O comentarismo da GloboNews anda tentando, aravés de muita fisioterapia, tirar a calça pela cabeça, sob a coordenação motora dos Marinho.
Um de cada dez fatos ligando explicitamente a direita a Vorcaro e ao Master, incluindo a Globo, como foi fartamente denunciado pela imprensa independente, mostra uma faixa elástica de extrema resistência entre Vorcaro e o Grupo Globo, incluindo o jornal Valor Econômico e os rapapés de Vorcaro em evento oficial do império Globo em Nova York, patrocinado pelo próprio Vorcaro.
Isso é uma tentativa de reabilitação da imagem de Bolsonaro que, junto com Tarcísio de Freitas, bolsonarista, recebeu de Vorcaro direto em suas contas o valor de R$ 5 milhões, oriundos do mar de lama que envolve o sistema financeiro e o Banco Master de Vorcaro.
Não há resistência possível da Globo que sustente narrativas enviesadas e coordenadas para dar a amplitude ao esquema e enfiar Lula e o PT nessa possilga.
O mecanismo da Globo, nesse caso, projetado para prevenção e tonificação da própria imagem, é progressivo, usando várias cores e níveis crescentrs de manipulação.
Os exercícios contorsionistas variam de acordo com o comentarista da GloboNews que, através de frases de efeito, realiza uma borracha termoplástica na língua na tentativa de t5ransformar a seco o produto da corrupção, envolvendo a direita, sobretudo a bolsonarista e o Master em uma indeterminada, manipulada, mal-ajambrada inclusão de Lula num elo inexixtente entre a esquerda e Vorcaro.
Ou seja, dependendo do seu uso, na boca dos boquirrotos da Globo, o dano político tem que ser focado na reeleição de Lula, a partir de uma cirúrgica projeção perespiritual com sistema próprio que retorne para o governo Lula aquilo que o governo escancarou e que chapiscou na Globo.
O importante é que o telespectador compre, mesmo que de leve, uma versão absolutamente absurda, malandra, mas principalmente criminosa para que a punição oas culpados de toda a roubalheira de Vorcaro, produza efeitos adversos contra quem denunciou o esquema.
É o bandido tentando prender o juiz, o delegado, o policial para livrar a própria cara.
Assim é fácil.
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O advogado de Daniel Vorcaro, José Luís Oliveira Lima, procurou a Polícia Federal para informar que o banqueiro está interessado em firmar um acordo de delação premiada. De acordo com fontes ouvidas pela TV Globo, o defensor afirmou que seu cliente se compromete a colaborar totalmente com as investigações e não pretende poupar ninguém.
O advogado, conhecido como “Juca”, tem um histórico de delações premiadas em casos de grande repercussão, incluindo a do ex-empresário Léo Pinheiro, da OAS, na Operação Lava Jato. Ele quer se reunir com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça para discutir a possibilidade, segundo o DCM.
Vorcaro é investigado por fraudes financeiras relacionadas ao Banco Master e sua prisão foi determinada na semana passada como parte das investigações conduzidas pela PF. A delação premiada poderia trazer novos elementos cruciais para o andamento das investigações.
Mendonça prorrogou o inquérito do caso Master por mais 60 dias após um pedido da PF. A prorrogação foi necessária para a realização de diligências adicionais essenciais.
Os investigadores afirmam que ainda há uma grande quantidade de material para ser analisado, incluindo mais de 100 celulares apreendidos, oito dos quais pertencem a Vorcaro. Os dados são apontados como fundamentais para aprofundar as apurações.
O inquérito apura a fabricação de carteiras de crédito falsas e o desvio de recursos para o enriquecimento pessoal dos envolvidos, com prejuízos estimados em mais de R$ 12 bilhões. A investigação também envolve a suspeita de que o Banco de Brasília (BRB), sob a direção de Paulo Henrique Costa, tenha injetado bilhões no banco por meio de operações fraudulentas.
Em fases subsequentes da operação, a Justiça determinou o bloqueio de R$ 5,7 bilhões em bens e valores, e 15 mandados de busca e apreensão foram realizados. Esses mandados atingiram endereços ligados a Vorcaro e seus familiares, com apreensões de carros de luxo e dinheiro em espécie.
A fase mais recente da investigação, realizada em março deste ano, revelou a existência de um grupo chamado “A Turma”, uma milícia privada usada para intimidar adversários e jornalistas que investigavam o banco.
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Relator André Mendonça integra ala do STF que formou maioria para manter banqueiro preso e abriu caminho para possível colaboração premiada
A possível colaboração premiada do empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, já começa a ser descrita nos bastidores de Brasília como a “delação do fim do mundo”, diante do potencial impacto político que suas revelações podem ter sobre figuras dos Três Poderes. As informações são do jornalista Caio Junqueira, em seu blog, que relata o clima de tensão crescente na capital federal após decisões recentes do Supremo Tribunal Federal (STF).
Segundo a análise publicada, a maioria formada nesta sexta-feira (13) na Segunda Turma do STF para manter Vorcaro preso representa uma vitória clara da ala da Corte que demonstra preocupação com a preservação da imagem institucional do tribunal.
Esse grupo, de acordo com o blog, é liderado pelo presidente do STF, Edson Fachin, e conta com o apoio do ministro André Mendonça, relator das investigações relacionadas ao chamado caso Master.
Disputa nos bastidores do poder Ainda segundo o relato publicado por Caio Junqueira, essa ala do Supremo conseguiu derrotar uma parte expressiva do establishment político que atuou nos bastidores para tentar garantir a soltura do banqueiro.
De acordo com a análise, havia expectativa entre setores políticos e institucionais de que a liberdade de Vorcaro pudesse reduzir as chances de um acordo de delação premiada, o que explicaria a mobilização de atores relevantes do sistema político.
Com a decisão do STF de manter a prisão preventiva do empresário, o cenário mudou e a hipótese de colaboração ganhou força nos bastidores de Brasília.
“Batalha vencida”, mas tensão continua Apesar da vitória momentânea no Supremo, a avaliação apresentada no blog é de que o episódio representa apenas uma etapa de uma disputa maior que ainda está em curso.
Segundo a análise, a tensão institucional deverá atingir seu ponto máximo quando Vorcaro decidir se falará e quais nomes eventualmente citará em uma colaboração premiada.
Caso isso ocorra, o empresário poderá revelar relações e pressões envolvendo autoridades dos Três Poderes, inclusive entre aqueles que, segundo o relato do blog, torceram ou atuaram pela sua soltura.
Investigação amplia pressão sobre o caso O caso envolvendo o Banco Master tem provocado forte repercussão em Brasília e se desdobra em diferentes frentes de investigação.
Entre os episódios citados nas apurações recentes estão a informação de que Vorcaro declarou ter pago R$ 68 milhões a uma empresa mencionada em investigação da Polícia Federal, além do fato de que o advogado que deixou a defesa do empresário possui clientes que poderiam eventualmente ser citados em uma delação, de acordo com o 247.
Outro ponto que amplia a dimensão institucional do caso é a atuação da Controladoria-Geral da União (CGU), que analisa um relatório de investigação envolvendo servidores do Banco Central ligados ao escândalo do Banco Master.
Com a manutenção da prisão do banqueiro e a crescente expectativa em torno de uma possível colaboração premiada, o caso passou a ser visto em Brasília como uma das crises políticas e institucionais mais sensíveis do momento, capaz de provocar fortes abalos nos bastidores do poder.
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Do Banco Central ao Nubank, gestão do ex-presidente do BC abriu alas para o Master, propiciou doações milionárias ao bolsonarismo e agora conta com a blindagem da imprensa corporativa
O cenário político-financeiro brasileiro assiste, atônito, ao desenrolar de um dos enredos mais complexos de nossa história recente: o Caso Banco Master. No entanto, para além das cifras bilionárias, o que emerge é uma cronologia de proximidades perigosas, doações vultuosas e uma engenharia de proteção mediática que tenta, a todo custo, inverter a lógica dos fatos. Para compreender o escândalo, é preciso conectar os pontos de uma trajetória que começa nos gabinetes de Brasília e termina nas cadeiras de luxo de bancos digitais e grandes conglomerados de mídia.
A gênese: O Banco Central de Campos Neto De acordo com Henrique Rodrigues, Forum, tudo começa com a nomeação de Roberto Campos Neto por Jair Bolsonaro (PL) para a presidência do Banco Central. Sob sua gestão, o BC adotou uma política de abertura acelerada para novas instituições financeiras. Foi nesse vácuo de “flexibilização” que o Banco Master (antigo Banco Máxima), sob o comando de Daniel Vorcaro, encontrou terreno fértil para sua expansão meteórica. Os registros oficiais são implacáveis: Daniel Vorcaro visitou o Banco Central presidido por Campos Neto pelo menos 24 vezes durante o período em que o Master se consolidava e recebia autorizações cruciais da autarquia. Essa frequência de reuniões entre um regulador e um ente regulado, em meio a um processo de formalização institucional, levanta questões éticas profundas sobre a impessoalidade da administração pública.
Dinheiro no tabuleiro eleitoral Enquanto o Master ganhava musculatura sob a vigilância, ou benevolência, do BC, o braço político do grupo operava a todo vapor. Fabiano Zettel, o operador, sócio e cunhado de Vorcaro, não economizou no apoio aos aliados de Campos Neto. Nas eleições de 2022, Zettel injetou R$ 5 milhões nas campanhas de Jair Bolsonaro (PL) e Tarcísio de Freitas (Republicanos), sendo R$ 3 milhões para o primeiro e R$ 2 milhões para o segundo. O investimento foi preciso. O Banco Master, que operava à margem do sistema mainstream, tornava-se um gigante em tempo recorde, enquanto seus principais entusiastas buscavam a manutenção do poder central.
A “porta giratória” e o Nubank Com o fim do governo Bolsonaro, a trajetória de Campos Neto seguiu um caminho meticulosamente pavimentado. Ele assumiu o cargo de vice-chairman e chefe global de políticas públicas do Nubank. É aqui que a teia se expande. O Nubank recebeu autorização para operar como financeira nos momentos finais da gestão de Ilan Goldfajn no BC (antecessor de Campos Neto), consolidando-se como a “queridinha” do mercado. Coincidentemente, a Globo, através da Globo Ventures, tornou-se sócia minoritária do Nubank. O círculo se fecha: o ex-regulador agora é alto executivo de uma empresa que tem como sócio o maior conglomerado de comunicação do país.
Escândalo e a estratégia da distração Quando o escândalo do Banco Master explode, envolvendo investigações sobre fraudes, venda de carteiras de crédito sem lastro, movimentações atípicas e o uso de fundos de pensão, a reação da imprensa corporativa foi, no mínimo, curiosa. Em vez de focar na relação promíscua entre o Master e a cúpula do BC da era Bolsonaro, ou no papel de Campos Neto enquanto facilitador institucional, assistimos a um fenômeno de “alucinose jornalística”. Veículos ligados à Globo e seus “co-irmãos” iniciam uma manobra de contorcionismo retórico aflitivo para tentar vincular o escândalo à esquerda e ao atual governo do presidente Lula (PT).
A verdade dos fatos, porém, é translúcida e derruba qualquer narrativa fantasiosa. As nomeações cruciais para o funcionamento do esquema foram feitas pela direita, assim como as doações milionárias foram direcionadas exclusivamente a candidatos desse espectro político e profundamente arraigados ao bolsonarismo-raiz. Houve reuniões constantes e documentadas entre o comando do Banco Central de Bolsonaro e os donos do Master, culminando na ocupação de cargos de alto escalão em bancos como o Nubank, que possui a própria Globo como sócia. Todos os nomes na agenda do celular de Vorcaro, apreendido e periciado, são de políticos da direita, assim como a totalidade das mensagens comprometedoras que vieram à tona até agora.
Não existe sequer um nome do atual governo ou de partidos progressistas envolvido formalmente no cerne das irregularidades investigadas. A tentativa de “esconder” Roberto Campos Neto e seu papel no fortalecimento desse ecossistema financeiro é uma nítida estratégia de proteção de ativos.
Ao culpar a esquerda por um esquema nascido, criado e totalmente operado nos gabinetes da gestão anterior, a imprensa corporativa não faz jornalismo; faz advocacia administrativa para seus próprios sócios. O Caso do Banco Master não é um mistério: é um retrato fiel de como o poder financeiro e o poder midiático se abraçam para proteger seus expoentes, enquanto tentam vender ao público uma versão distorcida da realidade.
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Em maio de 2024, o banqueiro Daniel Vorcaro, do liquidado Banco Master, foi destaque no Summit Valor Econômico Brazil-USA, evento do Grupo Globo realizado no Hotel Plaza, um dos mais caros de Nova York.
Ele era o principal patrocinador e orador, abrindo os trabalhos e recebendo a chancela de credibilidade do maior site de economia e negócios do país. A festa celebrava os 25 anos do Valor Econômico e reuniu os figurões do mercado financeiro do Brasil e alguns dos Estados Unidos. A partir daí, sua vida foi facilitada no mercado financeiro para cometer os crimes em série. Ele tinha a chancela do Valor e da Globo.
Vorcaro abriu seu discurso com uma propaganda do Master, de olho em importantes personalidades do setor financeiro dos Estados Unidos, muitas delas com negociações em andamento com o Brasil. Ele sabia com quem estava falando e que a Globo lhe deu essa oportunidade.
Estavam lá, entre outros, segundo matéria do próprio Valor, “James Bullard, ex-presidente do Federal Reserve (Fed) de Saint Louis, e Kevin Warsh, ex-membro do Conselho de Governadores do Fed. Simon Rosenberg, estrategista do partido Democrata, e Scott Jennings, estrategista do partido Republicano”. Ele iriam “analisar as eleições americanas e como a escolha do presidente dos EUA pode afetar investimentos nos países emergentes”.
“Os governadores Claudio Castro, do Rio de Janeiro; Mauro Mendes, do Mato Grosso; Eduardo Riedel, do Mato Grosso do Sul; Tarcísio de Freitas, de São Paulo; Helder Barbalho, do Pará; Ratinho Junior, do Paraná, e Ronaldo Caiado, de Goiás, vão divulgar a agenda de investimentos de grande porte em seus respectivos Estados. Também falarão o secretário de Fazenda do município de São Paulo, Luis Felipe Vidal Arellano, e e Alexandre Vermeulen, presidente da invest.Rio.”, informava o Valor.
Com Cláudio Castro, no Rio de Janeiro, a Rioprevidência comprou quase R$ 1 bilhão em letras podres do Master.
Vorcaro, que fazia então seu début na altas esferas dos negócios no país, teve a oportunidade de vender seu peixe, com o “selo de qualidade” das organizações Globo. Foi apresentado por Frederic Kachar, diretor-geral da Editora Globo e do Sistema Globo de Rádio, organizador daquele fórum, que classificou como “histórico” e um “debate saudável”. Chamou-o de “amigo”.
“Estamos muito entusiasmados com esse quórum e teremos repercussão ampla em todos os veículos do grupo Globo”, disse. “A gente pretende voltar todo ano”.
Vorcaro, o grande nome do encontro, mostrou as altas avaliações de agências de análise de risco e exibiu uma propaganda em inglês de um produto chamado CredCesta. Agradeceu o Valor, “que tem sido um baluarte para nossa nação, uma referência e um norte para nós, com informações sempre precisas e isentas”. Continuou: “Cumprimento o Fred e toda a equipe que admiro bastante: Lauro, Maria Fernanda, Álvaro, Malu e todos os demais. Essa semana se enriquece com a presença do Valor nas discussões”.
“Sempre saio com uma bagagem mais rica”, disse. “Alcançamos um nível de investimento com ratings Fitch, reforçando a nossa credibilidade”. Em seguida, a apresentadora agradece “Daniel” pelas “palavras inspiradoras”.
O carimbo de credibilidade do grupo Globo lhe abriu várias portas para cometer seus crimes financeiros. Em dezembro de 2025, Luciano Huck, por exemplo, virou garoto-propaganda do Will Bank, banco digital controlado pelo Master. A instituição ganhou grande exposição ao se tornar patrocinadora do Domingão, com inserções de marca, ações promocionais e menções recorrentes durante a atração.
Huck chegou a negociar a compra do Will Bank, que teve sua liquidação decretada pelo Banco Central. Segundo diálogos vazados com a namorada Martha Graeff, Vorcaro cita um jantar com Luciano Huck. Aparece igualmente a referência a um almoço com “editoras de revistas da Globo” — área comandada por Fred Kachar. “Amor, as diretoras de todas as revistas globo querem marcar um almoço com vc”, ele escreveu.
Reportagens encomiásticas sobre a marca de bem-estar Happy Aging, voltada ao público feminino, criada pela empresa de Martha, foram publicadas. Na Vogue, entre outras, saiu isso: “Com produtos e suplementos para longevidade, empresa fundada por brasileira e médico de Harvard estreia no mercado norte-americano”.
Trecho de diálogo vazado entre Vorcaro e a então namorada Marthe Graeff citando almoçom com “todas as diretoras de revistas da Globo” Vorcaro manteve uma relação íntima com a Globo, usando dinheiro sujo para limpar sua imagem, a do seu banco e sua biografia, enquanto o grupo fazia negócios, influenciava e enganava milhões de pessoas. Foi apenas por meio de propaganda oficial e patrocínio a eventos ou algo além disso? A Globo precisa responder.
Com vazamentos seletivos da Polícia Federal, o grupo tenta, mais uma vez, se eximir das consequências do monstro que ajudou a criar, como aconteceu com a Lava Jato. Falta dar as explicações, que nunca serão dadas.
*DCM
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O Brasil parece mesmo um cartum. Quando se vê o pau mandado de Bolsonaro, Rogério Marinho, convocar coletiva de imprensa para dizer que senadores bolsonaristas estão reunindo votos para pedir o impeachment do ministro do STF, Alexandre de Moraes, que comandou a condenação e prisão do golpista Bolsonaro, que incluia em seu plano de golpe em 8 de janeiro de 2023, o assassinato do atual presidente da República, Lula, do vice, Alckmin e do próprio ministro do STF, Alexandre de Moraes, tem-se a certeza que pelo menos uma parcela da população vive de galhofa para uma choldra de eleitores afeitos à patetices no campo de batalha política.
A absurda orientação, melhor dizendo, ordem do condenado, preso na Papuda que, diga-se de passagem, recebeu um aporte de R$ 3 milhões, depositados em sua conta por Daniel Vorcaro, querendo usar manchetes sensacionalistas da mídia contra o ministro para tentar desesperadamente inverter a lógica da vida institucional do país, dá para jurar que se vive num hospício.
No Brasil, a direita nunca viveu uma crise de identidade tão brutal como agora. A civilidade foi jogada no lixo pelo próprio Bolsonaro e seus súditos.
Isso pode ser classificado como ferocidade alegórica de um quadro de humor trash.
Lógico, toda essa paspalhice se estende ao mais sabujo dos filhos de Bolsonaro, Flavio, justamente por sublinhar, como de fato é, um soldado impávido cumprindo as ordens do papai, dizendo inclusive que quer vencer a eleição para a presidência para soltar o delinquente que parece se encontrar em uma confusão mental que ultrapassa as raias da loucura.
Duro é imaginar que a direita foi incapaz de superar uma besta como essa, porque não tem quadros minimamente competitivos para disputar a presidência da República em 2026. Então, parte para o terrorismo humorístico sem exigir do pintor ao menos um pincel para desenhar tal lambança.
*Imagem destaque: Izanio Charges
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O samba de um lado só sobre Vorcaro e Moraes que a mídia alardeou, é infinitamente mais ridículo que a movimentação da conta de Lulinha, vendida pela mídia como R$ 19 milhões de depósitos, quando, na realidade, a movimentação é produto da soma do que entrou e saiu, ou seja, R$ 9 milhões.
Se tomar omo base esse guincho da mídia, o salário mínimo do governo Lula seria de R$ 3.240,00. Não seria um espetáculo?
Mas foi essa a possível fábula confusa que a mídia jogou para seus aliados do bolsonarismo de guerra.
O Grupo Globo, famoso por estar envolvido em golpes ou tentativas de, em seus 100 anos de história, tem em seu portfolio manchetes inacretáveis, mas nada se compara ao tal diálogo entre Vorcaro e Moraes, em que somente Vorcaro escreve em mensagens pelo Whatsapp, sem uma resposta sequer de Moraes.
Mas o sabor conspiratório está ali como uma pulga manca que parece ser totalmente invisível para os olhos da nação bolsonarista, alimentando o ódio contra Moraes e ainda fazer sobrar para Lula.
Realmente, desta vez, o baronato midiático se superou em suas costumeiras farsas.
Nem em novelas espirituais tem algo que carregue tanto a mão nesse tipo de mediunidade de butequim, onde o bêbado conversa alto consigo mesmo.
Para o bolsonarismo, nada de novo no front. Essa gente, como visto por todos, costuma conversar com ETs e fazer oração para pneu ao sol do meio-dia.
Mas a mídia abraçar uma esparrela dessa na cara de quem tem um mínimo de senso do ridículo, é um isulto à inteligência nacional.
Essa luz divina que a mídia conta para catapultar a eleição do clã Bolsonaro, através do CPF de de Flavio, não é um remédio é um placebo que só faz efeito na cabeça dos convertidos.
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Fonte do mercado financeiro que acompanhou as negociações apresentou documentos que sustentam denúncia
O narcotraficante espanhol Oliver Ortiz de Zarate Martin foi um dos investidores por trás da operação de compra do Banco Master pelo empresário Daniel Vorcaro, revelou em entrevista exclusiva ao ICL Notícias uma fonte que atua no mercado financeiro e acompanhou de perto as negociatas.
A reportagem teve acesso a documentos de transações financeiras, além de autos de processos judiciais e registros da Comissão de Valores Imobiliários (CVM) que corroboram as afirmações.
Morador de um condomínio de luxo na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro, onde foi preso em 2013, Oliver Ortiz foi condenado por lavagem de dinheiro e tráfico internacional de drogas. No ano passado, a Polícia Federal (PF) notificou o criminoso de que ele seria expulso do país, depois que cumprisse a pena definida pela Justiça brasileira.
De acordo com a fonte, o elo entre o narcotraficante e o empresário mineiro Daniel Vorcaro é o operador do mercado financeiro Benjamim Botelho de Almeida, apontado pela PF como sócio oculto e operador financeiro de Vorcaro nos Estados Unidos.
Botelho mantém vínculos com a corretora Sefer Investimentos – antiga Foco Distribuidora de Título e Valores Mobiliários (DTVM) – , que foi alvo em janeiro da segunda fase da Operação Compliance Zero, sob suspeita de integrar um esquema de repasse de recursos para negócios ligados à família de Vorcaro. Uma offshore da Bahamas ligada à Sefer foi aberta nove dias depois do Banco Central ter liquidado o Banco Master.
A Sefer era administradora de fundos vinculados ao Grupo Aquilla, que tinha Botelho como principal executivo e da qual o Oliver Ortiz aparece como um dos investidores. Foi por meio de um fundo pertencente ao grupo que o narcotraficante investiu na compra do Banco Máxima em 2017, de acordo com a fonte que acompanhou a operação.
Segundo essa mesma pessoa entrevistada, Ortiz tinha centenas de milhões investidos em fundos do Grupo Aquilla. O ICL Notícias teve acesso a documentos que confirmam que o narcotraficante era cotista desses fundos. Por causa do sigilo bancário, a reportagem não pôde confirmar o valor investido citado pelo entrevistado.
“Recursos que foram utilizados na constituição dos fundos imobiliários – os principais produtos da atual Sefer – e também na aquisição do Banco Master – que era a instituição financeira que faltava ao Grupo Aquilla para estender as ramificações de suas negociações e negociatas – são oriundo de lavagem de dinheiro do traficante Oliver Ortiz”, acrescentou a fonte.
Benjamim Botelho de Almeida é ex-funcionário do Banco Garantia, instituição financeira que deu origem ao atual BTG Pactual. Detentor de nacionalidade portuguesa, além da brasileira, ele mora em Lisboa. É visto semanalmente na Faria Lima, centro financeiro de São Paulo, onde frequenta reuniões ligadas aos seus negócios, de acordo com apuração da reportagem.
O ICL
Notícias procurou a assessoria de imprensa do Banco Master que não respondeu aos questionamentos. Benjamim Botelho foi procurado por email, assim como Oliver Ortiz. Nenhum dos dois enviou resposta. Caso o façam, o texto será atualizado. A reportagem não conseguiu contato com Yan Hirano, o espaço segue aberto para manifestação.
O esquema do Banco Master De acordo com as investigação da PF, que hoje tramita no STF (Supremo Tribunal Federal), o esquema fraudulento do Banco Master inclui, entre outras fraudes, a aquisição de empresas de baixo valor para, em seguida, inflar artificialmente os resultados financeiros dessas empresas, fazendo crer que elas valem mais do que seu real preço.
As operações foram estruturadas para desviar recursos de fundos de investimento e outras fontes para empresas controladas pelos envolvidos, em detrimento dos investidores, de acordo com a investigação. Há suspeitas de que as transações podem ter violado as leis e regulamentos do mercado de capitais, incluindo manipulação de preços, uso de informações privilegiadas e outras práticas fraudulentas, a exemplo de venda de ativos podres.
Os autos da Operação Compliance Zero citam Benjamim Botelho como participante do esquema: “Utilização de interpostas pessoas/empresas de prateleira – as transações frequentemente envolveram empresas com ligações diretas ou indiretas com Daniel Vorcaro, Benjamim Botelho e outros indivíduos-chave, levantando sérias preocupações sobre conflitos de interesses e possíveis benefícios indevidos”.
Em decisão assinada em 6 de janeiro, quando ainda era relator do caso, o ministro Dias Toffoli decretou que Benjamim Botelho e a Sefer fossem alvos da segunda fase da operação: “Segundo consta, em relação à Sefer, Benjamim Botelho é proprietário e controlador da Foco DTVM (atualmente SEFER Investimentos), devendo as medidas recaírem sobre seu patrimônio e em todas as participações que envolvem a Sefer.”
Vorcaro e Botelho são investigados antes do escândalo do Master Daniel Vorcaro e Benjamim Botelho estão conectados às falcatruas investigadas pelas autoridades antes da eclosão do atual escândalo do Banco Master.
A Compliance Zero investiga fraudes relacionadas a investimentos de fundos de previdência de servidores de estados e municípios. De acordo com a Polícia Federal, R$ 2 bilhões foram aplicados no Banco Master. Em 2020, Vorcaro, assim como Botelho, foram alvos de outra operação da PF, a Fundo Fake, que já investigava justamente o mesmo tipo de operação fraudulenta quando o banco ainda se chamava Máxima.
No celular apreendido de Daniel Vorcaro, na Operação Compliance Zero, há trechos dos autos da Operação Fundo Fake, em que as ações criminosas são descritas e os nomes Vorcaro, Botelho, e do narcotraficante Oliver Ortiz são citados.
Benjamim Botelho de Almeida chegou a ser denunciado pelo Ministério Público Federal (MPF) pelos crimes de gestão fraudulenta do Banco Máxima, no período de 2014 a 2016. De acordo com as investigações, o banco teria usado o fundo de investimento Aquilla Veyron FIM – que integrava o Grupo Aquilla – para simular a valorização de investimento da instituição. Uma manobra, segundo a denúncia, para maquiar a “grave insuficiência de capital”.
“Ocorre que o Bacen [Banco Central] descobriu que o capital disponibilizado pelo Aquila Veyron FIM para a compra de tais ações era, na verdade, do próprio Banco Máxima”. “Ou seja, triangularam com recursos do próprio Banco Maxima, culminando na apresentação de informações e na publicação de demonstrações financeiras que não refletiam com fidedignidade a real econômico-financeira da Instituição Financeira e mascarou seus demonstrativos”, diz a denúncia do MPF.
De acordo com os autos, Benjamim, à época dos fatos, era o sócio majoritário da Foco DTVM (atual Sefer), assim como responsável pela Aquilla Asset.
“A Holding Aquilla era um conglomerado de empresas formado por uma distribuidora de títulos e valores mobiliários autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil e pela Comissão de Valores Mobiliários. Também faziam parte da holding uma securitizadora de títulos e uma gestora de recursos, autorizadas apenas pela CVM”, destacou a fonte.
Em pelo menos um processo interno da CVM, Vorcaro, Botelho e o próprio Banco Master são investigados por irregularidades na emissão e distribuição de cotas de fundo de investimentos.
Fonte afirma que Benjamim Botelho intermediou negociação do Master No ano de 2016, o Banco Máxima, do paulistano Saul Sabbá, foi inabilitado pelo Banco Central por gestão fraudulenta e rombo de caixa. Conforme dito acima, Benjamim Botelho já aparece como vinculado às fraudes cometidas pela instituição financeira.
Em entrevista à revista Piauí, Vorcaro afirmou que Sabbá ofereceu o banco a ele.
A fonte do mercado financeiro afirmou ao ICL Notícias, no entanto, que a intermediação do negócio foi feita por Benjamim Botelho de Almeida e começou no ano anterior. Ele levou Vorcaro para negociar com Sabbá.
“Daniel Vorcaro não pertencia ao mercado financeiro e de capitais, portanto, não demonstrava conhecer todas as exigências e atributos que se fazem necessários para que alguém se qualifique diante do Banco Central para aquisição de uma instituição financeira”, destacou a fonte em entrevista ao ICL Notícias.
Em 2017, Vorcaro adquiriu o Banco Máxima, que apesar de ter mudado de nome em 2021 para Banco Master, segue roteiro semelhante. O Master foi liquidado em novembro do ano passado pelo Banco Central, e alvo da Operação Compliance Zero, que apura esquema bilionário de fraudes financeiras. Nesta terça-feira (4), Vorcaro foi preso pela segunda vez em quatro meses, sob suspeita de ameaças a jornalistas e lavagem de dinheiro.
Documentos ligam narcotraficante ao Master Ortiz aparece na lista de cotistas de fundos administrados pela antiga Foco VTDM (atual Sefer Investimentos), em documento datado de 30 de outubro de 2015. Dois anos antes ele já havia sido condenado por tráfico de drogas pela Justiça brasileira.
A relação de cotistas das empresas do Grupo Aquilla de 2015 mostram que Ortiz – por meio de pessoa física e de empresas – era um dos cotistas do Aquilla Fundo de Investimento Imobiliário, o qual investiu em cotas do fundo São Domingos, utilizado na operação de aquisição do Banco Máxima, hoje Master.
A operação revela uma triangulação por meio da qual o narcotraficante despontava, na prática, como investidor do banco de Vorcaro.
Segundo a fonte ouvida pelo ICL Notícias, Ortiz também estava por trás do fundo Aquilla Veyrom FIM e do Brazilian Multimarketing Investiments LLC, uma offshore sediada nas Bahamas.
“Oliver Ortiz era um investidor que adquiria terrenos por valores bastante reduzidos na região da Baixada Fluminense e, posteriormente, os integralizava em troca de cotas de fundos de investimento geridos pela Aquilla e administrados pela Foco”, explicou a fonte do mercado financeiro.
Segundo contou ao ICL Notícias, após a integralização, esses terrenos passavam por avaliações a valor de mercado para compor o patrimônio dos fundos. Com isso, o valor atribuído aos imóveis acabava sendo multiplicado diversas vezes em relação ao preço originalmente pago por Oliver Ortiz na aquisição dos terrenos, elevando significativamente o patrimônio do investidor como cotista dos fundos. Essa é justamente um tipo de fraude apontada pela PF na investigação sobre o Banco Master.
A Aquilla aparece vinculada a Oliver Ortiz em um processo que tramita no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, envolvendo dois terrenos em Queimados, na Baixada Fluminense (RJ).
Nesse caso, as empresas Agera Negócios Imobiliários Ltda. e Aquilla Fundo de Investimento Imobiliário (FII) pedem à Justiça a retirada do bloqueio que recai sobre os imóveis conhecidos como “Área A-2” e “Área B”.
As empresas afirmam que adquiriram os imóveis em abril de 2012, por meio de um contrato de promessa de compra e venda, assinado com Oliver Ortiz e Yan Hirano (empresário que, segundo a fonte do ICL Notícias, teria apresentado o narcotraficante a Benjamim Botelho). A reportagem não conseguiu contato com Yan Hirano, o espaço segue aberto para sua manifestação.
Por isso, sustentam que são as legítimas proprietárias e que o bloqueio judicial no processo contra Oliver de narcotráfico não deveria atingi-las.
O MPF, porém, aponta que 20% de cada terreno pertencia a Oliver e já havia sido bloqueado judicialmente em 2013. Parte desses imóveis foi usada em operações financeiras envolvendo fundos imobiliários. Além disso, o MPF destaca que Oliver recebeu transferências de recursos, adquiriu cotas de fundo imobiliário no valor de R$ 1,49 milhão e participou de transações que envolveram a transferência de direitos sobre imóveis e a entrada de bens ou dinheiro como capital em fundos, incluindo o Aquilla.
Quem é o narcotraficante espanhol Oliver Ortiz O espanhol Oliver Ortiz de Zarate Martin foi preso em junho de 2013 no Rio de Janeiro, aos 35 anos de idade. Ele foi condenado, em dezembro do mesmo ano, à pena de 16 anos de prisão pelos crimes de lavagem de dinheiro e tráfico internacional de drogas.
As investigações apontaram que ele atuava no crime ao menos desde 2009, “liderando estrutura hierarquizada de envio de cocaína para a Europa, eminentemente por via marítima, elaborando rotas e empreendendo mergulhos, uma vez que é mergulhador”, segundo os autos do processo.
A investigação contra o espanhol contou com a cooperação de autoridades de Portugal, da Austrália e dos Estados Unidos.
De acordo com a denúncia do Ministério Público Federal no Rio de Janeiro, para lavar o dinheiro que ganhou do tráfico, Oliver Ortiz passou a adquirir imóveis no Brasil, declarados abaixo do valor real, usou empresas de fachada e registrou bens em nome de laranjas.
A investigação comprovou que o narcotraficante era dono de coberturas tríplex na Barra da Tijuca, casas noturnas e restaurantes no Rio de Janeiro.
Em 20 de março do ano passado, a PF notificou Ortiz da decisão de sua expulsão do Brasil, de acordo com a sentença proferida pela Justiça.
*Flávio VM Costa e Alice Maciel /ICL
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O diacurso e o status social de Vorcaro sempre foram um bálsamo para a direita paratatá.
Não é sem motivos que as ideias do camarada foram temas de suas palestras, contratadas pela direita, direcionadas para a mesma direita para que o Midas cucaratio desse o caminho das pedras para quem tem ambição de chegar ao céu na velocidade que Bolt cruzava a linha dos 100 metros rasos.
Ou seja, Vorcaro sempre se vendeu como uma figura histórica da direita nacional. Um sujeito que dava festas milionárias, patrocinava os principais caciques políticos como fez com Bolsonaro e Tarcísio com R$ 5 milhões e sabe-se lá mais o quê. Patrocinava caravanas como a de Nikolas Ferreira à caça de votos para Bolsonaro em 2022, em seus jatinhos.
Sim, o “rei do Brasil” sempre foi a majestade no meio dos grandes milionários e, sobretudo, no meio da cúpula bolsonarista que, na verdade, é a cúpula da atual direita, desde de 2021 quando, segundo informação do ICL, fundo que comprou Master para Vorcaro teria usado dinheiro do narcotraficante espanhol, Oliver Ortiz de Zarate Martin.
Isso mostra que a evolução patrimonial do sujeito não foi nada lenta, foi de estalão, de acordo com informação de gente do próprio mercado.
Essa deliberada esbórnia ocorre na gestão do não menos bolsonarista, Campos Neto na presidência do BC, netinho de Roberto Campos, o criador da hiperinflação brasileira durante os governos militares.
Lógico que Ibaneis, não por coincidência, pilhou o mesmo Master de Vorcaro, assinando a liberação de R$ 12 bilhões do BRB, com fachada de legalidade para fortalecer a arquitetura financeira do portento pdroeiro da direita brasileira.
Na verdade, a direita curupira está sempre criando um novo estilo de pilhagem, tendo a generosidade de políticos da mesma coloração para se misturarem à excentricidade do esperto e entregar a encomenda do melhor padrinho que a direita nativa já teve.
Esse é o valor real de Vorcaro e de seus negócios, ser o ponta de lança entre a minoria mais rica desse país.
É a estética oficial dos homens de “categoria” qu peromovem verdadeiras guerras contra o patrimônio público que, na realidade, são parte de muitas pátrias, sempre de forma escondida como um artista pré-figurado e suas concepções empreendedoras, que servem de manivela de uma siubvenção bilionária, jurando estar apenas desfrutando de sua inteligência para os negócios em nome do livre mercado.
É assim que o Midas brejeiro encanta a república do dinheiro grosso, dos rentistas e acionistas que, com suas cabeças coroadas no mundo generoso para os próprios, fazem seus juízos de país e, por isso mesmo, merecem acato de todos os diabos menores como vimos na lista encantada de seu ambiente político, formado só por gente da direita, mais precisamente bolsonarista.
A sua majestade Daniel Vorcaro é a própria paisagem da direita brasileira, produzida e frisada pela escória política e dos partidos de direita, principalmente do PL, partido de Valdemar da Costa Neto e Bolsonaro.
Não há fumaça da nídia que, por natureza, é de extrema direita, que consiga esconder isso.
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Quem vê Vorcaro falando sobre o sistema financeiro brasileiro, jura que ele é tocado por música, compasso a compasso, nota por nota, com uma partitura que não deixa margem para improviso. Ou seja, uma obra prima irretocável, defintiva, perfeita sob qualquer ângulo.
Mas foi justamente o mesmo Vorcaro que, na prática, mostrou o oposto, uma coisa feita aos trancos, descompassada e fora do tom, do contrário, ele jamais teria tanto espaço para produzir tantos guinchos de um sistema que ele vende como iguaria inigualável em que um simples comichão sobre qualquer desejo seria escandalizado junto com o autor.
A onipotência de Vorcaro é outra porta arreganhada que remove todos os dogmas que causam frisson no mercado que se “autorregula”.
Nós mortais, que estamos fartos dessa dúzia de palavrórios superlativos quando se trata desse mundo paralelo à nação, garantido por algo que não sabemos, só nos resta, assombrados, balançar a cabeça em sinal de impotência.
Porém o que chama a atenção é ver os analistas econômicos da mídia bocejando de tédio diante desse escândalo financeiro como se fosse parte dos planos de quem “conhece o sistema e suas concepções”.
É inacreditável, todavia, o absoluto silêncio da mídia diante do caos que indica que o mercado está longe de ser a “coisa boa” vendida aos quatro cantos pela licença poética que os abutres da especulação operam.
Aquela gente cheia de verdades absolutas sobre a dinâmica do mercado, sumiu das telas e dos jornalões. Provavelmente econdida em alguma toca esperando a tempestade passar.
Na verdade, esse instrumento de manipulação que a papa fina do dinheiro grosso opera, com o entusiasmo da mídia, é um gigantesco blefe, um festival de disparate que coloca o mundo na palma das mãos dos tais operadores do mercado, sem qualquer dado concreto que, na realidade, traduz-se em especulação pura e simples.
Esse é o grande legado que Vorcaro deixa para a sociedade quando escancara que o mercado é uma zorra, é uma esbórnia que se “autorregula”, porque não tem a mínima condição de existir sob regras minimamente rígidas, dependendo apenas do frenesi dos donos da terra.
Daí a altivez do blefe do esperto Daniel Vorcaro do Banco Master, antes da bomba explodir.
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