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O antipetismo biliar está mudo com o encontro de Lula com Trump

O bolsonarismo cedeu ao apelo da biografia de estadista do presidente Lula e preferiu se ausentar de qualquer julgamento antecipado para não quebrar a cara. Todos olhando o encontro pela trinca da porta sem conseguir respirar tamanha a convulsão intestina que lhes acomete.

Essa gente é desprovida de referências e propósitos fora do círculo de ódio que não os de condenar e execrar Lula.

Longe de ser uma nova forma de lidar com a realidade, a “opinião pública” de bolsonaristas vale tanto quanto a tribuna de Bolsonaro na prisão.

Por isso a sofreguidão da direita não é pouca, mas não se declara incomodada com o encontro para náo entornar ainda mais o caldo.

Nunca a direita foi tão ofensiva para tntar subjugar Lula a seu juízo, mas neste caso. uma manifestação errática dos reacionários pode reforçar ainda mais a imagem de estadista de Lula.

Por ora, o melhor é não bancar o advogado geral de Bolsonaro e esperar no que de verdade dará esse encontro, torcendo que dê tudo errado para Lula, porque ninguém é de ferro no inferno bolsonarista.


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Brasil Mundo

Em carta, democratas pedem que EUA não classifiquem facções como terroristas

Documento enviado ao governo cita risco de interferência nas eleições brasileiras e relembra apoio dos EUA à ditadura após o golpe de 1964

Parlamentares do Partido Democrata dos Estados Unidos enviaram uma carta ao secretário de Estado Marco Rubio pedindo que o governo de Donald Trump não classifique o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas estrangeiras. O documento foi encaminhado na véspera da reunião entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump.

A carta foi liderada pelo deputado James P. McGovern, copresidente da Comissão Tom Lantos de Direitos Humanos da Câmara dos Representantes dos EUA, e assinada por outros seis parlamentares democratas: Greg Casar, Sydney Kamlager-Dove, Jan Schakowsky, Nydia Velázquez, Delia Ramirez e Rashida Tlaib.

No documento, os parlamentares afirmam que as facções brasileiras representam ameaça regional, possuem atuação transnacional e estão envolvidas em crimes ambientais, violência e expansão de atividades ilícitas em países da América do Sul. Apesar disso, argumentam que a classificação como organizações terroristas poderia gerar efeitos políticos e diplomáticos graves.

“Estamos preocupados com o uso excessivo e a instrumentalização das classificações de organizações terroristas estrangeiras sem que seja atendido o limite legal claro para atividades terroristas”, afirmam os deputados.

De acordo com Cleber Lourenço e Jamil Chade, ICL, a carta também cita preocupação com o uso político da medida durante o período eleitoral brasileiro. Segundo os parlamentares, existe temor de que a classificação das facções seja utilizada “para influenciar inadequadamente as eleições” no Brasil.

Os deputados relacionam essa preocupação ao histórico de intervenção dos Estados Unidos no país e mencionam explicitamente o apoio americano à ditadura militar instaurada após o golpe de 1964.

“Essa preocupação é ampliada pela longa e preocupante história de intervenção dos EUA no Brasil, incluindo o apoio documentado dos EUA à ditadura militar após o golpe de 1964”, diz o documento.

O texto também faz referência às sanções aplicadas anteriormente contra o ministro Alexandre de Moraes, do STF, após a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro pela tentativa de golpe relacionada às eleições de 2022.

Segundo os parlamentares democratas, o governo Trump já teria utilizado mecanismos de sanção para interferir em assuntos internos brasileiros. A carta afirma que, embora as sanções contra Moraes tenham sido revertidas após mediação diplomática, ainda há preocupação com a postura do governo americano em relação ao Brasil.

O principal articulador da carta, James McGovern, é um dos parlamentares mais ligados às pautas de direitos humanos dentro do Partido Democrata e copresidente da Comissão Tom Lantos de Direitos Humanos da Câmara dos Representantes dos EUA. McGovern atua há décadas em temas ligados à política externa americana, direitos humanos e sanções internacionais.

O deputado também esteve entre os parlamentares democratas que criticaram o uso político da Lei Magnitsky contra autoridades brasileiras. Em outra ofensiva recente, McGovern questionou a utilização de mecanismos internacionais de sanção contra o ministro Alexandre de Moraes, do STF, classificando a medida como uma forma de pressão política sobre instituições brasileiras.

A Lei Magnitsky é uma legislação americana utilizada para impor sanções internacionais contra pessoas acusadas de corrupção ou violações graves de direitos humanos. Embora McGovern não seja autor formal da lei, ele é historicamente ligado às articulações do Congresso americano em temas relacionados a sanções internacionais e responsabilização por violações de direitos humanos.

No documento, os parlamentares defendem que o combate ao crime organizado seja realizado por meio de cooperação diplomática, integração entre forças policiais, investigações financeiras e acordos multilaterais internacionais.

A carta também pede que os Estados Unidos ampliem ações de combate ao tráfico internacional de armas, lavagem de dinheiro, tráfico humano e narcotráfico, além de reforçar investimentos em fortalecimento institucional e combate à corrupção.

Os parlamentares ainda solicitam que o Departamento de Estado apresente ao Congresso americano todas as evidências que eventualmente justificariam uma classificação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas antes de qualquer decisão formal.

A eventual classificação das facções brasileiras como organizações terroristas estrangeiras ampliaria significativamente o alcance de medidas internacionais contra integrantes, financiadores e estruturas ligadas aos grupos, permitindo aplicação de sanções financeiras, restrições internacionais e ampliação da cooperação operacional entre agências de segurança.

O envio da carta ocorre em meio ao aumento das tensões diplomáticas envolvendo o governo Trump, o STF e setores do governo brasileiro, além da aproximação do calendário eleitoral de 2026.

A carta enviada por congressistas de peso da ala democrata foi comemorada no Palácio do Planalto. Para membros do governo, ela “desmascara” as reais intenções tanto de Donald Trump como dos bolsonaristas em qualificar os grupos criminosos como entidades terroristas: um eventual envolvimento e abalo nas eleições de 2026.

Parte central da visita de Lula nesta quinta-feira é a de estabelecer uma linha vermelha sobre o que é aceitável e o que o Brasil não irá tolerar no que se refere à inferência em assuntos domésticos.

Durante a reunião, o governo irá declarar abertamente que não existem terroristas no país e convidar Trump a colaborar na luta contra o “andar de cima” do crime organizado no Brasil. De fato, uma proposta foi apresentada no final de abril nesse sentido.

Para o governo Lula, a carta dos democratas é ainda uma tentativa de criar um curto-circuito na influência de bolsonaristas no governo americano. Ao receber de parlamentares americanos o alerta — e não de um governo estrangeiro — a esperança é de que a administração Trump possa dar outro peso para os argumentos.

Por fim, membros no Planalto estimam que a carta é uma sinalização também para a elite política americana e opinião pública sobre o caráter autoritário de Trump, ao citar o golpe de estado de 1964 no Brasil.


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Política

Alcolumbre pediu a Lula blindagem contra delação de Vorcaro e recebeu um rotundo NÃO! Dá seus pulos

O teretetê do baiacu amazônico, que se sentiu o grandão, por ter articulado a derrota de Jorge Messias no Senado, tinha como chorumela a velha baba de quiabo de que estava sendo vítima de perseguição da PF. Ou seja, o ecletismo do presidente do Senado e sua cartola enterrada até o pescoço, nos bastidores, tentou mostrar a Lula sua alma humana, quando recebeu um esférico não e um conselho, se vira, gordinho!

Isso desceu como ácido na goela do infeliz, daí sua vingança, que julgou que seria uma grande derrota para Lula barrar a indicação de Jorge Messias para o STF. Ledo engano.

Isso revela que Lula não tenta manejar a PF por nada ou por ninguém, uma demonstração cabal de que o presidente, perseguido e condenado pela cloaca lavajatista, não interfere nas instituições e muito menos tem pena de vigarista.

Não é sem motivos que Alcolumbre é defenestrado por 81% dos brasileiros, perdendo apenas para os divinos fundilhos de seu parceiro de picaretagem no Congreso, Hugo Motta, com 87%.

As cortinas da história vão se abrindo e os papas, os reis e os bonachões dos parlamentos vão se decompondo.

A mídia, que tratou Alcolumbre como o deus dos deuses, fez questão de não dizer quem o sujeito é na prática, preferiu colocar paninhos em seu histórico e lhe meter duas asas de ganso.


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Pesquisa

Pesquisa mostra Lula com sinais de recuperação em estados-chave

Conforme a Quaest, houve leve evolução de Lula em alguns recortes de segundo turno, além de melhora em indicadores de imagem

A nova rodada da pesquisa Genial/Quaest indica um cenário aberto para a eleição presidencial de 2026, com divisão regional entre os dois principais candidatos – o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Divulgado nesta quarta-feira (6), o levantamento foi feito em dez estados que concentram 75% do eleitorado nacional.

Segundo a Quaest, cada um dos concorrentes lidera em cinco unidades da federação. Lula tem boa vantagem em quatro estados (Bahia, Ceará, Pará e Pernambuco), além de estar numericamente à frente em Minas Gerais (mas aqui em empate técnico, dentro da margem de erro). Apesar do equilíbrio territorial, os dados revelam trunfos importantes para Lula na largada da disputa.

Redutos e o caso Minas

Nas sondagens de segundo turno, o presidente mantém desempenho consistente no Nordeste, liderando com margem mais confortável na Bahia (55% a 22%), no Ceará (56% a 28%) e em Pernambuco (57% a 23%). A região segue como principal ativo eleitoral lulista.

Além disso, a pesquisa expõe competitividade em estados de peso eleitoral, como Minas Gerais, onde Lula oscilou dois pontos para cima e segue à frente nos números (39% a 36%). Minas surpreende pela elevada taxa (a maior entre os dez estados) do chamado “não voto”: 20% dos mineiros dizem que vão votar em branco, anular o voto ou se abster – um contingente que amplia a margem de oscilação e pode redefinir o resultado no estado. Historicamente decisivo, Minas pode funcionar como fiel da balança.

Houve leve evolução de Lula em alguns recortes de segundo turno, além de melhora em indicadores de imagem. A redução de resistência em segmentos do eleitorado é fator decisivo em contextos de forte polarização.

Se por um lado Lula mantém força em regiões-chave, por outro ainda enfrenta dificuldades em estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná, onde Flávio Bolsonaro lidera. A reversão – ou ao menos redução dessas desvantagens – será decisiva nas urnas. Em contrapartida, Flávio demonstra dificuldade de expansão nesses estados, num problema clássico de candidaturas ancoradas mais na rejeição ao adversário do que na própria capacidade de projeção.

Aprovação e avaliação

A pesquisa traz ainda indicadores do governo que ajudam a explicar a resiliência eleitoral de Lula, mesmo com a clivagem regional. Enquanto o presidente sofre com índices de desaprovação mais elevados no Sul e Centro-Oeste, ele mantém saldo positivo em quatro estados: Pernambuco, Bahia, Ceará e Pará.

Nacionalmente, o levantamento consolida 43% de aprovação contra 52% de desaprovação. A avaliação qualitativa do governo também reflete essa divisão: 31% consideram a gestão positiva, 26% regular e 42% negativa. Os números mais expressivos de aprovação são justamente nos estados onde Lula lidera a corrida presidencial.

Mesmo com níveis de crítica, o presidente mantém uma base relevante de avaliação positiva (ótimo/bom), o que sustenta seu potencial competitivo. Em eleições presidenciais, a aprovação do governo costuma se refletir diretamente na intenção de voto.

A corrida começa com Lula na posição de incumbente, o que historicamente amplia a capacidade de produzir fato político, pautar o debate e mobilizar a máquina de governo. Se conseguir converter os êxitos da gestão em percepção mais ampla entre o eleitorado – e percepção em voto –, Lula ganhará ainda mais competitividade.

A cinco meses das eleições, os números da Quaest apresentam um quadro em movimento que não garante favoritismo, mas indica algo mais importante neste momento: Lula entra na disputa com base preservada, sinais de recuperação e condições reais de construir maioria.

A pesquisa Genial/Quaest entrevistou 11.646 pessoas, em dez estados, de 21 a 28 de abril. A margem de erro é de dois pontos percentuais em São Paulo e de três pontos nos demais estados.


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Política

Governo sinaliza que Lula não vai promulgar PL que alivia pena de golpistas

Veto do presidente à anistia velada de Bolsonaro e demais golpistas foi derrubado após manobra de Alcolumbre

O prazo para a promulgação do Projeto de Lei da Dosimetria pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva termina na noite desta quarta-feira (6). A tendência, no entanto, é que fique para o presidente do Congresso Nacional, o senador Davi Alcolumbre (União-AP), a tarefa de tornar lei a vergonhosa medida que alivia a pena de quem atentou contra a democracia.

Documento da Mesa Diretora do Congresso oficializando a derrubada do veto presidencial foi encaminhado à Casa Civil na noite de segunda-feira (5).

Conforme estabelece a Constituição, a partir desse comunicado oficial, passa a ser contado o prazo de 48 horas para que o presidente promulgue a nova lei. Caso não o faça, o presidente do Congresso tem o mesmo prazo para fazê-lo.

O PL da Dosimetria reduz penas dos condenados pela tentativa de golpe — entre os quais o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e militares de alta patente — e de participantes dos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.

Segundo especialistas, o texto ainda abria brechas para a diminuição de penas para condenados por crimes comuns, mas também graves, como os violentos, hediondos (incluindo estupro e feminicídio) e de organização criminosa.

Saiba mais: PCdoB vai ao STF por inconstitucionalidade do PL da Dosimetria, diz líder

Por tudo isso, o presidente Lula vetou integralmente o projeto no dia que marcou os três anos dos ataques de 8 de janeiro. Na semana passada, no entanto, a partir de uma manobra que, entre outros nomes, envolveu diretamente o presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, o veto foi fatiado e derrubado apenas na parte que interessava à direita, ou seja, a anistia velada aos golpistas.

Tal manobra é vista como parte das negociações — que envolveram, ainda, a rejeição ao nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, para o Supremo Tribunal Federal (STF) — visando evitar uma CPI para investigar o Banco Master, que atinge quase que exclusivamente nomes da direita e da extrema direita, inclusive aliados de Alcolumbre.

O processo que levou à derrubada do veto, no entanto, pode ser considerada inconstitucional. De acordo com o Vermelho, isso aconteceu porque o senador resolveu fatiar o veto e votar apenas a parte que dizia respeito aos golpistas, mantendo a proibição da mudança nas penas para os demais crimes.

Conforme parlamentares experientes e membros do governo, o desmembramento não possui precedentes legais ou regimentais no Congresso.

Na avaliação da líder do PCdoB na Câmara, deputada Jandira Feghali (RJ), a sessão envolvendo a votação foi “totalmente inconstitucional”. Por isso, o partido decidiu, segundo a parlamentar, ingressar com ação no Supremo Tribunal Federal (STF) assim que o texto for promulgado.


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Brasil Mundo

Encontro de Lula com Trump é uma calça arriada no clã Bolsonaro

As reações de Flavio e Eduardo Bolsonaro com o encontro de Lula e Trump nos EUA, não mentem, sentiram.

Lula, numa só tacada, anula o sonhado peso político do clã na Casa Branca.

Eduardo, que vinha cantando e contando prosas sobre sua reaproximação com aquelas figuras desconhecidas do entorno de Trump, como se tivesse uma grande importância, caiu no folclore outra vez.

Lula utilizará esse encontro para estabelecer um patamar de intercâmbio dos dois países, com interesses mútuos, o que não tem nada a ver com sabukice da família Bolsonaro.

Trump e Lula, com certeza, buscarão uma harmonização de interesses de lá e de cá e não oferecer o Brasil para ser instrumentalizado como anunciou Flavio Bolsonaro, praticamente oferecendo o Brasil para ser puxadinho dos interesses norte-americanos. Isso é tradição na família Bolsonaro.

Quem se esquece daquela cena em que Bolsonaro, isolado, no encontro de chefes de Estados quando o idiota oferece a Al Gore a exploração da Amazônia pelos EUA.

Tal bossalidade, de tão grande, causou perplexidade no figurão norte-americano.

Lula estará com Trump focado na soberania nacional se alinhamentos excessivos com aquele país e muito menos atender apenas aos interesses dos EUA, como sempre fez o clã Bolsonaro.

Como não sobrou nada, sobretudo porque foram pegos de surpresa, Eduardo, paspalhão, não poderia deixar de fazer comentários patéticos sem sequer saber o contexto da visita de Lula a Trump.

Uma coisa é certa, a reação dos milicianos do clã com essa viagem de Lula foi a de quem tomou uma bola nas costas e tenta achar Lula sem saber em que parte do campo o presidente da República está  jogando.

Ou seja, Eduardo dá uma de Zema, que só abre a boca para dizer besteiras e cair ainda mais nas pesquisas.

O fato é que o clã está perdido em campo alheio.


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Política

Os mercenários do ódio

Sem qualquer proposta para o país, sem poder vir com aquela baba de quiabo contra a corrupção, já que o principal candidato da direita é a própria encarnação da corrupção, de pai e mãe, a direita investe pesado nos mercenários do ódio.

Gente plantada a peso de ouro nas redes sociais para, de forma leviana e violenta, atacar a esquerda, mas sobretudo, Lula.

Isso é óbvio e ninguém pode se dizer surpreso, é o modus operandi da direita no Brasil desde sempre, mas é, principalmente, no governo Bolsonaro que esse tipo de milícia digital, com robôs e podcasts bolsonaristas se multiplicaram como os algoritmos que espalham essa prática criminosa na web.

Não se sabe o que assusta mais, se é a política de pega pra capar ou se a total ausência de projeto para o país que o faça crescer. É a forma de marketing que a direita tem, atacar as pessoas em sua honra, mas também os familiares, mostrando como o jogo é baixo.

Pior, isso encontra eco dentro da mídia industrial, já que o maior partido de direita no Brasil desde a redemocratização, é a Globo.

O objetivo é estar em alta nas pesquisas que medem o compartilhamento e visibilidade de determinado assunto com foco no assassinato de reputações da esquerda como um empreendimento que rende milhões ao mercenário do ódio.

Essas pessoas que recebem pagamento para realizar campanhas e até ameaças, não são militantes, são criminosas e recebem para fomentar esse tipo de ativismo político.

As redes sociais são as maiores vítimas desse tipo de atuação bandalha que visa manipular o debate público e atacar com violência pessoas nas redes na tentativa de capturar eleitores pelo mal, o que é inaceitável numa democracia.


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Política

Lula avalia nomeação de Jorge Messias ao Ministério da Justiça

Presidente discute com aliados futuro do AGU após reprovação de indicação ao STF

A iniciativa seria uma espécie de prêmio de consolação ao ministro após a rejeição pelo Senado Federal do seu nome a uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF).

A avaliação dentro do governo federal é de que a nomeação de Messias poderia fortalecer a posição do aliado de Lula, demonstrando deferência política.

Além disso, blindaria sua imagem pública e o manteria em evidência para uma eventual nova indicação à Suprema Corte no futuro.

O diagnóstico é também que, no Ministério da Justiça, Messias também atuaria junto ao Supremo Tribunal Federal para arrefecer a resistência ao seu nome no Poder Judiciário.

Nos bastidores, a leitura é de que a transferência para Justiça o colocaria em um patamar mais elevado dentro do governo federal, ajudando a mitigar o desgaste provocado pela derrota.

Há ainda no Palácio do Planalto um sentimento de consternação com o resultado. Messias, na avaliação de assessores petistas, acabou “pagando o preço” do mau-caratismo que impera no Senado.

Nesse contexto, cresce internamente a defesa de um movimento de valorização do advogado-geral da União, como forma de reconhecimento pelo que aliados classificam como um sacrifício imposto a ele durante o processo de indicação.

Após a reprovação, o chefe da AGU chegou a desabafar com interlocutores que avaliava até mesmo pedir demissão por não ver ambiente político para seguir no cargo.

Messias se reuniu com o presidente Lula no Palácio da Alvorada após ser rejeitado pelos senadores.


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Política

Sem uma palavra crítica a Alcolumbre, mídia ataca Lula confessando-se derrotada por ele no primeiro turno

Lula está em 48,6 a 48,7% dos votos válidos, segundo a mais recente pesquisa CNT/MDA, afirmando que Lula está a 1,3 ou 1,4 ponto percentual de liquidar a eleição já no dia 2 de outubro, primeiro tuno.

A coisa é tão séria que simplesmente a mídia hegemônica, com toda a liberdade de imprensa, omitiu vergonhosamente essa pesquisa do instituto que mais acertou em 2022.

Isso é de uma violência manipuladora que jamais estaria no menu de uma imprensa séria. Dar resultados de pesquisas eleitorais que agradam à mídia, é muita canalhice, mas também explica o apoio à quadrilha Bolsonaro ligada ao bando que está sendo defenestrado pelo  governador interino do Rio de janeiro, Ricardo Couto, que mistura milícia com tráfico, com escritório do crime, contravenção de toda ordem que a política carioca, berço do bolsonarismo e por isso dominado pelo clã, é escancarada.

Então, O Globo, por exemplo, o maior jornalão em circulação no país, não por acaso com sede no Rio de Janerio, fala em revés de Lula, em derrota de Lula ou qualquer coisa negativa de Lula, o que nos faz lembrar as matérias desse mesmo periódico em prol de Collor, contra Lula, mas sobretudo contra o povo, principalmente quando o caçador de marajás caçou as contas correntes e as poupanças do povo brasileiro com três dias de páginas inteiras de exaltação dos Marinho ao “feito” de Collor.

É sobre isso que falamos, assim como o powerpoint de Andreia Sadi e as falácias da lavajatista, Malu Gaspar, sem falar em Merval Pereira, porque este, não tem graça.

Na verdade, Grupo Globo, Folha, Estadão, em defesa da agiotagem nacional, está naquela cruzada de todos ou tudo contra Lula, porque não têm a coragem de dizer o fato concreto, são todos contra os trabalhadores, os pobres e os miseráveis.

Na realidade, essa gente só está contra Lula, ou seja, contra o povo, isso a cinco meses da eleição. Imagina quando estiver a uma semana o que essa gente sapecará nos jornalões contra o presidente da República para que não exerça o seu quarto mandato.


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Política

Governo mapeia traições em votação sobre Messias, vê rasteira do MDB e prevê exonerações

Presidente reuniu ministros para discutir estratégia após Senado ter rejeitado AGU como indicado ao STF

Horas depois da derrota no Senado, o presidente Lula (PT) e aliados mapearam traições na votação que culminou na rejeição do nome de Jorge Messias para o STF (Supremo Tribunal Federal) na noite de quarta-feira (29).

Em reunião na residência oficial da Presidência, o Palácio da Alvorada, logo após o fim da votação, integrantes do governo e aliados identificaram dissidências no MDB e no PSD, em um conluio conduzido pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).

Além da atuação de Alcolumbre, colaboradores do presidente apontam a participação do senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) e do ministro Alexandre de Moraes, do STF, em um pacto para impedir a nomeação de Messias.

Pacheco era o escolhido de Alcolumbre para pleitear a vaga no Supremo, enquanto Lula reiterava a intenção de ter o senador como seu candidato ao governo de Minas Gerais, em busca de um palanque forte no estado. Lula acabou por indicar Messias após conversas com os envolvidos, mas ainda a contragosto do chefe do Senado.

O acordo, segundo interlocutores de Lula, teria sido selado durante um jantar na noite de terça-feira (28), na residência oficial do presidente do Senado, com intuito de evitar nova correlação de forças na corte. Messias teria contrariado ministros ao manifestar simpatia pela adoção de um código de ética no tribunal.

Entre aliados de Lula, suspeitas recaem sobre o ex-ministro dos Transportes Renan Filho e seu pai, o senador Renan Calheiros, ambos do MDB de Alagoas. A desconfiança é que teriam votado contra a indicação de Messias em solidariedade a Bruno Dantas, ministro do TCU (Tribunal de Contas da União) que cobiçava a vaga do tribunal.

Aliados do presidente apostam na exoneração de indicados de Alcolumbre, como os ministros Waldez Góes (Integração e Desenvolvimento Regional) e Frederico Siqueira (Comunicações). Segundo participantes da reunião, Lula mostrava serenidade, enquanto buscava confortar Messias.

O AGU teve 34 votos a favor da indicação (sete a menos que o necessário) e 42 votos contrários. Essa foi a primeira rejeição a um indicado do presidente da República ao STF desde 1894.

Entre o fim da votação no Senado e convocação da reunião entre os membros do governo, Lula e Messias se falaram por telefone. Além da preocupação com o estado emocional de Messias, aliados do presidente contam que ele costuma repetir que “não se deve tomar decisões a 39 graus de febre”.

Por conta disso, qualquer reação é esperada para a semana que vem, após o feriado e a identificação dos responsáveis pela derrota.

Ainda durante o encontro, a agenda do presidente com a programação para esta quinta-feira (30) foi publicada informando uma reunião com o Ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, como primeiro compromisso do dia. Embora aliado de Hugo Motta (Republicanos-PB), Feliciano é um indicado do partido de Alcolumbre, o União Brasil.

Na saída do Congresso, a caminho do Alvorada, o ministro José Guimarães (Relações Institucionais) afirmou que o momento é de agir com inteligência, não com fígado. Ainda durante a sabatina, Guimarães esteve no Palácio da Alvorada para conversar com o presidente. No Congresso, chegou a dar como certa a aprovação do AGU com mais de 41 votos, o mínimo necessário.

Com a rejeição de Messias, Guimarães enfrenta uma derrota em uma de suas principais missões desde que assumiu a chefia da articulação política do governo no lugar de Gleisi Hoffmann (PT).

Durante a sabatina, o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA) também visitou Lula. De acordo com o ICL, o presidente teria questionado ao senador como estaria o clima para a sabatina e para a aprovação, ao que Wagner informou que tudo corria bem.


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