Na realidade, Justus deixou claro que, mesmo com reticências ideológicas, as ações do governo Lula são republicanas, por ser Lula um grande líder.
Já Bolsonaro, guiado por seu temperamento bruto e golpista, recebeu de Justus a pecha de mau perdedor e de um lambão que fez uma série de bobagens durante seus quatro anos de mandato.
Não! Roberto Justus não mudou de bandeira, segue acreditando piamente no anacronismo neoliberal, mas enxerga em Lula alguém extremamente confiável no sentido literal, republicano, democrata.
Para quem acha que Bolsonaro nem besteira fez, porque, como um vagabundo que é que jamais trabalhou na vida e é um agitador barato, o que lhe custou a cassação no Exército, por ameaça de terrorismo dentro da própria instituição, as palavras de Justus podem soar lógicas, na medida em que a falta de caráter de Bolsonaro é algo indelével.
No entanto, essa realidade dita por um declarado opositor ideológico da esquerda, acaba por colocar luz de farol dentro do próprio campo liberal, sobretudo quando afirma que jamais votaria novamente em Bolsonaro.
Esse é um ponto perceptível até na Faria Lima contra Flavio, que tem como único projeto para o Brasil, livrar o pai da cadeia. Aliás, é essa receita de país que foi aprendida por Flavio com seu pai, de cor e salteado.
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Todos sabem que Merval Pereira é um mero personagem, para ser mais exato, a voz soturna dos Marinho, para ser ainda mais claro, o boneco de ventríloquo dos imperadores das Organizações Globo.
Mas como não é Merval o motivo dessa nossa fala, porque ele, nem com toda boa vontade do mundo, pode ser considerado alguém que tenha vírgula de influência na vida nacional, será usado aqui como ele se apresenta lá nas colunas, como hoje Miriam Leitão representou.
Sua parceira de apedrejamento do PT, Miriam Leitão, sapecou em sua chamada “Em prol da democracia, ministros do STF devem pesar suas ações”.
Alguém imagina que Miriam escreveria algo parecido com isso na istérica farsa do mensalão, combinada e sequenciada nas redações dos barões da mídia?
Quem diz sim, é tolo ou cínico.
A conexão entre o bolsonarismo de hoje com o mensalão, é direta, nem precisa de Bolsonaro. O enredo dessa isteria de malucos, como chamou o próprio Bolsonaro, os débeis que o apoiam cegamente, inclusive na tentativa de golpe, é uma mera construção.
Dependendo do apito de cachorro que move essas ienas, adestradas pela grande mídia, a trilha em que o gado caminha junto é, em última análise um traçado já delineado por anos de imbecilização nacional que a Globo promove ininterruptamente desde a diatadura quando, num bem bolaqdo projeto antinacional e americanófilo, os ditadores brasileiros e os mandatários dos EUA, tranformaram a Globo em um império de comunocação através da primeira rede de Televisão do Brasil.
Os Marinho sempre andaram de braços dados com os generais da ditadura, assim como com os EUA;
O livro de Merval, ao qual Gilmar Mendes fez questão de prestigiar, é o próprio lixo reciclado por Merval, produzido pelo Globo.
O troço não tem valor normativo nenhum; Aquela cena fotografada era apenas uma busca por fixação de uma fraude jurídica que, através do martelete da mídia, até hoje é vendida como verdade absoluta.
Nem vamos nos estender. Para ser curto e grosso na total afirmação de que aquilo foi uma ópera bufa, armada pela mídia e aceita pelo STF, que dos tais 260 deputados que supostamente recebiam de R$ 30 a R$ 40 mil mensais, sequer existiram, ao menois um míserto nome.
A coisa é tão grotesca que nenhum suspeito de receber a tal proprina, a mídia e o STF tentaram inventar.
Basta isso para dizer que aquilo foi das farsas mais grosseiras que o sistema de justiça brasileiro conheceu até a chegada da farsa maior que foi a Lava Jato.
Mas o que fez com que a mídia mudasse de humor com o STF nos dias atuais após a condenação e prisão do golpista, Bolsonaro? A resposta já vem na pergunta, Bolsonaro foi a xepa da direita que sobrou do finado tucanato, por mais fétido que ele seja, era do lado dos Marinho, ou seja, da oligarquia, dos grandes banqueiros e dos poderosos que atuam dentro do Estado brasileiro de forma direta ou indereta.
Ninguém poderia imaginar que a ferramenta utilizada para atacar o STF, primeiro em bombardeios contra Toffoli e Moraes e, agora, contra Gilmar, fosse utilizado um falso caipira que de tão falso candidato da direita como Romeu Zema, representa, segundo pesquisas das mais otimistas, 2% do eleitordo.
Mas por que a Globo, tão velhaca, mergulhou numa esparrela dessa?
Ora, simples, porque ela não tem qualquer outra perspectiva política para o que ela julga ser a única arma do momento que possa gerar instabilidade no governo e na candidatira de Lula.
Que ideia estrambótica os Marinho tiveram de colocar um sujeito como Zema, com 2% nas pesquisas para cumprir essa “meta”?
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Em que trancos e barrancos a madrasta Michelle e os filhos e Bolsonaro construíram uma relação de ódio fecundo.
O problema é que Michelle parece se sentir mais motivada no momento em que Bolsonaro é carta fora do baralho e seus filhos tentam se segurar nos galhos secos do que restou do bolsonarismo raiz.
Por duas vezes, através de suas redes, Michelle ofereceu como alternativa política alguém que, em certa medida, é opositor aos filhos de Jair e, quando não o faz, usa seu faz-tudo (maquiador) para servir de maçã envenenada para a campanha de Flavio.
Não bastou fixar imagens e vídeos de Esperidião Amin e Nikolas Ferreira em sua jornada contra o clã, Michelle quer deixar bem claro que o DNA da madastra é incompatível coma o dos filhos de Bolsonaro.
O fato é que Michelle opera para ser a pior madastra possível, pior do que aqueles modelos de bruxa, de madrasta da Disney. Neste caso, a madrasta vilã torce, mas sobretudo, opera o máximo possível para detonar o futuro político de seus enteados, utilizando a peçonha mais venenosa contra os filhos do cão.
Na verdade, fica claro que o papel de madrasta boazinha nunca esteve nos planos de Michelle, por isso não há presente maior do que o de olhar a bancarrota dos 01, 02, 03 e 04.
O fato é que os herdeiros de Bolsonaro não têm como frear as maldades de Michelle, até porque ela se inspira no próprio Bolsonaro e seus asseclas para avançar na jugular de seus enteados com o mais puro e letal veneno de uma cobra peçonhenta.
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Em vídeo exibido no encerramento do 1º dia do congresso partidário, presidente reforça realizações do governo como arma eleitoral, defende reformas nas instituições e mobilização nas ruas
No encerramento do primeiro dia do 8º Congresso Nacional do Partido dos Trabalhadores, realizado nesta sexta-feira, 24, em Brasília, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva transmitiu uma mensagem contundente aos cerca de 600 delegados reunidos. Impedido de comparecer pessoalmente por causa de um procedimento médico em São Paulo, Lula gravou um vídeo exibido à plenária ao final das atividades e encerrou com uma promessa: “Preparem-se, pois serei presidente outra vez porque o Brasil precisa de alguém democrático, que saiba ouvir e conversar com o coração das pessoas.”
Realização como arma eleitoral
O tom do discurso foi de confiança e ofensiva. Para Lula, a principal munição da campanha petista está nas conquistas concretas do governo atual — e na comparação direta com as gestões anteriores. “Quem está no governo deve usar as realizações como sua principal arma eleitoral”, afirmou, destacando crescimento acima de 3%, controle da inflação, aumento da massa salarial e ampliação dos investimentos em saúde e educação.
“Se nós fizemos as coisas corretas, e acreditamos que nós fizemos as coisas corretas, não perderemos a eleição para ninguém neste país. […] O partido que está no governo não corre atrás do adversário, é o adversário que corre atrás dele. É ele que tem que colocar a bola na frente” – Lula, em vídeo ao Congresso do PT
O presidente não citou adversários pelo nome, mas foi direto na estratégia: “Essa comparação com o que os outros fizeram é a nossa arma.”
Propostas para o futuro
Além de defender o legado do atual mandato, Lula apresentou as bandeiras que devem guiar o próximo período: transformação energética, exploração soberana de minerais críticos e desenvolvimento de uma nova indústria nacional de base tecnológica. Na educação, reafirmou a defesa de uma “revolução” com escolas de tempo integral e o fortalecimento dos institutos federais como motores de formação da classe trabalhadora brasileira.
O presidente alertou ainda para a importância de apresentar propostas concretas e factíveis: “Nós temos que mostrar com muita clareza uma proposta séria, que seja uma coisa factível, que a gente possa executar. Porque senão a gente fica prometendo e o cara: ‘Por que vocês não fizeram?’”
Reforma das instituições e defesa da democracia
Lula também defendeu reformas nas instituições — incluindo o Poder Judiciário, que atravessa uma crise de imagem agravada pelo escândalo financeiro do Banco Master. Sem detalhar os contornos das mudanças, foi enfático ao situar o Brasil como referência global: “Ninguém tem defendido multilateralismo como o Brasil, ninguém tem defendido a democracia como o Brasil, ninguém tem defendido as instituições como o Brasil. Tem defendido que elas precisam de reforma, precisam, até as instituições internas no Brasil precisam de reforma, mas é importante que a gente fale com muita clareza para o povo saber o que nós estamos querendo.”
E completou, reforçando o dever histórico do país: “Temos o dever de defender a democracia, a soberania nacional e o multilateralismo.”
“Nada, nada, nada supera a gente ter coragem de pegar um panfleto, andar na rua, bater com a palma no portão das pessoas e olhar no olho das pessoas. É assim que a gente faz política, não é sentado em um sofá fazendo zap. O zap é muito importante, mas a gente não vê o olho da pessoa.” – Lula, sobre mobilização política
Em um dos momentos mais vibrantes do discurso, Lula cobrou a militância a ir além do ambiente digital. Reconhecendo a importância das redes sociais, o apelo foi claro: é preciso sair do sofá, bater de porta em porta e construir política no contato direto com as pessoas.
Hora de ouvir a sociedade
Ainda pela manhã, o presidente nacional do PT, Edinho Silva, fez um discurso que soou como autocrítica construtiva. Para ele, o momento histórico exige humildade para escutar as dores da sociedade brasileira — da mesma forma que o partido soube ouvi-la no fim dos anos 1970, na luta pela redemocratização, e em 2002, na primeira vitória de Lula. “Tem momentos na história que a gente tem que ter humildade para ouvir, para sentir o que a sociedade espera de nós. Eu não tenho nenhuma dúvida que esse é o momento que estamos vivenciando. É hora de ouvirmos”, afirmou.
Edinho contextualizou o avanço da ultradireita no mundo como expressão de uma crise do capitalismo que a classe trabalhadora não criou, mas sente na pele. E defendeu que o PT tem capacidade de apresentar alternativas: “Se a sociedade diz que esse sistema não serve e não resolve os problemas, nós temos capacidade de ouvir e construir os caminhos para as reformas permitidas para que um novo sistema comece a ser construído.” O presidente do PT também defendeu abertamente a reforma do Poder Judiciário, para que a instituição se aproxime da sociedade civil.
O manifesto e o caminho para 2026
O Congresso do PT, que vai até domingo, 26, debate um manifesto que servirá de base para as propostas da campanha à reeleição de Lula. O documento em análise é mais enxuto do que a versão elaborada pelo ex-ministro José Dirceu — decisão tomada para evitar divergências internas às vésperas do período eleitoral. O manifesto foca em reformas no Judiciário e na administração pública, defesa da escala de trabalho 6×1, soberania sobre minerais críticos e terras raras, além de críticas às políticas do presidente dos EUA, Donald Trump.
O evento contou com representantes de partidos aliados, como o PSB, PDT, PV e PCdoB, com destaque para a presença do vice-presidente Geraldo Alckmin e do ministro das Relações Institucionais, José Guimarães. Delegações de mais de 80 países também marcaram presença, reforçando o caráter internacionalista do partido.
Com tom combativo e olhos postos em 2026, o PT encerrou o primeiro dia do seu congresso com a certeza de que a campanha parte das conquistas e não das promessas em branco.
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O crescimento em 4% da aprovação de Lula e a redução dos mesmos 4% na sua reprovação num estado dominado pela milícia bolsonarista, em que o clã de Jair, Flavio, Eduardo e Carluxo, é o patrão, não é pouca coisa.
Soma-se a isso a guerra das toupeiras da extrema direita que dá para se ter uma ideia de que o mapa eleitoral, no Brasil, moveu as placas tectônicas.a favor do presidente Lula.
Aqui falamos do “insuspeito” Paraná Pesquisas, uma das principais ferramentas do anima gado que a direita se lambuzou nos últimos anos.
Não é por acaso, que a extrema direita, mesmo dentro do curral onde Bolsonaro toca seu berrante com mais intensidade, está pra lá de dividida.
Não é nem na base dos tapas e beijos. É furdunço grosso entre cachorros loucos, dentro e fora da rinha.
Esses sisnais sublinham que a direita não tem discurso, ou seja, não tem marca própria. Para ser bem ojetivo, o bolsonarismo nunca teve, porque, ao contrário do que reza a lenda, que Bolsonaro estava no auge de sua popularidade em 2018, o cão, que matou mais de 700 mil brasileiros por covid e devolveu o Brasil ao mapa da fome, com 34 milhões de brasileiros na miséria, só chegou à predidência da República através de um acordo entre bandidos para que Lula fosse preso sem qualquer prova de crime, e Bolsonato vencessse a eleição no segundo turno, porque criou aquela farsa dqa facada, sem sangue e sem faca para não participar de nenhum debate com Haddad em franco crescimento.
Portanto, na direita, já se sabia que o professor da USP liquidaria a toupeira mor do clã com risco de nocauteá-lo já na primeira série de borrachadas.
Ainda assim, nao se pode desprezar essa mudança de temperatura em favor de Lula no redudto fluminense, porque o principal mapa da milícia no Brasil, onde Bolsonaro é o patrão dos patrões,, era todo borrado dessas criaturas do intermúndio da bandidagem carioca.
Então, meus caros, ninguém vence eleição de véspera, mas perde. nessa nova lógica a favor de Lula, na medida em que transcorre a disputa elitoral, esse resultado mais que acentua que, no universo carioca/fluminense, Lula cresce a olhos vistos no território dominado pelas toupeiras débeis onde se observa que Flavio Bolsonaro, a toupeira 01, decresce.
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O ataque de Nikolas a Jair Renan Bolsonaro não é algo isolado. Na verdade, é apenas uma bactéria captadora do azoto atmosférico que paira sobre a campanha de Flavio.
Isso nos faz crer que esses ratos tenham dados muito fortes para pular fora do barco para tal guinada no leme. Ou seja, Bolsonaro não mais dispõe dos braços do mercado que contingenciou sua ascensão que o levou ao poder, somado a uma fraude eleitoral armada com Sergio Moro, mas que, agora, mostra-se uma terra cansada pelo cultivo de ódio de quatro anos de poder que se encontra num estado de esgotamento fatal,
Não há como restaurar, nem às custas do dinheiro grosso, um arco de alianças capaz de juntar no mesmo ninho, ratos, ratazanas e camundongos que Bolsonaro reuniu em determinado momento da vida nacional.
Essa gente, assim como Nikolas Ferreira, funciona em bando , é uma rataria que se desloca não para construir alguma coisa, mas para fazer parte de um abundante espaço na seara mais reacionária do país e que, vendo que os frutos do oportunismo secaram, e não há expectativa de retorno, desaparece de forma natural.
O adubo do discurso fascista, é caro. A eliminação do outro, através de uma adubagem virtual, depende de um adicional extremamente alto. Por isso, o esvaziamento do bolsonarismo sem qualquer aquisição nova, resultado da condenação e prisão de Bolsonaro e a pasmacenta liderança de Flavio que não tem qualquer ideia que indique um rumo para o país que não seja a reprodução trágica do governo do seu pai, em que a filharada da casa deitou e rolou.
Não há como conservar uma estrutura dessa dimensão, o que se vê é a justa medida de uma derrocada e não o “amor imortal” dos bolsonaristas.
Na realidade, o desparecimento de apoiadores de Flavio na balada de sua campanha é a de quem já tomou consciência de que o encalhe do Titanic miliciano já se deu e o esplendorosao naufrágio é absolutamente inevitável.
O desespero impotente de Eduardo atacando Nikolas é apenas um dos sinos de alerta existente, um sentimento em volta do bolsonarismo profissional de que Bolsonaro foi de mito a uma poesia trágica e com um pressentimento de que a coisa só vai piorar, a excomuhnão do ex-todo poderoso Jair foi lançada por várias ratazanas dentro do próprio ninho. E Nikolas é somente mais uma.
O bolsonarismo hoje se encontra no vale dos escuros, sem sinos de misericórdia.
É o fato.
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Em meio a treta com Eduardo, Nikolas Ferreira voltou baterias contra filho mais novo de Jair Bolsonaro
Depois de seguidos embates com o ex-deputado Eduardo Bolsonaro, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) se envolveu em mais uma confusão pública, desta vez com Jair Renan Bolsonaro (PL-SC), filho mais novo do ex-presidente Jair Bolsonaro. As rusgas se dão em meio à uma disputa de poder dentro da extrema direita tendo em vista a eleição deste ano.
Após ser ironizado por Jair Renan e por um influenciador bolsonarista, Nikolas postou um print dos ataques em seu perfil no X e afirmou que o filho de Bolsonaro tem capacidade cognitiva “menor que de uma toupeira”.
“Se juntar a capacidade cognitiva dessa dupla não alcança a de uma toupeira cega”, disparou Nikolas.
Racha na extrema direita Os confrontos nas redes sociais são a face pública de uma disputa maior dentro da extrema direita. Figuras ligadas à família Bolsonaro, encabeçadas por Eduardo, vem atacando parlamentares do PL sob a acusação de não defenderem a candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e de agirem em prol do próprio projeto político. Nikolas Ferreira tem sido o principal alvo dessas críticas, em especial por seu alinhamento à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, com quem os irmãos travam uma disputa interna na família Bolsonaro.
Flávio Bolsonaro tem feito gestos públicos tentando apaziguar a situação. Nesta sexta-feira (24), ele postou um longo texto nas redes sociais pedindo novamente união na extrema direita.
“Preciso muito de todos me defendendo das mentiras criminosas da esquerda e esfregando a verdade na cara deles. Mas fica aqui meu pedido sincero: não precisa “pressionar” ninguém ou me “defender” de pessoas que também querem Bolsonaro na Presidência da República. Já disse algumas vezes e repito, cada um tem o seu tempo e a sua forma de ajudar”, escreveu o pré-candidato da família Bolsonaro.
Nikolas reagiu à publicação em seu próprio perfil e cobrou o fim do que considera persegução a figuras de destaque do bolsonarismo.
“Isso tem gerado um clima que ninguém mais suporta. Poucos tem coragem de enfrentar, e quando enfrentam, recebem o rótulo de “traidores”. Sendo que todos, inclusive eu, faremos de tudo para que você ganhe as eleições esse ano. Mas obviamente, cada um do seu jeito, no seu papel, da sua melhor forma. Sem acusar ou perseguir ninguém. E sem colocar uma forma do que é ou não ideal de se fazer. E que mesmo após todos os seus pedidos de pacificação, insistem em criar atritos e desobedecem publicamente aquele que, de fato, é a liderança escolhida por Jair Bolsonaro. Até cor de camisa é argumento para conflitos. Como aturar isso?”, rebateu Nikolas
*ICL
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Zanin determina quree a falange, comandada por Bolsonaro no Rio de Janeiro seja destituída do comando da política carioca e, para surpresa de ninguém, a grande mídia reage mal.
Na verdade, Zanin está tentando salvar a ambiente político em decomposição com uma umidade sombria, que mistura milícia e tráfico no comando da submundo político fluminense que sustentava o principal naco de poder dos Bolsonaro.
Isso deixou Flavio em estado de ira, o que mostra que Bolsonaro sentiu o tranco.
Quando Flavio redobra os ataques ao STF, especialmente a Zanin, mostra o desespero de quem vê sua quadrilha desmantelada no principal pilar dessa família mafiosa, que mantinha um controle férreo sobre cada centímetro do espaço político carioca,
Todos os elementos que levaram à podridão generalizada da política fluminense, que só puderam ser vistos com microscópio, têm o dedo do clã Bolsonaro.
Quando a mídia reage mal à decisão de Zanin de manter no comando da limpeza do estado do Rio de Janeiro, o presidente do TJ, Ricardo Couto, fica patente que a grande mídia ou boa parte dela, foi centrifugada pelo clã.
Com essa decisão, Zanin tritura os galhos da ramificação criminosa, que tem como tronco central, Jair e seus filhos.
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Analistas veem Lula em posição mais forte que em 2022, destaca o colunista Leopoldo Vieira
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva continua sendo leve favorito para vencer a eleição presidencial e deve recuperar sua popularidade até julho, mas o senador Flávio Bolsonaro provavelmente liderará as pesquisas por dois ou três pontos até o final de maio, na esteira da pressão inflacionária decorrente da guerra dos Estados Unidos contra o Irã e do noticiário envolvendo escândalos de corrupção, segundo análise do Eurasia Group (EG), em conferência com clientes nesta semana.
“Se a aprovação de Lula estiver na faixa dos 45% em meados de agosto, quando a campanha eleitoral começa oficialmente, espera-se que ela suba ainda mais, mantendo sua ligeira vantagem. No entanto, se seus índices de aprovação caírem abaixo das expectativas do Eurasia Group, ou se não se recuperarem após a queda prevista, as chances de vitória da oposição aumentarão” , disseram Christopher Garman, diretor-geral para as Américas, e Leonardo Reis, analista da companhia de risco político.
Nesse contexto, o senador Bolsonaro ainda não é considerado favorito porque, de acordo com dados globais de 500 eleições, incumbentes com aprovação em torno de 45% vencem em aproximadamente 75% dos casos. Segundo o 247, os analistas ressaltam que os números do ex-presidente Jair Bolsonaro antes da campanha, em 2022, eram inferiores a 44%. Além disso, ele tinha 36% de aprovação e estava 20 pontos percentuais atrás nas intenções de voto em simulações de segundo turno, mas perdeu a disputa por apenas 1,5 ponto percentual. “A posição atual de Lula é significativamente mais forte”, avaliam.
Para auxiliar a recuperação do presidente, é muito provável que as tarifas da Seção 301 dos EUA sobre o Brasil cheguem perto de 40%, com as mesmas exceções previstas nas tarifas da Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA), que foi invalidada — aponta a EG, agora em relatório a empresários e investidores. Aliados de Flávio sinalizaram a seus homólogos americanos que novas tarifas poderiam impulsionar as chances de reeleição de Lula.
Em relação ao caso do Banco Master, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), vê-se em uma “missão divina” para levar as investigações adiante, segundo o EG, o que estaria gerando tensões com outros membros da Corte, interessados em protegê-la de desgastes. Isso indica que a disputa pela bandeira anticorrupção, em um cenário de reativação do sentimento antissistema, será praticamente inevitável.
Paralelamente, traders experientes consideram improvável que a guerra no Oriente Médio seja retomada, favorecendo a mitigação da pressão inflacionária nos próximos meses eleitorais brasileiros. Por ora, as chances de sucesso do presidente são de 55%, nos cálculos da consultoria internacional.
Em tempo: a estratégia da candidatura oposicionista, de tentar passar ao eleitorado uma imagem de moderação, aumenta o risco de banana republic associado a um estelionato eleitoral. Com o objetivo de se afastar dos estigmas do governo derrotado em 2022, o senador Bolsonaro tem sido aconselhado a defender o regime democrático, o respeito ao resultado eleitoral, políticas voltadas a grupos tradicionalmente atacados pela extrema-direita e a evitar a divulgação de propostas econômicas impopulares, o que sugere apenas uma operação de marketing político. Também voltaram à tona promessas de ajuste fiscal para “uma economia de até R$ 1,1 trilhão em dez anos”, já frustradas no governo Bolsonaro devido à erosão das condições políticas, provocada pela chamada ala ideológica, que ainda hoje é comandada pelos próprios filhos do ex-presidente.
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A direita, hoje, vive da arte de torcer para Lula perder. É como se alguém quisesse ganhar na loteria sem jogar.
Alguém imaginaria que aquela baba de quiabo que os reacionários utilizam “contra a corrupção” desde a farsa do mensalão daria algum caldo em 2026?
Lógico que não. a ficha corrida do principal candidato da direita, Flavio Bolsonaro, de tão grande, serve de cabana para ele fugir desse assunto.
Flavio, o Bolsonaro disciplinado, quase angelical, que é um cagado de pai, mãe, irmãos, madrasta e vizinnho, não pode abrir a boca e soltar a peçonha em ninguém, porque, além do assunto já ter enchido as medidas da população, seu grande feito na política, que é a compra de uma mansão no valor real de R$ 20 milhões, está aí a céu aberto que não há mentira engenhosa que faça com que chocolate da marca rachadinha vire ouro.
Então, aquela boca de babosa de Bolsonaro, exigindo tortura e morte a presidiários, além de calada, não tem reputação nenhuma para falar do pior dos encarcerados do Brasil.
Aquelas gorjetas gordas que a Secom de Bolsonaro distribuia para os aliados como a Jovem Pan e congêneres, não existem mais.
Ou seja, a mão de Roma não está mais sobre a cabeça de nenhum podcast bolsonarista, garantindo as burras dos bolsos dos salafrários, nem os auxiliares daquela legião de demônios, que são os diabos menores do esquema bolsonarista que recebiam esmolas poupudas dos bancos estatais controlados pelo genocida.
O novo Bolsonaro, dançarino de boca fechada, não causa frisson a qualquer concepção de direita no Brasil. O cara é uma espécie de rei da salsicha que, quem sabe a forma como é fabricada, vomita na hora.
Então, meus caros, deem-me licença para dizer que esse conto do vigário de calças curtas nem para espinotear contra o governo Lula, presta.
Para ser ainda mais cruel, a realidade mostra que figuras como Trump e Milei, hoje, não somariam nada para a imagem de Flavio, ao contrário, os dois se tornaram figuras tóxicas para o bolsonarismo que não há “cientista político” que consiga explicar essa pasmaceira que se assiste dos quatro candidatos de direita que vegetam brigando entre si em suas campanhas eleitorais por um naco de votos.
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