicionais

Minerais críticos

Adotar medidas que limitem investimentos por atores não-orientados pelo mercado e entidades estrangeiras de preocupação nos setores de mineração, refino e outros setores industriais críticos.

(Atores não orientados pelo mercado é a forma pela qual o governo norte-americano se refere aos chineses, sem cita-los).

Revisar a venda da operação de níquel da Anglo-American e garantir um processo justo para empresas dos EUA investirem no Brasil no setor de minerais críticos

Tecnologia segura

Endereçar riscos de segurança com respeito a tecnologia de comunicações, serviços públicos, infraestrutura e equipamentos de inspeção de segurança

Aeroespacial

Remover todas a tarifas e barreiras não-tarifárias sobre a venda de jatos comerciais dos EUA no Brasil

Trabalho

Propor legislação para proibir a importação de bens produzidos por trabalho forçado ou compulsório.

Ações propostas para os EUA

Reduzir a tarifa aplicada a produtos do Brasil incluidos na Ordem Executiva 14323 de 30 de julho para [XX] porcento ad valorem para os seguintes produtos

*Jamil Chade/ICL

Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.

Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAnthropophagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs

Categorias
Brasil Mundo

Sakamoto: Trump ataca Brasil e o Pix para tentar eleger Flávio Bolsonaro

Como esperado, o governo Donald Trump deu uma porrada em empresas e empregos brasileiros ao confirmar o tarifaço de 25% sobre uma parcela de nossas exportações para lá. O motivo principal não é comercial, mas geopolítico. Os EUA querem dobrar o Brasil, obrigando-nos a jogar o Pix no lixo, dar salvo-conduto às Big Techs e eleger Flávio Bolsonaro — que já mostrou que abraçaria o “America First”. Brasil? Maybe Later.

Nesse sentido, pouco adiantaram as tentativas de negociação realizadas por diplomatas, técnicos, políticos e empresários brasileiros e norte-americanos. Diante de argumentos, não há fatos que resistam. A Casa Branca reclamou do desmatamento brasileiro usando dados antigos, ignorando que a taxa de perda florestal é a menor em muitos anos. Tampouco adiantou mostrar que empresas norte-americanas de cartão de crédito estão ganhando mais após o Pix ter sido implementado.

É uma encenação bastante chulé afirmar que o Brasil causa prejuízos ao comércio norte-americano, uma vez que somos deficitários na balança comercial com os Estados Unidos há mais de 15 anos. Ou seja, pagamos muito mais bilhões do que ganhamos.

A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, liderada por Paulo Skaf, que faz oposição sistemática ao governo federal, nem corou ao reclamar que o Brasil está “desalinhamento político com Washington”. Uma forma bonita de falar de defender subordinação. A crítica, pelo menos, é mais elegante do que a declaração da diretora-executiva da Fiesp que atacou o fim da escala 6×1 em audiência no Senado porque, segundo ela, a mudança vai impedir que as brasileiras tenham um salão de beleza disponível aos sábados.

É bastante reveladora a postagem no X feita pelo secretário de Estado norte-americano Marco Rubio após o tarifaço ter sido divulgado. “No último ano, Lula colocou seu próprio ego acima da realização de um acordo em prol do bem-estar do povo brasileiro, e essas tarifas são o preço a pagar por isso”, disse Marco Rubio. Ou seja, o governo brasileiro se negou a ficar de joelhos.

*Leonardo Sakamoto/Uol

Postou Marco Rubio no X:

Secretary Marco Rubio

@SecRubio

Hoje, o Presidente Trump determinou que o USTR imponha uma tarifa de 25% sobre a maioria das importações brasileiras. Não haja confusão sobre o motivo: o Presidente Lula e seu governo não negociaram com os EUA de boa-fé.

Suas políticas econômicas são ruins para os americanos e ruins para os brasileiros. No último ano, Lula colocou seu próprio ego à frente de fazer um acordo pelo bem-estar do povo brasileiro, e essas tarifas são o preço por isso.

___________________________ x __________________________

Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAnthropophagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs

Categorias
Brasil Mundo

Governo Lula repudia tarifas dos EUA, anuncia reação com base na Lei da Reciprocidade e critica atuação da família Bolsonaro

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva reagiu com firmeza às tarifas anunciadas pelos Estados Unidos contra produtos brasileiros. Em nota oficial, o Palácio do Planalto classificou a medida como injustificada e afirmou que utilizará os instrumentos previstos na Lei da Reciprocidade Econômica para responder às restrições impostas por Washington.

Segundo o governo, a decisão norte-americana prejudica a relação comercial entre os dois países e contraria os princípios de cooperação que historicamente marcaram o diálogo bilateral. A administração Lula também destacou que avaliará todas as alternativas diplomáticas e comerciais disponíveis para defender os interesses da indústria, do agronegócio e dos trabalhadores brasileiros.

Além da reação às tarifas, integrantes do governo aproveitaram para criticar a atuação da família Bolsonaro no episódio. Auxiliares presidenciais afirmam que parlamentares e aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro têm atuado junto a setores políticos dos Estados Unidos para pressionar o Brasil e desgastar a imagem internacional do país.

Para o Planalto, a tentativa de transformar divergências políticas internas em instrumentos de pressão externa representa uma afronta à soberania nacional. O governo sustenta que eventuais disputas partidárias devem ser resolvidas dentro das instituições brasileiras, sem interferência estrangeira.

A crise comercial ocorre em meio ao aumento das tensões políticas entre o governo Lula e o grupo bolsonarista. Enquanto o Planalto busca construir uma resposta institucional às medidas adotadas pelos Estados Unidos, aliados do presidente defendem que o episódio reforça a necessidade de unidade nacional na defesa dos interesses econômicos e da autonomia do Brasil.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAnthropophagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs

Categorias
Brasil Mundo

Donald Trump usa acusações comerciais e tarifas para atacar autonomia do Brasil

A estratégia do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de recorrer a tarifas e acusações comerciais contra o Brasil tem sido interpretada por analistas internacionais como uma tentativa de pressionar o país por decisões que extrapolam a esfera econômica. Em editorial publicado nesta semana, o jornal britânico The Guardian afirma que a Casa Branca transformou iniciativas ligadas à soberania brasileira em supostos problemas comerciais, utilizando o comércio exterior como instrumento de pressão política.

Entre os principais alvos da ofensiva americana estão decisões do Supremo Tribunal Federal sobre a responsabilização de plataformas digitais por conteúdos antidemocráticos e o sistema de pagamentos instantâneos Pix, desenvolvido pelo Banco Central. Para o governo Trump, essas medidas afetariam interesses de empresas e redes financeiras dos Estados Unidos, justificando a ameaça de novas tarifas sobre produtos brasileiros.

O editorial sustenta que o verdadeiro incômodo de Washington não seria um desequilíbrio comercial, mas o fortalecimento da capacidade brasileira de definir suas próprias regras para o ambiente digital e para sua infraestrutura financeira. Nesse contexto, a política tarifária deixa de ser apenas uma ferramenta econômica e passa a funcionar como mecanismo de pressão contra a autonomia institucional e tecnológica do Brasil.

A avaliação também chama atenção para o fato de que o Brasil busca reduzir sua dependência de plataformas e sistemas estrangeiros, movimento semelhante ao adotado por outros países que investem em infraestrutura digital própria. Segundo a análise, iniciativas como o Pix representam um avanço na soberania financeira nacional e desafiam modelos tradicionais dominados por grandes empresas internacionais.

Nesse cenário, a disputa comercial entre Brasil e Estados Unidos ganha contornos geopolíticos. Mais do que tarifas sobre exportações, o embate envolve a capacidade do Brasil de exercer sua soberania regulatória, tecnológica e econômica sem sofrer retaliações externas por decisões tomadas dentro de seu próprio ordenamento jurídico.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAnthropophagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs

Categorias
Brasil Mundo

Vídeo – Lula diz que Trump praticará “pirataria” se EUA cobrarem 20% no Estreito de Ormuz

O presidente Lula afirmou nesta segunda-feira (13) que Donald Trump praticará “pirataria” se os Estados Unidos cobrarem 20% sobre cargas transportadas por navios que cruzam o Estreito de Ormuz. A declaração ocorreu durante visita a laboratórios do Instituto Mauá de Tecnologia, em São Paulo, após o presidente norte-americano defender uma cobrança pela segurança da rota marítima.

Trump disse à Fox News que os EUA serão “os guardiões do estreito” e que deveriam receber “reembolso” caso liberem a passagem. Na Truth Social, ele afirmou que pretende cobrar 20% de toda a carga transportada pela região, ponto estratégico para o comércio global de petróleo e gás.

“Hoje, tem um tuíte de Trump dizendo que vai desobstruir o Estreito de Ormuz, dizendo que vai desobstruir, mas cada navio, o dono do petróleo tem que pagar 20% pra ele”, disse Lula.

Em seguida, o brasileiro criticou a cobrança: “Antigamente, isso se chamava pirataria, um estado importante como os EUA, por muito tempo combateu a pirataria, não volte agora a virar pirata, não tem que cobrar, é da responsabilidade deles, não estava fechado, não foi o Brasil que inventou a guerra, foi ele [Trump] que inventou a guerra”.

Lula também classificou como “anormal” a tentativa de lucrar com os efeitos do conflito. “É muito delicado a gente perceber que os EUA provocam uma guerra e agora começam a cobrar pelo navio que vai atravessar pela segurança dele, não é comum, não é normal, não é democrático, não é civilizatório. É uma coisa anormal, alguém aproveitar a desgraça pra ganhar dinheiro as custas da desgraça”, afirmou. DCM.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAnthropophagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs