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Avião da PF segue para o Rio de Janeiro e aumenta rumores sobre uma grande operação

O deslocamento acontece em meio a rumores sobre a possibilidade de a corporação deflagrar uma grande operação no Rio de Janeiro. Vazamentos de informação da PF teriam sido feitos para beneficiar Flávio Bolsonaro.

Um avião da Polícia Federal partiu nesta quarta-feira (20) para a cidade do Rio de Janeiro. O deslocamento acontece em meio a rumores sobre a possibilidade de a corporação deflagrar uma grande operação no Rio de Janeiro.

A aeronave (um Embraer 145), com capacidade para até 50 pessoas, costuma ser usada em grandes ações da PF e na transferência de presos considerados com alto nível de perigo por autoridades.

O Rio de Janeiro é palco de importantes investigações. O empresário Paulo Marinho, suplente de senador na chapa com Flávio Bolsonaro, afirmou que o advogado Victor Granado recebeu de um delegado da Polícia Federal a informação de que uma operação da PF envolveria pessoas do gabinete do parlamentar. Ou seja, seria vazamento de informação para proteger o filho de Jair Bolsonaro no âmbito das investigações sobre um esquema de corrupção quando era deputado estadual.

 

 

*Com informações do 247

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Saúde

Genocídio: Protocolo da Saúde que libera cloroquina não tem assinatura de responsável médico

Texto tem apenas a informação de que trata de ‘orientações’ do Ministério da Saúde; documento anterior tinha lista de profissionais médicos que auxiliaram na sua elaboração.

O novo protocolo do Ministério da Saúde para liberar o uso da cloroquina até mesmo em pacientes contaminados por Covid-19 em sintomas leves não é assinado por nenhum técnico ou médico colaborador. O texto divulgado tem apenas a informação de que trata de “orientações do Ministério da Saúde para tratamento medicamentoso precoce de pacientes com diagnóstico da Covid-19″.

O primeiro documento sobre tratamento da doença provocada pelo novo coronavírus foi divulgado pelo Ministério da Saúde em 6 de abril de 2020 e restringia o uso da cloroquina apenas para pacientes hospitalizados e em estágio grave da doença. O documento foi elaborado pela Secretaria de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde – SCTIE. O texto registra ainda que participaram da edição o Departamento de Gestão e Incorporação de Tecnologias e Inovações em Saúde – DGITIS, a Coordenação-Geral de Gestão de Tecnologias em Saúde – CGGTS e a Coordenação de Gestão de Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas – CPCDT .

O protocolo de abril tinha ainda uma lista de profissionais médicos que auxiliaram na sua elaboração. Entre eles estavam Ângela Maria Bagattini , do Hospital Sírio Libanês; Bruno de Melo Tavares, HAOC; Daniela Vianna Pachito, Hospital Sírio Libanês; Felipe Dal Pizzol – AMIB; Flávia Cordeiro de Medeiros- HAOC; Gabriela Vilela de Brito – HAOC; Hugo Urbano – AMIB; Jessica Yumi Matuoka – HAOC; Lays Pires Marra – HAOC; Maicon Falavigna – Hospital Moinhos de Vento; Patrícia do Carmo Silva Parreira – HAOC; Rachel Rier – Hospital Sírio Libanês; Suzana Margareth Ajeje Lobo – AMIB ; Verônica Colpani – Hospital Moinhos de Vento. O texto contou também c a”colaboração externa” da Associação de Medicina Intensiva Brasileira – AMIB; do Hospital Moinhos de Vento – HMV e do Hospital Sírio Libanês – HSL.

 

 

*Leandro Prazeres/O Globo

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Depois da fritura por Bolsonaro, Regina Duarte deixa a Secretaria de Cultura

Bolsonaro e Regina Duarte anunciaram juntos, num vídeo divulgado por Bolsonaro, a saída dela da Secretaria de Cultura. A atriz cai depois de apenas 60 dias no cargo, boa parte deles sob intensa fritura do bolsonarismo. No vídeo, constrangedor, Bolsonaro anuncia que ela assumirá a Cinemateca em São Paulo “do lado do seu apartamento”.

Bolsonaro anunciou nesta quarta-feira (20) a saída da atriz Regina Duarte o cargo de secretária especial de Cultura. Ele disse que a artista assumirá a Cinemateca, em São Paulo.

Os dois anunciaram juntos, num vídeo divulgado por Bolsonaro, a saída dela da Secretaria de Cultura. A atriz cai depois de apenas 60 dias no cargo, boa parte deles sob intensa fritura do bolsonarismo. No vídeo, constrangedor, Bolsonaro anuncia que ela assumirá a Cinemateca em São Paulo “do lado do seu apartamento”

“Regina Duarte relatou que sente falta de sua família, mas para que ela possa continuar contribuindo com o Governo e a Cultura Brasileira assumirá, em alguns dias, a Cinemateca em SP. Nos próximos dias, durante a transição, será mostrado o trabalho já realizado nos últimos 60 dias”, afirmou Bolsonaro.

“Acabo de ganhar um presente, que é o sonho de qualquer profissional de comunicação, de audiovisual, de cinema e de teatro, um convite para fazer cinemateca que é um braço da cultura em São Paulo. Ficar secretariando o governo na cultura dentro da cinemateca. Pode ter presente maior do que isso?”

 

 

*Com informações do 247

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Bebianno já tinha revelado a autoridades vazamento da PF a Flavio Bolsonaro

Antes de morrer, ex-ministro relatou a amigos de Brasília os mesmos fatos que Paulo Marinho contou à Folha.

O ex-ministro Gustavo Bebianno, que morreu em março, já tinha revelado a autoridades de quem era amigo que um delegado da Polícia Federal tinha vazado informações de investigações que envolviam Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro, ao filho do presidente Jair Bolsonaro na época da campanha eleitoral.

GUARDEI NA MEMÓRIA

Uma das autoridades afirmou à coluna que Bebianno contou a história com a mesma riqueza de detalhes da narrativa feita agora pelo empresário Paulo Marinho, suplente de Flávio Bolsonaro, à Folha.

MOMENTO CERTO

Em dezembro, Bebianno revelou ao UOL que a investigação sobre Flávio tinha sido “brecada” para não causar prejuízos eleitorais. E disse: “Sobre isso vou falar na hora certa”.

EM TODAS

Bebianno foi coordenador da campanha de Jair Bolsonaro à Presidência. Na época em que, segundo Marinho, Flávio Bolsonaro relatou a ele o vazamento da PF, o ex-ministro estava na equipe de transição de governo.

EM TODAS 2

Na época, ele chegou inclusive a participar de reunião com advogados indicados por Marinho para defenderem Flávio e Queiroz.

 

 

*Monica Bergamo/Folha

 

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Mortes crescem 14 vezes após Bolsonaro dizer que vírus estava “indo embora”

Em 12 de abril, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou em uma live que o coronavírus estava “começando a ir embora” do Brasil. Hoje (19), cinco semanas após a declaração, o país registrou pela primeira vez mais de mil mortes em apenas 24 horas. No total, são 17.971 óbitos pela doença, 14,6 vezes mais do que naquele dia de abril.

Na ocasião, o Brasil registrava 1.225 mortes por covid-19. Bolsonaro defendia que a pandemia estava perdendo força enquanto crescia o desemprego, um problema tão ou mais grave em sua visão.

“Lá atrás eu dizia: o vírus e o desemprego. Quarenta dias depois, parece que está começando a ir embora a questão do vírus. Mas está chegando e batendo forte o desemprego. Devemos lutar contra essas duas coisas”, afirmou Bolsonaro então, em uma live com religiosos.

Dois dias depois da declaração, em 14 de abril o Brasil contabilizou 208 novas mortes por covid-19, um recorde à época. Desde então foram estabelecidos outros nove recordes de registro de óbitos em 24 horas, incluindo o de hoje, que adicionou mais 1.179 mortos ao balanço do Ministério da Saúde.

Bolsonaro já disse diversas vezes que considera o isolamento social um exagero — ou “histeria” e “neurose”, como chegou a classificar — e já afirmou que, se dependesse dele, “quase nada teria sido fechado” por causa da covid-19.

A ciência diz o contrário, e médicos e a OMS (Organização Mundial da Saúde) considera o isolamento social como estratégia mais eficaz contra a pandemia. Diversos estudos apontam nessa direção; um deles, divulgado pela USP (Universidade de São Paulo) neste mês, conclui que a quarentena salva uma vida a cada quatro minutos no Brasil.

A pandemia tem sido marcada pelo comportamento de Bolsonaro, que provoca aglomerações quase todos os dias e acumula críticas por suas declarações. Por tudo isso, já foi apontado por uma revista científica como “a maior ameaça à resposta do Brasil à covid-19”. Abaixo, o UOL relembra algumas das falas criticadas.

16 de março, 234 casos registrados
“Não posso viver preso dentro do Palácio da Alvorada, esperando mais cinco dias, com problemas grandes para serem resolvidos no Brasil”, disse Bolsonaro, em semana na qual aguardava o resultado de seu segundo exame de covid-19. No dia anterior, ele havia cumprimentado e tirado fotos com apoiadores em um ato que atacava o STF e o Congresso.

29 de março, 136 mortes registradas
“Essa é uma realidade, o vírus tá aí. Vamos ter que enfrentá-lo, mas enfrentar como homem, porra, não como um moleque. Vamos enfrentar o vírus com a realidade. É a vida. Todos nós iremos morrer um dia”, disse Bolsonaro.

2 de abril, 202 mortes registradas
“Eu fui em Ceilândia e Taguatinga no fim de semana passado e fui massacrado pela mídia. Duvido que um governador desses, Doria [João, de SP], Moisés [Carlos, de SC], vá no meio do povo. Vai nada. Tá com medinho de pegar vírus?”, provocou Bolsonaro em conversa com apoiadores.

20 de abril, 2.575 mortes registradas
“Ô, ô, ô, cara. Quem fala de… eu não sou coveiro, tá entendendo? Não sou coveiro”, disse Bolsonaro quando questionado sobre o número crescente de mortes por covid-19.

28 de abril, 5.017 mortes registradas
“E daí? Lamento. Quer que eu faça o quê? Eu sou Messias, mas não faço milagre”, disse Bolsonaro no dia em que o Brasil ultrapassou o número de mortos da China.

7 de maio, 9.146 mortes registradas
“Vou fazer churrasco sábado, aqui em casa. Vamos bater um papo, quem sabe uma peladinha. Devem ser uns 30 (convidados)”, disse Bolsonaro, rindo. O churrasco não aconteceu, mas no dia citado ele andaria de jet ski enquanto o Brasil batia 10 mil mortes.

14 de maio, 13.993 mortes registradas
“Não precisa dessa gana toda para conter a expansão [do coronavírus]. É só conter por um tempo, porque o vírus vai atingir pelo menos 70% da população. Essa maneira radical de proporcionar lockdown não dá certo, e não deu certo em lugar algum do mundo”, disse Bolsonaro, em crítica ao isolamento social.

 

 

*Arthur Sandes/Uol

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Saúde

Triste recorde: Em 24 horas, o Brasil teve 1.179 mortes por Covid-19, chegando a um total de 17.971

País registrou, nas últimas 24h, 1.179 falecimentos. Informações foram atualizadas pelo Ministério da Saúde na noite desta terça (19/05).

Em atualização diária sobre a situação da epidemia de coronavírus no Brasil, o Ministério da Saúde confirmou 17.971 mortes e 271.628 casos confirmados de Covid-19, até o momento, no país. Nas últimas 24h foram registrados mais 1.179 óbitos e 17.408 novos pacientes diagnosticados.

Quanto à quantidade de óbitos, a pasta esclarece que nem todos os falecimentos aconteceram em um dia: há casos de mortes que ocorreram em março e abril cuja causa, entretanto, só foi apontada agora.

A alta no número de casos confirmados – o Brasil já é o terceiro país mais afetado pelo coronavírus no mundo – tem relação com o aumento na testagem, pois vários estados estão investindo em exames rápidos. No fim do mês, o Ministério deve intensificar os testes, ou seja, a quantidade de casos confirmados deve continuar em alta nas próximas semanas.

Os estados mais afetados pelo coronavírus são São Paulo, Ceará, Rio de Janeiro, Pernambuco e Amazonas. As três principais explicações para a presença de estados do Norte e Nordeste entre os mais atingidos pela Covid-19 são a época do ano – síndromes gripais costumam acontecer mais cedo nestes locais; a situação socioeconômica da população – parte dos habitantes não tem acesso à água tratada e esgoto e, no caso dos óbitos, o sistema de saúde deficitário.

 

 

*Com informações do Metrópoles

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ONU: Brasil emerge como um epicentro da pandemia e indígenas preocupam

Num comunicado emitido nesta terça-feira em Genebra, o Alto Comissariado da ONU para Refugiados (Acnur) afirma estar preocupado com a situação dos indígenas deslocados no Brasil e na América Latina diante do coronavírus.

Pelas contas da OMS, o Brasil é o quarto local com maior número de casos do coronavírus no mundo. Mas os dados são defasados. Pelo levantamento é da Universidade Johns Hopkins, o país aparece com 250 mil casos, na terceira colocação com mais notificações pela covid-19, atrás de Estados Unidos (1.506.732 casos) e Rússia (290.678 casos).

De acordo com o Acnur, uma situação especialmente preocupante é a dos indígenas deslocados. “Com a propagação da pandemia do Coronavirus pela América Latina, o ACNUR alerta que muitas comunidades indígenas deslocadas estão agora perigosamente expostas e em risco”, disse a porta-voz Shabia Manto.

“Há quase 5 mil venezuelanos indígenas deslocados no Brasil, principalmente da etnia Warao, mas também das comunidades Eñapa, Kariña, Pemon e Ye’kwana”, disse.

“Com a COVID-19 atingindo duramente esta região amazônica e o Brasil emergindo como um epicentro da pandemia, o ACNUR está preocupado que muitos possam lutar sem condições adequadas de saúde e saneamento”, alertou a agência.

A crise não se limita ao Brasil. “Na Colômbia, vários grupos indígenas binacionais, incluindo os Wayuu, Bari, Yukpa, Inga, Sikwani, Amorúa, vivem perto da fronteira com a Venezuela. Enquanto seus lares ancestrais se encontram nos dois países, muitos não conseguiram regularizar sua estadia na Colômbia e estão indocumentados. Alguns agora também enfrentam ameaças de grupos armados irregulares que controlam as áreas onde vivem”, apontou a ONU.

“O ACNUR está preocupado que, para alguns indígenas venezuelanos, questões de documentação, principalmente seu status irregular e condições de vida, os colocam em alto risco”, disse Shabia Manto.

De acordo com a ONU, muitos vivem em áreas isoladas ou remotas, onde não têm acesso a serviços de saúde, água limpa e sabão. “Outros vivem em moradias apertadas ou em assentamentos urbanos informais, sem acesso a equipamentos de proteção”, disse.

“A maioria dos grupos indígenas fronteiriços está ameaçada pela extinção física e cultural devido à alimentação insuficiente e à desnutrição severa que pode aumentar o risco de contágio. Essas áreas carecem de serviços de saúde adequados, o que agora pode agravar a situação atual”, apontou a porta-voz.

Os bloqueios nacionais também paralisaram muitas de suas atividades de subsistência, como a agricultura, a venda de produtos e a produção artesanal.

“Diante do aumento da pobreza e da miséria, alguns não têm outra opção senão a de vender mercadorias nas ruas para tentar sustentar suas famílias. Isso não só os expõe ao risco de infecção, mas também à estigmatização e discriminação pela percepção de incapacidade de cumprir com medidas de isolamento e distanciamento físico”, alertou a ONU.

Há também o risco de que haja um maior de recrutamento de crianças em certas áreas da Colômbia, onde o conflito armado não cessou. “A educação também é um desafio, pois estudantes e professores indígenas isolados e empobrecidos não têm meios de aprender remotamente e buscar a educação virtual durante o confinamento”, disse.

O ACNUR explica que vem trabalhando com os governos nacionais para garantir que as medidas de prevenção e assistência da COVID-19 cheguem a áreas remotas.

Como o número de casos suspeitos e confirmados aumenta e as primeiras mortes são relatadas entre as comunidades indígenas, o ACNUR tem ampliado seu apoio, apesar da grave falta de fundos.

“Para tentar limitar a disseminação e o impacto do vírus, o ACNUR está trabalhando com as autoridades nacionais para aumentar a capacidade dos sistemas nacionais de saúde”, disse a porta-voz.

“Novas estruturas, incluindo abrigos melhorados, instalações de atendimento e isolamento, bem como sistemas de alerta precoce, também foram implantadas para responder à COVID-19 entre indígenas, venezuelanos deslocados e seus anfitriões”, afirmou.

No Brasil, o ACNUR está apoiando os esforços nacionais para garantir abrigo adequado para os refugiados indígenas Warao da Venezuela. Atualmente, cerca de mil indígenas se beneficiam de abrigo, alimentação, serviços médicos e educacionais prestados pela Operação Acolhida.

“Além disso, cerca de 770 Warao foram transferidos para abrigos municipais com melhores condições de higiene nas cidades de Manaus e Belém, em resposta ao surto do coronavírus coronavírus. O ACNUR está facilitando a realocação fornecendo suporte técnico e assistência material, incluindo redes mosquiteiras, kits de higiene, lâmpadas solares, bem como transporte”, disse

 

 

*Jamil Chade/Uol

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Flávio Bolsonaro paga R$ 500 mil a advogado investigado no esquema de corrupção do clã

O PSL nacional contratou a pedido do senador Flávio Bolsonaro (RJ) o escritório do advogado e ex-assessor Victor Granado Alves, suspeito de envolvimento no suposto vazamento de informações de investigações da Polícia Federal que teriam beneficiado o clã presidencial. Segundo reportagem do jornal Folha de S. Paulo, o contrato teria durado 13 meses e meio e custado R$ 500 mil, com recursos pagos por meio do fundo partidário.

As notas fiscais referentes a prestação de contas do PSL em 2019 apontam que o escritório Granado Advogados Associados, que tem Victor entre os sócios, foi contratado com recursos públicos para atuar na prestação de serviços jurídicos ao escritório da legenda no rio, que na época era comandado por Flávio Bolsonaro.

O contrato previa um desembolso mensal de R$ 40 mil e foi firmado e, fevereiro do ano passado, mesmo mês em que Flávio assumiu uma vaga no Senado pelo Rio de Janeiro.

Ainda segundo a reportagem, uma das sócias do escritório, Mariana Teixeira Frassetto Granado, também aparece como assessora parlamentar do gabinete de Flávio no Senado. Ela teria sido contratada em março, apenas um Mês o contrato com o escritório ter sido celebrado, com salário bruto de R$ 22.943,73.

Victor foi citado pelo empresário Paulo Marinho, como um dos assessores do parlamentar que teriam a informação de delegado da Polícia Federal sobre a deflagração da operação Furna da Onça, e uma operação que investigava um esquema de rachadinha envolvendo pessoas próximas a Flávio na época em que ele ocupava uma cadeira na Assembleia Legislativa do Rio.

 

 

*Com informações do 247

 

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Bolsonaro exonera delegados da Polícia Federal em cargos de chefia

Houve mudanças na Coordenação de Repressão à Lavagem de Dinheiro e na Delegacia de Defesa Institucional em Pernambuco.

No centro de uma crise política, o Ministério da Justiça e da Segurança Pública mexeu na estrutura organizacional da Polícia Federal. alguns delegados foram dispensados de cargos de chefia nesta terça-feira (19/05).

Um dos exemplos é o caso da delegada de Polícia Federal Juliana Ferrer Teixeira. Ela foi exonerada do cargo de coordenadora de Repressão à Lavagem de Dinheiro da Coordenação-Geral de Repressão à Corrupção e Lavagem de Dinheiro da Diretoria de Investigação e Combate ao Crime Organizado da Polícia Federal.

Outra mudança ocorreu em Pernambuco. O delegado Cláudio Farias de Almeida foi dispensado da função de chefe da Delegacia de Defesa Institucional. Ele foi substituído pela delegada Adriana Albuquerque de Vasconcelos.

As mudanças na corporação foram publicadas nesta terça-feira, no Diário Oficial da União (DOU). As portarias são assinadas pelo secretário-executivo do Ministério da Justiça e da Segurança Pública, Tercio Issami Tokano.

As trocas ocorrem durante a apuração de suposta interferência do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na Polícia Federal. Segundo o ex-ministro Sergio Moro, ele queria ter acesso a informações de investigações. O foco de Bolsonaro seria as superintendências do Rio de Janeiro e de Pernambuco.
PRF

Outra modificação ocorreu na Polícia Rodoviária Federal (PRF). O policial Rafael de Brito Aquino Soares foi dispensado da função de coordenador-geral de Administração da Diretoria de Administração e Logística. Assume o cargo Murilo Cangussu Cavalcante.

A pasta também designou Rodrigo de Sousa Alves para exercer o encargo de substituto eventual do cargo de diretor de Operações da Secretaria de Operações Integradas nos afastamentos, impedimentos legais ou regulamentares do titular e na vacância do cargo.

 

 

*Com informações do Metrópoles

 

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Moro, Valeixo e Ramagem não sabiam que Ronnie Lessa, vizinho de Bolsonaro, era o maior traficante de armas do Rio?

Preso pelo assassinato de Marielle, o vizinho de Bolsonaro, Ronnie Lessa, que morava a 50 metros de sua casa, era o principal fornecedor de armas de grosso calibre para a milícia da zona oeste do Rio, como revelaram o Ministério Público e a Polícia Civil.

A polícia, além de tudo, garante que os 117 fuzis apreendidos em sua casa logo após a prisão, dá a Ronnie Lessa o título de maior traficante de armas do Rio de Janeiro.

Fala-se muito da reunião ministerial, das rachadinhas, do esquema corrupto do clã Bolsonaro, mas este fato faz todos outros parecerem brincadeira de criança. Com tanta coisa envolvendo o comando da PF nessa guerra entre Bolsonaro e Moro e um bandido dessa monta, vizinho de Bolsonaro, não entra nessa equação? Parece que todo mundo é vizinho de um grande traficante, de tão banal a forma com que isso está sendo colocado.

Parece que em cada esquina encontra-se um clã inteiro inimigo de Marielle, tal o pouco caso com que a própria mídia trata o assunto. Só o fato de Bolsonaro e Carlos serem vizinhos do assassino de Marielle, sendo eles inimigos dela, e Bolsonaro, um defensor declarado das milícias, já daria pra Bolsonaro e filhos saírem de Brasília algemados direto para a cadeia.

Imagina uma história como essa se, ao invés de Bolsonaro fosse Lula?

A tal reunião sobre a qual o vídeo será divulgado por Celso de Mello, em parte ou integral, tem relação direta com isso, até porque o tráfico internacional de armas era da alçada de Moro, de Valeixo no comando da PF e de Ramagem que, além de ser chefe da Abin, foi chefe da segurança de Bolsonaro quando candidato. E o maior traficante de armas do Rio, vizinho de um sujeito que diz ter sofrido um atentado à faca, e ninguém tem interesse em saber quem são seus vizinhos no condomínio? Ora, faça-me o favor!

Alguém viu Moro comentar sobre o tráfico de armas de Ronnie Lessa? Nem um pio.

A história envolvendo a família Bolsonaro com o assassino de Marielle está mais do que madura, bastando, portanto, uma sopradinha para que isso venha ao chão ao sol do meio-dia.

Até onde vai essa hipocrisia?

 

*Carlos Henrique Machado Freitas