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Seguindo ordens do pai, Flávio, em encontro com embaixadores, questiona urnas eletrônicas

Em mais um movimento que reforça a estratégia política adotada pelo bolsonarismo nos últimos anos, Flávio Bolsonaro voltou a lançar dúvidas sobre o sistema eleitoral brasileiro durante um encontro com embaixadores estrangeiros. A iniciativa remete diretamente à postura adotada por seu pai, Jair Bolsonaro, que fez dos ataques às urnas eletrônicas uma das principais bandeiras de sua atuação política, especialmente nos períodos eleitorais.

Durante a reunião, Flávio repetiu argumentos já amplamente contestados por especialistas, pela Justiça Eleitoral e por entidades independentes que acompanham os processos de votação. O senador sugeriu a necessidade de mudanças no sistema e levantou questionamentos sobre a confiabilidade das urnas eletrônicas, apesar da ausência de evidências concretas que sustentem alegações de fraude.

A postura chamou atenção por reproduzir quase integralmente o roteiro utilizado por Jair Bolsonaro em diversas ocasiões. Em 2022, o então presidente reuniu embaixadores para apresentar suspeitas sobre o sistema eleitoral brasileiro, episódio que posteriormente se tornou alvo de questionamentos jurídicos e políticos por ter sido interpretado como uma tentativa de desacreditar as instituições democráticas perante a comunidade internacional.

Críticos avaliam que a nova investida busca manter mobilizada a base mais fiel do bolsonarismo, mesmo diante da falta de provas que indiquem irregularidades nas eleições realizadas desde a implantação das urnas eletrônicas. Ao repetir discursos conhecidos, Flávio sinaliza alinhamento total à estratégia política construída pelo pai, transformando a desconfiança sobre o processo eleitoral em elemento permanente de sua atuação pública.

Para adversários políticos, o episódio demonstra a dificuldade do grupo bolsonarista em abandonar uma narrativa que já foi rejeitada por órgãos de controle, especialistas em segurança digital e observadores internacionais. Ainda assim, a insistência no tema indica que a contestação das urnas continua ocupando papel central no discurso do clã Bolsonaro, mesmo após sucessivas confirmações da integridade do sistema eleitoral brasileiro.


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Política

Estou me deliciando

Outro dia me perguntaram o que eu achava da situação atual da família Bolsonaro. A pergunta veio com aquele tom de quem já antecipa a resposta e espera uma indignação previsível. Respondi sem hesitar:

— Estou me deliciando.

Eles não entenderam de imediato. Mas a imagem que me veio à mente foi cristalina: Flávio Bolsonaro sem camisa, ao lado de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, o “Sicário”, apontado pela Polícia Federal como chefe de milícia privada e operador de esquemas de intimidação ligados ao banqueiro Daniel Vorcaro. Os dois, em um deck de piscina do Hotel Fasano, em Ipanema. A foto foi submetida a verificações técnicas e não apresentou sinais de fraude ou manipulação por IA.

Esse episódio não está isolado. As investigações da Polícia Federal e do Ministério Público têm revelado, com insistência incômoda, as conexões entre aliados políticos e financiadores do clã Bolsonaro com o crime organizado. Contatos com o Comando Vermelho, repasses milionários de uma produtora do filme biográfico para empresas sob suspeita de lavagem de dinheiro do PCC, agendas compartilhadas, material de campanha…

O ex-secretário Gutemberg Fonseca, indicado político de Flávio, aparece em gravações e áudios citado em reuniões com membros da facção. O ex-deputado Thiego Raimundo dos Santos Silva (TH Joias), que dividia agendas e estrutura de campanha com Flávio, foi preso na Operação Zargun por tráfico de armas e lavagem de dinheiro para organizações criminosas. Tudo isso vem à tona agora, como contas que chegam com juros.

E ainda há o vídeo recente em que o próprio Flávio declara em termos de faccionado, com todas as letras, que se Michelle não fosse sua madrasta, ele já teria “estancado” a crise. Um deslize que expõe rachaduras familiares e o tamanho do desconforto interno.

Não pensei, naquele momento, no tarifaço imposto ao Brasil por Trump, Rubio e companhia. Nem no Pix, no SUS ou na CLT. Não foi necessário. Os fatos recentes já falavam por si.

Tudo isso me remeteu a 2018. Eu conversava com quem quisesse ouvir, compartilhava documentos, dados, alertas. Tentava mostrar quem eram os Bolsonaro. Paguei um preço alto por isso. Fui chamado de “negro imundo”, “safado”, “coitado abandonado”, “desprezado”, “sem ninguém”. Sugeriram que eu me recolhesse à minha insignificância, pois nem Lula nem Bolsonaro sabiam da minha existência. Quase fui linchado virtualmente. Faltou pouco para o linchamento físico em praça pública.

Só eu sei o que passei.

Hoje não guardo raiva nem mágoa. Guardo, sim, o direito de sentir um prazer profundo, um regozijo intenso e quase visceral com o que está acontecendo. Não é alegria com o sofrimento alheio. É o sabor amargo-doce da consequência. É ver a história, que muitos quiseram calar, finalmente cobrar sua conta — com juros e correção.

Estou me deliciando. E não peço desculpas por isso.


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Campanha de Flávio Bolsonaro quer abastecer Ciro com ataques contra Lula

Em meio à disputa presidencial e à crescente dificuldade de ampliar sua própria base eleitoral, setores da campanha de Flávio Bolsonaro passaram a enxergar em Ciro Gomes uma peça estratégica para desgastar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A avaliação de aliados do senador é que qualquer enfraquecimento da imagem de Lula pode abrir espaço para uma reorganização do campo oposicionista e reduzir a vantagem do petista em segmentos do eleitorado que hoje permanecem fiéis ao governo.

Nos bastidores, a aposta seria estimular temas e narrativas capazes de alimentar críticas de Ciro ao Palácio do Planalto. O ex-ministro e ex-governador tem mantido uma postura dura em relação ao governo Lula, especialmente em áreas como política econômica, articulação política e promessas de campanha. Para estrategistas ligados ao bolsonarismo, esse posicionamento poderia funcionar como uma espécie de “oposição pela esquerda”, produzindo desgastes que a direita teria mais dificuldade em provocar sozinha.

A movimentação ocorre em um momento delicado para a campanha de Flávio Bolsonaro. Pesquisas, divergências internas e uma sucessão de controvérsias envolvendo aliados têm alimentado preocupações sobre a capacidade do grupo de consolidar uma candidatura competitiva. Nesse cenário, enfraquecer Lula passou a ser visto como uma prioridade tão importante quanto fortalecer a própria imagem do candidato.

Analistas políticos observam que a estratégia não é inédita. Em diferentes eleições, adversários de um candidato líder buscaram amplificar críticas vindas de setores ideologicamente distintos, justamente porque essas críticas costumam alcançar públicos que normalmente não seriam receptivos ao discurso da oposição tradicional. A intenção é criar um ambiente de maior desgaste político e aumentar a sensação de insatisfação entre eleitores moderados.

Apesar disso, a aproximação indireta apresenta riscos. Ciro Gomes tem histórico de independência política e frequentemente rejeita tentativas de alinhamento tanto com a direita quanto com a esquerda governista. Além disso, ataques excessivos podem acabar fortalecendo a narrativa de polarização que beneficia Lula junto a parcelas do eleitorado que veem o presidente como um anteparo ao avanço do bolsonarismo.

Enquanto a corrida eleitoral avança, a tentativa de utilizar o discurso crítico de Ciro como instrumento de desgaste contra Lula revela a busca da campanha de Flávio Bolsonaro por novas frentes de combate político. Mais do que uma disputa entre adversários diretos, a estratégia evidencia como a eleição tem levado diferentes grupos a explorar alianças circunstanciais e convergências táticas na tentativa de alterar o equilíbrio de forças da sucessão presidencial.


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TariFlavio ou FlavioSicário: O que detonou mais a campanha do 01 de Bolsonaro?

Isso é o que se pode chamar de tempestade perfeita. De um lado, as tarifas anunciadas por Marco Rubio, sicário de Trump na América Latina, ou a foto de Flavio todo bonachão, sem camisa, com o sicário do Vorcaro.

Não há limpador que possa passar pano num troço desse. Pior, TariFlavio se tornou um apelido fatal, reforçado pela fala do sabujo de Trump nitidamente voltada a meter o bedelho do tio Sam nas eleições brasileiras.

Lógio, isso foi uma patacoada que dá mais força aos memes de TariFlavio. A coisa está tão séria que nem o próprio Flavio, depois do anúncio de Rubio sobre as tarifas contra o Brasil, defendeu-se da acusação de que ele é o culpado.

Aliás, o idiota conseguiu piorar ainda mais, porque não se ouviu ou não se leu nenhuma palavra critica à tarifa de 25% dos EUA contra o Brasil. Ele sabe perfeitamente que mais de 90% dos comentários nas redes estão sentando o sarrafo no miliciano carioca, chefe absoluto da bandidagem que tomou conta da política em todo o estado do Rio de Janeiro.

Claudio Castro, Rodrigo Bacellar, Marcio Canella e TH Joias que o digam. Porém, todo ambicioso cai do cavalo por ser mais burro do que ambicioso., E olha que falamos de alguém que transpira ambição, e faz questão de ostentar com mansões o fruto de suas corrupções

Por isso a foto de Flavio Bolsonaro com o sicário de Vorcaro se tranformou em fogo no palheiro, em segundos, nas redes sociais.

Difícil é dizer qual das duas cerejas do bolo está mais envenenada com capacidade de levar a óbito sua pré-campanha à Presidência da República.

Para quem gosta de fazer fumaça para não sair da mídia, o vigarista mais proeminente do clã, vê sua campanha totalmente intoxicada por esses dois fatos juntos que nesta quinta (16) viraram um dos maiores assuntos.

É cedo para saber o tamanho do rombo em sua canoa, que já anda toda furada, até para saber se ele vai ou não continuar nesse suplício .

Uma coisa é certa. Nesta quinta, Flavio Bolsonaro chegou ao pico máximo de rejeição nacional, com os dois principais memes, TariFlavio e FlavioSicário.

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Política

vêm “mais duas granadas”: Avisa advogado e escritor carioca sobre Flávio Bolsonaro

Segundo Eduardo Goldemberg, o episódio da foto com “Sicário” é apenas o início de uma nova crise e que vem mais por aí

divulgação de uma fotografia do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao lado de Luiz Phillipi Mourão, conhecido como “Sicário“, continua repercutindo nos bastidores da política. Em publicação nas redes sociais, o advogado e escritor Eduardo Goldemberg afirmou que o episódio seria apenas o início de uma nova crise e escreveu que há “pelo menos mais duas granadas com alto poder destrutivo a caminho”, em referência a possíveis novas revelações envolvendo o parlamentar.

A imagem, divulgada pela jornalista Juliana Dal Piva, do portal ICL Notícias, mostra Flávio Bolsonaro sem camisa ao lado de Mourão em um hotel no Rio de Janeiro. Luiz Phillipi Mourão foi apontado pela Polícia Federal como chefe de um grupo de intimidação supostamente ligado ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, antigo controlador do Banco Master. Preso durante a Operação Compliance Zero, Mourão teve morte cerebral confirmada após uma tentativa de suicídio enquanto estava sob custódia.

Disse Edu Goldenberg:

Edu Goldenberg
@edugoldenberg
E atenção: pra quem acha que a foto com Sicário é a última bomba sobre o vagabundo do
@FlavioBolsonaro
… tem pelo menos mais duas granadas com alto poder destrutivo a caminho. Depois não digam que eu não avisei.

Versões contraditórias
Após a divulgação da fotografia, Flávio Bolsonaro afirmou que, por ser uma figura pública, costuma tirar fotos com pessoas desconhecidas e disse que a imagem poderia ter sido produzida por inteligência artificial. Posteriormente, análises divulgadas por portais especializados em verificação de conteúdo indicaram baixa probabilidade de manipulação digital.

Na publicação, Goldemberg não detalha quais seriam as “duas granadas” mencionadas. A declaração, no entanto, ocorre em meio a outras frentes de desgaste envolvendo o entorno político do senador.

Uma delas diz respeito às investigações relacionadas ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro. De acordo com a Forum, o caso ganhou novos capítulos após a divulgação de informações e áudios sobre um aporte de R$ 61 milhões no filme Dark Horse, produção inspirada na trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro e idealizada por aliados de Flávio, entre eles o deputado Mario Frias. O senador inicialmente negou a operação, mas posteriormente admitiu o recebimento dos recursos.

Na festa de Vorcaro
Além disso, circulam nos bastidores de Brasília informações sobre a existência de vídeos gravados em eventos ligados ao empresário Vittorio Vorcaro. Paralelamente, operações recentes da Polícia Federal tiveram como alvo pessoas próximas ao senador no Rio de Janeiro, em investigações sobre supostos crimes financeiros, incluindo lavagem de dinheiro.

A publicação de Eduardo Goldemberg reforça a avaliação de setores da oposição de que a divulgação da fotografia com “Sicário” pode ser apenas o primeiro episódio de uma sequência de revelações capazes de ampliar o desgaste político de Flávio Bolsonaro. Até o momento, porém, o advogado não apresentou detalhes ou provas públicas sobre as novas informações às quais se referiu.


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Política

Flavio Bolsonaro e articulações com lobista Jason Miller geram críticas sobre a soberania e políticas públicas

O senador Flávio Bolsonaro tem sido o principal articulador de contatos com o lobista e estrategista Jason Miller, ex-assessor de Donald Trump, em Washington. Miller, conhecido por defender pautas alinhadas a interesses norte-americanos e por atuar em lobby tarifário contra produtos brasileiros, tem mantido proximidade frequente com o senador.

Essas articulações colocam Flávio Bolsonaro no centro de controvérsias sobre as interferências externas em temas sensíveis da agenda nacional, como o Pix — sistema que ampliou o acesso popular ao mercado financeiro — e o Sistema Único de Saúde (SUS), referência mundial de atendimento público e principal instrumento de saúde para a população de baixa renda.

Críticos apontam que, por meio dessas conexões, o senador, seu irmão Eduardo, o comparsa Paulo Figueiredo e seu grupo político estão alinhados a interesses estrangeiros que ameaçam políticas públicas essenciais. Depois de questionamentos sobre o Pix e o mercado popular, as atenções agora se voltam para o SUS e o Mais Médicos, programas vitais para milhões de brasileiros que dependem do sistema público.

Destaque

O Governo Lula e a família Bolsonaro possuem um objetivo em comum. Acabar com os pobres. O primeiro, elevando-os. O segundo, matando-os.

Enquanto o governo federal busca fortalecer o acesso a serviços essenciais como estratégia de redução da pobreza, as ações e articulações da família Bolsonaro são vistas por opositores como um ataque a esses mesmos pilares, especialmente contra a saúde do trabalhador mais vulnerável e contra servidores públicos.

Investigações e silêncio no Rio de Janeiro

O silêncio de Flávio Bolsonaro também tem chamado atenção no âmbito doméstico. O senador não se manifestou sobre o avanço de investigações que apontam conexões entre jogo do bicho, tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e contrabando, com suposto envolvimento de agentes públicos estaduais. Todos os citados até o momento orbitam o mesmo grupo político do senador.

Diante do acúmulo de provas, o silêncio é interpretado como uma dificuldade em rebater as evidências. As articulações internacionais de Flávio Bolsonaro com figuras como Jason Miller seguem alimentando o debate sobre soberania nacional, integridade institucional e o papel da oposição no cenário político brasileiro.

*Luis Celso Ferreira dos Santos, nascido na cidade do Rio de Janeiro-RJ – Formado em Ciências Contábeis pela UFRJ, Aposentado pelo INSS, tendo trabalhado como Supervisor no Banco da Amazônia e também como Diretor Regional do SESC e do SENAC nos Estados do Acre e de Rondônia.


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Brasil Mundo

Sakamoto: Trump ataca Brasil e o Pix para tentar eleger Flávio Bolsonaro

Como esperado, o governo Donald Trump deu uma porrada em empresas e empregos brasileiros ao confirmar o tarifaço de 25% sobre uma parcela de nossas exportações para lá. O motivo principal não é comercial, mas geopolítico. Os EUA querem dobrar o Brasil, obrigando-nos a jogar o Pix no lixo, dar salvo-conduto às Big Techs e eleger Flávio Bolsonaro — que já mostrou que abraçaria o “America First”. Brasil? Maybe Later.

Nesse sentido, pouco adiantaram as tentativas de negociação realizadas por diplomatas, técnicos, políticos e empresários brasileiros e norte-americanos. Diante de argumentos, não há fatos que resistam. A Casa Branca reclamou do desmatamento brasileiro usando dados antigos, ignorando que a taxa de perda florestal é a menor em muitos anos. Tampouco adiantou mostrar que empresas norte-americanas de cartão de crédito estão ganhando mais após o Pix ter sido implementado.

É uma encenação bastante chulé afirmar que o Brasil causa prejuízos ao comércio norte-americano, uma vez que somos deficitários na balança comercial com os Estados Unidos há mais de 15 anos. Ou seja, pagamos muito mais bilhões do que ganhamos.

A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, liderada por Paulo Skaf, que faz oposição sistemática ao governo federal, nem corou ao reclamar que o Brasil está “desalinhamento político com Washington”. Uma forma bonita de falar de defender subordinação. A crítica, pelo menos, é mais elegante do que a declaração da diretora-executiva da Fiesp que atacou o fim da escala 6×1 em audiência no Senado porque, segundo ela, a mudança vai impedir que as brasileiras tenham um salão de beleza disponível aos sábados.

É bastante reveladora a postagem no X feita pelo secretário de Estado norte-americano Marco Rubio após o tarifaço ter sido divulgado. “No último ano, Lula colocou seu próprio ego acima da realização de um acordo em prol do bem-estar do povo brasileiro, e essas tarifas são o preço a pagar por isso”, disse Marco Rubio. Ou seja, o governo brasileiro se negou a ficar de joelhos.

*Leonardo Sakamoto/Uol

Postou Marco Rubio no X:

Secretary Marco Rubio

@SecRubio

Hoje, o Presidente Trump determinou que o USTR imponha uma tarifa de 25% sobre a maioria das importações brasileiras. Não haja confusão sobre o motivo: o Presidente Lula e seu governo não negociaram com os EUA de boa-fé.

Suas políticas econômicas são ruins para os americanos e ruins para os brasileiros. No último ano, Lula colocou seu próprio ego à frente de fazer um acordo pelo bem-estar do povo brasileiro, e essas tarifas são o preço por isso.

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Política

Qual o espanto da foto de Flavio com o sicário de Vorcaro se o senador condecorou Adriano da Nóbrega na cadeia?

Escândalo não é Flavio posar em foto ao lado do sicário de Daniel Vorcaro, mas por ser um peão da entrada do crime organizado na política carioca e poder disputar a cadeira da Presidência da República.

Flavio Bolsonaro herdou de seu pai todo o sistema de peculato e formação de quadrilha, tendo, inclusive, Queiroz como gerente, assim como seu pai. O histórico de Queiroz está aí em qualquer Google da vida.

Não foi esse mesmo Flavio que, como deputado estadual, não só empregou a mãe e a ex-mulher de Adriano da Nóbrega, mas também deu a ele a Medalha Tiradentes, a maior honraria do estado do Rio de Janeiro. Detalhe, dentro da cadeia, por ser um matador de aluguel.

Há inúmeras fotos de Flavio com os irmãos Brazão, mandantes do assassinato de Marielle Franco, pelo vizinho de Bolsonaro, Ronnie Lessa, colega de Bope de Adriano da Nóbrega e seu comparsa no escritório do crime.

Mas issso está longe de estabelecer o perfil do sujeito. Sua relação com Rodrigo Bacellar e TH Joias, que se encontram presos por relação com o crime organizado, fato amplamente divulgado.

Sem falar que Flavio mandava e desmandava na cúpula governamental e no próprio Claudio Castro, ex-governador do Rio de Janeiro. Quantos da cúpula do governo Claudio Castro estão na cadeia e quando o próprio terá o mesmo destino?

Flavio nunca se importou em fazer fotos ao lado de bandidos, até porque ao seu redor está repleto deles, coisa que Brasil todo sabe. Assim como assumiu o papel de corrupto osentação, exibindo mansões que compra como quem compra um picolé através de seus esquemas milionários de corrupção.

Sejamos francos, essa foto só complementa a percepção da gravidade de um sujeito, com esse porfolio, candidatar-se ao cargo mais importante do país.


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O clima esquentou e o tempo fechou para Flavio Bolsonaro; o jogo mudou, é o fim da política feita pelo Whatsapp

O clima mudou e mudou rápido na campanha de Flavio Bolsonaro depois do caso Vorcaro mais o filme Dark Horse. Pelo jeito, não há como apagar esse incêndio.

A chapa esquentou muito de lá para cá. Não há extintor de icêndio capaz de apagar o que está escrito sobre o caso Vorcaro. Flavio está falando como papagaio, mas, na prática, o que isso muda? Coisa nenhuma.

Na verdade, há também uma ccrise interna na comunicação, além de disputa por protagonismo e baixas na equipe. O marqueteiro digital, Fernando Pessoa, está às turras com publicitários novos.

Um dos principais estrategistas de mídias sociais, abandonou a campanha. Está cada vez mais difícil replicar aquele fenômeno mecânico do bolsonarismo promocional de parte da mídia nas redes que alavancou o mito do mito.

O tabuleiro de xadrez está turvo para Flavio. A peça de ficção do filho de Bolsonaro “moderado”, foi para as picas, capturada pela avalanche que entrou no lugar de Flavio no placar do jogo.

Com novas regras, depois do Flavio Master, além de indeciso, perdeu o discurso e as pesquisas mostram cada vez mais Lula na frente e Flavio mais atrás..

Sua campanha não tem só rachaduras, está desmoronando e virando um pardieiro. O que está em jogo é mais do que uma disputa eleitoral, mas a própria existência do bolsonarismo na política brasileira.

Dependendo do tamanho da vitória de Lula, o bolsonarismo será varrido da vida brasileira, com Whatsapp, com tudo.

A cada vídeo que Flavio faz, mais desespero ele escancara. O que parece é que não está preocupado em tirar o pai da forca, mas do próprio pescoço, por conta do que disse Merval Pereira a respeito do seu comando no crime organizado que tomou conta da política carioca.

O PT trocou de estratégia, saiu do modo defensivo e entrou no modo ataque, Flavio sentiu, e não foi pouco. Daí o barata voa de sua campanha.

Agora, o sobrenome de Flavio não é mais Bolsonaro, é escândalo financeiro ou Flavio corrupto para os mais impacientes, dois termos que caíram como luva na imagem já apodrecida do primogênito do clã.

Não é mais o mercado que dita as regras, quem dita é a PF mais o Intercept. Todos jogando no modo hard contra a campanha de Flavio.

Cada vez mais gente está apostando que Flavio jogará a toalha antes mesmi do início da campanha oficial.


Apoie o Antropofagista. Aqui a gente explica o jogo novo antes do debate coeçar.

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Política

Aliados de Flávio Bolsonaro temem desânimo e vitória esmagadora de Lula

O clima na campanha de Flávio Bolsonaro (PL) é de crescente apreensão. Integrantes da coordenação política e aliados do senador avaliam que a sucessão de crises das últimas semanas comprometeu a capacidade de mobilização da militância bolsonarista e alimentou um sentimento de desânimo dentro da própria base conservadora.

A preocupação aumentou após pesquisas de opinião indicarem uma ampliação da vantagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na disputa presidencial. Segundo levantamento Quaest divulgado nesta quarta-feira (15), Lula abriu vantagem sobre Flávio Bolsonaro, reforçando a percepção entre dirigentes do PL de que o cenário eleitoral se tornou significativamente mais favorável ao atual presidente.

Nos bastidores, interlocutores do senador admitem que a campanha enfrenta dificuldades para impor uma agenda positiva. Em vez de discutir propostas para o país, a candidatura tem sido marcada por sucessivos episódios de desgaste político, disputas internas e crises que desviam o foco da campanha. Entre aliados, cresce a avaliação de que falta uma estratégia capaz de reanimar o eleitorado e recuperar a confiança de setores da direita.

Outro fator que alimenta a inquietação é a percepção de isolamento político. Nas últimas semanas, partidos do chamado Centrão têm evitado anunciar apoio formal à candidatura, enquanto legendas como o Republicanos defendem manter neutralidade, aguardando a evolução do cenário eleitoral.

Além disso, restrições impostas pelo ministro Alexandre de Moraes ao contato de Flávio Bolsonaro com o ex-presidente Jair Bolsonaro retiraram da campanha um dos seus principais ativos políticos: a participação direta do líder histórico do bolsonarismo durante o período eleitoral.

Diante desse quadro, aliados passaram a admitir reservadamente que o maior risco deixou de ser apenas uma derrota eleitoral. O temor agora é de uma vitória de Lula por margem expressiva, resultado que enfraqueceria o campo bolsonarista, reduziria seu poder de negociação no Congresso e abriria espaço para uma reorganização da direita em torno de novas lideranças após as eleições.


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