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MP Militar diz que Bolsonaro tem descaso pela dignidade humana e pela fidelidade à pátria

Representação ao STM detalha como ex-presidente violou princípios centrais da ética militar e usou a estrutura do Estado para fins inconstitucionais

O Ministério Público Militar (MPM) apontou, na representação de 19 páginas apresentada nesta terça-feira (3) ao Superior Tribunal Militar (STM), que o capitão do Exército e ex-presidente Jair Bolsonaro, demonstrou “descaso” pelos preceitos éticos mais básicos das Forças Armadas, entre eles o respeito à dignidade da pessoa humana. A avaliação consta da representação apresentada ao Superior Tribunal Militar (STM) que pede a declaração de indignidade do ex-presidente para o oficialato e a consequente perda do posto e da patente.

A peça organiza sua argumentação em três eixos centrais. O primeiro diz respeito à violação direta dos preceitos éticos previstos no artigo 28 do Estatuto dos Militares. O segundo trata da ruptura institucional promovida por Bolsonaro, descrita pelo MPM como incompatível com a dignidade da pessoa humana e com a submissão do poder militar ao poder civil. O terceiro eixo resgata antecedentes históricos do próprio ex-presidente ainda na ativa, utilizados para demonstrar a recorrência de condutas consideradas incompatíveis com a ética militar.

Logo no início, o MPM delimita o alcance do julgamento a ser realizado pelo STM. O órgão ressalta que a análise não envolve a revisão da condenação criminal imposta pelo Supremo Tribunal Federal, já transitada em julgado. O que está em discussão é exclusivamente o plano ético-institucional: cabe ao Tribunal avaliar se a conduta do representado, à luz do Estatuto dos Militares, é compatível com a condição de oficial das Forças Armadas, ainda que na inatividade.

No primeiro eixo, a representação sustenta que Bolsonaro afrontou de forma direta o artigo 28 do Estatuto dos Militares (Lei nº 6.880/1980), dispositivo que reúne os fundamentos morais e éticos que devem nortear a atuação de integrantes da caserna. Segundo o documento, “sem muito esforço”, é possível constatar o desrespeito do representado a praticamente todos esses preceitos.

De acordo com Cleber Lourenço, ICL, entre as violações apontadas estão o dever de probidade e a obrigação de proceder de maneira ilibada na vida pública. Para o Ministério Público Militar, Bolsonaro constituiu e chefiou uma organização formada por autoridades do Estado brasileiro e valeu-se da estrutura pública para alcançar objetivos inconstitucionais, comprometendo de forma grave a ética militar e a lealdade institucional exigida de oficiais.

Ainda nesse eixo, o MPM aponta o reiterado descumprimento das leis e das ordens de autoridades competentes. Segundo a peça, Bolsonaro atuou de forma consciente e articulada para desrespeitar a Constituição e decisões do Supremo Tribunal Federal e do Tribunal Superior Eleitoral, instituições que jurou respeitar ao assumir a Presidência da República.

O segundo eixo da representação trata da violação do princípio da dignidade da pessoa humana e da tentativa de ruptura institucional. De acordo com o MPM, ao buscar conduzir o país a um novo período de exceção democrática, o ex-presidente atentou contra um dos fundamentos da República, afastando-se de qualquer compromisso com a proteção de direitos e garantias fundamentais.

Nesse contexto, o órgão afirma que Bolsonaro tentou inverter a lógica constitucional da submissão do poder militar ao poder civil, pilar do regime democrático. A peça também atribui ao ex-presidente a corrosão de valores estruturantes das Forças Armadas, como a camaradagem e o espírito de cooperação, ao estimular ataques a militares que se recusaram a aderir ao movimento golpista, rotulando-os como “traidores da pátria” e expondo-os a riscos.

A linguagem adotada por Bolsonaro em ataques a outros Poderes é tratada como violação ética autônoma. O MPM menciona episódios em que o então presidente chamou membros do Judiciário de “canalhas”, proferiu ameaças públicas e insinuou práticas de corrupção sem apresentar indícios, comportamento que afronta os deveres de discrição, decoro e urbanidade exigidos de oficiais militares.

Ao tratar do dever de zelo pelo preparo moral, o Ministério Público Militar afirma que a conduta de Bolsonaro “espelha um estado de imoralidade”, incompatível com a condição de oficial das Forças Armadas, ainda que na reserva.

O terceiro eixo da representação resgata um precedente histórico envolvendo o próprio Bolsonaro ainda na ativa. O documento menciona o Conselho de Justificação nº 129-9 (DF), julgado em 16 de junho de 1988, no qual o então capitão foi acusado de participar da elaboração de um plano que envolvia a tentativa de explodir bombas em quartéis.

Naquele julgamento, ainda que em voto vencido, o ministro general-de-Exército Haroldo Erichsen da Fonseca registrou que “a mentira é, realmente, a primeira das transgressões disciplinares”. O voto recorda que o primeiro preceito do Estatuto dos Militares impõe ao oficial o dever de “amar a verdade e a responsabilidade como fundamento da dignidade pessoal”. Para o MPM, a retomada desse episódio evidencia a recorrência de condutas incompatíveis com a ética militar ao longo da trajetória do representado.


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O porquê da resistência no STF à prisão domiciliar de Bolsonaro

Ministros do Supremo Tribunal Federal têm demonstrado resistência em conceder prisão domiciliar a Jair Bolsonaro após a condenação do ex-presidente. Segundo relatos feitos sob reserva, o principal motivo é o receio de que ele volte a descumprir medidas judiciais, especialmente o uso da tornozeleira eletrônica.

De acordo com integrantes da Corte, havia inicialmente a avaliação de que Bolsonaro poderia receber o mesmo tratamento dado a Fernando Collor, condenado a regime fechado e autorizado a cumprir a pena em casa por razões de saúde. A comparação, porém, perdeu força durante as discussões internas no tribunal.

Um ministro ouvido pela coluna afirmou que o histórico pesa contra o ex-presidente. “Bolsonaro estava em prisão domiciliar quando violou a tornozeleira eletrônica. O que garante que não tentará novamente? Collor nunca violou a tornozeleira”, disse o magistrado.

O caso citado ocorreu quando Bolsonaro utilizou uma solda para tentar romper o equipamento de monitoramento. Apontado por ministros como fator central para a cautela em relação a uma eventual concessão de domiciliar.

A defesa do ex-presidente, por sua vez, sustenta que o comportamento não foi intencional. Segundo Guilherme Amado, advogados alegam que Bolsonaro apresentava um quadro de desorientação mental no momento do episódio, em razão do uso simultâneo dos medicamentos pregabalina e sertralina.

Segundo os defensores, a combinação dos remédios pode provocar efeitos colaterais relevantes. A bula indica que, em casos raros, pacientes podem apresentar confusão mental e até alucinações.

Mesmo com esse argumento, ministros do STF avaliam que o risco de novo descumprimento permanece. A Corte considera que a credibilidade do monitoramento eletrônico é um elemento essencial para qualquer medida alternativa à prisão.

Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado após a eleição do presidente Lula. Já Fernando Collor recebeu pena de 8 anos e 10 meses por corrupção. Até o momento, não há decisão definitiva sobre eventual prisão domiciliar.


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Bolsonaro será expulso das Forças Armadas hoje

Segundo a CNN, o Ministério Público Militar expulsará Bolsonaro das Forças Armadas. Não é somente perderá a patente de militar, generais, Auguso Heleno, Braga Netto, Paulo Sergio Nogueira e o Almirante Almir Garnier, envolvidos na tentativa de golpe, também perderão. Ou seja, nesta terça-feira 3, as cabeça de Bolsonaro e dos demais estarão a prêmio.

Para quem usa a tática de mandar seus cães de guarda pararem de atacar o STF, em busca de uma prisão domiciliar, essa notícia, que dá como certa a desonrosa expulsão de Bolsonaro do Exército, junto com os demais golpistas militars, cai como uma bomba na cabeça de quem quer cometer crime e manter suas regalias.

Na verdade, esta será a segunda expulsão de Bolsonaro nas Forças Armadas, a primeira, que ocorreu há três décadas, foi docilizada e, mesmo sendo informalmente expulso, manteve seus privilégios como militar, recebendo vencimentos, enquanto iniciava sua carreira política, que termina de forma melancólca numa frustrada tentativa de golpe de Estado em 8 de janeiro de 2023.

O nome disso é sarjeta, sobretudo para qum roncou força militar que não tinha, para seus súditos fanáticos que o viam como um super herói indestrutível imantado pela farda do Exército.

Isso, para o bolsonarismo significa pesa substancial de peso na imagem forjada por Bolsonaro em que aparecia, de forma recorrente, pedindo endurecimento de pena e até de morte para quem cometesse crime.

Na prática, todas essas perdas juntas colocam a figura do “mito” de ponta-cabeça pela fragilidade institucional que amargará após expulsão do Exército, somada à condenação por tentativa de golpe que, certamente, será inflada pela condenação por corrupção inapelável no caso do roubo das joias que jorram provas que abre um céu de esperança para o restante da sociedade de 2que ele será punido por um longo histórico de corrupção envolvendo formação de quadrilha e peculato.

Com certeza, outros tantos crimes serão parte de uma fieira incontável na sua rede de corrupção, inlusive familiar.

A grande ironia é lembrar que, quando presidente da República, Bolsonaro dirigia-se às Forças Armadas como se fossem particularmente suas.

Grande e abençoado dia!


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Por falta de liderança da direita, Bolsonaro, mesmo na cadeia, segue sendo o único com capacidade eleitoral de mover os pauzinhos

Bolsonaro é um político do baixo clero, inteiro, diria mais, ele é o próprio baixo clero em ferro e fogo, porque possui um grau dos mais elevados tudo o que não presta nesse país e, logicamente, gera prosperidade a estúpidos como ele.

Como um sujeito que sequer tem dotação humana que fará política, está na condição de líder máximo da direita brasileira?

Em primeiro lugar, é preciso realmente eneender o sentido de tudo isso numa esfera maior, global, basta entender que o centro do capitalismo mundial e até há pouco tempo do neoliberalismo globalizado como os EUA, está se arrastando, vivendo de uma irrigação econômica totalmente artificial, inclusive com golpes de Estado.

Isso, lógico, desestrutura os mercados, tira qualquer sentido de norteamento para quem crê indubitavelmente na fábula do livre comércio.

Assim, se entenderá que a crise que atinge a direita brasileira, é global, até porque o primeio sinal disso é a violência explícita e descarada, é de quem já chutou o pau da barraca e virou comportamento regular de determinadas nações, como é o caso dos EUA e Israel, que, juntos, produzem rios de sangue de crianças, de mulheres na Palestina.

No caso dos EUA, a invasão e sequesto do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro e mais uma série de ameaças, como a tomada da Groelândia que revela como a coisa descambou para o lado dos conservadores, assim como a tentariva de golpe, liderada por Bolsonaro, que tinha como alvo, Lula, Alckmin e Moraes, que acabou frustrada.

Dito isso, pode-se afirmar, sem medo de errar, que Bolsonaro não é um político forte em hipótese nenhuma, o que houve foi um achatamento reprsentativo da direita como se fosse lixo concentrado qaue deixou sobrar apenas a “esperança” chamada Bolsonaro. Sem ele, a viuvez dos reacionários seria muito pior.

O beija-mão de Tarcísio a Bolsonaro na Papuda não nos deixa mentir. Tarcísio, governador do mais importante estado brasileiro, do ponto de vista econômico, tendo que pedir a bênção a um camarada que nem classificação tem, tal a sua ficha corrida no mundo da corrupção deslavada e  milionária, assim como um fascista, golpista, antinacional, com uma penca de atitudes racistas, homofóbicas, misóginas, que o colocam como o pior brasileiro da história.

Esse quadro tão cruelmente realista, dá a medida do fim de feira, da xepa política que vive hoje a direita no Brasil, que tem figuras de destaque como, Kim Cataquiry, Nikolas Ferreira, Sóstenes Calvalcante, o próprio Lira, que tem parceria com Hugo Motta, só para citar alguns ratos e baratas que sobraram da velha casa grande.

Claro, a Faria Lima, as fintechs e até as grandes organizações criminosas que se entrelaçam como parte do que se chama de agronegócio que funcionam como esteio que pode sim, comprar  bastante votos e apoios para a candidatura de Flavio, assim como foi feito com Bolsonaro em 2022, swem esquecer que a mídia industrial é absolutame4nte a maior ferramenta da direita.

A direita sempre foi isso, a representação política da oligarquia, mas nunca havia descido tão baixo para um extrume dentro da Papuda, como Bolsoanro, ser a única coisa com viabilidade política para disputar algum cargo eleitoral.


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Jorginho Mello apenas sublinha a explosão do racismo durante e após Bolsonaro

Não há qualquer dúvida de que não existe a menor possibilidade de bolsonaristas inocentes, são tão perversos quanto Bolsonaro.

Quando Bolsonaro fez aquele discurso no Clube Hebraica, foi aplaudido debaixo de gargalhadas ao dizer que negros quilombola se pesava por arroba, na verdade, ele deveria ter saído de lá algemado, ficou escancarada a onda fascista e, sobretudo, racista que estava varrendo o Brasil.

Abro parênteses para dizer que não é somente o clã Bolsonaro que defende e pratica o racismo, pois, de forma intensiva, o MBL é mestre no assunto. Exemplos, não faltam.

Quando o governador de Santa Catarina, Jorginho Mello faz uma declaração absurda para justificar o fim das cotas para negros naquele estado, dizendo que o mesmo é majoritariamente branco, sabe perfeitamente que sua fala hedionda, é criminosa, porque é cem por cento racista.

Ou seja, o governador assume o risco de sofrer uma cassação por tal crime, porque, na realidade, acredita na impunidade e até mesmo parcimônia muito além do tolerado para esse tipo de crime.

Isso significa que tal deformidade, que nos causa horror e indignação, parece que, assim como os feminicídios, assassinato de indígenas, milícias e os crimes praticados por CACs, explodiram no Brasil durante o governo Bolsonaro.

É preciso, portanto, colocar um freio nisso, aumentando as penas por se tratar de crime hediondo, ou seja, interpessoal (atitudes individuais), institucional (políticas de organizações), estrutural (enraaizado na sociedade) e cultural (desvalorização de cultura), sem falar do racismo religioso, que entra como crime de ataque à inverdade de credo, sobreudo de matriz africana.

O que resta é ver a manifestação do Ministério Público Federal para denunciar essa repulsiva prática criminosa e o judiciário cumprir a lei de forma exemplar para estancar o racismo bolsonarista, que se soma ao racismo estrutual no Brasil.


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A mando de Bolsonaro, Tarcísio confirma apoio a Flavio e tentará a reeleição em SP

Ao sair da Papudinha, Tarcísico, obedediente a Bolsonaro, se declara candidato à reeleição

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), confirmou nesta quinta-feira (29) que pretende disputar a reeleição ao comando do Palácio dos Bandeirantes. A declaração foi feita após uma visita a Jair Bolsonaro (PL), em Brasília, e ocorre no momento em que o cenário eleitoral de 2026 começa a ganhar contornos mais definidos no campo da direita.

No encontro, realizado na unidade prisional conhecida como “Papudinha”, Tarcísio também reiterou publicamente seu apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República.

Segundo o governador, a decisão de permanecer focado na política paulista não é recente e vem sendo discutida há anos com aliados. “A gente conversa sobre isso desde 2023, que meu interesse é ficar em São Paulo. Isso não tem controvérsia nenhuma, eu tenho uma linha de coerência. Tenho comprometimento ao estado de São Paulo. Sou grato ao estado de São Paulo”, afirmou Tarcísio a jornalistas.

A visita marcou o primeiro encontro entre Tarcísio e Jair Bolsonaro desde que Flávio Bolsonaro foi anunciado pelo pai como o nome escolhido para representar o grupo político na corrida ao Palácio do Planalto. O governador chegou a ensaiar uma candidatura presidencial, mas recuou após a pressão dos bolsonaristas.

Questionado sobre o apoio ao senador Flávio Bolsonaro, o governador foi direto ao reafirmar sua posição. “Sem dúvidas, como tenho afirmado constantemente. Não tem dúvida com relação a isso”, afinal, deve obediência a Bolsonaro.

Claro, são ordens de Bolsonaro


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Tarcísio amarela e vai à Brasília pedir a bênção ao papudo para concorrer à reeleição ao governo de São Paulo

Mais uma vez Tarcísio confirma o que todos já sabem, ele é fraco politicamente e acaba por desmentir a mídia e a Faria Lima, que teria estrela suficiente para enfrentar Lula na disputa presidencial.

Bastou Bolsonaro pintar a paisagem de um de sues filhos como candidato para Tarcísio passar vergonha e achar que acertaria mais se mudasse o rumo da prosa, deixando de lado a ambição de ser presidente, vivendo na sombra de Bolsonaro para seguir na mesma sombra na disputa pela reeleição ao governo de São Paulo.

O nome disso não é receio, é certeza de que a sua candidatura sem a mão de Bolsonaro na cabeça, seria uma tragédia que, numa só machadada, lhe tiraria a possibilidade de tentar a presidência e a própria reeleição. Preferiu fazer o que está mais desembaraçado, administrando a tentativa à reeleição, mesmo tendo sido um governador absolutamente inútil, assim como foi ministro de Bolsonaro, mas que a língua da Faria Lima, fintechs e PCC.

Isso, junto com outros muquiranas como Zema, Caiado, Ratinho Junior, mostra que a diretia de fato não tem candidato. Mesmo o Flavio, com o apoio do pai e do rsto do clã, está arrastando uma bola de ferro amarrada no pé para seguir viagem, pois não tem o apoio efetivo do centrão, dos evangélicos, de Michelle, da Faria Lima e o notório corpo mole de Valdemar, proprietário do PL

Há uma série de lacunas para que tal sonho se realize. Flavio, além de fraco emocionalmente, como se viu no debate para a prefeitura do Rio de Janeiro, em 2016, em que, ao vivo e a cores, cagou-se inteiro e desmaiou, é nulo intelectual e políticamente, ou seja, nenhuma surpresa rumo à caça fda cadeira presidencial.

Já Tarcísio, escanteado e desprezado pelo clã, teve que retirar seu quadro de vulto da direita brejeira e jogar no lixo a ilusão de que poderia ser candidato usando a cacunda de Bolsonaro como atestado de estupidez bolsonarista.


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O que mais encanta os bolsonaristas é a falta de escrúpulos de Bolsonaro

O bolsonarismo em si é uma vertigem que não sabe o que quer, sabe bem o que não quer e o racismo é o ponto central que move uma corrente de ódio que inclui, homofobia, preconceito com as religiões de matriz africana, com pobres, antipetismo, anticomunismo, misoginia, e por aí vai.

É um complexo colonialista, uma visão de mundo de submissão, a lei do mais forte que, inapelavelmente, curva-se àqueles que têm poder de fato.

Bolsonaro é um saco de gatos e, como tal, fez sua imagem numa colcha de retalhos que, além de todas essas mazelas, das mais variadas formas, que os bolsonaristas carregam, a tortura, a ditadura, o roubo do erário nas mais variadas escalas, mas sobretudo o comportamento inescrupuloso como ser desumano é o que mais atrai e o populariza nessa parcela da sociedade, que tem sempre um olhar mais objetivo para a barbárie do que para a civilidade.

Quando se olha o todo desse troço mal-ajambrado chamado bolsonarismo, a sensação que se tem é a de que todas essas chagas morais têm sua origem no psique. São pessoas amarguradas, muitas vezes escanteadas ou esquecidas pelos seus, que produzem frustrações existenciais e que não interagem sequer com o meio social, com a mesma formação, renda, habitação, que têm padrão de vida comum.

É essa gente que se encanta com a total falta de escrúpulos de Bolsonaro, que não respeita nada e ninguém, além de seus próprios interesses mesquinhos, porque é totalmente desprovido de capacidade intelectual.

Por isso Bolsonaro não aceita regras comuns de sociabilização ou mesmo leis, hierarquias, mas sobretudo, a constitucionalidade, zero traço de cidadania. Esse é o conto em que essa gente marca encontro e que se autointitula bolsonarista.

Gente que não tem qualquer relação com o país, nem geográfica, cultural, mas principalmente racial.

Isso, em um país de maioria negra e uma gigantesca parcela mestiça, o choque é inevitável, o que, ao contrário do que muitos dizem, não divide o Brasil. Essa parcela reacionária chega, no máximo, a 15% da população, ela se forma num combo das mesmas mazelas de Bolsonaro e faz ligação direta entre mito e devotos.

Isso não morrerá tão cedo, porque existe no Brasil mesmo antes de Bolsonaro nascer, é uma xepa civilizatória, herdeira do colonialismo mais rudimentar, mais provinciano, antinacional que muitas vezes entende conhecimento como forma de promoção social, sobretudo associado a uma determinada profissão, mas absolutamente descolada do próprio ser.

É desse filão de aspectos de pouca ou nenhuma luz, sem qualquer palavra que remeta a uma filosofia de comunhão cultural, social e humanitária, é que habita essa cognição deformada da vida onde vivem esses reacionários que, nos tempos atuais, são classificados pelos próprios como bolsonaristas, mas que, na realidade, são a banda podre da sociedade brasileira.


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Na cruzada pró-Tarcísio para a presidência, mídia sonega os milhões que Vorcaro casou na campanha de 2022 do pupilo

A mídia está carregando a mão quando o assunto é Banco Master, levantando a mão contra Toffoli, Lewandowski, unindo “descobertas” e utilizando a máquina publicitária, uma equação que desaparece com as relações de Tarcísio com Vorcaro, suas doações, assim como a de uma líder do PCC.

Ou seja, é uma falta de vergonha generalizada que qualquer ser pensante, saca que a fé dos apóstolos tarcisitas é interesseira. Por isso prima por sonegar o todo envolvendo Vorcaro e o Banco Master para produzir um caminho de flores para o escolhido que, certamente, no governo, produziria o que é do interesse dos barões da midia e afins.

Esse arremedo de jornalismo já mergulhou de cabeça na campanha de Bolsonaro no momento mais decisiv,o em 2018, colocando Haddad e Bolsonaro no mesto cesto, expondo uma abundância de cinisco que jorrou o título da jornalista Vera Magalhães no editorial do Estadão em que sapecou em garrafais “Uma Escolha Difícil”.

Lógico que foi um ataque cirúrgico a Haddad, já que Bolsonaro era um cagado de produzir congestão em quem ouvisse seu nome e fosse minimamente civilizado.

Isso é um tipo de ditadura gosmenta, que só é viável se houver muitos interesses em jogo. Não só isso, foram 4 anos de um governo assassino, que provocou de forma deliberada a morte de 700  mil brasileiros por covid e, por questão de princípio neoliberal, jogou na mais absoluta miséria 34 milhões de brasileiros que fazem parte da massa do povo.

O jornal panfleto de Tarcísio, agora, em plena campanha, tenta perfurar poços que façam a campanha de Flavio Bolsonaro se tornar inviável para que o nome de Tarcísio surja naturalmente como candidato, já que o bolostrõ depende, até a raiz do cabelo, da bênção de Jair Bolsonaro.

Então, é melhor abrir a gaveta e guardar o rolo de papel que tem anotações sobre as relações amigas entre Daniel Vorcaro e Tarcísio de Freitas e produzir geringonças editorializadas para abrir portas, de forma repugnante, ao aliado oficial do baronato midiático, da Faria Lima, do PCC, das fintechs e do próprio Vorcaro, até porque, junto da encomenda, vêm embalados Ciro Nogueira como vice e Rueda como presidente do União Brasil.


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Com um pé em cada canoa, Tarcísio sente na nuca o bafo quente de Bolsonaro ameaçando empurrá-lo para um rio de piranhas famintas

Todos sabem que Tarcísio é um político planador, não tem motor e, consequentemente, não tem capacidade de produzir um voo solo.

Como político, Tarcísio é exatamente como o seu trazeiro largo e disforme, um bolostrô de carne mole e caída. Alguns chamam isso de bunda mole.

O fato é que, vendo Nikolas utilizar a malandra e totalmente falsa manifestação pela anistia de Bolsonaro, Tarcísio aproveitou o soneto para emendar um elogio a Nikolas e provocação a Bolsonaro, chamando-o de “fenônemo e ungido”, um dia após Eduardo espinafrar o pigmeu moral de Minas, exigindo dele continênia ao deus supremo da direita, seu pai, Jair Bolsonaro.

O grande problema é que, mesmo tendo todo o apoio da grande mídia, Faria Lima, fintechs e afins, como o PCC, Tarcísio, não dando ouvidos à exigência de Bolsonaro de apoiar de forma mais contundente a campanha de Flavio, corre o risco de ser empurrado às piranhas, não conseguindo sequer se reeleger para o governo de São Paulo, que fará para a Presidência da República.

Tarcísio, que está com cada pé em uma canoa entre a reeleição a candidatura à presidência, não tem cacife para enfrentar o pacto de sangue do clã, que já detonou as asinhas de Michelle com apenas um tiro de escopeta, tirando da espertalhona qualquer degrau político acima de uma folha de seda para lembrar a ela quem manda no submundo da política brasileira.


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