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Política

Travou: O esgoto digital do bolsonarismo não funciona mais

Os números das pesquisas mostram que os ataques vindos do esgoto digital da campanha de Flavio, bateu biela, e a máquina parece emperrada. Daí a comfusão mental de Flavio desdizendo tudo o que disse sobre privatizações, Bolsa Família, fim da isenção do imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil, e por aí vai.

Flavio não está somente perdendo musculatura eleitoral, é um processo sarcopênico de um discurso esgotado. A tal guerra cultural, que nada mais era do que a tradução de um sistema de massificação digital, que atacava adversários como inimigos que deveriam ser banidos da vida nacional, faliu, morreu, e não segura nem os votos prometidos que Flavio tinha até o escândalo do Banco Master grudar na sola do seu sapato com a lavagem de dinheiro justificada com a aura de um filme do pangaré do seu pai, deixando claro que Vorcaro teve muitos benefícios públicoa durante o governo Bolsonaro, a partir do clã.

Flavio, como bem disse Valdemar da Costa Neto, estava no áudio cobrando de Voraro o cumprimento do acordo em espécie um dia antes do irmãozão camarada ser preso e ficar impossibilitado de pagar a outra parte da fatura.

Se antes, durante o governo Bolsonaro, a máquina de assassinatos de reputação funcionava com a lubrificação de Carluxo e seu gabinete do ófio, patrocinado pela Secom, o bolsonarismo não consegue superar a limitação de operar sem os milhões de verba pública.

Para piorar, Flavio, como opositor, tem que apresentar propostas alternativas ao governo Lula, mas elas não apareceram, pior, Flavio resolve xerocar o discurso social de Lula e deu uma cruzeta como um nó na cabeça dos bolsonaristas renitentes.

O fato é que, sem ter grana para bancar a sujeira e dar estabilidade ao esgoto bolsonarista, todos os tiros de balas de prata que Flavio usou contra Lula, mascaram miseravelmente. Pior para o clã.

Lula, macaco velho, campeão de eleição presidencial, usou o limão para fazer limonada, trazendo para si o inverso do que a campanha de Flavio previa.

Na verdade, Flavio está totalmente perdido, seu cálculo eleitoral foi feito por algum analfabeto e o tal estilismo estratégico afunda amais rápido a sua canoa.

Não há algoritmo possivel sem dinheiro e, vendo a geladeira do bolsonarismo vazia, os algoritmos acharam melhor dormir para passar a fome.

Claro que isso deixa o militante fascista, órfão, totalmente sem rumo por conta do discurso enviesado de Flavio em “defesa do social”, o que por si só, é uma gigantesca piada. Mas não deixa de ser extremamente revelador, já que suas intenções de voto deram uma recuada pesada na mesma proporção em que Lula avança sobre parte considetável do chamado eleitor indeciso ou independente.

Flavio está ansioso, suando frio com risco de repetir a caganeira que protagonizou num debate para a prefeitura do Rio de Janeiro.

Não pode ficar em silêncio, pois seria confessar que não tem nem pedra para jogar na vitrine de Lula.

A campanha do 01 não é só insuficiente para conduzir o corrupitaço Flavio ao topo da disputa, o embrulho de bosta, que vinha sendo tratado como o novo filé mignon da Faria Lima, não foi suficiente para suprir o odor que exala seu passado recente, somado ao perfil de suas rachadinhas, foramção de quadrilha e peculato, sem falar na traição ao Brasil em pleno EUA de Trump.


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Política

Um Flavio Bolsonaro, feito por IA, tentou se passar por Lula em entrevista à Veja

Só faltou o candidato do PL se apresentar como Flavio Lula da Silva ou dizer que seu voto seria de Lula para a Presidência da República.

Dizem as más línguas que, nos bastidores, numa desesperada falta de noção do ridículo, Flavio decalcou as principais bandeiras de Lula, tentando se passar por ele, provocando infarto do miocárdio nos principais caciques do PL

Na verdade, Flavio posou de anjo bêbado ou sobrevivente de si próprio, dando a cada palavra um sentido diametralmente oposto a tudo o que ele defendeu na vida ao lado de seu pai.

Fez uma espécie de réquiem às vítimas de seu pai. Na verdade, foi um grande farrancho que não despertou qualquer interesse do eleitor.

Quando esse sujeito defendeu o Bolsa Família ou qualquer programa social para as camadas mais pobres da população? Por isso, nos bastidores, as gargalhadas soaram com sua fala medíocre de um pessimismo confessadamente entregue às baratas, típico de um peru de natal que morre às vésperas da eleição.

Isso dá o tom objetivo da bomba nuclear que o caso Vorcaro lhe caiu na cabeça.

Flavio se mostrou uma alma contada, e se não teve ninguém de sua campanha para controlar seu ímpeto sabujo, numa imitação grosseira de Lula, é porque foi jogo comninado com sua assessoria. Jogo de cartas marcadas, endereçado a um eleitorado que está cada dia mais depositando seus votos de confiança na reeleição de Lula.

Some isso aos escândalos que envolvem Flavio, Eduardo, Mario Frias, Karina da Gama com o Banco Master de Vorcaro, e o estrago está pronto.

O sujeito  não economizou na hora de tirar da manga uma imitação barata do seu principal adversário que nao para de crescer, enquanto Flavio não para de cair nas pesquisas.


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Pesquisa

CNT/DMA: Lula abre 12,5% sobre Flavio no segundo turno

Lula abre 12,5 pontos de vantagem sobre Flávio Bolsonaro no 2º turno, segundo a 168ª Pesquisa CNT de Opinião, realizada pelo Instituto MDA. No cenário estimulado para uma eventual disputa presidencial entre os dois, o presidente aparece com 49,3% das intenções de voto, contra 36,8% do senador.

De acordo com a Pesquisa CNT de Opinião, brancos e nulos somam 11,2%, enquanto 2,7% dos entrevistados se declararam indecisos. O resultado indica vantagem numericamente ampla de Lula sobre o principal nome testado da oposição no cenário de segundo turno.

O levantamento também mostra que Lula vence todas as simulações de segundo turno apresentadas. Além de Flávio Bolsonaro, foram testados Romeu Zema, Ronaldo Caiado, Renan Santos, Augusto Cury, Joaquim Barbosa e Michel Temer. Em todos os casos, o presidente aparece à frente.

No comparativo direto com Flávio Bolsonaro, Lula reúne quase metade do eleitorado pesquisado. A distância de 12,5 pontos percentuais entre os dois reforça o peso do presidente em uma eleição ainda marcada pela polarização, mas com sinais de redução da adesão ao bolsonarismo, segundo a síntese da própria pesquisa.

O diretor do Instituto MDA, Marcelo Souza, afirma no relatório: “Lula mantém vantagem eleitoral e vence todos os cenários de segundo turno, mas governa em ambiente de opinião pública equilibrado, com aprovação e desaprovação próximas. Flávio Bolsonaro é o adversário mais competitivo entre os nomes testados, ao mesmo tempo em que enfrenta rejeição elevada.”

Dados técnicos: a pesquisa ouviu 2.002 pessoas entre 10 e 14 de junho de 2026. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. A coleta foi presencial domiciliar, e o levantamento está registrado no TSE sob o número BR-04256/2026. 247.

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Política

Michelle diz que só apoiará Flavio se ele fizer um pedido público de desculpas

Madrasta condiciona participação na corrida presidencial do filho do apenado à superação de conflitos familiares e políticos

Michelle Bolsonaro condicionou sua participação ativa na pré-candidatura presidencial do enteado, senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), a um pedido público de desculpas por parte dos filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro.

O primogênito do ex-presidente Jair Bolsonaro, apenado por tentativa de golpe de Estado, está em apuros após seu áudio com Vorcaro negociando milhões de dólares vazar e prejudicar os resultados das pesquisas de intenção de voto para presidente, especialmente entre evangélicos.

A informação foi revelada por lideranças do Partido Liberal à colunista Bela Megale, do O Globo, nesta segunda-feira (15/jun).

O distanciamento entre Flávio Bolsonaro e sua madrasta existe há anos, mas se agravou após o senador classificar a ex-primeira-dama como “autoritária”, em resposta à oposição dela à aliança do PL com o ex-governador Ciro Gomes no Ceará.

Fontes próximas à Michelle relatam que esse não foi o único episódio de desrespeito percebido por ela.

A relação com outro enteado, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro, também permanece azeda.

Eduardo resistiu publicamente à possibilidade de sua madrasta Michelle disputar a Presidência ou compor chapa como vice, enquanto atuou como um dos principais articuladores da candidatura de Flávio ao lado do pai.

Aliados de Michelle Bolsonaro no PL afirmam que ela só deve mergulhar na campanha quando a crise familiar for superada por meio de um gesto público de retratação.

Até o momento, os filhos de Jair Bolsonaro não sinalizaram disposição para realizar o pedido de desculpas em alto e bom som, conforme desejado pela ex-primeira-dama.

Questionada na semana anterior sobre quando entraria na campanha de Flávio, Michelle Bolsonaro respondeu que, neste momento, quem necessita de sua atenção é Jair Bolsonaro.

A exigência ganha relevância diante da queda de Flávio Bolsonaro nas pesquisas.

A pesquisa Genial/Quaest, divulgada ena quarta-feira (10/jun), mostrou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva com 44% das intenções de voto contra 38% de Flávio Bolsonaro em simulação de segundo turno.

No primeiro turno, Lula aparece com 39% e o senador com 29%.

De acordo com o Urbs Magna, mediadores do PL atuam para reaproximar as partes, argumentando que apenas a eleição de Flávio Bolsonaro abriria caminho para que Jair Bolsonaro saia de sua situação jurídica atual.

A entrada de Michelle como cabo eleitoral forte é vista internamente como essencial para reverter a trajetória negativa da campanha.

Tensões internas na família Bolsonaro expõem fragilidades na construção de uma candidatura unificada da direita para as eleições presidenciais de 2026.


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Política

O mata-mata no campo reacionário

Sentindo cheiro de carniça na candidatura de Flavio, por motivos óbvios, a autofagia reacionária dos abutres neoliberais, seria fatal.

É bom que se diga que os dois touros sentados, Zema e Caiado, estão atolados em seus próprios redutos barrentos sem qualquer sinal de benefício com o escândalo dos irmãozões, Flavio e Vorcaro.

Flavio derrete, mas o espólio reacionário dos bolsonaristas não deu um grão de feijão para os dois mais velhacos da direita brasileira. A campanha dos dois, como mostram pesquisas, estão impávidas, empacadas, sem discurso, sem projeto, apenas da lenga lenga neoliberal do Estado mínimo contra qualquer benefício criado pelo governo Lula para a massa do povo.

Isso os três cavaleiros do apocalipse financeirista, incluindo, aí Renan Santos, atendem ao mesmo toque do diapasão da Faria Lima, que soa como apito de cachorro para atender os seus adestradores milionários.

Além de Renan Santo, que teve crescimento modesto nas pesquisas, Zema e Caiado passaram a atacar Flavio, porque virou galinha morta.

Os ditos conservadores estão vivendo essa panaceia autofágica que não produz exatamente uma oposição de ideias capaz de oferecer um projeto alternati o ao do governo Lula, além de uma velha retórica privatista que, para nós brasileiros, que conhecemos bem essa cantilena, sabemos que é o caminho do fracasso do país.

Na verdade, essa divisão dentro do campo reacionário não tem rigorosamente nada a ver com pontos de vista diferentes sobre o mesmo tema.

A coisa virou um vale-tudo pela disputa de uma bola murcha em que, cada um, a seu modo e gosto, chuta para onde o nariz aponta, sonhando com  os votos transferidos de Flavio, mas, com carisma zero, Zema e Caiado não veem qualquer sinal de  engajamento orgânico, seguem no mais do mesmo, andando em círculos e mordendo o próprio rabo.

Renan Santos se alimenta de farelo de porco e consegue um quilinhos a mais, mas não tem tutano para aproveitar o estado moribundo de Flavio, que deixa cada vez mais oco o destino dessa massaroca de oportunistas orbitar em torno da mesma carniça, enquanto Lula segue crescendo, reduzindo sua desaprovação e, consequentemente, aumentando a aprovação.


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Política

Lula avança e Flávio afunda mais sob o peso da traição

Difícil imaginar um candidato a presidente da República mais claramente envolvido em crimes do que Flávio Bolsonaro. Difícil contemplar um candidato à reeleição que, ao final de seu terceiro mandato, esteja mais bem posicionado do que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Não é por outras razões que derrete aos olhos do país a candidatura do senador, enquanto a de Lula não apenas se sustenta como agora se avulta ainda mais, atraindo o precioso nicho dos eleitores independentes, que serão decisivos para o resultado final.

Na iminência da virada do primeiro para o segundo semestre deste ano eleitoral, o cenário é, portanto, dramático para o filho de Jair Bolsonaro. A crise da campanha bolsonarista está exposta pela pesquisa mais recente, a Genial/Quaest, que aliás pinta em cores mais dramáticas o quadro já exposto pelo levantamento anterior, do judicioso instituto Atlas, censurado escandalosamente pela autoridade que deveria, em tese, zelar pela isonomia do pleito, o presidente bolsonarista do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques.

No primeiro turno, Lula, em ascensão, tem 39% das preferências, contra 29% de Flávio, em queda. No segundo turno, também cresceu para 6 pontos a distância de Lula para Flávio, antes empatados.

Ao contrário das aparências, uma eleição não é um concurso sobre a identidade dos candidatos. Os eleitores, na verdade, escolhem o caráter, os valores que entendem ser os melhores para o país. Ao escolher por um presidente, o país decide que identidade assumir, com que ideias se associar.

Neste caso das eleições presidenciais e gerais de 2026, o Brasil parece estar optando claramente por se distanciar de Flávio Bolsonaro por este estar associado a pelo menos dois crimes muito graves, os quais o país não quer ver abonados nas urnas: o crime do roubo e o da traição à pátria.

A boa notícia é essa: o Brasil de maneira muito clara não deseja estar vinculado ao crime. Quem aparecer ligado à atividade criminosa, por corrupção ou por esfaquear o próprio país em benefício do inimigo, receberá a repulsa da população. Isso demonstra que há um repositório imenso de respeito e profundo amor à pátria, um orgulho nacional, em todas as camadas da população. Há um núcleo forte de valores implantado no espírito da cidadania e da nacionalidade. É em torno dele que se constitui o país ao longo do tempo e do território.

Flávio Bolsonaro extraiu recursos superfaturados de Daniel Vorcaro e do Banco Master e os destinou ao seu grupo. Desenvolveu um esquema de ocultação do desvio desses recursos sob a forma do financiamento ao filme Dark Horse, usado como biombo para esquentar valores na verdade destinados a sustentar a ação do grupo bolsonarista nos Estados Unidos. O desígnio, que está a ponto de ser atingido, é atrair tarifas e sanções contra o Brasil. Como forma de derrotar Lula, querem afundar o Brasil.

Os recursos que sustentam essa campanha foram desviados de pensionistas de Estados e municípios. Estes foram enganados por promessas de retornos miraculosos que obviamente eram mentirosos.

O esquema sustenta o ócio nababesco de Eduardo Bolsonaro em mansão no Texas, de onde opera, por frustração e vingança, por torcida contra o Brasil, um lobby para atrair sanções contra o comércio brasileiro e principalmente contra o Pix.

Ao menos temporariamente, a trampa funciona. Após serem recebidos por Trump, Flávio e Eduardo lograram que os Estados Unidos anunciassem tarifas de 25% sobre as importações de produtos brasileiros. São esses dois crimes, corrupção e traição, que causam agora tanta repulsa aos brasileiros, como atesta a pesquisa Genial/Quaest.

É só o começo.

A marca da vingança do eleitorado apenas ensaia seu percurso.

Lula melhorou e Flávio caiu ao longo de um largo espectro do eleitorado: entre os chamados independentes, os evangélicos, os que ganham de 2 a 5 salários mínimos, no Norte, no Nordeste e no Sudeste. Nessa faixa, perde apenas no Sul. Parte da base eleitoral bolsonarista se esfarela a ponto de o próprio comando já dar a eleição por perdida antecipadamente. Começa a chegar a conta da nova inconfidência.

Para Lula, afinal, aparece o reconhecimento do resgate construído a partir de condições iniciais tão adversas como a conspiração golpista.

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Política

Flavio se confessa derrotado

Ver Flavio Bolsonaro reconhecendo sua culpa de tudo o que lhe tem acontecido de ruim na pré-campanha, não tem preço.

O primogênito do sacripanta genocida derrete mais que sorvete no asfalto em brasa. O motivo, todos sabem, a vorcaria do Master que o tratorou.

O irmãozão camarada, amigo da bolsonarada, deu-lhe um pé no peito e até os eleitores mais fieis de Bolsonaro, já mandaram, aí não dá!

Pior, mesmo que aquele bando de oportunistas, que se fartaram da grana grossa da Secom, em seus áureos tempos de lambe-botas de Bolsonaro para justificar o cachê, dizem agora, em última análise, que Flavio é um corrupto, não vale nada, mas é o presente que temos, e justificam tal calhordice em coisas ainda piores como pauta de costumes às avessas, defendendo sempre o lado hegemônico, numa leviandade para provocar discussões fúteis e inúteis em busca sempre do cálculo político que eles julgam ser digno daquilo que reconhecem como ponta de lança, com troca de argumentos que beiram ao caos.

Embora cada vez mais perdido no emaranhado de péssimas notícias de sua pré-campanha, e com o terrivelmente evangélico dando aquela blindada padrão em Flavio, o sujeito não para de cair. sem qualquer anteparo retórico que possa ao menos reduzir a velocidade de sua queda.

A verdade é que a bomba Vorcaro/Master explodiu a candidatura de Flavio Bolsonaro dentro do próprio PL, numa invasão de verdades incontestáveis, vide a confissão cômica de Valdemar da Costa Neto em plena GloboNews, aumentando a perceepção da gravidade do esquema de corrupção que envolve todo o clã Bolsonaro, o que faz Flavio ser cada vez mais chamado de corrupto e mentiroso, sendo crucificado, inclusive, pelos pares, como fez o senador Girão no podcast daquele doutor com cara de carranca, que não iteressa sequer saber o nome, pois é daquelas peças de pior qualidade moral.

Então, quando Flavio ataca Lula, ele sai bastante derrotado pela própria língua.

Na realidade, é a prova de que, com seu sofrível discurso contra o presidente da República, diante da incapacidade e inutilidade para explicar o inexplicável sobre o áudio, o sujeito parece alcoolizado.

Ele, mais do que ninguém, sabe o que lhe deu a pernada, mas não sabe como ficar de pé novamente.

Na verdade, a cada dia que passa, Flavio e seus timoneiros de campanha se assustam com o tamanho do rombo feito no casco de sua canoa. Mas não tendo como explicar, ataca Lula dando soco no vento, pedindo pelo amor de Deus para que o trombone invisível, cornetado pela sociedade pare de buzinar em seu ouvido, porque, ao fim e ao cabo, ele se confessa derrotado para os fatos que, somados com sua lambança via Eduardo sobre o Pix e as tarifas de Trump contra o Brasil, hipertrofiaram ainda mais sua imagem negativa com os múltiplos escândalos de sua relação promíscua, corrupta e criminosa com o maior bandido do sistema financeiro da história do Brasil, Daniel Vorcaro e seu Banco Master.


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Pesquisa

Quaest: O derretimento de Flavio em setores bolsonaristas; PL admite “naufrágio”

Pesquisa mostra Lula abrindo vantagem enquanto Flávio perde força entre evangélicos, jovens, mulheres e regiões estratégicas para o bolsonarismo

Osenador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à presidência da República, registrou queda em redutos considerados estratégicos para o bolsonarismo, segundo a pesquisa Quaest de junho. O movimento atinge evangélicos, jovens, mulheres e regiões-chave como Sudeste e Centro-Oeste/Norte, justamente após vir à tona o escândalo de seu envolvimento com Daniel Vorcaro, preso no caso do Banco Master.

Em um cenário de segundo turno, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva passou a liderar com 44% das intenções de voto, contra 38% de Flávio. A vantagem de 6 pontos rompe o empate técnico que vinha sendo registrado desde março e acendeu o alerta no entorno do filho 01 de Jair Bolsonaro.

Lula abre vantagem e muda o clima da disputa
A pesquisa Quaest de junho consolidou uma virada no cenário eleitoral que o campo bolsonarista não esperava tão cedo. Em uma simulação de segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, o presidente aparece com 44% das intenções de voto, contra 38% do senador.

Desde março, os dois vinham em situação de empate técnico nas simulações da Quaest. A abertura de vantagem foi captada justamente na semana em que as relações de Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro vieram à tona.

A reversão do quadro tem peso político concreto. Não se trata apenas de uma oscilação isolada, mas de uma mudança de tendência em segmentos que eram tratados como bases seguras da extrema direita.

Quando os dados são desagregados por região, faixa etária, gênero e religião, o que aparece é um processo de erosão simultânea em múltiplas frentes da pré-candidatura de Flávio Bolsonaro.

Redutos bolsonaristas entram em alerta
Os dados da Quaest mostram que Flávio Bolsonaro perdeu apoio entre evangélicos, mulheres, jovens e nas regiões Sudeste e Centro-Oeste/Norte. O Sudeste concentra dois dos maiores colégios eleitorais do país, São Paulo e Minas Gerais, e era tratado como peça central da estratégia eleitoral bolsonarista.

Na região, Flávio chegou a ter 12 pontos de vantagem sobre Lula. Agora, aparece em empate técnico com o presidente, que vem em tendência de alta desde abril.

No agregado Centro-Oeste/Norte, o recuo também foi expressivo. Flávio oscilou 8 pontos para baixo: a vantagem de 14 pontos registrada em maio caiu para apenas 2 pontos em junho.

O recorte geracional amplia o problema. Na faixa de 16 a 34 anos, Lula ultrapassou Flávio, que antes liderava entre os jovens. O dado é especialmente sensível porque atinge um eleitorado decisivo para a construção de imagem pública, presença digital e capacidade de mobilização de uma candidatura.

Evangélicos deixam de ser fortaleza inabalável
Os números sobre evangélicos se tornaram o principal sinal de alerta para a campanha de Flávio Bolsonaro dentro da pesquisa. O apoio ao senador nesse segmento caiu de 61% para 52% em apenas um mês.

No mesmo período, Lula subiu de 24% para 31% entre os eleitores evangélicos. Entre os católicos, Flávio manteve os 34% registrados em maio, o que indica que a sangria tem endereço político específico: o eleitorado que o bolsonarismo sempre tratou como sua fortaleza mais sólida.

A queda entre evangélicos é mais grave porque não aparece isolada. Ela se combina com a perda de fôlego entre jovens, mulheres e regiões estratégicas, formando um quadro de desgaste que atinge a base social e eleitoral da pré-candidatura.

Para uma campanha que dependia do voto evangélico como âncora, perder terreno nesse segmento para um governo petista representa um desafio estrutural. Não é um problema que se resolva apenas com presença em cultos, acenos religiosos ou gestos públicos de devoção.

Caso Vorcaro agravou crise de confiança
Entre as pesquisas de maio e junho, dois episódios dominaram o noticiário e ajudam a explicar a movimentação nas intenções de voto. O primeiro foi a exposição da relação de Flávio Bolsonaro com o banqueiro Daniel Vorcaro, preso na Operação Compliance Zero.

O senador teria recebido R$ 61 milhões de Vorcaro, dono do Banco Master, sob o pretexto de financiar a cinebiografia de Jair Bolsonaro, Dark Horse. O caso colocou Flávio no centro de uma crise que mistura dinheiro, família e política em um momento no qual ele tentava se consolidar como alternativa eleitoral viável.

Paralelamente, os Estados Unidos anunciaram duas medidas de forte impacto para o Brasil: a classificação das facções criminosas CV e PCC como organizações terroristas e o aumento de tarifas sobre produtos brasileiros. As duas decisões foram divulgadas após uma visita de Flávio Bolsonaro a Donald Trump e a integrantes do alto escalão do governo americano.

A associação, que poderia ter sido explorada como demonstração de prestígio internacional, acabou gerando questionamentos sobre os resultados concretos da aproximação.

Nos bastidores do PL, clima é de “naufrágio”
Nos bastidores do Partido Liberal, o ambiente mudou de tom. Interlocutores já descrevem reservadamente a situação como “naufrágio” da pré-candidatura de Flávio Bolsonaro.

O principal motor do pânico instalado no comitê bolsonarista é a debandada do eleitorado evangélico, que corrói a principal fortaleza eleitoral da extrema direita antes mesmo de a campanha ganhar corpo.

Líderes evangélicos afirmam que a rejeição a Flávio Bolsonaro se consolidou após ele ter sido “pego na mentira” no escândalo do Banco Master.

A percepção desses líderes encontra respaldo nos números. A aprovação do governo Lula entre evangélicos, segundo a Quaest, subiu de 28% em abril para 35% em junho, enquanto a desaprovação recuou de 68% para 60%.

*Forum


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Política

Evangélicos começam a abandonar Flávio e a olhar para Lula

Em apenas um mês, intenções de voto de Flávio entre evangélicos caíram de 61% para 52%, enquanto Lula avançou de 24% para 31%.

Durante anos, a extrema direita tentou tratar os evangélicos como curral eleitoral. Sua narrativa se apoiava em quatro pilares: conservadorismo moral, guerra cultural, antipetismo e instrumentalização religiosa. Foi com base nisso que, desde 2018, o bolsonarismo construiu nesse segmento uma base social poderosa, organizada e altamente mobilizada.

Agora, porém, surgem sinais de erosão no grupo que se consolidou como principal sustentáculo eleitoral do clã Bolsonaro. A nova rodada da pesquisa Quaest, contratada pela Genial Investimentos e divulgada nesta quarta-feira (10), revela uma movimentação expressiva entre os evangélicos brasileiros.

Na corrida presidencial, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) continua liderando nesse segmento. Mas a vantagem encolheu de maneira abrupta em apenas um mês. De maio a junho, suas intenções de voto entre evangélicos caíram de 61% para 52%. Ao mesmo tempo, Lula avançou de 24% para 31%. As mudanças, para um período tão curto, foram politicamente significativas, indo além da margem de erro nesse recorte, que é de quatro pontos percentuais.

Mais revelador ainda é o crescimento da aprovação do governo Lula entre evangélicos. Em abril, 28% aprovavam a gestão federal. Em junho, esse índice chegou a 35%. A desaprovação caiu de 68% para 60% no mesmo período.

A resposta da esquerda

Pela primeira vez desde a ascensão do bolsonarismo, o campo progressista parece ver brechas reais para dialogar com uma parcela expressiva do eleitorado evangélico sem partir da defensiva. O governo Lula, em especial, compreendeu que a disputa política no País passa necessariamente por esse universo.

De acordo com o Censo 2022, o Brasil possui aproximadamente 47,4 milhões de evangélicos, o que corresponde a 26,9% da população total do País. Institutos como o Datafolha apontam, em projeções mais recentes, que essa parcela continuou crescendo e já se aproxima de 30% a 32% da população brasileira, respondendo por mais de 60 milhões de pessoas.

Tratar esses milhões de trabalhadores como um bloco homogêneo, impermeável ou automaticamente reacionário sempre foi um erro grave e, em muitos casos, elitista. A carta divulgada pelo PT aos evangélicos na segunda-feira (8) mostra o empenho de desfazer qualquer leitura preconceituosa do governo Lula e do próprio campo progressista.

O documento, aprovado no 4º Encontro de Evangélicos do PT, rejeita o discurso de confronto religioso, além de enfatizar o respeito às igrejas, à liberdade de culto e à presença crescente dos evangélicos nas periferias e no mundo do trabalho. Em vez de aceitar passivamente a narrativa bolsonarista, a esquerda vai à disputa de valores, linguagem e presença social – e encontra terreno fértil.

Para o bolsonarismo, além do desgaste natural de oito anos de radicalização permanente, existem contradições morais que ficaram mais difíceis de esconder. Com o caso Daniel Vorcaro-Banco Master, Flávio Bolsonaro foi apanhado em incoerência com declarações anteriores.

A Quaest procurou medir esse desgaste, testando desde o conhecimento do caso até a percepção de ocultação de crimes. O prejuízo do clã Bolsonaro aparece em todos os recortes. Para um eleitorado que faz da integridade moral um critério central de escolha, ser pego numa mentira é uma ruptura de contrato simbólico.

Críticas à guerra cultural

A tentativa de intensificar a guerra religiosa também cobrou seu preço na Marcha para Jesus, em 4 de junho. Levantamento da consultoria Ativaweb DataLab, citado pela jornalista Mônica Bergamo na Folha de S.Paulo, monitorou mais de 17 milhões de menções públicas ao nome do senador nas redes sociais nas primeiras 20 horas após o evento. O resultado foi acachapante: 51,9% das manifestações eram negativas.

Segundo os pesquisadores, muitas críticas vieram de cristãos incomodados com a transformação do evento religioso em palanque eleitoral agressivo. No palco da Marcha para Jesus, Flávio bradou sobre uma suposta “guerra espiritual” e prometeu expulsar o “mal” do governo. O candidato tentou vender uma profecia que, no fim, foi interpretada como instrumentalização da fé.

Além disso, a memória do governo de Jair Bolsonaro, entre 2019 e 2022, continua em disputa. A extrema direita utilizou o segmento evangélico naquele período como o principal pilar de sustentação e blindagem de sua agenda econômica regressiva. De acordo com o Vermelho, acreditavam que o apelo ao pânico moral e às fake news ajudaria a mascarar a destruição dos direitos trabalhistas e a fome.

Só que parte dos evangélicos privilegia questões concretas da vida cotidiana, como emprego, renda, estabilidade e proteção social. Nas periferias urbanas, onde o evangelicalismo cresceu entre trabalhadores precarizados, autônomos e famílias endividadas, medidas de alívio de renda possuem efeito político direto. Nesse terreno, o governo Lula possui ativos importantes, como a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda, o Desenrola 2.0, a melhora gradual do emprego e os programas sociais.

Não é exagero dizer que essa disputa pode definir o futuro político do país. A muralha evangélica do bolsonarismo mostra sinais de rachadura. Cabe à campanha de Lula reduzir a diferença para Flávio entre os evangélicos a um patamar administrável e impedir que os indecisos – hoje em 11% nesse segmento – migrem para o campo adversário.

Caso a extrema direita perca parte relevante do eleitorado evangélico – ou mesmo se deixar de vencer nesse segmento por margens esmagadoras –, as consequências podem ser profundas. Se a muralha continuar rachando, o bolsonarismo se distanciará da base social que o transformou em fenômeno nacional.


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Quaest: Lula amplia vantagem sobre Flávio Bolsonaro no segundo turno

Na simulação de 1º turno, o atual presidente chega a 10 pontos de vantagem sobre o presidenciável do PL

Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (10) indica que o presidente Lula aparece à frente do senador Flávio Bolsonaro em uma simulação de segundo turno das eleições presidenciais. Segundo o levantamento, Lula registra 44% das intenções de voto, enquanto o parlamentar alcança 38%.

O resultado representa uma mudança em relação aos levantamentos anteriores. Em maio, Lula aparecia com 42%, contra 41% de Flávio. Já em abril, o senador tinha vantagem numérica, com 42% ante 40% do presidente. Em março, ambos registravam 41%, configurando empate.

Com os números atuais, Lula passa a abrir uma vantagem de seis pontos percentuais sobre o adversário, encerrando uma sequência de pesquisas marcadas por empate técnico ou diferenças mínimas entre os dois.

A pesquisa mostra o presidente Lula na liderança das intenções de voto para o primeiro turno da eleição presidencial, com 39%. O senador Flávio Bolsonaro aparece em segundo lugar, com 29%.

No levantamento anterior da Quaest, divulgado em maio, Lula também aparecia com 39%, enquanto Flávio Bolsonaro tinha 33%.

Naquele momento, o cenário pesquisado incluía 10 pré-candidatos. Agora, a pesquisa considera 13 nomes na disputa.

Na sequência do levantamento, surgem o fundador do MBL Renan Santos (Missão) e o ex-governador Ronaldo Caiado (PSD), ambos com 3% das intenções de voto.

O deputado federal Aécio Neves (PSDB) e o ex-governador Romeu Zema (Novo) registram 2% cada.

Esta foi a primeira vez que a Quaest incluiu os nomes de Aécio Neves e Joaquim Barbosa entre os possíveis candidatos à Presidência.

Aécio, que disputou o Planalto em 2014 e foi derrotado por Dilma Rousseff, volta a ser testado como opção do PSDB. Já Joaquim Barbosa, ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), aparece como possível candidato do Democracia Cristã, substituindo o nome de Aldo Rebelo nas simulações do instituto.

Metodologia
A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 eleitores com 16 anos ou mais entre os dias 5 e 8 de junho.

A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07661/2026.

*ICL


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