Tem de tudo na marafunda criminosa que envolve políticos do Centrão, sobretudo do PL, e as maiores facções criminosas do Brasil, que parece estar mesmo tudo dominado, principalmente quando se faz uma retrospectiva, e não precisa de tanta inteligência, para concluir que gatos e lebres caminham juntos, de mãos dadas e inspiram uma geração jovem a misturar crime organizado, sistema fianceiro e sistema político de direita no Brasil.
Lógico, ninguém quer responder pela infiltração do crime no sistema político brasileiro, muito menos no universo financeiro, religioso, que mergulhou de cabeça na disputa política.
Toda essa marafunda se deu justamente a partir do governo Bolsonaro e se aliou ao crime organizado, a banqueiros, como o dono do Banco Master, e politicos patrocinados pela fina flor das facções.
Claro, nesse caldeirão pode-se colocar a família inteira do sacripanta que ocupou a cdeira da Presidência da República e 2019 a 2022, ele e sua família de delinquentes.
Não há um só caso envolvendo o crime organizado dentro da arena política que não tenha qualquer ligação com o clã do Vivendas da Barra. Pode puxar um a um da fieira de contatos e relações políticas, sobretudo nas sombras do poder, para dar de cara com alguém da família Bolsonaro
Tudo isso será revelado e, pelo andar da carruagem, a Polícia Federal, que conta com o apoio do Ministério Público e da Rececita Federal, estã chegando rapidamente aos criminosos do poder constituído, que se associaram ao crime organizado, dentro e fora das instituições públicas, descobrindo não só crimes, mas também planos para alçar, de forma mais lucrativa, degraus de uma hierarquia, que soma poderes para sequestrar o país.
Podem aguardar, há muito o que ser revelado e que assombrará, e muito, os brasileiros, pelo nível de promiscuidade, desleixo com a coisa pública e um número sem fim de crimes praticados pela central do sindicato do crime.
Queridos leitores, Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 45013993768. Agradecemos de coração o seu apoio.
Em meio ao avanço da violência de gênero, movimentos feministas convocam atos nacionais neste domingo (7) para exigir proteção, justiça e ação imediata do poder público; confira agenda
O Brasil ultrapassou, ainda em 2025, a marca de mil feminicídios — quatro mulheres assassinadas por dia — e a resposta veio das ruas. Diante de uma violência que não é acidental, mas estrutural, alimentada pelo machismo, pela impunidade e pelo desmonte de políticas públicas, movimentos feministas como a União Brasileira de Mulheres (UBM), o Levante Mulheres Vivas, entre outros, convocam atos em todo o país no próximo domingo (7). De acordo com o Vermelho, a mobilização pretende transformar indignação em ação coletiva e pressionar o Estado a cumprir seu papel de proteger a vida das mulheres.
A convocação ganha força após crimes que expuseram, mais uma vez, a brutalidade do patriarcado que rege as relações sociais no país. O assassinato de Catarina Karsten, em Florianópolis (SC), o ataque no Cefet Maracanã, no Rio de Janeiro, que tirou a vida de Allane Pedrotti e Layse Costa Pinheiro, e a violência extrema contra Tainara Souza Santos, arrastada por um quilômetro na Marginal Tietê (SP), tornaram impossível ignorar a urgência de uma resposta nacional.
“O feminicídio é uma emergência nacional, e só a luta coletiva pode virar esse cenário. No próximo ato da Mobilização Nacional contra o Feminicídio, milhares de vozes vão ocupar as ruas em todo o país para exigir políticas públicas eficazes, justiça, proteção e respeito às nossas vidas.”, afirmou a UBM nas redes sociais.
Parlamentares também reforçam que não se trata apenas de reagir a casos isolados, mas de enfrentar um sistema que legitima a violência. Para deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), a hora é de mobilização massiva. “O Brasil inteiro se levanta para denunciar o feminicídio e todas as formas de violência que tiram das mulheres o direito de viver com liberdade, respeito e segurança. […] Basta de feminicídio. Queremos as mulheres vivas!”, afirmou.
Alice Portugal (PCdoB-BA) destacou que o avanço da violência revela falhas do Estado: “Todos os dias mulheres são mortas no Brasil. Essa escalada […] evidencia a insuficiência das medidas de prevenção. As mulheres têm o direito de viver!”
Para Sâmia Bonfim (Psol-SP), a mobilização de rua é fundamental para romper com o ciclo de violência: “Nós vamos tomar as ruas para dizer um basta à violência contra as mulheres. […] Nós não suportamos mais.” Em Brasília, o chamado foi reforçado pela deputada Érika Kokay (PT-DF). “Traga sua voz, sua força, sua revolta. Por nós, pelas que vieram antes e pelas que precisam viver”, afirmou.
Lula anuncia ‘movimento dos homens’
O presidente Lula (PT) reforçou que o enfrentamento à violência exige compromisso político e mudança cultural, inclusive entre os homens. “O vagabundo que bate em mulher não precisa votar no Lula para presidente”, afirmou, criticando explicitamente a complacência social com agressores.
Durante cerimônia em Fortaleza, ‘anunciou que pretende liderar uma mobilização masculina pelo fim da violência de gênero. “Eu, Luiz Inácio Lula da Silva, 80 anos de idade, vou liderar o movimento dos homens que prestam nesse País, para defender as mulheres brasileiras. Não só as nossas, mas as mães deles, as filhas, as noras, todas”. Para ele, é preciso reconhecer a responsabilidade masculina: “A luta contra o feminicídio tem que ser nossa. Nós somos a parte violenta da sociedade”.
Violência estrutural e omissão social
Os dados mostram que a violência é sistêmica. A Pesquisa Nacional de Violência Contra a Mulher (DataSenado, 2025) indica que 3,7 milhões de brasileiras sofreram violência doméstica neste ano. Em 40% desses casos, havia testemunhas adultas presentes que não prestaram qualquer ajuda — um retrato da naturalização da violência e da cumplicidade social que mantém o ciclo de agressões.
Os atos também terão intervenções artísticas, leitura de manifestos e homenagens às vítimas, reforçando que lutar por políticas públicas é também honrar cada vida interrompida pela violência de gênero. Entre as principais reivindicações nacionais estão delegacias da mulher 24h, casas-abrigo, medidas protetivas ágeis, proteção às crianças, autonomia emergencial para mulheres em risco, paridade no poder público e enfrentamento da violência digital.
A mobilização se espalha por todas as regiões do país — do Masp à Torre de TV, de Belém a Porto Alegre — afirmando que o Brasil não aceitará mais que mulheres sigam morrendo enquanto o Estado se omite.
Confira a agenda nacional do atos Levante Mulheres Vivas
Região Sudeste – 07/12 (domingo) São Paulo
Araraquara/SP – Praça Santa Cruz – 9h
Bauru/SP – Delegacia da PF – 9h30
Botucatu/SP – Praça da Pinacoteca – 10h
Campinas/SP – Estação Cultura – 9h
Ilhabela/SP – Praça Elvira Estoraci – 16h
Ribeirão Preto/SP – mais informações em breve
São Paulo/SP – MASP (Vão Livre) – 14h
Santos/SP – Praça das Bandeiras – 10h
São José dos Campos/SP – Largo São Benedito – 15h
São José do Rio Preto/SP – Praça Rui Barbosa – 9h
Sorocaba/SP – Parque das Águas – 10h
Ubatuba/SP – Pista de Skate – 11
Minas Gerais
Belo Horizonte/MG – Praça Raul Soares – 11h
Cambuquira/MG – Praça da Biblioteca – 10h
Cataguases/MG – Praça Santa Rita – 10h
Divinópolis/MG – Praça do Planalto – 8h30
Juiz de Fora/MG – Escadaria da Câmara – 15h
Perdões/MG – Praça da Matriz – 14h
Poços de Caldas/MG – Parque da Zona Sul – 15h
Pouso Alegre/MG – Praça Senador José Bento – 11h
Sete Lagoas/MG – Lagoa Boa Vista – 10h
Santa Rita do Sapucaí/MG – Pracinha da Câmara – 10h
São João del Rei/MG – Sinal da Leite de Castro com Frei Cândido – 14h
Tiradentes/MG – Largo do Rosário – 17h
Uberaba/MG – Concha – 14h
Uberlândia/MG – Av. Monsenhor Eduardo, esquina com Rua
Buriti Alegre – 10h
Rio de Janeiro
Rio de Janeiro – Copacabana (Posto 5) – 14h
Espírito Santo Vitória – Praia de Camburi – 15h
Região Nordeste – 07/12 (domingo)
São Luís/MA – Praça Igreja do Carmo – 9h
Parnaíba/PI – Parnaíba Shopping – 16h
Teresina/PI – Praça Pedro II – 17h
Fortaleza/CE – Estátua Iracema Guardiã – 16h
Natal/RN – Mercado da Redinha – 9h
Maceió/AL – Praça Sete Coqueiros – 15h
Recife/PE – Rua da Aurora, Ginásio Pernambucano – 14h
Vitória da Conquista/BA – Feirinha do Bairro Brasil – 9h
Arraial d’Ajuda/BA – Praça do Santiago – 9h
Aracaju/SE – Arcos da Orla – 8h30
João Pessoa/PB – Busto de Tamandaré – 15h
Salvador/BA – 14/12 (sábado)
Barra (Cristo ao Farol) – 10h
Região Centro-Oeste 06/12 (sábado)
Cuiabá/MS – Praça Santos Dumont – 14h
07/12 (domingo)
Brasília e Entorno/DF – Feira da Torre de TV – 10h
Campo Grande/MS – Av. Afonso Pena – 9h
Paranaíba/MS – Feira da Praça da República – 8h
Goiânia/GO – Praça Universitária – 15h
Região Sul 06/12 (sábado)
Porto Alegre/RS – Praça da Matriz – 17h
Joinville/SC – Praça da Bailarina – 14h
07/12 (domingo)
Florianópolis/SC – Cabeceira da Ponte Hercílio Luz – 13h
Chapecó/SC – Praça Coronel Bertaso – 14h
Garopaba/SC – Café Mormaii – 9h
Itajaí/SC – Praça da Beira Rio – 14h
Curitiba/PR – Praça João Cândido (Largo da Ordem) – 10h
13/12 (sábado)
Santa Maria/RS – Praça Saldanha Marinho – 9h
Região Norte 06/12 (sábado)
Belém/PA – Boulevard Gastronomia – 8h
07/12 (domingo)
Marabá/PA – Praça da Marabá Pioneira – 18h
Manaus/AM – Praça do Congresso – 17h
Boa Vista/RR – Tribuna em frente à ALE-RR – 16h30
Palmas/TO – Feira do Bosque – 17h
Parintins/AM – Catedral (Centro) – 16h30
10/12 (quarta-feira)
Santarém/PA – Praça Tiradentes – 17h30
Queridos leitores, Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 45013993768. Agradecemos de coração o seu apoio.
O apoio dos nossos leitores via PIX, é fundamental para manter a independência e a qualidade do jornalismo.
O Antropofagista valoriza a liberdade de expressão e o compromisso com a verdade, sem influências externas que possam comprometer a imparcialidade das notícias.
Apoie com qualquer valor PIX: 45013993768 Agradecemos aos nossos leitores
“Ele disse que comunista não tocaria no filho dele”, recordou Jandira Feghali, sobre fala de Bolsonaro, rejeitando ajuda a Flávio
Logo que o nome de Flávio Bolsonaro foi anunciado como pré-candidato à Presidência da República, voltaram a circular nas redes sociais imagens do momento em que ele desmaia durante um debate eleitoral transmitido ao vivo na TV. Foi em 2016, quando Flávio concorreu à Prefeitura do Rio.
Durante um debate na Band, depois que o mediador do debate dirigiu a ele uma pergunta integração com municípios da área metropolitana do Rio, o filho de Bolsonaro comentou. “Eu tô… com uma baixa da pressão aqui”.
Logo em seguida parou de falar e balançou o corpo. Foi socorrido pelos adversários no debate, Carlos Osório e Jandira Feghali.
“Vai cair, ele vai cair”, disse Jandira, que é médica.
Ele foi amparado por Osório e Jandira, que o seguraram pelo braço, enquanto o mediador interrompeu o programa.
Segundo contou a deputada, Jair Bolsonaro impediu que ela exercesse seu ofício de médica para cuidar de Flávio.
“Ele disse que comunista não tocaria no filho dele”, recordou.
Veja o vídeo do momento em que Flávio começa a passar mal:
*ICL
Queridos leitores, Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 45013993768. Agradecemos de coração o seu apoio.
Uma hecatombe tomou conta do mercado financeiro nesta sexta-feira (5). O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, despencou 4,31%, aos 157.369,36 pontos, com a notícia de que o senador Flávio Bolsonaro, o filho zero um do ex-presidente e agora presidiário, Jair Bolsonaro (PL), será o candidato do PL à Presidência da República nas eleições de 2026. Foi uma perda de 7.086,25 pontos em um só pregão.
A última vez que o Ibovespa registrou uma perda acima de 4% foi em 22 de fevereiro de 2021, quando o índice caiu 4,87%, após o mesmo Jair Bolsonaro ter anunciado a indicação de um novo presidente-executivo para a Petrobras, o que levou os agentes financeiros a enxergarem risco de ingerência governamental na estatal.
Publicada em primeira mão pelo portal Metrópoles, a escolha de Flávio foi comunicada a interlocutores próximos à família nesta semana. Horas depois, a informação foi confirmada pelo presidente do PL, Valdemar Costa Neto. “Confirmado. Flávio me disse que o nosso Capitão ratificou sua candidatura. Bolsonaro falou, está falado. Estamos juntos”, disse Costa Neto, ao jornal O Globo.
Por que a reação extrema do mercado financeiro? A notícia expõe aquilo que vem sendo escancarado pela imprensa: a direita está rachada. A escolha do filho zero um pulveriza ainda mais a disputa e coloca de lado o candidato queridinho da Faria Lima — o governador bolsonarista de São Paulo, o carioca Tarcísio de Freitas (Republicanos).
A percepção de uma direita enfraquecida provocou também a disparada do dólar à vista, que encerrou as negociações a R$ 5,4318, com alta de 2,29%. Na semana, a moeda norte-americana acumulou valorização de 1,82% ante o real.
Se confirmada mesmo a candidatura do senador, a decisão deve levar Tarcísio a disputar a reeleição ao governo de São Paulo e a ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro, a concorrer a uma vaga ao Senado pelo Distrito Federal.
Entre as companhias listadas no IBOV, apenas quatro ações encerraram a sessão em alta: WEG (WEGE3), Suzano (SUZB3), Klabin (KLBN11) com apoio da forte valorização do dólar ante real. Entre os pesos-pesados do indicador, os bancos perderam mais de R$ 50 bilhões em valor de mercado, com a deterioração da percepção de risco doméstico.
Mercado externo Os agentes de Wall Street repercutiram hoje o índice de preços de consumo pessoal de setembro (PCE, na sigla em inglês), indicador favorito do Federal Reserve, o banco central estadunidense. A inflação veio dentro do esperado. Agora, o investidores se preparam para a decisão do Fed sobre os juros na próxima semana. A expectativa é de corte de 0,25 ponto percentual, para a faixa de 3,50% a 3,75% ao ano.
O Dow Jones subiu 0,22%, aos 47.954,99 pontos; o S&P 500, +0,19%, aos 6.870,40 pontos; e o Nasdaq, +0,31%, aos 23.578,12 pontos. Com ICL.
Queridos leitores, Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 45013993768. Agradecemos de coração o seu apoio.
Deputada insistiu na liberação dos recursos, mesmo com primeiro plano de trabalho recusado
A deputada federal Júlia Zanatta, que tem uma das suas emendas Pix na mira do Tribunal de Contas da União por suspeita de direcionamento ao clube de tiro de um amigo, passou pelo menos a metade do ano tentando carimbar recursos do orçamento público para reformar uma praça que leva o nome do seu avô. Inicialmente recusado pelo Ministério dos Esportes, o plano de trabalho foi aceito em novembro pelo Ministério das Cidades.
A verba foi direcionada ao município de Morro da Fumaça, no extremo sul de Santa Catarina, com a finalidade específica de revitalizar e requalificar a Praça Vereador Fernando Zanatta. A praça possui 1.150 metros quadrados e fica localizada no centro da cidade, que tem cerca de 19 mil habitantes.
O investimento tem valor global maior do que o fundo municipal da saúde destinou, em 2025, para serviços de saúde em atendimento e acompanhamento ambulatorial de pacientes em reabilitação atendidos pela Apae.
Para essa finalidade, a prefeitura investe cerca de R$ 236 mil. A soma também ultrapassa o investimento previsto na cidade de Araranguá, próxima de Morro da Fumaça, para a construção de um espaço cultural na Praça Hercílio Luz, que terá um custo de R$ 258 mil.
Em agosto, a deputada solicitou os recursos junto ao Ministério dos Esportes, mas o plano foi reprovado e considerado impedido. O registro oficial apontou que era necessário complementar dados, como por exemplo o objeto e as metas, e ressaltou que só haveria aprovação se a reforma envolvesse equipamentos de esporte. Uma semana depois, foi devolvido sem a liberação dos recursos.
A proposta de uso do orçamento público federal indicada pela deputada foi reformulada e alocada no Ministério das Cidades, no programa de manutenção de espaços públicos. O método de dar mais transparência às emendas Pix, que antes compunham o chamado orçamento secreto popularizado pelo governo Jair Bolsonaro, foi consolidado a partir da ADPF 854 do Supremo Tribunal Federal, que ordenou novas regras de transparência e rastreabilidade para o dinheiro público alocado pelos parlamentares.
O plano de trabalho da reforma da praça prevê a execução do projeto em três anos, mas não há registros de contratos ou de abertura de licitação específica para a obra selecionada pela deputada. A ordem de pagamento foi emitida no último dia 3 de dezembro e aguarda uma assinatura. A proposta prevê como objeto de execução áreas de lazer e estruturas para atividades físicas em espaços públicos.
Fernando Zanatta, o avô de Júlia, tem um busto localizado no meio da praça. Em maio de 2021, antes de assumir o mandato, ela postou uma imagem do local no seu Facebook. “Meu avô foi o primeiro presidente da Câmara. E nessa praça está o casarão em que minha avó, Santa Guglielmi Zanatta morou”, registrou.
Este ano, além do recurso da parlamentar, o município recebeu uma emenda de R$ 792 mil do primo da deputada, Ricardo Guidi, para pavimentação da Avenida Tranquilo Pellegrin. A verba ainda não começou a ser executada.
*ICL
Queridos leitores, Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 45013993768. Agradecemos de coração o seu apoio.
O Brasil já sabe de cor a relação de Claudio Castro com TH Joias, assim como Rodrigo Bacellar, formando uma espécie de trisal entre crime organizado, presidência da Alerj e o governo do estado do Rio.
É o submundo do crime no controle institucional das maiores esferas de poder do estado fluminense. Mas não são só eles os emparedados com o futuro que será decidido pela justiça brasileira.
Alcolumbre, segundo a PF, foi alimentado com canetas de mounjaro por Beto Louco. De acordo com relatos, tanto Beto Louco quanto TH Joias fazem parte do crime organizado, mais precisamente do CV.
O conteúdo dos três celulares de Rodrigo Bacellar, pegos pela PF no dia 3, junto com uma mochila com mais de R$ 90 mil, como quem carrega troco de bala, será decisivo para o seu destino e de muitos outros aliados, sobretudo do PL de Bolsonaro.
O que os três celulares revelarão, só Deus sabe, pois foi através do celular de TH Joias que a polícia descobriu uma ligação dele para o presidente da Alerj, que o instruiu a sumir com todas as provas que tinha em casa, se sofresse uma devassa dos agentes da PF.
Ou seja, o caso é sério e, para piorar para Claudio Castro, a PF descobriu que o governador do Rio, às pressas, assinou um ato que obrigou o Diário Oficial do estado a publicar uma edição extraordinária.
O caso de ALcolumbre é tão ou mais complicado, pois foi confirmada pelo seu motorista a entrega de Beto Louco para o presidente do Senado.
Claro, esses assuntos explodiram, ná mídia, nas redes e nas ruas.
Daí o plano bolsonarista de dominar o Senado e fazer o impeachment de ministros do STF, que Gilmar Mendes impediu, deixando Alcolumbre foribundo.
A sala subterrânea do presidente da Alerj, do governador do Rio e da presidência do Senado devem seguir sendo investigadas pela PF para saber como funciona e quais são as palavras-chave e as pessoas mais importantes nessa escala de poder, envolvidas até o talo com o crrime organizado, enquanto os titulares das principais cadeiras posam para os holofotes da mídia como vestais da Segurança Pública brasileira.
Uma coisa é certa, o chão para Claudio Castro, alcolubre e Bacellar, está mole. Se ficarem parados, afundam, se deram um passo, afundam também.
Queridos leitores, Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 45013993768. Agradecemos de coração o seu apoio.
O ex-presidente, preso na Superintendência da Polícia Federal em Brasília, já comunicou sua decisão a Tarcísio de Freitas
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que está preso na Superintendência da Polícia Federal (PF) em Brasília, bateu o martelo e decidiu que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), seu filho mais velho, será o candidato do PL à Presidência da República. As informações são do Metrópoles.
Todo o círculo político de Jair Bolsonaro já foi informado de sua decisão. Com isso, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que tem ganhado protagonismo no cenário político, deve concorrer ao Senado pelo Distrito Federal.
Segundo Forum, Bolsonaro avalia que Flávio deve ganhar força a partir do momento em que se apresentar como pré-candidato ao Palácio do Planalto. Dessa maneira, o senador deve abraçar uma agenda nacional.
O ex-presidente também avalia que Flávio Bolsonaro terá dois importantes palanques: em São Paulo, com o governador Tarcísio de Freitas, e no Rio de Janeiro, com Cláudio Castro.
A vice de Flávio Bolsonaro deve ser ocupada por um partido de centro. O objetivo é vender a imagem de moderação e atrair apoio de setores econômicos.
Tarcísio de Freitas foi comunicado O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que vinha adotando uma postura de pré-candidato à Presidência da República, já foi informado sobre a decisão do ex-presidente de escolher Flávio Bolsonaro como o postulante da extrema direita ao Palácio do Planalto.
Quem levou a informação a Tarcísio foi o próprio Flávio Bolsonaro. Com isso, o governador de São Paulo deve buscar um novo mandato à frente do Palácio dos Bandeirantes.
Queridos leitores, Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 45013993768. Agradecemos de coração o seu apoio.
Filho do ex-presidente condenado foi a Jerusalém e usou o local sagrado para os judeus como “quadro de avisos”
Em mais um episódio que mistura performance política e constrangimento internacional, o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que está em Israel, decidiu transformar o Muro das Lamentações, em Jerusalém, um dos locais mais sagrados do judaísmo, em palco para um pedido pessoal: “Solta o Bolsonaro”.
O bilhete, deixado nas fendas do muro nesta quinta-feira (4) e exibido em vídeo, virou motivo de críticas por reduzir um espaço de oração e memória histórica a um post-it político.
O Muro das Lamentações — último vestígio do Segundo Templo e destino de peregrinação de judeus de todo o mundo — é tradicionalmente usado por fiéis para deixar orações, pedidos de saúde, paz e proteção. A escolha de Eduardo de utilizá-lo como instrumento de pressão pela libertação de Jair Bolsonaro foi vista como desrespeitosa e, para muitos, caricata, especialmente pela total desconexão entre o simbolismo do local e a agenda familiar do deputado.
Eduardo Bolsonaro, durante sua visita a Israel, visitou o Muro das Lamentações, onde deixou um bilhete com o pedido: “SOLTA O BOLSONARO”. pic.twitter.com/zadtvpD5DW
O gesto surge após quase um ano em que Eduardo Bolsonaro passou a viver nos Estados Unidos, em um lobby junto a integrantes do governo de Donald Trump que visa coagir o judiciário e governo brasileiro para livrar seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, da prisão. De acordo com a Forum, a ofensiva, no entanto, não produziu qualquer resultado concreto: Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado, já começou a cumprir pena em regime fechado e os governos do EUA e Brasil já iniciaram uma reaproximação.
Eduardo e criminoso de guerra O ainda deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) segue colecionando vexames pelo mundo. Em visita a Israel, o filho do ex-presidente condenado se reuniu com Yuval Vagdani, soldado que fugiu do Brasil, em janeiro de 2025, após a Justiça Federal determinar investigação da Polícia Federal (PF) contra ele por crimes de guerra cometidos contra palestinos em Gaza.
Segundo publicação do militar das Forças de Defesa de Israel (FDI), os dois conversaram, trocaram presentes e discutiram sobre o povo israelense.
No início do ano, documentos apresentados pela Fundação Hind Rajab (HRF) incluíram vídeos, dados de geolocalização e mensagens postadas pelo soldado nas redes sociais. Em uma delas, Vagdani teria escrito: “Que possamos continuar destruindo e esmagando este lugar imundo sem pausa, até os seus alicerces”.
Em nota, à época, o governo israelense criticou a ação judicial brasileira, acusando a HRF de explorar “de forma cínica os sistemas legais para fomentar uma narrativa anti-Israel”. A entidade atua denunciando crimes contra a humanidade, crimes de guerra e violações de direitos humanos praticados na Palestina.
Entre as acusações, o militar das FDI foi apontado como tendo participado da demolição de um quarteirão residencial em Gaza, que servia como abrigo para palestinos deslocados durante o genocídio provocado por Israel. O caso configuraria crime de guerra.
A solicitação para que Vagdani fosse investigado quando ele estava no Brasil se baseou no Estatuto de Roma, do qual o Brasil é signatário, e que criou o Tribunal Pena Internacional (TPI).
Porém, com ajuda da embaixada israelense no Brasil e do Mossad, o serviço secreto de Israel, o soldado fugiu do Brasil antes que qualquer providência fosse tomada pela PF. Ele estava na Bahia, de férias, e viajou rapidamente para a Argentina, onde foi recebido pela representação diplomática de seu país e enviado para Israel.
Queridos leitores, Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 45013993768. Agradecemos de coração o seu apoio.
Proposta apresentada por comissão de juristas está parada desde 2023 por causa de pontos polêmicos
O Senado prepara uma nova lei sobre crime de responsabilidade de ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) e outras autoridades — como o presidente da República — para rebater a decisão de Gilmar Mendes que blindou os ministros contra processos de impeachment, ao elevar o quórum para afastá-los e tornar uma prerrogativa exclusiva do procurador-geral da República (PGR) a apresentação de pedidos contra eles.
Esse projeto foi apresentado em 2023 pelo senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), após uma minuta ser formulada por equipe liderada pelo então ministro do STF e hoje ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski. A proposta foi debatida ao longo daquele ano, mas desde agosto de 2023 está parada.
De acordo com integrantes da cúpula do Senado, a estratégia do presidente Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) é colocar este projeto em votação ainda antes do recesso parlamentar. Ele conversou com o senador Weverton Rocha (PDT-MA), relator da proposta, para que o parecer seja apresentado em breve.
O projeto ficou parado por causa de pontos polêmicos, como impor um prazo para que o presidente da Câmara dos Deputados decida se aceita a denúncia por crime de responsabilidade contra o presidente da República. Atualmente, ele pode ficar com o processo na gaveta, sem arquivar ou aceitar a representação.
Além disso, o texto amplia o rol de autoridades sujeitas a serem processadas por crime de responsabilidade, incluindo juízes, desembargadores e integrantes do Ministério Público. Outro ponto polêmico é conferir a partidos políticos, sindicatos e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) a possibilidade de apresentar denúncias contra autoridades.
Senadores dizem que a expectativa é de que o texto seja debatido na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) na próxima semana. A Folha não conseguiu contato com Rocha. A ideia é que a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) apresentada pela oposição para permitir que qualquer cidadão possa solicitar o impeachment dos ministros não seja debatida, já que o plano é atualizar a lei de 1950.
Outras propostas que a oposição tenta retomar são as PECs para limitar as decisões monocráticas (individuais) no STF e para permitir que o Congresso suspenda julgamentos da corte. Porém, parte da Câmara afirma que o ideal é avançar com o projeto de lei que regulamenta este tipo de decisão dos ministros e restringe os partidos com acesso ao Supremo, aprovado esta semana pela Casa.
A reação do Congresso ocorreu após Gilmar declarar parte da Lei do Impeachment inconstitucional. Ele proibiu que cidadãos comuns peçam ao Senado o impeachment dos ministros e disse que isso é uma competência exclusiva do procurador-geral da República.
Além disso, ele aumentou o quórum para aprovar o impeachment. Pela lei, é necessário o apoio da maioria simples dos votantes. Gilmar igualou ao afastamento do presidente da República, que exige o voto favorável de dois terços do Senado — 54 dos 81 senadores.
Nesta quinta, Gilmar defendeu sua decisão em evento em Brasília. “As pessoas dizem: mas por que liminar? Estou lhes dando as razões. Com tantos pedidos de impeachment, com as pessoas anunciando que farão campanhas eleitorais para obter maioria no Senado para fazer o impeachment”, afirmou.
O ministro Flávio Dino o apoiou e disse que nunca houve tantos pedidos de impeachment. “Espero que esse julgamento sirva como estímulo ao Congresso Nacional para legislar sobre o assunto”, disse. “Basta lembrar que o campeão é apenas um ministro: Alexandre de Moraes. Então, ou se cuida de um serial killer ou se cuida de alguém que está sendo vítima de uma espécie de perseguição, de uma chantagem”.
As falas foram criticadas por congressistas. O líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias (RJ), foi um dos poucos no Congresso a defender a decisão. Para ele, o impeachment dos ministros “não pode ser convertido em instrumento de intimidação, retaliação ou coerção política contra o Poder Judiciário” e há um plano da direita para intimidar o Supremo, ao formar maioria no Senado.
Uma ala majoritária do governo avalia que o debate sobre impeachment de ministros tira a sucessão no STF do foco e permitirá ao Palácio do Planalto realinhar sua relação com o Senado. Há, inclusive, quem defenda um gesto de solidariedade de Lula a Alcolumbre para desobstruir os canais de comunicação, interrompidos após o petista indicar Jorge Messias para a vaga no Supremo, preterindo Pacheco.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, viajará com Alcolumbre para o Amapá nesta sexta (5), para anúncio de programas federais. Aliados de Lula afirmam que a conversa com o presidente do Senado pode ocorrer já na próxima semana, antes do recesso, embora a votação para o novo ministro do STF deva ficar para 2026.
No entanto, a crítica do petista às emendas parlamentares em evento com empresários e integrantes da sociedade civil nesta quinta (4) aumentou a tensão entre os dois Poderes.
“Não concordo com as emendas impositivas. Eu acho que o fato de o Congresso Nacional sequestrar 50% do Orçamento da União é um grave erro histórico. Mas você só vai acabar com isso quando mudar as pessoas que governam e que aprovam isso”, declarou o petista, durante a sexta reunião do “Conselhão”.
A fala incomodou deputados e senadores da base aliada que estavam no plenário da Câmara dos Deputados para uma sessão do Congresso. Um deputado ligou para o secretário especial de Assuntos Parlamentares da SRI (Secretaria de Relações Institucionais), André Ceciliano, e repassou o telefone para o presidente do Senado.
Segundo parlamentares, Alcolumbre questionou, em frente aos demais, “que sequestro” seria este, já que estava trabalhando para aprovar a LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) como queria o governo e ainda atuando para ajudar os Correios, com uma mudança na meta fiscal que permite que o Executivo não tenha que cortar despesas para compensar o prejuízo maior que a estatal deve registrar em 2026.
*Por Raphael Di Cunto, Caio Spechoto, Catia Seabra e Carolina Linhares/ICL
Queridos leitores, Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 45013993768. Agradecemos de coração o seu apoio.