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Opinião

A carapuça de golpista que Lula enterrou na cabeça de Temer, serviu para toda a mídia

A gritaria infrene de Merval Pereira e cia., na mídia, merece nota.

Ninguém quer pagar a fatura do golpe. Merval e Dora Kramer foram os primeiros a se mostrarem atingidos frontalmente pelas palavras de Lula contra Temer.

Ora, a sinuosidade, o labirinto e a complicação que rodeiam o enredo malandro do golpe contra Dilma, é a própria confissão saliente de que a mídia foi parte crucial nessa vergonhosa página da democracia brasileira. Agora, tenta caminhar em zigue-zague para fugir dos justos ataques que sofrem pelos serviços prestados ao fascismo nativo.

O caso de Dora é emblemático, ela sapecou em seu twitter a seguinte fala: “acabei de falar com Michel Temer. Para além da nota reagindo à acusação de golpista, “promete falar a verdade se Lula insistir nos ataques.”

Pronto. Temer arrumou uma cuidadora na mídia, o caso dele está resolvido. Dora provou que, quando não se tem medo do ridículo, as coisas de fato sa4em do controle.

Na verdade, Lula atirou no que viu e acertou no que viu.

A mídia brasileira imita os golpistas militares de 1964, que chamam até hoje o golpe civil-militar de revolução ou contragolpe.

Isso muda a história? Claro que não. Piora e muito. O cinismo nunca foi bom conselheiro em qualquer fato.

Temer foi um canalha. Uma pessoa baixa, peçonhenta e, misturada com Aécio Neves e Cunha, formou a tríade vigarista que armou e deu o golpe na primeira mulher presidenta do Brasil.

Tudo com apoio luxuoso da grande mídia que, no seu circo de horrores, contra a presidenta, lambuzou-se da misoginia.

Então, é desnecessário dizer que foi golpe, até porque foi muito golpe. Foi saudade da ditadura. Foram fartos e múltiplos ataques a uma mulher honrada que estava sendo derrubada pelo esgoto da política e escória desse país, formando um lixo tóxico que fez brotar o fascismo nativo e, junto, o genocida Bolsonaro, que operou para dizimar o povo Yanomami.

Bolsonaro não caiu de paraquedas na cadeira da presidência, ele é a face mais bárbara do golpe em Dilma, tanto que, no dia da votação do impeachment, ao lado do seu filho marginal 03, homenageou o torturador Brilhante Ustra diante do silêncio obsequioso da grande mídia

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Bolsonarismo

VÍDEO: Golpista diz que major o ajudou a fugir da prisão e que vai organizar novos atos

Walter Parreira, comerciante de Santos, no litoral paulista, e representante do grupo Trincheiras Patrióticas, diz que os militares precisam repetir 1964.

O comerciante bolsonarista de Santos, litoral paulista, Walter Parreira, de 62 anos, representante de um grupo de extrema direita intitulado Trincheiras Patrióticas, divulgou um vídeo para conclamar novos atos terroristas.

Ele comandou um grupo de golpistas que foi a Brasília de ônibus para participar das ações de vandalismo contra os três poderes da República. Além disso, afirmou que foi ajudado por um major a fugir da prisão para que pudesse retornar a Santos.

No vídeo, conta que ele e seu grupo dormiram no acampamento em frente ao Quartel-General (QG) do Exército, após participarem dos atos terroristas.

“Na segunda-feira, 6 horas da manhã, fomos acordados cercados por militares do Exército brasileiro. Eles nos cercaram e ato contínuo apareceu uma viatura da Polícia Militar do Distrito Federal. Em menos de 5 minutos, o local foi tomado pela Polícia Militar, cavalaria, Bope, esquadrão antibomba, tudo que tinham direito colocaram lá para nos oprimir. E nos fizeram seguir para as ruas até um local onde tinham ônibus nos aguardando”, afirmou Parreira.

Na sequência, ele fez uma comparação revoltante. “Essa passagem me faz lembrar os judeus sendo levados naqueles vagões de gado para Treblinka, Sobibor, Dachau e os demais campos de concentração nazistas. A cena foi a mesma”.

Depois, disse: “Felizmente, fomos orientados por um major, não vou falar o nome, mas ele sabe que nos ajudou, a seguir por um caminho alternativo, nos libertou e, consequentemente, consegui trazer esse pessoal para Santos”.

Parreira foi organizador de mais de 30 manifestações em favor de Jair Bolsonaro na Baixada Santista. Uma delas, foi uma carreata pedindo a volta do funcionamento do comércio na região, durante as restrições impostas pelas autoridades sanitárias, no auge da pandemia da Covid-19.

Ainda no vídeo, o comerciante se dirigiu aos interlocutores como “meus irmãos de armas e almas”. Ele, ironicamente, ainda disse que foi a Brasília para um evento religioso. “Aqui quem vos fala é Parreira, do grupo Trincheira Patriótica de Santos. Estamos retornando do nosso congresso de Seicho No-Ie, em Brasília, graças a Deus, sãos e salvos”.

Em seguida, adotou um discurso totalmente fora da realidade: “Queria alertar vocês que lá estive acompanhando essa manifestação patriótica, onde o povo brasileiro invadiu o Congresso, o Senado, STF. A ocupação foi ordeira. Fomos surpreendidos com o quebra-quebra, que foi provocado de dentro para fora. Já tinham infiltrados lá dentro e mais os infiltrados de fora é que provocaram esse vandalismo”.

Ao final, fez um apelo aos “senhores militares de todas as patentes do Exército, Marinha, Aeronáutica, Polícia Militar e Bombeiro Militar. Chegou a hora de nós tomarmos uma atitude. Não podemos permitir que o nosso Brasil caia nas mãos da esquerda. Estamos vendo a passos largos ela dominar todos os meios. Não podemos deixar que isso aconteça. Como em 64, nós temos obrigação moral de salvar a nossa pátria, salvar o nosso povo, salvar a nossa bandeira. O momento é esse e espero contar com vocês. Eu estarei na trincheira patriótica sempre, defendendo o meu país, o meu povo e a minha bandeira”, finalizou.

Comerciante revela o valor da “excursão” de ônibus a Brasília

Antes da viagem do grupo a Brasília, Parreira havia divulgado outro vídeo para dizer que um ônibus com bolsonaristas tinha saído de Santos em direção à capital federal.

O homem informou, ainda, que o aluguel do veículo teria custado R$ 17 mil e que teria sido financiado pela Poney Turismo, empresa de fretamento de ônibus da região.

A Poney se pronunciou, negou ter financiado o ônibus para os atos terroristas e disse que as despesas foram pagas pelo contratante. A empresa de ônibus divulgou uma nota sobre o caso.

“A Poney Turismo vem por meio desta informar que repudia todo e qualquer ato de violência, de invasão e depredação de órgãos públicos ou privados.

Informa que jamais compactuou e/ou financiou qualquer ato de agressão à Democracia e ao Estado Democrático de direito.

A Poney Turismo afirma ainda o uso indevido de seu nome por terceiros, sendo que já estamos verificando as providências legais e jurídicas a serem tomadas, jamais tendo autorizado a qualquer terceiro se manifestar, de qualquer forma, em seu nome”.

Reafirma a Poney Turismo o respeito integral ao Estado Democrático de Direito e aos órgãos do Poder Judiciário, Legislativo e Executivo de nossa Nação.

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PP e Republicanos rejeitam investida golpista e abandonam Bolsonaro e Valdemar

Com a decisão do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre de Moraes, sobre o bloqueio de fundos dos partidos após a investida golpista patrocinada pelo presidente do PL, o ex-deputado Valdemar Costa Neto (PL), os partidos Progressistas e Republicanos estão organizando um recurso para enviar ao TSE.

Segundo o DCM, as duas legendas integravam a coligação do presidente Jair Bolsonaro (PL) em sua derrotada campanha à reeleição contra o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A decisão do presidente do TSE prevê multa de R$ 22,9 milhões a todos partidos da coligação que apoiou o presidente, por litigância de má-fé. As siglas apoiaram fielmente a candidatura do presidente derrotado.

Por entender que, na iniciativa encampada pelo PL, houve “finalidade de tumultuar o próprio regime democrático brasileiro”, Valdemar será alvo de investigações no Supremo Tribunal Federal (STF), no inquérito das milícias digitais, e no TSE.

O PP e o Republicanos informaram não ter nenhum envolvimento com os movimentos de contestação das urnas e afirmaram reconhecer o resultado da eleição de segundo turno, portanto, “aceitando” a vitória de Lula. Com isso, os partidos deixaram Valdemar e a legenda do presidente isolados na ação golpista patrocinada por Bolsonaro.

Ainda assim, mesmo em uma tentativa de se distanciar da investida golpista de Valdemar, dirigentes da coligação também criticaram a decisão de Moraes. Segundo eles, a multa imposta poderá inflamar bolsonaristas e dar motivo para novas ações contra o resultado da eleição presidencial.

Segundo a Folha de S.Paulo, os partidos ainda estão discutindo como deverão recorrer à determinação do ministro. Uma das possibilidades é levar uma representação ao TSE para que a coligação não seja considerada de maneira única na ação apresentada pelo PL.

Na manhã desta quinta-feira (24), o pastor Marcos Pereira, presidente do Republicanos, informou que irá recorrer ao TSE para que os recursos de seu partido não sejam bloqueados. “Fizeram isso sem ouvir os outros partidos”, relatou.

Nesta quarta-feira (23), o presidente do PL expôs as fragilidades na argumentação para solicitar a anulação de votos da eleição apenas no segundo turno, quando Bolsonaro perdeu para Lula na disputa presidencial, porém, não no primeiro turno, quando seu partido elegeu a maior bancada de deputados federais na Câmara.

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Alto escalão bolsonarista se esforça para manter discurso golpista

Aliados do presidente Jair Bolsonaro (PL), derrotado há três semanas por Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na disputa presidencial, têm dado declarações de apoio às manifestações antidemocráticas que ocorrem desde o resultado do segundo turno e seguem levantando, sem provas, dúvidas sobre a lisura das eleições.

Diferentemente do presidente, em silêncio há dias, integrantes do alto escalão bolsonarista —como o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, o ministro do TCU (Tribunal de Contas da União) Augusto Nardes e o general Braga Netto, que foi candidato a vice na chapa de Bolsonaro— vêm empregando esforços publicamente para manter o discurso golpista.

Invalidar votos. Em vídeo divulgado nas redes sociais no fim de semana, Costa Neto afirmou que o PL vai buscar o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para tentar invalidar votos registrados em urnas produzidas até 2020. “Pelo estudo que nós fizemos, tem várias urnas que não podem ser consideradas”, disse ele no sábado (19).

Costa Neto garantiu que o PL vai apresentar essa análise à Corte eleitoral até amanhã (22). O dirigente negou, no entanto, que a sigla queira rever o pleito. “Não queremos nova eleição, não queremos agitar a vida do país, mas eles [TSE] têm que decidir o que vão fazer”, alegou.

Até o momento, foi divulgada apenas uma versão preliminar desse relatório. Após o texto vir à tona, o IVL (Instituto Voto Legal), contratado pelo PL para examinar o assunto, informou que a versão publicada até o momento, pelo site O Antagonista, é “obsoleta” e não foi validada pelos autores.

Com base nesse texto, especialistas em tecnologia da informação consultados pelo UOL Notícias afirmam que a queixa do partido não é relevante para determinar o resultado das eleições (leia mais abaixo).

Segundo apuração de Thaís Oyama, colunista do UOL Notícias, Bolsonaro continua inconformado com a derrota nas urnas e telefona praticamente todos os dias para Valdemar pressionando-o para que tome uma medida judicial contestando o resultado da eleição presidencial.

Não há qualquer indício de fraude ou problema técnico no pleito, conforme já atestaram o TCU e as próprias Forças Armadas. Três missões internacionais de observação eleitoral também emitiram relatórios preliminares atestando a segurança das urnas eletrônicas, logo depois do primeiro turno.

Braga Netto enigmático. Na sexta-feira (18), o ex-ministro da Defesa atendeu apoiadores de Bolsonaro no Palácio da Alvorada, em Brasília, e disse que o “presidente está bem, está recebendo gente, não tem problema nenhum”. Em seguida, declarou ao grupo: “vocês não percam a fé, tá bom? É só o que eu posso falar para vocês agora”.

*Com Uol

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Bolsonarismo

Vídeo: Acampamento de bolsonaristas em Brasília é tomado pela água após forte chuva

Barracas ficaram totalmente alagadas e bolsonaristas que clamam por uma intervenção militar estão com a água nas canelas.

Mais uma vez um temporal que atingiu Brasília na tarde desta terça-feira (15) transformou o acampamento golpista em frente ao Quartel General (QG) do Exército em uma verdadeira represa.

Apoiadores de Jair Bolsonaro (PL) que não aceitam o resultado das eleições e que clamam por uma intervenção militar estão há dias no local, com barracas e lonas, e nesta terça-feira se uniram a outros “manifestantes” que aproveitaram o feriado da Proclamação da República para fazer um ato em prol de um golpe.

Ao final da tarde, entretanto, os bolsonaristas foram surpreendidos por uma forte chuva, que alagou totalmente o espaço onde ficam suas barracas. Vídeo que circula nas redes sociais mostra apoiadores de Bolsonaro andando pelo local com a água batendo em suas canelas.

Assista

https://twitter.com/eixopolitico/status/1592643301240635392?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1592643301240635392%7Ctwgr%5Ec025b95df6e22b2699947f77dd8ceb15b7f75a55%7Ctwcon%5Es1_c10&ref_url=https%3A%2F%2Fwww.apostagem.com.br%2Fwp-admin%2Fpost.php%3Fpost%3D89269action%3Dedit

*Com Forum

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Aliados temem que 7 de Setembro golpista reforce rejeição de Bolsonaro

Avaliação é que campanha pode não ter tempo de reagir a ataques às instituições no feriado.

Segundo a Folha, a possibilidade de o presidente Jair Bolsonaro (PL) transformar as festividades do 7 de Setembro em novos atos golpistas é vista com preocupação por aliados, que temem que novos ataques às urnas eletrônicas consolidem a rejeição ao mandatário e desencadeiem uma nova reação de setores econômicos.

E provavelmente, é isso que vai acontecer. (opinião)

A apreensão se ampliou após Bolsonaro anunciar que irá ao Rio de Janeiro no feriado da Independência e que o desfile militar, que ocorre tradicionalmente pela manhã na avenida Presidente Vargas, neste ano poderia ser à tarde na avenida Atlântica, na orla de Copacabana —local em que geralmente ocorrem manifestações favoráveis ao presidente.

“Sei que vocês [paulistas] queriam [que o ato fosse] aqui [em SP]. Queremos inovar no Rio. Pela primeira vez, as nossa Forças Armadas e a as forças auxiliares estarão desfilando na praia de Copacabana”, anunciou Bolsonaro, durante a convenção que lançou o ex-ministro Tarcísio de Freitas (Republicanos) candidato ao governo de São Paulo.

Mas, em edital publicado no Diário Oficial do Município de quinta-feira (4), a Prefeitura do Rio contrariou os planos do presidente e manteve o desfile na região central.

No sábado (6), Bolsonaro reafirmou que participaria do ato em Copacabana no 7 de Setembro, mas, dessa vez, não citou a participação das Forças Armadas.

“Estarei 10h em Brasília, num grande desfile militar, e às 16h em Copacabana, no Rio de Janeiro. Mas estarei ligado aqui. Terei uma satisfação muito grande caso tenha oportunidade de falar num telão com vocês que participarão desse movimento”, afirmou a apoiadores em discurso após participar de motociata no Recife.

A avaliação entre aliados do mandatário é que usar o Bicentenário da Independência para tentar repetir os ataques contra ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) e para espalhar teorias da conspiração sobre o sistema eletrônico de votação pode ser um novo tiro no pé.

Eles citam como exemplo a reunião realizada com embaixadores no Palácio da Alvorada, em 18 de julho, que inaugurou uma sucessão de notícias ruins para o Planalto: manifestações contrárias da cúpula do Judiciário, de servidores de diversos órgãos do governo e até mesmo de governos estrangeiros.

Além do mais, foi em resposta ao que Bolsonaro disse aos embaixadores, afirmam aliados do presidente, que importante parcela do empresariado e da sociedade civil aderiu à carta em defesa do Estado de Direito, organizada pela Faculdade de Direito da USP e que já tem mais de 760 mil assinaturas.

Entre os signatários estão os banqueiros Roberto Setubal e Pedro Moreira Salles, copresidentes do conselho de administração do Itaú Unibanco, e Candido Bracher, ex-presidente da instituição financeira e hoje também integrante de seu conselho.

O grupo também organizou um ato no próximo dia 11 para lançar o manifesto na USP.

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Opinião

Cúpula militar avisa que usa luva de látex e não se contamina por um insano golpista expulso do exército

O primeiro sinal de que Bolsonaro está envolvido numa barafunda de malfeitos, é ele ameaçar dar golpe, isso quando não foge para o hospital Albert Einstein, dizendo que está entupido por conta daquela cômica farsa da facada.

E foi exatamente isso que fez agora, quando a PF escancarou que ele e Milton Ribeiro, aos olhos da realidade, são vistos como uma só pessoa.

Ou seja, a corrupção no MEC é um produto que tinha um comando que operava a quatro mãos diante desse escândalo que tomou o país de assalto, mas não de surpresa e, por isso Bolsonaro sacou a esfarrapada carta da manga de que, se o apertarem muito, ele pode dar um golpe.

Estamos falando de um sujeito que não tem aonde estar mais afundado numa posição rastejando para o Centrão que, na verdade, é quem manda nessa joça que está levando o país à insolvência com orçamento secreto e uma gama de inconfessáveis práticas nada republicanas.

Quando a cúpula das Forças Armadas diz que não compactua com as ameaças de golpe, ela, simplesmente tira o chão do cínico, que foi expulso do exército há 34 anos por picaretagem e ameaça de terrorismo, deixando claro que Bolsonaro vive de fraudes e embustes.

Não é sem motivos que o Datafolha revelou que a imensa maioria do povo brasileiro não acredita numa vírgula dita pelo delinquente.

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Política

Aventura golpista?

Tem gente que acha que Bolsonaro, por ser o patrãozão das boquinhas militares, pode tentar partir para uma aventura golpista pra não perder a eleição e pagar pelos seus inúmeros crimes.

Não é só meu esse pensamento.

Bolsonaro é um sujeito defenestrado no planeta. Nem líderes de extrema direita querem sair na foto ao lado dessa íngua.

Bolsonaro não é extrema direita nenhuma, é um bandido comum, envolvido com milícia e escândalo de peculato e formação de quadrilha, assim como os filhos.

O sujeito foi chutado das Forças Armadas por ser bandido, por ser exemplo expresso em manifesto do comando militar de desonra para as Forças Armadas há 34 anos.

Não há boquinha que cubra isso, o preço que os militares pagariam seria suicida, além da burguesia vendo a possibilidade do Brasil ser isolado do resto do planeta, nem sonham com um troço desses.

Quem está desesperado é Bolsonaro, não eu. Não foi meu nome que uma multidão gritou ontem na Sapucaí, foi Fora Bolsonaro!

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Eliane Cantanhêde, a golpista, reclama do preço da gasolina e é escrachada nas redes

A jornalista Eliane Cantanhêde, do jornal O Estado de S.Paulo e da GloboNews, esquecendo de seu passado pra lá de golpista, reclamou do preço da gasolina no Twitter e, como não poderia ser diferente, foi detonada pelos leitores.

disse ela: “No meu bairro, gasolina comum disparou para R$ 5,15 o litro. Por favor, alguém diz que li errado!”.

Justo ela que participou ativamente do golpe contra Dilma e, consequentemente da eleição de Bolsonaro, agora, vem reclamar do preço da gasolina que, aliás, embora absurdamente cara, não é nada perto do caos sanitário que está acontecendo no Brasil pelo negacionismo, descaso e crueldade do genocida que ela ajudou a eleger.

Confira:

https://twitter.com/loka_costa/status/1355233820677730305?s=20

https://twitter.com/olhar_geografic/status/1355234193547132933?s=20

*Da redação

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O médico e o monstro; quem é quem?

Não há inocentes ou éticos num governo como o de Bolsonaro, envolvido com a alta bandidagem carioca. Mandetta não seria, como não é, uma exceção.

Mandetta é médico e político, mais político do que médico e, por isso se mantém num governo de assassinos explícitos ou já teria saído do ninho dos ratos.

Dito isso, fica claro quem Mandetta quis atingir com sua frase em que acusa o presidente de fazer declarações opostas às do ministro da Saúde.

Mandetta deu uma sapatada no próprio monstro que governa o pardieiro em que se transformou o país nas mãos da milícia.

Lógico que Mandetta, como ministro da Saúde e médico, além de político, representa os profissionais da saúde, os mesmos que estão sendo as principais vítimas do instinto assassino de Bolsonaro, pois estão na linha de frente do combate à pandemia do coronavírus. Lógico, a população reconhece isso, assim como também o papel nefasto que Bolsonaro e filhos vêm fazendo.

Mandetta, como político que é, foi ao fantástico, um programa político da Globo, fazer política contra o clã.

É bom lembrar que nem Mandetta e muito menos a Globo se manifestaram contra Bolsonaro quando o imbecil atacou os médicos cubanos do programa Mais Médicos criado no governo Dilma, acabando com o programa. Ao contrário, ambos comemoraram. Sem falar que os três eram a favor da privatização da saúde e, consequentemente do SUS.

É bom lembrar também que Bolsonaro, Globo e Mandetta apoiaram o corte de investimentos feito pela PEC do fim do mundo no governo do vampiro corrupto e golpista Michel Temer.

Os três, Bolsonaro, Globo e Mandetta trabalharam como monstros juntos e misturados, porque milhões de brasileiros pobres ficaram sem assistência médica nenhuma, como estão agora sem qualquer proteção, expostos à pandemia de coronavírus.

Aliás, os três também estiveram irmanados no golpe contra Dilma, assim como na condenação e prisão política de Lula, pelo juiz corrupto e ladrão Sergio Moro, que é parte desse governo e que conta com o apoio de Mandetta e da Globo.

Trocando em miúdos, no atual quadro de calamidade, não se sabe quem entre Bolsonaro, Mandetta e Globo, é pelos médicos e todos os profissionais da saúde, pelo povo, ou pelo monstro.

Xico Sá, em seu twitter, fez ótimas observações sobre este assunto:

 

*Carlos Henrique Machado Freitas