Decisão ocorreu após mensagem enviada pelo enteado no mês passado, na qual ela teria se sentido insultada
Michelle Bolsonaro (PL) informou a aliados que não pretende se engajar na eventual campanha presidencial do senador Flávio Bolsonaro (PL). A decisão já teria sido comunicada ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), segundo informação divulgada pela jornalista Bianca Gomes, do Estadão, reproduzido pela Forum.
Procurada por meio de sua assessoria, Michelle não respondeu. Ao jornal, Flávio afirmou que fala “diretamente” com a ex-primeira-dama e declarou não pretender “alimentar tentativas de divisão”, acrescentando que o grupo tem “um objetivo em comum” de enfrentar o PT.
Bastidores e mensagem De acordo com correligionários, Michelle relatou a pessoas próximas que não fará campanha para o enteado, mas também não pretende atacá-lo publicamente. A orientação, segundo esses interlocutores, é manter uma atuação discreta no pleito, em contraste com o protagonismo exercido nas eleições de 2022.
A decisão ocorreu após uma mensagem enviada por Flávio no mês passado, na qual ele teria insinuado que Michelle estaria atuando contra sua candidatura. Aliados afirmam que ela relatou ter se sentido insultada. Interlocutores avaliam que a posição pode ser revista caso haja um pedido de desculpas.
Michelle está afastada da presidência do PL Mulher desde dezembro de 2025 por questões médicas. A mudança ocorreu em meio às articulações internas para a definição da candidatura presidencial do grupo político.
Divergências nos estados Nos estados, divergências também vieram à tona. Em Santa Catarina, Michelle declarou apoio à deputada Caroline de Toni (PL-SC) ao Senado. O PL, porém, teria acordo para lançar Carlos Bolsonaro (PL) e apoiar a reeleição de Esperidião Amin (PP-SC). Segundo a reportagem, Caroline comunicou ao presidente do partido, Valdemar Costa Neto, que deixará a legenda para disputar o cargo.
No Ceará, Michelle criticou uma possível aliança com Ciro Gomes (PSDB) no fim de 2025 e declarou apoio ao senador Eduardo Girão. Já em São Paulo, defende o nome da deputada Rosana Valle (PL) ao Senado, enquanto Eduardo Bolsonaro apoia outros nomes, evidenciando divisões internas no campo bolsonarista.
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Compositor afirma que enredo é narrativo, não eleitoral, e relata emoção de Lula ao ouvir o samba no Palácio da Alvorada
Quando as sirenes tocarem na Marquês de Sapucaí, Sambódromo do Rio de Janeiro, às 22h deste domingo (15), a Acadêmicos de Niterói, estreante no Grupo Especial, estará fazendo história: será a primeira escola de samba da folia carioca a homenagear um presidente da República em atividade no cargo. A escola levará para a avenida o enredo “Do alto do mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”, uma homenagem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O enredo da Acadêmicos de Niterói foi alvo de críticas por parte de políticos da oposição: afirmam que se trata de um desvio de finalidade para autopromoção e suposta campanha eleitoral antecipada. Os parlamentares questionam o repasse de verbas públicas, que são destinadas para todas as escolas, mas o Tribunal de Contas da União (TCU) liberou os fundos após não constatar favorecimento. A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) protocolou denúncia no Ministério Público Eleitoral e o partido Novo entrou com uma representação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Até o momento, todas as ações foram rejeitadas.
A primeira-dama Rosângela Lula da Silva, a Janja, anunciou que desfilará em um carro alegórico no desfile. A atriz, cineasta e apresentadora do programa Precisamos Conversar, do canal ICL Notícias no YouTube, Juliana Baroni vai representar a ex-primeira-dama Marisa Letícia. Juliana reviverá a personagem que interpretou no cinema em 2009.
O ICL Notícias conversou com o compositor Paulo César Feital, um dos autores do samba-enredo da Acadêmicos de Niterói. Ele tem bastante experiência nessa tarefa. Compôs 13 sambas-enredo que embalaram desfiles na Sapucaí — com dois deles, foi campeão do Grupo Especial.
Feital deu detalhes da homenagem feita pela escola e rebateu as críticas por parte da oposição ao governo Lula. “Não é propaganda, é narrativa histórica”, definiu. Além dele, também participaram da composição do samba a cantora Teresa Cristina, André Diniz, Fred Camacho, Junior Fionda, Arlindinho, Lequinho, Thiago Oliveira e Tem-Tem Jr.
“A reação já era esperada. Basta ouvir o samba. Não há propaganda em momento algum. Ele não pede voto, não exalta governo, não faz campanha. Ele conta uma história de vida. Quem diz o contrário ou não ouviu o samba, ou age de má-fé”, diz o compositor. “As reações já eram esperadas, e seguimos firmes. Quem acredita na democracia vai compreender a mensagem”, completa Paulo César Feital.
O compositor rebateu às críticas feitas pela senadora Damares Alves ao enredo da Acadêmicos da Niterói, com referência a um episódio em que a parlamente, que é pastora, durante uma pregação, disse que havia encontrado “Jesus em cima de um pé de goiaba”.
“É uma imbecilidade. De uma mulher que diz que viu Jesus na goiabeira, o que eu vou esperar?”, rebateu Paulo César Feital ao ICL Notícias.
Leia a entrevista com Paulo César Feital ICL Notícias – Você é um dos autores do samba-enredo da Acadêmicos de Niterói para 2026. Como foi o processo de criação e que mensagem ele pretende transmitir?
Paulo César Feital – Esse samba nasceu a partir de um convite da Acadêmicos de Niterói, o que já foi um prazer enorme, até porque o enredo tem tudo a ver comigo e com a minha trajetória. É um samba descritivo da vida de Luiz Inácio Lula da Silva, contado a partir da voz da mãe dele. E isso foi fundamental. Não é um samba de propaganda. É um samba narrativo, que fala da história de vida, da caminhada, das dificuldades e da formação dele como personagem histórico.
Acredito que deu muito certo porque é um samba que caiu na boca do povo. Ele é cantado, comunicativo, emocional, e isso é essencial em um samba-enredo.
O samba traz passagens que falam da luta contra a ditadura e cita personagens históricos. O que isso representa para você, pessoalmente, que lutou contra o regime militar?
Representa muito da minha própria vida. Eu participei ativamente da luta contra a ditadura, estive nas ruas, vivi esse período intensamente. O samba fala de ‘Zuzu Angel, Henfil e Wladimir’, eu pensei em colocar outros lutadores da época, mas não dá, senão ele ficaria enorme.
Minha vida sempre foi essa: a luta pelo Estado Democrático de Direito, não só no Brasil, mas no mundo. Por isso, eu acho que esse samba fala muito com o momento atual, de forma universal.
O samba recebeu elogios, mas houve críticas. Como você vê isso?
Isso era absolutamente esperado. Vivemos num país extremamente polarizado. Houve críticas muito boas do ponto de vista técnico e artístico, mas também ataques ideológicos, inclusive ofensivos. Eu até comentei: se fosse um enredo sobre Trump, Hitler ou qualquer outro personagem controverso, as contradições também apareceriam.
Esse samba tem tudo a ver comigo, com a nossa parceria, com a comunidade, com Niterói.
Vocês chegaram a se encontrar com o presidente Lula no Palácio da Alvorada. Como foi esse encontro e a reação dele ao samba?
Foi emocionante. O encontro estava previsto para 30 minutos e acabou durando quase duas horas. Quando o presidente começou a ouvir o samba, ele caiu em prantos, chorou muito. Virou uma verdadeira roda de samba no Palácio da Alvorada.
Ele se comoveu profundamente porque o samba é contado pela mãe dele. É uma história real: uma mulher que sai do Nordeste a pé, com os filhos, em busca de sobrevivência em São Paulo. Aquilo tocou muito ele — e a todos nós. Foi um momento muito bonito.
O refrão já caiu no gosto popular. O que vocês esperam da reação do público e também daqueles que são contrários ao presidente Lula?
Reação contrária sempre vai haver, isso é óbvio. O país está polarizado. Mas tecnicamente o samba é muito forte: é extremamente cantado, tanto na avenida quanto na arquibancada. Isso é incontestável.
O que a gente vê hoje é um confronto diário entre a luta pelo bem-estar social e a ignorância, entre democracia e autoritarismo. E o samba se posiciona claramente do lado da democracia.
Alguns críticos dizem que o samba seria uma peça de propaganda política. Como você responde a isso?
É uma imbecilidade. De uma mulher que diz que viu Jesus na goiabeira, o que eu vou esperar? A reação já era esperada. Basta ouvir o samba. Não há propaganda em momento algum. Ele não pede voto, não exalta governo, não faz campanha. Ele conta uma história de vida. Quem diz o contrário ou não ouviu o samba ou age de má-fé.
As reações já eram esperadas, e seguimos firmes. Quem acredita na democracia vai compreender a mensagem.
Quais são suas expectativas para o desfile?
Espero um desfile sério, bonito, alegre, feito com dignidade. Que a escola passe bem e consiga permanecer no Grupo Especial. Essa é a grande esperança. A Acadêmicos de Niterói tem mostrado muita força e união, e isso é fundamental.
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O enredo da escola de samba Acadêmicos de Niterói no Carnaval de 2026, que será apresentado no Sambódromo da Marquês de Sapucaí, tem como destaque a história de Dona Lindu, mãe do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A narrativa será contada sob a perspectiva da mãe do presidente e acompanha a trajetória da família de Lula, desde o sertão pernambucano até a chegada à Presidência. Dona Lindu, uma mulher sertaneja, não alfabetizada e mãe de 12 filhos, será apresentada como uma figura central na vida do ex-presidente.
Nascida em 1915, Dona Lindu teve uma vida marcada pelas dificuldades da seca e da pobreza no Nordeste. Ela migrou para Santos, SP, em 1952, com sete filhos, após enfrentar a falta de recursos e as dificuldades em sua cidade natal.
Ao longo de sua vida, ela enfrentou um casamento abusivo, com o marido Aristides Inácio da Silva, que era alcoólatra e agredia a família. Ela lutou pela sobrevivência e alfabetização de seus filhos, sempre com o foco na educação e no bem-estar deles.
A trajetória da matriarca da família Silva também reflete a importância do papel das mulheres e mães nas narrativas sociais, especialmente em tempos de adversidade.
Ela morreu em 1980, aos 64 anos, enquanto seu filho Lula estava preso durante uma greve sindical no ABC Paulista. Em 2006, em homenagem a Dona Lindu, a cidade de Recife nomeou um parque em sua memória, o Parque Dona Lindu, projetado por Oscar Niemeyer, com uma escultura de Abelardo da Hora representando a luta dos retirantes nordestinos.
Além da homenagem no Carnaval, a participação de Lula na festividade gerou polêmica, com questionamentos sobre o uso de recursos públicos e a possível propaganda eleitoral. DCM.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitou por unanimidade duas ações sobre o tema, esclarecendo que a legislação eleitoral proíbe apenas o pedido explícito de votos, mas permite manifestações culturais. No entanto, o governo federal fez recomendações para evitar o uso de verba pública e manifestações políticas durante o evento.
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O Partido dos Trabalhadores (PT) divulgou na última sexta-feira (13) orientações internas para restringir manifestações políticas de militantes durante o desfile da Acadêmicos de Niterói, que homenageará o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no domingo (15), na Marquês de Sapucaí. A medida busca evitar questionamentos jurídicos sobre propaganda eleitoral antecipada, após ações apresentadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra a apresentação da escola de samba.
Em comunicado, obtido pelo Globo e direcionado a filiados, dirigentes e autoridades, o partido afirmou que a participação deve respeitar o caráter cultural do evento.
“Nada de pedido de voto, nada de número de urna, nada de slogan eleitoral, nada de impulsionamento com caráter eleitoral. A legislação é clara e a gente não pode dar margem para questionamentos ou penalidades”, informou a sigla. Entre as orientações estão a proibição de adereços com referência ao PT, ao número 13 e a mensagens como “Lula 2026”, “Lula outra vez” e “Vamos ganhar”, além de hashtags com tom de campanha.
A direção nacional também determinou que não sejam feitas críticas a adversários políticos nem manifestações que possam ser interpretadas como propaganda. O comunicado estabelece que entrevistas e exposições públicas devem se limitar à “importância cultural do carnaval, trajetória pessoal do homenageado e liberdade artística e criativa da escola de samba”. O partido alertou ainda que o descumprimento das regras pode gerar punições internas e prejudicar a imagem da legenda e do presidente.
A cautela ocorre após o TSE rejeitar pedidos dos partidos Novo e Missão que tentavam barrar o desfile sob alegação de conteúdo eleitoral. Por unanimidade, os ministros entenderam que a proibição configuraria censura prévia, embora tenham ressaltado que eventuais irregularidades poderão ser punidas posteriormente.
A senadora bolsonarista Damares Alves (Republicanos) também apresentou denúncia ao Ministério Público Eleitoral. Durante o julgamento, a presidente do TSE, Cármen Lúcia, alertou para o risco de abusos.
“É um ambiente propício para que haja excessos, abusos e ilícitos. A festa de carnaval não pode ser fresta para ilícitos. Anunciam-se como participantes possíveis candidatos. Há risco concreto e plausível de que venha a acontecer algum ilícito que será objeto com certeza da Justiça Eleitoral, que já foi acionada. Não parece ser um cenário de areias claras de uma praia, parece mais areia movediça. Quem entra, entra sabendo que pode afundar”, afirmou.
No âmbito do governo federal, o Palácio do Planalto decidiu vetar a participação de ministros no desfile para evitar desgaste político. A primeira-dama Janja da Silva é aguardada na avenida, enquanto Lula acompanhará a apresentação do camarote da prefeitura do Rio, ao lado do prefeito Eduardo Paes e aliados. Será apenas a segunda vez que o presidente comparece à Sapucaí durante o mandato.
Com as restrições, o governo tenta reduzir riscos de que a homenagem seja interpretada como ato eleitoral antecipado, preservando a agenda institucional em um ano pré-eleitoral e evitando novos embates judiciais, segundo o DCM.
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Inscritos no CadÚnico terão gratuidade na recarga do botijão
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta sexta-feira (13) a Lei nº 15.348, que institui o programa Gás do Povo. A iniciativa assegura gratuidade na recarga do botijão de gás de cozinha de 13 quilos (kg) para famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), desde que tenham renda per capita de até meio salário mínimo.
Em nota, a Presidência da República informou que o programa busca enfrentar a pobreza energética de famílias de baixa renda, sobretudo a dificuldade de acesso ao gás liquefeito de petróleo (GLP), popularmente conhecido como gás de cozinha. A previsão do governo é que o programa esteja em pleno funcionamento em março, quando 15 milhões de famílias (cerca de 50 milhões de pessoas) serão contempladas.
A iniciativa envolve os ministérios de Minas e Energia e do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, além da Caixa.
“Com o marco de 10 mil pontos de comercialização credenciados em menos de dois meses, uma em cada seis revendas de GLP do país está conectada à iniciativa”, destacou o Planalto.
Entenda Para se candidatar ao programa, a família deve ser beneficiária do Bolsa Família com pelo menos duas pessoas, ter renda per capita de até meio salário mínimo e manter o CadÚnico atualizado nos últimos 24 meses. Também é preciso que o CPF do responsável familiar esteja regular e que o cadastro não apresente pendências como averiguação cadastral ou indício de óbito.
Aplicativo No app Meu Social – Gás do Povo, as famílias podem verificar se estão elegíveis, conferir a situação do vale recarga e encontrar revendas credenciadas, além de telefones e endereços de pontos credenciados.
Para pessoas sem acesso à internet ou celular, também é possível usar o vale recarga por meio das opções: cartão do Programa Bolsa Família (com chip); cartão de débito da Caixa; informando o CPF do responsável familiar na máquina do cartão.
Canais Beneficiários do CadÚnico podem consultar o direito ao vale recarga Gás do Povo pelos seguintes canais:
– aplicativo Meu Social – Gás do Povo
– consulta do CPF do responsável familiar na página do programa
– Portal Cidadão Caixa
– Atendimento Caixa Cidadão – 0800 726 0207
*Agência Brasil
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O campo mental onde a grande mídia assombra a população com a agudeza de um engenho pró-Bolsonaro, é tão descarada que as sucessivas manchetes que enfeitam de louros a cabeça de Mendonça, não questionando sua obediência a Bolsonaro, segue para a glória maior do golpista preso na Papuda.
Aparentemente, é uma pintura fora do quadro, mas sugere escancaradamente que Flavio já foi abraçado pela besta da oligarquia, consequentemente, a boa vontade da mídia com o rachadinha, o mesmo que transforma chocolate em ouro em pó com mansões compradas com dinheiro vivo, é a própria feição de Bolsonaro, de dentro da Papuda, manipulando o sistema de justiça via Globo e congêneres.
Como Bolsonaro não conseguiu produzir uma convulsão bélica na sua campanha crispada de energia pesada, a feição pacata de Flavio acaba por traduzir um Bolsonaro virgem e heróico, eivado de sobrecarga de poder. Sim, porque Mendonça não tem apenas o título de novo relator do caso Master, a pintura filosófica estará sob reflexos diretos da lua do próprio Bolsonaro, enquanto a grande mídia segue insuflando a sociedade contra o STF na figura de Toffoli.
Nenhuyma vírgula sequer sobre a total falta de isenção de Mendonça para julgar o caso Master, banco que patrocinou a campanha de Bolsonaro e de Tarcísio, em 2022, com R$ 5 milhões que seria suficiente para que tal fato merecesse dos escribas da grande mídia, um cadico de atenção. Sem falar no número sem fim de prefeitos e governadores bolsonaristas que colocaram bilhões de recursos públicos num banco sabidamente falido, como é o caso de Ibaneis Rocha, Claudio Castro, entre tantos outros partidários do golpista.
A verdade é que não há título de matéria na grande mídia, salvo o heróico Bernardo de Mello Franco, de O Globo, que questiona se o evangélico Mendonça tem distanciamento e autoridade suficientes para relatar um caso como o do Banco Master, coroado de bandidos evangélicos, envolvidos até a medula com Vorcaro, também evangélico, de significativo histórico com André Valadão, da Igreja Lagoinha, e sua rede templos que arrecadam bilhões anualmente e que foram o próprio pedal que ipulsionou o dono do Master no submundo do mercado financeiro.
Ou seja, a grande mídia fecha os olhos para tudo isso e tenta fazer o mesmo com seus leitores enquanto utiliza o gênio do diversionismo, colcoando Toffoli na cruz numa falsificadora e arcaica narrativa de histerias movediças, justamente para o público esquecer que, na prática, André Mendonça não existe, o que existe é Bolsonaro que, mesmo preso na Papuda por crime de tentativa de golpe de Estado, segue soprando o apito de cachorro para os burros de carroça e regendo sua orquestração em benefício próprio.
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A vereadora Talita Galhardo (PSDB) está sendo detonada nas redes sociais após a circulação de um vídeo gravado por ela na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio. As imagens, divulgadas na sexta-feira (6), mostram a parlamentar discutindo com um casal em situação de rua sob uma ponte do bairro.
Integrante da Comissão de Segurança e de Defesa Civil da Câmara, Talita inicia a gravação se aproximando do casal e tenta intimidá-lo. Ao perceber que estava sendo filmada, a mulher pede: “Ah, moça, não grava, não”. A vereadora insiste: “Não, não. Eu quero saber… Vocês moram aqui? O que vocês fazem aqui?”.
O homem afirma que dorme na rua, mas nega permanecer naquele ponto específico. Ela rebate: “Ah, mas tem cama aqui. Não é lugar pra ficar, né?”. Em seguida, ela mostra uma tomada instalada no local e questiona a origem da ligação.
“Isso é daí mesmo”, responde o morador. A vereadora discorda: “Daí mesmo, não. Isso aqui é gato, né [ligação de energia clandestina]. Já recebi uma foto de celular sendo carregado aqui, vocês têm celular?”.
A parlamentar então questiona se ele deseja ir para um abrigo e afirma: “Tá vendo como você é agressivo? Por isso que as pessoas ficam com medo”. O morador responde: “A senhora é vereadora de rico (…). A senhora pensa que todo mundo que tá na rua é burro (…). [Eu estou falando contra] a pessoa que só quer atacar o oprimido”. DCM.
Vereadora que criticou doações de comida a pessoas em situação de rua ouve verdades de um morador:
“A senhora implica pra caramba com morador de rua, a senhora é vereadora de rico, a senhora pensa que todo mundo que mora na rua é burro, a senhora só quer atacar o oprimido” pic.twitter.com/Tvd403I7xb
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Primeira-dama Janja será um dos destaques do último carro alegórico da escola, seguido da ala Amigos de Lula
O presidente Lula (PT) determinou que ministros e auxiliares não participem do desfile de Carnaval em sua homenagem, neste domingo (15), no Sambódromo do Rio de Janeiro. Integrantes do governo deverão arcar com custos de passagem e hospedagem caso queiram assistir à apresentação da escola de samba Acadêmicos de Niterói.
A ordem não se aplica à participação da primeira-dama, Rosângela Lula da Silva, que será um dos destaques do último carro alegórico da escola, seguido da ala Amigos de Lula. Janja não ocupa cargo no governo.
Aos ministros não será admitida a programação de agendas oficiais que, artificialmente, coincidam com o Carnaval do Rio. A orientação foi repassada à equipe do governo nesta quinta-feira (12), mesmo após o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) rejeitar, em decisão unânime, dois pedidos de representação por propaganda eleitoral antecipada contra o presidente, o PT e a Acadêmicos de Niterói.
A relatora do caso, Estela Aranha, que foi indicada à corte eleitoral por Lula, rejeitou ordenar a suspensão sob o argumento de que restringir manifestações artísticas e culturais previamente “por se ter notícias de ter manifestações políticas” configuraria “censura prévia, indireta e restrição desproporcional ao debate democrático”.
Por sugestão do governo, o PT deve fazer a mesma recomendação a ocupantes de cargos eletivos. A participação de ministros foi tema de reuniões no Palácio do Planalto. A conclusão é que, apesar de não haver impedimento legal para a realização do desfile, não se deve dar margem a questionamentos futuros.
Por isso, apenas parentes e amigos deverão compor a ala, formada em sua maioria por integrantes do grupo de advogados Prerrogativas. Coordenador do grupo, Marco Aurélio Carvalho afirma que não há caráter eleitoral no desfile.
Lembrando que Lula tem 60 anos de vida pública, estando no imaginário popular, Marco Aurélio afirma ser inconcebível a tentativa de criminalização da homenagem ao presidente, o que configuraria uma censura prévia à escola de samba.
Sobre a destinação de R$ 12 milhões da Embratur (Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo) à Liesa (Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro), ele ressalta que o dinheiro foi dividido entre as escolas do Grupo Especial, sendo R$ 1 milhão para cada.
*ICL
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O submundo do mercado financeiro expõe suas tripas diante do mundo, tanto Epstein quanto Vorcaro não são herdeiros de milionários, são financistas que se criaram e enriqueceram no esgoto do sistema financeiro, deixando claro que, além hábeis manipuladores, conhecem todos os caminhos paralelos do submundo financeirista.
Cada qual a seu modo, criarsm um sistema de aliciamento que lhes rendeu uma fortuna. Os dois, segundo a justiça, afortunaram-se com aprendizagem em segredos das brechas deixadas por um sistema com regulação totalmente frouxa e falha em dois países cujo Banco Central é independente, numa flagrante exposição do ambiente promíscuo, tanto nativo quanto nos EUA.
Como um sistema financeiro se mostrou tão inerte diante de dois criminosos que se locupletaram de verdadeiras fortunas, mansões, ilhas imponentes, extraídas da podridão desse esgoto financeirista. O que se observa é que o sistema parece ter sido modelado por banqueiros para se beneficiarem a ferro e fogo dessa choldra.
Não é possível que esses camaradas tenham cavado a modo e gosto, túneis que lhes garantiriam invisibilidde eterna enquanto vegetavam sem produzir um único parafuso dentro dos ambientes mais perversos, imorais e desumanos.
Aonde encontraram estratégias que os levaram ao mapa da mina? Claro, silenciosamente, longe de um campo de batalha.
Ninguém sondou a alma de seus negócios, que são um supremo engodo, como assim?
Esse tempo topo, puderam falsear paisagens e delas escolher somente o melhor do fruto dessa esculhambação sem serem incomodados pelo próprio sistema financeiro e pela justiça?
Esses verdadeiros artistas do submundo do crime, mostram como o panorama da mistificação vale ouro se funcionarem como satélites que gravitam em torno de determinados sóis que lhes rendem verdadeiros tesouros.
Todo sadismo e todos os frutos que vemos emergir das revelações expõem que esses são processos clássicos de bolsonaristas, não de grandes mestres do futurismo financeiro, muito menos tem algum poder premunitório capaz de interprtar a luz no mais imbricado sistema para os mortais.
Seja como for, os truques dos dois foram desmascarados e, se não são absolutamente iguais nas ações, o são nos resultados.
É disso que se trata, mas é disso também que a mídia, que é parte do sistema financceiro, não coloca na mesa nem um pedaço desse carvão, que fará o pedal utilizado pela talentosa dupla de criminosos que produziram duas bíblias da picaretagem financeira, utilizando apenas os buracos de um sistema totalmente fraudável para chegarem ao pico da riqueza.
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Presidente da Corte ouviu colegas e recebeu esclarecimentos do próprio relator, que afirma não haver motivo para afastamento
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, procurou ministros da Corte nos últimos dias para tratar da repercussão das mensagens extraídas do celular do empresário Daniel Vorcaro que fazem menções ao ministro Dias Toffoli no contexto das investigações envolvendo o Banco Master. No início da semana, a Polícia Federal entregou ao presidente do STF um relatório com o conteúdo encontrado no celular de Vorcaro. Entre o material estão trocas de mensagens entre o banqueiro e Dias Toffoli, além de mensagens que fazem menções a pagamentos ao ministro do STF.
Segundo relatos de integrantes do tribunal, Fachin buscou ouvir colegas para avaliar o ambiente interno da Corte após a divulgação de trechos do material periciado pela Polícia Federal. As mensagens mencionam pagamentos e tratativas que, segundo reportagens publicadas na imprensa, fariam referência ao nome de Toffoli.
O próprio Toffoli também conversou com Fachin e apresentou esclarecimentos sobre os fatos. De acordo com ministros ouvidos sob reserva, o relator reforçou que não identifica qualquer situação que configure impedimento ou suspeição e que, portanto, não vê fundamento jurídico para eventual afastamento da relatoria do caso.
A movimentação ocorre após a Polícia Federal encaminhar ao STF informações extraídas da perícia realizada no aparelho de Vorcaro, no âmbito das apurações sobre o Banco Master. Parte do material aponta para menções a pagamentos e a interlocuções que teriam relação com pessoas próximas ao ministro.
Nos bastidores, a avaliação de integrantes do tribunal é que o tema exige cautela institucional. Há o entendimento de que a mera citação de um ministro em mensagens privadas não configura, por si só, prova de irregularidade ou causa automática de impedimento. Ao mesmo tempo, o caso elevou a tensão interna, uma vez que envolve a imagem da Corte e a condução de um processo sensível.
A análise sobre eventual suspeição segue sob a competência da presidência do Supremo, que deverá avaliar os elementos formais apresentados e eventuais manifestações das partes. Até o momento, não há decisão sobre afastamento, e Toffoli permanece à frente da relatoria do caso Master.
A expectativa no tribunal é que qualquer deliberação observe estritamente os parâmetros legais previstos no Código de Processo Civil e no regimento interno da Corte, evitando decisões precipitadas em meio à pressão pública gerada pela divulgação das mensagens.
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