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Governo Lula anuncia medidas para conter alta dos combustíveis

Pacote mira diesel, gás de cozinha e setor aéreo para conter alta dos preços

O governo federal anunciou nesta segunda-feira (6) um conjunto de medidas com o objetivo de frear o aumento dos combustíveis provocado pela alta do preço do petróleo no mercado internacional. As ações incluem medida provisória, projeto de lei e decretos voltados principalmente ao diesel, ao gás de cozinha (GLP) e ao querosene de aviação (QAV), além do reforço na fiscalização do setor.

O conjunto de medidas prevê subsídios, isenções de impostos e linhas de crédito para reduzir os custos e evitar que a alta internacional do petróleo pressione ainda mais os preços no Brasil. A estratégia do governo é garantir o abastecimento e minimizar os impactos para consumidores e empresas.

Medidas para o diesel
No caso do diesel, o governo anunciou uma nova subvenção para produtores nacionais, que será somada ao benefício já existente de R$ 0,32 por litro. O novo subsídio será de R$ 0,80 por litro, com custo estimado em R$ 3 bilhões por mês e duração inicial de dois meses, podendo ser prorrogado.

Em troca, os produtores terão que ampliar o volume vendido aos distribuidores e garantir que o desconto chegue ao consumidor final. A medida deve impactar diretamente a Petrobras, principal produtora do combustível no país.

Além disso, será criado um programa conjunto com os estados que prevê subsídio adicional de R$ 1,20 por litro, com custos divididos entre União e governos estaduais. A proposta do Ministério da Fazenda é que a medida fique em vigor até 31 de maio, com custo total estimado em R$ 4 bilhões.

Também foi anunciado um decreto que zera os tributos federais PIS e Cofins sobre o biodiesel, reduzindo o custo do combustível renovável que compõe cerca de 15% do diesel vendido nos postos.

Resistência de distribuidoras
O programa de subsídios enfrenta resistência de grandes distribuidoras, como Vibra, Ipiranga e Raízen, que ainda não aderiram à iniciativa. As empresas alegam preocupação com os limites de preços definidos pelo governo, que podem não cobrir os custos de importação diante da alta do petróleo no mercado internacional.

Por outro lado, Petrobras, Refinaria de Mataripe (Acelen) e outras distribuidoras regionais já demonstraram adesão ao programa. O parque de refino da Petrobras e da Acelen responde por cerca de 70% da produção de diesel no país, enquanto os 30% restantes dependem de importação.

O governo avalia ajustes nos preços máximos para ampliar a adesão das empresas e garantir que o subsídio tenha efeito prático no mercado.

Subsídio ao gás de cozinha
Outra medida importante é a subvenção ao gás de cozinha importado. O governo vai conceder um subsídio de R$ 850 por tonelada de GLP, com custo total estimado em R$ 330 milhões.

Com isso, o gás importado deverá ser vendido pelo mesmo preço do produto nacional. A medida terá duração inicial de dois meses, com possibilidade de prorrogação.

Apoio ao setor aéreo
Para o setor aéreo, o pacote prevê linhas de crédito e redução de impostos sobre o querosene de aviação.

Entre as medidas estão:

  • linha de crédito de até R$ 2,5 bilhões por empresa com recursos do FNAC, voltada à reestruturação financeira
  • nova linha de capital de giro de R$ 1 bilhão com garantia da União
  • isenção de PIS e Cofins sobre o QAV, reduzindo o custo do combustível
  • adiamento do pagamento das tarifas de navegação aérea para dezembro

As ações vêm após o aumento de 55% no preço do querosene de aviação anunciado pela Petrobras no início de abril, que elevou a pressão sobre as companhias aéreas.

Reforço na fiscalização
O governo também anunciou medidas para intensificar a fiscalização do setor. A Agência Nacional do Petróleo (ANP) poderá interditar postos e estabelecimentos que pratiquem aumentos abusivos nos preços dos combustíveis.

Segundo o Ministério de Minas e Energia, empresários que descumprirem as regras poderão sofrer punições mais severas, inclusive responsabilização individual por abusos.


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O real motivo da guerra virtual entre os pavões fascistas

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Nao é pela entrega das terras raras do Brasil, muito menos pela entrega do Pix na bandeja para Trump se lambuzar, como querem Flavio Bolsonaro, Eduardo e Nikolas Ferreira, a guerra no ninho dos ratos e camundongos é por outro motivo.

O que fez Eduardo atacar a beata de camisola da igreja de Lagoinha  com uma saraivada de insultos nas redes e ser rebatido pelos dois moleques fascistas, foi uma espécie de x-tudo que explodiu publicamente entre 3 e 4 de abril de 2026, numa mistura de gatilhos imediatos nas redes, somados às rusgas não confessadas, mas acumuladas em nome de uma suposta lealdade que, na verdade, não passa de disputa de poder dentro do inferno bolsonarista.

Isso não tem nada de ideologia, todos são entreguistas da extrema direita do PL A briga, textualmente é por influência digital, ego e cobrança de apoio total à candidatura de Flavio à Presidência da República.

É o famoso, quem manda em quem. e, como sabemos, manda quem pode, obedece quem tem juízo.

Eduardo criticou publicamente o perfil, space liberdade, que é uma sucursal do capeta, porque o administrador do coliseu do coisa ruim, afirmou, com todas as letras, que não votaria em Flavio Bolsonaro.

Eduardo entreguista, que operou contra o Brasil nos EUA no caso das tarifas de Trump, disse que o sujeito é um entreguista, que nesse submundo do umbral é considerado até elogio, um cafuné no ego do sacripanta da casa.

Já Nikole do batom não se fez de rogada e compartilhou um post do mesmo perfil sem atacar Eduardo e Flavio, usando ataques a Lula como prova de amor à família miliciana.

O problema é que Eduardo, o grande anão moral, já tinha sapecado esse perfil como traidor maldito do clã. Não bastasse, o “influenciador” do bigodinho escrotinho, com um nomezinho ainda mais fuleirinho,  Kim Paim, criticou Nikolas por ter compartilhado o perfil alemão. Em seguida, a coisa ganhou dimensão de guerra de piolhos dentro do próprio ninho.

Nikolas mandou aquele kkk da Ku Klux Klan brejeira e aquela espécie de risinho dos imbecis, deixou Eduardo possesso com o comparsa André Valadão.

Ou seja, o cheiro de enxofre das fezes arremessadas por ambas as partes, tomou o ambiente digital insuportável e, além de dizer que o pouca sombra de BH tinha desrespeitado a família real, acusou o office boy do capeta de usar os algoritmos das próprias redes para dar visibilidade a quem deseja a morte fulminante do papai Jair com um raio na testa, dizendo que o sujeito comemorou a prisão do genocida golpista e que, por isso, ele odeia a família.

Flavio, no entanto, enfiou a viola no saco e ficou mudo, assim como o zero apoio público de Nikolas à sua candidatura, e aí está o buraco negro do furdunço neonazista.

O kkk de Nikolas soou como provocação e falta de lealdade ao beija-mão do condenado a 27 anos de cadeia e atual porta-voz dos presos da Papuda.

Na verdade, toda essa meleca nada tem a ver com catimbas de rachas antigos. A omissão de Nikolas, que causou ressentimentos, é bem outra e, sobretudo muito objetiva, o duendezinho não quer exaltar a candidatura de Flavio para não ser centrifugado para o esgoto que a lama de sua ficha corrida, que será exposta, de casos escabrosos de Flavio, vai jorrar.

O problema não é o que Nikolas quer, mas sim o que ele não quer, que é virar ingrediente de uma massa fétida, que será apresentada à população,  sobre o gerente da família em Rio das Pedras e Muzema, mas não só isso, as suas armações criminosas em hospitais federais cariocas que estavam sob seu controle na era em que seu papai detinha a caneta da presidência da República.

Ou seja, meus caros, o diabo ensinou a Nikolas essa maneira subjetiva de desistir dos Bolsonaro, mas principalmente de Flavio, e o custo político e eleitoral da exposição em foto oficial ao lado do queima-filme. Certamente pensou, entre pilantrão e pilantrões, fico com a igreja Lagoinha de Daniel Vorcaro e André Valadão.

A boa notícia é que essa guerra entre Nikolas e o clã continua rolando no X e deve render muito mais capítulos e exposição de vísceras. Enão, preparem a pipoca.

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Política

Após pedido do Master, gestão Bolsonaro fez mudanças no INSS que permitiram fraude, diz jornal

Criação de normas específicas para cartão consigando de benefício favoreceu operações do Credcesta

Mudanças nas regras do crédito consignado feitas pelo INSS durante o governo Jair Bolsonaro favoreceram a expansão de um produto financeiro do Banco Master. Documentos indicam que uma das alterações foi publicada apenas 16 dias após o banco solicitar autorização para operar o chamado cartão consignado de benefício. As informações são de Vinicius Sassine, da Folha de S. Paulo.

A medida abriu caminho para o crescimento do Credcesta, produto levado ao banco pelo empresário Augusto Lima, que posteriormente se tornou sócio de Daniel Vorcaro. O cartão combina crédito consignado com serviços adicionais, como descontos em farmácias e assistência funeral, e se tornou peça central nas operações da instituição entre 2022 e 2025.

Criado inicialmente para servidores públicos, o Credcesta passou a alcançar aposentados e pensionistas após a edição de normas específicas pelo INSS. Dados do órgão mostram um crescimento acelerado: os contratos saltaram de cerca de 105 mil em 2022 para 2,75 milhões em 2024.

A primeira mudança normativa ocorreu em março de 2022, permitindo o uso do cartão consignado de benefício, mas sem detalhar sua operação. Em junho do mesmo ano, após solicitação formal do Banco Master, o INSS publicou uma nova instrução normativa com regras mais específicas, viabilizando na prática o funcionamento do produto.

O aditivo que incluiu o Credcesta no acordo de cooperação com o INSS foi firmado em julho de 2022. A partir daí, o banco foi o primeiro a explorar o novo modelo, ampliando rapidamente sua atuação.

Investigações posteriores levantaram suspeitas sobre a legalidade dessas operações. A atual gestão do INSS aponta irregularidades no modelo, incluindo a possibilidade de cobrança de juros sobre juros e falhas na formalização dos contratos. Por esse motivo, o acordo com o Banco Master não foi renovado.

Em paralelo, a Polícia Federal investiga um suposto esquema de fraudes envolvendo descontos indevidos em benefícios previdenciários. Segundo as apurações, o ex-presidente do INSS, José Carlos Oliveira — que posteriormente adotou o nome Ahmed Mohamad Oliveira — teria atuado de forma estratégica no esquema.

A defesa de Vorcaro afirma que o banco seguiu todas as normas estabelecidas pelo INSS. Já o instituto não respondeu aos questionamentos recentes sobre o caso, e a defesa do ex-gestor não foi localizada.

*ICL


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Nunca a mídia brasileira se mostrou tão afeita a um candidato de extrema direita


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No Brasil, a mídia industrial trabalha propositadamente no mesmo campo mental da ultradireita bolsonarista.

Não há maiores difiuldades para entender essa técnica, por isso, de forma insuspeita, atestamos essa afirmativa.

Infelizmente, a orientação da mídia sobre o genocídeio em Gaza, pelos EUA e Israel, onde mulheres e crianças são a maioria das vítimas fatais, é a mesmíssima de Bolsonaro, a de aplaudir, de exaltar, assim como os ataques dos mesmos países ao Irã.

O resultado não poderia ser outro, as fontes do bolsonarismo de guerra, de hospícío e da mídia, são as mesmas. A agudeza desse engenho sionista no Brasil, idem. É uma coisa tão deslavada que não há argumentaçao capaz de ser cínica ao extremo para negar a parceria jamais vista  no Brasil entre mídia e extrema direita.

Para completar, a afinidade entre esses umbrais, a exaltação a Trump, no Brasil, pela mídia e pelo bolsonarismo é outro atestado insuspeito dessa liga maligna que enfeita a retórica dessa gente.

Assim também foi aquele surto proposital da Globo com o seu powerpoint contra Lula, amplamente difundifo pelos bolsonaristas, o que eles não esperavam é que o mesmo powerpoint prestasse um desserviço tão grande à Globo, no maior tiro no pé da história, obrigando a Globo a pedir desculpas e tirar Andreia Sadi de cena para tentar salvar o que sobrou da sua imagem depois do bizonho e repudiado quadro.

Mais do que isso, nao foi uma reação que apenas tratorou a Globo, foi uma indicação instintiva de que este deve ser sempre o caminho adotado para contrapor à imundície que, tanto os bolsonaritas quanto a Globo utilizarão para blindar os Bolsonaro e atacar Lula, deixando a caquética forma de destruir reputações de calça arriada em pleno espaço público.

Mas que fique bem claro que a besta do balão nasce do casamento entre grande mídia e bolsonarismo, sob a regência do sionismo e o trumpismo tatuado na alma dessa gente, seja para roubar as terras raras brasileiras, seja para liquidar o Pix em nome dos bancos norte-americanos, controlados pelos sionistas que controlam o próprio governo Trump, como denunciado por gente da alta cúpula do governo americano

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Contra os ruídos dos reacionários, a luz dos progressistas

Sem poder atacar o governo Lula pela pauta da economia e muito menos no quesito corrupção, porque Flavio Bolsonaro terá que fugir desse assunto como o diabo da cruz, a estratégia será a de atacar os pobres do Bolsa Família.

Para piorar, a repercussão negativa do discurso de Flavio nos EUA, oferecendo as terras raras brasileiras para Trump, acabou suscitando a  real possibilidade de, num eventual governo Flavio, o Pix ser desruído em troca do apoio de Trump a sua candidatura.

Então, o que sobrou para o bolsonarismo de guerra e para a própria mídia, que é irmã siamesa dos senhores da milícia carioca, são os inúmeros programas sociais do governo Lula, mas sobretudo o Bolsa Família.

Lógico, estão atacando, como fonte de suas críticas, os pobres, os pretos, os favelados, os desvalidos, ou seja, aquela população de 34 milhões que, com Bolsonaro, foi parar na fila do osso, porque o genocida os devolveu para a miséria absoluta.

Preparem-se para uma convulsão bélica que se intensificará cada vez mais na campnha de Flavio, crispada de energia do mais fecundo ódio do inferno.

Isso é uma pista clara de que as bruchas do bolsonarismo farão barulho, como já está desenhdo, para turvar com cores de louvores os Bolsonaro, na tentativa de usar o pincel para borrar o quadro social que mudou enormemente nos três anos de governo Lula.

Não obstante, essa tentativa co-irmã da mídia, também escrava da Faria Lima, apresentará santeiros vulgares para soprar o apito de cachorro contra Lula na tentativa de embaçar a extensa folha corrida de crimes dos Bolsonaro, mas sobretudo de Flavio, e as novas revelações deste, que tem a vocação, como primogênito do clã, de melhorar de vida a partir de um vigoroso e invariavelmente cúmplice com quadro mais precioso de todo tipo de corrupção nativa.

Por isso, uma forma de detonar esse giroscópio de uma perna só, é  amarrar o vigarista no pé da mesa e tacar luz para descortinar a linha dos novelos que ele tentará esconder de seus incontáveis crimes de suborno, rachadinha, formação de quadrilha e peculato.


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Se é Bolsonaro, é mau

Bolsonaro segue sendo reconhecido como o mais perverso presidente da história do Brasil, ou seja, o clã Bolsonaro é um laboratório de iniquidades, que se tornou uma marca oficial da família.

O brasileiro, que tem conexão emocional com os Bolsonaro, sabe que tem as mãos sujas de sangue, porque a essência de toda essa família é a de transmitir ódio no lugar de humanismo e isso tem utilidade para fixar na mente das pessoas que o mal e o crime dão lucro, a começar pelo varão da família, Jair Bolsonaro, seguindo com o 01 até o 04.

O B dos Bolsonaro é o B de bárbaros, e eles acham que essa é uma marca da barbárie que faz sucesso entre os bolsonaristas e, por isso, inundaram o Brasil de ódio como modelo original de governabilidade.

A ideia faz sucesso entre os maiores delinquentes do país, sobretudo no meio de um legítimo miliciano como o vizinho de Bolsonaro que assassinou Marielle.

Flavio precisa ser desmascarado desse padrão político em que veste o manequim de fascista cordial.

Bolsonaro, na verdade, como revelado na pandemia, confunde-se com terrorismo de Estado que se somou ao vírus da covid numa guerra contra a população que matou mais de 700 mil brasileiros.

Se isso não é um alerta para quem votou em Bolsonaro em 2018 ou 2022, que fique registrado que não há dúvidas de que todos lá sempre reservarão ao povo o que existe de pior.

Essa gente nao é amiga de ninguém. Para o clã, não existe amizade sem interesse, por isso o pai é idolatrado pelos filhos, porque ficou rico, e muito rico, utilizando-se desse expediente.

Jamais, em tempo algum, viu-se no Brasil um president4e que fizesse tanto mal à população e Flavio pretende fazer o mesmo se chegar à cadeira da presidência.


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Flavio quer o TrumPix para o Brasil

É pura charada, Flavio não quer simplesmente acabar com o Pix no Brasil, quer mais, muito mais, quer criar aqui o TrumPix com as bandeiras americanas de cartão crédito, como o próprio Trump já revelou.

No Brasil, alguém em sã consciência, acha que Flavio Bolsonaro que, desesperadamente, busca a anistia para seu pai, vai se preocupar com o Pix que atende, de graça, um brasileiro pobre numa cidadezinha perdida nos recessos da Paraiba?

Essa gente do clã Bolsonaro é perversa com o povo brasileiro em tudo o que puderam produzir de mal, de fazer inveja nos piores crápulas da humanidade. Exemplos não faltam, Flavio apenas quer reproduzir a mesma lógica da Petrobrax, ideia que surgiu com o genro de FHC para entregar a Petrobras aos EUA.

Essa sempre foi a areia que encheram de dinheiro e ouro em pó os caminhões da direita.

Em um vídeo, Flavio diz que foi o pai quem criou o Pix, o que é uma mentira deslavada, na verdade, Bolsonaro não tinha a menor ideia do que seria o Pix, que vinha sendo estudado pelo Banco Central antes mesmo do sabotador Temer vampirizar por dentro o governo Dilma.

Aqui já falamos do inacreditável absurdo do sujeito oferecer a Trump, em troca de apoio eleitoral, nada menos que as cobiçadas terras raras brasileiras e os minerais críticos nos quais os gringos estão com o olho pra lá de gordo.

Para Flavio, entregar o Pix é apenas entregar um palito para Trump palitar os dentes depois do banquete.

Os caras são inescrupulosos e não economizam maldade contra o povo brasileiro, como a entrega da BR Distribuidora e da refinaria Landulpho Alve, da Bahia, em troca das famosas joias árabes que a família surrupiou,

Não adianta Flavio pintar a cara de branco, quando, na verdade, por baixo tem uma criatura que é capaz de entregar a cabeça da mãe por dinheiro, pintar-se para a guerra e vocalizar seus gatafunhos virtuais, como fez o pai para conduzir 34 milhões de brasileiros para a miséria, tirados por Lula nos últimos três anos.

Flavio usará o Pix para seu interesse e de sua família, não terá o menor escrúpulo em entregar para Trump, tratorando mais de 80% da população para dar boas hospitalidades à ambição daquele governo e de seus emprsários. E dane-se os milhares de lugarejos Brasil afora que nem bancos têm.

Por isso, em alto e bom som, diga NÃO a Flavio Bolsonaro e seu TrumPix.


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Como a Lava Jato e as privatizações de Bolsonaro afastaram o Brasil da autossuficiência em diesel

Guerra no Irã expôs dependência externa do país, agravada por corte de investimentos e venda de refinarias

A guerra no Irã e a disparada do preço do petróleo no mercado internacional voltaram a expor uma fragilidade estrutural do setor de combustíveis no Brasil. Entre 27 de fevereiro e 31 de março, refinarias privatizadas no governo Jair Bolsonaro elevaram o preço do diesel muito acima da Petrobras. Na Bahia, a Refinaria de Mataripe passou a vender o combustível 64% acima da estatal. No Amazonas, a Refinaria da Amazônia (REAM) chegou a um valor 76% superior.

O impacto imediato no preço ao consumidor ajuda a explicar por que o diesel voltou a protagonizar o debate energético no país, com ameaças de uma nova greve de caminhoneiros, um programa de subvenção e promessas da presidenta da Petrobras, Magda Chambriard, de tornar o país autossuficiente na produção do combustível em 5 anos.

Diferentemente da gasolina e do gás de cozinha, o diesel segue sendo o principal ponto de vulnerabilidade do abastecimento nacional. Embora o Brasil tenha alcançado a autossuficiência em petróleo, ainda depende da importação de cerca de 30% do diesel que consome — proporção confirmada pelo próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao defender a recomposição da capacidade de refino nacional.

Essa dependência não tende a desaparecer tão cedo, segundo o Plano Decenal de Expansão de Energia 2035, da Empresa de Pesquisa Energética (EPE). Segundo o documento publicado no ano passado, portanto, antes das últimas declarações de Chambriard, mesmo com novos investimentos em refino, o Brasil seguirá sendo um importador líquido de diesel ao longo da próxima década. A projeção é que, em 2035, as importações líquidas do combustível cheguem a 52 mil metros cúbicos por dia, o equivalente a aproximadamente 25% da demanda nacional.

No mesmo documento, a EPE projeta que o país poderá se tornar autossuficiente em gasolina no médio prazo e superavitário em GLP, o gás de cozinha, a partir do fim desta década. O diesel, portanto, não é apenas mais um item da conta dos combustíveis, mas o elo mais frágil de uma cadeia que impacta diretamente transportes, alimentos, inflação e custo de vida.

Para pesquisadores do setor e dirigentes petroleiros ouvidos pelo Brasil de Fato, essa vulnerabilidade não é resultado apenas de oscilações geopolíticas recentes. Ela foi construída ao longo dos últimos anos, com a interrupção de projetos de expansão do refino, a adoção do Preço de Paridade de Importação (PPI), a abertura do mercado para importadores e a venda de refinarias e outros ativos estratégicos da Petrobras.

A justificativa para o atual momento de fragilidade passa por uma linha do tempo que cruza Lava Jato, mudança na política energética, decisões do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e privatizações levadas adiante nos governos Michel Temer e Jair Bolsonaro.

Do projeto de autossuficiência ao aumento da dependência
Embora o Brasil tenha alcançado a autossuficiência em petróleo com a expansão da produção no pré-sal, não conseguiu converter essa posição em autossuficiência na produção de combustíveis, especialmente no diesel.

Segundo o coordenador-geral da Federação Única dos Petroleiros (FUP), Deyvid Bacelar, o Brasil produz hoje quase 4 milhões de barris de óleo equivalente por dia e exporta cerca de 1,6 milhão de barris diários, com 80% da produção oriunda do pré-sal. Ainda assim, segue importando cerca de um quarto do diesel consumido internamente.

Essa contradição, segundo pesquisadores e dirigentes do setor, se explica pela interrupção de um projeto de expansão do refino que poderia ter reduzido de forma estrutural a dependência externa do país. No Plano de Negócios e Gestão 2014-2018, a Petrobras projetava ampliar sua capacidade de processamento, substituir importações de derivados e se tornar exportadora líquida a partir de 2016. A carteira incluía duplicar a capacidade da Refinaria Abreu e Lima (RNEST), a implantação do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) e a construção das refinarias Premium I e II, no Maranhão e no Ceará.

“Se esse planejamento estratégico tivesse sido colocado em prática, nós teríamos hoje a autossuficiência na produção de combustíveis”, argumenta Bacelar.

Para o economista Eric Gil Dantas, do Instituto Brasileiro de Estudos Políticos e Sociais (Ibeps), se o plano tivesse sido mantido, o Brasil poderia ter transformado sua autossuficiência em petróleo em autossuficiência em combustíveis. O diesel, porém, ficou para trás justamente no momento em que a expansão do refino foi freada. “A conta está sendo paga agora. A gente poderia ser autossuficiente em combustíveis e não estaria passando por isso”, diz.

A ruptura começa a ganhar forma entre 2014 e 2016, em um contexto de queda do preço do petróleo, avanço da Lava Jato, crise política e mudança na estratégia da Petrobras. Para o diretor técnico do Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (Ineep), Mahatma Ramos, foi nesse período que se interrompeu um projeto nacional ancorado na segurança e na soberania energética. “A gente tem essa dependência hoje muito pela interrupção de um projeto nacional de desenvolvimento ancorado na segurança e soberania energética”, afirma.

Lava Jato, corte de investimentos e mudança de rota
Em junho de 2015, a Petrobras reduziu em 37% os investimentos previstos para os anos seguintes e anunciou um amplo programa de venda de ativos. Na prática, isso significou frear o projeto de expansão do refino. As refinarias Premium I e II foram abandonadas, o Comperj foi redimensionado e a ampliação da Refinaria Abreu e Lima ficou para depois.

O avanço da Operação Lava Jato coincidiu com a paralisação de grandes obras da Petrobras e com o enfraquecimento de setores industriais ligados ao petróleo. Para Mahatma Ramos, a operação não atingiu apenas a estatal, mas uma cadeia produtiva inteira. “O que a gente observou com a Lava Jato foi um desmonte, por exemplo, da indústria naval no Brasil”, afirma.

Foi nesse ambiente que a Petrobras passou a deixar em segundo plano o projeto que buscava ampliar a produção nacional de combustíveis. A empresa seguia aumentando a extração de petróleo com o pré-sal, mas se afastava do objetivo de reduzir a dependência externa de diesel e outros derivados.

“A Lava Jato permitiu esse cavalo de pau de uma empresa que investia para uma empresa que apenas desinvestiu”, completa o economista Eric Gil Dantas.

PPI, Cade e a abertura do mercado
A mudança de rumo não ficou restrita ao corte de investimentos. Em 2016, já no governo Michel Temer, a Petrobras adotou o Preço de Paridade de Importação (PPI), política que passou a alinhar os preços dos combustíveis aos preços internacionais do petróleo em dólar, além de variáveis como frete e seguro. A justificativa era abrir espaço no mercado brasileiro para novos agentes no mercado e reduzir o risco de desabastecimento.

Para Eric Gil Dantas, a promessa de que a concorrência derrubaria os preços nunca fez sentido no caso do refino. “O mercado de combustíveis é muito mais complexo do que esse blá-blá-blá liberal de que, com mais agentes, os preços cairiam”, afirma. Segundo ele, refinarias são estruturas pensadas para abastecer mercados regionais e não operam em lógica de concorrência direta, como se uma pudesse simplesmente surgir ao lado da outra para disputar consumidores.

A nova política de preços criou as condições para que importadores passassem a disputar espaço com a Petrobras e pressionassem por mudanças mais profundas no setor. Foi nesse contexto que a Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), criada em 2017, recorreu ao Cade para enfraquecer o poder de precificação da estatal e abrir caminho para a venda de refinarias. “O Cade foi um mecanismo utilizado pela Abicom e pelo Paulo Guedes para forçar, entre aspas, a privatização dessas refinarias”, afirma, fazendo referência aos esforços privatistas do governo de Jair Bolsonaro.

O acordo firmado entre Petrobras e o Cade em 2019, governo Bolsonaro, previa a venda de oito refinarias. À época, a estatal detinha cerca de 98% da capacidade nacional de refino, e o Cade defendia que a alienação dos ativos estimularia a concorrência regional. Na prática, porém, o que se viu foi a formação de monopólios privados em mercados já estruturados em bases territoriais.

“Quando se privatizou, você criou monopólios privados naquelas regiões”, resume Dantas. Na Bahia, a Refinaria Landulpho Alves, rebatizada de Mataripe, passou ao controle do grupo Mubadala. No Amazonas, a Reman virou REAM sob comando da Atem. Em vez de mais competição, o país passou a conviver com refinarias privadas mais expostas ao mercado internacional e menos dispostas a amortecer choques de preço.

“Essas refinarias que faziam parte da holding da Petrobras foram transformadas em empresas subsidiárias e posteriormente vendidas sem aprovação do Congresso”, afirma. Na avaliação do pesquisador, foi assim que a estatal começou a ser “desmanchada por partes”.

Esse processo também abriu espaço para a explosão das tradings importadoras de combustíveis. Segundo Deyvid Bacelar, antes do golpe de 2016, havia cerca de 70 empresas desse tipo operando no país. No governo Bolsonaro, esse número chegou a quase 600. A nova configuração consolidou um mercado mais dependente de importações, mais sensível à volatilidade externa e menos controlado pela Petrobras.

No mesmo período, a Petrobras se desfez de ativos considerados estratégicos para o abastecimento, como a BR Distribuidora, a Liquigás e parte relevante da infraestrutura de transporte de gás. Para Mahatma Ramos, o efeito combinado dessas decisões foi ampliar a vulnerabilidade do país a oscilações externas e reduzir a capacidade do Estado de coordenar a cadeia de combustíveis do poço ao consumidor.

Em vez de uma empresa integrada, o país passou a ter uma cadeia mais fragmentada, mais dependente do setor privado e mais exposta às decisões do mercado internacional. “Você cria um mercado mais dependente do exterior e mais exposto às oscilações internacionais”, resume Bacelar.

Retomada do refino tenta reduzir a dependência de diesel
Foi esse processo de desinvestimento, privatização e fragmentação da cadeia de combustíveis que aprofundou o déficit brasileiro no refino de diesel. Enquanto ampliava a produção de petróleo, o Brasil reduzia ou adiava investimentos em capacidade de processamento, vendia ativos estratégicos e abria mais espaço para importações. Segundo especialistas ouvidos pelo Brasil de Fato, o resultado foi um descompasso que ainda marca o setor: o país exporta óleo cru em grande escala, mas segue sem refinar internamente todo o diesel de que precisa.

A reação a esse quadro começou a ganhar forma no terceiro governo Lula. A Petrobras retomou investimentos no parque de refino, elevou o fator de utilização das refinarias e voltou a apostar em obras que haviam sido deixadas para trás, como a ampliação da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, e o desenvolvimento do Complexo de Energias Boaventura, no Rio de Janeiro. A estatal também vem modernizando unidades já em operação para ampliar a produção de diesel de baixo teor de enxofre.

A mudança de rumo aparece também no discurso da direção da empresa. Nesta semana, a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, disse que a companhia estuda perseguir a autossuficiência em diesel nos próximos cinco anos, justamente para reduzir a exposição do país a choques geopolíticos. Dias depois, Lula afirmou ter interesse em recomprar a Refinaria de Mataripe, na Bahia, sob o argumento de que a unidade produz menos do que poderia e precisa voltar a ter papel mais relevante no abastecimento nacional. Ele também já manifestou o mesmo em relação à Ream, no Amazonas.

Para Deyvid Bacelar, a reconstrução exigirá mais do que retomar obras pontuais. “Você desmonta um sistema ao longo de anos e não consegue reconstruir isso de uma hora para outra.”

Entre segurança energética e transição, o país disputa seu futuro
A tentativa de recuperar a capacidade de refino ocorre em meio a outra disputa estratégica: a da transição energética. Para Mahatma Ramos, o Brasil não perdeu a condição de liderança relativa nesse debate, porque já tem uma matriz elétrica mais limpa do que a maior parte do mundo e acumulou experiência em biocombustíveis e outras rotas de baixo carbono. O problema, segundo ele, é que a transição não avança em linha reta nem substitui, no curto prazo, a necessidade de garantir abastecimento e segurança energética.

A alta recente do petróleo ajuda a explicar esse impasse. De um lado, encarece combustíveis, pressiona a economia e reforça a urgência de alternativas menos dependentes dos fósseis. De outro, aumenta a rentabilidade do próprio setor petrolífero e estimula novos investimentos em exploração, produção e refino. “O que a gente vai observar nas próximas décadas é um avanço paralelo dessas duas geopolíticas”, diz Ramos, referindo-se à permanência do petróleo como ativo estratégico e ao crescimento das energias renováveis.

*BdF


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Política

Se é Lula, é Brasil

Soberania não é uma tese em exame, muito menos retórica de inspiração de momento, é um campo de batalha sem armas de fogo, mas de independência de um povo.

É assim que Lula trata a soberania do Brasil na produção de combustíveis. Assim, o chefe da nação manifesta interesse em recomprar a refinaria Landulpho Alves, na Bahia, privatizada por Bolsonaro em 2021, vendida para árabes abaixo do preço de mercado, quando recebeu de presente joias valiosas.

Em última análise, mais do que um produto, Lula está recomprando a soberania energética do Brasil, prometendo algo que vale muito para os brasileiros.

Assim fica fácil entender que soberania nacional não é um slogan, mas algo que soa natural e simples de reproduzir, somado à autoridade não só do presidente, mas da própria sociedade brasileira diante de uma situação extrema como a guerra entre Israel e EUA versus Irã, que gerou o fechamento do Estreito de Ormuz.

É uma atitude memorável de Lula, qua habita o ideal dos brasileiros. Ou seja, é uma conexão afetiva entre governo e sociedade.

O governo Lula não tem comparação com o governo tocado pelo clã Bolsonaro, que sonha com a cadeira da presidência como produto de barganha para anistiar um golpista corrupto com planos assassinos, traçados às escuras.

Outros anúncios em prol da soberania nacional serão feitos por Lula até o final do seu terceiro mandato, mostrando a diferença abissal de seu antecessor que hoje rege a cabeça de seu filho na disputa presidencial.


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