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Pesquisa

Datafolha: Flavio cai 4 pontos e Lula sobre 3 e fica 10 pontos na frente

Lula aparece, no mesmo Datafolha, no primeiro turno, com 41% das intenções de votos, e Flavio com 31%.

A pesquisa reflete algo que ainda vai piorar muito para Flavio e, quando afirmamos muito, a coisa se dá a partir dos próprios agregados políticos de Flavio Bolsonaro, que partiram para o despudor de assumir que ele é um marginal, mas o antipetismo pode fazer careta, porém,  tem que engolir o mega vigarista do clã de vigaristas contra ocomunismodoPT, porque é a única coisa que sobrou dessa chanchada fascista,

Lógico que Vorcaro é o ponto de maior desgaste do seu irmãozão Flavio, mas muita coisa ainda rolará, incluindo a proteção de Mendonça com o filho do seu eterno patrão por uma nítida dívida de gratidão.

Sem falar que, em pleno desespero, o círculo mais próximo de Flavio assume um podcast de que ele é um mega vigarista, mas na realidade, é melhor que ele vença para varrer o “esquerdismo” da face da terra. A coisa está nesse nível.

Lula abre 10 pontos sobre Flavio, mas não se iludam, a distância tem tudo para aumentar.

Seja como for, o Datafolha mostra um desenho daquilo que se sente nas ruas, por conta do cinismo corrupto de Flavio, confirmadíssimo pelo sincericídio cômico de Valdemar da Costa Neto em plena GloboNews.

E lembrem-se que Valdemar sabe muito do riscado, tanto que cantou a pedra sobre a corrupção de Alcolumbre antes do parrudo dançarino, que comanda o Senado, ser defenestrado pela descoberta de que recebeu de Vorcaro um agrado de mais de R$ 150 milhões.


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Brasil Mundo

Vídeo: Lula responde a Trump sobre “Brasil politicamente perigoso”: Não se meta!”

Presidente brasileiro rebateu declarações de Trump, que ainda propagou fake news sobre a prisão de “Bolsonaro Jr.” durante a cúpula do G7 na França

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reagiu publicamente, nesta quarta-feira (17), às declarações de Donald Trump sobre a política brasileira feitas ao fim da cúpula do G7 em Évian-les-Bains, na França. Em coletiva de imprensa em Genebra, Lula afirmou que Trump “não pode violar a soberania e se meter nas eleições brasileiras” e defendeu a lisura do sistema eleitoral do país, após o presidente americano classificar o Brasil como “politicamente perigoso” e disparar fake news sobre “prisão de um Bolsonaro Jr.”

Lula reage a Trump e defende soberania brasileira
A resposta de Lula foi direta.

“Para mim, ele pode continuar gostando do Bolsonaro, do pai, do filho, do neto, não tem nenhum problema, é problema dele, afinal de contas, gosto não se discute. Agora, não se meta nas eleições do Brasil, porque as eleições do Brasil são um problema do Brasil”, disse o presidente, em Genebra.

Lula acrescentou que espera apenas que Trump “não fira o código de ética entre as nações que querem ser respeitadas na sua soberania”.

*Forum


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Brasil Mundo

A íntegra do fundamental discurso de Lula no G7

O discurso do presidente Lula na cúpula do G7, em Évian, na França, destacou-se pela defesa do multilateralismo e críticas contundentes ao protecionismo, ao unilateralismo e à desigualdade global. Ele falou diretamente diante do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, abordando temas de soberania e justiça econômica.

Os principais pontos da fala do presidente incluíram:

Desigualdade e Neoliberalismo: Lula afirmou que o neoliberalismo agravou a crise econômica e as desigualdades entre países ricos e pobres.

Ele citou o empresário Elon Musk ao destacar que o primeiro trilionário do mundo é mais rico do que os 46% mais pobres da população mundial.

Defesa da Soberania e Crime Transnacional: Fez uma crítica indireta a decisões dos EUA sobre o combate ao narcotráfico, ressaltando que tal esforço deve respeitar a soberania dos países e ser integrado à agenda de desenvolvimento, e não utilizado como justificativa para intervenções unilaterais.

Financiamento e Dívida Externa: Criticou os gastos militares globais (cerca de US$ 3 trilhões), enquanto nações em desenvolvimento pagam bilhões em serviços da dívida. Ele defendeu que essas nações não devem ser obrigadas a escolher entre pagar credores e alimentar sua população.

Tecnologia e Inteligência Artificial: O presidente argumentou que a Inteligência Artificial e a transição digital não podem reproduzir padrões históricos de concentração de renda e exclusão dos países em desenvolvimento.

A íntegra do discurso:

Agradeço ao presidente Macron pelo convite para participar deste segmento ampliado em Évian.

Ainda em 2003, uma das minhas primeiras tarefas como presidente do Brasil foi participar da Cúpula do então-G8 nesta bela cidade.

Desde aquele ano estive em outras nove cúpulas do G8 ou G7.

Em todas elas nos defrontamos com crises e desafios que afetam milhões de pessoas ao redor do mundo.

Mas em nenhuma conseguimos construir respostas coletivas e duradouras.

Ficamos aprisionados em dogmas que defendem desregulamentação de mercados, Estado mínimo e austeridade fiscal como fins em si mesmos.

O neoliberalismo agravou a desigualdade econômica e a crise política que hoje assolam as democracias.

Agora, o protecionismo e o unilateralismo ressurgem como respostas falaciosas para a complexidade dos nossos problemas.

A distância que separa a prosperidade de Évian da realidade enfrentada por bilhões de pessoas no Sul Global não está diminuindo.

Nos últimos anos, a desigualdade entre países ricos e pobres tem aumentado.

O primeiro trilionário do mundo é mais rico do que os 46% mais pobres da população mundial.

A extrema concentração de riqueza decorre de décadas de políticas pró-bilionários.

Caminhamos na contramão da Agenda 2030.

Faltam 4 trilhões de dólares por ano para cumprir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

A COP-30 voltou a evidenciar a distância entre os compromissos assumidos pelos países desenvolvidos e os recursos efetivamente mobilizados para cumpri-los.

Para acelerar a implementação do Acordo de Paris, é preciso ampliar o financiamento climático para, pelo menos, um trilhão e trezentos bilhões de dólares.

Os desafios se multiplicam, mas a solidariedade internacional encolhe.

No ano passado, registramos queda histórica de 23% na Ajuda Oficial ao Desenvolvimento.

O Programa Mundial de Alimentos perdeu cerca de 40% de seu financiamento.

A Organização Mundial da Saúde e o UNICEF reduziram seus orçamentos em mais de 20%.

Não são cifras abstratas.

Elas impactam diretamente o cotidiano dos habitantes de países em desenvolvimento.

São milhões de pessoas sem acesso à alimentação adequada; crianças sem frequentar a escola; mulheres privadas de proteção; e comunidades vulneráveis diante de doenças que podem ser prevenidas.

Guerras e conflitos também continuam desviando o foco da agenda do desenvolvimento.

Os gastos militares anuais somam quase 3 trilhões de dólares.

Nossa tarefa é corrigir as desigualdades de um sistema que produz riqueza em abundância, mas que distribui oportunidades de forma profundamente assimétrica.

O mundo em desenvolvimento transfere 1,4 trilhão de dólares por ano em serviço da dívida, valor sete vezes superior à ajuda recebida dos países ricos.

A Conferência de Sevilha sobre Financiamento para o Desenvolvimento apontou para a direção correta.

Embora a contribuição do setor privado seja bem-vinda, a Ajuda Oficial ao Desenvolvimento segue sendo responsabilidade primordial dos estados.

Precisamos de um sistema financeiro no qual os países não sejam obrigados a escolher entre pagar credores e alimentar suas crianças.

Está claro que o desafio não é administrar a escassez.

O déficit que enfrentamos é de implementação e de vontade política.

Não faltam boas ideias.

Mecanismos inovadores como a troca de dívida por ação climática ou investimentos sociais podem contribuir para ampliar o espaço fiscal dos países mais vulneráveis.

O Brasil tem dado a sua contribuição.

O Fundo Florestas Tropicais para Sempre vai canalizar investimentos para a conservação desse bioma e de seus habitantes.

A Aliança Global contra a Fome possibilita compartilhar experiências e auxiliar a implementação de políticas públicas eficazes na redução das desigualdades.

O estabelecimento do Painel Internacional sobre Desigualdade, proposto pela presidência sul-africana do G20, apoiará com dados e evidências a formulação de respostas coordenadas a esse desafio.

Outros temas, como o combate aos crimes transnacionais, também devem fazer parte da agenda de desenvolvimento.

Um deles, é o desafio do crime organizado, que aterroriza comunidades e desvia recursos públicos que deveriam ser direcionados para a construção de escolas, hospitais e estradas.

Esse esforço deve levar em conta do respeito à soberania dos Estados.

A Declaração de Líderes do G7 sobre o Combate ao Tráfico de Drogas é um passo positivo.

Mas o enfrentamento ao narcotráfico não pode ser dissociado de outros ilícitos como a lavagem de dinheiro e o tráfico de armas.

Valorizar o diálogo e a cooperação institucional, inclusive por meio da INTERPOL, contribuirá para a localização de ativos e indivíduos vinculados a essas atividades criminosas.

Outro desafio que não pode permanecer excluído do debate sobre parcerias para o desenvolvimento é o acesso a tecnologias de ponta, como a Inteligência Artificial.

As transições energética e digital não podem reproduzir padrões históricos que concentram benefícios econômicos em poucos atores.

Os países detentores de minerais críticos devem participar das etapas de maior valor agregado da cadeia, por meio da industrialização, da transferência de tecnologia e da formação de capacidades, conforme suas necessidades nacionais.

Muito obrigado.


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Política

Travou: O esgoto digital do bolsonarismo não funciona mais

Os números das pesquisas mostram que os ataques vindos do esgoto digital da campanha de Flavio, bateu biela, e a máquina parece emperrada. Daí a comfusão mental de Flavio desdizendo tudo o que disse sobre privatizações, Bolsa Família, fim da isenção do imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil, e por aí vai.

Flavio não está somente perdendo musculatura eleitoral, é um processo sarcopênico de um discurso esgotado. A tal guerra cultural, que nada mais era do que a tradução de um sistema de massificação digital, que atacava adversários como inimigos que deveriam ser banidos da vida nacional, faliu, morreu, e não segura nem os votos prometidos que Flavio tinha até o escândalo do Banco Master grudar na sola do seu sapato com a lavagem de dinheiro justificada com a aura de um filme do pangaré do seu pai, deixando claro que Vorcaro teve muitos benefícios públicoa durante o governo Bolsonaro, a partir do clã.

Flavio, como bem disse Valdemar da Costa Neto, estava no áudio cobrando de Voraro o cumprimento do acordo em espécie um dia antes do irmãozão camarada ser preso e ficar impossibilitado de pagar a outra parte da fatura.

Se antes, durante o governo Bolsonaro, a máquina de assassinatos de reputação funcionava com a lubrificação de Carluxo e seu gabinete do ófio, patrocinado pela Secom, o bolsonarismo não consegue superar a limitação de operar sem os milhões de verba pública.

Para piorar, Flavio, como opositor, tem que apresentar propostas alternativas ao governo Lula, mas elas não apareceram, pior, Flavio resolve xerocar o discurso social de Lula e deu uma cruzeta como um nó na cabeça dos bolsonaristas renitentes.

O fato é que, sem ter grana para bancar a sujeira e dar estabilidade ao esgoto bolsonarista, todos os tiros de balas de prata que Flavio usou contra Lula, mascaram miseravelmente. Pior para o clã.

Lula, macaco velho, campeão de eleição presidencial, usou o limão para fazer limonada, trazendo para si o inverso do que a campanha de Flavio previa.

Na verdade, Flavio está totalmente perdido, seu cálculo eleitoral foi feito por algum analfabeto e o tal estilismo estratégico afunda amais rápido a sua canoa.

Não há algoritmo possivel sem dinheiro e, vendo a geladeira do bolsonarismo vazia, os algoritmos acharam melhor dormir para passar a fome.

Claro que isso deixa o militante fascista, órfão, totalmente sem rumo por conta do discurso enviesado de Flavio em “defesa do social”, o que por si só, é uma gigantesca piada. Mas não deixa de ser extremamente revelador, já que suas intenções de voto deram uma recuada pesada na mesma proporção em que Lula avança sobre parte considetável do chamado eleitor indeciso ou independente.

Flavio está ansioso, suando frio com risco de repetir a caganeira que protagonizou num debate para a prefeitura do Rio de Janeiro.

Não pode ficar em silêncio, pois seria confessar que não tem nem pedra para jogar na vitrine de Lula.

A campanha do 01 não é só insuficiente para conduzir o corrupitaço Flavio ao topo da disputa, o embrulho de bosta, que vinha sendo tratado como o novo filé mignon da Faria Lima, não foi suficiente para suprir o odor que exala seu passado recente, somado ao perfil de suas rachadinhas, foramção de quadrilha e peculato, sem falar na traição ao Brasil em pleno EUA de Trump.


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Política

Um Flavio Bolsonaro, feito por IA, tentou se passar por Lula em entrevista à Veja

Só faltou o candidato do PL se apresentar como Flavio Lula da Silva ou dizer que seu voto seria de Lula para a Presidência da República.

Dizem as más línguas que, nos bastidores, numa desesperada falta de noção do ridículo, Flavio decalcou as principais bandeiras de Lula, tentando se passar por ele, provocando infarto do miocárdio nos principais caciques do PL

Na verdade, Flavio posou de anjo bêbado ou sobrevivente de si próprio, dando a cada palavra um sentido diametralmente oposto a tudo o que ele defendeu na vida ao lado de seu pai.

Fez uma espécie de réquiem às vítimas de seu pai. Na verdade, foi um grande farrancho que não despertou qualquer interesse do eleitor.

Quando esse sujeito defendeu o Bolsa Família ou qualquer programa social para as camadas mais pobres da população? Por isso, nos bastidores, as gargalhadas soaram com sua fala medíocre de um pessimismo confessadamente entregue às baratas, típico de um peru de natal que morre às vésperas da eleição.

Isso dá o tom objetivo da bomba nuclear que o caso Vorcaro lhe caiu na cabeça.

Flavio se mostrou uma alma contada, e se não teve ninguém de sua campanha para controlar seu ímpeto sabujo, numa imitação grosseira de Lula, é porque foi jogo comninado com sua assessoria. Jogo de cartas marcadas, endereçado a um eleitorado que está cada dia mais depositando seus votos de confiança na reeleição de Lula.

Some isso aos escândalos que envolvem Flavio, Eduardo, Mario Frias, Karina da Gama com o Banco Master de Vorcaro, e o estrago está pronto.

O sujeito  não economizou na hora de tirar da manga uma imitação barata do seu principal adversário que nao para de crescer, enquanto Flavio não para de cair nas pesquisas.


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Pesquisa

CNT/DMA: Lula abre 12,5% sobre Flavio no segundo turno

Lula abre 12,5 pontos de vantagem sobre Flávio Bolsonaro no 2º turno, segundo a 168ª Pesquisa CNT de Opinião, realizada pelo Instituto MDA. No cenário estimulado para uma eventual disputa presidencial entre os dois, o presidente aparece com 49,3% das intenções de voto, contra 36,8% do senador.

De acordo com a Pesquisa CNT de Opinião, brancos e nulos somam 11,2%, enquanto 2,7% dos entrevistados se declararam indecisos. O resultado indica vantagem numericamente ampla de Lula sobre o principal nome testado da oposição no cenário de segundo turno.

O levantamento também mostra que Lula vence todas as simulações de segundo turno apresentadas. Além de Flávio Bolsonaro, foram testados Romeu Zema, Ronaldo Caiado, Renan Santos, Augusto Cury, Joaquim Barbosa e Michel Temer. Em todos os casos, o presidente aparece à frente.

No comparativo direto com Flávio Bolsonaro, Lula reúne quase metade do eleitorado pesquisado. A distância de 12,5 pontos percentuais entre os dois reforça o peso do presidente em uma eleição ainda marcada pela polarização, mas com sinais de redução da adesão ao bolsonarismo, segundo a síntese da própria pesquisa.

O diretor do Instituto MDA, Marcelo Souza, afirma no relatório: “Lula mantém vantagem eleitoral e vence todos os cenários de segundo turno, mas governa em ambiente de opinião pública equilibrado, com aprovação e desaprovação próximas. Flávio Bolsonaro é o adversário mais competitivo entre os nomes testados, ao mesmo tempo em que enfrenta rejeição elevada.”

Dados técnicos: a pesquisa ouviu 2.002 pessoas entre 10 e 14 de junho de 2026. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. A coleta foi presencial domiciliar, e o levantamento está registrado no TSE sob o número BR-04256/2026. 247.

pesquisa-cnt-mda


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Política

Michelle diz que só apoiará Flavio se ele fizer um pedido público de desculpas

Madrasta condiciona participação na corrida presidencial do filho do apenado à superação de conflitos familiares e políticos

Michelle Bolsonaro condicionou sua participação ativa na pré-candidatura presidencial do enteado, senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), a um pedido público de desculpas por parte dos filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro.

O primogênito do ex-presidente Jair Bolsonaro, apenado por tentativa de golpe de Estado, está em apuros após seu áudio com Vorcaro negociando milhões de dólares vazar e prejudicar os resultados das pesquisas de intenção de voto para presidente, especialmente entre evangélicos.

A informação foi revelada por lideranças do Partido Liberal à colunista Bela Megale, do O Globo, nesta segunda-feira (15/jun).

O distanciamento entre Flávio Bolsonaro e sua madrasta existe há anos, mas se agravou após o senador classificar a ex-primeira-dama como “autoritária”, em resposta à oposição dela à aliança do PL com o ex-governador Ciro Gomes no Ceará.

Fontes próximas à Michelle relatam que esse não foi o único episódio de desrespeito percebido por ela.

A relação com outro enteado, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro, também permanece azeda.

Eduardo resistiu publicamente à possibilidade de sua madrasta Michelle disputar a Presidência ou compor chapa como vice, enquanto atuou como um dos principais articuladores da candidatura de Flávio ao lado do pai.

Aliados de Michelle Bolsonaro no PL afirmam que ela só deve mergulhar na campanha quando a crise familiar for superada por meio de um gesto público de retratação.

Até o momento, os filhos de Jair Bolsonaro não sinalizaram disposição para realizar o pedido de desculpas em alto e bom som, conforme desejado pela ex-primeira-dama.

Questionada na semana anterior sobre quando entraria na campanha de Flávio, Michelle Bolsonaro respondeu que, neste momento, quem necessita de sua atenção é Jair Bolsonaro.

A exigência ganha relevância diante da queda de Flávio Bolsonaro nas pesquisas.

A pesquisa Genial/Quaest, divulgada ena quarta-feira (10/jun), mostrou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva com 44% das intenções de voto contra 38% de Flávio Bolsonaro em simulação de segundo turno.

No primeiro turno, Lula aparece com 39% e o senador com 29%.

De acordo com o Urbs Magna, mediadores do PL atuam para reaproximar as partes, argumentando que apenas a eleição de Flávio Bolsonaro abriria caminho para que Jair Bolsonaro saia de sua situação jurídica atual.

A entrada de Michelle como cabo eleitoral forte é vista internamente como essencial para reverter a trajetória negativa da campanha.

Tensões internas na família Bolsonaro expõem fragilidades na construção de uma candidatura unificada da direita para as eleições presidenciais de 2026.


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Política

O mata-mata no campo reacionário

Sentindo cheiro de carniça na candidatura de Flavio, por motivos óbvios, a autofagia reacionária dos abutres neoliberais, seria fatal.

É bom que se diga que os dois touros sentados, Zema e Caiado, estão atolados em seus próprios redutos barrentos sem qualquer sinal de benefício com o escândalo dos irmãozões, Flavio e Vorcaro.

Flavio derrete, mas o espólio reacionário dos bolsonaristas não deu um grão de feijão para os dois mais velhacos da direita brasileira. A campanha dos dois, como mostram pesquisas, estão impávidas, empacadas, sem discurso, sem projeto, apenas da lenga lenga neoliberal do Estado mínimo contra qualquer benefício criado pelo governo Lula para a massa do povo.

Isso os três cavaleiros do apocalipse financeirista, incluindo, aí Renan Santos, atendem ao mesmo toque do diapasão da Faria Lima, que soa como apito de cachorro para atender os seus adestradores milionários.

Além de Renan Santo, que teve crescimento modesto nas pesquisas, Zema e Caiado passaram a atacar Flavio, porque virou galinha morta.

Os ditos conservadores estão vivendo essa panaceia autofágica que não produz exatamente uma oposição de ideias capaz de oferecer um projeto alternati o ao do governo Lula, além de uma velha retórica privatista que, para nós brasileiros, que conhecemos bem essa cantilena, sabemos que é o caminho do fracasso do país.

Na verdade, essa divisão dentro do campo reacionário não tem rigorosamente nada a ver com pontos de vista diferentes sobre o mesmo tema.

A coisa virou um vale-tudo pela disputa de uma bola murcha em que, cada um, a seu modo e gosto, chuta para onde o nariz aponta, sonhando com  os votos transferidos de Flavio, mas, com carisma zero, Zema e Caiado não veem qualquer sinal de  engajamento orgânico, seguem no mais do mesmo, andando em círculos e mordendo o próprio rabo.

Renan Santos se alimenta de farelo de porco e consegue um quilinhos a mais, mas não tem tutano para aproveitar o estado moribundo de Flavio, que deixa cada vez mais oco o destino dessa massaroca de oportunistas orbitar em torno da mesma carniça, enquanto Lula segue crescendo, reduzindo sua desaprovação e, consequentemente, aumentando a aprovação.


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Política

Lula avança e Flávio afunda mais sob o peso da traição

Difícil imaginar um candidato a presidente da República mais claramente envolvido em crimes do que Flávio Bolsonaro. Difícil contemplar um candidato à reeleição que, ao final de seu terceiro mandato, esteja mais bem posicionado do que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Não é por outras razões que derrete aos olhos do país a candidatura do senador, enquanto a de Lula não apenas se sustenta como agora se avulta ainda mais, atraindo o precioso nicho dos eleitores independentes, que serão decisivos para o resultado final.

Na iminência da virada do primeiro para o segundo semestre deste ano eleitoral, o cenário é, portanto, dramático para o filho de Jair Bolsonaro. A crise da campanha bolsonarista está exposta pela pesquisa mais recente, a Genial/Quaest, que aliás pinta em cores mais dramáticas o quadro já exposto pelo levantamento anterior, do judicioso instituto Atlas, censurado escandalosamente pela autoridade que deveria, em tese, zelar pela isonomia do pleito, o presidente bolsonarista do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques.

No primeiro turno, Lula, em ascensão, tem 39% das preferências, contra 29% de Flávio, em queda. No segundo turno, também cresceu para 6 pontos a distância de Lula para Flávio, antes empatados.

Ao contrário das aparências, uma eleição não é um concurso sobre a identidade dos candidatos. Os eleitores, na verdade, escolhem o caráter, os valores que entendem ser os melhores para o país. Ao escolher por um presidente, o país decide que identidade assumir, com que ideias se associar.

Neste caso das eleições presidenciais e gerais de 2026, o Brasil parece estar optando claramente por se distanciar de Flávio Bolsonaro por este estar associado a pelo menos dois crimes muito graves, os quais o país não quer ver abonados nas urnas: o crime do roubo e o da traição à pátria.

A boa notícia é essa: o Brasil de maneira muito clara não deseja estar vinculado ao crime. Quem aparecer ligado à atividade criminosa, por corrupção ou por esfaquear o próprio país em benefício do inimigo, receberá a repulsa da população. Isso demonstra que há um repositório imenso de respeito e profundo amor à pátria, um orgulho nacional, em todas as camadas da população. Há um núcleo forte de valores implantado no espírito da cidadania e da nacionalidade. É em torno dele que se constitui o país ao longo do tempo e do território.

Flávio Bolsonaro extraiu recursos superfaturados de Daniel Vorcaro e do Banco Master e os destinou ao seu grupo. Desenvolveu um esquema de ocultação do desvio desses recursos sob a forma do financiamento ao filme Dark Horse, usado como biombo para esquentar valores na verdade destinados a sustentar a ação do grupo bolsonarista nos Estados Unidos. O desígnio, que está a ponto de ser atingido, é atrair tarifas e sanções contra o Brasil. Como forma de derrotar Lula, querem afundar o Brasil.

Os recursos que sustentam essa campanha foram desviados de pensionistas de Estados e municípios. Estes foram enganados por promessas de retornos miraculosos que obviamente eram mentirosos.

O esquema sustenta o ócio nababesco de Eduardo Bolsonaro em mansão no Texas, de onde opera, por frustração e vingança, por torcida contra o Brasil, um lobby para atrair sanções contra o comércio brasileiro e principalmente contra o Pix.

Ao menos temporariamente, a trampa funciona. Após serem recebidos por Trump, Flávio e Eduardo lograram que os Estados Unidos anunciassem tarifas de 25% sobre as importações de produtos brasileiros. São esses dois crimes, corrupção e traição, que causam agora tanta repulsa aos brasileiros, como atesta a pesquisa Genial/Quaest.

É só o começo.

A marca da vingança do eleitorado apenas ensaia seu percurso.

Lula melhorou e Flávio caiu ao longo de um largo espectro do eleitorado: entre os chamados independentes, os evangélicos, os que ganham de 2 a 5 salários mínimos, no Norte, no Nordeste e no Sudeste. Nessa faixa, perde apenas no Sul. Parte da base eleitoral bolsonarista se esfarela a ponto de o próprio comando já dar a eleição por perdida antecipadamente. Começa a chegar a conta da nova inconfidência.

Para Lula, afinal, aparece o reconhecimento do resgate construído a partir de condições iniciais tão adversas como a conspiração golpista.

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Política

Flavio se confessa derrotado

Ver Flavio Bolsonaro reconhecendo sua culpa de tudo o que lhe tem acontecido de ruim na pré-campanha, não tem preço.

O primogênito do sacripanta genocida derrete mais que sorvete no asfalto em brasa. O motivo, todos sabem, a vorcaria do Master que o tratorou.

O irmãozão camarada, amigo da bolsonarada, deu-lhe um pé no peito e até os eleitores mais fieis de Bolsonaro, já mandaram, aí não dá!

Pior, mesmo que aquele bando de oportunistas, que se fartaram da grana grossa da Secom, em seus áureos tempos de lambe-botas de Bolsonaro para justificar o cachê, dizem agora, em última análise, que Flavio é um corrupto, não vale nada, mas é o presente que temos, e justificam tal calhordice em coisas ainda piores como pauta de costumes às avessas, defendendo sempre o lado hegemônico, numa leviandade para provocar discussões fúteis e inúteis em busca sempre do cálculo político que eles julgam ser digno daquilo que reconhecem como ponta de lança, com troca de argumentos que beiram ao caos.

Embora cada vez mais perdido no emaranhado de péssimas notícias de sua pré-campanha, e com o terrivelmente evangélico dando aquela blindada padrão em Flavio, o sujeito não para de cair. sem qualquer anteparo retórico que possa ao menos reduzir a velocidade de sua queda.

A verdade é que a bomba Vorcaro/Master explodiu a candidatura de Flavio Bolsonaro dentro do próprio PL, numa invasão de verdades incontestáveis, vide a confissão cômica de Valdemar da Costa Neto em plena GloboNews, aumentando a perceepção da gravidade do esquema de corrupção que envolve todo o clã Bolsonaro, o que faz Flavio ser cada vez mais chamado de corrupto e mentiroso, sendo crucificado, inclusive, pelos pares, como fez o senador Girão no podcast daquele doutor com cara de carranca, que não iteressa sequer saber o nome, pois é daquelas peças de pior qualidade moral.

Então, quando Flavio ataca Lula, ele sai bastante derrotado pela própria língua.

Na realidade, é a prova de que, com seu sofrível discurso contra o presidente da República, diante da incapacidade e inutilidade para explicar o inexplicável sobre o áudio, o sujeito parece alcoolizado.

Ele, mais do que ninguém, sabe o que lhe deu a pernada, mas não sabe como ficar de pé novamente.

Na verdade, a cada dia que passa, Flavio e seus timoneiros de campanha se assustam com o tamanho do rombo feito no casco de sua canoa. Mas não tendo como explicar, ataca Lula dando soco no vento, pedindo pelo amor de Deus para que o trombone invisível, cornetado pela sociedade pare de buzinar em seu ouvido, porque, ao fim e ao cabo, ele se confessa derrotado para os fatos que, somados com sua lambança via Eduardo sobre o Pix e as tarifas de Trump contra o Brasil, hipertrofiaram ainda mais sua imagem negativa com os múltiplos escândalos de sua relação promíscua, corrupta e criminosa com o maior bandido do sistema financeiro da história do Brasil, Daniel Vorcaro e seu Banco Master.


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