Categorias
Brasil Mundo

Trump declara guerra ao Pix, e Lula vai jogar a bomba na cabeça de Flávio Bolsonaro

O governo Donald Trump propôs ontem uma cacetada tarifária de 25% aos produtos brasileiros como punição por atos que, segundo ele, atrapalham empresas norte-americanas e listou, entre os culpados, a nossa verdadeira paixão nacional: o Pix. O governo Lula pretende associar a proposta de sanção contra o sistema de pagamento eletrônico à visita a Washington do senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência da República, na semana passada.

Em julho do ano passado, os EUA haviam aberto uma investigação comercial contra o Brasil e incluíram o Pix como possível prática desleal. A razão não era o Pix ser ruim para o povo brasileiro, mas ser bom demais sem depender deles.

A ferramenta virou mais do que um instrumento de pagamentos. É símbolo de eficiência estatal num país acostumado ao oposto. É inclusão financeira real. E, sobretudo, autonomia. Atacá-lo, portanto, não soa como debate técnico, mas como tentativa de enquadrar o Brasil ao papel de coadjuvante no sistema financeiro global.

Trump baixou um tarifaço de 50% sobre produtos brasileiros, em meados do ano passado, causando o fechamento de empresas e a perda de empregos no Brasil. Uma das razões apresentadas por ele foi o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado. O então deputado federal Eduardo Bolsonaro, que se autoexilou nos EUA, disse que a decisão havia sido fruto de articulações que ele havia realizado junto à Casa Branca.

Em março, dirigindo-se ao público da principal conferência conservadora norte-americano, Flávio Bolsonaro pediu que os EUA aplicassem “pressão diplomática para que nossas instituições funcionem adequadamente” visando a eleições “baseadas em valores de origem americana”.

Ao ameaçar punir o Brasil por causa do Pix, o governo Trump acaba dando um presente eleitoral a Lula. Porque tudo isso começou com uma família que não aceitava que o pai fosse punido por tentar um golpe de Estado.

O governo Lula vai jogar a bomba no colo da família Bolsonaro caso as negociações para evitar tarifas não prosperem. O Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) afirmou que vai continuar dialogando com o Brasil sobre a investigação aberta no âmbito da Seção 301 da Lei de Comércio, mas avisou que uma decisão final sai até 15 de julho. Deixou uma lista longa de exceções, como carne bovina, café, frutas, aeronaves e, óbvio, terras raras.

Além do Pix, também são citadas na decisão supostas tarifas preferenciais desleais concedidas a outros países, ordens do ministro Alexandre de Moraes, do STF, de remover conteúdos de perfis de residentes nos EUA nas redes sociais e de responsabilizar financeiramente as empresas norte-americanas de mídia social pelo descumprimento dessas ordens, impondo multas e restringindo seu acesso a ativos.

Também alega a insuficiência da aplicação de medidas anticorrupção e de proteção da propriedade intelectual, a falta de acesso ao mercado brasileiro de etanol e o desmatamento ilegal. Segundo o USTR, essas condições “oneram ou restringem o comércio”.

De uma maneira geral, os EUA reclamam que o Pix os deixou de fora de um dos maiores mercados do mundo. “O Brasil prejudicou injustamente empresas dos EUA envolvidas em serviços concorrentes de pagamentos eletrônicos, inclusive por meio de políticas que favorecem seu campeão nacional, o Pix”, afirma o documento divulgado ontem pelo USTR.

“O duplo papel do Banco Central do Brasil como regulador e proprietário/operador do Pix cria um conflito de interesses, na ausência de salvaguardas procedimentais adequadas. O banco atuou como regulador para prejudicar prestadores de serviços de pagamentos eletrônicos dos EUA e favorecer o Pix”, diz.

Cita que o Banco Central exige o uso do Pix por instituições financeiras com mais de 500 mil contas e determina que o sistema seja exibido na tela principal dos aplicativos das instituições participantes com destaque não inferior ao de qualquer outra funcionalidade de pagamento ou transferência.

Também reclama que o Banco Central incentiva o uso do Pix em detrimento de outros serviços ao exigir que as instituições participantes ofereçam o Pix gratuitamente a pessoas físicas e ao limitar a taxa que essas instituições podem cobrar de empresas por transações via Pix.

“Os atos, políticas e práticas do Brasil relacionados ao tratamento preferencial dado ao Pix são injustos e discriminatórios. É injusto exigir que concorrentes concedam vantagens ao Pix, como disponibilidade, visibilidade e limites de tarifas, e o Brasil discrimina fornecedores de serviços de pagamentos eletrônicos dos EUA ao conceder essas vantagens apenas ao campeão nacional brasileiro”, afirmam.

Para o governo Donald Trump, “os atos, políticas e práticas do Brasil relacionados ao tratamento preferencial dado ao Pix representam um ônus ou restrição ao comércio dos EUA ao impor custos aos prestadores de serviços norte-americanos e ao forçar fornecedores dos EUA a promover seu concorrente brasileiro, sem compensação”.

A questão em jogo não é só o Brasil. Outros países vêm buscando entender o Pix e analisando sua replicação. Se isso ocorrer, vai ser um banho de água fria para os EUA. Ou seja, o Pix é tão bom que causa problemas a eles.

Imagine o Brasil dependente de uma plataforma estrangeira para pagamentos, como uma conectada ao WhatsApp ou ao Google. Sob uma lei como a Magnitsky, bastaria uma decisão em Washington para travar transações no país. Não é ficção, mas risco concreto quando se abre mão da soberania sobre a infraestrutura própria.

Para o brasileiro comum, isso não é análise geopolítica abstrata, mas cotidiano. O Pix paga contas, sustenta pequenos negócios, conecta famílias. Mexer com isso é mexer com a vida real. E, na política, isso tem consequência. Ironicamente, ao ameaçar sancionar o Pix, o governo Trump acaba ajudando o adversário eleitoral de seu preferido.

*Leonardo Sakamoto/Uol


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAntropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igs

Categorias
Política

As notas frias da ONG de Karina Ferreira da Gama devem ser parentes de Mario Frias

Karina Ferreira da Gama expandiu significativamente seus negócios após se aproximar de Mario Frias.

Karina Ferreira da Gama é jornalista, empresária e produtora executiva do filme Dark Horse (cinebiografia de Jair Bolsonaro). Ela controla a Go Up Entertainment (produtora do filme) e preside o Instituto Conhecer Brasil (ONG). Também está ligada a outras empresas, como a GO7.

Ela mora na Brasilândia, periferia de SP e, antes, atuava como promotora de literatura cristã.

Após conhecer Mario Frias (deputado federal PL-SP, ex-ator e ex-secretário de Cultura do governo Bolsonaro, a partir de cerca de 2020/2022, suas empresas cresceram. Karina participou da campanha eleitoral de Frias (GO7 recebeu R$ 54 mil em 2022).

Ela aumentou o número de empresas e acessou contratos públicos milionários.

O Instituto Conhecer Brasil assinou contrato de R$ 108 milhões com a Prefeitura de São Paulo (gestão Ricardo Nunes) para instalação de Wi-Fi em comunidades — contrato sob investigação da Polícia Civil e MP-SP por suspeitas de irregularidades e execução parcial.

Recebeu emendas parlamentares, incluindo de Frias R$ 1,2 milhões para o Instituto/Academia Nacional de Cultura. Parte desses recursos foi repassada a outros aliados ou empresas, segundo investigações jornalísticas.

Mario Frias é produtor executivo e roteirista do Dark Horse, e os dois são sócios e parceiros no projeto. Há investigações do STF sobre emendas destinadas às entidades dela e questionamentos sobre possível triangulação de recursos para o filme, o que Frias nega.

Situação atual, a Polícia Civil fez buscas na ONG e empresas de Karina por suspeitas de desvio, fraude no contrato de Wi-Fi.

O filme Dark Horse tem orçamento elevado, relatos de dezenas de milhões, com recursos privados, via fundo Havengate, mas o histórico de produção cinematográfica da Go Up é limitado.

Frias e aliados defendem Karina como “honesta e trabalhadora” e negam irregularidades ou ligação direta das emendas com o filme.

Essa expansão é destacada pela ascensão rápida ligada a contatos no bolsonarismo e governos aliados (Nunes, etc.). O caso segue em apuração, com investigações em andamento.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAntropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igs

Categorias
Política

Operação em SP investiga ONG da produtora do filme sobre Bolsonaro

Ação Wi-Fi Livre é feita no Instituto Conhecer Brasil

A Polícia Civil de São Paulo faz na manhã desta segunda-feira (1º) a Operação Wi-Fi Livre no Instituto Conhecer Brasil, organização não governamental (ONG) de propriedade de Karina Ferreira da Gama, da produtora Go UP, que produziu o filme Dark Horse, sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro.

A ONG é suspeita de fraude em contrato com a prefeitura de São Paulo para a instalação de uma rede de wi-fi gratuita em comunidades da cidade. O valor do contrato é de R$ 108 milhões. Há suspeitas na contratação e na execução dos serviços.

Segundo investigação do Ministério Público de São Paulo e da Polícia Civil, a organização teria de instalar 5 mil pontos públicos de acesso ao wi-fi nas periferias da capital paulista no prazo de 12 meses. De acordo com os dois órgãos, foram instalados até agora 3.200 pontos.

A ONG teria apresentado pelo menos R$ 16,5 milhões em notas fiscais consideradas irregulares à prefeitura para justificar as despesas do contrato.

>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

O instituto de Karina é o principal alvo da operação, mas também são cumpridas diligências em outras empresas que teriam sido subcontratadas. A polícia fez ainda buscas na Secretaria Municipal para obter os contratos, as prestações de contas e os documentos relacionados ao termo de colaboração.

São cumpridos nesta manhã oito mandados de busca e apreensão para recolher documentos físicos e digitais, equipamentos eletrônicos, registros financeiros e outros materiais.

O senador Flávio Bolsonaro, que pediu R$ 61 milhões ao empresário Daniel Vorcaro para financiar o longa-metragem Dark Horse, se manifestou sobre a operação de hoje em São Paulo. Em evento no Rio de Janeiro, o político disse que “a operação não tem nada a ver com o filme”.

A prefeitura de São Paulo divulgou nota em que “repudia veementemente ilações de desvio de recursos públicos. O contrato com o Instituto Conhecer Brasil seguiu rigorosamente os princípios da legalidade, transparência e economicidade”.

*Agência Brasil


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAntropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igs

Categorias
Pesquisa

Lula vence todos os adversários no primeiro turno e deixa Flavio no chinelo no segundo turno

Levantamento da Real Time ouviu 2.000 pessoas entre os dias 29 e 30 de maio

Pesquisa divulgada nesta segunda-feira (1º) pelo Instituto Real Time Big Data mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança das intenções de voto para o primeiro turno das eleições presidenciais de 2026 em todos os cenários testados. A pesquisa foi feita após a revelação do áudio de Flávio Bolsonaro a Daniel Vorcaro e da classificação do CV e do PCC como terroristas pelos EUA.

No principal cenário avaliado, Lula aparece com 38% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro (PL), com 31%. Na sequência estão Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD), ambos com 6%, Romeu Zema (Novo), com 4%, Aécio Neves (PSDB) e Joaquim Barbosa (DC), com 3% cada, e Augusto Cury (Avante), com 1%.

Outros candidatos somados alcançam 1% das intenções de voto. Brancos e nulos representam 3%, enquanto 4% dos entrevistados disseram não saber ou preferiram não responder.

Na simulação de segundo turno, o presidente Lula aparece com 45% das intenções de voto, contra 40% de Flávio Bolsonaro. Brancos e nulos somam 8% e 7% não sabem ou não responderam. Comparado ao último levantamento do mesmo instituto, Lula subiu dois pontos e Flávio Bolsonaro perdeu quatro.

Em cenário de segundo turno contra Ronaldo Caiado, Lula aparece numericamente empatado com o ex-governador de Goiás, com os dois marcando 43%. Contra Romeu Zema (Novo), ex-governador de Minas Gerais, Lula tem três pontos percentuais de vantagem: 43% contra 40%.

Na disputa com Renan Santos (Missão), Lula vence por 46% contra 30%. Contra o deputado federal Aécio Neves (PSDB), o petista tem a maior vantagem e vence de 47% contra 23%.

Em um segundo cenário de primeiro turno, que inclui Aldo Rebelo (DC) no lugar de Joaquim Barbosa, Lula mantém os mesmos 38% das intenções de voto e Flávio Bolsonaro permanece com 31%. Renan Santos e Ronaldo Caiado registram 6% cada, Romeu Zema sobe para 5%, Aécio Neves alcança 3%, enquanto Aldo Rebelo e Augusto Cury aparecem com 1% cada.

Nesse cenário, os votos em outros candidatos também somam 1%, os brancos e nulos permanecem em 3% e os indecisos representam 5%.

A pesquisa ouviu 2.000 eleitores entre os dias 29 e 30 de maio. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-05864/2026.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAntropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igs

Categorias
Política

O novo slogan bolsonarista, ‘Flavio não presta, mas é nosso’

Quanto mais Flavio Bolsonaro se mexe, mais fede

O 01 é de fato um fenômeno eleitoral, às avessas.

Não é sem motivos que produziu um racha, assunto que ele entende como ninguém, sem hora para acabar, no universo da direita e dentro do próprio PL que, aliás, está carregando com gosto a pecha de Partido de Ladrões, tamanha a quantidade de políticos denunciados e condenados em alguma instância da justiça por envolvimento em corrupção, formação de quadrilha, peculato, tráfico, assissinatos.

Na verdade, nenhuma facção “terrorista” tem um espólio de crimes como os aliados mais próximos de Flavio, assim como os diabos menores do partido e seu entorno. É literalmente o crime na sua forma mais representativa.

Diante dessa realidade e a consequente perda de engajamento, até do bolsonarismo Ypê, a ordem é assumir a bronca e apostar no tudo ou nada com a dissimulação, slogan que, na cabeça do comando do PL, pode virar uma armadura em favor de Flavio, com o singelo e curto refrão, “Flavio não presta, mas é nosso”.

Kim Paim, que compõe a linha de frente de um exército de mercenários de guerra política, largou qualquer argumento plausível para, num podcast bolsonarista, sapecar a filosofia que virou martelete entre os sopradores de apito de cachorro, dizendo, de forma nua e crua, numa clara confissão de derrota diante do inquestionável bantitismo de Flavio com Vorcaro, as revelações que pipocam nas redes e grande mídia sobre o seu candidato, as relações com gente de grosso calibre do Comando Vermelho no Rio, como Rodrigo Bacellar e TH Joias, mandou a fita nova, com um semblante amarelo e um sorriso cinza, Kim Paim sapecou, “Flavio pode ter roubado R$ 100 ou R$ 134 milhões, que eu voto nele assim mesmo”, sem ao menos corar metade da cara.

Sim, a cordial intimidade entre Flavio e gente do Comando Vermelho, mostrado em vídeos, espalhados pelas redes, assim como as próprias confissões de Flavio, em áudio de boca própria, sobre o que havia recebido e o que faltava receber dos R$ 134 milhões de Vorcaro, fora a confissão de sua visita à casa dele, com tornozeleira eletrônica, com tudo, e não tendo como se livrar de tudo isso, o bate-estaca agora é aceitar que Flavio não vale nada, mas assim mesmo votar nele

Se isso vai colar e resultar em alguma coisa objetiva e não em despejo, somente o tempo dirá.

Se até Kim Paim mostrou-se encabulado diante do titular bolsonarista, dono do podcast, que não concorda com esse tipo de campanha, é bem possível que o esvaziamento de aliados em torno de sua candidatura, seja um caminho sem volta.

Detalhe, a rejeição a Flavio Bolsonzro não para de crescer.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAntropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igs

Categorias
Brasil Mundo

‘Pior cenário’: o temor de empresários após EUA designarem PCC e CV como terroristas

A decisão do governo dos Estados Unidos de incluir o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) na lista de organizações terroristas tem provocado preocupação entre empresários e executivos de diversos setores da economia brasileira. Segundo reportagem da revista Exame, representantes dos segmentos financeiro, industrial, energético e varejista avaliam que a medida pode gerar consequências econômicas amplas e até mesmo efeitos contrários aos pretendidos no combate ao crime organizado.

Cinco empresários e executivos ouvidos sob condição de anonimato afirmaram que a classificação das facções como organizações terroristas abre espaço para um cenário de aumento de custos operacionais, endurecimento de regras de compliance e eventual aplicação de sanções contra empresas e instituições brasileiras sem vínculo direto com atividades criminosas.

O Departamento de Estado dos EUA anunciou que PCC e CV passarão oficialmente a integrar a lista de organizações terroristas em 5 de junho. A decisão foi tomada após articulações realizadas nos Estados Unidos pelos irmãos Eduardo Bolsonaro e Flávio Bolsonaro junto a autoridades americanas. O governo brasileiro criticou a medida, classificando-a como uma interferência na soberania nacional e ressaltando que já desenvolve ações de combate ao crime organizado.

Temor de sanções e aumento de controles

Segundo a Exame, uma das principais preocupações do setor privado é que a nova classificação permita que empresas brasileiras sejam alvo de restrições econômicas ou diplomáticas, mesmo sem participação direta em atividades ilícitas.

Executivos do setor financeiro afirmam que bancos, cooperativas de crédito e fintechs poderão ampliar seus mecanismos preventivos para evitar riscos de punições internacionais. Entre as medidas cogitadas estariam critérios mais rígidos para abertura e manutenção de contas, o que poderia dificultar o acesso de parte da população ao sistema financeiro formal.

Também existe preocupação com possíveis impactos sobre o Pix. O sistema de pagamentos instantâneos brasileiro já é alvo de críticas de autoridades americanas e integra discussões conduzidas pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), que investiga práticas consideradas potencialmente prejudiciais à concorrência de empresas americanas do setor de pagamentos.

Relações comerciais sob escrutínio

Outro receio manifestado por empresários é a possibilidade de sanções atingirem companhias que tenham realizado, mesmo de forma indireta ou ocasional, transações com pessoas ou empresas posteriormente associadas a organizações criminosas.

Segundo a matéria, a crescente sofisticação das redes financeiras ligadas ao crime organizado torna difícil identificar previamente eventuais conexões entre investidores, fundos e atividades ilícitas. Nesse contexto, executivos argumentam que punições contra instituições financeiras poderiam gerar efeitos econômicos significativos sem necessariamente enfraquecer as facções.

Preocupação com uso político das sanções

Fontes ouvidas pela revista também demonstraram preocupação com a possibilidade de instrumentos destinados ao combate ao terrorismo serem utilizados de forma política. De acordo com o DCM, como exemplo, citaram a aplicação de sanções dos Estados Unidos contra o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes e sua esposa, a advogada Viviane Barci de Moraes, em 2025, por meio da chamada Lei Magnitsky.

Na avaliação de parte do empresariado, o uso ampliado desse tipo de mecanismo pode aumentar a insegurança jurídica e afetar investimentos e negócios no Brasil.

Apesar das preocupações, os executivos consultados pela Exame evitam se manifestar publicamente sobre o tema. Segundo a reportagem, muitos temem que críticas à decisão do governo americano sejam interpretadas como defesa ou tolerância em relação às facções criminosas, em um ambiente político altamente polarizado.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAntropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igs

Categorias
Política

Família Bolsonaro é viciada em mentir. Seu maior adversário é o jornalismo

Os dias não têm sido fáceis para a família Bolsonaro. As reportagens do Intercept Brasil não têm dado espaço para ela respirar. É isso o que acontece quando o jornalismo revela o que os poderosos querem esconder.

A maior adversária dos Bolsonaros é a verdade dos fatos. Quando ela é exposta dessa maneira, eles se sentem intimidados e perseguidos pelo jornalismo. Sobram-lhes as mamadeiras de piroca e a guerra das narrativas.

Nas duas últimas semanas, as reportagens da #VazaFlavio escancararam para o mundo do que a família Bolsonaro é capaz no campo da mentira e dissimulação. Quando o Intercept perguntou a Flávio Bolsonaro se o filme do seu pai havia sido financiado por Vorcaro, ele gargalhou e disse que era mentira. Horas depois, um áudio o desmentiu de forma cabal. O ridículo se seguiu nos dias posteriores, com um choque de versões de aliados e novas mentiras sendo contadas para tapar buracos feitos por outras mentiras. A falta de vergonha na cara é infinita dentro do clã Bolsonaro.

Uma viagem desesperada
Desesperado com a queda nas pesquisas de intenção de votos, Flávio cavou uma visita à Casa Branca para tentar tirar o foco do escândalo e manter acesa a seita que tem fetiche com o presidente dos Estados Unidos. A foto com Trump sentado e Flávio em pé é o retrato perfeito da sabujice dessa família. O presidente americano nem se deu ao trabalho de se levantar da cadeira para tirar a foto.

A humilhação foi grande, mas eles saíram de peito estufado. Dois dias após a visita, o governo americano passou a classificar o Primeiro Comando da Capital, o PCC, e o Comando Vermelho, o CV, como grupos terroristas – algo que excita o bolsonarismo, mas que atrapalha o combate ao crime organizado e ameaça a soberania nacional. Quem diz isso é o promotor Lincoln Gakiya, do Ministério Público do Estado de São Paulo, que é o principal investigador do PCC no país há mais de 20 anos.

Considerar a medida do governo americano como um passo importante para acabar com as facções é só mais uma mentira do bolsonarismo. Até porque Flávio Bolsonaro talvez seja o político que mais tenha aliados enrolados com o crime organizado. Do presidente afastado da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, a Alerj, Rodrigo Bacellar ao grupo político do ex-governador do Rio de Janeiro Claudio Castro, há uma lista grande de aliados de Flávio que aparecem nas investigações sobre o Comando Vermelho. Ora, o próprio Flávio transformou seu gabinete de deputado estadual no Rio em cabide de emprego para o Escritório do Crime. É essa gente que vai acabar com o crime organizado?

Eduardo e sua vida de luxo
Menos de 24 horas depois do encontro de Flávio com Trump, o Intercept trouxe à tona outra mentira da família Bolsonaro. Diferentemente do que se dizia, Eduardo Bolsonaro não vive uma vida de dificuldades nos EUA. Vive uma vida de luxo em uma mansão com piscina em área nobre da cidade de Southlake, no Texas. Antes, o pobrezinho dizia ter dificuldades para pagar as contas nos EUA, chegando até a ter que dormir em colchão inflável. É realmente impressionante a ascensão social meteórica do ex-deputado que, de repente, passou a ter condições de pagar um aluguel de R$ 30 mil por mês mesmo estando desempregado. Ele não sabe explicar como foi que esse azarão da meritocracia — ou “Dark Horse”, se preferir — conseguiu vencer a corrida do “sonho americano”. Talvez o Daniel Vorcaro saiba.

Antes de publicar a reportagem, o Intercept buscou ouvir o que Eduardo Bolsonaro tinha a dizer sobre o caso. O jornalista Steven Monacelli bateu na porta da mansão e foi recebido educadamente pela esposa de Eduardo, Heloísa, que não quis dar entrevista. O casal então foi às redes para relatar dramaticamente que “um parceiro do PCC” teria assediado eles e a vizinhança. Até a polícia foi acionada para proteger a família ameaçada. O bolsonarismo ficou ouriçado com a história e passou a denunciar o que seria uma perseguição contra a família de Eduardo nos Estados Unidos. O golpista Paulo Figueiredo ameaçou usar a força contra jornalistas que ousarem procurá-lo em sua casa na Flórida.

Mentira desmontada
Eles não contavam que toda a abordagem do jornalista havia sido filmada por ele. O vídeo não mostra nada além de um contato cordial com Heloísa Bolsonaro. Monacelli tocou a campainha, perguntou com toda educação se podia conversar com Eduardo e foi embora diante da negativa. A publicação do vídeo desmontou com requintes de crueldade a narrativa de perseguição que o casal havia espalhado nas redes.

‘Quando flagrados mentindo, se fazem de loucos e inventam uma nova ladainha’.
A mentira derreteu em praça pública e deixou Eduardo atônito. Ao ser abordado por jornalistas para comentar o tema, contou novas mentiras para manter a narrativa em pé. “Desde março (de 2025) não recebo dinheiro público. Sou uma pessoa igualzinha a vocês: dinheiro privado, tudo meu. Moro de aluguel, ao contrário do que o Intercept falou. O Intercept dá fake news. O Intercept foi na casa errada, porque são péssimos jornalistas investigativos”, disse. É mentira sobre mentira. Eduardo Bolsonaro não teme o ridículo. O Intercept não disse que ele não mora de aluguel nem foi na casa errada. É só mais uma tentativa de jogar areia nos olhos da opinião pública. O fato é que o ex-deputado continua se recusando a explicar quem está bancando a sua vida luxuosa nos EUA.

A mentira não é apenas um método ou uma mera ferramenta política do bolsonarismo. É a sua quintessência. Absolutamente todas as suas narrativas fundamentais são baseadas em falseamentos da realidade. Jair Bolsonaro e seus filhos são viciados em mentir. Eles lideram uma seita numerosa, que acredita em suas mentiras e ainda cria outras para manter a roda das narrativas girando. Quando flagrados mentindo, se fazem de loucos e inventam uma nova ladainha. Pode até parecer que é enxugar gelo, mas desmascará-los e expô-los de modo permanente é fundamental. Essa é a única maneira de impedir que falsas narrativas se consolidem na opinião pública. Não é fácil, mas a realidade dos fatos acaba se impondo no final. O jornalismo bem feito é a kriptonita dessa gente.

*João Filho/Intercept Brasil


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAntropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igs

Categorias
Política

Cedae abortou saque de R$ 44 milhões no Master; diretor se reuniu com Vorcaro após colapso

Funcionários da Cedae ligados ao ex-governador Cláudio Castro abortaram o resgate de R$ 44 milhões investidos no Banco Master em maio de 2025, quando notícias sobre a situação crítica do conglomerado de Daniel Vorcaro ganharam corpo. Após o colapso da instituição financeira, um diretor indicado por Castro ainda teve um encontro presencial com o banqueiro, mostra investigação interna da estatal a que o ICL Notícias teve acesso.

Antonio Carlos dos Santos, indicado por Castro para a Diretoria Financeira e de Relações com Investidores (DFI) da Cedae, vinha ignorando alertas de colegiados internos da estatal para reduzir o valor investido no Master, que passava de R$ 200 milhões, desde julho de 2024. Antes de assumir o cargo na estatal, em novembro de 2022, ele havia ocupado o cargo estratégico de assessor-chefe do gabinete de Castro, entre junho e setembro de 2022.

Em 28 de maio de 2025, o gerente financeiro da empresa Rodrigo Borges Mendes, chegou a expedir uma ordem ao Banco Master para o resgate imediato de R$ 44.779.327,32. A determinação foi cancelada 1 hora e meia depois por ordem de Mauro Luis Rodrigues Marques, assessor direto de Santos na DFI. O relatório da Comissão de Ética da Cedae afirma que não foi identificada até hoje “justificativa formal registrada nos autos para a reversão da operação”.

“O Gerente Rodrigo Borges assumiu em entrevista que cancelou um resgate de R$ 44 milhões do Banco Master cumprindo ordens do assessor Mauro sem saber o motivo”, destaca a investigação.

A Cedae só iniciaria os trâmites para de fato recuperar o direito investido em setembro de 2025, após o Banco Central (BC) negar a compra do banco de Vorcaro pelo BRB.

Mesmo diante da iminente quebra do banco, Santos –apoiado pelo então presidente da Cedae, Aguinaldo Ballon, outra indicação direta do núcleo duro do governo Castro– aceitou que a devolução do dinheiro da Cedae fosse feita pelo Master em prestações mensais de R$ 20 milhões – o que faria com que a estatal demorasse cerca de 1 ano para recuperar tudo que tinha investido.

O derretimento do Master veio depois do acordo de parcelamento, em outubro de 2025: o rating do banco despencou para CC na classificação da Fitch, o que representa, na prática, risco iminente de calote. O saldo que a Cedae ainda tinha a receber era de R$ 220.486.968,53.

O Master não pagou os valores prometidos em outubro e novembro. Ainda assim, Antonio Carlos dos Santos tentou negociar. Ele se reuniu diretamente com Daniel Vorcaro em 10 de novembro. Mesmo diante do colapso do banco, o objetivo não era pressionar o banqueiro a devolver imediatamente o dinheiro da Cedae. Segundo o relatório da Comissão de Ética, Santos queria “tentar alterar o contrato e exigir a ‘vinculação de garantias reais’”.

Contudo, “as garantias reais não chegaram a ser consolidadas a tempo”, destaca o documento.

Investimento após jantar de Castro com Vorcaro
Como o ICL Notícias revelou neste sábado (30), Santos iniciou informalmente as tratativas para o investimento de R$ 200 milhões no Banco Master em maio de 2023, uma semana após o governador Cláudio Castro ter um jantar de R$ 60 mil pago por Daniel Vorcaro em Nova York.

O jantar de luxo de Castro com o banqueiro ocorreu no dia 11 de maio de 2023, quando ambos participavam de eventos nos Estados Unidos.

TSE marca para 2 de junho julgamento de recurso de Claudio Castro –  CartaCapital

Seis dias depois, em 17 de maio de 2023, Santos e seus assessores diretos receberam um representante do Banco Master na sede da Cedae, no Centro do Rio de Janeiro, para uma reunião. O encontro marcou o início da negociação para o aporte no conglomerado de Vorcaro, mesmo contrariando as regras internas da companhia naquele momento.

Ao mesmo tempo que mantinha encontros com a cúpula do Master, Santos iniciou uma revisão.

*Igor Mello/ICL


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAntropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igs

Categorias
Pesquisa

PoderData: Aprovação de Lula salta 13 pontos em dois meses

O levantamento PoderData/Aya divulgado nesta sexta-feira (29) mostra que a aprovação do desempenho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) subiu 13 pontos percentuais em dois meses e chegou a 44%. No mesmo período, a desaprovação caiu de 61% para 49%, enquanto 7% dos entrevistados disseram não saber responder.

Os números divulgados no Poder 360 indicam uma melhora na percepção sobre o presidente em meio à corrida eleitoral de 2026. A avaliação sobre o governo em geral aparece em patamar semelhante: 44% dos entrevistados afirmam aprovar a gestão petista, enquanto 50% dizem desaprová-la. Outros 6% não souberam opinar.

Na avaliação do trabalho de Lula, 36% consideram o desempenho “ótimo” ou “bom”. Outros 16% avaliam como “regular”, e 46% classificam como “ruim” ou “péssimo”. O índice positivo reforça a recuperação registrada pelo presidente desde a última rodada da pesquisa.

O levantamento foi realizado pelo PoderData, empresa do grupo Poder360 Jornalismo, com recursos próprios. A divulgação tem parceria com o Aya Bancah, plataforma digital que reúne jornais e revistas nacionais e internacionais.

Os dados foram coletados entre 25 e 28 de maio de 2026, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Ao todo, foram realizadas 2.400 entrevistas em 651 municípios das 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%. DCM.

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-04882/2026. Segundo a metodologia do PoderData/Aya, as entrevistas são distribuídas proporcionalmente conforme sexo, idade, renda, escolaridade e localização geográfica dos entrevistados.

Para chegar ao total de 2.400 entrevistas, o instituto afirma fazer dezenas de milhares de telefonemas. Em alguns levantamentos, o número de ligações supera 100 mil até que sejam encontrados entrevistados capazes de representar de forma fiel o conjunto da população.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAntropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igs

Categorias
Educação Política

Lula valoriza saberes ancestrais e autoriza 1ª universidade indígena

Com a oferta inicial de dez cursos e previsão de oferecer até 48 cursos de graduação, a Unind atenderá aproximadamente 2.800 estudantes indígenas

Ao sancionar a lei que cria a primeira universidade indígena do país, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva consolidou uma luta de 30 anos do movimento indígena para que seus saberes ancestrais sejam reconhecidos.

“Não podemos prescindir do conhecimento milenar que os povos indígenas acumularam ao longo de tanto tempo neste país e no mundo”, disse o presidente durante o ato de sanção da lei nesta quinta-feira (28), no Palácio do Planalto.

Lula diz que a Universidade Federal Indígena (Unind), que funcionará no campus do Distrito Federal, também é uma forma de garantir direitos a todos.

“O diploma é a garantia de que esse país está preparando a sua sociedade para ser tratada como cidadã de primeira linha. Todo mundo tem direito ao conhecimento, e esse conhecimento vai permitir que as pessoas façam coisas que antes não sabiam”, afirma o presidente.

Leia também: Lula cria as universidades federais Indígena e do Esporte

Lula ressaltou que a Unind servirá para ensinar o mundo a conviver com a diversidade e combater a segregação histórica dos povos originários.

O Ministério dos Povos indígenas considera que o ato marca um momento histórico de reparação e o nascimento de uma ponte educacional entre mundos que foram mantidos separados por mais de cinco séculos.

O ministro dos Povos Indígenas, Luiz Eloy Terena, classificou a sanção como o ápice de uma trajetória de resistência, definindo a Unind como um “grande legado deixado por Lula na história brasileira”.

Para o ministro, cuja trajetória acadêmica é fruto das políticas de ação afirmativa e bolsista do Prouni, a universidade materializa a transição da aldeia para a universidade, algo que ele mesmo percorreu há 20 anos.

Terena ressaltou que a instituição é a realização de um sonho estratégico das lideranças ancestrais que decidiram “doutorar seus filhos, ocupando as universidades, e assim travar a luta por direitos”.

“A nova Universidade Federal, embora seja uma instituição de origem ocidental, será agora aldeada por nós indígenas, servindo como o espaço primordial para a defesa de direitos e o aperfeiçoamento constante das políticas públicas voltadas aos territórios”, afirma o ministro.

Unind

Com a oferta inicial de dez cursos e previsão de oferecer até 48 cursos de graduação, a Unind atenderá aproximadamente 2.800 estudantes indígenas, nos primeiros quatro anos de implantação.

De acordo com o Vermelho, os cursos de graduação e de pós-graduação a serem ofertados na universidade serão voltados às áreas de interesse dos povos indígenas.

A ênfase será em gestão ambiental e territorial, gestão de políticas públicas, sustentabilidade socioambiental, promoção das línguas indígenas, saúde, direito, agroecologia, engenharias e tecnologias, formação de professores e demais áreas consideradas estratégicas para o fortalecimento da autonomia dos povos indígenas, a atuação profissional nos territórios e a inserção profissional indígena em diferentes setores do mercado de trabalho.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAntropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igs