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Guedes prova mais uma vez que não há terceira via. A direita neoliberal é uma via só

No vestuário pode haver alguma diferença entre o que se classifica como extrema direita e terceira via, os dois estão do mesmo lado da guerra em prol das classes dominantes.

Mas não é essa a ideia que unifica as supostas duas correntes, mas as estampas das manchetes, mostrando que são siamesas e sempre cantarão em uníssono. Um pode até decalcar o outro, imitar, papagaiar, fazer as mesmas caretas, produzir os mesmos guinchos conceituais e dar títulos diferentes a uma mesma ideia, a central que unifica essas duas supostas correntes é o combate ao pobre, não à pobreza.

Depois de Paulo Guedes dizer que, na época de Lula era uma farra porque empregada doméstica estava indo à Disney, e hoje reclamar que o filho do porteiro fez faculdade com o programa Fies criado pelo governo Lula, o último romântico da escola de Chicago, decididamente, ganha a medalha tucano de ouro neoliberal.

Na verdade, ontem, quando Paulo Guedes declarou que “todo mundo quer viver 100 anos”, ele decalcou FHC quando chamou os aposentados de “vagabundos” que custavam caríssimo aos cofres públicos.

Segundo Paulo Guedes, “a longevidade dos brasileiros se tornou um problema para as contas públicas. “Todo mundo quer viver 100 anos, 120, 130. Não há capacidade de investimento para que o Estado consiga acompanhar”.

O que não se pode esquecer é que essa desculpa pelo fracasso anunciado pelos neoliberais, não vem de agora, quem viveu o período militar lembras-se muito bem que o fracasso econômico em que eles jogaram o país com uma hiperinflação, segundo os próprios, era culpa do pãozinho de sal e que a farinha de trigo importada da Argentina era subsidiada pelo governo para baratear o produto, que é um dos alimentos preferenciais dos brasileiros, querido por 10 em cada 10 brasileiro, rico ou pobre.

O problema é que o próprio Guedes acaba sendo garoto propaganda dos governos Lula e Dilma que proporcionaram tantos avanços para as camadas mais pobres da população e ainda deixaram num cofre a maior reserva internacional de que se notícia no Brasil, 380 bilhões de dólares.

No caso do filho do porteiro que entrou para a faculdade, Guedes descarregou seu preconceito com uma torrente de mentiras:

“O porteiro do meu prédio, uma vez, virou para mim e falou assim: ‘Seu Paulo, eu estou muito preocupado’. O que houve? ‘Meu filho passou na universidade privada’. Ué, mas está triste por quê? ‘Ele tirou zero na prova. Tirou zero em todas as provas e eu recebi um negócio dizendo: parabéns, seu filho tirou…’ Aí tinha um espaço para preencher, colocava ‘zero’. Seu filho tirou zero. E acaba de se endereçar a nossa escola, estamos muito felizes”, disse Guedes.

*Carlos Henrique Machado Freitas

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Lula, elegível, dispara em número de seguidores nas redes e fica 9 vezes maior que Bolsonaro

Em março, petista teve engajamento de 48%, enquanto o presidente obteve 5% de interações no Facebook e Instagram.

De volta ao jogo eleitoral, Lula tem aumentado o engajamento e número de seguidores nas redes sociais mais rapidamente do que Jair Bolsonaro.

Em março, o petista teve um engajamento de 47,9%, ante 5% de Bolsonaro, no Facebook e Instagram.

Nos primeiros 19 dias de abril, a taxa de Lula foi de 6,17%. A de Bolsonaro, 1,33%.

Os números constam de levantamento da Ativaweb, agência especializada em comunicação digital e política.

Em 8 de março, Edson Fachin anulou as condenações de Lula na Lava Jato, e o petista voltou a ficar elegível.

Na última quinta-feira, dois dias após o fim da pesquisa, Lula obteve mais uma vitória política: a maioria dos ministros do STF manteve decisão que declarou Sergio Moro parcial ao condenar o ex-presidente.

Na quinta-feira (22), o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por maioria, atender a um agravo regimental apresentado pela defesa do ex-presidente que afirmava que a decisão sobre a incompetência da 13ª Vara Federal de Curitiba não afeta o reconhecimento da suspeição do ex-juiz Sergio Moro por quebra de imparcialidade, definido na Segunda Turma da Corte em 23 março.

*Com informações de Guilherme Amado/Época

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O que Mainardi fará da vida depois de decretada a morte política de Moro?

Se o antigo ditado diz “que para nascer um político tem que morrer um sábio”, o que se vê agora, é que, com a morte de um burro, morreu também o político, pior, morreu quem tinha ambição de ser seu braço direito na colônia curitibana.

O fato é que Mainardi está olhos saudosos no velho e caquético herói da capa preta curitibana. Não sobrou um cotoco de espada do Zorro do califado lavajatista.

E aí dá pra pensar, pra quem esse imbecil cita frases do filme O Poderoso Chefão como um soberbo espetáculo de burrice a céu aberto. Sim, porque Moro sempre foi um burro com orgulho de sê-lo.

Ele tem lá seus motivos, pois Mainardi viu nele uma sumidade. Mainardi, podem rir, que era apresentado pela revista Veja como colunista de cultura, viu em Sergio Moro a mistura do herói com o gênio, sobretudo o gênio que representava seu fígado amargo e sua bílis contra Lula. Foi tudo para o lixo.

De Moro, não sobrou um fio de cabelo para Mainardi tentar se agarrar.

Na verdade, Moro ainda dá um belíssimo abraço de afogado no fascista do blog O Antagonista depois de tomar um caixote no STF e desaparecer.

Já Dallagnol continua, como todo molecote abobado, explicando a goleada que tomou do STF.

Moro assumiu de vez a condição de tatu, entrou na toca e de lá não sai mais, não dá um pio, assumindo que, no duelo de morte com Lula, foi Moro quem morreu, porque é trouxa, é pato, é boboca, provinciano e inculto. Ele não teve condição de se medir diante do tamanho que Lula tem no mundo.

Mainardi, possivelmente, vai tentar cavar um espaço no bonde de Dória, porque certamente fará uma figuração durante meia dúzia de dias e, depois, esquecerá por completo que um dia foi o maior baba-ovo de Sergio Moro, o ex-herói dos tolos.

*Carlos Henrique Machado Freitas

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O Globo já admite que Lula será presidente em 2022 e recuperar a imagem do Brasil no mundo

Um dos principais porta-vozes de O Globo, Ascânio Seleme, já dá como certa a vitória de Lula em 2022 rumo ao terceiro mandato.

Segundo o articulista e porta-voz dos Marinho, Lula terá ainda a missão de limpar a imagem do Brasil no mundo, imagem esta que, segundo ele, foi aniquilada após o desastre do governo militar de Bolsonaro.

Se de um lado, Ascânio diz que Lula está reabilitado política e moralmente depois da decisão do STF, que carimbou na testa de Moro o título de juiz parcial e todas as interpretações mais nefastas que o termo carrega, o articulista simplesmente deleta Moro da vida nacional, sob qualquer aspecto, o que não deixa de ser uma confissão de derrota vexatória de todo o contexto que envolve a republiqueta de Curitiba que teve como principal avalista justamente o império Globo.

E esse assunto ainda será muito debatido do ponto de vista da justiça, mas também da imprensa nacional, porque Ascânio Seleme está sendo econômico quando diz que a imagem do Brasil no mundo foi destruída por Bolsonaro, quando, na verdade, a imagem do judiciário brasileiro perante a comunidade jurídica internacional virou um trapo, o que é admitido, sobretudo por ministros do STF que participam de encontros internacionais de juristas.

O mesmo pode-se dizer da imprensa brasileira que, em artigos, é poupada em pela imprensa internacional, não fazendo uma crítica direta ao baronato midiático que elevou Moro à condição de herói nacional e Bolsonaro a presidente viável, contanto que o PT não voltasse ao poder, sob qualquer hipótese.

Mas sabe-se lá fora que o discurso feroz contra o próprio Lula colocando todas as luzes de celebridade sobre Moro e Bolsonaro, seguiu rigorosamente as instruções dos empresários de mídia no Brasil.

Diante do pesadelo ou dos pesadelos provocados por esse caldo que misturou duas milícias, a de Curitiba e a de Rio das Pedras, com Moro e Bolsonaro e o preço que isso custou ao país, e vendo que Lula é, sem dúvida, um dos quadros políticos mais importantes na geopolítica global, o jornal dos Marinho, através de Ascânio Seleme, de forma sábia, rende-se à realidade e dá a Lula a vitória e a missão de salvar o Brasil do inferno que a imprensa brasileira, sobretudo a Globo, ajudou a mergulhar os brasileiros.

*Carlos Henrique Machado Freitas

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Vídeo: O que diferencia um gênio político como Lula de um juiz medíocre como Moro

Um dos grandes problemas da Lava Jato foi a república de Curitiba criar um enredo horrivelmente medíocre, independente de bordar uma legenda indecente nas imagens que construía na mídia, a brutalidade da narrativa que dependia mais da máscara exótica do que da explicação, criou um modo inconfundível de contar porcamente uma mentira.

Essa mentira deveria virar uma espécie de esperanto na mídia.

Com o tempo, essas fartas provas que engrossaram a corrente da fraude judicial, absolutamente pobre de imaginação, enfrentaram uma saraivada de críticas contra o teatralismo pitoresco que definiria como fenômeno de mídia uma operação policial.

Com isso, a Lava Jato por si só transformou-se no único tribunal supremo, ela investigava, inventava o enredo, julgava, condenava e, sobretudo, publicizava como símbolo grandiloquente do combate à corrupção.

Estávamos diante de um juiz milagreiro que, agora, transformou-se numa fúnebre caricatura do que sonhava ser.

Do outro lado, estava Lula, a principal vítima de toda a trama que tinha origem na própria mídia em harmonia com a república de Curitiba, para mexer com os sentimentos da população e transformar Lula num eterno bandido.

O problema que começa a transformar o terreno de Moro em um campo alagadiço já se dá na própria estética oficial que aparece no interrogatório de Moro a Lula.

O temperamento de Lula deu unidade irretocável aos seus valores, enquanto do outro lado, um juiz inseguro, como é comum aos que têm vocação à mediocridade, viu-se sem rumo, ficando perceptível que quem estava da defensiva não era o acusado, mas o próprio juiz.

Não era de se estranhar, simplesmente porque Lula sabia quem ele era e Moro também sabia perfeitamente bem quem ele era, que dependia de um figurino de herói pintado pela mídia para sustentar toda a podridão que produziu para brincar de polícia e ladrão com quem não deu vírgula de brecha aos que o interrogaram.

Lógico que Lula, além de ser absolutamente inocente, estava fortalecido naquilo que interessa, sua consciência. Do outro lado, acontecia justamente o oposto. E é aí que entra a genialidade política de Lula e a mediocridade de Moro e dos procuradores.

A precisão das respostas, a inclinação do corpo, o tempo e a inversão do protagonismo mostraram claramente o abismo que separa um gênio político de um juiz miseravelmente medíocre.

Essa é apenas uma fração de um extenso exemplo do que ocorreu durante todo o processo da Lava Jato. E aqui se fala de um juiz que teve todos os holofotes e torcida da mídia e, do outro lado, toda uma campanha de execração pública contra Lula, mas que ainda assim, como já mostrava na campanha de 2018, Lula teria dado um baile político com os pés nas costas do minúsculo Moro.

O que o STF fez foi somente ratificar a gigantesca diferença entre um anão moral que se fantasiou de juiz e o maior gênio da política brasileira que se transformou numa das mais importantes, senão a maior liderança política da atualidade no planeta.

É isso que, inapelavelmente, a história contará.

*Carlos Henrique Machado Freitas

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Lula não apenas está liberado para ser candidato em 2022 como pode dizer que Moro foi parcial e suspeito. palavras do STF

“Lula não apenas está liberado para ser candidato em 2022 como pode dizer que Moro foi parcial e suspeito. palavras do STF”. (Mônica Bergamo)

Depois de denunciado pelo STF como juiz suspeito, ou seja, um juiz que corrompeu o próprio sistema de justiça para condenar Lula, o lavajatismo da mídia não tem outra alternativa, a não ser colocar a viola no saco, recolher as armas e desaparecer com Moro.

A fogueira da vaidade de Moro  foi apagada com um banho de água fria. As palestras que lhe renderam tanto dinheiro às custas da prisão de Lula, não mais existirão.

Aquele juiz que caçou Lula como quem fareja mel para alimentar a sua carreira política, lascou-se.

Na verdade, o STF fez uma espécie de acareação e, por maioria, chegou à conclusão de que Moro, sim, é que era o corrupto, porque agiu da forma mais primitiva que um delinquente age para direcionar toda a sua artilharia na mira de Lula. Tudo foi feito sem o menor requinte, aos solavancos e empurrões.

Aliás, o ornamento que Cármen Lúcia lhe enfiou pela cabeça para lhe taxar de juiz corrupto e ladrão está, sobretudo na condução coercitiva de Lula que deu a Moro acabamento de uma estátua de bronze para a mídia nativa.

Com isso, Moro foi de juiz imortal a rábula imoral.

Tanto Gilmar Mendes quanto Lewandowski espancaram a vulgaridade de Moro que, com certeza, promoverá pilhas de dissertações sobre uma lógica filosófica de direito que deve ser vista como o esgoto do esgoto.

Aquele Moro romanceado com visão de um juiz idealista, não teve nem como sair à francesa, foi desossado tanto por Gilmar quanto por Lewandowski diante de um Barroso tão imoral quanto seus pupilos numa defesa pela incivilização promovida pela república de Curitiba.

Na verdade, sem a menor necessidade, Barroso cometeu um suicídio se agarrando ao espírito lavajatista, reafirmando a existência de algo muito maior em termos de afeto entre Barroso e o lavajatismo. Por isso colocou-se de forma tão pequena, bem abaixo do medíocre, tendo que se despir daquele estilo e tom fictícios de príncipe das leis.

O fato é que, se Barroso ainda guardava algum brilho, ontem ele foi completamente apagado, teve que se subordinar à lei e não a uma imaterialização translúcida da lei à moda do chefe, revelando que ele é muito ruim de improviso, pois não acertou um golpe sequer em Lewandowski e, muito menos em Gilmar Mendes que lhe desferiu um cruzado fatal, “Vossa Excelência perdeu!”.

Ou seja, o cipó de aroeira comeu pra todo lado, provocando gargalhadas em quem estava sufocado de tanta injustiça e cinismo cometidos pelo complexo lavajatista durante seis anos de farsa de combate à corrupção.

Ora, Moro sim, desmoralizou o combate à corrupção, mostrou como, em nome da moral dos imorais, dependendo de sua parceria com a mídia, pode provocar o caos em um país, como a Lava jato provocou e foi muito bem descrito por Lewandowski.

O discurso de Barroso há muito estava vencido, o que ele fez no julgamento de ontem não foi defender o combate à corrupção, mas defender quem o esculhambou, em nome de uma causa política pessoal de um juiz suspeito que corrompeu, principalmente, além da própria lei, o termo “combate à corrupção”.

E é assim, como bem disse o deputado do Psol, Glauber Braga, que Moro vai entrar para a história, sacramentado pelo STF como um juiz corrupto e ladrão. Ponto.

Assista:

*Carlos Henrique Machado Freitas

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Política

Ver Merval e Vera Magalhães de ressaca depois da extraordinária vitória de Lula no STF, não tem preço

Ver Merval Pereira e Vera Magalhães de ressaca depois de se embriagarem de ódio contra Lula, não tem mesmo preço.

Ontem, no Jornal das 10, na GloboNews, deu pena de Merval.

O coitado estava murcho, varado, parecia que o Saci tinha lhe sugado todo o sangue.

O sujeito era um bode só.

Merval, em seu comentário, não falou, assoviou, gaguejou, tropeçou e empapou.

O imortal da Academia Brasileira de Letras, estava morto. Aprisionado em seu próprio mundinho, viu-se só com seus demônios e parecia ter visto um fantasma na rotação que a terra deu lhe trazendo a noite e as trevas.

Já Vera Magalhães, na tentativa de fugir dos pesadelos que teve com a vitória de Lula no STF, sim, aqui é bom abrir um parêntese, tanto Merval quanto Vera não ficaram chateados com a derrota massacrante e definitiva de Moro, que viu a Lava Jato receber o último prego do caixão da república de Curitiba, a ressaca moral de ambos está na vitória de Lula que provocou um profundo desconsolo nos dois.

A poça em que se encontram Vera e Merval está relacionada à vitória de Lula, por isso os dois, depois de tanto suar, ficaram murchos e com a caixola lenta e vazia.

Vera Magalhães não quer nem falar do assunto. Para ela, essa tragédia tirou qualquer possibilidade de justificar alguma coisa. O tranco foi forte e o repuxo, impactante tanto em Vera quanto em Merval, que não fizeram mais do que todo o tipo de molecagem jornalística para pintar Lula como o pior dos seres humanos e atazanar a vida do ex-presidente o máximo que podiam.

Depois do julgamento histórico, os dois nem se remexem no ninho tucano, tal a ressaca de ódio em que se encontram.

Trocando em miúdos, o efeito colateral que o triunfo de Lula no STF provocou em Vera e Merval, foi brutal, daqueles em que os ressaqueados não sabem nem se vale a pena viver.

Como Lula gosta de dizer: chupa que a cana é doce.

Carlos Henrique Machado Freitas

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Vídeo: Na Cúpula do Clima, Globo se associa a Bolsonaro para esconder os feitos do PT

A globo é capaz de tudo para prejudicar o PT e, consequentemente, Lula. Para tanto, Miriam Leitão foi capaz de criar um governo para Marina Silva, quando enalteceu os seus feitos enquanto ministra do Meio Ambiente do governo Lula, do PT. Mas jamais Miriam citaria Lula ou o PT, então ela deu a entender que quem governava o Brasil naquele período era Marina, aliás, a eterna candidata.

Miriam também citou o governo Temer como se tivesse feito um grande investimento na Amazônia, mas esqueceu de dizer que o golpista cortou pela metade o valor investido por Dilma. Nesse sentido, a Globo se associa a Bolsonaro para praticar o “tudo, menos o PT”.

Assista:

*Da redação

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STF decide manter casos de Lula em Brasília

Fazendo de conta que a Lava Jato ainda existe, vamos às informações sobre os casos de Lula na Lava Jato.

A corte declarou a incompetência territorial da Justiça Federal do Paraná na semana passada e, agora, decidiu que os casos devem ser remetidos para Brasília.

Segundo reportagem da Folha, o STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu nesta quinta-feira (22) que as quatro ações da Lava Jato contra o ex-presidente Lula (PT) que foram retiradas de Curitiba sejam remetidas à Justiça Federal do Distrito Federal.

Na semana passada, a corte já havia confirmado, por 8 votos a 3, a decisão individual do ministro Edson Fachin de declarar a incompetência territorial da Justiça Federal do Paraná para processar o petista.

Com isso, as duas condenações em segunda instância contra o ex-presidente  foram anuladas e ele ficou apto a disputar as eleições de 2022.

Nesta quinta-feira, o ministro Alexandre de Moraes ficou vencido ao defender que os processos de Lula deveriam ser enviados para a Justiça de São Paulo.

O magistrado afirmou que a denúncia do MPF (Ministério Público Federal) acusa o petista de receber benefícios de empreiteiras em SP e, por isso, esse deveria ser o destino dos casos.

Prevaleceu, no entanto, a tese de Fachin de que os processos devem ir para o Distrito Federal sob o argumento de que os fatos narrados pelo MPF dizem respeito a negociações feitas por Lula em Brasília quando era presidente da República.

“As condutas são imputadas como tendo sido praticadas na chefia do Executivo. Não se trata de estabelecer foro de atração, não se trata de onde se situam bens e coisas, mas onde se situa o juízo do local, onde os atos teriam sido cometidos”, disse.

Barroso seguiu a mesma linha e disse que o mais correto é observar o local em que foram realizadas as condutas supostamente irregulares de Lula.

Segundo ele, a posição de Moraes não pode prevalecer porque, pela lógica, em casos em que políticos são acusados de receber propina no exterior, a competência seria transferida para outro país.

Além dos dois, os ministros Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Rosa Weber, Cármen Lúcia também votaram para que o caso vá para o DF. Moraes, por sua vez, foi acompanhado por Ricardo Lewandowski ao defender a remessa dos processos para São Paulo.

Os ministros Kassio Nunes Marques e Marco Aurélio não opinaram a respeito porque haviam defendido a manutenção da competência de Curitiba.

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Vendendo uma realidade paralela à que vive o Brasil, Bolsonaro fez propaganda mundial dos grandes feitos dos governos do PT

Até a GloboNews teve que admitir que Bolsonaro fez um discurso com olhos saudosos dos governos Lula e Dilma para vender um peixe que ele não tem.

O grande avanço ambiental que Bolsonaro vendeu trouxe todas as luzes para os feitos de Lula e Dilma. Ali sim, um sonho cristalizou-se em ideia, e desta a ação.

Lógico que Bolsonaro não citou o PT, nem Lula e Dilma, mas toda a Europa, na realidade, todo o globo sabe que os governos do PT mudaram completamente a história, e com excelência, da relação entre desenvolvimento e preservação ambiental, porque foram referências pioneiras e corajosas no mundo.

O que ninguém esperava é Bolsonaro abrir a boca para a desonra do próprio, a de vender uma mercadoria que não só nunca foi sua, como ele passou o tempo todo como deputado e, agora, como presidente excomungando.

Se alguém o interrogasse naquele momento, certamente, ele fugiria da Cúpula, até porque não tem a menor ideia do que leu, que alguém escreveu para o idiota ler, empolgado. Ou seja, Bolsonaro fez um discurso às custas alheia, às custas do PT, de Lula e de Dilma. Isso ficou flagrante não só na expressão fisionômica do terror da Amazônia que ganhou os maiores comentários da mídia e das redes sociais e, com certeza, dos quatro cantos do planeta.

O cara de pau só faltou se fantasiar de louro José pedindo o traje emprestado ao Véio da Havan para deitar falação em feitos que não são seus para tentar esconder a erosão demolidora que seu governo vem fazendo. de forma sistemática e programada, contra o diamante ambiental chamado floresta amazônica para servir ao apetite de grileiros, madeireiros, mineradores, garimpeiros e outros bichos que formam esse anacronismo de pedra berrado por Bolsonaro de dentro do Palácio do Planalto.

*Carlos Henrique Machado Freitas

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