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“Oriente Médio vai queimar”: Presidente do Parlamento do Irã alerta Trump

O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, fez duras críticas ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, após o republicano ameaçar novamente o Irã. Em uma postagem no X neste domingo, 5 de abril, Ghalibaf disse: “Suas ações insensatas estão arrastando os Estados Unidos para um verdadeiro INFERNO para cada uma das famílias, e toda a nossa região vai queimar porque você insiste em seguir as ordens de Netanyahu”, referindo-se ao primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu.

A declaração de Ghalibaf surge após Trump novamente exigir a reabertura do Estreito de Ormuz, importante passagem naval que foi fechada pelo regime iraniano em resposta a bombardeios realizados pelos EUA e Israel. Trump, em uma série de mensagens, usou um palavrão para reforçar suas exigências: “Abram o maldito Estreito, seus bastardos malucos, ou vocês vão viver no inferno – ESPEREM PARA VER. Louvado seja Alá”, disse Trump.

Além disso, Trump fez comentários sobre o resgate de dois pilotos de um caça americano abatido no Irã, chamando a operação de “milagrosa”. Um dos pilotos resgatados está gravemente ferido, segundo informações fornecidas pelo republicano. A troca de acusações entre os líderes de ambos os países aumenta a tensão na região, especialmente devido às disputas sobre o controle do Estreito de Ormuz, vital para o transporte de petróleo.

Em resposta à retórica de Trump, Ghalibaf reiterou que “a única solução real é respeitar os direitos do povo iraniano e encerrar este jogo perigoso”. O líder iraniano destacou que a postura de Trump não apenas coloca os Estados Unidos em risco, mas também ameaça a estabilidade de todo o Oriente Médio, uma região já fragilizada por conflitos constantes e pela disputa pelo controle de recursos vitais.

A mensagem de Ghalibaf reflete a crescente frustração do Irã com as ações dos EUA, que, segundo o líder iraniano, são alimentadas por interesses externos, como os de Israel. De acordo com o DCM, enquanto a crise continua a se intensificar, a comunidade internacional observa com cautela os próximos passos dos dois países, que estão cada vez mais próximos de um confronto direto.

O governo iraniano tem intensificado ações militares na região do estreito de Ormuz, enquanto os EUA prometem aumentar as sanções e ações se a passagem não for reaberto até terça-feira, dia 7 de abril.

 

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Política

Após pedido do Master, gestão Bolsonaro fez mudanças no INSS que permitiram fraude, diz jornal

Criação de normas específicas para cartão consigando de benefício favoreceu operações do Credcesta

Mudanças nas regras do crédito consignado feitas pelo INSS durante o governo Jair Bolsonaro favoreceram a expansão de um produto financeiro do Banco Master. Documentos indicam que uma das alterações foi publicada apenas 16 dias após o banco solicitar autorização para operar o chamado cartão consignado de benefício. As informações são de Vinicius Sassine, da Folha de S. Paulo.

A medida abriu caminho para o crescimento do Credcesta, produto levado ao banco pelo empresário Augusto Lima, que posteriormente se tornou sócio de Daniel Vorcaro. O cartão combina crédito consignado com serviços adicionais, como descontos em farmácias e assistência funeral, e se tornou peça central nas operações da instituição entre 2022 e 2025.

Criado inicialmente para servidores públicos, o Credcesta passou a alcançar aposentados e pensionistas após a edição de normas específicas pelo INSS. Dados do órgão mostram um crescimento acelerado: os contratos saltaram de cerca de 105 mil em 2022 para 2,75 milhões em 2024.

A primeira mudança normativa ocorreu em março de 2022, permitindo o uso do cartão consignado de benefício, mas sem detalhar sua operação. Em junho do mesmo ano, após solicitação formal do Banco Master, o INSS publicou uma nova instrução normativa com regras mais específicas, viabilizando na prática o funcionamento do produto.

O aditivo que incluiu o Credcesta no acordo de cooperação com o INSS foi firmado em julho de 2022. A partir daí, o banco foi o primeiro a explorar o novo modelo, ampliando rapidamente sua atuação.

Investigações posteriores levantaram suspeitas sobre a legalidade dessas operações. A atual gestão do INSS aponta irregularidades no modelo, incluindo a possibilidade de cobrança de juros sobre juros e falhas na formalização dos contratos. Por esse motivo, o acordo com o Banco Master não foi renovado.

Em paralelo, a Polícia Federal investiga um suposto esquema de fraudes envolvendo descontos indevidos em benefícios previdenciários. Segundo as apurações, o ex-presidente do INSS, José Carlos Oliveira — que posteriormente adotou o nome Ahmed Mohamad Oliveira — teria atuado de forma estratégica no esquema.

A defesa de Vorcaro afirma que o banco seguiu todas as normas estabelecidas pelo INSS. Já o instituto não respondeu aos questionamentos recentes sobre o caso, e a defesa do ex-gestor não foi localizada.

*ICL


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Política

Nunca a mídia brasileira se mostrou tão afeita a um candidato de extrema direita


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No Brasil, a mídia industrial trabalha propositadamente no mesmo campo mental da ultradireita bolsonarista.

Não há maiores difiuldades para entender essa técnica, por isso, de forma insuspeita, atestamos essa afirmativa.

Infelizmente, a orientação da mídia sobre o genocídeio em Gaza, pelos EUA e Israel, onde mulheres e crianças são a maioria das vítimas fatais, é a mesmíssima de Bolsonaro, a de aplaudir, de exaltar, assim como os ataques dos mesmos países ao Irã.

O resultado não poderia ser outro, as fontes do bolsonarismo de guerra, de hospícío e da mídia, são as mesmas. A agudeza desse engenho sionista no Brasil, idem. É uma coisa tão deslavada que não há argumentaçao capaz de ser cínica ao extremo para negar a parceria jamais vista  no Brasil entre mídia e extrema direita.

Para completar, a afinidade entre esses umbrais, a exaltação a Trump, no Brasil, pela mídia e pelo bolsonarismo é outro atestado insuspeito dessa liga maligna que enfeita a retórica dessa gente.

Assim também foi aquele surto proposital da Globo com o seu powerpoint contra Lula, amplamente difundifo pelos bolsonaristas, o que eles não esperavam é que o mesmo powerpoint prestasse um desserviço tão grande à Globo, no maior tiro no pé da história, obrigando a Globo a pedir desculpas e tirar Andreia Sadi de cena para tentar salvar o que sobrou da sua imagem depois do bizonho e repudiado quadro.

Mais do que isso, nao foi uma reação que apenas tratorou a Globo, foi uma indicação instintiva de que este deve ser sempre o caminho adotado para contrapor à imundície que, tanto os bolsonaritas quanto a Globo utilizarão para blindar os Bolsonaro e atacar Lula, deixando a caquética forma de destruir reputações de calça arriada em pleno espaço público.

Mas que fique bem claro que a besta do balão nasce do casamento entre grande mídia e bolsonarismo, sob a regência do sionismo e o trumpismo tatuado na alma dessa gente, seja para roubar as terras raras brasileiras, seja para liquidar o Pix em nome dos bancos norte-americanos, controlados pelos sionistas que controlam o próprio governo Trump, como denunciado por gente da alta cúpula do governo americano

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Política

Contra os ruídos dos reacionários, a luz dos progressistas

Sem poder atacar o governo Lula pela pauta da economia e muito menos no quesito corrupção, porque Flavio Bolsonaro terá que fugir desse assunto como o diabo da cruz, a estratégia será a de atacar os pobres do Bolsa Família.

Para piorar, a repercussão negativa do discurso de Flavio nos EUA, oferecendo as terras raras brasileiras para Trump, acabou suscitando a  real possibilidade de, num eventual governo Flavio, o Pix ser desruído em troca do apoio de Trump a sua candidatura.

Então, o que sobrou para o bolsonarismo de guerra e para a própria mídia, que é irmã siamesa dos senhores da milícia carioca, são os inúmeros programas sociais do governo Lula, mas sobretudo o Bolsa Família.

Lógico, estão atacando, como fonte de suas críticas, os pobres, os pretos, os favelados, os desvalidos, ou seja, aquela população de 34 milhões que, com Bolsonaro, foi parar na fila do osso, porque o genocida os devolveu para a miséria absoluta.

Preparem-se para uma convulsão bélica que se intensificará cada vez mais na campnha de Flavio, crispada de energia do mais fecundo ódio do inferno.

Isso é uma pista clara de que as bruchas do bolsonarismo farão barulho, como já está desenhdo, para turvar com cores de louvores os Bolsonaro, na tentativa de usar o pincel para borrar o quadro social que mudou enormemente nos três anos de governo Lula.

Não obstante, essa tentativa co-irmã da mídia, também escrava da Faria Lima, apresentará santeiros vulgares para soprar o apito de cachorro contra Lula na tentativa de embaçar a extensa folha corrida de crimes dos Bolsonaro, mas sobretudo de Flavio, e as novas revelações deste, que tem a vocação, como primogênito do clã, de melhorar de vida a partir de um vigoroso e invariavelmente cúmplice com quadro mais precioso de todo tipo de corrupção nativa.

Por isso, uma forma de detonar esse giroscópio de uma perna só, é  amarrar o vigarista no pé da mesa e tacar luz para descortinar a linha dos novelos que ele tentará esconder de seus incontáveis crimes de suborno, rachadinha, formação de quadrilha e peculato.


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Mundo

Trump dá 48 horas para Irã aceitar acordo e ameaça com ‘inferno’

Donald Trump, presidente dos EUA, alerta que o “tempo está se esgotando” para que os iranianos aceitem um acordo e alerta que, caso isso não ocorra, Teerã enfrentará o “inferno”.

O recado foi publicado neste sábado nas redes sociais do republicano e num momento crítico para os EUA.

Trump afirmou:

“Lembram quando dei ao Irã dez dias para FAZER UM ACORDO ou ABRIR O ESTREITO DE ORMIZ? O tempo está se esgotando. 48 horas antes que o inferno se abata sobre eles. Glória a DEUS! Presidente DONALD J. TRUMP.”

A referência religiosa também passou a fazer parte da narrativa da Casa Branca nos últimos dias, o que levou o Vaticano a alertar que “Deus não escuta” orações para ir a uma guerra.

De fato, em 27 de março e depois de várias modificações em seu ultimato, Trump anunciou que suspenderia qualquer ataque a usinas de energia iranianas por 10 dias a partir daquela data.

Nos bastidores e por meio de diplomatas paquistaneses, o governo norte-americano apresentou um projeto de cessar-fogo, com 15 condições. Nenhuma delas envolvia o fim do regime iraniano.

Teerã rejeitou a proposta, alertando que as exigências eram “excessivas”. Em contrapartida, uma nova oferta foi apresentada pelos iranianos, incluindo um compromisso por parte dos EUA de que não voltariam a assassinar os líderes do regime em Teerã.

ICE contra parentes de autoridades iranianas
Instantes depois do alerta de Trump, o secretário de Estado, Marco Rubio, anunciou que o ICE — a polícia de imigração — havia detido parentes de autoridades iranianas.

“Na noite passada, a sobrinha e a sobrinha-neta do falecido major-general Qasem Soleimani, da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã, foram presas por agentes federais após o secretário de Estado Marco Rubio ter revogado seu status de residentes permanentes legais”, anunciou o governo.

“Hamideh Soleimani Afshar e sua filha estão agora sob custódia do Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE)”, disse. “Conforme identificado por reportagens da imprensa e por seus próprios comentários nas redes sociais, Soleimani Afshar é uma defensora declarada do regime totalitário e terrorista do Irã”, alegou.

De acordo com Rubio, enquanto vivia nos Estados Unidos, “ela promoveu propaganda do regime iraniano, celebrou ataques contra soldados e instalações militares americanas no Oriente Médio, elogiou o novo Líder Supremo iraniano, denunciou os Estados Unidos como o “Grande Satã” e expressou seu apoio inabalável à Guarda Revolucionária Islâmica do Irã, uma organização considerada terrorista”.

“Afshar Soleimani disseminou essa propaganda para o regime terrorista do Irã enquanto desfrutava de um estilo de vida luxuoso em Los Angeles, como atestam suas frequentes postagens em sua conta do Instagram, recentemente excluída”, disse.

Além da revogação do status de residente permanente legal de Hamideh Soleimani Afshar e de sua filha, o marido de Afshar também foi proibido de entrar nos Estados Unidos.

No início deste mês, Rubio também revogou o status legal de Fatemeh Ardeshir-Larijani, filha do ex-secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, Ali Larijani, e de seu marido, Seyed Kalantar Motamedi. Tanto Ardeshir-Larijani quanto Motamedi não estão mais nos Estados Unidos e estão proibidos de entrar no país no futuro.

“O governo Trump não permitirá que nosso país se torne um lar para estrangeiros que apoiam regimes terroristas antiamericanos”, completou.

Momento de crise
O ultimato está sendo dado num momento de crise para os EUA. Nesta semana, o secretário de Guerra, Pete Hegseth, demitiu o chefe do Estado-Maior do Exército, Randy George, e outros dois generais, em meio à guerra com o Irã.

Para completar, dois aviões americanos foram derrubados pelos iranianos, que destacam a eficiência de seus novos sistemas de defesa aérea.

Um dos pilotos foi socorrido. Mas há uma intensa busca por um segundo militar que estaria a bordo. Um dos temores dos americanos é de que, se capturado, esse soldado poderia se transformar em um troféu para o regime iraniano e ser usado como moeda de troca.

O Irã alega ter abatido dois aviões de guerra americanos — um F-15E e um A-10 Warthog. Para o porta-voz da chancelaria iraniana, Ebrahim Zolfaghari, o fato é uma “humilhação” para os EUA e Israel. A derrubada desmente a tese de Trump de que os americanos teriam praticamente “dizimado” o poder militar iraniano. Para Teerã, suas forças ainda “alcançarão o controle total do espaço aéreo do país”.

*Jamil Chade/ICL


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Política

Se é Bolsonaro, é mau

Bolsonaro segue sendo reconhecido como o mais perverso presidente da história do Brasil, ou seja, o clã Bolsonaro é um laboratório de iniquidades, que se tornou uma marca oficial da família.

O brasileiro, que tem conexão emocional com os Bolsonaro, sabe que tem as mãos sujas de sangue, porque a essência de toda essa família é a de transmitir ódio no lugar de humanismo e isso tem utilidade para fixar na mente das pessoas que o mal e o crime dão lucro, a começar pelo varão da família, Jair Bolsonaro, seguindo com o 01 até o 04.

O B dos Bolsonaro é o B de bárbaros, e eles acham que essa é uma marca da barbárie que faz sucesso entre os bolsonaristas e, por isso, inundaram o Brasil de ódio como modelo original de governabilidade.

A ideia faz sucesso entre os maiores delinquentes do país, sobretudo no meio de um legítimo miliciano como o vizinho de Bolsonaro que assassinou Marielle.

Flavio precisa ser desmascarado desse padrão político em que veste o manequim de fascista cordial.

Bolsonaro, na verdade, como revelado na pandemia, confunde-se com terrorismo de Estado que se somou ao vírus da covid numa guerra contra a população que matou mais de 700 mil brasileiros.

Se isso não é um alerta para quem votou em Bolsonaro em 2018 ou 2022, que fique registrado que não há dúvidas de que todos lá sempre reservarão ao povo o que existe de pior.

Essa gente nao é amiga de ninguém. Para o clã, não existe amizade sem interesse, por isso o pai é idolatrado pelos filhos, porque ficou rico, e muito rico, utilizando-se desse expediente.

Jamais, em tempo algum, viu-se no Brasil um president4e que fizesse tanto mal à população e Flavio pretende fazer o mesmo se chegar à cadeira da presidência.


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Mundo

China passa EUA na aprovação global em diferença histórica

Pesquisa mostra que aprovação global à China cresce para 36% enquanto a dos EUA cai para 31% em 2025, ampliando distância histórica entre as potências

A aprovação global à China superou a dos Estados Unidos e atingiu seu maior distanciamento histórico, segundo levantamento recente da Gallup, que mostra crescimento da avaliação positiva de Pequim para 36% em 2025, enquanto a de Washington recuou para 31%. Os dados refletem mudanças na percepção internacional sobre as lideranças das duas potências e foram obtidos a partir de entrevistas em mais de 130 países, segundo a CNN Brasil.

A pesquisa da empresa americana de análise e consultoria Gallup, publicada na sexta-feira (3), revela uma inversão significativa na tendência histórica de aprovação global. Enquanto a China registrou avanço de quatro pontos percentuais em relação a 2024, quando tinha 32%, os Estados Unidos sofreram queda acentuada de oito pontos, partindo de 39% no ano anterior.

A diferença de cinco pontos percentuais entre os dois países representa a maior já registrada desde o início da série histórica, em 2005. Esse cenário reforça a consolidação de uma mudança gradual na percepção global sobre as lideranças internacionais.

O levantamento também comparou outros países. A Alemanha aparece com a maior aprovação mediana em 2025, com 48%, enquanto a Rússia registra 26%, mantendo-se abaixo tanto da China quanto dos Estados Unidos.

A queda da aprovação americana coincide com a mudança política interna nos Estados Unidos, marcada pela transição do governo do democrata Joe Biden para o republicano Donald Trump. A pesquisa aponta que momentos anteriores de liderança chinesa sobre os EUA ocorreram em 2008, durante a crise financeira global, e entre 2017 e 2018, nos primeiros anos do mandato anterior de Trump.

A Alemanha foi o país onde a imagem dos Estados Unidos sofreu a maior retração, com queda de 39 pontos percentuais. Reduções superiores a dez pontos também foram observadas em diversos países europeus, com exceção do Leste Europeu, além do Canadá.

Em contrapartida, a popularidade americana apresentou crescimento em alguns locais, com destaque para Israel, onde houve aumento de 13 pontos percentuais. Países como Kosovo, Israel, Polônia, Albânia e Filipinas demonstram maior alinhamento com Washington.

Já Rússia, Paquistão, Tunísia, Singapura e Hong Kong tendem a avaliar de forma mais favorável a liderança chinesa em comparação à norte-americana, indicando uma divisão geopolítica nas percepções globais sobre as duas potências.

*BdF


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Política

Flavio quer o TrumPix para o Brasil

É pura charada, Flavio não quer simplesmente acabar com o Pix no Brasil, quer mais, muito mais, quer criar aqui o TrumPix com as bandeiras americanas de cartão crédito, como o próprio Trump já revelou.

No Brasil, alguém em sã consciência, acha que Flavio Bolsonaro que, desesperadamente, busca a anistia para seu pai, vai se preocupar com o Pix que atende, de graça, um brasileiro pobre numa cidadezinha perdida nos recessos da Paraiba?

Essa gente do clã Bolsonaro é perversa com o povo brasileiro em tudo o que puderam produzir de mal, de fazer inveja nos piores crápulas da humanidade. Exemplos não faltam, Flavio apenas quer reproduzir a mesma lógica da Petrobrax, ideia que surgiu com o genro de FHC para entregar a Petrobras aos EUA.

Essa sempre foi a areia que encheram de dinheiro e ouro em pó os caminhões da direita.

Em um vídeo, Flavio diz que foi o pai quem criou o Pix, o que é uma mentira deslavada, na verdade, Bolsonaro não tinha a menor ideia do que seria o Pix, que vinha sendo estudado pelo Banco Central antes mesmo do sabotador Temer vampirizar por dentro o governo Dilma.

Aqui já falamos do inacreditável absurdo do sujeito oferecer a Trump, em troca de apoio eleitoral, nada menos que as cobiçadas terras raras brasileiras e os minerais críticos nos quais os gringos estão com o olho pra lá de gordo.

Para Flavio, entregar o Pix é apenas entregar um palito para Trump palitar os dentes depois do banquete.

Os caras são inescrupulosos e não economizam maldade contra o povo brasileiro, como a entrega da BR Distribuidora e da refinaria Landulpho Alve, da Bahia, em troca das famosas joias árabes que a família surrupiou,

Não adianta Flavio pintar a cara de branco, quando, na verdade, por baixo tem uma criatura que é capaz de entregar a cabeça da mãe por dinheiro, pintar-se para a guerra e vocalizar seus gatafunhos virtuais, como fez o pai para conduzir 34 milhões de brasileiros para a miséria, tirados por Lula nos últimos três anos.

Flavio usará o Pix para seu interesse e de sua família, não terá o menor escrúpulo em entregar para Trump, tratorando mais de 80% da população para dar boas hospitalidades à ambição daquele governo e de seus emprsários. E dane-se os milhares de lugarejos Brasil afora que nem bancos têm.

Por isso, em alto e bom som, diga NÃO a Flavio Bolsonaro e seu TrumPix.


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Política

Como a Lava Jato e as privatizações de Bolsonaro afastaram o Brasil da autossuficiência em diesel

Guerra no Irã expôs dependência externa do país, agravada por corte de investimentos e venda de refinarias

A guerra no Irã e a disparada do preço do petróleo no mercado internacional voltaram a expor uma fragilidade estrutural do setor de combustíveis no Brasil. Entre 27 de fevereiro e 31 de março, refinarias privatizadas no governo Jair Bolsonaro elevaram o preço do diesel muito acima da Petrobras. Na Bahia, a Refinaria de Mataripe passou a vender o combustível 64% acima da estatal. No Amazonas, a Refinaria da Amazônia (REAM) chegou a um valor 76% superior.

O impacto imediato no preço ao consumidor ajuda a explicar por que o diesel voltou a protagonizar o debate energético no país, com ameaças de uma nova greve de caminhoneiros, um programa de subvenção e promessas da presidenta da Petrobras, Magda Chambriard, de tornar o país autossuficiente na produção do combustível em 5 anos.

Diferentemente da gasolina e do gás de cozinha, o diesel segue sendo o principal ponto de vulnerabilidade do abastecimento nacional. Embora o Brasil tenha alcançado a autossuficiência em petróleo, ainda depende da importação de cerca de 30% do diesel que consome — proporção confirmada pelo próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao defender a recomposição da capacidade de refino nacional.

Essa dependência não tende a desaparecer tão cedo, segundo o Plano Decenal de Expansão de Energia 2035, da Empresa de Pesquisa Energética (EPE). Segundo o documento publicado no ano passado, portanto, antes das últimas declarações de Chambriard, mesmo com novos investimentos em refino, o Brasil seguirá sendo um importador líquido de diesel ao longo da próxima década. A projeção é que, em 2035, as importações líquidas do combustível cheguem a 52 mil metros cúbicos por dia, o equivalente a aproximadamente 25% da demanda nacional.

No mesmo documento, a EPE projeta que o país poderá se tornar autossuficiente em gasolina no médio prazo e superavitário em GLP, o gás de cozinha, a partir do fim desta década. O diesel, portanto, não é apenas mais um item da conta dos combustíveis, mas o elo mais frágil de uma cadeia que impacta diretamente transportes, alimentos, inflação e custo de vida.

Para pesquisadores do setor e dirigentes petroleiros ouvidos pelo Brasil de Fato, essa vulnerabilidade não é resultado apenas de oscilações geopolíticas recentes. Ela foi construída ao longo dos últimos anos, com a interrupção de projetos de expansão do refino, a adoção do Preço de Paridade de Importação (PPI), a abertura do mercado para importadores e a venda de refinarias e outros ativos estratégicos da Petrobras.

A justificativa para o atual momento de fragilidade passa por uma linha do tempo que cruza Lava Jato, mudança na política energética, decisões do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e privatizações levadas adiante nos governos Michel Temer e Jair Bolsonaro.

Do projeto de autossuficiência ao aumento da dependência
Embora o Brasil tenha alcançado a autossuficiência em petróleo com a expansão da produção no pré-sal, não conseguiu converter essa posição em autossuficiência na produção de combustíveis, especialmente no diesel.

Segundo o coordenador-geral da Federação Única dos Petroleiros (FUP), Deyvid Bacelar, o Brasil produz hoje quase 4 milhões de barris de óleo equivalente por dia e exporta cerca de 1,6 milhão de barris diários, com 80% da produção oriunda do pré-sal. Ainda assim, segue importando cerca de um quarto do diesel consumido internamente.

Essa contradição, segundo pesquisadores e dirigentes do setor, se explica pela interrupção de um projeto de expansão do refino que poderia ter reduzido de forma estrutural a dependência externa do país. No Plano de Negócios e Gestão 2014-2018, a Petrobras projetava ampliar sua capacidade de processamento, substituir importações de derivados e se tornar exportadora líquida a partir de 2016. A carteira incluía duplicar a capacidade da Refinaria Abreu e Lima (RNEST), a implantação do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) e a construção das refinarias Premium I e II, no Maranhão e no Ceará.

“Se esse planejamento estratégico tivesse sido colocado em prática, nós teríamos hoje a autossuficiência na produção de combustíveis”, argumenta Bacelar.

Para o economista Eric Gil Dantas, do Instituto Brasileiro de Estudos Políticos e Sociais (Ibeps), se o plano tivesse sido mantido, o Brasil poderia ter transformado sua autossuficiência em petróleo em autossuficiência em combustíveis. O diesel, porém, ficou para trás justamente no momento em que a expansão do refino foi freada. “A conta está sendo paga agora. A gente poderia ser autossuficiente em combustíveis e não estaria passando por isso”, diz.

A ruptura começa a ganhar forma entre 2014 e 2016, em um contexto de queda do preço do petróleo, avanço da Lava Jato, crise política e mudança na estratégia da Petrobras. Para o diretor técnico do Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (Ineep), Mahatma Ramos, foi nesse período que se interrompeu um projeto nacional ancorado na segurança e na soberania energética. “A gente tem essa dependência hoje muito pela interrupção de um projeto nacional de desenvolvimento ancorado na segurança e soberania energética”, afirma.

Lava Jato, corte de investimentos e mudança de rota
Em junho de 2015, a Petrobras reduziu em 37% os investimentos previstos para os anos seguintes e anunciou um amplo programa de venda de ativos. Na prática, isso significou frear o projeto de expansão do refino. As refinarias Premium I e II foram abandonadas, o Comperj foi redimensionado e a ampliação da Refinaria Abreu e Lima ficou para depois.

O avanço da Operação Lava Jato coincidiu com a paralisação de grandes obras da Petrobras e com o enfraquecimento de setores industriais ligados ao petróleo. Para Mahatma Ramos, a operação não atingiu apenas a estatal, mas uma cadeia produtiva inteira. “O que a gente observou com a Lava Jato foi um desmonte, por exemplo, da indústria naval no Brasil”, afirma.

Foi nesse ambiente que a Petrobras passou a deixar em segundo plano o projeto que buscava ampliar a produção nacional de combustíveis. A empresa seguia aumentando a extração de petróleo com o pré-sal, mas se afastava do objetivo de reduzir a dependência externa de diesel e outros derivados.

“A Lava Jato permitiu esse cavalo de pau de uma empresa que investia para uma empresa que apenas desinvestiu”, completa o economista Eric Gil Dantas.

PPI, Cade e a abertura do mercado
A mudança de rumo não ficou restrita ao corte de investimentos. Em 2016, já no governo Michel Temer, a Petrobras adotou o Preço de Paridade de Importação (PPI), política que passou a alinhar os preços dos combustíveis aos preços internacionais do petróleo em dólar, além de variáveis como frete e seguro. A justificativa era abrir espaço no mercado brasileiro para novos agentes no mercado e reduzir o risco de desabastecimento.

Para Eric Gil Dantas, a promessa de que a concorrência derrubaria os preços nunca fez sentido no caso do refino. “O mercado de combustíveis é muito mais complexo do que esse blá-blá-blá liberal de que, com mais agentes, os preços cairiam”, afirma. Segundo ele, refinarias são estruturas pensadas para abastecer mercados regionais e não operam em lógica de concorrência direta, como se uma pudesse simplesmente surgir ao lado da outra para disputar consumidores.

A nova política de preços criou as condições para que importadores passassem a disputar espaço com a Petrobras e pressionassem por mudanças mais profundas no setor. Foi nesse contexto que a Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), criada em 2017, recorreu ao Cade para enfraquecer o poder de precificação da estatal e abrir caminho para a venda de refinarias. “O Cade foi um mecanismo utilizado pela Abicom e pelo Paulo Guedes para forçar, entre aspas, a privatização dessas refinarias”, afirma, fazendo referência aos esforços privatistas do governo de Jair Bolsonaro.

O acordo firmado entre Petrobras e o Cade em 2019, governo Bolsonaro, previa a venda de oito refinarias. À época, a estatal detinha cerca de 98% da capacidade nacional de refino, e o Cade defendia que a alienação dos ativos estimularia a concorrência regional. Na prática, porém, o que se viu foi a formação de monopólios privados em mercados já estruturados em bases territoriais.

“Quando se privatizou, você criou monopólios privados naquelas regiões”, resume Dantas. Na Bahia, a Refinaria Landulpho Alves, rebatizada de Mataripe, passou ao controle do grupo Mubadala. No Amazonas, a Reman virou REAM sob comando da Atem. Em vez de mais competição, o país passou a conviver com refinarias privadas mais expostas ao mercado internacional e menos dispostas a amortecer choques de preço.

“Essas refinarias que faziam parte da holding da Petrobras foram transformadas em empresas subsidiárias e posteriormente vendidas sem aprovação do Congresso”, afirma. Na avaliação do pesquisador, foi assim que a estatal começou a ser “desmanchada por partes”.

Esse processo também abriu espaço para a explosão das tradings importadoras de combustíveis. Segundo Deyvid Bacelar, antes do golpe de 2016, havia cerca de 70 empresas desse tipo operando no país. No governo Bolsonaro, esse número chegou a quase 600. A nova configuração consolidou um mercado mais dependente de importações, mais sensível à volatilidade externa e menos controlado pela Petrobras.

No mesmo período, a Petrobras se desfez de ativos considerados estratégicos para o abastecimento, como a BR Distribuidora, a Liquigás e parte relevante da infraestrutura de transporte de gás. Para Mahatma Ramos, o efeito combinado dessas decisões foi ampliar a vulnerabilidade do país a oscilações externas e reduzir a capacidade do Estado de coordenar a cadeia de combustíveis do poço ao consumidor.

Em vez de uma empresa integrada, o país passou a ter uma cadeia mais fragmentada, mais dependente do setor privado e mais exposta às decisões do mercado internacional. “Você cria um mercado mais dependente do exterior e mais exposto às oscilações internacionais”, resume Bacelar.

Retomada do refino tenta reduzir a dependência de diesel
Foi esse processo de desinvestimento, privatização e fragmentação da cadeia de combustíveis que aprofundou o déficit brasileiro no refino de diesel. Enquanto ampliava a produção de petróleo, o Brasil reduzia ou adiava investimentos em capacidade de processamento, vendia ativos estratégicos e abria mais espaço para importações. Segundo especialistas ouvidos pelo Brasil de Fato, o resultado foi um descompasso que ainda marca o setor: o país exporta óleo cru em grande escala, mas segue sem refinar internamente todo o diesel de que precisa.

A reação a esse quadro começou a ganhar forma no terceiro governo Lula. A Petrobras retomou investimentos no parque de refino, elevou o fator de utilização das refinarias e voltou a apostar em obras que haviam sido deixadas para trás, como a ampliação da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, e o desenvolvimento do Complexo de Energias Boaventura, no Rio de Janeiro. A estatal também vem modernizando unidades já em operação para ampliar a produção de diesel de baixo teor de enxofre.

A mudança de rumo aparece também no discurso da direção da empresa. Nesta semana, a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, disse que a companhia estuda perseguir a autossuficiência em diesel nos próximos cinco anos, justamente para reduzir a exposição do país a choques geopolíticos. Dias depois, Lula afirmou ter interesse em recomprar a Refinaria de Mataripe, na Bahia, sob o argumento de que a unidade produz menos do que poderia e precisa voltar a ter papel mais relevante no abastecimento nacional. Ele também já manifestou o mesmo em relação à Ream, no Amazonas.

Para Deyvid Bacelar, a reconstrução exigirá mais do que retomar obras pontuais. “Você desmonta um sistema ao longo de anos e não consegue reconstruir isso de uma hora para outra.”

Entre segurança energética e transição, o país disputa seu futuro
A tentativa de recuperar a capacidade de refino ocorre em meio a outra disputa estratégica: a da transição energética. Para Mahatma Ramos, o Brasil não perdeu a condição de liderança relativa nesse debate, porque já tem uma matriz elétrica mais limpa do que a maior parte do mundo e acumulou experiência em biocombustíveis e outras rotas de baixo carbono. O problema, segundo ele, é que a transição não avança em linha reta nem substitui, no curto prazo, a necessidade de garantir abastecimento e segurança energética.

A alta recente do petróleo ajuda a explicar esse impasse. De um lado, encarece combustíveis, pressiona a economia e reforça a urgência de alternativas menos dependentes dos fósseis. De outro, aumenta a rentabilidade do próprio setor petrolífero e estimula novos investimentos em exploração, produção e refino. “O que a gente vai observar nas próximas décadas é um avanço paralelo dessas duas geopolíticas”, diz Ramos, referindo-se à permanência do petróleo como ativo estratégico e ao crescimento das energias renováveis.

*BdF


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Política

Se é Lula, é Brasil

Soberania não é uma tese em exame, muito menos retórica de inspiração de momento, é um campo de batalha sem armas de fogo, mas de independência de um povo.

É assim que Lula trata a soberania do Brasil na produção de combustíveis. Assim, o chefe da nação manifesta interesse em recomprar a refinaria Landulpho Alves, na Bahia, privatizada por Bolsonaro em 2021, vendida para árabes abaixo do preço de mercado, quando recebeu de presente joias valiosas.

Em última análise, mais do que um produto, Lula está recomprando a soberania energética do Brasil, prometendo algo que vale muito para os brasileiros.

Assim fica fácil entender que soberania nacional não é um slogan, mas algo que soa natural e simples de reproduzir, somado à autoridade não só do presidente, mas da própria sociedade brasileira diante de uma situação extrema como a guerra entre Israel e EUA versus Irã, que gerou o fechamento do Estreito de Ormuz.

É uma atitude memorável de Lula, qua habita o ideal dos brasileiros. Ou seja, é uma conexão afetiva entre governo e sociedade.

O governo Lula não tem comparação com o governo tocado pelo clã Bolsonaro, que sonha com a cadeira da presidência como produto de barganha para anistiar um golpista corrupto com planos assassinos, traçados às escuras.

Outros anúncios em prol da soberania nacional serão feitos por Lula até o final do seu terceiro mandato, mostrando a diferença abissal de seu antecessor que hoje rege a cabeça de seu filho na disputa presidencial.


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