Categorias
Política

Lula a um palmo da vitória no primeiro turno

Ainda não é efeito do tapete vermelho que Trump estendeu para Lula na Casa Branca, o efeito, como mostram as redes sociais, com uma acachapante virada de Lula, depois do enconto com Trump em que Lula sugere ao presidente dos EUA que, sorrir, alivia o tranco que ele está tomando internamente, pelo fraco desempenho da economia e, principalmente, a guerra com  o Irã, em que, nitidamente, os EUA perderam.

O que se tem aqui é a comunhão e a média das pesquisas que mostram Lula avançando e, Flavio, estacionado ou caindo na mesma proporção, que, em números, representa 0,6% para Lula cruzar a linha de chegada no primeiro turno e colocar a mão na taça.

Possivelmente, numa nova rodada de pesquisas, por conta de uma série de eventos positivos da atuação de Lula nos EUA e os efeitos da economia com recordes de superavit, aumento significativo de investimentos estrangeiros no país, entre outros avanços, Lula já apareça acima dos 50% mais 1 voto para vencer as eleições no primeiro turno.

Lula desarmou a narrativa da direita quando Trump o elogiou, falou em parceria, estendeu tapete vemelho de grande chefe de Estado e, se não virou um cabo eleitoral de Lula, Trump o recebeu com elogios e fortaleceu a sua imagem de estadista, o que contribui significativamente para a reeleição.

Nas redes, o jogo virou. Lula, antes do encontro com Trump, só apanhava, depois, o resultao foi diametralmente oposto.

Por isso sua vitória no primeiro turno, aproxima-se da realidade.

Ainda não saíram pesquisas pós-encontro e Lula já está a um dedinho para vencer no primeiro turno.

A próxima pesquisa a ser divulgada, é a do BTG/Nexus, que deve mostrar o avanço de Lula, pois sua aprovação já havia subido de 45 para 46. Com a viagem para Washington, os números devem acelerar seu crescimento.

Resumo em votos válidos, Lula 49,4 e Flavio com 43,4% no primeiro turno.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos de coração o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp https://cat.whatsapp.com/GvuXvoe7xtB1XJliMvNOX

Siga-nos no X: https://x.comAntropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igs

Categorias
Política

Escândalo do Banco Master tem orelha de Bolsonaro, focinho de Bolsonaro, pelo de Bolsonaro e rabo de Bolsonaro, mas não tem nada a ver com Bolsonaro

O Banco Master nasceu durante o goveno Bolsonaro com a anuência do Banco Central “independente”, privatizado por Bolsonaro e presidido por Campos Neto.

Bolsonaro foi avisado, assim como Campos Neto, de que o Banco Master era uma fraude e simplesmente não fizeram nada para impedir que a coisa chegasse aonde chegou.

Todas as transações ilegais de vulto com o Banco Master aconteceram na gestão Bolsonaro, o mesmo que recebeu de Vorcaro direto em sua conta, R$ 3 milhões, da mesma forma, Tarcísio, ex-ministro de Bolsonaro, lançado por ele ao goerno de São Paulo, recebeu R$ 2 milhões do mesmo Vorcaro..

A ligação mais objetiva é institucional: o BC, sob gestão indicada por Bolsonaro, aprovou a troca de controle que permitiu Vorcaro assumir e transformar o Máxima em Master, em 2019. Além disso, apurações citam articulações envolvendo Ciro Nogueira e Fabio Faria numa rede de influência mapeada pela PF.

Por isso também Flavio, de en passant, falou do escândalo do Master sem tocar no nome de Vorcaro. Já Tarcísio, nem o Master ele citou em sua fala “indignada” com o escândalo.

Ou seja, tem muito caroço debaixo desse angu e, certamente, virá à tona com o andar das investigações.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos de coração o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp https://cat.whatsapp.com/GvuXvoe7xtB1XJliMvNOX

Siga-nos no X: https://x.comAntropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igs

Categorias
Mundo

Em meio aos escombros, ativista brasileiro Thiago Ávila vira mural em Gaza

Após sequestro por Israel, Thiago está livre e foi deportado para a cidade do Cairo, no Egito, neste fim de semana

Thiago Ávila não chegou até Gaza. Há uma semana, ele foi sequestrado de seu barco que tinha o território palestino como destino. O ativista brasileiro foi preso por Israel e, neste fim de semana, deportado ao Brasil. Mas ele

se transformou em um símbolo da ajuda humanitária e, neste domingo, ganhou um mural em Gaza.

O artista, Obeil Al Qarshali, escolheu um dos raros muros ainda de pé em Gaza para pintar a imagem de Ávila. Com 28 anos, ele explicou:

Por meio dessa obra, eu queria expressar meu apoio a eles, e esse é meu presente depois de sua libertação da prisão de Israel.

Quero encorajá-los a continuar a apoiar a Palestinas e quero dizer que a Palestina não se esquece quem fica ao seu lado e a apoia.

As imagens e depoimento foram enviados ao ICL Notícias pelo fotógrafo palestino Mohamed Ahmed.

Nos últimos dias, a prisão do ativista despertou uma preocupação internacional. A ONU quer que os maus-tratos contra o brasileiro sejam investigados. Num comunicado emitido na semana passada, a entidade defendeu que os responsáveis por violações sejam levados à Justiça.

Conforme o ICL Notícias já havia revelado na terça-feira com exclusividade, a pressão da ONU era para que Ávila fosse solto, sem qualquer condição imposta.

Além de Ávila, foi levado para Israel o ativista Sair Abukeshek, de nacionalidade espanhola.

O governo brasileiro falou em “sequestro”. Mas não optou por romper relações diplomáticas com Israel.

A defesa do brasileiro apontou que a prisão de Ávila foi marcada por violência. De acordo com um comunicado, os ativistas permanecem em isolamento total, submetidos a iluminação intensa 24 horas por dia, em suas celas, e mantidos com os olhos vendados sempre que são transferidos, inclusive durante exames médicos.

O porta-voz do Escritório de Direitos Humanos da ONU, Thameen Al-Kheetan, afirmou:

Não é crime demonstrar solidariedade e tentar levar ajuda humanitária à população palestina em Gaza, que necessita urgentemente dela. Relatos perturbadores de maus-tratos severos infligidos a Abukeshek e de Avila devem ser investigados, e os responsáveis devem ser levados à justiça.

Exigimos o fim da detenção arbitrária por Israel e da legislação antiterrorista, ampla e vaga, incompatível com o direito internacional dos direitos humanos. Israel também deve pôr fim ao bloqueio a Gaza e permitir e facilitar a entrada de ajuda humanitária em quantidade suficiente na Faixa de Gaza sitiada.

*Jamil Chade/ICL


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos de coração o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp https://cat.whatsapp.com/GvuXvoe7xtB1XJliMvNOX

Siga-nos no X: https://x.comAntropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igs

Categorias
Política

Detergente Ypê não limpa a sujeira do Bolsomaster

Campanha de Flavio Bolsonaro, no mesmo dia em que se descobre que seu vice, até então, Ciro Nogueira, comprou um triplex no valor de R$ 22 milhões, depois de ser revelado pela PF que o senador recebia uma mesada de R$ 300  R$ 500 mil de Vorcaro, tocou o apito de cachorro. Convovou a massa de débeis para fabricar uma falsa polêmcia em torno de mais um episódio envolvendo a marca de detergente Ypê para fazer fumaça.

Isso mostra o tamanho da encrenca em que Flavio está enfiado. E olha que o ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, envolvido até o talo em tenebrosas transações com Vorcaro e Flavio na compra de sua mansão cinematográfica em Brasília, ainda nem deu com a língua nos dentes, mas já está na fila para fazer delação premiada.

Daí essa falsa guerra dos bolsonaristas em defesa de um detergente, que já teve, ao menos em duas ocasiões, problema de contaminação, fazendo com que a própria empresa recolhesse um determinado lote do produto nas prateleiras Brasil afora, sem qualquer comoção da manada de ignorantes, que vive na superfície da terra plana apta a receber ordens do clã Bolsonaro para se atirar de cabeça sem ao menos saber o que está defendendo.

O fato concreto é que, se o troço já estava ruim para Flavio, a partir de um conjunto de descobertas sobre seu vice ideal, Ciro Nogueira, segundo o próprio, o sujeito tenta abastecer as redes com inutilidades para reduzir nem que seja uma mínima fração do escândalo do Bolsomaster.

O bolsonarismo sempre fez isso, substitui um escândalo concreto por uma catarse artificial para criar um influxo e desviar o foco daquilo que realmente é questão central na disputa eleitoral. É uma malandragem antiga do bando bolsonarista para colocar as toupeiras embotadas para tentar confundir a população.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos de coração o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp https://cat.whatsapp.com/GvuXvoe7xtB1XJliMvNOX

Siga-nos no X: https://x.comAntropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igs

Categorias
Política

Vídeo: Flávio Bolsonaro e a máfia do Rio de Janeiro

Falar de Flavio Bolsonaro não é uma tarefa qualquer dada à  interminável lista de envolvimento dele com todo tipo de crime e de criminoso.

É em torno dos esquemas, montados por Flavio, que a milícia e tráfico se somam para alçar mais poder na política carioca e fluminense. Mas a coisa não para aí, e uma gama de todos tipos e gostos de contraventores que, via clã Bolsonaro, sobretudo Flavio, está junto e misturado dentro do esquema político comandado por Flavio, que levou o Rio de Janeiro ao cume do caos.

Agora, Flavio, pretende se tornar presidente da República e transformar esses esquemas em caráter nacional, do Oiapoque ao Chuí.

Náo acredito que Flavio tenha deixado seu pai no chinelo nos esquemas do Rio, na verdade, ele deu continuidade, com outros membros do clã, ao que Jair Bolsonaro começou,

O vídeo abaixo, de Pedro Dória, que está longe de ter qualquer simpatia pelo PT, Lula e afins, ligados à esquerda, ganha uma dimensão inapelavelmente gigantesca, porque traça um panorama cirúrgico de um esquema que hoje comove o Brasil, tal a degradação política carioca e fluminense.

Sim, como disse o ionistro do STF, Flavio Dino, não há nada na história do Brasil que se compare a esse vulcão de banditismo produzido por uma escória gerenciada por Flavio Bolsonaro.

É muito importante assistir a esse vídeo e compartilhá-lo ao menos até o fim da fala de Pedro Dória sobre Flavio Bolsonaro e seu projeto de poder para o Palácio do Planalto, arrastando um bonde de criminosos para comandar o país. Isso é trágico só pelo fato de um sujeito como esse ser candidato à Presidêncoa da República debaixo das barbas da justiça, sem qualquer impedimento, mesmo com tudo o que se sabe desse marginal.

Assista:


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos de coração o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp https://cat.whatsapp.com/GvuXvoe7xtB1XJliMvNOX

Siga-nos no X: https://x.comAntropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igs

Categorias
Mundo Tecnologia

Palantir: a empresa mais perigosa do mundo

Pouco conhecida em comparação com as principais empresas do Big Tech (Google, Amazon, Meta, Apple), a Palantir Technologies é uma veterana no Vale do Silício. A pedra fundamental da empresa foi lançada pela agência de inteligência americana CIA por meio de seu fundo de investimento In-Q-Tel. (Imagem em destaque: Adrián Astorgano / El Salto)

A Palantir combina ferramentas de controle, a lucratividade da guerra e ideologias totalitárias em uma série de produtos que se espalharam por todo o planeta

inferno se abateu sobre a escola Shajareh Tayyebeh, em Minab. Era sábado, 28 de fevereiro de 2026, dia letivo no Irã. As aulas haviam sido suspensas devido aos bombardeios americanos, mas centenas de pessoas permaneciam no prédio, esperando que os alunos fossem buscados por suas famílias. Era um processo demorado, já que muitas meninas e meninos moravam nas aldeias vizinhas e precisavam esperar a chegada dos veículos vindos das áreas rurais. Três mísseis Tomahawk atingiram a escola de Minab, causando 175 vítimas fatais, a maioria delas crianças.

Shajareh Tayyebeh é o cenário do primeiro suposto crime de guerra da Operação Fúria Épica lançada pelos Estados Unidos e Israel. Conforme admitiram fontes do exército norte-americano, cuja administração a princípio negou o ataque, tratou-se de um erro. O software utilizado para a classificação de alvos havia identificado aquela escola infantil como uma infraestrutura militar. Assim estava designada desde 2013 e ninguém — nem humano, nem máquina — havia alterado a classificação daquele centro, que há muito tempo era independente do prédio militar adjacente.

Um software de comando e controle chamado Maven, que tem como base a hipótese de que a rapidez na tomada de decisões é determinante para a vitória em uma guerra, selecionou a infraestrutura civil e os humanos endossaram a decisão de bombardear a escola. Trata-se de um sistema de inteligência artificial utilizado pelo Pentágono para análise de inteligência, vigilância e planejamento de ataques.

Outras investigações indicam que o Maven também foi a ferramenta por trás da operação de sequestro de Nicolás Maduro lançada pela Casa Branca em 3 de janeiro de 2026. Em 21 de março de 2026, três semanas após o massacre de Minab, a Reuters informou que um memorando do Pentágono estabelecia o Maven como o sistema militar central dos Estados Unidos. Por trás do Maven está a Palantir ou, como a qualificou Robert Reich, ex-secretário do Trabalho no governo Obama, “a empresa mais perigosa da América”.

Pouco conhecida em comparação com as principais empresas do Big Tech (Google, Amazon, Meta, Apple), a Palantir Technologies é uma veterana no Vale do Silício. A pedra fundamental da empresa foi lançada pela agência de inteligência americana CIA por meio de seu fundo de investimento In-Q-Tel. A CIA seguiu o instinto de Peter Thiel e Alex Karp, fundadores da Palantir, que perceberam que os ataques de 11 de setembro de 2001 poderiam ter sido antecipados com uma infraestrutura capaz de apresentar, de forma simples e operacional, os dados que já estavam nas bases das principais agências de inteligência do país.

Foi assim que a Palantir cresceu e, por meio dos softwares Gotham (para instituições de controle) e Foundry (para empresas), expandiu-se por todos os pontos do “Ocidente” com uma aposta baseada no domínio. A empresa fornece sistemas que permitem às agências governamentais acessar um panóptico de vigilância e, uma vez estabelecida nelas, torna-se parte indispensável da gestão política do Estado, contribuindo para uma base de obscuridade e invisibilidade das decisões que evita a prestação de contas democrática.

Em 18 de abril, o cofundador da Palantir, Alex Karp, e Nicholas W. Zamiska, chefe de assuntos corporativos da empresa, lançaram um manifesto por meio da rede de extrema direita X, o que colocou a empresa como tema de conversa em todo o mundo. Baseado no livro A República Tecnológica: Poder Bruto, Pensamento Fraco e o Futuro do Ocidente, escrito por Karp e Zamiska e publicado em 2025, o manifesto gerou milhares de posts e artigos, mas também teve um impacto colateral entre os funcionários da empresa. “Era supostamente nós que deveríamos impedir muitos desses abusos. Agora não os impedimos. Parece que estamos os promovendo”, explicava um desses funcionários à revista norte-americana Wired.

Mas, acima de tudo, o manifesto colocava em primeiro plano alguns dos discursos que Karp tem defendido nos últimos anos. Sua hipótese é que a sociedade americana se tornou medíocre, que a “psicologização da política moderna” é um desvio do caminho correto e que a indústria tecnológica tem se orientado para satisfazer esse conformismo, o que fez com que os EUA ficassem para trás na corrida armamentista e na defesa da nação, algo com o que o manifesto se inicia. Para isso, sugerem o retorno do serviço militar obrigatório e a primazia que os EUA devem ocupar na “dissuasão baseada em IA”. Outro dos elementos que levou o manifesto a ser descrito como “os delírios de um supervilão”, é um forte viés supremacista, explicitado em frases como “algumas culturas produziram avanços vitais; outras continuam sendo disfuncionais e regressivas”.

Expandida por todo o mundo
Somando os contratos obtidos do Departamento de Segurança Interna, do Departamento de Defesa e do Pentágono, a empresa obteve 1,8 bilhões de dólares em receitas provenientes do governo dos EUA em 2025. 55% da receita da Palantir depende desses contratos, o que demonstra a imbricacão do atual governo Trump, suas políticas de choque e a posição monopolística que a empresa de Thiel e Karp está ocupando no atual processo de acumulação militarizada. A Palantir é proprietária de um software que está forjando as bases do novo Estado policial norte-americano, conforme descrito por Robert Reich. Na sequência do manifesto da Palantir, os autores Arnaud Miranda e Gilles Gressani descreveram como “por trás do vocabulário republicano, se desenrola uma estratégia que pode ser resumida em uma fórmula: transformar o Estado em uma filial de sua própria infraestrutura digital, esvaziando assim a soberania de sua dimensão democrática”.

O Ministério da Defesa espanhol, o serviço de inteligência francês ou sistemas como o de saúde e o de dissuasão nuclear britânicos contrataram os serviços da Palantir, que também se ofereceu para gerenciar, a baixo custo, sistemas logísticos de distribuição de ajuda por parte de ONGs. Uma experiência que agora serve para a gestão das batidas migratórias realizadas pelo Serviço de Imigração e Controle de Alfândega dos EUA (ICE) por meio do programa ImmigrationOS fornecido pela empresa de Thiel e Karp.

A jornalista especializada em tecnologia e direitos humanos Marta Peirano explica que a base do poder acumulado pela Palantir é a gestão privada de dados fornecidos por órgãos públicos. A partir dessa análise e apresentação, a empresa propõe modelos algorítmicos de tomada de decisão que oferecem soluções aparentemente técnicas. Em terceiro lugar, a Palantir treina seus modelos de inteligência artificial com base nos dados e na experiência coletados, de modo que, embora a empresa afirme não acumular esses dados, na prática eles se tornam o combustível que alimenta seu produto.

Em toda a cadeia de decisões, há considerações éticas sobre privacidade e os vieses empregados nessas segmentações que despertam a atenção de defensores dos direitos humanos em todo o mundo. Há uma “delegação de funções e responsabilidades por parte do governo”, detalha Peirano, que transforma a empresa em um ator privilegiado no comando de instituições, a priori, sujeitas ao escrutínio democrático. Como alertou o pesquisador francês Olivier Tesquet, coautor de Apocalipsis Nerd, por meio dessa posição de poder na tomada de decisões, a Palantir aspira se tornar “o sistema nervoso da próxima ordem mundial”.

O anticristo e o transumanismo
Uma empresa perigosa requer fundadores perigosos. Na campanha de 2016, Thiel foi um dos grandes doadores de Trump, o primeiro dentro do até então nominalmente liberal Vale do Silício. Posteriormente, tornou-se o grande patrocinador do agora vice-presidente dos EUA, JD Vance. Após a vitória da chapa formada por Trump e Vance em 2024, Thiel colocou parte de sua comitiva em cargos-chave do governo americano. Outra figura fundamental do governo Trump, o porta-voz e vice-diretor do Gabinete de Políticas da Casa Branca, Stephen Miller, possui uma participação de várias centenas de milhares de dólares na Palantir.

O fundador da Palantir soube enxergar o potencial de Donald Trump como acelerador das tendências pós-democráticas necessárias para seu projeto político. Seu credo está relacionado ao do Iluminismo Negro. Baseia-se na preeminência dos monopólios, monarquias corporativas, destinadas a governar cidades ou territórios fora do princípio democrático. A ideia foi colocada em prática em ilhas como Roatán — cedida pelo governo corrupto de Juan Orlando Hernández, em Honduras — onde o município de Próspera é uma “zona de emprego e desenvolvimento econômico” fundada em 2017 com o dinheiro de uma série de tecnooligarcas, entre os quais se encontra Thiel. Próspera prefigura um plano muito mais ambicioso: o controle das populações por meio da tecnologia e da vigilância e, ao mesmo tempo, o desenvolvimento das criptomoedas como ferramenta de controle por meio da economia. Mutatis mutandis, é o mesmo plano apresentado por Jared Kushner para a “nova Gaza”.

A Próspera tem sido, também, um pequeno laboratório de experimentação clínica, seguindo o principal desejo de transcendência que move Thiel e outros investidores como Sam Altman (ChatGPT) ou o investidor Marc Andreesen, seguidores das filosofias TESCREAL. Essa sigla, popularizada de forma crítica pelo filósofo Emile P. Torres, abrange uma série de vertentes de pensamento, entre as quais se destacam o transumanismo e o longoprazismo, nos quais Thiel milita ativamente.

Essas ideologias coincidem em um ponto-chave: a extinção dos seres humanos pode se tornar um dano colateral da chegada dos indivíduos pós-humanos, uma ideia defendida por Thiel, entre outros. Como Torres observou a respeito do longoprazismo no podcast Utopía X: “Vejo o longoprazismo como um movimento a favor da extinção que, como tal, representa uma ameaça significativa e de curto prazo para nossa espécie, porque os longoprazistas não estão interessados só em criar pós-humanos em algum momento, mas querem criar pós-humanos o mais rápido possível”.

Da Escola de Frankfurt à Escola de Minab
O segundo nome mais conhecido da Palantir é o de Alex Karp, CEO da empresa. Ao contrário de Thiel, Karp remete-se à tradição filosófica europeia, em princípio distante do milenarismo profético que caracteriza o primeiro. Influenciado por Jünger, Habermas e a Escola de Frankfurt, Karp mudou de um discurso que inicialmente era entendido como “a esquerda da Palantir” para um pensamento que identifica dois inimigos fundamentais.

Em primeiro lugar, os inimigos do que eles chamam de “Ocidente”, ou seja, a Rússia, o Irã e, sobretudo, a China. Em segundo lugar, o chamado “vírus woke”, com o qual a extrema direita classifica a esquerda defensora dos direitos humanos. Como resume Tesquet, para Karp “as democracias estão perdendo uma espécie de guerra de civilizações contra seus adversários autoritários, não porque lhes falte talento, mas porque seus engenheiros se tornaram apreensivos demais para colocar suas habilidades a serviço do poder militar”.

De origem judaica, o fator que desencadeou o discurso mais violento por parte de Karp foi o genocídio perpetrado por Israel em Gaza, no qual a Palantir participou orgulhosamente, conforme confirmou o próprio CEO da empresa.

Os assassinatos extrajudiciais fazem parte dos danos com os quais a civilização deve arcar, segundo a ideologia exposta por Karp, que se inspira cada vez mais em uma fonte alemã radicalmente distinta das de Frankfurt, como é o pensamento do jurista do Terceiro Reich Carl Schmitt a respeito da dicotomia amigo-inimigo, na qual os Estados se baseiam para sua maior prosperidade. Em uma reviravolta inusitada, o manifesto publicado em abril por Karp e Zamiska fazia uma referência às potências do Eixo na Segunda Guerra Mundial, em seu ponto número 15: “O desarmamento da Alemanha foi uma correção excessiva pela qual a Europa agora está pagando um alto preço. Um compromisso semelhante e altamente teatral com o pacifismo japonês, se mantido, também ameaçará alterar o equilíbrio de poder na Ásia”.

Como concluiu Olivier Tesquet, a Palantir ocupa um lugar central na biopolítica do capitalismo tardio, decidindo quem deve viver — inclusive, seguindo o credo de Thiel, que tipo de seres pós-humanos devem sobreviver à espécie homo sapiens — e quem deve morrer, em uma aposta pela necropolítica de difícil reversão. Para revertê-la, conclui Peirano, não basta acabar com a crescente dependência que os Estados ocidentais adotaram em relação à Palantir, mas será necessário destruir as bases de dados acumuladas por essa empresa, uma empresa que aspira criar uma espécie de Razão Tecnológica de Estado, uma versão acelerada e privada das tendências autoritárias latentes nas democracias liberais.

*Opera Mundi

Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos de coração o seu apoio.

Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp https://cat.whatsapp.com/GvuXvoe7xtB1XJliMvNOX

Siga-nos no X: https://x.comAntropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igs

Categorias
Política

Ciro Nogueira comprou um triplex por R$ 22 milhões um mês antes da emenda Master

O senador Ciro Nogueira (PP-PI) comprou uma cobertura triplex de 514 m² em um prédio de luxo na Rua Oscar Freire, em São Paulo, por R$ 22 milhões em julho de 2024. Isso ocorreu cerca de 26 dias antes de ele apresentar a chamada “emenda Master” (Emenda nº 11 à PEC 65/2023) no Senado, em 13 de agosto de 2024

Detalhes da compraCiro se tornou sócio de Daniel Vorcaro (dono do Banco Master) alguns meses antes. Segundo ele, o pagamento envolveu a entrega de um apartamento no mesmo prédio (avaliado em R$ 8 milhões) + parcelamento do restante em dinheiro.

Recentemente, ele trocou esse triplex por uma mansão projetada por arquiteto renomado nos Jardins (estimada em torno de R$ 30 milhões).
metropoles.com
Contexto da “Emenda Master”A emenda propunha aumentar o limite de garantia do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) de R$ 250 mil para R$ 1 milhão por depositante/investidor. A Polícia Federal investiga se o texto foi redigido pela assessoria do Banco Master, entregue em envelope ao senador e reproduzido integralmente por ele.
bbc.com

A PF vê indícios de que a emenda beneficiaria o banco de Vorcaro (envolvido em fraudes bilionárias), em troca de vantagens como, pagamentos mensais (R$ 300-500 mil). Aquisição de participação societária com deságio. Custos de viagens, hotéis e uso de imóveis.

Ciro Nogueira é alvo da Operação Compliance Zero (fase de maio de 2026), com buscas autorizadas pelo STF. Sua defesa nega irregularidades, afirma que a emenda era legítima e que as relações com Vorcaro são empresariais ou pontuais (como empréstimo temporário de imóvel). A emenda não foi aprovada.

O caso está em investigação e envolve suspeitas de corrupção e tráfico de influência.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos de coração o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp https://cat.whatsapp.com/GvuXvoe7xtB1XJliMvNOX

Siga-nos no X: https://x.comAntropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igs

Categorias
Uncategorized

Flavio quer anistia para seu pai, mas também quer reduzir a maior idade penal para crianças de 14 anos

Mesmo preso em uma de suas mais de 51 mansões, fora as que estão em nomes de parentes, Flavio quer uma prisão light para o papai, melhor dizendo, anistia ampla geral e irrestrita, mas só para o papai. Afinal, ele é um bandido diferenciado, com aposentadoria de anos de seriços prestados à marginalidade, que começou quando ainda pertencia às Forças Armadas e praticava garimpo ilegal com outros subordinados.

Bolsonaro foi preso e expulso do Exército por ameaçar de terrorismo os próprios quartéis com bombas, da mesma forma, a barragem do Guandu no Rio de Janeiro, porque lhe foi negado o aumento do soldo.

Já no mundo civil, ainda como vereador e, depois, deputado federal, além de sua inutilidade sem qualquer projeto aprovado em 27 anos de carreira, montou um esquema de formação de quadrilha e peculato, mimosamente chamado de rachadinha, com Queiroz, com tudo.

Durante o percurso foi fazendo filhos para herdar as sesmarias públicas de ficar com 90% dos salários pagos a laranjas e fantasmas, incluindo milicianos e parentes.

Ou seja, Bolsonaro já operava no intestino grosso dos seus bezerros, montando uma rede de imóveis pagos em dinheito vivo e outras formas góticas de acumular uma verdadeira fortuna, e os bolsonaristas ainda dizem que Bolsonaro não é corrupto.

Na verdade, gerenciado por Queiroz, fez com que cada filho adotasse como dialeto a rachadinha. Desse modo, a família sempre via o céu azul e o sol brilhando em suas vidas.

Mas além dessa renca de crimes, seu governo foi o nascedouro do Banco Master sob a direção de seu indicado para o Banco Central, Campos Neto. Daí dá para imaginar como essa gente operou para produzir a maior fábrica de chocolate do planeta, a mesma que, junto com o dinheiro que Flavio pegou do BRB, comandado por Ibaneis Rocha, comparsa de Bolsonaro e ligado a Vorcaro, comprou com preço subfaturado, aquela mansão cinematográfica de fazer inveja a qualquer estrela de Hollywood. Detalhe, na cara de todos, por ter certeza absoluta de sua impunidade.

Claro, Flavio contava com a eternidade de seu pai no poder, pelo voto ou pelo golpe, para que a justiça não lhe tocasse.

Agora, aparece Flavio, parsa político de Romeu Zema, que quer a volta da esravidão infantil, roncando valentia contra crianças de 14 anos que ele propõe que sejam presas numa redução da maior idade penal.

Já os condenados, por qualquer forma de crime, Flavio quer muito mais do que o rigor da lei, quer aumentar e muito a pena sem qualquer benefício para que o infrator apodreça na cadeia.

Grosso modo, esse é o projeto de Flavio Bolsonaro, livrar a cara do pai, que, no golpe, tramou a morte de Lula, Alckmin e Moraes, comandou a tentativa de explosão de uma caminhão de combustível no aeroporto de Brasília e, à distância, maneteou a tentativa frustrada de golpe de 8 de janeiro de 2023 por não aceitar a derrota nas urnas.

Fica apenas a pergunta, será mesmo que algum brasileiro depositará seu voto para um delinquente, irmão de delinquente, filho de delinquente, tornar-se um prseidente da Repúnlica com todo o seu histórico de ligação com o que existe de mais podre e criminoso na política carioca e fluminense? É difícil de acreditar até para os padrões de um gado totalmente acéfalo.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos de coração o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp https://cat.whatsapp.com/GvuXvoe7xtB1XJliMvNOX

Siga-nos no X: https://x.comAntropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igs

Categorias
Brasil Mundo

Brasil supera EUA e lidera ranking global dos investimentos chineses

Em 2025, os chinenses aplicaram no país US$ 6,1 bilhões distribuídos em 52 projetos

O Conselho Empresarial Brasil-China (CEBC) divulgou que o Brasil assumiu a primeira colocação do ranking global de investimentos da China no exterior. Em 2025, os chinenses aplicaram no país US$ 6,1 bilhões distribuídos em 52 projetos.

Desse modo, houve um crescimento de 45% em valor e 33% em número de empreendimentos em relação ao ano anterior.

“Esse desempenho colocou o Brasil como principal destino global dos investimentos chineses naquele ano, respondendo por cerca de 11% do total aplicado pela China no exterior, um resultado expressivo”, diz nota do CEBC.

O Brasil superou os Estados Unidos, que detêm 6,8% dos aportes globais feitos pelos chinenses, seguido da Guiana com 5,7%, Indonésia com 5,4% e Cazaquistão com 4,4%.

Do ponto de vista setorial, houve uma mudança relevante na composição dos aportes. Segundo a CEBC, o setor de eletricidade manteve a liderança em termos de valor, com forte concentração em projetos de energia renovável e transmissão, mas os investimentos em mineração mais que triplicaram, atingindo sua maior participação histórica.

“Esse movimento reflete o interesse estratégico da China por minerais críticos como cobre, níquel, ouro, grafite e terras raras. A crescente presença de empresas chinesas na mineração dialoga diretamente com o avanço de investimentos na indústria de veículos eletrificados, outro destaque de 2025”, diz o Conselho.

O balanço da entidade aponta que, a despeito desses grandes aportes em energia, mineração e setor automotivo, destaca-se a diversificação crescente dos investimentos chineses, segundo o Vermelho.

Por exemplo, houve expansão para áreas como Tecnologia da Informação, logística, manufaturas de eletroeletrônicos e serviços associados à economia digital.

O CEBC conclui que o Brasil se consolida como um destino estratégico prioritário para capital produtivo, combinando “uma janela macroeconômica favorável e vantagens estruturais como grande mercado consumidor, abundância de recursos minerais e energéticos e uma matriz elétrica limpa, ao mesmo tempo em que se beneficia do redirecionamento do investimento chinês diante de restrições geopolíticas”.

Confira os investimentos por setor:

– O setor de eletricidade foi o que mais atraiu investimentos chineses no Brasil, com participação de 29,5% e aportes que somaram US$ 1,79 bilhão, um aumento de 25% em relação a 2024 e o maior valor desde 2020.

– A área de mineração recebeu investimentos de US$ 1,76 bilhão – mais que o triplo do valor registrado em 2024 e o maior valor desde 2011.

– O setor automotivo ficou em terceiro lugar e respondeu por 15,8% do valor investido pelas empresas chinesas no Brasil em 2025, com aportes que somaram US$ 965 milhões — cifra 66% maior do que a registrada em 2024.

– Os investimentos chineses no setor de petróleo chegaram a US$ 804 milhões em 2025, 24% a menos do que no ano anterior.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos de coração o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp https://cat.whatsapp.com/GvuXvoe7xtB1XJliMvNOX

Siga-nos no X: https://x.comAntropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igs

Categorias
Política

água no chopp da bolsonarada

Moraes suspende a aplicação da Lei da Dosimetria que reduz pena de Bolsonaro.

Bolsonaro, embalado pela PL da Bandidagem, havia pedido ao STF a anulação da sua condenação a 27 anos de prisão, quando recebeu u torpedo de Moraes suspendendo a aplicação de uma lei malandra dos bolsonaristas do Congresso para livrar a cara do maior bandido do país.

A Lei da Dosimentria, alé, de outros absurdos, prevê a redução da pena de Bolsonaro de 27 anos a pó.

A Lei da Dosimetria altera critérios de cálculo de penas e regras de execução penal, especialmente para crimes contra o Estado Democrático de Direito. Ela foi aprovada pelo Congresso após derrubada de veto de Lula e pode reduzir penas de condenados pelo 8/1, incluindo potencial benefício a Jair Bolsonaro e aliados.

Num claro atentado à democracia, o golpista se animou com esse borralho jurídico que o Congresso inventou, mas Moraes, cortando as asas dos espertos, suspendeu a aplicação da jogada até o julgamento do STF.

Agora é aguardar para ver o resultado do julgamento, se o STF se comportará como o guardião da democracia, refugando essa lei malandra dos golpistas

Moraes não esperou passar o fim de semana para dar uma voadora na jugular do mandante de seu assassinato, mostrando que está vacinado contra pressão da grande mídia cadqa dia mais bolsonarista.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos de coração o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp https://cat.whatsapp.com/GvuXvoe7xtB1XJliMvNOX

Siga-nos no X: https://x.comAntropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igs