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Viúvas de Bolsonaro e mídia comemoram suposta derrota de Lula no Senado

Os últimos dias, a mídia passou colocando todos os seus farois e megafones para um jeca de casaca e cartola felpuda, Zema, para, segundo cálculo dessa mesma direita, atacar Gilmar Mendes e acertar Lula.

Sabe-se lá que cálculo é esse da mídia para uma equação tão estrambótica. Na verdade, isso só mostra a falta de rumo, pois Zema, além de se manter com 3% nas pesquisas atuais, sem avançar 00,1%, mostrando que a população deu de ombros para o seu besteirol, o tapado “ouvo” foi ultrapassado até por Renan Santos, do famigerado MBL

Ou seja, o banho de água fria foi mais gelado do que se imaginava. Agora, num rodopio infrene de uma perna só, o giroscópio da mídia, tentando fazer piruá virar pipoca na marra, mancheteia em garrafais uma suposta derrota de Lula com a negativa do Senado ao impedir que Jorge Messias fosse para o STF.

Messias sai com elegância, mas deixa cocô na corda, dizendo para a direita e a mídia que respeita o resultado por respeitar a soberania do Senado, coisa que os senadores que o barraram e a própria mídia não fazeram quando, de forma direita ou escamoteada, seguem par e passo com o genocida golpista, corrupto de pai e mãe e presidiário, Jair Bolsonaro, por tentativa de golpe de Estado e de assassinato de Lula, Alckmin e Moraes, deixando claro que essa choldra sempre operou em conjunto contra a sociedade brasileira.

As garrafais dos articulistas dos jornalões, não deixam dúvida, estão comendo lavagem com a previsão de uma possível vitória de Lula já no primeiro turno e a possibilidade de Flavio pular fora do certame presidencial e tentar a reeleição ao Senado para não perder a imunidade e terminar na cadeia pela montanha de crimes que responderá em nome da quadrilha Bolsonaro.

Não deixa de ser divertido esse flagrante desespero que toma conta do complexo da extrema direita, bolsonarismo e grande mídia, com a inevitável, indubitável e inquestionável sexta vitória de Lula num quarto mandato.


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Roberto Justus: Lula é um líder genuíno, Bolsonaro é um lambão

Na realidade, Justus deixou claro que, mesmo com reticências ideológicas, as ações do governo Lula são republicanas, por ser Lula um grande líder.

Já Bolsonaro, guiado por seu temperamento bruto e golpista, recebeu de Justus a pecha de mau perdedor e de um lambão que fez uma série de bobagens durante seus quatro anos de mandato.

Não! Roberto Justus não mudou de bandeira, segue acreditando piamente no anacronismo neoliberal, mas enxerga em Lula alguém extremamente confiável no sentido literal, republicano, democrata.

Para quem acha que Bolsonaro nem besteira fez, porque, como um vagabundo que é que jamais trabalhou na vida e é um agitador barato, o que lhe custou a cassação no Exército, por ameaça de terrorismo dentro da própria instituição, as palavras de Justus podem soar lógicas, na medida em que a falta de caráter de Bolsonaro é algo indelével.

No entanto, essa realidade dita por um declarado opositor ideológico da esquerda, acaba por colocar luz de farol dentro do próprio campo liberal, sobretudo quando afirma que jamais votaria novamente em Bolsonaro.

Esse é um ponto perceptível até na Faria Lima contra Flavio, que tem como único projeto para o Brasil, livrar o pai da cadeia. Aliás, é essa receita de país que foi aprendida por Flavio com seu pai, de cor e salteado.


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Zanin senta a lenha na quadrilha de Bolsonaro no Rio e mídia parte para o ataque ainda mais intenso ao STF

Zanin determina quree a falange, comandada por Bolsonaro no Rio de Janeiro seja destituída do comando da política carioca e, para surpresa de ninguém, a grande mídia reage mal.

Na verdade, Zanin está tentando salvar a ambiente político em decomposição com uma umidade sombria, que mistura milícia e tráfico no comando da submundo político fluminense que sustentava o principal naco de poder dos Bolsonaro.

Isso deixou Flavio em estado de ira, o que mostra que Bolsonaro sentiu o tranco.

Quando Flavio redobra os ataques ao STF, especialmente a Zanin, mostra o desespero de quem vê sua quadrilha desmantelada no principal pilar dessa família mafiosa, que mantinha um controle férreo sobre cada centímetro do espaço político carioca,

Todos os elementos que levaram à podridão generalizada da política fluminense, que só puderam ser vistos com microscópio, têm o dedo do clã Bolsonaro.

Quando a mídia reage mal à decisão de Zanin de manter no comando da limpeza do estado do Rio de Janeiro, o presidente do TJ, Ricardo Couto, fica patente que a grande mídia ou boa parte dela, foi centrifugada pelo clã.

Com essa decisão, Zanin tritura os galhos da ramificação criminosa, que tem como tronco central, Jair e seus filhos.


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Política

Uma oposição sem pauta que vive mordendo o próprio rabo

A direita, hoje, vive da arte de torcer para Lula perder. É como se alguém quisesse ganhar na loteria sem jogar.

Alguém imaginaria que aquela baba de quiabo que os reacionários utilizam “contra a corrupção” desde a farsa do mensalão daria algum caldo em 2026?

Lógico que não. a ficha corrida do principal candidato da direita, Flavio Bolsonaro, de tão grande, serve de cabana para ele fugir desse assunto.

Flavio, o Bolsonaro disciplinado, quase angelical, que é um cagado de pai, mãe, irmãos, madrasta e vizinnho, não pode abrir a boca e soltar a peçonha em ninguém, porque, além do assunto já ter enchido as medidas da população, seu grande feito na política, que é a compra de uma mansão no valor real de R$ 20 milhões, está aí a céu aberto que não há mentira engenhosa que faça com que chocolate da marca rachadinha vire ouro.

Então, aquela boca de babosa de Bolsonaro, exigindo tortura e morte a presidiários, além de calada, não tem reputação nenhuma para falar do pior dos encarcerados do Brasil.

Aquelas gorjetas gordas que a Secom de Bolsonaro distribuia para os aliados como a Jovem Pan e congêneres, não existem mais.

Ou seja, a mão de Roma não está mais sobre a cabeça de nenhum podcast bolsonarista, garantindo as burras dos bolsos dos salafrários, nem os auxiliares daquela legião de demônios, que são os diabos menores do esquema bolsonarista que recebiam esmolas poupudas dos bancos estatais controlados pelo genocida.

O novo Bolsonaro, dançarino de boca fechada, não causa frisson a qualquer concepção de direita no Brasil. O cara é uma espécie de rei da salsicha que, quem sabe a forma como é fabricada, vomita na hora.

Então, meus caros, deem-me licença para dizer que esse conto do vigário de calças curtas nem para espinotear contra o governo Lula, presta.

Para ser ainda mais cruel, a realidade mostra que figuras como Trump e Milei, hoje, não somariam nada para a imagem de Flavio, ao contrário, os dois se tornaram figuras tóxicas para o bolsonarismo que não há “cientista político” que consiga explicar essa pasmaceira que se assiste dos quatro candidatos de direita que vegetam brigando entre si em suas campanhas eleitorais por um naco de votos.


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Bolsonaro perderá a oportunidade de emplacar mais um filho no Senado em troca de uma improvável vitória de Flavio na disputa presidencial?

Ainda está no alcance de nossa memória, Bolsonaro dizendo que, se tivesse domínio sobr o Congresso, não precisaria ter ele ou gente dele na Presidência da República.

A matemática de Bolsonaro sempre foi objetiva e simples: não se faz fortuna sem poder, e ter no Senado três membros de sua família, Flavio, Carluxo e Michelle, ou seja, a tríplice picaretagem dentro da correria do Congresso, já seria meio caminho andado para sua ambiciosa busca pelo grande poder dentro do Estado brasileiro.

Por isso, Bolsonaro dificilmente aceitaria que Flavio saísse da disputa de mãos abanando e com risco iminente de ir para a cadeia

Qualquer outro candidato à presidência fora da família, sendo de direita, ou extrema direita jamais terá qualquer apoio de Jair Bolsonaro, porque ele não vai querer perder o espólio de líder de uma direita totalmente depalperada e, por isso mesmo, direta ou indiretamente, o faz como o grande patrão do lixão.

Bolsonaro não é ingênuo a ponto de entregar a rapadura nas mãos de Tarcísio, menos ainda de Zema ou Caiado. Na verdade, esse dualismo irredutível entre se colocar como extrema direita e ser contra a ascensão de um candidato de direta nesse campo político, porque ele sabe que será sumariamente traído e terá sua liderança definitivamente cancelada.

Ou seja, Bolsonaro não mistura as coisas, não filosofa princípios republicanos, muito menos os de lealdade partidária, nunca o fez, sempre preferiu a solidão para buscar uma força individual, mesmo que tumultuasse o ambiente nos inúmeros partidos que trafegou.

Seu pensamento, portanto, equivale à sua própria trajetória. Pobre de ação em benefício do Brasil e dos brasileiros, mas muito rica no tempo em busca de um lugar que lhe some ganhos. Daí um clã inteiro colocado na política como num jogo de xadrez.

Todos sabem que o poder afortunou toda a fauna familiar, sempre com um pensamento primitivo e um caminho absolutamente lodado no fundo do esgoto do baixo clero.

Nada na vida política de Bolsonaro “veio a calhar”, tudo foi farejado pelo cachorro louco para utilizar, de forma teratológica, disciplinada para subir degraus de poder sem a menor preocupação com sua reputação, contanto que, no fundo do escuro do poder, o cofre do clã aumentasse o formidável peso da massa de dinheiro que eles acumularam e pretendem acumular ainda mais.

Ou seja, minha gente, ainda tem muita água de esgoto para correr no campo da direita.


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Da Papudinha ao vácuo de Trump: Como a obsessão golpista de Bolsonaro continua a custar caro para o Brasil

Enquanto Jair Bolsonaro cumpria 27 anos e três meses de prisão na ala especial da Papudinha — cela improvisada no Batalhão da PM dentro do Complexo da Papuda, em Brasília —, a obsessão por poder não arrefeceu. Condenado pelo STF como líder de uma organização criminosa que tramou golpe de Estado e a abolição violenta do Estado Democrático de Direito, o ex-presidente transformou a prisão em um bunker político, coordenando de dentro da cela as articulações para 2026.

Do outro lado do mundo, Donald Trump, sob forte influência de Benjamin Netanyahu, mergulhava de cabeça na escalada militar contra o Irã. Ameaças explosivas de “retornar o Irã à Idade da Pedra” ecoavam na Casa Branca, respondidas por promessas iranianas de humilhação americana. O conflito monopolizava a agenda presidencial, criando um perigoso vácuo de poder.

Nesse vácuo, assessores e intermediários se apossaram do nome Trump para tocar agendas pessoais e ideológicas. Um caso emblemático foi o de Darren Beattie, assessor do Departamento de Estado para o Brasil. Em março de 2026, o Itamaraty revogou seu visto após descobrir que a viagem “oficial” sobre terras raras escondia, na verdade, um encontro secreto com Bolsonaro na Papudinha — visita que Alexandre de Moraes vetou por completo. Beattie, já polêmico, reapareceu meses depois no Caso Ramagem.

Alexandre Ramagem, ex-diretor da Abin e ex-deputado, condenado a 16 anos pelos mesmos crimes de organização criminosa, golpe e tentativa de abolição do Estado Democrático, havia fugido para os EUA. Preso pelo ICE em Orlando em 13 de abril de 2026 por visto expirado, ele foi solto dois dias depois, sem fiança, graças a um pedido de asilo em tramitação. Eduardo Bolsonaro — cassado por excesso de faltas e operando do exterior — e o jornalista Paulo Figueiredo articularam diretamente com Beattie, que interveio para viabilizar a liberação. O episódio detonou uma crise diplomática: os EUA exigiram a saída de um delegado da PF envolvido na cooperação; o Brasil retaliou com expulsão de credenciais americanas e ameaças de reciprocidade por ingerência explícita.

Outro assessor próximo de Trump, o italiano Paolo Zampolli, propôs à FIFA, em nome da administração americana, substituir a seleção do Irã pela eliminada Itália na Copa do Mundo de 2026. A ideia, motivada por preferência futebolística e pelo desejo de aproximar Trump da premiê Giorgia Meloni em plena crise iraniana, foi revelada pelo Financial Times e expôs o uso leviano — quase surreal — da influência da Casa Branca para caprichos pessoais.

No mesmo turbilhão, Flávio Bolsonaro viajou aos EUA ao lado de Eduardo para discursar na CPAC e em eventos conservadores. Acusado de “lesa-pátria”, ele ofereceu terras raras brasileiras como alternativa à China, pediu monitoramento internacional das eleições de 2026 e pressão diplomática contra o Judiciário brasileiro. A família e seus aliados operam freneticamente para pavimentar o caminho de Flávio à Presidência, embora sem qualquer acesso real aos “muros da Casa Branca”. Encontro direto de Lula com Trump? “Nem pensar”, como repetem Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo.

O padrão é alarmante: ao mesmo tempo que Bolsonaro, preso, se agarrava à sobrevivência política e Trump se perdia na fúria contra o Irã, uma rede de filhos, assessores e operadores paralelos agia em nome alheio, gerando atritos diplomáticos, retaliações e constrangimentos internacionais. Beattie, Ramagem, Zampolli e as articulações dinásticas ilustram como interesses pessoais e ideológicos se sobrepuseram ao Brasil — e, em parte, ao próprio governo Trump.

Enquanto o país enfrentava desafios reais, a família Bolsonaro priorizava preservar influência, construir uma sucessão dinástica via Flávio e transformar a condenação por golpe em narrativa de “perseguição” e combustível eleitoral. A Papudinha virou o epicentro sombrio de uma articulação condenada como crime, mas que segue ativa, disfarçada de “resistência”.

GRAVE! Vazou na Folha de São Paulo o plano de Flávio Bolsonaro de congelar o valor da aposentadoria, do BPC para idosos, autistas e PCDs e também o orçamento do SUS. Podem tentar pintar com todos os tons de “moderação”, mas esse é o projeto do bolsonarismo: sacrificar o povo em nome dos privilegiados. Nunca as diferenças foram tão evidentes!

As primeiras sinalizações da pré-campanha de Flávio Bolsonaro (PL) para a área econômica já demonstram que a população mais vulnerável terá que pagar a conta para que a Faria Lima fique satisfeita. Embora ainda não haja um plano formal apresentado, declarações de aliados e integrantes da equipe indicam que o caminho pretendido pode envolver cortes relevantes em gastos sociais e mudanças estruturais que afetam diretamente aposentados, trabalhadores e serviços públicos.

O coordenador da campanha, senador Rogério Marinho (PL-RN), afirmou recentemente que o modelo atual “está estourando” e defendeu a necessidade de revisitar tanto a Previdência quanto a legislação trabalhista. A fala, no entanto, deixa clara a intenção da retomada de reformas que podem reduzir direitos, especialmente em um contexto de alta vulnerabilidade social.

O resultado é devastador: um ex-presidente condenado por tentar destruir a democracia para se eternizar no poder continua, mesmo atrás das grades, usando o que resta de sua rede para preparar o retorno — custe o que custar ao Brasil. O país, mais uma vez, paga a conta de uma obsessão golpista que a sentença não conseguiu extinguir.

Como advertia Darcy Ribeiro: “Não há lugar melhor para se fazer um país como este, mas tem uma classe dominante ruim, ranzinza, azeda, medíocre, cobiçosa, que não deixa o país ir pra frente”.


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De traidor e judas de Bolsonaro a aliado de Flavio

Bolsonaro chamou Sergio Moro de traidor, mentiroso, traíra sem caráter e coisas do tipo várias vezes entre 2020 e 2022 e Flávio, por sua vez, reforçou o coro. Isso aconteceu principalmente depois que Moro saiu do Ministério da Justiça em abril de 2020, acusando Bolsonaro de tentar interferir na Polícia Federal para proteger familiares como no caso das “rachadinhas” do Flávio e indicações para PF. Bolsonaro rebateu chamando a versão de Moro de “mentira deslavada” e disse que o ex-juiz queria o cargo para se projetar politicamente, inclusive cogitando uma vaga no STF.

  • Moro era o símbolo da Lava Jato e, numa armação com Bolsonaro, prendeu Lula pavimentando o caminho de Bolsonaro para a presidência em 2018.
  • No governo Bolsonaro, a relação dos dois azedou rápido: Moro alegou falta de “carta branca” para o suposto combate à corrupção e interferência política. Bolsonaro negou e acusou Moro de ingratidão e ambição pessoal e por descobrir sua traição.
  • A PF investigou as acusações de Moro e, em 2022, concluiu alegando não ter provas de interferência ilegal por parte de Bolsonaro — o que ele usou para reforçar o “Moro é traíra e mentiroso”.

Bolsonaro e Moro se atacaram mutuamente com termos pesados porque viraram rivais políticos. Moro flertou com candidatura contra Bolsonaro em 2022. Isso não prova automaticamente que um ou outro seja podre, mas os dois, além de provar que a briga foi feia e que ambos jogam pesado no lamaçal da política de direita no Brasil.

Em 2026, por se tratar de política e de mau-caratismo, a história deu uma volta, Moro se aproximou novamente dos Bolsonaros, filiou-se ao PL (partido de Bolsonaro) e virou pré-candidato a governador por Paraná.

De traidor e Judas para aliado por conveniência eleitoral. Política não tem amizade eterna, só interesses momentâneos.

Um não confia no outro, e o outro não confia no um.


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Política

Templo rachado

Igreja evangélica grande é igual a banco, não tem ideologia, mas balanço. O primeiro a pular é quem tem mais a perder com isenção.

O racha já começou e está ns boca do povo.

Quem tem mais a perder, pula fora primeiro, e a fila não é pequena.

Edir Macedo já parou de atacar Lula, porque a Universal é empresa, não é ideologia, tem TV, banco e partido.

Jatinho não voa a seco. Record já entrevista ministro do governo, por isso muitos já pularam do barco bolsonarista, só não avisou o fiel. Soltará nota de neutralidade e oração pelas autoridas até outubro.

O motivo real é  simples, isenção fiscal vale mais do que boné MAGA. Se o governo mecher no imposto, a Universal vira progressista em 24 horas.

O fato é que as igrejas evangélicas são gigantes nas periferias e nelas, o fiel vota em Lula para matar a fome.

Acabou a era em que os evangélicos votavam em bloco e, agora, tem briga até na porta da igreja.

Flavio foi recebido em culto com palmas muxoxas, palmas de velório, sem qualquer avivamento, foi assim que a igreja aplaudiu Flavio a pedido do pastor.

No final de sua fala aos fieis, nem palma morta se ouviu, nem de obrigação, foi como garoa em telhado de zinco que, todos sabemos, não faz barulho.

Bolsonaro entrava nos templos e o teto vibrava. Flavio entra no templo e a irmã continua fritando pastel de vento. Ele não é o pai, o fiel de culto bolsonarista ia ver o “mito”, gargalhava com palavrões, com arminha, com bravatas e com aquele olhar de psicopata que Bolsonaro tem.

Flavio é um fascista fofo, é o filho comportado do pai histriônico e insandecido. Não xinga, não grita, não fuzila, é gerente do espólio do pai, não aquela espécie de Rock Star do inferno que come cabeça de morcego no palco

Ou seja, ungido e fiel não gasta palmas com fala e olhar de derrotado. Palmas são invetimento.

Flavio não tem cara de doido como o pai, não exalta tortura, milícia e ditadura, porque precisa bancar o moderado para ter apoio da mídia, a mesma mídia que, diuturnamente, condena Moreas por ter condenado Bolsonaro e , junto, condenar a direita que sonha com a volta ao poder.


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Política

Vai pipocar, vai se borrar e vai desmaiar

Não deve ser fácil ter um pai psicopata.

Como primogênito do clã, Flavio herdou o ectoplasma dos negócios do papai.

Bolsonaro, para não perder a liderança da direita, jogou a candidatura de Tarcísio às traças e, com isso, obrigou a grande mídia, a Faria Lima e congêneres a engolir o 01. Primeiro que, num enfrentamento direto com Lula, Flavio terá que usar clichês a partir da visão de Brasil que Bolsonaro tem, a mesma visão que colocou 34 milhões de brasileiros na fila do osso na mais absoluta miséria.

É duro, porque ele terá que levar suas anotaçõe para defender esse legado trágico de frente para quem, em três anos, tirou essa multidão da miséria absolura.

Ou seja, não é um fato qualquer, a escassez mental de Flavio, que grita aos quatro cantos por não ter fagulha de projeto para o país, será somada à do pai que, no campo da saúde, por exemplo, foi proporcionalmente o comandante da maior mortandade por covid no mundo, mais de 700 mil brasileiros.

A palavra corrupção, certamente, usada como arma de guerra até hoje pela mídia contra Lula será abolida por Flavio, por motivos óbvios. Com uma folha corrida cagada de cima a baixo, o homem das mansões milionárias, não vair querer tomar um contra-ataque na lata.

Lula vai explorar fortemente a questão central hoje no munndo, a soberania nacional e, nesse ponto, Flavio tem um peixe podre agarrado à sua imagem por operar, junto com o irmão, nas tarifas contra o Brasil, oferecer as terras raras a Trump e, da mesma forma, entregar o Pix.

Isso, sem falar que Flavio fez um discurso negociado apoio com Trump para jogar uma bomba na baia da Guanabara.

Estes são somente alguns tópicos que prevalecerão entre Lula e Flavio. Como chegará ao debate como representação continuada do próprio pai, com números desastrosos da economia, desemprego, privatizações caras ao país, inflação, custo de vida nas alturas, congelamento do salário mínimo, e por aí vai.

Tudo leva a crer que Flavio protagonizará a mesma tragédia do debate para a prefeitura no Rio de Janeiro em 2026, quando amarelou diante das câmeras, borrou-se e desmaiou precisando ser rebocado do estúdio.


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Mundo

Os 15 dias de Trump equivalem às 72 horas de Bolsonaro

O mundo todo já sabe que não há nada de definitivo nas promessas de Trump.

Trump é um dependente compulsivo de seu cinismo mentiroso. O sujeito possui uma cara dura, tão ou mais lavada que a de Bolsonaro, “o honesto do convento”.

Mas como sabemos, no mundo, há uma legião de tolos que perfumam as merdas que as extrema direita faz para que o odor seja menos fedorento, o conhecido peraí que eu passo aqui na volta, ou vou ali comprar um cigarro, foi largamente utilizado por Bolsonaro no cômico pedido de seu fanático gado do cercadinho, para esperarem 72 horas, que aconteceria uma virada na goleada que Bolsonaro estava levando, e o gado não arredava pé, dormindo sentado ou deitado no capim, aguardando o grito de guerra do spala que nunca aconteceu.

Trump, numa tentativa de rolar sua dívida, meteu a falácia na sua explicação de derrota para o Irã, que deu aos persas 15 dias de trégua. Tá, o alto venerado pedófilo está num mato sem cachorro como uma bússola bêbada, como um cão sarnento sem dono.

Netanyahu não conta, é apenas um sicário do Vorcaro americano, um bosta que arrota o que nem 1% tem sem o guarda-chuva dos EUA.

Na verdade, Israel e Netanyahu conseguem ser mais falaciosos que o próprio Trump, com a velha cascata de que são os “escolhidos de Deus”, mesmo a realidade mostrando que Israel não está nem entre as 30 maiores economias do mundo e que não duraria um dia sequer sob fogo cerrado do Irã.

Israel é um bodega, um exército feito de encalhes de saldão de mercadoria populesca. Não fossem os dogmas religiosos, o aticismo de Israel já tinha estalado o verniz e mostrado como aquilo que chamam de Estado não passa de um expurgo norte-americano que não tem verdade humana ou política econômica nenhuma, do contrário já teriam sido varridos do mapa.

Netanyahu é um dependente compulsivo das caduquices de Trump, tanto que mandou o genocida de populações civis desarmadas como a Palestina, repousar em algum museu de guerra ou deixaria o pau cantar de forma generalizada contra o quarto de dispensa dos americanos no Oriente Médio.

Seja como for, não há como filosofar diante de uma ralidade dura de derrota, diria mais, não há como a caturra fiada de Trump e Netanyahu produzir um ambiente séptico que possa germinar qualquer lero lero vulgar para justificar o tombo que os sábios levaram dentro dos próprios laboratórios de manipulação global.

Para a imensa maior parte da comunidade internacional, o galo negro deu um tranco na coruja e a profecia logaritma dos fodões do planeta, bateu biela na própria álgebra.

Os 15 dias diz ter dado trégua ao Irã, não são um pano de fundo, mas uma peneira furada com um condão seguro com um cabo de vassoura.

Os cultores da força indestrutível dos EUA terão que baixar em outra freguesia. O rádio motor da propaganda americanófila no mundo, foi para o caráleo.


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