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Mundo Política

Se cuida Brasil! Trump começa a promover intromissão em eleições com participação da extrema direita

O presidente Donald Trump decidiu que votações fora de seu país que envolvam a extrema direita são também eleições de seu interesse. Nesta semana, a Casa Branca decidiu despachar o vice-presidente JD Vance para a Hungria, numa operação para tentar salvar o líder ultraconservador e considerado como um modelo para Bolsonaro, Javier Milei, José Antonio Kast e tantos outros.

Orbán, no poder há 16 anos, vive uma encruzilhada. Pela primeira vez, as pesquisas de opinião mostram que ele pode perder a eleição que ocorre no dia 12 de abril.

A visita de Vance, que começa na terça-feira, incluirá encontros com Orbán e um discurso público, justamente na reta final de uma acirrada campanha eleitoral. A cidade será praticamente fechada, inclusive uma ala do aeroporto.

Não é a primeira vez que Trump decide se fazer presente numa eleição. O secretário do Tesouro, Scott Bessent, agiu para apoiar o presidente Javier Milei antes das eleições de meio de mandato, inclusive com um cheque de US$ 20 bilhões. No Japão, a eleição também revelou um ação direta dos EUA.

Honduras, Polônia, Romênia e vários outros países sentiram o que representa ter seu processo eleitoral no foco de Washington nos últimos meses.

Mas, no caso da Hungria, o que está em jogo é o futuro de um dos principais aliados do movimento MAGA em toda a Europa.

A relação entre a Casa Branca e Orbán, porém, foi marcada por desencontros. Em novembro, tentando repetir o cheque recebido por Milei, o húngaro foi até Washington para ser recebido por Trump. O húngaro chegou a anunciar a aprovação de um pacote financeiro, negado dias depois pela Casa Branca.

Mesmo assim, Budapeste modificou sua narrativa para explicar que, de fato, o pacote estava “disponível” caso o país precisasse.

O mal-estar foi superado com uma viagem de Marco Rubio, secretário de Estado norte-americano, para a Hungria em fevereiro.

A ação não se limita às visitas oficiais. Apesar de todos os institutos de sondagem darem a vitória ao opositor de Orbán, aliados de Trump divulgaram há poucas semanas um resultado diferente. A McLaughlin & Associates, conhecida como a “pesquisa de opinião preferida de Trump”, publicou um levantamento dizendo que Orbán vencerá a eleição com seis pontos de vantagem.

Peter Magyar, o opositor, vem usando a ingerência dos EUA na eleição para alertar sobre o preço que Trump poderá cobrar pelo apoio, insinuando acordos militares não divulgados e sugerindo que Washington pode buscar concessões em troca de seu apoio. “Tanto a ajuda do Leste quanto a do Oeste têm um preço”, disse.

*Jamil Chade/ICL


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Política

O calcanhar de Aquiles que vai ajudar a engessar a campanha de Flavio Bolsonaro

A imagem de Flavio Bolsonaro não é a de um político obreiro que tenha qualquer projeto aprovado em favor da população ou do país.

Qualquer brasileiro que olhe para Flavio, de forma instantânea, lembra do Coaf, Queiroz, Michelle, a família de Adriano da Nóbrega e do próprio miliciano, chefe do escritório do crime e da rachadinha, que é o sobrenome que o 01 carrega mais forte que o do seu pai.

A coisa é antiga, é de 2018/2019, com as movimentações na conta justamente de Fabrício Queiroz, seu gerente no esquema de peculato e formação de quadrilha.

No entanto, além de Flavio de não conseguir desgrudar esse chiclete da sola do seu sapato durante anos, recentes lambanças discursivas, ditas de boca própria sobre as terras raras e sua servidão espontânea a Trump, ele mereceu pesadas críticas até de gente da mídia conservadora, como o Estadão, que não economizou críticas ao sujeito e o espinafrou sem dó em um editorial demolidor por Flavio oferecer, de maneira pornográfica, as terras raras do Brasil como anteparo de Trump para enfrentar a China, que tem jogado duro com os EUA para que os norte-americanos obtenham um espaço qualquer reduzido das terras chinesas para tocar sua indústria de eletrônicos, entre outros modelos de atividade industrial que dependem delas.

Para piorar, Caiado lançou nesta semana sua pré-candidatura, anunciando que, se eleito, seu primeiro ato será dar a anistia a Bolsonaro, tirando o pão da boca de Flavio que só tem essa proposta como candidato à presidência da República.

Ou seja, não seria tentativa verborrágica de anistiar o pai uma mola propulsora capaz de catapultar a campanha de Flavio de forma exclusiva. Caiado, espertamente, para irritação de Flavio, pegou carona no mesmo ramerrão vitimista.

Isso praticamente neutraliza o principal slogan de campanha de Flavio. Como o histórico entreguista do clã Bolsonaro, em que o próprio Jair já ofereceu a Amazônia para ser explorada pelo Tio Sam, somado à campanha de Eduardo, mas também de Flavio, para Trump tarifar pesadamente o Brasil, e ainda pediu para Trump bombardear a Baia de Guanabara, surge no horizonte, com cores vivas, a possibilidade concreta de, numa suposta vitória de Flavio, em troca do apoio eleitoral de Trump, ele acabar com o Pix, que é o sonho do presidente americano contra o Brasil.

Falamos de algo com um potencial arrasador, já que mais de 80% dos brasileiros incorporaram o Pix em seu cotidiano e certamente essa interpretação entreguista do Pix por uma escandalosa submissão ao pedófilo mor dos EUA, ja correu o país inteiro e logicamente com potencial de implodir a campanha de Flavio junto com uma folha corrida do vigarista que vai atingi-lo em cheio.

E nem adianta Flavio dizer, na mídia, que não vai acabar com o Pix, pois nem os bolsonaristas mais ferrenhos acreditam nisso.


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Política

“O Ciro vai ajudar a gente”: Mensagens obtidas na Operação Carbono Oculto revelam que Ciro Nogueira tinha grupo de WhatsApp com investigados na máfia dos combustíveis

Um desdobramento da Operação Carbono Oculto, que investiga um esquema de fraudes bilionárias no setor de combustíveis, encontrou mensagens trocadas entre o senador Ciro Nogueira (PP-PI) e acusados de participação na fraude. O material foi obtido por meio da quebra do sigilo telemático (de dados de celulares, computadores e arquivos em nuvem) de Haran Santhiago Girão Sampaio e Danillo Coelho de Sousa, empresários de Teresina que na semana passada foram denunciados à Justiça sob acusação de adulterar combustíveis, fraudar vendas, ocultar patrimônio e lavar dinheiro em associação com Roberto Leme, o Beto Louco, e Mohamad Hussein Mourad, conhecido como Primo.

Ciro Nogueira, ex-ministro da Casa Civil de Jair Bolsonaro, não é investigado no inquérito. Mas a Carbono Oculto 86 (o número faz referência ao DDD de Teresina) identificou um grupo de WhatsApp do qual o senador participou, intitulado Ciro Vitor Haran Danilo. Era uma referência ao nome dos integrantes: além do próprio Ciro e da dupla de empresários Haran e Danillo, estava lá Victor Linhares de Paiva, tratado informalmente como Vitinho. Ele é uma figura próxima de Ciro. Foi seu assessor no Senado, exerceu mandato de vereador em Teresina pelo PP e também está na lista de denunciados pelo Ministério Público do Piauí, acusado de lavar dinheiro para o esquema.

Os participantes do grupo conversavam por meio de mensagens temporárias, que expiravam depois de 24 horas. No entanto, como Haran fez capturas de tela de alguns diálogos, a polícia conseguiu acessar parte do que foi falado. As informações constam num relatório ao qual a piauí teve acesso. Numa das mensagens, Ciro – a quem os demais participantes se referiam como Sena, presumivelmente uma abreviação de senador – convidou os três colegas para “tomar um café” em sua casa, em Teresina.

A mensagem foi enviada no dia 20 de novembro de 2023, e o convite era para o dia seguinte, dia 21. Na época, Haran e Danillo, donos da rede de postos de combustível HD, negociavam a venda de parte da empresa para Beto Louco e Primo, donos da distribuidora Copape. Em 11 de dezembro, Haran escreveu no grupo: “Está no ponto lá/ Só depende do ok dele/ Dando o ok já inicia amanhã.” Ao que Ciro respondeu “Ok”. Dali a poucos dias, ainda em dezembro de 2023, o negócio foi fechado.

O quarteto continuou conversando nas semanas seguintes, segundo os prints obtidos pela polícia. No dia 4 de janeiro, Ciro escreveu no grupo: “Querem passar aqui no hotel pra gente atualizar as coisas?” Haran respondeu: “Ok, estamos indo.” Dali a pouco, Vitinho disse: “Estamos aqui.” Ciro pediu então “5 min”. A conversa dá a entender que os três se encontraram naquela tarde.

 

Os prints das conversas obtidos pela Polícia Civil

Se o encontro realmente aconteceu, não foi o único. O site ICL Notícias já tinha publicado que, em fevereiro, Ciro se encontrou com Hiran e Danillo no Aeroporto de Brasília. A reportagem mostra uma foto em que os três aparecem conversando (a piauí também obteve, posteriormente, a imagem original) e informa que eles embarcaram juntos para Teresina.

O ICL também revelou a existência de um relatório do Coaf – o Conselho de Controle de Atividades Financeiras – apontando que uma empresa do senador, a Ciro Nogueira Agropecuária e Imóveis, recebeu 63,9 mil reais da Pima Energia Amizade em 2025. A Pima foi criada por Beto Louco e Primo justamente para administrar os postos de combustível que compraram de Haran e Danillo, no Piauí. Além disso, segundo o Coaf, a empresa de Ciro transferiu 25,1 mil reais para a HD Petróleo Uruguai Ltda, um dos postos de combustível de Haran e Danillo.

Segundo o Coaf, os pagamentos feitos à empresa de Ciro ocorreram sem “aparente justificativa, vínculo ou compatibilidade da atividade econômica”. Parte do dinheiro foi movimentada por meio da BK Instituição de Pagamento, conhecida como BK Bank, fintech apontada como peça central no esquema de lavagem de dinheiro investigado pela Operação Carbono Oculto em São Paulo (uma das hipóteses ainda sob investigação é que o esquema lavava dinheiro do PCC, mas a informação não foi confirmada até aqui pelo Ministério Público).

As mensagens obtidas pela polícia indicam que, embora participassem do grupo de WhatsApp, Haran e Danillo pareciam não ter uma relação próxima com Ciro. Frequentemente, quando falavam a sós, os dois se referiam a Vitinho como um intermediário por meio do qual chegavam ao senador. O ex-assessor e braço direito de Ciro é descrito na denúncia do Ministério Público como lobista e intermediador financeiro da venda de parte da rede de postos HD para Beto Louco e Primo. Segundo a investigação, recebeu 230 mil reais de Haran em 20 de dezembro de 2023, mesma época em que aconteciam as conversas no grupo. O dinheiro foi depositado em uma conta aberta por ele na BK Bank havia pouco tempo. Segundo os procuradores, o pagamento foi uma “contraprestação pelos serviços de intermediação que viabilizaram a conexão entre os núcleos criminosos”.

A Carbono Oculto 86 também obteve áudios atribuídos a Danillo e enviados a Haran. Em um deles, o empresário faz menções a “Beto” e “Ciro” numa conversa sobre a venda da rede HD. “Eu acho que é esse Beto, entendeu? Que é o pica lá, pelo que eu já sondei, né? Que é o amigo do Ciro”, disse Danillo, segundo a gravação colhida pela polícia. Depois continua: “Aí tu imagina o Ciro dando uma ligadinha pra ele hoje, né? Falando que a gente se conheceu lá, aí falando bem da gente, né? Aí, meu patrão, aí a gente já chega lá com as portas abertas.” Em seguida, no mesmo áudio, o empresário se dirige a Vitinho, que parece estar ao seu lado: “Vitinho, pede pro Sena fazer essa ligação aí.”

A aproximação de Beto Louco e Primo com a dupla do Piauí aconteceu em um momento em que os donos da Copape e da Aster, principais alvos da Carbono Oculto, buscavam se fortalecer politicamente em meio a uma disputa de mercado com o empresário Ricardo Magro, dono da Refit. Versátil, Ciro manteve um pé em cada canoa: ao mesmo tempo que conversava com Haran e Danillo, cultivou uma relação próxima com Magro, rival de Beto Louco e Primo. Mas os empresários do Piauí pareciam esperar a ajuda do senador para destravar a venda da rede HD. Em um outro áudio obtido pela polícia, Danillo disse para o sócio: “Rapaz, eu conversei muito com o Vitinho […] e ele disse: vamos botar o negócio pra frente que o Ciro já falou que vai ajudar a gente.”

A piauí entrou em contato com Ciro Nogueira para pedir esclarecimentos sobre sua relação com Haran e Danillo, as transações financeiras detectadas pelo Coaf e as conversas no grupo de WhatsApp. Perguntou também se ele intermediou a negociação da Rede HD com Beto Louco e Mohamad. O senador não respondeu às perguntas da reportagem, enviadas por WhatsApp. Sua assessoria de imprensa repassou apenas uma nota em que diz: “O senador Ciro Nogueira não é investigado no âmbito da operação mencionada e em nenhum outro inquérito em curso. Toda e qualquer tentativa de envolver o nome dele em escândalos acabará por ser frustrada, uma vez que o senador não tem envolvimento com ações ilícitas.”

A piauí não conseguiu localizar Haran e Danillo. O advogado Jader Madeira Portela Veloso, que representa os dois, disse que não poderia comentar o caso porque “o inquérito policial referente à Operação Carbono Oculto tramita em sigilo”. Vitinho, por sua vez, não atendeu às ligações nem respondeu às perguntas da reportagem, mas enviou uma mensagem dizendo: “O inquérito policial tramita em segredo de justiça. Qualquer divulgação indevida pode acarretar penalidades. Sugiro consultar a assessoria jurídica do portal para mais informações.” Roberto Leme, o Beto Louco, e Mohamad Hussein Mourad, o Primo, estão foragidos desde a deflagração da Carbono Oculto em agosto de 2025. A piauí não conseguiu contatá-los, e seus advogados não responderam as mensagens até a publicação desta reportagem.

Além de Ciro Nogueira, outro parlamentar é citado no material apreendido pela Carbono Oculto 86: Júlio Arcoverde (PP-PI), deputado federal em primeiro mandato. Aliado de Ciro, em 2024 ele foi alçado ao cargo de presidente da Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização do Congresso.

A polícia obteve um áudio que diz assim: “Opa, deputado Júlio, tudo bom? É o Haran aqui. Quando você puder me dá uma ligada.” Não é possível cravar que o deputado em questão seja Júlio Arcoverde, e não outro Júlio. Mas, numa outra conversa, essa por mensagem de texto, um dos sócios tenta marcar um encontro com um interlocutor identificado como “Deputado Julio Arc”. Além disso, um relatório do Coaf detectou um repasse de 9,5 mil reais feito pelo CNPJ “Eleição 2022 Júlio Ferraz Arcoverde Deputado Federal” para a empresa HD Petróleo, pertencente aos dois empresários. Segundo o G1, o Coaf descobriu ainda um fato curioso: que, em 2024, Júlio Arcoverde e o deputado Átila Lira Filho (PP-PI) pagaram despesas de Ciro Nogueira no valor total de 17 mil reais.

Em áudios enviados a Haran, Danillo mencionou “o deputado Júlio” ao falar sobre a negociação de emendas parlamentares. Em um deles, ao tratar de recursos destinados a Caxias, no Maranhão, o empresário disse: “O problema foi porque o prefeito cobrou os 130. Mesmo a gente já tendo pago para o Júlio, ele cobrou os 130 de novo. Aí a gente teve que dar para aquele fela da puta, aquele prefeito. Aí o Júlio tinha que devolver os 130. Aí ele não devolveu.” Não fica claro, a partir da conversa, o que são os “130” a que ele se refere. Em uma outra mensagem de voz, o empresário dá a entender que não faria mais acertos com o tal Júlio. “Esse negócio que a gente fez de compromisso com o Júlio aí acabou. Não tem mais. […] Pode ser uma emenda de 1 trilhão. Não pago nada mais. Não faço mais nenhum compromisso daqui pra frente. Zero.”

O deputado Júlio Arcoverde, assim como Ciro Nogueira, não é investigado na Operação Carbono Oculto. Caso um dos dois venha a ser, o caso terá de ser remetido ao Supremo Tribunal Federal, já que ambos têm direito a foro privilegiado.

Procurado pela piauí, Júlio Arcoverde enviou uma nota em que diz desconhecer “quaisquer menções relacionadas ao seu nome no contexto citado e reforça que não é investigado no âmbito da operação mencionada. O parlamentar reitera que não possui qualquer envolvimento com ações ilícitas”.

O deputado Átila Lira Filho, por sua vez, afirmou não conhecer Haran e Danillo, a não ser de “relação social”, e que as despesas que pagou a Ciro, de 3 mil reais, dizem respeito a um medicamento que o senador providenciou para ele. “Foi um remédio que o Ciro comprou para mim, para emagrecimento”, disse o deputado, em uma mensagem de áudio enviada à piauí. “Foi o Mounjaro. Foram uns 3 mil e 400 e poucos (reais)”, continuou. “O meu foi uma caneta só.”

*Breno Pires/Piauí


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O que Tabata Amaral quer é impor aos brasileiros uma censura israelense

Se imaginar todas as atrocidades humanas, promovidas por Israel na Palestina, e que o mundo inteiro repudia com cada vez mais veemência, o desprezo odioso pela liberdade de expressão que Tabata se coloca naturalmente como inimiga, e uma afronta à constituição brasileira.

Tabata, com isso, procura fixar em sua imagem a mesma imagem de traíra que Flavio Bolsonaro carrega quando oferece as terras raras do Brasil para Trump se lambuzar.

Não é por acaso que essas velhacas entidades sionistas no Brasil, bolsonaristas por conveniência e convicção fascista, colocam holofotes e brilho na moça pela glória de erguer uma tarja preta de censura pelo simples fato de um brasileiro qualquer denunciar essa mesma organização sionista que comanda o Estado de Israel.

Isso não é uma questão de estilo, muito menos um estilo próprio do Brasil, o que Tabata quer, com seu mau gosto colonial, é restaurar a censura imposta aos brasileiros durante a ditadura.

Isso é de uma intransigência aguda que tenta a todo custo impedir que um sentimento pessoal, no Brasil, colabore com um debate mundial público que jamais pode ser confundido com qualquer crítica aos judeus.

Chega a ser boboca escrever isso, mas é necessário impedir que um engenho sionista reduza a liberdade dos brasileiros às leis israelenses.

A deputada quer o quê, que tenhamos prontas as palmas para uma ovação a um enforcamento de palestinos, considerado legal pelo parlamento israelense, totalmente tomado por sionistas?

Ela quer reduzir os brasileiros a uma adaptação tropical dessa conduta imoral e desumana que reflete o próprio estilo fascista desse Estado terrorista. É bom Tabata examinar o próprio espelho para se tocar que está dentro do Brasil defendendo um Estado colonial e declaradamente racista.

Não interessa se ela teve uma péssima orientação por onde passou para propor um absurdo como esse, o assunto que interessa são as portas e janelas de liberdade de opinião que, nitidamente, pelo comando dde interesses sionistas no Brasil, ela quer fechar e lacrar.

O Brasil tem lambanças brejeiras a granel em excesso para uma parlamentar brasileira importar ideias interesseiras que não dizem respeito a esse país.

A sociedade brasileira não pode e nem ficará medrada dentro do seu próprio país para servir de rolha de censura israelense.

Redobra-se aqui uma crítica junto com um aviso, ou Tabata recicla suas ideias dessa tarefa infame, do contrário, sofrerá um naufrágio político fulminante.


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Quem é Caiado na fila do pão?

Nem alguns supostos aliados do governador de Goiás,deram crédito à candidatura do ilustre ninguém, chamado Ronaldo Caiado quando este anunciou que concorrerá ao Planalto.

A mídia, que aguarda cair do céu uma suposta terceira via, idealizou um Caiado que não existe na vida real.

A forçação de barra de Otávio Guedes, na GloboNews, foi a pérola da semana, utilizando malabares no contorsionismo retórico para criar um personagem, colocado a empurrão na fila do pão, quando, na verdade, esse produto político está com preço de saldão carimbado na testa via pesquisas.

Com todos os descontos possíveis que se pode dar a um moribundo, Caiado só foi capitalizado como um candidato competitivo no plano virtual pela torcida da Globo.

Caiado é um galo cego, ungido nas redações da mídia, que nem cantar sabe. Portanto, a operação Caiado, criada pela midia, está presa no fundo do poço sem qualquer chance de substituir Flavio na disputa com Lula.

Isso não passa de uma indicação desesperada da direita burra que habita as mentes da casa grande. A realidade, porém, nega que, enfim, a mídia encontrou um candidato competitivo da fábula midiática da terceira via.

Caiado não passa de uma montagem mal-ajambrada de um espantalho, desconhecido para a imensa maior parte do povo brasileiro.


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Política

Quem não sabia disso?

Flavio Bolsonaro é uma mentira em cimento armado. O que circula em seu sangue é banditismo em estado puro, mas deu para cercar frango nas redes, ameaçando processar quem visita seu passado recente de ligação intestina com a milícia carioca.

Ele quer que esqueçamos que o miliciano Adriano da Nóbrega vivia em sua sala de visitas e recebendo medalha de Tiradentes do próprio Flavio. O sujeito é uma salada completa de malfeitos com azeite, sal e vinagre.

O que Flavio pretende com suas ameaças de processar quem lembra de seu topete napoleônico ao lado do baixinho careca, Fabrício Queiroz, também miliciano e comparsa do chefe do esccritório do crime.

Não demora, exigirá que ninguém lembre do trinco da porta da casa de Ronnie Lessa que assassinou Marielle, que é praticamente geminada com a casa do papai no Vivendas da Barra.

O Dr.Chocolate não amanheceu milionaríssimo com sua mansão que hoje custa uns R$ 20 milhões, vendendo balas e pirulitos da Kopenhagen, ao mesmo tempo em que queria comprar uma mega mansão com cachoeira e praia particular, em Angra dos Reis, como uma espécie de Midas Berro D’água.

Flavio Bolsonaro tem no seu sobrenome o “por fora”, isso tudo independente do seu discurso entreguista nos EUA, das terras raras como se fosse um negociante de miçangas para agradar Trump.

O sujeito acha que algum brasileiro ficará boaquiaberto com o que será revelado sobre seus barracos morais do passado?

Não existem formas exóticas possíveis de dancinhas desengonçadas ou promessa de terremotos pessoais contra quem quer que seja que lembre de sua ficha corrida. Esse estilo missionário de extrema direita não aguenta um dedo apontado para a fuça.

Todos nesse país sabem que o sujeito não veio de nenhum convento, mas sim da gula preponderante e mafiosa dos Bolsonaro, propício, em estado de alma, a seguir os passos do pai.

Está se achando um anônimo ou um artista vindo de uma legião de desconhecidos? Ao contrário, o sujeito é um operário do crime, sem qualquer independência daquilo que lhe foi ensinado pelo varão da família e sempre movido a composições políticas espúrias para assegurar verdadeias armações consoladoras que colocam esse pastiche grotesco em qualquer altar de bezerro de ouro. Até Sergio Moro, hoje aliado, disse isso em rede nacional.

Flavio é um bandeira, sem chance para ser o marco da renascença bolsonarista adaptado ao manequim que a mídia tentou vender sob a orientação da Faria Lima.

Então, meu caro, essa casca grossa dos Bolsonaro, que é insuperável, comparado às figuras mais podres desse país, é portador de um DNA que faz qualquer um enxergar que não há fábula afivelada à sua máscara que o transforme num bolsonarista estilizado.

O gramado desse jardim, é mato carregado de pulgas carrapados e percevejos.


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Política

Por que Lula emplacará seu quarto mandato

Não há vacilações confabuladas pelos mordomos da elite para justificar suas derrotas na travessa das bananas.

A direita, desde 2002, transformou-se num pernil assado para Lula. A realeza de FHC tumultuou e desarranjou gravemente o ninho dos tucanos com o seu plano real que entregou o país, depois da privataria, profundamente endividado e humilhado pelo FMI.

Foi aí que Lula teve sua grande oportunide de iniciar um ciclo vigoroso e iinabalável de vitórias consecutivas nas disputas para a presidência da República, sendo três com ele e duas com Dilma, encabeçando o expresso petista.

Não há lero lero dos Mervais e Gásparis que conteste isso, tanto que foi preciso um juiz vigarista como Sergio Moro, mancomunar com Bolsonaro a prisão de Lula para que o genocida golpista chegasse à presidência e Moro, a ministro, pois, do contrário, Lula tratoraria o sacripanta no primeiro turno em 2018.

Mas seu quarto mandato virá de forma natural e instintiva a partir da escolha do povo, porque, ao contrário dos reis da direita que governaram esse país, em que a primeira ordem do primeiro dia, era findar a janta do povo, Lula operou para que os brasileiros, que viam até 300 crianças, diariamente, morrerem de inanição, sobrevivessem fortes e lindas, zerando a mortalidade infantil pela fome e a miséria.

Isso tem nome, marca Lula, e está até hoje viva e de pé no guarda-comida dos lares brasileiros com o Bolsa Família, tão defenestrado pela elite econômica e políticos que sorvem o néctar dos deuses que os bajulam em troca de financiamentos milionaríssimos.

Lula travou uma guerra contra a indignidade com que o povo era tratado no Brasil, fez isso nos seus três mandatos. Por isso, terá sua quarta gestão garanrida nas urnas em 2026.

Esse é sim o brasão reluzente de Lula, que fez com que o povo  travasse uma relação afetiva com o tutu de feijão, com carne seca, com frango, assim como procurou e segue procurando formas de acabar totalmente com as dores dos desvalidos, vítimas de uma elite que vive enfiada de corpo e alma num chambrê de seda com as quinas bordadas. Matriz na iniquidade nacional e procuradora de sabujos que declarem guerra a Lula e suas políticas públicas de inclusão social.

Nisso, não há qualquer segredo. Se no primeiro arroto, Bolsonaro ecoou aos quatro cantos que, com ele, o povo deveria se comportar como um bezerro melancólico na fila do osso, Lula, por entender que somos um povo e não um amontoado de lombrigas que matam de tristeza qualquer ser humano, adota como prioridade o remédio que sempre faz o brasileiro sorrir.

Com Lula, a grande massa do povo sorri, porque não tem medo de ser feliz.

Muitos que moravam na rua, hoje têm casa material com a rebelião lulista em que o brasileiro se sente mais brasileiro e diz isso quando consultado por alguém. É exatamente isso que faz Lula ser Lula e não uma caricatura de gestores medrados que germinam das paredes mofas da casa grande.

Lula não é filho, nem neto de ninguém que sentou no trono, mas do próprio viveiro dos arigós, tratados como cidadãos de segunda pela elite do grande capital em voga na Faria Lima.

Flavio, Caiado, Tarcísio são apadrinahdos por algum fazendeiro herdeiro de escravocrata.

Lula é um príncipe que tem na sua natureza a alma do próprio povo, por ser parte dele. Por isso transforma-se num rochedo inabalável numa disputa pela cadeira presidencial e, por esse motivo, será coroado com o quarto mandato.

A conferir.


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O porquê da direita fracassar sempre na disputa presidencial

Ataque da direita às cotas e ao Bolsa Família escancara o racismo e o ódio aos pobres

No Brasil, as eleições revelam algo fundamental, o racismo e o ódio aos pobres, verbalizados pelos próprios politicos de direita.

Não importa o que os motiva a prometer uma política de segregação racial e social, seja Flavio o principal representante da direita nas eleições deste ano, seja Renan Santos, do MBL, que é um nanico na disputa. Os dois, que representam o ódio e o racismo e reduzem um debate sério sobre as desigualdades, de maneira absolutamente vil e criminosa.

O que mais impressiona é que isso funciona contra eles próprios, porque negros e pobres votam, mas ainda assim, eles fazem críticas específicas às cotas raciais, mas sobretudo ao Bolsa Família.

Trocando em miúdos, se o sujeito está em situação de pobreza, que morra. Se é negro, que se mate num gueto qualquer, o mais importnte é defender o subdesenvolvimento geral do país.

Qualquer coisa que promova igualdade no Brasil, tem o repúdio imediato dos partidos de direita, hoje, hegemonicamente bolsonarista.

Já é sabido que os mesmos trotões mastrodônticos da direita, que vivem exaltando as vendas bilionárias dos grantes negociantes, são contra qualquer evolução patrimonial ou simplesmente de caráter trabalhista, atuando como dique contra a elevação do poder aquisitivo dos próprios consumidores.

O que pode ser mais contraditório do que um troço como esse?

O pior é que, para a grande maioria dos políticos de direita, o racismo e o ódio aos pobres são o tópico de seus discursos que estão sempre na ponta da língua. São contra uma simples transferência de renda do Bolsa Família quanto o ingresso de negros nas universidades públicas do Brasil. Até porque, não bastasse esse ódio generalizado às cotas e ao Bolsa Família, essa direita deu para atacar pesadamente os estudantes simplesmente por estudarem.

É uma loucura até para os padrões mais primitivos do liberalismo. Os brasileiros são bombardeados em qualquer espaço físico ou virtual por publicidades em  busca da massificação de vendas, ao mesmo tempo em que, quem diz acreditar apenas na força do mercado, posiciona-se contra o aumento do poder de compra dos brasileiros.

Ou seja, essa turma que destina seus palavrórios aos fígados e intestinos dos “abençoados”, não consegue dar bom dia para pretos e pobres.

Isso, por si só, é uma autodelação, do cafajeste que só pensa em vender o próprio país aos EUA em nome do sofrimento e adoecimento do povo brasileiro.

Essa gente não tem o menor interesse em entender a massa de eleitores que sempre elege Lula, para manter intacta a capacidade de odiar negros e pobres que são a imensa maior parte do povo brasileiro, monitorando qualquer avanço social e divulgando de forma pejorativa, apontando o dedo para pobres e negros como pesadelo do país.

É sobre isso que falamos há muitos anos com essa patriotada verborrágica dos bolsonaristas, essas crias do fascismo escravocrata no Brasil que estão muitas vezes dentro do Congresso ou no próprio executivo, em governos estaduais e municipais, é que formam um caldo de excrescências mentais do cidadão médio. Porque a elite é a própria fonte de segregação, por motivos óbvios a partir da de sua mentalidade torpe de país.


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Quando a direita bolsonarista solta o intestino

Que a direita bolsonarista fala para burro, não há qualquer dúvida, é só ter um microfone aberto para que, em segundos, o político da direita bolsonarista, com seus glúteos, gere um andaço mental.

Não foi sem motivos que o aliado, Estadão, jogou a toalha e chutou o pau da barraca, depois do discurso de Flavio no evento da extrema direita nos EUA, em que ofereceu a cabeça dos brasileiros na bandeja para Trump no caso das terras raras, logo após a fracassada campanha do clã Bolsonaro para a Casa Branca enfiar no Brasil uma tarifa do tamanho de um cometa.

Isso, sem falar no funk do orangotango que algum infeliz da campanha de Flavio mandou ele dançar, somado à idiotice de dizer que votou a favor do PL da misoginia por culpa do PT.

Os produtos que sairam disso, projetados na cabeça oca de algum reaça da extrema direita, foram nitroglicerina pura na campanha de Flavio, que apanhou mais do que no escândalo da rachadinha, deixando brochas os entusiastas do dinheiro grosso com suas performances.

Caiado não deixou por menos, e o resultado de sua falação sem qualquer filtro de coerência, deixou claro que, no Brasil, a direita não sabe sair jogando com a bola dominada, ou tropeça na redonda ou chuta para onde o nariz aponta, o que acaba recocheteando concretamente nas próprias cabeças ocas de sua torcida na arquibancada.

O sujeito abre o verbo com uma diarreia verborrágica automática, mostrando que a burrice não tem fronteiras e língua vira chicote da bunda.

Ora, como o camarada fabrica memes quase numa mesma fala, quando diz que, a primeira coisa que fará, caso eleito, é dar anistia a um golpista, com planos assassinos contra o presidente da República, o vice e um ministro do STF, para, no traque seguinte, dizer que é um apaixonado pela democriacia.

Isso é muito mais do que uma ironia pesada, muitas vezes pior do que uma batatada grosseira, ao estilo Deus, pátria e família.

Caiado, tentando dar ênfase a um suposto mérito individual, sentiu-se livre para dizer bobagens e desdizer na frase seguinte, quando diz que é totalmente a favor da ciência no momento seguinte em afirma que, se eleito, liertará o genocida.

Sejamos francos, isso não vem de agora, na era de FHC, em defesa do boquirroto neoliberal, a direita comemorava a liderança de um “intelectual’ quando o próprio fala “esqueçam tudo o que eu disse”, numa forte redução de sua própria biografia.

Por isso, não tem saída, a frase clássica, quando a direita abre a boca, solta seu intestino, numa tempestade de fezes, o conteúdo é daí para pior. O debate não alcança um mísero milímetro e as metáforas de banhero já nascem prontas.


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O clã Bolsonaro é a matriz absoluta do esgoto fétido

O ex-governador bandido, Claudio Castro, é a extensão perfeita do clã Bolsonaro. Como governador, agiu perfeitamente dentro das quatro linhas do bolsonarismo carioca, que se confunde com a própria milícia.

Sim, o clã Bolsonaro é a milícia das milícias cariocas, e certamente isso será exposto com calreza pela campanha de Lula para deixar claro, como denunciou hoje o insuspeito Estadão, dizendo que Flavio é a cópia fiel do seu pai, golpista, bandido, líder de facção criminosa e por aí vai.

A cúpula do bolsonarismo é um coquetel criminoso. Não é sem motivos que, no plano do golpe de Estado, a ação miliciana de exterminar Lula, Alckmin e Moraes era imprescindível.

O vizinho do assassino de Marielle, Ronnie Lessa, tem um histórico que se confunde com a própria milícia carioca e, como é sabido por todos, os filhos 01, 02, 03 e 04, do Seu Jair da casa 58, não soltam um traque sem a ordem expressa do pai.

Claro, o 01, Flavio, é o mais proeminente desse esquema por ser o primogênito e, por isso mesmo, sempre trafegou de mãos dadas com líderes da milícia, sobretudo de Rio das Pedras e Muzema, vide Adriano da Nóbrega, condecorado por Flavio, na adeia, a mando do pai.

Esse caldo de excremento, liderado por Claudio Castro, que lhe custou a cassação, surrupiou dos cofres públicos mais de R$ 600 milhões, dinheiro desviado de impostos pagos pelos cariocas para financiar e organizar cabos eleitorais em favor da campanha de reeleição de Castro. Foram quase 30 mil servidores temporários sem concurso público, sem justificativa técnica ou qualquer coisa que o valha.

O mesmo abuso de poder econômico, visto em Brasília com Bolsonaro, na tentativa de se reeleger, foi decalcado por Claudio Castro, do PL, partido de Bolsonaro, para fraudar eleições.

Por isso a sua inelegibilidade, assim como a de Bolsonaro.


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