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Eurásia: Lula continua favorito e deve recuperar popularidade até julho

Analistas veem Lula em posição mais forte que em 2022, destaca o colunista Leopoldo Vieira

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva continua sendo leve favorito para vencer a eleição presidencial e deve recuperar sua popularidade até julho, mas o senador Flávio Bolsonaro provavelmente liderará as pesquisas por dois ou três pontos até o final de maio, na esteira da pressão inflacionária decorrente da guerra dos Estados Unidos contra o Irã e do noticiário envolvendo escândalos de corrupção, segundo análise do Eurasia Group (EG), em conferência com clientes nesta semana.

“Se a aprovação de Lula estiver na faixa dos 45% em meados de agosto, quando a campanha eleitoral começa oficialmente, espera-se que ela suba ainda mais, mantendo sua ligeira vantagem. No entanto, se seus índices de aprovação caírem abaixo das expectativas do Eurasia Group, ou se não se recuperarem após a queda prevista, as chances de vitória da oposição aumentarão” , disseram Christopher Garman, diretor-geral para as Américas, e Leonardo Reis, analista da companhia de risco político.

Nesse contexto, o senador Bolsonaro ainda não é considerado favorito porque, de acordo com dados globais de 500 eleições, incumbentes com aprovação em torno de 45% vencem em aproximadamente 75% dos casos. Segundo o 247, os analistas ressaltam que os números do ex-presidente Jair Bolsonaro antes da campanha, em 2022, eram inferiores a 44%. Além disso, ele tinha 36% de aprovação e estava 20 pontos percentuais atrás nas intenções de voto em simulações de segundo turno, mas perdeu a disputa por apenas 1,5 ponto percentual. “A posição atual de Lula é significativamente mais forte”, avaliam.

Para auxiliar a recuperação do presidente, é muito provável que as tarifas da Seção 301 dos EUA sobre o Brasil cheguem perto de 40%, com as mesmas exceções previstas nas tarifas da Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA), que foi invalidada — aponta a EG, agora em relatório a empresários e investidores. Aliados de Flávio sinalizaram a seus homólogos americanos que novas tarifas poderiam impulsionar as chances de reeleição de Lula.

Em relação ao caso do Banco Master, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), vê-se em uma “missão divina” para levar as investigações adiante, segundo o EG, o que estaria gerando tensões com outros membros da Corte, interessados em protegê-la de desgastes. Isso indica que a disputa pela bandeira anticorrupção, em um cenário de reativação do sentimento antissistema, será praticamente inevitável.

Paralelamente, traders experientes consideram improvável que a guerra no Oriente Médio seja retomada, favorecendo a mitigação da pressão inflacionária nos próximos meses eleitorais brasileiros. Por ora, as chances de sucesso do presidente são de 55%, nos cálculos da consultoria internacional.

Em tempo: a estratégia da candidatura oposicionista, de tentar passar ao eleitorado uma imagem de moderação, aumenta o risco de banana republic associado a um estelionato eleitoral. Com o objetivo de se afastar dos estigmas do governo derrotado em 2022, o senador Bolsonaro tem sido aconselhado a defender o regime democrático, o respeito ao resultado eleitoral, políticas voltadas a grupos tradicionalmente atacados pela extrema-direita e a evitar a divulgação de propostas econômicas impopulares, o que sugere apenas uma operação de marketing político. Também voltaram à tona promessas de ajuste fiscal para “uma economia de até R$ 1,1 trilhão em dez anos”, já frustradas no governo Bolsonaro devido à erosão das condições políticas, provocada pela chamada ala ideológica, que ainda hoje é comandada pelos próprios filhos do ex-presidente.


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Uma oposição sem pauta que vive mordendo o próprio rabo

A direita, hoje, vive da arte de torcer para Lula perder. É como se alguém quisesse ganhar na loteria sem jogar.

Alguém imaginaria que aquela baba de quiabo que os reacionários utilizam “contra a corrupção” desde a farsa do mensalão daria algum caldo em 2026?

Lógico que não. a ficha corrida do principal candidato da direita, Flavio Bolsonaro, de tão grande, serve de cabana para ele fugir desse assunto.

Flavio, o Bolsonaro disciplinado, quase angelical, que é um cagado de pai, mãe, irmãos, madrasta e vizinnho, não pode abrir a boca e soltar a peçonha em ninguém, porque, além do assunto já ter enchido as medidas da população, seu grande feito na política, que é a compra de uma mansão no valor real de R$ 20 milhões, está aí a céu aberto que não há mentira engenhosa que faça com que chocolate da marca rachadinha vire ouro.

Então, aquela boca de babosa de Bolsonaro, exigindo tortura e morte a presidiários, além de calada, não tem reputação nenhuma para falar do pior dos encarcerados do Brasil.

Aquelas gorjetas gordas que a Secom de Bolsonaro distribuia para os aliados como a Jovem Pan e congêneres, não existem mais.

Ou seja, a mão de Roma não está mais sobre a cabeça de nenhum podcast bolsonarista, garantindo as burras dos bolsos dos salafrários, nem os auxiliares daquela legião de demônios, que são os diabos menores do esquema bolsonarista que recebiam esmolas poupudas dos bancos estatais controlados pelo genocida.

O novo Bolsonaro, dançarino de boca fechada, não causa frisson a qualquer concepção de direita no Brasil. O cara é uma espécie de rei da salsicha que, quem sabe a forma como é fabricada, vomita na hora.

Então, meus caros, deem-me licença para dizer que esse conto do vigário de calças curtas nem para espinotear contra o governo Lula, presta.

Para ser ainda mais cruel, a realidade mostra que figuras como Trump e Milei, hoje, não somariam nada para a imagem de Flavio, ao contrário, os dois se tornaram figuras tóxicas para o bolsonarismo que não há “cientista político” que consiga explicar essa pasmaceira que se assiste dos quatro candidatos de direita que vegetam brigando entre si em suas campanhas eleitorais por um naco de votos.


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Bolsonaro perderá a oportunidade de emplacar mais um filho no Senado em troca de uma improvável vitória de Flavio na disputa presidencial?

Ainda está no alcance de nossa memória, Bolsonaro dizendo que, se tivesse domínio sobr o Congresso, não precisaria ter ele ou gente dele na Presidência da República.

A matemática de Bolsonaro sempre foi objetiva e simples: não se faz fortuna sem poder, e ter no Senado três membros de sua família, Flavio, Carluxo e Michelle, ou seja, a tríplice picaretagem dentro da correria do Congresso, já seria meio caminho andado para sua ambiciosa busca pelo grande poder dentro do Estado brasileiro.

Por isso, Bolsonaro dificilmente aceitaria que Flavio saísse da disputa de mãos abanando e com risco iminente de ir para a cadeia

Qualquer outro candidato à presidência fora da família, sendo de direita, ou extrema direita jamais terá qualquer apoio de Jair Bolsonaro, porque ele não vai querer perder o espólio de líder de uma direita totalmente depalperada e, por isso mesmo, direta ou indiretamente, o faz como o grande patrão do lixão.

Bolsonaro não é ingênuo a ponto de entregar a rapadura nas mãos de Tarcísio, menos ainda de Zema ou Caiado. Na verdade, esse dualismo irredutível entre se colocar como extrema direita e ser contra a ascensão de um candidato de direta nesse campo político, porque ele sabe que será sumariamente traído e terá sua liderança definitivamente cancelada.

Ou seja, Bolsonaro não mistura as coisas, não filosofa princípios republicanos, muito menos os de lealdade partidária, nunca o fez, sempre preferiu a solidão para buscar uma força individual, mesmo que tumultuasse o ambiente nos inúmeros partidos que trafegou.

Seu pensamento, portanto, equivale à sua própria trajetória. Pobre de ação em benefício do Brasil e dos brasileiros, mas muito rica no tempo em busca de um lugar que lhe some ganhos. Daí um clã inteiro colocado na política como num jogo de xadrez.

Todos sabem que o poder afortunou toda a fauna familiar, sempre com um pensamento primitivo e um caminho absolutamente lodado no fundo do esgoto do baixo clero.

Nada na vida política de Bolsonaro “veio a calhar”, tudo foi farejado pelo cachorro louco para utilizar, de forma teratológica, disciplinada para subir degraus de poder sem a menor preocupação com sua reputação, contanto que, no fundo do escuro do poder, o cofre do clã aumentasse o formidável peso da massa de dinheiro que eles acumularam e pretendem acumular ainda mais.

Ou seja, minha gente, ainda tem muita água de esgoto para correr no campo da direita.


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Da Papudinha ao vácuo de Trump: Como a obsessão golpista de Bolsonaro continua a custar caro para o Brasil

Enquanto Jair Bolsonaro cumpria 27 anos e três meses de prisão na ala especial da Papudinha — cela improvisada no Batalhão da PM dentro do Complexo da Papuda, em Brasília —, a obsessão por poder não arrefeceu. Condenado pelo STF como líder de uma organização criminosa que tramou golpe de Estado e a abolição violenta do Estado Democrático de Direito, o ex-presidente transformou a prisão em um bunker político, coordenando de dentro da cela as articulações para 2026.

Do outro lado do mundo, Donald Trump, sob forte influência de Benjamin Netanyahu, mergulhava de cabeça na escalada militar contra o Irã. Ameaças explosivas de “retornar o Irã à Idade da Pedra” ecoavam na Casa Branca, respondidas por promessas iranianas de humilhação americana. O conflito monopolizava a agenda presidencial, criando um perigoso vácuo de poder.

Nesse vácuo, assessores e intermediários se apossaram do nome Trump para tocar agendas pessoais e ideológicas. Um caso emblemático foi o de Darren Beattie, assessor do Departamento de Estado para o Brasil. Em março de 2026, o Itamaraty revogou seu visto após descobrir que a viagem “oficial” sobre terras raras escondia, na verdade, um encontro secreto com Bolsonaro na Papudinha — visita que Alexandre de Moraes vetou por completo. Beattie, já polêmico, reapareceu meses depois no Caso Ramagem.

Alexandre Ramagem, ex-diretor da Abin e ex-deputado, condenado a 16 anos pelos mesmos crimes de organização criminosa, golpe e tentativa de abolição do Estado Democrático, havia fugido para os EUA. Preso pelo ICE em Orlando em 13 de abril de 2026 por visto expirado, ele foi solto dois dias depois, sem fiança, graças a um pedido de asilo em tramitação. Eduardo Bolsonaro — cassado por excesso de faltas e operando do exterior — e o jornalista Paulo Figueiredo articularam diretamente com Beattie, que interveio para viabilizar a liberação. O episódio detonou uma crise diplomática: os EUA exigiram a saída de um delegado da PF envolvido na cooperação; o Brasil retaliou com expulsão de credenciais americanas e ameaças de reciprocidade por ingerência explícita.

Outro assessor próximo de Trump, o italiano Paolo Zampolli, propôs à FIFA, em nome da administração americana, substituir a seleção do Irã pela eliminada Itália na Copa do Mundo de 2026. A ideia, motivada por preferência futebolística e pelo desejo de aproximar Trump da premiê Giorgia Meloni em plena crise iraniana, foi revelada pelo Financial Times e expôs o uso leviano — quase surreal — da influência da Casa Branca para caprichos pessoais.

No mesmo turbilhão, Flávio Bolsonaro viajou aos EUA ao lado de Eduardo para discursar na CPAC e em eventos conservadores. Acusado de “lesa-pátria”, ele ofereceu terras raras brasileiras como alternativa à China, pediu monitoramento internacional das eleições de 2026 e pressão diplomática contra o Judiciário brasileiro. A família e seus aliados operam freneticamente para pavimentar o caminho de Flávio à Presidência, embora sem qualquer acesso real aos “muros da Casa Branca”. Encontro direto de Lula com Trump? “Nem pensar”, como repetem Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo.

O padrão é alarmante: ao mesmo tempo que Bolsonaro, preso, se agarrava à sobrevivência política e Trump se perdia na fúria contra o Irã, uma rede de filhos, assessores e operadores paralelos agia em nome alheio, gerando atritos diplomáticos, retaliações e constrangimentos internacionais. Beattie, Ramagem, Zampolli e as articulações dinásticas ilustram como interesses pessoais e ideológicos se sobrepuseram ao Brasil — e, em parte, ao próprio governo Trump.

Enquanto o país enfrentava desafios reais, a família Bolsonaro priorizava preservar influência, construir uma sucessão dinástica via Flávio e transformar a condenação por golpe em narrativa de “perseguição” e combustível eleitoral. A Papudinha virou o epicentro sombrio de uma articulação condenada como crime, mas que segue ativa, disfarçada de “resistência”.

GRAVE! Vazou na Folha de São Paulo o plano de Flávio Bolsonaro de congelar o valor da aposentadoria, do BPC para idosos, autistas e PCDs e também o orçamento do SUS. Podem tentar pintar com todos os tons de “moderação”, mas esse é o projeto do bolsonarismo: sacrificar o povo em nome dos privilegiados. Nunca as diferenças foram tão evidentes!

As primeiras sinalizações da pré-campanha de Flávio Bolsonaro (PL) para a área econômica já demonstram que a população mais vulnerável terá que pagar a conta para que a Faria Lima fique satisfeita. Embora ainda não haja um plano formal apresentado, declarações de aliados e integrantes da equipe indicam que o caminho pretendido pode envolver cortes relevantes em gastos sociais e mudanças estruturais que afetam diretamente aposentados, trabalhadores e serviços públicos.

O coordenador da campanha, senador Rogério Marinho (PL-RN), afirmou recentemente que o modelo atual “está estourando” e defendeu a necessidade de revisitar tanto a Previdência quanto a legislação trabalhista. A fala, no entanto, deixa clara a intenção da retomada de reformas que podem reduzir direitos, especialmente em um contexto de alta vulnerabilidade social.

O resultado é devastador: um ex-presidente condenado por tentar destruir a democracia para se eternizar no poder continua, mesmo atrás das grades, usando o que resta de sua rede para preparar o retorno — custe o que custar ao Brasil. O país, mais uma vez, paga a conta de uma obsessão golpista que a sentença não conseguiu extinguir.

Como advertia Darcy Ribeiro: “Não há lugar melhor para se fazer um país como este, mas tem uma classe dominante ruim, ranzinza, azeda, medíocre, cobiçosa, que não deixa o país ir pra frente”.


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Zema é candidato à presidência da República ou à presidência do STF?

Zema quer convencer quem com essa ladainha modorrenta contra o STF?

A guerra de Zema com o ministro Gilmar Mendes e outros ministros do STF é para a sua disputa à presidência da República ou à presidência do Supremo?

Se está bancando o carregador de chuteiras do miliciano carioca, não precisaria se colocar na disputa presidencial.

Quem está interessado nessa teatralidade jeca que ele resolveu produzir para fazer espuma?

Que horas ele falará com os 215 milhões de brasileiros sobre suas prpostas para o Brasil?

Ficará nessa superfície plana atacando o STF e, junto, os pobres, o Bolsa Família, o SUS, sem dizer a que veio na sua disputa presidecial?

Um troço desse não tem qualquer valor estratégico, mesmo com a exposição de mídia, Zema  está em disputa com Caiado pelos 3% que parecem sarisfazer o camarada.

Isso acontece em pesquisa amiga para abastecer o apetite do bolsonarismo em disputa não com Lula ou com a esquerda, mas com os quatro candidatos da direita. O sujeito está fazendo uma campanha experimental à presidência da República?

Porque não pode falar do próprio governo e do “grande gestor” que dobrou o tamanho da dívida pública de Minas Gerais e aumentou seu próprio salário em 300%, arrotando contenção de gastos?

Nem a direita isolada com a palidez de Flavio enxerga nesse nulo algo que poderia contribuir para retirar votos de Lula para que o presidente não vença no primeiro turno.

Mas parece que a causa de pauta única do embuste mineiro são os métodos do STF, numa súbita campanha direcionada a Gilmar Mendes que não tem valor político nenhum. mas vai dizer isso àquele cabeça de bretão que assumiu o papel de analfabeto funcional.


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Redução de salários e bolsa patrão: PL, partido de Flavio tenta frear escala 6 x 1 na Câmara

Sóstenes apoia ideia de Zema e Nikolas para dificultar aprovação do projeto

Aproposta de alteração da jornada de trabalho no Brasil avança na Câmara dos Deputados após ser aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) na quarta-feira (22), mas o PL aposta em criar dificuldades para aprovação, que condiciona o apoio à apresentação de uma bolsa patrão para colocar o projeto em prática.

O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), sinalizou que a aprovação da medida depende de concessões do governo.

“Ou o governo abre o cofre para aprovar o texto ou vai ter muita dificuldade aqui na Câmara”, afirmou ao jornal Folha de S. Paulo.

A ideia não é nova: Nikolas Ferreira também já havia defendido uma espécie de compensação, chamada de bolsa-patrão pelo ministro da Secretaria Geral da Presidência, Guilherme Boulos.

O próximo passo é a instalação de uma comissão especial, prevista para ocorrer nos próximos dias por determinação do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB). O colegiado será responsável por debater o conteúdo da proposta e analisar eventuais modificações antes de submetê-la ao plenário.

Além disso, a oposição quer mudar o regime de pagamentos adotando o modelo de pagamento por hora trabalhada, defendido pelo patronato e incorporado ao debate eleitoral por Romeu Zema (Novo). Assim, a escala viria acompanhada de redução de salários.

Integrantes do PT resistem a discutir mecanismos de compensação direta às empresas, como desonerações fiscais, mas reconhecem internamente a necessidade de construir alternativas para reduzir a oposição no Congresso.

Entre as possibilidades ventiladas nos bastidores estão acordos com setores específicos da economia e o uso de linhas de crédito do BNDES para empresas impactadas pela mudança.

A oposição considera ainda o uso de recursos regimentais para prolongar a tramitação. Segundo a Forum, deputados contrários à proposta estudam utilizar todas as sessões de discussão disponíveis — que podem chegar a 40 —, o que deslocaria a votação final para o segundo semestre.


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Flavio projeta a degola dos aposentados, denuncia a Folha

O slogan de campanha do patrão de Rio das Pedras, que nunca trabalhou na vida, ficando milionário com a sua maravilhosa fábrica de chocolate, que fabricava dinheiro de peculato e formação de quadrilha, na surdina, prepara uma cama de gato contra os trabalhadores e aposentados, inspirado em ninguém menos que Javier Milei, que, na mais recente pesquisa, publicada, inclusiveno Brasil no ranking dos presidentes latino-americanos, o anarcocapaitalista e sua motoserra são repudiados, enxovalhados, defenestrados pela imensa maior parte dos argentinos, com 60% de desaprovação, rejeição, repúdio.

Sim, Flavio Bolsonaro quer o famoso efeito orloff para o Brasil em que tudo de ruim que acontece hoje na Argentina, aconteceria amanhã no Brasil, se Flavio vencesse a eleição. Mas perderá para Lula, e perderá feio, porque opera nos bastidores do PL tentando inutilmente barrar o fim da escala 6 x 1, que Lula tem trabalhado incessantemente para pôr fim em favor dos trabalhadores.

A Folha trouxe dados alarmantes sobre a política de Flavio de que “aposentado bom é aposentado morto”, sem falar no corte de todos os benefícios e avanços sociais do governo Lula para a população em geral.

É duro ver um sujeito que nunca pregou um prego no sabão durante toda a vida de mamatas e rachadinhas, tramar contra o ganho dos aposentados.

Na verdade, ele apenas está copiando o papai que, todos sabem, tem como slogan que poder é fortuna, sobretudo pelo lobby que sempre fez a favor dos milionários, principalmente para a indústria bélica.

Sentindo o azedo do refluxo que a reportagem da Folha produziu contra a candidatura desse infeliz, correu para tentar cercar o leite derramado. Tarde demais.

O Brasil já sabe o que Flavio trama contra os aposentados, para tirar todos os benefícios de quem trabalhou de sol a sol uma vida inteira para ter uma aposentaria digna.

Ou seja, o trabalhador, o operário e os pobres são, na realidade, o tal sistema que essa corja, liderada por Jair, diz combater.


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Política

Fim da escala 6 x 1 dá um nocaute na direita

Apertem os cintos, a direita sumiu.

Entre o patrão que banca a campanha do deputado de extrema direita ou a reeleição do mesmo, a direita preferiu um vão para fugir de si mesmo.

Na verdade, a defesa dos interesses do patrão e a defesa da reeleição do deputado de direita fizeram com que virassem inimigos de alma. Não há como vender terrorismo financeiro em defesa da escravidão fofa.

Qualquer brasileiro, hoje, defende o fim da escala 6 x 1. Ou seja, ninguém quis assinar o não contra o fim da escala. Aquela barulheira toda que se vê nas redes sociais dos parlamentares de dieita, foi transformada, na votação da CCJ pelo fim da 6 x 1, em  um silêncio sepulcral.

Foi um silêncioso afã desagregador da direita, uma erosão demolindo as orgulhosas montanhas de certezas contra o fim da escravidão moderna.

Isso não nivela uma ruga sequer entre direita e esquerda. Todos sabem que a direita é uma cruel inimiga do trabalhador, do explorado, do atacado em sua humanidade.

Rasgar seus manifestos contra o fim da escala 6 x 1, teve um acabamento de uma montanha esmoída, aplastada, nivelada, desbarrancada.

Falando em português claro, esse migué de não comparecer na votação desintegrou a estratégia da direita na disputa eleitoral que acabou valendo um voto contrário aos interesses dos trabalhadores sem agradar os patrões.

Foi uma atitude de utilidade nula diante da comoção nacional pelo fim  da escala de exploração.

Ao fim e ao cabo, a direita ficou sem um solo amável, sem agradar os patrões patrocinadores, menos ainda os trabalhadores, o que significa uma cagada generalizada que refletirá nas urnas em outubro.

A esquerda sai fortalecida, Lula, nem se fala.


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Política

Mendonça trava julgamento no STF contra Eduardo Bolsonaro

O ministro André Mendonça pediu vista e suspendeu, nesta quarta-feira (22), o julgamento no Supremo Tribunal Federal que analisa a condenação do ex-deputado Eduardo Bolsonaro por difamação contra a deputada Tabata Amaral. O caso tramita no plenário virtual da Corte, ambiente em que os ministros depositam seus votos eletronicamente dentro de um prazo definido.

O julgamento havia sido iniciado na última sexta-feira (18). Até a interrupção, o placar estava em 4 votos a 0 pela condenação, acompanhando o voto do relator, Alexandre de Moraes. Também já haviam se manifestado os ministros Flávio Dino, Cristiano Zanin e a ministra Cármen Lúcia, todos no mesmo sentido.

A ação teve origem em uma queixa-crime apresentada por Tabata em 2021. Na ocasião, Eduardo Bolsonaro afirmou, em uma rede social, que um projeto de lei de autoria da deputada, voltado à distribuição de absorventes íntimos, teria como finalidade atender a interesses de uma empresa fabricante de produtos de higiene.

Com o pedido de vista, o julgamento fica suspenso. Pelo regimento interno do STF, Mendonça pode manter o processo sob análise por até 90 dias antes de devolvê-lo ao plenário, quando a votação será retomada a partir do estágio em que foi interrompida, segundo o dcm.

Em seu voto , Moraes entendeu que a declaração atingiu a reputação da parlamentar e configurou o crime de difamação. O relator propôs a fixação da pena em um ano de detenção, em regime inicial aberto, além do pagamento de multa.


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Brasil Mundo

O que EUA fizerem conosco, vamos fazer com eles, diz Lula sobre credencial de americano

Presidente diz esperar que estejam dispostos a voltar a conversar para coisas voltarem à normalidade

O presidente Lula (PT) elogiou o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, pelo bloqueio das credenciais de um agente de imigração americano após o governo de Donald Trump ordenar a retirada de um delegado brasileiro dos Estados Unidos.

“Parabéns pela sua posição com relação ao delegado americano, colocando a reciprocidade. Ou seja, o que eles fizeram conosco, a gente vai fazer com eles, esperando que eles estejam dispostos a voltar a conversar e as coisas voltarem à normalidade”, disse Lula nesta quarta-feira (22).

A fala foi feita durante encontro entre Lula, Andrei e o ministro da Justiça, Wellington Lima e Silva, no Palácio da Alvorada. Os três participavam da assinatura da contratação de mil novos policiais federais.

O governo Trump informou na manhã desta quarta que o policial, que trabalhava no setor de imigração dos EUA, teria atuado para manipular o sistema de imigração e “contornar tanto pedidos formais de extradição quanto prolongar caças às bruxas políticas em território” americano.

Mais cedo, Andrei afirmou em entrevista à Globonews que o bloqueio ao sistema de dados da PF contra o servidor americano vai durar até que seja esclarecido o motivo que levou os EUA a tomarem as atitudes contra o agente brasileiro.

Como mostrou a Folha, o policial em questão seria o delegado da PF Marcelo Ivo de Carvalho, que atua em Miami. Ele é adido da PF na cidade e teve participação no caso que levou à prisão do ex-delegado federal e ex-deputado Alexandre Ramagem, na semana passada pelo ICE, a agência de imigração dos EUA. Ramagem, que é considerado foragido no Brasil, foi solto dois dias depois, na quarta (15).

Durante passagem por Hannover (Alemanha) na terça (21), Lula já havia afirmado a jornalistas que, se fosse identificado abuso por parte das autoridades americanas com o policial, o Brasil tomaria medidas de reciprocidade contra os EUA.

“Queremos fazer as coisas da maneira mais correta possível, mas não podemos aceitar esse tipo de ingerência que alguns personagens querem ter em relação ao Brasil”, disse o presidente, antes de seguir para a última etapa de sua viagem à Europa, Portugal.

*ICL


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