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Maníaco do Planalto: Com 22 pessoas de sua comitiva infectadas pelo coronavírus, Bolsonaro dobra a aposta no caos

Apesar de 22 pessoas de sua comitiva estarem infectadas pelo coronavírus, Bolsonaro segue minimizando e fará novo teste.

No futuro, historiadores não buscarão explicações na história de outros presidentes da República ou chefes de Estado, para as atitudes de Bolsonaro, mas nos maníacos, psicopatas, assassinos que horrorizaram a humanidade.

A essa altura do campeonato poucas certezas se tem de Bolsonaro e do bolsonarismo, mas uma delas é a de que é um corrupto ligado à barra mais pesada da contravenção nacional. Na verdade, não se tem notícia de um miliciano com mais atividade do que o clã do Vivendas da Barra.

Se a casa 58 desse condomínio falasse, o mundo, que já trata Bolsonaro com repugnância, certamente o elegeria como um dos piores monstros da história da humanidade.

Não é retórica afirmar que Bolsonaro traz um comportamento clássico de um maníaco, um psicopata perigoso com ideia fixa. É só analisar o seu histórico e comparar com suas ações nos dias que correm. Bolsonaro se alimenta do bolsonarismo para tentar se agarrar ao poder, porque já percebeu que não tem mais.

É nítido que, diante da pandemia de coronavírus, Bolsonaro está completamente deslocado do restante de seu governo na definição de papeis, Bolsonaro não tem nenhum, está alinhado com os que propagam que a China inventou o vírus numa grande conspiração intergalática para dizimar os povos da terra, exceto os chineses.

A consequência disso é que muita gente já se infectou no Brasil por culpa de Bolsonaro.

Agora há pouco, voltando do supermercado, o único motivo que me faz sair de casa, observei uma conversa de um motorista de Uber com um lixeiro, o motorista disse que o comércio não pode parar e que a pandemia de coronavírus não é bem assim, tem muita coisa inventada. Fui obrigado a intervir dizendo que jamais contrataria seu serviço pelo pouco apreço que tem à sua vida e a dos outros. Completei dizendo ao lixeiro, não vá nessa conversa, porque a coisa é muito séria e você dobra o risco do seu trabalho que já é muito arriscado com tanta exposição na coleta de lixo. O rapaz me olhou como quem entendeu o que eu disse e o motorista do Uber se calou.

Mas quantos outros diálogos desse tipo não acontecem por aí nas ruas e redes sociais estimulados especificamente pelo comportamento de Bolsonaro? Quantos profissionais da medicina Bolsonaro está colocando em risco com o seu discurso irresponsável? É só observar quantos já morreram na Itália ou mesmo na China tentando salvar vidas?

Mas o animal continuará ruminando e mugindo estupidez pelos quatro cantos do país enquanto não for tomada a decisão de tirar dele qualquer forma de comunicação e poder.

 

*Carlos Henrique Machado Freitas

 

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Vídeo – Epidemia de ódio: Menina que gritou “fora Bolsonaro”, levou um tiro durante ato na Paulista

Menina que gritou “fora Bolsonaro” levou um tiro na perna de um manifestante durante ato na Avenida Paulista.

Quem já passou perto de uma manifestação bolsonarista, sente no ar um cheiro de ódio, frustração e rancor, misturado a uma espécie de adolescência senil. Geralmente são velhotes, acima de 60 anos, querendo mostrar virilidade para si e para os outros. É que se chama de bancarrota humana de quem não se resigna com a idade, preferindo não envelhecer, mas apodrecer na própria miséria que se impõe.

É isso que o bolsonarismo produz. E foi um desses leões de chácara dispostos a uma servidão espontânea a Bolsonaro, exibindo coragem de um rato, vira um feroz animal contra vítimas como uma menina desprotegida que teve a “ousadia” de gritar “fora Bolsonaro!”.

O sujeito sacou da arma e deu-lhe um tiro na perna. Até o momento, os depoimentos não trazem o nome do estúpido criminoso, apenas a receita e a conclusão do que o bolsonarismo e a produção de suas barbáries.

Por isso vemos cartazes a favor do feminicídio e do AI-5. Essa gente saiu do subsolo do inferno para espalhar o coronavírus e o vírus de ódio pelo país, incentivados pelo presidente queima de arquivo.

https://www.facebook.com/100012526692707/videos/856511484776400/?t=36

 

*Carlos Henrique Machado Freitas

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Bolsonarismo, uma seita criminosa

É bom não confundir quem votou em Bolsonaro com o bolsonarismo. Mesmo parte do gado tem uma relação muito mais próxima com a história do PSDB do que com Bolsonaro, mas o grupo que a todo momento, desde a eleição, tenta sabotar a democracia, e isso não é hipótese é fato consumado, é criminoso. Pior, é de capital importância para a sobrevivência de Bolsonaro na presidência da República.

Toda a campanha infame que eles produzem contra determinada pessoa, instituição tem um chefe que usa as redes sociais como alto falante, mas é um negócio.

Agora mesmo, o STF acaba de rastrear os empresários que patrocinaram o ataque ao Supremo e ao Congresso. Não se sabe no que vai dar, mas fatalmente isso vai ser desbaratado com consequências imprevisíveis, o que não deixa de ser uma perda no caixa da organização criminosa.

E não se fala aqui no que se refere à relação que a cada dia descobre-se ser mais estreita entre o clã e a milícia. O que está em questão é o gabinete do ódio de Eduardo Bolsonaro linkado com a mansão de Allan dos Santos que terá agora seu sigilo telefônico e fiscal quebrado pela CPMI das fake news.

Este, que é o principal soldado de guarda da milícia digital, funciona como uma espécie de interventor do departamento de espuma do bolsonarismo. É de lá, do QG de Allan dos Santos que partem as ordens de ataques a jornalistas, ministros do STF ou a qualquer um que eles julgam cruzar o caminho do “mito”.

O bolsonarismo também dá apoio ao leão de chácara da família Bolsonaro, Sergio Moro. O capanga da milícia tem sempre apoio em suas ações voltadas a proteger o clã vindas desse mesmo núcleo, o que mostra que Moro é parte ou compadre dessa organização que está sempre ao seu dispor nas horas de catarse.

O fato é que hoje o universo do crime se harmoniza e se universaliza através de um ponto central, que é o bolsonarismo, milícia, Queiroz, indústria de fake news, de assassinato de reputação, de incitação ao ódio e à agressão. Tudo está dentro da lógica de departamento do crime. E é com essa gente que Bolsonaro conta para atravessar as tempestades que se avolumam cada dia mais contra seu governo, sua família, e contra si próprio.

Bolsonaro não vai abrir mão de ampliar o seu braço armado com outras vertentes criminosas para seguir seu projeto de poder cada dia mais ousado e violento.

 

*Carlos Henrique Machado Freitas

 

 

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Chegamos ao fim da era da fábrica de fake news. A direita não tem plano B para isso

Eduardo Bolsonaro e seu capacho do escritório do ódio, Allan dos Santos, foram aos EUA num tal congresso conservador, tentar comprar novos métodos de disseminar mentiras e ódio para dar uma sobrevida ao moribundo governo Bolsonaro.

Bastou o mercado se desiludir com Guedes para que a grande mídia entendesse o sinal verde para se descolar de Bolsonaro e descer-lhe o pau.

Hoje, os bolsonaristas que conheço, não defendem o governo Bolsonaro, no máximo, justificam o seu fracasso. Ninguém mais chama Bolsonaro de mito com o dólar no preço que está e a economia como está. Nesse ambiente, não há clima para ataque aos inimigos. Isso só piora a imagem do governo e do próprio Bolsonaro, mesmo no seu reduto.

Há sim, uma impaciência nos eleitores de Bolsonaro com a falta de resultados concretos de um governo ineficiente de A a Z.

Um dos sinais claros pode ser aferido no fracasso de assinaturas recolhidas para o partido criado por Bolsonaro, Aliança pelo Brasil que, de tão pífio, o partido não poderá participar do próximo pleito eleitoral.

São derrotas como essa que mostram uma realidade que o clã nega, mas não tem como justificar. Bolsonaro está nas cordas e delas não sai mais. Acabou a era da fake news cola tudo.

Lógico, como eu disse, ainda vão tentar usar desse expediente, por isso foram atrás dos gurus de campanhas sujas para tentar salvar a própria cabeça do bolsonarismo. Mas como vimos, pelo próprio histórico, fake news não é para construir nada, é para destruir, só que esse estoque parece que acabou, até porque as pessoas precisam de um mínimo de credibilidade para espalhar a mentira, coisa que não existe mais nesse universo de falsas de notícias ou manipulação delas, como é o caso da mídia e dos robôs de Bolsonaro.

Claro que a mídia, como sobrevive de notícias, sentindo que a coisa mudou, é a primeira a bombardear Bolsonaro por suas fake news, como a do vídeo que Vera Magalhães corretamente denunciou, em que Bolsonaro diz que era de 2015, mas com imagens de fatos de 2018 e de 2019, o que fez Bolsonaro sublinhar ainda mais sua imagem de vilão, não mais de mito.

Mas nem por isso transformou Vera Magalhães, que agora anda às turras com o clã, em heroína por combater o monstro amazônico, até porque a própria jornalista foi uma das entusiastas marotas do bolsonarismo “tudo, menos o PT”.

A mídia não tem mais espaço para produzir espetáculos como produziu desde a farsa do mensalão até a farsa da Lava Jato que promovia espetáculos circenses com Polícia Federal chegando nas casas de petistas, ao vivo, na Globo e em parceria com Moro, para criar uma atmosfera de combate à corrupção do governo do PT.

Tudo isso caiu por terra, seja pelos fatos cotidianos, que foram sendo debatidos, seja pelo papel fundamental do Intercept de colocar nus absolutamente todos os envolvidos na tramoia chamada Força-tarefa da Lava Jato e o comandante da milícia curitibana, Sergio Moro. O máximo que a Globo, que havia criado o personagem de Moro herói, faz agora em prol dele, é se negar a divulgar os vazamentos do Intercept. Ou seja, botou Moro debaixo de suas saias, mas ficou todo mundo mudo, por entender que, quanto mais defendesse Moro, mais contaminada ela ficaria nesse episódio.

De lá para cá, a Globo praticamente não cita a Lava Jato, Dallagnol ou Moro e quando dá qualquer notícia sobre o ex-herói, é de forma lacônica e protocolar.

Peguemos o exemplo do que ocorreu recentemente na tentativa de criminalizar a arte do Festival Punk Rock que criticava Bolsonaro.

Fosse na era de “ouro” de Moro na Globo, haveria um combinado entre a PF, a Força-tarefa da Lava Jato e Globo para que os organizadores do festival fossem cercados e levados coercitivamente, ao vivo e à cores, e com o japonês trambiqueiro da Federal em primeiro plano para, em seguida, dar uma coletiva para a própria Globo e congêneres e, no Jornal Nacional, a edição principal do feito heroico.

Isso, simplesmente, já condenaria todos os envolvidos no evento e pouco importaria se apresentassem um documento assinado por Moro o qual ele negou ter assinado para criminalizar o evento, porque a Globo não mostraria isso à população.

Então, o que vimos foi o oposto, em menos de 24 horas que Moro mentiu negando ser o mandante da operação policial contra a produção do evento por conta de um cartaz, ele foi desmentido com provas documentais, o que foi disseminado nas redes e blogs e, em seguida, descobriu-se que ele, na verdade, recebera ordem de um denunciante bolsonarista, especialista em disseminar fake news. Ou seja, a trama foi totalmente desbaratada numa tabelinha entre redes sociais e a própria mídia, no caso, Mônica Bergamo, da Folha. Moro não deu um pio sobre isso.

Para piorar, logo após Moro dizer que a milícia amotinada no Ceará não poderia ser classificada como criminosa, 43 PMs envolvidos nos atos terroristas, tiveram a prisão preventiva decretada por um juiz.

Quando se toma tudo isso e observa o conjunto da obra, comparando com aquela impávida atuação de Moro com todo o aparato midiático, como vemos acontecer agora, percebemos que essa turma de vigarista, que se classifica como conservadora, que nem isso é, no máximo pode ser classificada como miliciana, perdeu o chão, não tem mais onde fixar suas estratégias de ataques, pior, estão tendo que lidar com algo para o qual não têm o menor cacoete, que é produzir alguma coisa minimamente decente para driblar a enxurrada de denúncias que se somam, dia após dia, contra esse bando formado pela escória política, judiciária e midiática.

Por isso estão todos acovardados, na vã tentativa de que o tempo pode lhes tirar do lodo.

 

*Carlos Henrique Machado Freitas

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“Nossa aldeia é sem partido ou facção, não tem bispo, nem se curva a capitão”. Portela

No momento em que o Globo revela que metade dos povos indígenas isolados do Brasil é alvo de religiosos e que a milícia do Ceará soma quase 150 assassinatos desde início da paralisação de PMs, o carnaval é marcado pelas críticas contra a beligerância do bolsonarismo, as escolas de samba do Rio de Janeiro, no primeiro dia de desfile, produziram uma mistura de emoção, resistência e luta contra os tratados entre o governo Bolsonaro, milícia e pastores evangélicos, que têm como principal foco a mutilação da cidadania, a segregação, o racismo e a discriminação de negros, índios, mulheres e gays, resumindo a capacidade de fazer o mal que esse governo tem exercido.

Lógico que uma parte significativa da população carioca, principalmente das camadas mais pobres, viu-se espelhada nos enredos dos desfiles das escolas até aqui. Vários temas com várias versões desaguaram numa crítica contundente a esse estado de coisas que o Brasil vive e que assombra não só o país, mas a comunidade internacional.

Bolsonaro é um monstro tipo exportação e todo o cenário de ódio que o rodeia, pois tudo o que tem a marca do bolsonarismo, tem crime, sangue, violência, crueldade, injustiça, segregação e exaltação ao terror, marcas de uma mesma sociedade, que tem em uma parcela de fanáticos a garantia de que a individualidade é o melhor caminho para se nutrir o preconceito. Individualidade que tem como comissão de frente o mercado que, por ser um conceito abstrato, estimula todo o tipo de egoísmo, cobiça, indigência intelectual, social e política em nome do lucro e do enriquecimento a todo custo.

É nessa lógica do privado contra o comum que as escolas de samba souberam muito bem explorar e expor os mercadores da fé, as milícias, os magnatas, banqueiros garimpeiros, madeireiros e grileiros que não medem esforços para saciar a ambição que carregam consigo, potencializada com a chegada de um clã disposto a fazer acordos, parcerias com o que existe de mais nefasto numa civilização.

Nada disso impediu que as escolas de samba saíssem deslumbrantes com sambas encantadores, cada um mais belo que o outro, trazendo o tom da emoção ao limite do humano, principalmente os temas que carregam a defesa das religiões de matrizes africanas. mas o coro somado das escolas produziu um só enredo no primeiro dia de desfile no Rio, o de repúdio a Bolsonaro e a tudo o que representa o bolsonarismo como ideologia de guerra em nome do ódio ao outro.

Como diz e estrofe do lindo samba da Grande Rio:

“Salve o candomblé, Eparrei Oyá
Grande Rio é Tata Londirá
Pelo amor de Deus, pelo amor que há na fé
Eu respeito seu amém
Você respeita o meu axé”

 

*Carlos Henrique Machado Freitas

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Vídeo: Mangueira dá uma chinelada no bolsonarismo

“E se fôssemos ensinados, desde criança que Jesus também poderia ser uma mulher, será que o Brasil estaria no topo do feminicídio?” (Evelyn Bastos)

Muito mais do que uma disputa política, do ponto de vista eleitoral, a Mangueira produziu, na maior manifestação cultural do mundo, os temas que são especialidade da escola, as várias formas de segregação que as camadas mais pobres da população estão sofrendo com um governo que nega cidadania aos negros, aos índios, aos gays e às mulheres, o que sintetiza a própria imagem de Bolsonaro, mas sobretudo do bolsonarismo, que consegue ser muito pior do que a criatura que ele pariu, porque, antes de qualquer coisa, não se pode perder de vista que o bolsonarismo é um vírus que sofreu mutação política depois de ter o PSDB como nascedouro dessa onda de ódio que conduziu uma pessoa inclassificável como Bolsonaro à Presidência da República.

Talvez seja esse o grande problema a ser enfrentado pela sociedade, a imposição de limite ao ódio de classe que, potencializado pela grande mídia, principalmente pela Globo, contra qualquer causa social que ameace o poder das oligarquias.

Baianas da Mangueira vieram fantasiadas como orixás crucificados

A Mangueira, com um dos sambas enredo mais bonitos de 2020, tem autoridade para colocar esse tema tão urgente na avenida, porque sua história se confunde com as marcas de um modelo de civilização herdado da escravidão e que marcou o próprio território e que marca até hoje as relações entre o Estado e a comunidade.

O cálculo político da Mangueira foi perfeito, Jesus, a quem os hipócritas bolsonaristas rogam e do qual Bolsonaro faz uso político, foi apresentado de várias formas em seu sentido mais profundo, mostrando que a situação dos negros, dos índios, dos gays e das mulheres, no Brasil, é idêntica ao que Jesus sofreu por ser pobre e ter levantado a voz contra as injustiças, pagando com o próprio martírio da crucificação.

Quando o Presidente da República chama de herói Adriano da Nóbrega, um miliciano que assassinou um flanelinha por ter denunciado a milícia, no dia seguinte da denúncia, ele sublinha a questão central da crítica que a Mangueira trouxe, assim como todos os Cristos representados pelos oprimidos que a Mangueira soube muito bem destacar na avenida, respaldada em dados reais, do aumento significativo da violência contra esses Cristos, com a chegada de Bolsonaro ao poder e o esgoto bolsonarista que cerca essa visão de mundo baseada no ódio ao outro.

O que não se pode esquecer é que os governadores Dória e Witzel, que promoveram os maiores massacres, com suas PMs, nas favelas e periferias de São Paulo e Rio de Janeiro, são frutos do  bolsonarismo e se elegeram na carona do fascismo tropical e, logicamente, da hipocrisia cordial, baseada numa falsa legalidade inspirada nas práticas de Moro e de seus comandados da Lava jato. Por isso, não por acaso, ele é o Ministro da Justiça e Segurança Pública do governo Bolsonaro.

A Mangueira sintetizou, de forma precisa e organizada, o desfile que denuncia os elementos característicos do bolsonarismo que condena as pessoas consideradas socialmente inferiores, a partir de sua régua, respaldado na ideia de que o governo precisa organizar o país na base do racismo, do preconceito e da discriminação para se chegar à condição celeste de ser a pátria do evangelho, na ótica dos opressores contra os oprimidos.

https://twitter.com/GeorgMarques/status/1231907007449444352?s=20

 

*Carlos Henrique Machado Freitas

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Saul Leblon: Se quisessem, elite e mídia derrubariam Bolsonaro em 48hs

Com a astúcia de sempre, Saul Leblon, no twitter do Carta Maior, mata a fatura:

Dois meses de culto em culto e o novo partido de Bolsonaro só reuniu 0,6% das assinaturas para sua criação. Entre outras coisas significa que ele precisa da aliança com a mídia e o dinheiro para ter êxito. Significa também que, se quisessem, elite e mídia o derrubariam em 48hs. Querem? Ora… (Saul Leblon).

São detalhes como esses que fazem toda a diferença, inclusive daqueles que cultuam a ideia mítica de um Bolsonaro amparado pelos evangélicos. O partido que, na verdade, é aliança com a milícia, é formado muito mais por um restolho de fraude eleitoral que não tem substância suficiente para alavancar a própria candidatura à reeleição de quem ocupa o posto máximo do país.

Isso é mais do que revelador, abre um clarão sobre os pontos a serem atacados por quem já entendeu que o país está sendo governado por um clã que se organiza e se move no submundo do crime a partir da família, numa espécie de rotação e translação de uma terra plana que cruza as milícias cariocas com as milícias da Amazônia, entre outras ramificações, incluindo aí o tráfico de armas e drogas e os motins de PMs mascarados Brasil afora.

Bolsonaro é produto genuinamente forjado numa mentira que ele próprio criou, que a elite comprou e que a mídia massificou, somando-se a isso a campanha fake news milionária patrocinada com caixa-2 por empresários interessados no desmonte dos direitos trabalhistas e da aposentadoria, o que não deixa de ser uma milícia formal de salão.

Aliás, o bolsonarismo vem daí, não exatamente de Bolsonaro, mas do espectro tucano que lhe deu sustança política e eleitoral, assunto que cabe em inúmeros artigos sobre essa questão.

Por hora, para-se aqui com essa revelação fundamental para que se entenda melhor que Bolsonaro opera pelas sombras da criminalidade miliciana, isso até o mais demente dos seres já sabe. Mas as sombras aqui são outras que Bolsonaro soube vender, aquela que se avolumava na parede, quando, na infância, brincava-se com velas nos momentos de falta de luz. Desse jeito, uma coisa primitiva, infantil, mas que conseguiu convencer a muitos sobre um tamanho gigante que Bolsonaro jamais teve.

A afirmativa de Saul Leblon é correta: “se quisessem, elite e mídia o derrubariam em 48hs”. Diria mais, ele não aguentaria um dia de sarrafo no Jornal Nacional com 10% da potência com que William Bonner atacava Lula numa única edição do telejornal dos Marinho.

 

*Carlos Henrique Machado Freitas

*Foto destaque: quadro incompleto de Romero Britto

 

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Bolsonaro milicializou a PM para se defender de acusações de envolvimento com a milícia

O poder miliciano se ramifica com apoio ostensivo do Chefe da nação. Bolsonaro teria recusado pedido de tropas de Zema para enfrentar chantagem de policiais que ameaçavam se retirar das ruas em pleno carnaval entregando a sociedade ao vale tudo. (Saul Leblon – Carta Maior)

O assunto que virou moeda corrente no Brasil é a atitude destrambelhada de Bolsonaro em estimular a insurreição das PMs do Brasil, comandadas por grupos milicianos dentro das corporações para chantagear a sociedade, as instituições, mas principalmente o Ministério Público e o judiciário.

Não são poucos os relatos e análises que dão conta de que Bolsonaro, no desespero, está indo para o enfrentamento, usando as milícias como antídoto das acusações que lhe pesam nas costas, assim como nas de Flávio sobre o envolvimento não só com Queiroz, Adriano da Nóbrega, mas também com a milícia de Rio das Pedras.

O Globo, nesta quinta-feira, engordou o caldo de acusações do envolvimento de Flávio com o miliciano Adriano, revelando que o, então deputado estadual, visitou, mais de uma vez, o miliciano na cadeia.

O fato é que, estando diretamente ou não envolvido nos motins dos PMs comandados pela milícia, como vemos em Sobral, no Ceará, encapuzados e com os carros da própria polícia, dando ordens para comerciantes fecharem suas lojas, esses fatos revelam que o bolsonarismo e o banditismo andam de braços dados.

A liga entre esses dois universos é o próprio Presidente da República, o que faz lembrar o “dia do fogo”, quando, a partir do Palácio do Planalto, houve uma ação coordenada na Amazônia para produzir a maior queimada da história da floresta, chamando a atenção do mundo com uma reação global contra Bolsonaro.

A verdade é que Bolsonaro é um psicopata. E se não partir desse ponto, que é absolutamente escancarado por sua fixação por extermínio do índios, massacre dos negros, violência contra as mulheres, gays e outras minorias, não se terá como estabelecer de fato um parâmetro entre o que disse Bolsonaro nos 28 anos como parlamentar e o que ele faz como Presidente da República.

Tudo indica que um psicopata com ideia fixa, não tem limites para alcançar êxito com sua loucura. E é aí que mora o perigo para a democracia brasileira.

 

*Carlos Henrique Machado Freitas

 

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Globo fez a classe média entrar no debate político pela porta da lixeira e fundar o bolsonarismo

O bolsonarismo é a negação da política e não o oposto.

Bolsonaro na presidência e seus seguidores nas redes sociais, são frutos da distopia criada pela mídia liderada pelos Marinho.

Distopia esta que é denunciada no documentário Democracia em Vertigem.

Daí a escolha a dedo de Bial para atacar, de forma genérica, Petra e seu documentário que denuncia a farsa montada pela Globo e congêneres para derrubar uma presidenta honrada, eleita com mais de 54 milhões de votos.

Bial é homem de confiança da família. Foi ele o escolhido pelo próprio Roberto Marinho para produzir uma história imaginária e “poética” que fizesse de sua biografia a anti síntese do que ele foi de verdade.

O movimento autoritário do Brasil atual tem raízes no DNA da família Marinho, que participou da tentativa de golpe que levou Getúlio ao suicídio, o golpe militar em 1964, a derrubada de Dilma e a prisão de Lula para eleger Bolsonaro e fazer o bolsonarismo triunfar.

A desqualificação da ciência, da formação acadêmica, da produção do conhecimento, da pesquisa, da produção artística, dos movimentos sociais e, sobretudo da constituição, foi uma missão dada pelos Marinho a seu jornalismo de cangaço.

A mistura explosiva de arrogância com ignorância, tão característica no mundo bolsonarista, teve essa origem.

Lógico que muitos bolsonaristas são astutos ex-tucanos, ou seja, sabem que são falsários e estão apenas defendendo seus privilégios, mas outros, mais ignorantes, acreditam em Bolsonaro com devoção cega.

Isso ocorreu com Collor, mesmo depois do impeachment, tal a imagem heroica que a Globo tinha fabricado do “caçador de marajás”

Por isso absurdos como a mamadeira de piroca, o kit gay, a lei Rouanet para artistas do PT, o incêndio provocado por ONGs ambientalistas patrocinadas por Leonardo Di Caprio e tantas outras crenças falsas que habitam até hoje na cabeça oca dos bolsonaristas mais rudimentares.

Na verdade, a Globo trabalhou pesadamente num projeto de manipulação massiva contra Dilma e Lula que fez com que qualquer fake news absurdo se transformasse em algo real.

E foi exatamente isso que os pensadores do bolsonarismo, como Olavo de Carvalho, Allan dos Santos e muitos colunistas da grande mídia comprados pelos caciques do bolsonarismo, como Alexandre Garcia, Mainardi entre outros fizeram todo o trabalho sujo com o auxilio luxuoso de Bonner no Jornal Nacional.

 

*Carlos Henrique Machado Freitas

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Bolsonaro desistiu de ‘abrir caixa-preta’ após encontrar Veiaco da Havan na lista do BNDES

O deputado federal Alexandre Frota (PSDB-SP) afirmou na manhã desta quinta-feira (2) no Twitter que Jair Bolsonaro desistiu de cumprir sua promessa de campanha de “abrir a caixa-preta do BNDES” após encontrar o nome do empresário Luciano Hang, o véio da Havan, na lista de beneficiados.

“Bolsonaro depois de encontrar HANG na lista do Bndes desistiu de caixa Preta. Que na verdade nunca existiu. Bolsonaro falou de Doria mas não soube até agora explicar os 50 empréstimos do Hang”, tuitou o ex-aliado do bolsonarismo, abrigado em ninho tucano.

Pouco antes, Frota compartilhou um link do site Carta Campinas que diz que Hang “pegou 50 empréstimos do BNDES durante os governos do PT”. “Abriu 100 lojas. Mas os empréstimos eram para máquinas não para lojas. Finame é o tipo de empréstimo feito mas teve sua finalidade alterada”, tuitou.

No link distribuído por Frota, uma reportagem de 8 de julho de 2019 diz que Hang “entre abril de 2005 e outubro de 2014, durante os governos de Lula e Dilma, ambos do PT, 50 empréstimos junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para financiar a expansão de suas atividades comerciais no país. Uma média de 5 empréstimos por ano, um a cada dois ou três meses”.

Segundo o texto, baseado em uma reportagem publicada pelo jornalista Flávio ilha, no Jornal Extraclasse, do Rio Grande do Sul, Hang teria cometido fraude ao contratar empréstimos pelo Finame, que se destina à aquisição de máquinas e equipamentos industriais e que, segundo regras do BNDES, não se ajustaria a empresas de varejo.

 

 

*Com informações da Forum