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Namorada enviou a Vorcaro vídeo de Ciro Nogueira: “Estamos com Bolsonaro. Sempre”

Mensagens encontradas no celular do banqueiro Daniel Vorcaro mostram que a modelo Martha Graeff enviou a ele um vídeo do senador Ciro Nogueira (PP-PI) em que o parlamentar declara apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A conversa ocorreu por mensagem direta no Instagram em 23 de julho de 2025.

No vídeo encaminhado pela namorada, Ciro Nogueira afirma: “Estamos com Bolsonaro. Sempre”. A gravação foi enviada por Martha Graeff às 11h27 daquele dia, segundo registros das mensagens analisadas nas investigações relacionadas ao Banco Master.

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A publicação com o título “Estamos com Bolsonaro. Sempre!” foi enviada por Martha a Vorcaro às 11h27 do dia 23 de julho de 2025. No vídeo, Ciro Nogueira diz que Bolsonaro é vítima de “uma perseguição sem precedentes na história do nosso país” e que pretende apresentar um Projeto de Lei para “proibir qualquer tipo de cessamento de redes sociais”.

“É um homem que não tá sendo acusado de roubar, nem de matar e tá tendo cessado o seu direito de poder se manifestar, de poder ir e vir. Isso eu considero uma perseguição sem precedente na história do nosso país. Nós estamos estudando até no congresso um projeto de lei para proibir qualquer tipo de cessamento de redes sociais, porque da forma como está se acontecendo no país, isso é uma censura prévia que nós não podemos admitir em hipóteses nenhumas”, afirma no vídeo.

Na gravação, o senador também declara que Bolsonaro é alvo de “uma perseguição sem precedentes na história do nosso país”. Em seguida, afirma: “É um homem que não tá sendo acusado de roubar, nem de matar e tá tendo cessado o seu direito de poder se manifestar, de poder ir e vir”.

*DCM


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Flavio, o chulé da frieira de Bolsonaro

Duas mulheres de campos políticos antagônicos fizeram uma avaliação da candidatura de Flavio e não foi nada animadora. A que está dentro de seu campo “ideológico”, pergunta, quem é Flavio além de filho de Bolsonaro e o que ele tem para mostrar uma na disputa presidencial? Nada.

Essa fala foi uma justificativa realista de quem diz textualmente que ele não tem a menor chance de se eleger.

A outra, que está no campo oposto ao candidato à presidência, vai ainda mais longe, além de não ter o que mostrar de bom em todos esses anos em que vive da politica, Flavio é o mais corrupto dos filhos bandalhos de Bolsonaro. O que não falta é denúncia comprovada de corrupção contra ele.

Assim, repete a mesma conclusão dizendo que ele só é candidato porque Bolsonaro não admite apoiar alguém que não tenha seu sangue.

O fato é que Flavio é um pária que nunca teve vida própria, sempre foi um pau mandado do pai em absolutamente cada passo que deu na vida política. Pior, carrega o odor do capitão genocida com uma subserviência federal de forma infame.

Na verdade, Flavio sempre foi um auxiliar do pai que o tempo todo contou com sua total obediência dentro do engenhoso sistema político que Bolsonaro construiu para que ele e seus filhos sempre mamassem nas tetas mais gordas e gostosas do Estado.

Claro que uma parte do eleitorado bolsonarista repercutiu de forma positiva sua candidatura, já a outra parte dos mesmos ociosos do pasto, especializada em ajoelhar para todas as sandices de Bolsonaro, não dá crédito ao primogênito do animal.

A camorra de Rio das Pedras/Muzema só anda de bando de modo absoluto, não tem janela para abrir, todos abaixam a acabeça para o pai, porque, na verdade, seus mandatos são propriedade de Bolsonaro e refletem a podridão do papai.

Muita gente da direita está com os olhos assombrados diante da candidatura de Flavio, que Bolsonaro trata como ponto final.

E se realmente tudo falhar, como tudo indica, Bolsonaro se sentirá vitorioso, porque manterá o naipe de líder isolado dessa direita burlesca e caricata que virou um ajuntamento de reacionários no Brasil.


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Congresso ameaça reduzir pena de Bolsonaro se pressão por CPI do Master diminuir; entenda

A cúpula do Congresso Nacional sinalizou votar a redução de pena que pode beneficiar Jair Bolsonaro (PL) se a pressão pela CPI do Banco Master diminuir, condicionando a análise do veto ao PL da Dosimetria a um acordo político para evitar a instalação da comissão, conforme informações da Folha de S.Paulo.

A proposta pode reduzir o tempo de prisão em regime fechado do ex-presidente de 6 a 8 anos para algo entre 2 anos e 4 meses e 4 anos e 2 meses, dependendo da interpretação jurídica.

Para analisar os vetos presidenciais, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), precisa convocar uma sessão conjunta com deputados e senadores. O impasse é que, nessa reunião, também teria de ler requerimentos de CPI, inclusive o pedido de investigação sobre o Banco Master — etapa que tenta evitar.

Desde a abertura do ano legislativo, Alcolumbre vem adiando a sessão, com apoio do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), que também resiste à comissão.

A estratégia em negociação é realizar a sessão no início de março apenas se a oposição não pressionar pela leitura do pedido da CPI mista do Master. Caso haja acordo, a votação do veto ao PL da Dosimetria pode ocorrer na primeira semana do mês.

Sem entendimento, a análise deve ser novamente adiada. Além desse veto, há outros 73 vetos presidenciais pendentes de apreciação pelo Congresso.

Pressão da oposição e reação do governo
Parlamentares bolsonaristas cobram a derrubada do veto do presidente Lula, já que a expectativa é de que a mudança na dosimetria beneficie não apenas Bolsonaro, mas também outros condenados pela trama golpista e pelos atos de 8 de janeiro.

Para manter o veto, o PT precisaria reverter ao menos sete votos favoráveis ao projeto no Senado — tarefa considerada difícil, mas possível por aliados do governo.

A derrubada exige maioria absoluta nas duas Casas: 257 deputados e 41 senadores. O projeto foi aprovado originalmente com 291 votos na Câmara e 48 no Senado. O líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (PT-AP), afirmou que o Planalto pode recorrer ao STF caso o veto seja derrubado, por considerar a proposta inconstitucional.

CPI do Master amplia tensão política
O avanço das investigações envolvendo o Banco Master elevou a pressão pela criação de uma CPI, com apoio de parlamentares de diferentes campos políticos, incluindo bolsonaristas, governistas e integrantes do Centrão. O pedido de comissão mista, liderado pelo deputado Carlos Jordy (PL-RJ), reuniu 42 assinaturas de senadores e 238 de deputados, número suficiente para sua instalação.

Cardeais do Centrão atuam para blindar o ministro do STF Dias Toffoli, que deixou a relatoria do caso após pressão política, e criticam o que chamam de tentativa de transformar as investigações em uma “Lava Jato 2”, com vazamentos seletivos e prejulgamentos contra políticos e ministros da Corte.

A crise ganhou novos contornos após operação da Polícia Federal contra a Amprev, gestora do regime previdenciário do Amapá, por investimentos feitos no Banco Master que podem gerar prejuízos ao fundo dos servidores.


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Mídia industrial agora é terrivelmente evangélica

A Veja, que lançou Collor como caçador de marajás e deu no que deu, chegando a Paulo Guedes, que devolveu o Brasil ao mapa da fome no governo do genocida, Bolsonaro, responsável pela morte de mais de 700 mil brasileiros por covid, agora é evangélica desde criancinha.

Ou seja, a revistona sempre teve talento de visionário às avessas. É só lembrar que Eduardo Cunha era tratado como rei do Brasil na sua campanha pelo golpe em Dilma.

Como não pretendo descrever c da canalhice dessa bíblia do fascismo nacional, vou somente gargalhar por ver André Mendonça ser tratado como já foram duas ex-celebridades de duas das mais recentes farsas desse país, Joaquim Barbosa, no mensalão e Sergio Moro, na Lava Jato.

Mendonça, como é sabido, não existe, o que existe é Bolsonaro que, de dentro da Papuda, regerá uma orquestração das mais cretinas, via seu afilhado terrivelmente evangélico, para tentar a ferro e fogo mudar o resultado eleitoral para a Presidência da República debaixo de pau.

O homem já recebeu autorização do patrão, preso por tentativa de golpe e assassinato de Lula, Alckmin e Moraes.

Sim, é isso que restou da direita pós-Bolsonaro, o próprio, transmutado em Flavio e, agora, em Mendonça.

Isso significa que a mídia está mostrando os dentes para Lula, como sempre fez em defesa dos candidxatos da oligarquia.

A matéria publicada pela Veja é um apito de cachorro para convocar os mais alucinados bolsonaristas para uma guerra santa contra o PT, mas sobretudo contra Lula.

O que devemos esperar disso? Porque, para a mídia, do pescoço para cima do candidato Lula, tudo é canela, sem choro nem vela.

E se a esquerda não responder à altura, dará aval para que essa panela chamada elite brasileira possa usar qualquer pinguela para associar o presidente da República a qualquer esparrela.


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Pastor que apoia Bolsonaro, presta?

No empobrecido cenário político em que a direita se encontra, por culpa, principalmente de Bolsonaro, por não admitir que qualquer correligionário coloque a cabeça pra fora, surge uma montanha de patifes do submundo evangélico que se arvoram em se apresentar como pastores, apoiadores de Bolsonaro, que só assegurou ganhos estratosféricos para seu clã, enquanto a população via seu chão derreter.

Como pode um pastor apoiar um sujeito que foi responsável pela morte de mais de 700 mil brasileiros por covid, devolveu 34 milhões de brasileiros para a mais absoluta miséria, dos quais grande parte das vítimas dessa engenhosa forma de corrupção, era do rebanho desses mesmos pastores picaretas que ajudaram a maquinizar apoio político ao próprio algoz da população.

Isso, sem falar na comunhão do mesmo Bolsonaro com tudo o que não presta nesse país e, claro, o vigarista tentou dar um golpe de Estado em que Lula, Alckmin e Moraes seriam vítimas fatais, por envenenamento ou por arma de fogo, daquela brutalidade, como foi delatado por vários comparsas de Bolsonaro.

Então, diante de um quadro como esse em que Bolsonaro dominava o território dito evangélico, por conta de pastores mercenários, o que motiva um charlatão a apoiar outro, se não for por puro mau-caratismo e interesses que movem tal escrescência.

Não dá para o sujeito posar de escapulário da fé cristã tendo como senhor dos senhores o capeta em forma de presidente.


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Política

A criminosa engrenagem da Lava Jato operou para Moro vencer a eleição presidencial de 2022 por WO

Na história do Brasil, não existe um político, dentro do Congresso, mais chacoteado do que Sergio Moro. Mais que isso, o “ex-salvador” do Brasil, personagem criado pelas redações do Grupo Globo, que tem a gratidão eterna dos Marinho, sempre enfrentou críticas duras no Congresso que, depois, eram azeitadas pela grande mídia ou simplesmente subtraídas das pautas políticas.

O maior dos personagens da república de Curitiba jamais pagou suas dívidas com a justiça, mas o Congresso como palco sempre lhe negou qualquer alívio, não só lá, ainda ministro de Bolsonato, teve que ouvir a narrativa cabeluda de Glauber Braga, num enredo didático da condenação e prisão de Lula, de um juiz corrupto em campo que, depois, foi contratado pelo clube que ele beneficiou e, no final, Glauber tatua na testa do ex-herói dos pés de barro a pecha, com muita propriedade, de juiz corrupto e ladrão.

Moro, de mamute contra a corrupção, transformou-se automaticamente em bacorinho fugitivo de um chiqueiro que o próprio criou para se engordar politicamente, saindo do Congresso como um cão sarnento pela porta dos fundos, sem rebater uma única vírgula do que disse o grande deputado.

Do ponto de vista político, foi a grande tragéia que deu início à desconstrução de um hipócrita farsante que dormiu vestido de padre e acordou com trajes do capeta. Isso não é pouca coisa.

Moro se comportou como um camundongo assustaqo diante de um Glauber Braga em êxtase por ter desmascarado, ao vivo e a cores, o fanfarrão-mor da república de Curitiba.

Ou seja, a besta do balão estava desencantada, pois nem de relinchar foi capaz e, ao contrário do que imaginou o massacre de Glauber, não decantou, e a coisa só piorou, postergando para um futuro infinito a imagem de um cagado como senador, onde todos que tiveram embates com ele, lhe chutaram a bunda, até mesmo o hacker de Araraquara, porque não serei covarde de lembrar a carraspana que tomou do então ministro da Justiça, Flávio Dino, que o colocou muito abaixo de uma barata e, mais uma vez, Sergio Moro tentou se esconder na própria sombra.

Mas nada disso, mesmo diante de um alvejamento de sua imagem por um número incontável de oponentes, Moro, amparado por uma mídia que operou como babá do fantasiado herói, arrasta-se no Senado como um leproso que nem os supostos aliados querem posar ao lado dele.

O sujeio é um político bichado que, fora do Paraná, é tido como alguém que tem como motor político um troço que bateu biela na largada.

Mas é preciso desenhar a estratégia de Moro desde sua parceria criminosa com Bolsonaro ainda vestido com a toga, negciando a cabeça de Lula para Bolsonaro vencer a eleição de 2018 e ele assumir uma suposta super pasta da Justiça e Segurança Pública, o que foi feito.

Bolsonaro, por sua vez, percebeu que estava criando cobra, não entregou o suposto poder ao pária até para um governo de párias, a começar por Bolsonaro, que culminou numa degola na fatídica e despudorada reunião ministerial em que Bolsonaro diz claramente que Moro armou uma cama de gato para ele, filhos e aliados e, por isso, a forca virou sua gravata de ministro naquele momento, porque Bolsonaro deu-lhe uma invertida com as informações de seus arapongas da Abin.

O fato é que aquele episódio, que serviu como bactericida para eliminar Moro, foi o último de uma série de ações que o ex-juiz produziu desde Dilma, Lula, mas também Temer e Aécio que entraram no radar de seus bombardeios midiáticos.

Moro, em parceria com a Globo, foi eliminando, um a um, quem ele considerava mata-burro para chegar à Presidência da República em 2022 sem candidato de peso e, assim, venceria a eleição por WO.

Mas sem o apoio dos bolsonaristas por ter traído Bolsonaro, a manutenção do próprio Bolsonaro como candidato à reeleição, mas sobretudo a volta de Lula ao topo da disputa eleitoral, fez com que Moro, de representante da terceira via, depois que Dória jogou a toalha, o burro de Curitiba teve que dar de fasto, tratorando seu próprio padrinho político, Álvaro Dias, e concorrer ao Senado sob as bênçãos de Bolsonaro e filhos, sobre quem ele já havia declarado que não passavam de um clã de corruptos.

Nisso tudo, duas coisas chamam a atenção, Moro cometeu uma enormidade de crimes tão graves quanto os de Bolsnaro, ficando com a bucha totalmente queimada prante a justiça, mas também perante à mídia. No entanto, ele terminou por provar que ainda mantém as costas quentes no judiciário, assim como no Ministério Público e também na mídia, tendo a Globo como mãe protetora do sacripanta curitibano.


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Relatoria do caso Master vai para as mãos de Bolsonaro via Mendonça, mas a mídia segue, obsessivamente, falando de Toffoli

O campo mental onde a grande mídia assombra a população com a agudeza de um engenho pró-Bolsonaro, é tão descarada que as sucessivas manchetes que enfeitam de louros a cabeça de Mendonça, não questionando sua obediência a Bolsonaro, segue para a glória maior do golpista preso na Papuda.

Aparentemente, é uma pintura fora do quadro, mas sugere escancaradamente que Flavio já foi abraçado pela besta da oligarquia, consequentemente, a boa vontade da mídia com o rachadinha, o mesmo que transforma chocolate em ouro em pó com mansões compradas com dinheiro vivo, é a própria feição de Bolsonaro, de dentro da Papuda, manipulando o sistema de justiça via Globo e congêneres.

Como Bolsonaro não conseguiu produzir uma convulsão bélica na sua campanha crispada de energia pesada, a feição pacata de Flavio acaba por traduzir um Bolsonaro virgem e heróico, eivado de sobrecarga de poder. Sim, porque Mendonça não tem apenas o título de novo relator do caso Master, a pintura filosófica estará sob reflexos diretos da lua do próprio Bolsonaro, enquanto a grande mídia segue insuflando a sociedade contra o STF na figura de Toffoli.

Nenhuyma vírgula sequer sobre a total falta de isenção de Mendonça para julgar o caso Master, banco que patrocinou a campanha de Bolsonaro e de Tarcísio, em 2022, com R$ 5 milhões que seria suficiente para que tal fato merecesse dos escribas da grande mídia, um cadico de atenção. Sem falar no número sem fim de prefeitos e governadores bolsonaristas que colocaram bilhões de recursos públicos num banco sabidamente falido, como é o caso de Ibaneis Rocha, Claudio Castro, entre tantos outros partidários do golpista.

A verdade é que não há título de matéria na grande mídia, salvo o heróico Bernardo de Mello Franco, de O Globo, que questiona se o evangélico Mendonça tem distanciamento e autoridade suficientes para relatar um caso como o do Banco Master, coroado de bandidos evangélicos, envolvidos até a medula com Vorcaro, também evangélico, de significativo histórico com André Valadão, da Igreja Lagoinha, e sua rede templos que arrecadam bilhões anualmente e que foram o próprio pedal que ipulsionou o dono do Master no submundo do mercado financeiro.

Ou seja, a grande mídia fecha os olhos para tudo isso e tenta fazer o mesmo com seus leitores enquanto utiliza o gênio do diversionismo, colcoando Toffoli na cruz numa falsificadora e arcaica narrativa de histerias movediças, justamente para o público esquecer que, na prática, André Mendonça não existe, o que existe é Bolsonaro que, mesmo preso na Papuda por crime de tentativa de golpe de Estado, segue soprando o apito de cachorro para os burros de carroça e regendo sua orquestração em benefício próprio.


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Nikolas Ferreira quer incitar uma guerra santa entre evangélicos e católicos

Para quem ainda não sabe, Bolsonaro já deu aval para Nikolas ser candidato a governador de Minas Gerais, porque, segundo reza a crença, vence a eleição nacional quem vence em Minas.

Seja como for, fora desse princípio apressado beirando o místicicismo eleitoral, em que uma espécie de crendice faz o estado de Minas ter a patente decisória do certame, Bolsonaro acha que a candidatura ao governo mineiro de Nikolas Ferreira, é um negócio maravilhoso.

Resultado, o negócio é fazer barulho para angariar engajamento. Dane-se se Nikolas não tem um projeto aprovado, mesmo levando uma grana dos cofres públicos como parlamentar inútil e vazio, não tendo, como nunca teve qualquer compromisso com o cargo e nem com o povo, além de seus milionários patrocinadores da Faria Lima, incluindo aqueles que não podem ser citados por motivos óbvios.

Nikolas tem farta experiência no quesito manipulação, sobretudo na questão religiosa. A coisa vem de berço. Desde pequeno, foi transformado numa espécie de Malafaia mirim, não para agradar os baixinhos como ele, mas para arrebatar peixes graúdos do ponto de vista do dízimo.

Ou seja, um toma lá, dá cá, uma pregação de resultados, nada de filosofias, humanismo ou coisa que o valha. é uma espécie de olho por olho, dente por dente, uma espécie de evangelistão neopentecostal. É troço de grosso calibre.

Nikolas não tem o menor pudor em votar sempre contra os pobres em favor dos ricos.

Esse monumento de hipocrisia, inversamente proporcional ao seu tamanho, consegue vitórias momentâneas e, como tal, tem o cérebro voltado para encabeçar, como um general, uma tropa fria com soluções estudadas e editadas para abastecer o ódio importado do bolsonarismo,

Daí sua hostilidade oficial contra o governo Lula, o STF e contra o petróleo brasileiro, melhor dizendo, o Estdo brasileiro.

Por isso sua desastrosa ação como deputado federal estabelece limites de muito claros, e é nessa combinação esquemática, onde se mistura política e religião da forma mais podre, é que Nikolas joga pedra na cruz e propõe um levante contra as forças do mal, numa suposta guerra espiritual, segundo seu próprio discurso. O mal, as trevas estão do lado dos católicos na figura dos padres para atacar e representar o figurino que está pintando.

Esse é o cálculo. É nessa mistificação e é com esse tipo de vigaristinha que toda vovó reacionária sonha casar sua netinha.

Nikolas tem sido citado de forma recorrente em vários capítulos desse país, digo, os mais cabeludos, como Banco Master, Igreja Lagoinha e seus respectivos donos, como André Valadão e Daniel Vorcaro. Soma-se a isso a fake news do Pix, protagonizada por Nikolas Ferreira que beneficiou enorme e inequivocadamente o PCC. Sem falar no primo traficante e no tio, pai do traficante, beneficiado com o orçamento secreto, via Nikolas Ferreira.

Está aí alguém que quer ser ainda pior que o Bolsonaro.

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Política

Lula diz que Bolsonaro é um “cachorro louco preso” que não deve ser solto

Presidente afirma que liberar o ex-mandatário condenado colocaria a democracia em risco e defende veto à redução de penas

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou ser frontalmente contrário à redução das penas e à liberação dos condenados pela tentativa de reverter o resultado das eleições de 2022. Ao comentar o tema, Lula comparou o ex-presidente Jair Bolsonaro a um “cachorro louco preso” e disse que uma eventual soltura representaria riscos concretos para a sociedade e para a democracia.

A declaração foi feita ao defender o veto ao projeto de lei da dosimetria, que previa a diminuição das penas impostas aos réus da ação penal que apurou a tentativa de golpe. Para o presidente, flexibilizar punições logo após as condenações enfraquece o sistema de Justiça e transmite uma mensagem equivocada à população.

Risco institucional e veto presidencial

Segundo Lula, a libertação de Bolsonaro, condenado pelo Supremo Tribunal Federal por liderar a trama golpista, abriria espaço para novos episódios de instabilidade. “Você acha que se você tiver um cachorro louco preso e você soltá-lo ele vai estar mais manso?”, questionou o presidente, em entrevista à TV Aratu. “Ele vai morder alguém.”

Na sequência, Lula reforçou a gravidade dos crimes atribuídos ao ex-presidente. “Esse cidadão tentou destruir a democracia brasileira, que foi condenado a 27 anos e três meses, tinha um plano para matar o Lula, o Alckmin e o Alexandre de Moraes”, afirmou, citando também o ministro do STF Alexandre de Moraes.

O presidente argumentou que o veto ao projeto foi um ato de coerência com sua posição política e institucional. Para ele, não faria sentido permitir que uma lei reduzisse penas logo após decisões judiciais que responsabilizaram os envolvidos na tentativa de golpe.

Congresso, anistia e futuro do projeto

Lula afirmou que respeita o papel do Legislativo, mas deixou claro seu desacordo com a proposta aprovada. “Você acaba de condenar e no dia seguinte alguém aprova uma lei para liberar os caras e diminuir as penas? É problema do Congresso Nacional. Eu fiz a minha parte e o Congresso fez a dele, aprovou. Eu sei as condições em que isso foi discutido. Eu fiz o meu papel, eu vetei porque não concordo”, declarou.

O presidente acrescentou que, na sua avaliação, os condenados devem cumprir pena, ainda que o debate sobre anistia possa surgir no futuro. “Esse cidadão tem que ficar preso, mas um dia pode ter uma anistia para ele, como teve depois de 1964, quinze anos depois”, disse.

No dia 8 de janeiro, Lula vetou integralmente o projeto de lei da dosimetria, aprovado pelo Congresso em dezembro. Com a decisão presidencial, o texto retorna agora ao Congresso Nacional, que poderá manter ou derrubar o veto em votação futura. Agenda do Poder.


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Laudo da PF confirma que Bolsonaro pode continuar preso na Papudinha

Peritos avaliaram o ex-presidente e exames e concluíram que, embora tenha comorbidades que demandam cuidados, ele pode continuar no presídio

O desejo da extrema direita de aliviar a pena de Jair Bolsonaro (PL) sofreu mais um revés. Segundo laudo da Polícia Federal (PF) divulgado nesta sexta-feira (6), embora o ex-presidente tenha problemas de saúde que requerem cuidados, ele pode permanecer na Papudinha, onde cumpre pena de 27 anos por tentativa de golpe.

A divulgação do laudo, assinado por três médicos, foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do caso e responsável pelo pedido de avaliação.

O documento — que teve como base um exame físico e a análise de exames laboratoriais e de imagem fornecidos pela defesa — aponta que as sete comorbidades de Bolsonaro “não ensejam, no momento, necessidade de transferência para cuidados em nível hospitalar”.

Diz, apenas, ser necessária “a otimização dos tratamentos e das medidas preventivas por profissionais especializados em decorrência do risco de complicações, principalmente eventos cardiovasculares”.

O laudo afirma que Bolsonaro não tem depressão, como argumentava sua defesa, nem pneumonia aspirativa e que na entrevista com os médicos Bolsonaro “não apresentou queixas compatíveis com sentimentos de menos-valia, desesperança ou anedonia [falta de prazer]”, ainda que pudesse demonstrar abatimento, segundo o Vermelho.

A lista de comorbidades aponta para a presença de hipertensão arterial sistêmica; Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono (Saos) grave; obesidade clínica; aterosclerose sistêmica; doença do refluxo gastroesofágico; queratose actínica e aderências (bridas) intra-abdominais.

Recomendações

Para lidar melhor com os atuais problemas de saúde de Bolsonaro, os peritos listaram quatro recomendações:

1.Investigação complementar, definição diagnóstica e tratamento adequado do quadro neurológico em curso. Como medidas paliativas e provisórias, até avaliação especializada, recomenda-se: instalação de grades de apoio em corredores e boxes de banho do alojamento; instalação de campainhas de pânico/emergência adicionais e/ou outros dispositivos de monitoramento em tempo real no alojamento e acompanhamento contínuo nas áreas comuns;

2. Avaliação nutricional e prescrição dietética por profissional(is) especializado(s), direcionadas às comorbidades descritas

3. Prática regular de atividade física aeróbica e resistida, conforme tolerância clínica;

4. Tratamento fisioterápico contínuo, com ênfase em força muscular e equilíbrio postural.

 

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