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Encontro de Lula com Trump é uma calça arriada no clã Bolsonaro

As reações de Flavio e Eduardo Bolsonaro com o encontro de Lula e Trump nos EUA, não mentem, sentiram.

Lula, numa só tacada, anula o sonhado peso político do clã na Casa Branca.

Eduardo, que vinha cantando e contando prosas sobre sua reaproximação com aquelas figuras desconhecidas do entorno de Trump, como se tivesse uma grande importância, caiu no folclore outra vez.

Lula utilizará esse encontro para estabelecer um patamar de intercâmbio dos dois países, com interesses mútuos, o que não tem nada a ver com sabukice da família Bolsonaro.

Trump e Lula, com certeza, buscarão uma harmonização de interesses de lá e de cá e não oferecer o Brasil para ser instrumentalizado como anunciou Flavio Bolsonaro, praticamente oferecendo o Brasil para ser puxadinho dos interesses norte-americanos. Isso é tradição na família Bolsonaro.

Quem se esquece daquela cena em que Bolsonaro, isolado, no encontro de chefes de Estados quando o idiota oferece a Al Gore a exploração da Amazônia pelos EUA.

Tal bossalidade, de tão grande, causou perplexidade no figurão norte-americano.

Lula estará com Trump focado na soberania nacional se alinhamentos excessivos com aquele país e muito menos atender apenas aos interesses dos EUA, como sempre fez o clã Bolsonaro.

Como não sobrou nada, sobretudo porque foram pegos de surpresa, Eduardo, paspalhão, não poderia deixar de fazer comentários patéticos sem sequer saber o contexto da visita de Lula a Trump.

Uma coisa é certa, a reação dos milicianos do clã com essa viagem de Lula foi a de quem tomou uma bola nas costas e tenta achar Lula sem saber em que parte do campo o presidente da República está  jogando.

Ou seja, Eduardo dá uma de Zema, que só abre a boca para dizer besteiras e cair ainda mais nas pesquisas.

O fato é que o clã está perdido em campo alheio.


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Mãe de Thiago Ávila morre enquanto ativista segue preso em Israel

A mãe do ativista brasiliense Thiago Ávila, Teresa Regina de Ávila e Silva, morreu nesta terça-feira (5/5). A informação foi divulgada pelo Sindicato dos Policiais Civis do Distrito Federal, onde sua filha, Luana de Ávila, atua como vice-presidente da entidade.

Em nota, o sindicato lamentou a morte e destacou que Teresa Regina enfrentava problemas de saúde nos últimos meses. Segundo o comunicado, ela manteve uma postura de serenidade durante o período. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre velório e sepultamento.

A morte ocorre enquanto Thiago Ávila permanece detido em Israel. O ativista foi interceptado em águas internacionais nas proximidades da Grécia, na última semana, ao participar de uma missão da flotilha Global Sumud, que tinha como destino a Faixa de Gaza.

De acordo com a organização Adalah, o brasiliense relatou ter sido mantido em isolamento e com os olhos vendados após a detenção. Segundo os advogados, ele também afirmou ter sofrido agressões durante a abordagem.

Brasileiro detido a caminho de Gaza será interrogado em IsraelThiago Ávila sendo preso em Israel. Foto: Divulgação

O caso gerou repercussão no Brasil. O presidente Lula criticou a prisão e classificou a medida como “injustificável”. Em publicação nas redes sociais, o presidente afirmou que a situação deve ser “condenada por todos”.

“Manter a prisão do cidadão brasileiro Thiago Ávila, integrante da flotilha Global Sumud, é uma ação injustificável do governo de Israel, e causa grande preocupação e deve ser condenada por todos“, escreveu.

O ativista integrava uma iniciativa internacional voltada ao envio de ajuda humanitária à população palestina. A ação buscava romper o bloqueio à Faixa de Gaza, o que motivou a interceptação por forças israelenses.

As autoridades de Israel acusam o brasileiro de envolvimento com organização considerada hostil, enquanto a defesa sustenta que a missão tinha caráter civil e humanitário. DCM,


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PF e Itamaraty são acionados após suposta ameaça de Israel contra esposa e filha de Thiago Ávila, preso em Israel

Relato sobre uso de fotos da rotina familiar durante interrogatório de Thiago Ávila, sequestrado e preso por Israel, mobiliza autoridades brasileiras

eputados federais acionaram a Polícia Federal (PF), o Itamaraty, o Ministério Público Federal (MPF) e o Ministério dos Direitos Humanos após denúncia de que a esposa e a filha do ativista brasileiro Thiago Ávila, sequestrado em águas internacionais e preso em Israel, estariam sendo alvo de monitoramento e ameaças. A ação é liderada por João Daniel (PT-SE) e também assinada por parlamentares como Luizianne Lins (Rede-CE) e Luiz Couto (PT-PB).

Ávila foi detido na última semana por forças israelenses após a interceptação, em águas internacionais próximas à Grécia, da flotilha internacional que buscava romper o cerco e levar ajuda humanitária à Faixa de Gaza. Desde então, permanece preso em Israel, sem acusações formais plenamente esclarecidas, em meio a denúncias tortura e isolamento.

Suposto monitoramento e ameaças à família de Thiago Ávila
O novo elemento que fez o caso escalar no Brasil foi o relato de sua esposa, a psicóloga Lara Souza, divulgado pela Fórum e citado nos próprios ofícios enviados às autoridades. Segundo ela, investigadores israelenses exibiram imagens da rotina da família durante interrogatório de Thiago Ávila.

“Recebi agora há pouco notícias da embaixada. Thiago pediu que eu tome cuidado porque os investigadores israelenses mostraram fotos da nossa família no cotidiano e ele se sentiu ameaçado”, afirmou.

A partir dessa declaração, os parlamentares apontam a possibilidade de uso da família como instrumento de pressão psicológica contra o ativista. Nos documentos encaminhados ao Itamaraty, o episódio é descrito como de “extrema gravidade” e pode indicar “pressão psicológica, intimidação ou ameaça indireta”

O texto também ressalta que a situação envolve uma criança de apenas 2 anos, Teresa, filha do casal, o que amplia a preocupação com a integridade da família. Em outro trecho, os deputados afirmam que o Estado brasileiro não pode permanecer inerte diante da possibilidade de que familiares de um cidadão preso estejam sendo utilizados como forma de coação.

PF acionada para investigar possível monitoramento
Além da atuação diplomática, a Polícia Federal (PF) foi acionada para investigar se houve monitoramento da família em território brasileiro. A notícia de fato encaminhada ao órgão pede apuração sobre eventual coleta de imagens, vigilância da rotina familiar e possível atuação de agentes ou intermediários ligados a interesses estrangeiros. O documento menciona a necessidade de esclarecer se houve “monitoramento, coleta, armazenamento ou transmissão indevida de imagens e dados pessoais”

O Ministério Público Federal (MPF) também foi acionado para acompanhar o caso e garantir a atuação coordenada entre os órgãos federais, diante da possibilidade de uma ameaça com dimensão transnacional.

No plano diplomático, o Itamaraty foi instado a pedir explicações formais ao governo de Israel, incluindo a origem das imagens exibidas durante o interrogatório, a eventual existência de dossiês sobre a família e garantias de que não haverá qualquer forma de retaliação. Os parlamentares pedem ainda que o governo brasileiro exija que familiares, especialmente a criança, não sejam utilizados como instrumento de pressão.

Denúncias de violência e condições de prisão de Thiago Ávila
Segundo Lara Souza, Ávila segue em greve de fome e em condições degradantes de detenção. “Estou bastante preocupada com a situação dele. A incerteza sobre o tempo de prisão é muito grande”, afirmou.

Ela também criticou a ausência de acusações formais e o prolongamento dos interrogatórios. “O fato de não terem apresentado queixas formais e estarem mantendo ele para interrogatórios sem apresentarem nenhuma prova das acusações feitas é muito grave.”

Relatos obtidos por advogados e divulgados pela Fórum indicam que o ativista foi submetido a violência física durante a abordagem das forças israelenses e, posteriormente, mantido em isolamento, frequentemente vendado. A ONG israelense Adalah denunciou “maus-tratos”, incluindo interrogatórios prolongados, privação sensorial, ameaças e tortura.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, Lara também afirmou que o marido sofreu espancamentos e ameaças durante a detenção. “Ele sofreu espancamentos, ameaças, violência psicológica, como ameaçar que o jogariam do barco ou ameaçar a nossa família aqui no Brasil.”

Crise diplomática e pressão internacional
A interceptação da flotilha já havia provocado reação internacional. Em nota conjunta, Brasil e Espanha classificaram a ação de Israel como “flagrantemente ilegal” e uma afronta ao Direito Internacional, exigindo a liberação dos cidadãos detidos, segundo a Forum.

Por decisão da Justiça israelense, a detenção de Thiago Ávila e do ativista Saif Abu Keshek foi prorrogada por mais dois dias após audiência realizada no domingo (3). Segundo a ONG Adalah, que acompanha o caso, ainda não há definição sobre os próximos passos, e as autoridades podem solicitar nova extensão do prazo. A expectativa é de que uma nova audiência ocorra nos próximos dias, enquanto os dois seguem em greve de fome e aguardam eventual apresentação formal de acusações.


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Justiça de Israel prorroga prisão de Thiago Ávila, capturado na flotilha rumo a Gaza

Um tribunal de Israel decidiu, neste domingo (3), prorrogar por dois dias a prisão preventiva de dois ativistas detidos durante uma operação contra uma flotilha com destino à Faixa de Gaza. Entre os detidos estão o brasileiro Thiago Ávila e o palestino-espanhol Saif Abu Keshek, que participaram da missão marítima. As informações são da Folha de S. Paulo.

A embarcação fazia parte de um grupo com mais de 50 barcos que saíram da França, Espanha e Itália com o objetivo de levar suprimentos ao território palestino. Segundo relatos, as forças israelenses interceptaram a flotilha em águas internacionais, na costa da Grécia, na madrugada de quinta-feira (30).

De acordo com a organização de direitos humanos Adalah, que acompanha o caso, “o tribunal prorrogou sua detenção por dois dias”. A entidade informou que as autoridades israelenses haviam solicitado a extensão da prisão por quatro dias.

O governo de Israel acusa os ativistas de manter ligação com a Conferência Popular para os Palestinos no Exterior (PCPA), organização sancionada pelos Estados Unidos. Segundo o Ministério das Relações Exteriores israelense, Abu Keshek é um membro da entidade, enquanto Ávila é “suspeito de atividades ilegais”.

Em nota conjunta, o Itamaraty e o governo da Espanha contestaram a detenção e classificaram a ação como ilegal. “Esta ação flagrantemente ilegal das autoridades de Israel, fora de sua jurisdição, é uma afronta ao direito internacional, acionável em cortes internacionais, e configura delito em nossas respectivas jurisdições”, afirmaram.

Os organizadores da flotilha alegam que a interceptação ocorreu a mais de mil quilômetros de Gaza e classificaram a operação como uma “armadilha mortal calculada no mar”. Ao todo, cerca de 175 ativistas foram detidos, sendo quatro brasileiros, segundo informações divulgadas pelas autoridades israelenses. DCM.

https://www.youtube.com/shorts/Mm15rKjDpOA?feature=share


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Partido de Trump envia missão para tratar de terras raras no Brasil

Assessores republicanos viajarão ao país com a questão do acesso aos minérios críticos como pauta central

O lobby do partido de Donald Trump pelas terras raras no Brasil avança. O ICL Notícias apurou que, na próxima semana, uma delegação de assessores parlamentares dos EUA desembarca em Brasília e em outras cidades do país. Na pauta: o acesso aos minerais críticos brasileiros.

A delegação conta com técnicos e assessores que operam para coletar informações e levar às reuniões com interlocutores brasileiros os interesses do partido republicano.

Farão parte da missão assessores sêniores da Comissão de Relações Exteriores do Senado dos Estados Unidos.

Na terça-feira, 5 de maio, o encontro em Brasília com parlamentares terá minerais raros como foco principal. Na quarta-feira, 6 de maio, será a vez dos assessores ligados ao Partido Democrata, com foco no combate a facções criminosas.

A reportagem apurou que senadores e deputados brasileiros foram consultados sobre a possibilidade de receber a delegação. Um deles deve ser o senador Nelsinho Trad.

O interesse não ocorre por acaso. O governo Trump colocou o acesso aos minerais críticos como uma prioridade, principalmente diante do avanço da China. Nas últimas semanas, a Casa Branca tem assinado acordos com diversos países, entre eles a Bolívia.

O tema é ainda fruto de intenso debate dentro do governo Lula. O presidente brasileiro chegou a criticar publicamente a administração Trump pela cobiça pelos recursos naturais e alertou, em diversos, que existe um movimento similar ao “colonialismo”.

Um levamento do governo americano, porém, revela a dimensão da importância do Brasil. Hoje, o país detém 23% das reservas conhecidas de minérios raros. Mas menos de 0,1% da produção mundial.

A China, com metade das reservas do mundo, produz hoje 69% de todas as commodities desse setor.

Os EUA produzem 12% do mercado global atual. Mas contam com apenas 2,1% das reservas do planeta.

Por essa conta, portanto, o controle das reservas brasileiras é considerado como estratégico.

A missão dos EUA ainda ocorre poucas semanas depois de uma mineradora dos EUA ter comprado a única operação de exploração de minerais críticos no Brasil.

A USA Rare Earth anunciou que irá adquirir a mineradora brasileira de terras raras Serra Verde, em Goiás, por US$ 2,8 bilhões em dinheiro e ações.

O governo de Donald Trump chegou a convidar o Brasil a fazer parte de uma aliança anti-China no setor de terras raras, mas Brasília declinou. O acordo previa que os participantes teriam de fornecer, de forma preferencial, os minérios ao mercado dos EUA.

Com o acordo, a mineradora Serra Verde indicou ainda que firmou um acordo de 15 anos para fornecer 100% de sua produção durante a fase inicial da mina para uma Sociedade de Propósito Específico capitalizada pelo governo dos EUA e por fontes privadas.

Em janeiro, a empresa que adquiriu a mineradora brasileira recebeu uma injeção de US$ 1,6 bilhão do governo Trump, que passou a controlar 10% da companhia. Naquele momento, o Secretário de Comércio, Howard Lutnick, afirmou que o investimento “garante que nossas cadeias de suprimentos sejam resilientes e não dependam mais de países estrangeiros.”

Serra Verde, segundo fontes do mercado, sempre contou com investidores estrangeiros. Em 2010, foi o Fundo de Private Equity Denham Capital quem comprou o projeto. Anos depois, foi o fundo britânico Vision Blue que desembarcou.

Para aportar capital, os europeus solicitaram um contrato para assegurar o fluxo de caixa. A saída veio da China, com exclusividade de compra do fluxo até 2028. Já em 2025, a mineradora recebeu um apoio adicional do Departamento da Guerra dos EUA, de US$ 565 milhões, para aumentar a escala de produção.

*Jamil Chade/Uol


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Brasil exige soltura do ativista Thiago Avila, preso por Israel

Ativista fazia parte da flotilha que tentava chegar até Gaza com ajuda humanitária

O governo Lula exige que Israel solte o brasileiro Thiago Avila. O ativista fazia parte da flotilha que tentava chegar até Gaza, com ajuda humanitária e em barcos que estavam cruzando o mar Mediterrâneo.

“Os governos do Brasil e da Espanha condenam, nos termos mais enérgicos, o sequestro de dois de seus cidadãos em águas internacionais por parte do Governo de Israel”, afirmou uma nota conjunta dos dois países.

“Ambos encontravam-se em embarcações da flotilha Samud, abordadas por forças israelenses na altura da Grécia, e não foram liberados quando da interceptação dessas naves, e posterior desembarque dos passageiros e tripulantes na ilha de Creta”, afirmou.

“Esta ação flagrantemente ilegal das autoridades de Israel, fora de sua jurisdição, é uma afronta ao Direito Internacional, acionável em cortes internacionais, e configura delito em nossas respectivas jurisdições”, dizem as autoridades dos dois países.

“Os governos do Brasil e da Espanha exigem do governo de Israel o retorno imediato de seus cidadãos, com plenas garantias de segurança, e que se facilite o acesso consular imediato para sua assistência e proteção”, completa a nota.

De acordo com informações obtidas pelo ICL Notícias, 55 barcos navegavam em águas internacionais entre a Itália e a Grécia quando um ataque foi organizado contra a flotilha.

Lasers apontados para as pessoas e armas semiautomáticas foram usados e 21 pessoas foram sequestradas.

Pelo menos 34 pessoas sofreram ferimentos e foram transferidas para um hospital. Sem celulares, por conta do confisco por parte das autoridades, esses ativistas não conseguiram registrar os ferimentos.

Thiago, porém, não foi autorizado a desembarcar com o restante dos participantes e foi levado à força para Israel. Relatos apontam que qualquer um que tentasse evitar a operação eram alvo de violência.

*Jamil Chade/ICL

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O controle da opinião imposto pelas big techs no Brasil

As big techs se transformaram numa arma contra as sociedades parra atender interesses dos “donos da terra” e dos “donos do mundo”.

A mensagem que vem nesse jogo podre das gigantes americanas que controlam as redes sociais, é simples, ou está do nosso lado ou está contra nós. O jogo é simples e direto, sem qualqueer notificação ou resposta para determinada ação de censura das big techs.

O nome disso é guilhotina digital, ou seja, mão de ferro na boca e trava automática dos algoritmos se ele interpretar como violência gráfica ou escrita qualquer desenho ou texto que as big techs, ironicamnete julgam serem censuráveis, julgam importante serem guilhotinadas.

E um controle férreo. E se se referir a eles em um desenho com a mão na boca, as gigantes da tecnologia arrebentarão, na base do cipó, seu post até que vire passarinho que nem piar, pia.

É um tipo de violência sem corpo, zero violência, é só objeto quebrado com uma mordaça virtual para que tal fala não vire semente contra os donos da terra e os donos do planeta.

Há um manual de controle com dentes de chumbo e algoritmosal de seda no bolso. O nome disso é censura moderna ou degola contemporâneos, mas pode chamar de cadeado invisível, embalado numa bandeja de doces para virar uma decapitação soft pelos donos da praça virtual.

A isso, podemos também chamar de cordel do Vale do Silício. São as raposas de gravata que cercam as redes por código e chama isso de cloud.

Isso sifnifica que as big techs não proibem nada, só escondem numa estante da web.

Foi assim que o Antropofagista foi devorado quando furou o bolt. Ou seja, somos devorados de fora do Brasil, da Califórnia e congêneres, mas não só nós, a grande maioria, quase a totalidade dos blogs, textos e opiniões voltados à esquerda têm denunciado tal fato, de forma mais ou menos ácida, direta ou indiretamente para não ser perseguido pela mão oculta dos sistemas,

Manda o comando. Se eles controlam o FED, o BC, controlamos a rua, mas o boca a boca que fura o bolo, ou seja, o bool, exige desenho próprio como vimos na reação do povo à PEC da Bandidagem por ícones da música brasileira.

Aqui mesmo insistimos na busca por apoio para sobrevivermos a esse processador, mas a resistência que fura a bolha na tentativa de não travar a própria existência desse espaço, é uma ação que cobra um alto preço físico e intelectual.

As big techs trancam dados em galpões refrigerados, o que tentamos é rachar essa estrutura para não sonhar com um pomar, mas com alguns frutos que possam ser plantados na terra em que pisamos.


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Descabelando o palhaço: Mídia brasileira quer para o Brasil a mileirização e a falência da Argentina

Desde a chegada de Javier Milei ao poder, o fanfarrônico narcocapitalista detonou 22 mil empresas argentinas, outras 15 mil deram linha na pipa portenha, porque a Argentina, comandada por Milei, o “mito” do neoliberalismo cucaracho tranformou o país numa malária (nome dado à economia quebrada daquele país) e carne de burro virou prato de luxo num país cuja era de ouro era considerado o império dos filés bovinos.

Outros dados mostram por que a esmagadora maioria do povo argentino quer a cabeça de Milei. O desemprego não para de crescer e, mesmo em dupla jornada de trabalho, o argentino não vê sinal de refresco numa vida esmagada ou decapitada pela motossera do descabelado.

Quanto mais o argentino reza, mais assombração aparece.

Já no Brasil, a mídia implora por um efeito orloff para que a terrinha aqui reproduza a política de terra arrasada de Milei.

Na omilia dominical do Estadão, o pool de banqueiros que regem, no tranco, com mãos nada hábeis as marionetes do Banco Central privatizado por Bolsonaro, agora, de posse do jornalão escravocrata, para o bem da agiotagem nacional, exige que cá, como lá, o brasileiro sofra um arroxo neoliberal com suas mandíbulas de aço.

É desse sangue que espirra do povo triturado que os vampiros da multiplicação dos juros fazem a nata da papa fina multiplicar seus ganhos, fazendo inveja nos que comandam o suco gástrico dos abutres que engolem o povo argentino numa velocidade impressionante.


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O que EUA fizerem conosco, vamos fazer com eles, diz Lula sobre credencial de americano

Presidente diz esperar que estejam dispostos a voltar a conversar para coisas voltarem à normalidade

O presidente Lula (PT) elogiou o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, pelo bloqueio das credenciais de um agente de imigração americano após o governo de Donald Trump ordenar a retirada de um delegado brasileiro dos Estados Unidos.

“Parabéns pela sua posição com relação ao delegado americano, colocando a reciprocidade. Ou seja, o que eles fizeram conosco, a gente vai fazer com eles, esperando que eles estejam dispostos a voltar a conversar e as coisas voltarem à normalidade”, disse Lula nesta quarta-feira (22).

A fala foi feita durante encontro entre Lula, Andrei e o ministro da Justiça, Wellington Lima e Silva, no Palácio da Alvorada. Os três participavam da assinatura da contratação de mil novos policiais federais.

O governo Trump informou na manhã desta quarta que o policial, que trabalhava no setor de imigração dos EUA, teria atuado para manipular o sistema de imigração e “contornar tanto pedidos formais de extradição quanto prolongar caças às bruxas políticas em território” americano.

Mais cedo, Andrei afirmou em entrevista à Globonews que o bloqueio ao sistema de dados da PF contra o servidor americano vai durar até que seja esclarecido o motivo que levou os EUA a tomarem as atitudes contra o agente brasileiro.

Como mostrou a Folha, o policial em questão seria o delegado da PF Marcelo Ivo de Carvalho, que atua em Miami. Ele é adido da PF na cidade e teve participação no caso que levou à prisão do ex-delegado federal e ex-deputado Alexandre Ramagem, na semana passada pelo ICE, a agência de imigração dos EUA. Ramagem, que é considerado foragido no Brasil, foi solto dois dias depois, na quarta (15).

Durante passagem por Hannover (Alemanha) na terça (21), Lula já havia afirmado a jornalistas que, se fosse identificado abuso por parte das autoridades americanas com o policial, o Brasil tomaria medidas de reciprocidade contra os EUA.

“Queremos fazer as coisas da maneira mais correta possível, mas não podemos aceitar esse tipo de ingerência que alguns personagens querem ter em relação ao Brasil”, disse o presidente, antes de seguir para a última etapa de sua viagem à Europa, Portugal.

*ICL


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PF retira credencial de americano que estava no Brasil

Decisão foi apresentada pela PF como um “ato de reciprocidade” depois da expulsão de um delegado brasileiro nos EUA, no início da semana

Num ato de reciprocidade diante da expulsão de um delegado da Polícia Federal que estava nos EUA, o governo de Luiz Inácio Lula da Silva anunciou que está retirando a credencial de um servidor americano que está no Brasil e que atua no setor de imigração.

O gesto foi tomado pelo chefe da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, que explicou à reportagem a lógica que deu base para sua ação.

Segundo ele, o servidor americano ficará sem acesso a certas informações e aos sistemas informáticos. Ele também terá seu crachá retirado e não poderá ter acesso ao prédio da PF.

Andrei Rodrigues explicou que não expulsou o americano por conta de não ter, até agora, recebido uma comunicação oficial por parte dos EUA de que seu delegado também teria sido expulso. O que existe, segundo ele, é apenas uma declaração por redes sociais.

“Por esse motivo, o que eu posso fazer até aqui é uma suspensão do servidor americano, até que haja algo oficial”, explicou.

Para o chefe da PF, seu papel é o de tomar uma medida de “reciprocidade policial”. O restante terá de ser decidido pelo Itamaraty.

Itamaraty explica
Num comunicado, o Ministério das Relações Exteriores explicou a medida adotada pelo Brasil.

Diante da confirmação da informação de que oficial de ligação da Policia Federal brasileira junto ao Serviço de Imigração e Alfândega (ICE), em Miami, foi comunicado verbalmente pelo governo dos Estados Unidos sobre a interrupção imediata do exercício de suas funções oficiais em território norte-americano, representante da embaixada daquele pais foi convocada ao Ministério das Relações Exteriores no final da tarde de ontem (21).

O agente brasileiro atuava com base em memorando de entendimento firmado entre os dois governos sobre a facilitação do intercâmbio de oficiais de ligação na área de segurança.

A representante da embaixada norte-americana foi informada, também verbalmente, que o governo brasileiro aplicará o principio da reciprocidade diante da decisão sumária contra o agente da Polícia Federal, que não foi precedida de qualquer pedido de esclarecimento ou tentativa de diálogo sobre o caso, como prevê o parágrafo 7.3 do memorando de entendimento bilateral que regula essa modalidade de cooperação policial.

A medida tampouco observa a boa prática diplomática de diálogo entre nações amigas, como o Brasil e os Estados Unidos, ao longo de mais de 200 anos de relação. Os termos da aplicação da reciprocidade foram também transmitidos verbalmente à representante da embaixada, e envolvem a interrupção imediata do exercício de funções oficiais de representante norte-americano de area homologa em território brasileiro.

A crise, ainda assim, aprofunda o mal-estar entre os dois países. Mas o gesto era considerado como inevitável, já que deixar a atitude da Casa Branca sem resposta poderia sinalizar uma fraqueza por parte de Brasília quanto a defesa da soberania.

O caso ainda se transforma no pior momento na cooperação entre as polícias do Brasil e dos EUA em anos. Os dois países têm um acordo para a atuação conjunta de suas forças policiais e, no caso de uma crise, os mecanismos previam já a possibilidade da suspensão da troca de informações ou mesmo a expulsão de um adido.

Na segunda-feira, o governo Trump anunciou que solicitou a expulsão de um “funcionário brasileiro” nos EUA. Tratava-se de Marcelo Ivo, delegado da Polícia Federal em Miami e que teve uma atuação na operação que prendeu Alexandre Ramagem, ex-chefe da Abin e que está foragido nos EUA.

A alegação foi de que Ivo tentou convencer as autoridades americanas que o caso de Ramagem era de deportação por conta de um visto vencido, e não de extradição – o que envolveria uma consideração do processo legal contra ele pelo STF.

No momento da prisão de Ramagem, a atitude da PF de dizer que o ato foi resultado de uma cooperação entre os dois países irritou a ala mais radical da Casa Branca.

O fato gerou uma mobilização de bolsonaristas que, com contatos nos EUA, conseguiram convencer a Casa Branca a liberar o ex-diretor da Abin.

Teria sido Darren Beattie – enviado de Trump ao Brasil e que foi impedido de entrar no país no mês passado depois de mentir sobre os objetivos de sua visita – quem liderou a pressão para que Ramagem fosse solto e para que o delegado da PF tivesse seu visto revogado. Foi sua revanche.

*Jamil Chade;ICL


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