Categorias
Brasil Mundo

Império decadente: Rubio convida Brasil para reunião nos EUA sobre suposto “terrorismo de extrema-esquerda”

Encontro convocado pelo governo Trump pretende reunir representantes de mais de 60 países, mas objetivos da iniciativa geram dúvidas entre aliados e autoridades ocidentais

O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, convidou ministros e autoridades de alto escalão de mais de 60 países, incluindo o Brasil, para uma reunião dedicada ao que o governo norte-americano chama de “ressurgimento do terrorismo transnacional de extrema-esquerda”. O encontro está previsto para ocorrer em 16 de julho, na sede do Departamento de Estado, em Washington.

As informações foram publicadas originalmente pela Sputnik Brasil, com base em reportagem do jornal norte-americano The Washington Post, documentos oficiais e relatos de autoridades ocidentais. A participação brasileira no grupo de países convidados também foi confirmada pelo portal g1 junto ao Ministério das Relações Exteriores e ao Departamento de Estado dos Estados Unidos.

A reunião foi convocada pela administração do atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que considera organizações e movimentos classificados como de extrema-esquerda uma ameaça relevante à segurança nacional e internacional. A maior parte dos países europeus, importantes nações da América Latina e governos asiáticos, como Índia, Indonésia e Cingapura, teriam recebido o convite.

Segundo o chamado “documento conceitual” preparado para orientar o encontro, a reunião ministerial discutirá o “ressurgimento do terrorismo político” e formas de ampliar a cooperação internacional nas áreas de inteligência, segurança pública e aplicação da lei.

O documento, citado pelo The Washington Post, afirma que a atenção estará concentrada principalmente em “terroristas de extrema-esquerda” que estariam “cada vez mais recorrendo à violência organizada e letal para promover seus objetivos políticos”.

Brasil está entre os países convidados
De acordo com o g1, o Brasil figura entre os países sul-americanos convidados para a reunião. A informação teria sido confirmada tanto pelo Itamaraty quanto pelo governo norte-americano.

O texto fornecido não informa se o governo brasileiro aceitou o convite nem qual autoridade poderia representar o país no encontro. O prazo solicitado pelos Estados Unidos para que os governos respondessem ao chamado terminou na sexta-feira, 10 de julho.

O convite foi enviado com poucos dias de antecedência, circunstância que provocou críticas e dúvidas entre representantes estrangeiros. Algumas autoridades afirmaram que seria improvável a presença de ministros das Relações Exteriores ou do Interior, devido à agenda diplomática já programada para o período.

Outros governos teriam questionado os motivos da convocação e a prioridade atribuída pelo governo Trump ao chamado terrorismo de esquerda, uma vez que não consideram essa ameaça central em suas próprias políticas de segurança.

Iniciativa desperta preocupação entre aliados
A proposta norte-americana gerou preocupação entre alguns aliados europeus e analistas independentes, que não compartilham necessariamente da avaliação de que exista um avanço coordenado do terrorismo transnacional de extrema-esquerda.

Representantes de países estrangeiros ouvidos pelo The Washington Post descreveram os objetivos do convite como pouco claros. Também houve questionamentos sobre a definição dos grupos que poderiam ser enquadrados como terroristas ou extremistas.

Dentro do próprio governo dos Estados Unidos, algumas autoridades demonstraram receio de que a iniciativa possa fazer parte de um esforço mais amplo para empregar instrumentos antiterrorismo contra ativistas e movimentos políticos domésticos considerados de esquerda.

Uma autoridade da administração Trump afirmou ao jornal norte-americano que alguns funcionários dos Estados Unidos decidiram não comparecer ao encontro. A identidade e os cargos desses servidores não foram informados.

A principal preocupação mencionada é que conceitos associados ao combate ao terrorismo possam ser aplicados de maneira abrangente, atingindo movimentos sociais, organizações políticas ou manifestantes que não estejam envolvidos em atividades violentas.

Governo Trump concentra discurso no Antifa
A reunião deverá abordar especialmente o movimento Antifa, expressão usada para identificar grupos e militantes antifascistas que atuam de maneira descentralizada em diferentes países.

O governo Trump tem associado o Antifa à violência política e ao extremismo de esquerda. Entretanto, autoridades e especialistas divergem sobre a possibilidade de tratar o movimento como uma organização transnacional estruturada, com comando centralizado e atuação coordenada.

A iniciativa do Departamento de Estado ocorre em meio à tentativa do governo norte-americano de construir uma agenda internacional voltada ao combate de grupos classificados pela Casa Branca como extremistas de esquerda.

A convocação de mais de 60 países demonstra que Washington pretende conferir caráter multilateral a essa política, estimulando o intercâmbio de dados de inteligência e a cooperação entre órgãos policiais.

Ao mesmo tempo, as dúvidas manifestadas por governos convidados revelam que não existe consenso internacional sobre a dimensão da ameaça descrita pela administração Trump nem sobre os critérios que serão utilizados para identificar pessoas ou organizações suspeitas.

Reunião anterior ocorreu em Haia
No final de maio, o Departamento de Estado já havia organizado uma reunião sobre o Antifa e o chamado terrorismo de esquerda em Haia, nos Países Baixos.

Segundo duas pessoas familiarizadas com o encontro ouvidas pelo The Washington Post, a reunião reuniu autoridades de segurança pública e de combate ao terrorismo, principalmente de países europeus.

Uma das fontes afirmou que o governo holandês se recusou a coorganizar o evento. Diante da negativa, a reunião foi realizada na Embaixada dos Estados Unidos em Haia.

O episódio reforçou as diferenças de avaliação entre o governo norte-americano e alguns de seus parceiros europeus. Para parte dos aliados, outras formas de extremismo e terrorismo representam ameaças mais imediatas à segurança de seus países.

Cooperação de inteligência está na pauta
Apesar das controvérsias, o documento de preparação do encontro prevê discussões sobre compartilhamento de informações de inteligência, cooperação policial e coordenação entre governos.

O governo norte-americano deverá defender a criação ou o fortalecimento de mecanismos internacionais capazes de rastrear atividades consideradas violentas, identificar redes de financiamento e acompanhar a movimentação de pessoas classificadas como extremistas.

Não está claro, no entanto, se os países convidados serão chamados a assinar algum documento conjunto ou a assumir compromissos formais ao final da reunião.

Também não há informações sobre como o governo dos Estados Unidos pretende distinguir manifestações políticas legítimas, ações de movimentos sociais e crimes enquadrados como terrorismo, segundo o 247.

A reunião convocada por Marco Rubio deverá, portanto, expor não apenas a política do governo Trump contra grupos identificados como de extrema-esquerda, mas também as divergências entre Washington e seus aliados sobre os limites das medidas antiterrorismo e os riscos de sua utilização contra adversários políticos.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos em X: https://x.comAnthropophagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs

Categorias
Brasil

Brasil deve liderar expansão do petróleo fora da Opep com “20% do crescimento global”, segundo Goldman Sachs

Relatório aponta impacto sobre exportações, arrecadação e valor das ações da estatal brasileira

Brasil passou a ocupar uma posição mais estratégica na disputa internacional por petróleo, segundo uma análise do Goldman Sachs. O banco americano avalia que o país deve se tornar um dos principais responsáveis pelo aumento da oferta global da commodity nos próximos anos, especialmente entre os produtores que não fazem parte da Opep.

A projeção considera a expansão do pré-sal e o crescimento da produção da Petrobras, que devem elevar a participação brasileira no mercado mundial. A expectativa do banco é que o país responda por cerca de um quinto do crescimento da produção de petróleo fora da Opep em 2027.

O movimento ocorre em um cenário de busca por novos fornecedores de energia, enquanto grandes produtores enfrentam limitações de expansão e países consumidores tentam reduzir riscos de abastecimento.

Segundo o Goldman Sachs, a produção brasileira deve alcançar aproximadamente 4,8 milhões de barris por dia em 2028, contra 3,8 milhões registrados em 2025. Com isso, o Brasil chegaria a cerca de 4% da produção mundial de petróleo.

A projeção também aponta efeitos sobre a entrada de dólares no país. O banco estima que as exportações líquidas brasileiras de petróleo e derivados podem crescer de US$ 28 bilhões para US$ 47 bilhões entre 2025 e 2028, ampliando a importância do setor para a balança comercial.

Outro impacto esperado é sobre a arrecadação pública. As receitas associadas ao petróleo podem alcançar R$ 277 bilhões em 2026, segundo a instituição, embora parte desse resultado seja reduzida por gastos com políticas de subsídio aos combustíveis.

A Petrobras aparece como a principal empresa beneficiada pela expansão projetada. O Goldman Sachs manteve recomendação de compra para as ações da estatal e avalia que a produção pode superar as metas previstas pela companhia nos próximos anos.

Apesar das expectativas positivas para o setor, o relatório também aponta fatores de incerteza. De acordo com a Forum, entre eles estão o cenário político brasileiro após as eleições de 2026 e a possibilidade de valorização do real, que poderia reduzir a receita em moeda local de empresas exportadoras.

A análise do banco reforça uma mudança no papel do Brasil no mercado energético: de produtor relevante regionalmente para um dos países considerados estratégicos na ampliação da oferta mundial de petróleo.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos em X: https://x.comAnthropophagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs

Categorias
Brasil Mundo

Itamaraty alerta Câmara para risco de ação militar dos EUA após pedido do clã Bolsonaro

Alerta é em função com declarações de Flávio e Eduardo Bolsonaro em defesa de maior atuação dos Estados Unidos no país

O Ministério das Relações Exteriores encaminhou à Câmara dos Deputados um parecer em que alerta para os riscos à soberania brasileira decorrentes da classificação de organizações criminosas como grupos terroristas pelos Estados Unidos. Segundo o Itamaraty, a medida, defendida publicamente por integrantes da família Bolsonaro, pode abrir espaço, entre outras consequências, para o uso da força militar americana em território nacional.

O documento foi elaborado em resposta a um requerimento de informação apresentado na Câmara e expõe a posição oficial do governo brasileiro sobre o tema. Antes de apresentar suas conclusões, o Itamaraty destaca que a avaliação não foi construída apenas pela diplomacia brasileira, mas em conjunto com órgãos de segurança pública, inteligência e justiça.

Segundo o parecer, os órgãos consultados convergiram para o entendimento de que classificar organizações criminosas como terroristas “não apenas é inadequada do ponto de vista jurídico, como tampouco acrescenta benefícios para a cooperação internacional no combate ao crime organizado transnacional”.

O documento prossegue afirmando que a medida “representa, ademais, riscos concretos à soberania nacional”.

Entre esses riscos, o ministério cita expressamente a possibilidade de emprego da força militar americana.

“A classificação pode acarretar consequências como (…) a possibilidade do uso da força militar dos Estados Unidos em território brasileiro.”

Na sequência, o Itamaraty informa que a posição foi construída de forma conjunta por diferentes áreas do governo.

“Órgãos de segurança pública, inteligência e justiça integraram o processo de coordenação interinstitucional e convergiram no entendimento de que a classificação de organizações criminosas como terroristas não apenas é inadequada do ponto de vista jurídico, como tampouco acrescenta benefícios para a cooperação internacional no combate ao crime organizado transnacional. A medida representa, ademais, riscos concretos à soberania nacional.”

O parecer também menciona outros possíveis efeitos decorrentes da legislação antiterrorismo dos Estados Unidos, ressaltando que o enquadramento de organizações criminosas nessa categoria extrapola o campo da cooperação policial e judicial tradicional.

Posição contrasta com declarações dos Bolsonaro
O alerta do Itamaraty vai na direção oposta ao discurso adotado por Flávio Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro ao longo dos últimos meses.

De acordo com Cleber Lourenço, ICL, em outubro de 2025, Flávio Bolsonaro comentou nas redes sociais uma operação conduzida pelos Estados Unidos contra embarcações suspeitas de transportar drogas no Caribe. Na publicação, afirmou sentir “inveja” da atuação americana e sugeriu que operação semelhante fosse realizada no Brasil.

“Que inveja! Ouvi dizer que há barcos como esse aqui no Rio de Janeiro, na Baía de Guanabara, inundando o Brasil com drogas. Você não gostaria de passar alguns meses aqui nos ajudando a combater essas organizações terroristas?”

A publicação foi feita meses antes de o senador iniciar uma articulação junto ao governo norte-americano para que o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) fossem classificados como organizações terroristas.

Também em 2025, Eduardo Bolsonaro ganhou repercussão ao afirmar que seria “mais fácil um porta-aviões americano chegar ao Lago Paranoá”, declaração interpretada como um aceno à possibilidade de pressão dos Estados Unidos sobre o Brasil em meio às disputas envolvendo o Supremo Tribunal Federal.

A estratégia ganhou um novo capítulo em maio de 2026, quando Flávio Bolsonaro viajou aos Estados Unidos e pediu ao presidente Donald Trump e a integrantes do governo americano que o PCC e o Comando Vermelho fossem oficialmente enquadrados como organizações terroristas.

Na ocasião, o senador afirmou ter entregue um relatório sobre a atuação internacional das facções e defendeu uma ampliação da cooperação entre Brasil e Estados Unidos no combate ao crime organizado.

Dias depois, quando o governo americano anunciou a classificação das duas organizações, Flávio comemorou publicamente a decisão e afirmou que havia levado pessoalmente esse pedido às autoridades norte-americanas.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos em X: https://x.comAnthropophagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs

Categorias
Brasil Mundo

CV e PCC terroristas: Itamaraty admite risco de ação militar dos EUA no Brasil

Em documento, Itamaraty diz que classificação de CV e PCC como terroristas pode resultar em ação militar dos EUA em território brasileiro

Em um documento assinado pelo próprio chanceler Mauro Vieira, o Itamaraty admitiu o temor de os Estados Unidos utilizarem a força militar no Brasil por causa da classificação do Comando Vermelho (CV) e do PCC como organizações terroristas.

A informação consta em uma resposta do Itamaraty a um pedido de informação feito pela Câmara. No documento, o chanceler admite que a decisão dos EUA de classificar as duas facções como terroristas pode resultar em uma ação militar em território brasileiro.

“A referida classificação unilateral poderia ser invocada como justificativa para ações extraterritoriais sobre instituições brasileiras, em particular no âmbito financeiro, migratório e penal. Há, ademais, o risco de uso da força militar dos EUA contra o território nacional“, diz Vieira.

De acordo com Igor Gadelha, Metrópoles, o chanceler ressalta que não houve comunicação formal do governo americano sobre a decisão. Segundo ele, a medida foi um “ato unilateral” dos EUA, o que desobriga o Brasil a se manifestar formalmente sobre o assunto.

“O processo estadunidense de designação de facções criminosas como organizações terroristas é ato unilateral que, portanto, não requer manifestação formal do governo brasileiro. Ainda assim, o governo brasileiro tem externado sua oposição a essa medida”, afirma.

Riscos ao Brasil
Além de uma eventual ação militar em território brasileiro, o chanceler lista outros problemas que a decisão pode acarretar. Segundo ele, a classificação pode ter “impactos relevantes tanto no plano econômico quanto no da soberania nacional”.

“A designação pode servir para que autoridades estadunidenses apliquem medidas administrativas e judiciais de caráter unilateral e extraterritorial contra pessoas, empresas ou organizações brasileiras, inclusive contra aquelas sem vínculos diretos com os EUA ou cuja ligação com os grupos designados seja indireta ou meramente involuntária. Adicionalmente, tal aplicação pode ocorrer com amplo grau de discricionariedade, dada a amplitude dos termos adotados na legislação de contraterrorismo daquele país, com sérias possibilidades de implicações para cidadãos brasileiros nos planos financeiro, migratório e penal”, explica o chanceler.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos em X: https://x.comAnthropophagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs

Categorias
Brasil Mundo

Trump transforma a Casa Branca em pirâmide bilionária: A mesma fábrica de corrupção que a família Bolsonaro monta no Brasil

Enquanto Trump posa de salvador do povo americano, uma investigação devastadora da imprensa internacional e do Congresso dos EUA revela a verdade nua e crua: o homem que jurou combater as elites transformou o cargo mais poderoso do planeta em um esquema pessoal de enriquecimento que faria inveja aos clãs mais vorazes da política brasileira.

Segundo dados financeiros divulgados e reportagens da Reuters, Associated Press, The Guardian e Wall Street Journal, Trump e seus filhos embolsaram aproximadamente US$ 2,3 bilhões com negócios de criptomoedas e outros ativos durante o mandato. No mesmo período, mais de um milhão de investidores perderam quase o mesmo valor — US$ 2,3 bilhões evaporados. Trump ganhou. Os trouxas que acreditaram na promessa perderam tudo. Pirâmide pura.

A Casa Branca virou escritório de vendas. Decisões favoráveis ao mercado crypto, redução de fiscalizações, eventos oficiais patrocinados por empresas da família, lutadores do UFC pagos em token Trump nos jardins presidenciais. O aniversário de 250 anos dos EUA foi sequestrado por uma estrutura paralela controlada por operadores da campanha, vendendo acesso, fotos com o presidente e pacotes milionários para financiadores.

Governos estrangeiros — Emirados, Arábia Saudita, Catar — injetaram centenas de milhões nos negócios da família enquanto negociavam acordos bilaterais com Washington. Conflito de interesses? Isso é eufemismo para corrupção institucionalizada.

Aqui no Brasil, a família Bolsonaro opera com o mesmo manual.

Flávio Bolsonaro e as rachadinhas, Queiroz, milícias, joias sauditas, Banco Master e as conexões com fraudes bilionárias, emendas parlamentares que explodem o orçamento, favorecimentos a aliados, uso da máquina pública para blindagem familiar e narrativa de perseguição. Trump monetiza a Presidência com crypto e eventos; aqui, o clã usa cargos, emendas, milícias e igrejas para manter o fluxo de poder e dinheiro.

Ambos vendem a mesma mercadoria envenenada: populismo de fachada. Prometem lutar contra o sistema, devolvem o poder ao “povo”, mas na prática constroem impérios onde o líder, os filhos, os aliados e os financiadores concentram riqueza, influência e impunidade. A bandeira vira produto. O Palácio vira vitrine. A nação vira marca registrada para enriquecimento privado.

Trump não “drenou o pântano”. Ele mergulhou nele e abriu franquias. Bolsonaro e filhos fizeram o mesmo no Brasil — e continuam tentando. O povo paga a conta: investidores quebrados, orçamento sangrado, democracia enfraquecida.

Acorda, povo!

Acorda, Brasil!

Não é patriotismo. É pirâmide com bandeira.

Não é liderança. É crime organizado com gravata e Bíblia na mão.

A extrema-direita mundial não combate elites. Ela é a elite parasita que se alimenta do povo que diz defender.



Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos em X: https://x.comAnthropophagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs

Categorias
Brasil Política

Vai ser submisso assim lá na casa do…: Flavio quer Brasil alinhado com Israel

Em Buenos Aires, senador usou evento de grupos conservadores pró-Israel para atacar Lula e prometer alinhamento ao regime de Benjamin Netanyahu, responsável pelo assassinato de milhares de palestinos

Osenador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) discursou neste domingo (28) na abertura da Conferência de Presidentes da América Latina, em Buenos Aires, evento promovido pela Fundação dos Aliados de Israel (IAF) e pela organização Amigos Americanos dos Acordos de Abraão (Afoia). No palco, chamou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva de “antissemita”, prometeu transferir a Embaixada do Brasil em Israel de Tel Aviv para Jerusalém e anunciou adesão do país aos Acordos de Isaac, iniciativa diplomática de Javier Milei e Benjamin Netanyahu, caso seja eleito em outubro.

Flávio Bolsonaro ataca Lula e promete entregar o Brasil Para os EUA/Israel
O discurso de Flávio Bolsonaro em Buenos Aires foi construído sobre dois eixos: o ataque direto ao presidente Lula e uma série de promessas de ruptura na política externa brasileira. Ao chamar Lula de “antissemita”, o senador mentiu que Lula nutre ódio pelo povo judeu, evocando a declaração que o presidente fez em 2024, quando comparou a ação militar genocida de Israel na Faixa de Gaza ao Holocausto nazista. A ofensiva israelense no enclave deixou mais de 70 mil palestinos mortos até então.

A promessa mais concreta do discurso foi a transferência da Embaixada do Brasil em Israel de Tel Aviv para Jerusalém, caso Flávio vença as eleições de outubro. O pré-candidato foi além: afirmou que, já no primeiro dia de governo, receberia as credenciais de um novo embaixador de Israel em Brasília. A mudança de sede de embaixada para Jerusalém é uma questão diplomaticamente sensível: a maioria dos países mantém representações em Tel Aviv justamente para não antecipar posição sobre o status da cidade, disputada entre israelenses e palestinos em qualquer cenário de negociação de paz.

“A partir de 2027, o Brasil voltará a ser mais irmão da Argentina mais do que nunca. E será também, com orgulho e sem o menor medo de dizer isso, irmão de Israel”, declarou Flávio Bolsonaro no evento.

O senador elogiou a diplomacia israelense e prometeu que o Brasil aderirá aos Acordos de Isaac, iniciativa patrocinada pelo presidente argentino Javier Milei e pelo primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu com o objetivo de estreitar relações entre Israel e países da América Latina.

Contexto das declarações e alinhamento internacional
As relações diplomáticas entre Brasil e Israel estão tensas desde 2024, quando a ofensiva israelense em Gaza provocou críticas públicas do presidente Lula. A comparação que Lula fez entre a ação militar israelense e o Holocausto gerou reação imediata de Tel Aviv e culminou na retirada dos embaixadores de ambos os países de suas respectivas representações, um gesto diplomático que sinaliza rebaixamento formal das relações. Desde então, o Brasil opera com um encarregado de negócios na embaixada em Tel Aviv, e Israel designou Rasha Athamni para a mesma função em Brasília.

Nesse cenário de ruptura, Flávio Bolsonaro escolheu Buenos Aires para se posicionar como o candidato do realinhamento. Em discurso proferido em espanhol, o senador também defendeu a classificação do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas, associando as facções ao Irã e ao Hezbollah. Para sustentar o argumento, citou que, segundo a Justiça argentina, o atentado à Embaixada de Israel em Buenos Aires em 1992 foi atribuído ao Hezbollah, financiado pelo Irã. Acrescentou ainda que investigações da Polícia Federal brasileira, com apoio da inteligência israelense e norte-americana, apontam para conexões entre redes do Hezbollah e facções criminosas brasileiras, envolvendo rotas de cocaína e contrabando de armas.

Submissão aos EUA
O discurso em Buenos Aires não é um episódio isolado. Semanas antes, no início de junho, Flávio Bolsonaro enviou carta ao secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, em papel timbrado do Senado Federal. No texto, além de pedir que Washington não impusesse novas tarifas sobre produtos brasileiros, o senador se comprometeu a colocar sua equipe de transição “à disposição” do governo norte-americano caso eleito, para acelerar um acordo comercial. Rubio respondeu agradecendo a “oferta generosa”, mas manteve integralmente a posição favorável às tarifas contra o Brasil.

O governo Lula, parlamentares de esquerda e setores da diplomacia brasileira classificaram a proposta como incompatível com a tradição de autonomia da política externa brasileira. Para o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ), a carta “escancara o tamanho da submissão” de Flávio aos EUA.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos em X: https://x.comAnthropophagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs

Categorias
Brasil Mundo

Itamaraty: Chanceler brasileiro soa alerta contra ingerência dos EUA

Em discurso na Assembleia da OEA, Mauro Vieira alertou para risco em eleições, denunciou ingerência e sugeriu que classificar crime como terrorismo abre a risco de intervenção

O chanceler Mauro Vieira usou seu discurso na Assembleia Geral da OEA, no Panamá, para mandar recados contundentes ao governo norte-americano e reafirmar a posição do Brasil sobre temas como a defesa da soberania.

Numa região que vem sofrendo uma ofensiva por parte do governo de Donald Trump e uma pressão sobre eleições, a postura do chefe da diplomacia brasileira foi a de soar o alerta sobre os riscos de ingerência estrangeira, abalo nos processos eleitorais e mesmo ataques contra a soberania.

A mensagem ocorre no mesmo dia em que Trump usou as redes sociais para divulgar um artigo no qual citava o avanço dos EUA na região como ele tem o Brasil como seu próximo foco de desestabilização.

Num dos trechos do discurso realizado nesta terça-feira, Vieira apontou como o sistema interamericano foi fundamental na defesa de princípios do direito internacional como a igualdade soberana das nações, a autodeterminação nacional e a não-intervenção em assuntos de outros países.

O recado estava claro: a ingerência será rejeitada. “O Brasil está convicto de que esses princípios sempre indicarão o bom caminho da convivência pacífica no âmbito interamericano”, avisou.

Para ele, a igualdade soberana, a autodeterminação e a não-intervenção serão “sempre melhores do que o caminho marcado pelas tentações do unilateralismo, da uniformidade e das esferas de influência”.

Na avaliação do brasileiro, “medidas coercitivas e grupos excludentes não resolverão os problemas que afligem muitos de nossos países”.

Crime não pode ser pretexto para atacar outro país
Um dos alertas de Vieira se referiu ao uso do suposto combate contra o crime organizado para justificar incursões em outros países.

O chanceler admitiu que “o crime organizado não respeita fronteiras e tem se revelado um dos problemas mais graves a afetar as diferentes regiões que conformam o âmbito interamericano”. Ele também insistiu que o governo brasileiro confere a “mais alta prioridade” ao combate ao crime organizado.

Mas mandou seu recado, diante da pressão de Trump para converter grupos criminosos em entidades terroristas.

Para ele, esses grupos são “estruturas criminosas movidos pelo lucro, que buscam controlar territórios e mercados ilícitos”.

“Nesse sentido, devemos resistir à tentação de reclassifica-lo sob rótulos que confundem fenômenos de naturezas distintas”, alertou.

“Categorias importadas de outros contextos não contribuem para desmantelar as redes criminosas. Ao contrário: limitam o fundamental intercâmbio de inteligência e podem converter-se em pretexto para respostas que ignoram fronteiras, jurisdições e a igualdade soberana das nações”, disse.

Eleição sob risco
Outro alerta do chanceler brasileiro foi direcionado ao impacto da desinformação nas eleições pela América Latina. “A estabilidade de nossa região depende, da mesma maneira, de democracias fortes, construídas a partir de eleições transparentes, justas e participativas”, disse.

Ele lembrou que, em 2026, vários países da região passaram ou passarão por pleitos importantes, inclusive o Brasil.

“É essencial reforçar nossa capacidade de garantir a integridade da informação e evitar o uso de meios digitais para disseminar notícias falsas, minar a confiança na democracia e interferir indevidamente em processos eleitorais”, defendeu.

“Nesse momento em que a difusão deliberada de informações falsas e o avanço da desinformação ameaça a integridade do voto em nossos países, cumpre-nos intensificar a troca de experiências para lidar com esse desafio”, reivindicou.

Sem dono único
Num contexto de um debate sobre a influência cada vez maior de grupos de extrema direita nos trabalhos da OEA e da pressão dos EUA, o Brasil também saiu em defesa de uma instituição que seja capaz de manter sua autonomia.

“Continuamos resolvidos a seguir a órbita independente ditada pelos nossos interesses nacionais. Continuamos, ao mesmo tempo, a atuar pela conservação do patrimônio coletivo da OEA na concertação política e na construção de consensos interamericanos”, disse.

“Mas essa Organização não tem, nem terá, dono único; ela pertence a todos”, alertou.

“Daí, justamente, advém a credibilidade que ela não deve descartar em troca de tentações ou ambições passageiras”, completou Vieira.

*Jamil Chade/ICL


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos em X: https://x.comAnthropophagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs

Categorias
Brasil Mundo

Falastrão: Trump diz que eleições no Brasil é seu próximo desafio, ‘a potência política da região’

Texto compartilhado por Trump fala em virada à direita no Brasil e mudança no mapa da América Latina

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a citar o Brasil em sua rede social ao compartilhar um artigo que coloca a eleição presidencial de 2026 no país como um dos próximos temas de interesse do republicano. O episódio ocorreu dias após Trump afirmar que o Brasil se tornou “um pouco difícil” e “politicamente perigoso”.

A publicação foi feita na plataforma Truth Social e reproduz um texto do site norte-americano Newsmax, que afirma que as atenções políticas agora se voltam para o Brasil, descrito como “a potência política da região”. Segundo o artigo, a próxima disputa presidencial brasileira pode se tornar a mais relevante do hemisfério ocidental.

O texto também lista o Brasil entre os quatro principais “desafios” que ainda estariam no radar de Trump, ao lado de Cuba, Nicarágua e Venezuela. Na análise, a eleição de 2026 já estaria gerando debates sobre a integridade do sistema eleitoral brasileiro e sobre a condução do pleito em termos de liberdade e justiça.

Em outro trecho, o artigo afirma que “Trump está realmente tornando as Américas grandes novamente” e sugere que, caso o Brasil “se junte à crescente lista de países que se movem para a direita”, o mapa político da América Latina seria “drasticamente diferente do que era há apenas uma década”.

Confusão em discurso no G7
As declarações se somam a falas recentes em que Trump classificou o Brasil como um país “um pouco perigoso”, feitas após questionamentos sobre encontros com Lula durante a cúpula do G7, na França. Na ocasião, o republicano mencionou de forma incorreta a suposta prisão de “Bolsonaro Júnior”. O presidente americano confundiu Eduardo Bolsonaro com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), apontado como pré-candidato ao Planalto, além de fazer referência equivocada a uma suposta prisão do deputado, que não ocorreu.

As declarações provocaram reação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que afirmou que Trump “não conhece o Brasil” e criticou o que classificou como possível interferência em assuntos internos do país. “Eu só espero que ele não fira o código de ética entre as nações que querem ser respeitadas na sua soberania”, disse Lula.

O presidente brasileiro também saiu em defesa do sistema eleitoral do país e afirmou que os Estados Unidos poderiam “aprender com o Brasil” em termos de organização e tranquilidade nas eleições. “Os Estados Unidos poderiam aprender com o Brasil de eleições mais tranquilas, mais leves e menos conturbadas”, afirmou.

Lula ainda reforçou que o processo eleitoral brasileiro é um tema interno. “Agora, não se meta nas eleições do Brasil, porque as eleições do Brasil são um problema do Brasil”, disse.

*ICL


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos em X: https://x.comAnthropophagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs

Categorias
Brasil

New York Times elege o hino do Brasil o mais bonito entre os países da Copa

Publicação exalta a introdução orquestral de 28 segundos da canção

O jornal The New York Times elegeu o Hino Nacional Brasileiro o mais bonito entre os 48 países participantes da Copa do Mundo de 2026. A matéria, publicada nesta sexta-feira (19) e assinada pelo jornalista Tim Spiers, traz tons de crítica musical com pitadas de humor.

A publicação exalta, principalmente, a “gloriosa introdução orquestral de 28 segundos” do nosso hino nacional.

“Dura quase dois minutos e, ainda assim, não é suficiente. Tem um monte de palavras cantadas muito rápido em sua maior parte, sobre não temer a batalha, sobre um colosso destemido e uma terra amada, mas o ponto alto é, sem dúvida, a gloriosa introdução orquestral de 28 segundos. Um dos melhores hinos do mundo”, escreveu o jornal.

Em meio a elogios, o texto ainda lembra a execução do Hino Nacional na Copa de 2014, quando torcida e jogadores cantaram a plenos pulmões cada verso. Porém, após a derrota por 7 a 1 para a Alemanha, o momento perdeu o brilho e ganhou tons de desespero na imprensa esportiva brasileira.

“Para a partida contra Marrocos, não houve o choro e o melodrama que vimos antes da semifinal, em casa, em 2014, mas provavelmente foi melhor assim”, brincou.

Curiosamente, o último colocado no ranking do NY Times é justamente o hino da Inglaterra, Deus Salve o Rei. A Inglaterra é o país onde a editoria de esportes do jornal – The Athletic – está baseada. “É terrível. A música se arrasta imperdoavelmente e a letra, ao contrário de qualquer outro hino desta lista, é sobre um homem velho”.

Os cinco mais belos hinos dos países participantes da Copa, segundo o jornal, são, na ordem: Brasil, França, Colômbia, Portugal e Escócia.

Hino do Brasil
O Hino Nacional Brasileiro foi composto por Francisco Manoel da Silva em abril de 1831, inicialmente sem letra.

“Uma vez proclamada a República, convocou-se concurso para substituir esse Hino por outro, próprio para a nova organização política. No entanto, o apego popular à melodia do velho hino não deixou alternativa à sua manutenção”, relata o Ministério das Relações Exteriores, em sua página oficial.

Os versos, compostos por Osório Duque Estrada, foram incluídos de forma oficial em 6 de setembro de 1922.

Ranking do NY Times:

  • Brasil
  • França
  • Portugal
  • Colômbia
  • Escócia
  • Equador
  • Argentina
  • Egito
  • Uruguai
  • Bósnia e Herzegovina
  • Estados Unidos
  • RD Congo
  • Curaçao
  • Coreia do Sul
  • Costa do Marfim
  • ]Panamá
  • Canadá
  • México
  • Haiti
  • Irã
  • África do Sul
  • Japão
  • Marrocos
  • Iraque
  • Turquia
  • Austrália
  • Tchéquia
  • Tunísia
  • Senegal
  • Suécia
  • Argélia
  • Paraguai
  • Suíça
  • Cabo Verde
  • Noruega
  • Uzbequistão
  • Arábia Saudita
  • Bélgica
  • Gana
  • Croácia
  • Holanda
  • Catar
  • Áustria
  • Nova Zelândia
  • Alemanha
  • Espanha
  • Jordânia
  • Inglaterra

*ICL


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos em X: https://x.comAnthropophagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs

Categorias
Brasil Mundo

Rumble e Trump Media pedem à Justiça dos EUA julgamento à revelia de Moraes

Empresas sustentam que Moraes ‘não compareceu, respondeu, solicitou prazo adicional ou apresentou qualquer defesa’

A Rumble e a Trump Media, empresa ligada ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediram nesta quinta-feira (18) que a Justiça da Flórida reconheça formalmente que o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), não apresentou defesa dentro do prazo previsto em uma ação movida pelas companhias contra ele.

A medida representa um passo preliminar para um eventual julgamento à revelia. As empresas afirmam que Moraes foi citado por email em maio, por meio de um procedimento alternativo autorizado pela própria corte, e que o prazo para resposta terminou em 15 de junho sem manifestação do ministro.

Segundo os advogados da Rumble e da Trump Media, os documentos da ação foram enviados por meio de dois emails. Embora uma das mensagens tenha retornado com aviso de que a caixa não estava habilitada para receber emails, os autores afirmam ter recebido confirmação de entrega da mensagem enviada ao endereço vinculado ao gabinete do ministro.

Na petição, as empresas sustentam que Moraes “não compareceu, respondeu, solicitou prazo adicional ou apresentou qualquer defesa” após a citação. Com base nisso, pedem que a secretaria da corte registre formalmente o descumprimento do prazo processual pelo réu.

O pedido foi apresentado três dias após a AGU (Advocacia-Geral da União) ingressar no processo. A Rumble argumenta que a iniciativa do governo brasileiro não impede o reconhecimento de que Moraes deixou transcorrer o prazo sem apresentar defesa.

Ao anunciar a medida, a AGU afirmou que a ação representa uma tentativa de submeter atos praticados por um integrante da Suprema Corte brasileira à jurisdição de um tribunal estrangeiro, o que configuraria afronta à soberania nacional e à independência do Judiciário.

Na manifestação protocolada nesta quinta, porém, os advogados da Rumble afirmam que a atuação do governo brasileiro não substitui uma resposta de Moraes. Segundo eles, a República Federativa do Brasil não representa o ministro individualmente no processo e não possui autoridade para responder em seu nome.

Os autores destacam ainda que, embora o governo brasileiro tenha pedido para intervir na ação e solicitado seu arquivamento, Moraes não apresentou defesa própria nem pediu prorrogação do prazo para se manifestar.

A medida solicitada pelas empresas não encerra o processo nem representa uma vitória automática dos autores. Caso o pedido seja aceito, a ação seguirá para uma nova fase processual, na qual a Rumble e a Trump Media poderão buscar uma decisão favorável com base na ausência de defesa apresentada pelo réu.

A disputa judicial teve início após a Rumble e a Trump Media contestarem decisões de Moraes relacionadas à moderação de conteúdo e ao bloqueio de contas em plataformas digitais.

Em 22 de maio, a Justiça dos EUA autorizou a citação do magistrado por email. Segundo a decisão, foram frustradas as tentativas de notificação formal por meio de cooperação internacional entre os dois países. Com a citação efetivada, passa a correr prazo de 21 dias para apresentação de resposta, sob pena de decretação de revelia.

As empresas alegam que as determinações do ministro produzem efeitos nos Estados Unidos e violam garantias previstas na Constituição americana.

*ICL


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos em X: https://x.comAnthropophagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs