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Áudio do Casseta e Planeta em homenagem ao bananinha Eduardo Bolsonaro

Não é sem motivos que Eduardo Bananinha Bolsonaro virou um dos assuntos mais comentados nas redes depois que o STF rejeitou sua ação contra Kim Kataguiri por tê-lo chamado de Eduardo Bananinha.

Para uma família de misóginos, homofóbicos, nazomachistas, e principalmente para ele, foi a morte ter sido revelado por uma ex-namorada que ele tem um dote do tamanho de uma bananinha. Pior, bananinha praticamente se transformou em sobrenome de Eduardo.

Para piorar um pouco mais, O STF rejeitou sua denúncia contra Kim Kataguiri. Bastou isso para o fato explodir nas redes sociais com todo o tipo de piada possível, desde o seu machismo ferido a sua ação concreta como parlamentar, que foi “defender” a sua honra tentando processar Kataguiri.

Imediatamente veio à cabeça o samba “Eu tô Tristão”, bem adequado a essa galhofa que o imbeciloide está tendo que aturar na internet. Faz todo sentido.

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Gleisi cobra STF após Bolsonaro dizer à imprensa italiana que Lula era ligado ao narcotráfico

A presidenta nacional do PT condenou as declarações mentirosas de Bolsonaro contra Lula em TV italiana.

A presidenta nacional do PT, Gleisi Hoffmann, reagiu neste domingo (31) à entrevista em que o presidente Jair Bolsonaro difundiu fake news contra o ex-presidente Lula, associando-o ao narcotráfico. A parlamentar cobrou que o Supremo Tribunal Federal (STF) atue contra o mandatário.

“Isolado, sem preparo e desesperado com aumento de desaprovação popular, Bolsonaro ataca Lula com fake news em entrevista na Italia”, disse Gleisi no Twitter.

“Muito grave. Esse homem não pode continuar mentindo livremente por aí. O STF deve resolver isso no inquérito das Fake News. É urgente!”, completou a parlamentar.

Durante entrevista à rede de TV italiana Sky TG24, Bolsonaro disse que “o chefe do Serviço Secreto da Venezuela, preso faz pouco tempo, disse que Lula recebia dinheiro, e todas as autoridades de esquerda recebiam financiamentos do narcotráfico, fundos enviados também à Espanha”.

A declaração se baseia em um documento anódino, sem qualquer prova, difundido por um jornal de extrema-direita da Espanha que acusa diversas lideranças progressistas internacionais de receber dinheiro do governo da Venezuela.

Desertor do regime chavista e residente na Espanha, Hugo Carvajal – apelidado de “El Pollo” – se juntou à extrema-direita e apoiou publicamente a “autoproclamação” de Juan Guaidó. A carta difundida por ele surgiu como uma forma de evitar extradição para os Estados Unidos, onde poderia enfrentar prisão perpétua. Essa estratégia deu certo e Carvajal seguirá em solo espanhol, após a suspensão da extradição em 22 de outubro.

Nenhuma prova foi apresentada sobre esses supostos financiamentos, mas isso tem sido usado como arma de ultradireitistas para atacar progressistas. Além de Lula, estariam na lista de financiamento Néstor Kirchner (Argentina), Evo Morales (Bolívia), Fernando Lugo, (Paraguai), Ollanta Humala (Peru), Manuel Zelaya, (Honduras), Gustavo Petro, (Colômbia) e Movimento 5 estrelas (Itália)… Uma ação que parece orquestrada por Steve Bannon.

*Com informações da Forum

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Vexame mundial: Bolsonaro não participa nem da foto de líderes do G20

Presidente não participou de passeio dos líderes do G20, que tiraram uma foto jogando moeda na Fontana de Trevi, tradicional ponto turístico de Roma.

O presidente Jair Bolsonaro participou de uma reunião neste domingo (31) com o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde, Tedros Adhanom Ghebreyesus, em Roma, onde participa da cúpula dos líderes das 20 principais economias do planeta, o G20.

Este foi o único encontro com autoridades do dia informado pela Presidência. Segundo afirmou o Planalto no Twitter, o encontro ocorreu “à margem da Cúpula de Líderes do G20”. Não foram divulgados detalhes do encontro.

A agenda oficial de Bolsonaro informa que o presidente participará da sessão de encerramento do encontro do G20 neste domingo, mas não cita reuniões com chefes de estado.

Mesmo com poucos eventos agendados, o presidente não participou pela manhã deste domingo do passeio dos líderes do G20 por Roma, que tiraram uma foto na Fontana de Trevi, conhecido ponto turístico.

Além de Bolsonaro, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, também foi um dos ausentes na foto.

Não há informações oficiais sobre a razão de Bolsonaro ter optado em não participar do passeio com os outros líderes do G20.

Agenda esvaziada

A participação de Bolsonaro na reunião do G20 tem sido marcada por uma agenda esvaziada. Chefes de Estado e de governo demonstraram pouco interesse em interagir com Bolsonaro.

Nas conversas informais da cúpula, Bolsonaro preferiu conversar, por exemplo, com o presidente Recep Erdogan, da Turquia, do que com o Olaf Scholz, vitorioso nas últimas eleições legislativas da Alemanha. Ao perceber que havia sido ignorado pelo brasileiro, o alemão foi falar com os primeiros-ministros Boris Johnson, do Reino Unido, Justin Trudeau, do Canadá, e Narendra Modi, da Índia, destacou a Radio France Internationale (RFI).

Na cerimônia de abertura do G20 no sábado, o primeiro-ministro italiano, Mario Draghi, cumprimentou muitos chefes de Estado e de governo com um aperto de mão. Porém o anfitrião evitou o presidente Jair Bolsonaro. O distanciamento entre os dois líderes chamou a atenção da imprensa italiana, que destacou que o dirigente brasileiro afirmou categoricamente que “não vai se vacinar contra a Covid-19”.

*Com informações do G1

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O jeca: Totalmente ignorado pelos líderes, Bolsonaro fica isolado no G20

Pelas janelas de vidro do suntuoso local escolhido para sediar a cúpula do G20, em Roma, a luz do sol parecia criar um ambiente especial. Nos autofalantes, uma música calma dava um tom de sofisticação. O ambiente com design italiano era de elegância e tinha como objetivo criar uma certa intimidade entre líderes que, juntos, representam 80% da economia do planeta.

Mas, num canto da sala, um homem parecia desconfortável: Jair Bolsonaro.

Segundo Jamil Chade, Uol, num local reservado e de altíssima segurança. Blindados, os líderes tinham naquela área um raro espaço quase confidencial para discutir o futuro do planeta.

E assim parecia ser o caso. Numa rodinha informal, Angela Merkel (Alemanha), Emmanuel Macron (França), Antônio Guterres (ONU) e Ursula van der Leyen (UE) debatiam a maneira que iriam pressionar a comunidade internacional para criar um fundo conjunto para garantir a distribuição de vacinas.

Mas, num canto da sala, um homem parecia sem interlocutores para debater política: Jair Bolsonaro.

Em outras rodinhas informais, a conversa era menos estratégica. Scott Morrison (Austrália), Justin Trudeau (Canadá) e Narendra Modi (Índia) e Boris Johnson (Reino Unido) falavam sobre como a pandemia exigiu uma nova forma de saudar entre as pessoas.

Mas, num canto daquela sala em Roma, um homem parecia sem amigos para conversar: Jair Bolsonaro.

Sobrou ao presidente tentar, sem sucesso, atrair a atenção dos garçons

Também existia espaço para conversas no pé do ouvido. Tedros Ghebreyesus, diretor-geral da OMS, puxou Van der Leyen para
debater o futuro da agência de Saúde. Mark Rutte, da Holanda, também fez questão de buscar seus principais aliados para conversas individuais.

Cada um deles, ao entrar no local e antes da cúpula oficial começar, encontrava rapidamente um velho amigo, um aliado ou um parceiro comercial. Quando o brasileiro chegou, não teve opção: cruzou o salão e foi diretamente para uma mesa onde garçons serviam um café. Nesse trajeto, não foi cumprimentado por ninguém, não parou para apertos de mão.

Com um dos garçons, puxou conversa: “Todo mundo italiano aí?”. Sem graça, o senhor que servia apenas fez um gesto positivo com a cabeça.

Bolsonaro não desistia e falou de suas origens italianas. Mas não conseguia atrair a atenção dos garçons. Começou então a fazer uma piada com a final entre Brasil e Itália, na Copa de 1970. Ninguém entendeu.

O brasileiro então se virou para o restante do salão e se deparou com um cenário de grupos que falavam entusiasmadamente sobre assuntos dos mais diversos. Ele, porém, permaneceu por longos minutos sozinho, apenas apontando o dedo para aqueles que ele achava reconhecer.

Quando um de seus seguranças se aproximou, Bolsonaro brincou e, em plena Itália, lançou mais comentário por conta da aparência do profissional: “máfia”.

Seus assessores foram atrás de amigos. E encontraram um deles: Tayyip Erdogan, presidente da Turquia e acusado de um desmonte da democracia. Antes de se aproximar ao turco, Bolsonaro lançou aos seus auxiliares: “me ajuda ai”.

A conversa, repleta de mentiras por parte do brasileiro, durou apenas alguns poucos minutos, sem gerar um só sorriso por parte do líder turco. Bolsonaro não perguntou como estava a Turquia, não falou das relações bilaterais e nem fez propostas para salvar o mundo.

Poucos instantes depois, outro líder que estava na roda e que foi ignorado pelo brasileiro decidiu virar as costas e falar com outro grupo. Era Olaf Scholz, o provável novo chanceler da Alemanha.

 

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Após pedido de Edir Macedo, Bolsonaro barra abertura de capital estrangeiro na mídia

Emissora do bispo Edir Macedo, da Igreja Universal, tenta conter entrada de grupos internacionais no capital de concorrentes.

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) cedeu à pressão do bispo Edir Macedo, dono da Record, e barrou uma PEC (proposta de emenda à Constituição) do Ministério das Comunicações que prevê uma reforma na radiodifusão e a abertura da mídia ao capital estrangeiro.

Hoje, a Constituição veta estrangeiros no controle de empresas de comunicação. A participação financeira de grupos de fora está limitada a 30%.

Apesar de discordarem dos mecanismos de abertura existentes na minuta da PEC, as demais emissoras —principalmente Globo, Band e RedeTV!— defendem a entrada irrestrita dos estrangeiros no país.

Os canais viram na postura da Record uma forma de retardar a internacionalização dos concorrentes, que, segundo pessoas que participam das conversas, prospectam parceiros globais.

Assessores do Palácio do Planalto afirmam que o pleito da Record, uma das principais aliadas do governo, ocorreu em uma conversa de Bolsonaro com o bispo Macedo há cerca de dois meses.

Por meio de sua assessoria, Macedo disse que “jamais conversou com o presidente da República, Jair Bolsonaro, sobre qualquer assunto relacionado a propostas de emenda constitucional”.

Ainda segundo seus assessores, o presidente concordou que a entrada de estrangeiros neste momento poderia colocar em risco seu plano de reeleição e o avanço das emissoras que, desde sua vitória nas eleições de 2018, tornaram-se próximas ao Planalto.

“Esse governo é totalmente contrário à entrada de estrangeiros”, afirmou à Folha o ministro das Comunicações, Fábio Faria. “E digo mais: nem o PT é a favor dessa abertura.”

Faria negou a existência de uma PEC sobre o assunto em sua pasta e disse que as emissoras tentam obter essa mudança na Constituição via Congresso, onde também existe uma proposta parecida.

No entanto, emissoras consultadas pela Folha afirmaram que existe uma minuta da PEC concluída pela área técnica do ministério, que aguardava a realização do leilão do 5G para avaliar a oportunidade de dar início às discussões entre governo e Congresso.

A posição do governo contraria o próprio ministro, que, em janeiro deste ano, afirmou em um evento da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) que a pasta começaria a discutir o fim das restrições a estrangeiros na mídia.

A quebra dessa barreira foi uma recomendação da OCDE para ajudar o Brasil a ganhar pontos na disputa por uma vaga no grupo.

Os interesses das emissoras são bastante diferentes em relação à parceria com estrangeiros. A Record, ainda segundo assessores do Planalto, não tem planos de atraí-los.

No mercado, especula-se que o SBT já procura compradores. A Band teria interesse em conseguir um parceiro capaz de injetar recursos em troca de 49% de participação.

Para isso, as emissoras buscavam modificar os termos da PEC do ministério que também promoveria uma mudança mais ampla nas regras da radiodifusão. Em outra frente, trabalhavam no Congresso, Casa na qual uma outra PEC está paralisada.

De acordo com as emissoras, a PEC do governo é bem diferente daquela elaborada pelo deputado Eli Corrêa Filho (DEM-SP), que prevê somente a ampliação da participação estrangeira de 30% para 49%.

As empresas insistem para que não haja limites e estrangeiros possam deter o controle de empresas de comunicação.

Para ser aprovada, é preciso passar pelas comissões do Congresso e ser votada em dois turnos na Câmara e no Senado.

*Com informações da Folha

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Na Itália, Frades se recusam a receber Bolsonaro em basílica

Basílica de Santo Antônio está localizada em Anguillera Veneta, cidade dos antepassados do presidente. Diocese apela para que Bolsonaro “promova políticas que respeitem a Justiça, saúde e meio ambiente”.

A Diocese de Pádua, localizada na cidade italiana de Anguillara Veneta, não concordou com a concessão do título de cidadão honorário concedido pela prefeita Alessandra Buoso ao presidente Jair Bolsonaro (Sem Partido). Os frades decidiram que, na próxima segunda-feira (1º), data em que Bolsonaro estará no local, não o receberão na basílica de Santo Antônio.

Anguillara Veneta é a cidade onde nasceu Vittorio Bolsonaro, em 12 de abril de 1878, que emigrou para o Brasil aos dez anos. Ele é um dos dezesseis trisavôs de Jair, treze dos quais são italianos, dois alemães e um brasileiro. Ele tinha planos de, durante a ida ao povoado de seus antepassados, visitar a basílica de Santo Antônio, de quem se diz devoto.

Porém, segundo o portal italiano La Stampa, os frades responsáveis pela basílica afirmaram que não haverá delegação para recebê-lo e que poderá fazer suas devoções “como um simples fiel”. De acordo com comunicado da diocese, a homenagem da prefeita ao presidente brasileiro criou “forte constrangimento”.

“Os bispos do Brasil, justamente nestes dias, estão denunciando em alto e bom tom a violência, os abusos, a exploração da religião, devastações ambientais e o agravamento de uma grave crise sanitária, econômica, ética, social e política, intensificada pela pandemia”, disse a nota, em referência a COP26, que Bolsonaro não participará.

*Com informações da Forum

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seis ex-funcionárias denunciam esquema de rachadinha de Alcolumbre

Com salários que variavam de R$ 4.000 a R$ 14.000 por mês, o valor da fraude é calculado em pelo menos R$ 2 milhões.

Seis mulheres revelaram que foram empregadas durante muito tempo no gabinete do ex-presidente do Senado e atual da Comissão de Constituição e Justiça, Davi Alcolumbre (DEM-AP), mas nunca receberam. Elas tinham salários que variavam de R$ 4.000 a R$ 14.000 por mês, mas recebiam em troca apenas uma pequena gratificação. Elas eram instrumentos do que se conhece popularmente como “rachadinha”.

Assim que eram contratadas, Marina, Lilian, Erica, Larissa, Jessyca e Adriana abriam uma conta no banco, entregavam o cartão e a senha a uma pessoa da confiança do senador. Salários, benefícios e verbas rescisórias a que elas teriam direito não ficavam com elas. O valor da fraude é calculado em pelo menos R$ 2 milhões.

“O senador me disse assim: ‘Eu te ajudo e você me ajuda’. Estava desempregada. Meu salário era mais de R$ 14.000, mas topei receber apenas R$ 1.350. A única orientação era para que eu não dissesse para ninguém que tinha sido contratada no Senado”, revelou a diarista Marina Ramos Brito dos Santos, de 33 anos.

O esquema de Alcolumbre funcionou de janeiro de 2016 até março deste ano. Cada senador tem direito a uma verba de R$ 280.000 reais por mês para contratar auxiliares. O uso desse recurso tem pouca ou quase nenhuma fiscalização.

Todas elas, que agora admitem a prática, são pessoas humildes, sem curso superior nem qualquer tipo de experiência legislativa. Bastava a elas emprestar o nome, o CPF, a carteira de trabalho e manter tudo sob o mais absoluto sigilo.

“Meu salário era acima dos R$ 14.000 reais, mas eu só recebia R$ 900. Eles ficavam até com a gratificação natalina. Na época, eu precisava muito desse dinheiro. Hoje tenho vergonha disso”, disse a estudante Erica Almeida Castro, de 31 anos.

Alcolumbre diz

Alcolumbre disse sobre o caso que se concentra nas atividades legislativas e que questões administrativas, como a contratação de funcionários, ficavam a cargo de seu então chefe de gabinete, Paulo Boudens. Ele disse ainda que não se lembra das ex-funcionárias citadas na reportagem e garante que ninguém estava autorizado a ficar com os salários das servidoras. Boudens foi exonerado em 2020 e não foi localizado até o fechamento da edição.

*Com informações da Forum

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Vice-presidente do PSL chama Bolsonaro de bandido e diz que votaria em Lula

O vice-presidente nacional do PSL, deputado federal Junior Bozzella (SP), disse, ao UOL Entrevista desta quinta-feira (28), que os governos de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) “não foram tão ruins assim” e que votaria no petista em um eventual segundo turno contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido). O PSL foi o partido pelo qual Bolsonaro venceu as eleições presidenciais de 2018.

“Bolsonaro nos faz reconhecer a excelência de um Temer e que o governo Lula não foi tão ruim assim”, disse o parlamentar.

Bozzela defendeu a pré-candidatura à Presidência do ex-juiz Sergio Moro e disse esperar que o também ex-ministro chegue ao segundo turno contra Lula. Porém, caso tenha que escolher entre o atual presidente e o petista, vota na segunda opção. Se, infelizmente, a gente falhar de levar nosso candidato, vou ter discernimento e fazer a opção menos pior”, admitiu o ex-aliado de Bolsonaro.

Durante a entrevista, Junior Bozzella também fez, mais de uma vez, autocrítica por ter apoiado Jair Bolsonaro à Presidência em 2018. O deputado afirma ter sido vítima de estelionato eleitoral.

“Não temos compromisso com erros. Bandido é bandido, seja ele de direita ou esquerda. A gente não tinha uma bola de cristal. Sabíamos do histórico dele. A minha impressão quando vi a ficha de filiação dele ao PSL foi horrível”, disse.

O parlamentar avalia que já há elementos suficientes para classificar Bolsonaro como um bandido. “A gente pode identificar uma série de improbidades. Acho que uma pessoa dessa incorre no processo de ser considerado um bandido”, afirmou.

Bozzella defende o impeachment de Bolsonaro, mas admite que não é viável politicamente. “Ele interditou os dois caminhos, com Augusto Aras, que parece até ter mudado de postura ultimamente, e Arthur Lira, eleito pelo Planalto”, disse.

*Com informações do Uol

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Nem o mais pessimista dos brasileiros poderia imaginar que o país chegaria a essa bandalha depois do golpe em Dilma

O país está de ponta a cabeça.

Ninguém tem dimensão do que ainda está por vir, só se sabe que, enquanto Bolsonaro estiver no poder, o aumento da tragédia nacional está absolutamente garantido. Pior, tende a se agravar diariamente em todas as áreas da vida nacional. Lógico, não para os bancos.

Não é sem motivo que os tubarões da agiotagem nativa andam desfilando nas redações da mídia para defenderem não só a permanência, mas a reeleição de Bolsonaro.

A coisa ganhou a dimensão de um nonsense tão grande que, mesmo a mídia afinada com a política de desmonte nacional promovida por Guedes, critica os resultados daquilo que, na essência, ela apoia e mostra que o colunismo de economia dos jornalões e TVs é, na verdade, departamento de marketing do grande capital e que basta que um colunista desses faça uma análise de causa e efeito para os próprios escorregarem na casca de banana que foram deixando pelo caminho em defesa de uma política que beneficia apenas uma casta em detrimento da população inteira e da saúde da economia.

O fato é que toda essa tragédia brasileira decorre do fator econômico, da política neoliberal anacrônica de Paulo Guedes, mas que também é dos tucanos, sejam eles da corrente ligada a Aécio, a Dória, a FHC ou a Leite. Eles que andam batendo cabeça e se desentendendo, têm afinidade entre si quando o assunto é neoliberalismo fundamentalista.

Bolsonaro é fruto disso. O golpe em Dilma foi fruto disso. A chegada de Temer ao poder foi fruto disso e a prisão de Lula também.

As 605 mil mortes de brasileiros pela covid têm relação direta com esse conjunto de interesses que se movem em prol do grande capital.

Não há como não associar o fascismo do neoliberalismo. Aliás, bastaria olhar para o Chile do sanguinário Pinochet para entender de que escola Paulo Guedes saiu e que resultado econômico, mas sobretudo social, ele pretende produzir para a sociedade brasileira.

 

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Vídeo: Sem saber que estava no ar, Bolsonaro sugere que vaga no STF é comprada com propina; com a palavra, o STF

Presidente achava que estava em off e explicou como é que faria para receber notas de R$ 100 em caixa de sapato. “Pra mim é fácil”, disse o presidente, que parou de falar quando ia revelar “quanto custa uma vaga no STF”.

Bolsonaro foi traído pela confiança na tarde desta quarta-feira (27). Durante uma entrevista a uma rádio com transmissão simultânea pela internet, no momento do intervalo comercial da emissora, mas não das imagens online, que seguiam no ar, ele começa uma conversa informal, e confusa, em que inicia falando da tarifa dos pedágios, para, na sequência, “explicar”, como numa “aula”, como é que se recebe propina sem ninguém ficar sabendo.

“O pedágio de moto no Paraná é R$ 9. Agora, o que eu apanho por causa disso… Pra mim é fácil… ‘Manda um sapato número 43 pra mim, meu número aqui, tá? Um beijo! Pronto, resolveu! Chega o sapato número 43 cheio de notinha de R$ 100 verdinha dentro”, falou Bolsonaro, sem rodeios ou meias palavras.

Na sequência, o ocupante do Palácio do Planalto começa a falar do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmando que as cadeiras na corte constitucional estariam à venda e que teriam preço. A conversa, no entanto, não chega ao fim.

“Quanto vocês acham que custa uma… Presta a atenção, pessoal! Quanto vocês acham que custa uma vaga pro Supremo Tri…”, segue o presidente, que se cala, com ar de susto, ao perceber (ou ser alertado) que estava no ar.

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