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Pesquisa

Mentiroso, misógino e antidemocrático

Segundo o Datafolha, a maioria do povo Brasileiro vê em Bolsonaro a imagem da mentira e da misoginia, chegando a 53%.

Pesquisa sobre a percepção do eleitorado também coloca o Bolsonaro como o candidato que mais ataca a democracia.

Segundo o povo, para Bolsonaro, a mentira é tão forte que chega a ser involuntária, como sua respiração.

Quando os eleitores foram questionados sobre quem mais mente na eleição, Bolsonaro ganhou de braçada.

Machista compulsivo

O pior resultado para Bolsonaro foi na pergunta sobre quem mais ataca as mulheres, segmento do eleitorado com menos adesão à sua candidatura.

O candidato à reeleição foi citado por 51% dos entrevistados como o que mais as ataca as mulheres.

De acordo com o Datafolha, para os eleitores ele é o presidenciável que mais ataca a democracia.

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Opinião

Vídeo: O cristão Bolsonaro não explica a multiplicação de imóveis ataca Gabriela Prioli, grávida de 6 meses

Quem está acompanhando o imbróglio que envolve os 107 imóveis do clã Bolsonaro, sabe que a atualização da justiça complica ainda mais essa história escabrosa da família presidencial.

O troço cheira mal e, quanto mais mexe, mais fede. Para piorar, Bolsonaro faz ataque à Gabriela Prioli, grávida de seis meses, que é ameaçada por bolsonaristas, na tentativa de Bolsonaro tirar o foco das denúncias contra ele e todo o clã.

Assista:

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Opinião

Com discurso cretino, dizendo-se sinceríssimo, Bolsonaro diz que deu possibilidade de armar as mulheres para enfrentar os valentões

Apologista compulsivo de um numeroso cardápio de frases misóginas e sexistas, Bolsonaro faz um discurso diametralmente oposto aos interesses das mulheres, para angariar simpatia, dizendo, em outras palavras, que a solução para defender as mulheres vítimas de agressões pelos homens, é matá-los. Por isso, em nome da harmonia entre os seres humanos, as mulheres deveriam considerar a possibilidade de andar com uma pistola 9mm na cintura e meter o dedo em quem agredi-las.

O problema é que a opinião de Bolsonaro é sinceríssima, é o que ele tem de mais precioso para oferecer como reflexo de sua opinião a respeito do bem-estar das mulheres.

Desse modo, o maior apologista de um bang bang nativo, em prol dos interesses da indústria das armas, Bolsonaro fez essa homenagem às mulheres brasileiras para ver se coloca um pouco de carvão na sua campanha direcionada à faixa do eleitorado que mais o rejeita.

Então, pensa-se, a quem esse animal pede opinião para soltar um torpedo desse num evento carregado de “cavalheirismo” com as mulheres? Que mulher é merecedora de tão grande homenagem e de profunda simpatia?

Na verdade, Bolsonaro fez um elogio incondicional às armas, tratando metralhadoras e fuzis como flores e bombons para tentar açucarar a sua imagem diante de quem ele meteu a mão, os dedos e os pés para tê-las na ponta da mira do que existe de pior em termos de referência machista para agregar a escória masculina em torno de um ideal supremo, em que uma grande besta machista passa a ser o ponto de referência positiva na relação entre homem e mulher.

Ou seja, esse gatafunho é o máximo que essa figura tosca consegue desenhar em seu cérebro de 1/4 de neurônio e figurar como futurista no sentido mais moderno do termo.

Bolsonaro não consegue existir sem suas extravagâncias e expor ainda mais quem tem coragem de apoiá-lo com a fisionomia cada dia mais parecida com a de Hitler.

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Assassinatos de mulheres, índios e negros batem recorde, mas Moro comemora queda da violência

Existem certas estatísticas no Brasil que ultrapassam o escândalo. Este é o caso do Ministério da Justiça e Segurança Pública de Sergio Moro, que tem um olhar particular para traçar uma queda da violência no país pela ação do ministro no mesmo território em que o feminicídio, o extermínio de índios, de jovens negros nas periferias e favelas explodiram.

Pelo jeito, a tão prodigiosa conta de Sergio Moro não dá ouvidos a índios escorraçados de suas terras, mulheres espancadas pelos companheiros dentro de casa e a violência policial que persegue e mata jovens negros nas favelas e periferias empilhando corpos como troféus de uma ação deliberada de genocídio negro.

Certamente, as crianças que morreram pelas mãos da mesma polícia ou por bala perdida, também não representam nada no cálculo do ministério de Moro. A fúria fascista que produz com eficiência essa gama de crimes operada nas sombras do país não merece de Moro uma mísera linha em seu twitter.

Então, fica difícil entender um governo que tenta suprimir a informação do que de fato está acontecendo nos subsolos do Brasil para construir um monstrengo estatístico em que determinados grupos da sociedade são simplesmente varridos das contas oficiais.

O genocídio que ocorre no Brasil de mulheres, índios e negros é um escândalo internacional que merece do governo uma campanha de repúdio e denúncia dos assassinos, mas Moro quer fazer fotografia de apreensão de drogas, não daqueles 39kg de cocaína encontrados pela polícia espanhola no avião da comitiva presidencial. Sobre esse lado de nossas exportações Moro não se atreve a tocar no assunto, ele quer construir um crédito muito mais na base da omissão e do silêncio do que lidar com a extensão que grita a violência que se generalizou contra mulheres, negros e índios.

O que se pode dizer é que a referida queda da violência no Brasil é um insulto à inteligência dos brasileiros e um escárnio às vítimas de feminicídio, do genocídio negros e do extermínio indígena num governo em que o Presidente inúmeras vezes se vangloriou de ser misógino e racista. É só juntar as peças para entender o aumento da violência a esses grupos e a omissão do super ministro.

 

*Carlos Henrique Machado Freitas

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Os três poderes da República viraram escarradeira: STF é rejeitado por 39% da população; Bolsonaro 36% e o Congresso, 45%

Se o assunto é o mesmo nas três instituições que apontam uma grande rejeição da população no executivo, legislativo e judiciário, é porque as instituições faliram.

Não por acaso, os presidentes das três casas estiveram diretamente envolvidos no golpe contra Dilma, o que se mostrou, depois, um golpe ainda maior contra os trabalhadores, contra os pobres, contra o próprio país submetido, dia após dia, aos interesses do grande capital.

Mas essa gente parece que não entendeu o significado da revolução digital, achando que, expelindo um governo popular e arrotando projetos de “modernização”, faria o povo ingerir os remédios que não são simplesmente amargos, são venenos que matam a sociedade como um todo.

O Datafolha traz esses dados: STF é reprovado tanto quanto Bolsonaro, mas menos que Congresso, diz Datafolha. Para 39% da população, atuação do Supremo é ruim ou péssima; presidente tem 36% de reprovação, e Legislativo, 45%.

Fala-se aqui do STF, que vem se desgastando desde a farsa do mensalão, mas o governo Bolsonaro e esse congresso tão servil aos interesses das grandes corporações estão apenas há um ano no poder. Os dois, depois da xaropada de que seriam a renovação, mostram-se o mais retumbante fracasso institucional da história do país no período de um ano. Isso não é pouca coisa, é fumo e forte que mela qualquer tentativa de manobra conceitual, mesmo tendo a mídia como principal aliada na destruição da economia brasileira, a ponto de receber elogios e agradecimentos do charlatão Paulo Guedes.

Aliás, charlatanismo é o forte desse quadro político porque passa o Brasil. Um Ministro da Justiça que mais se parece um capanga da milícia, vendido como herói nacional e apenas um caso de sua omissão já o desmoraliza por completo, que é o caso Queiroz/Flávio Bolsonaro.

O guru conceitual desse governo não é ninguém menos que Olavo de Carvalho, uma das figuras mais explicitamente mau-caráter que já se ouviu falar. Ele sempre se valeu de teorias ridículas, típicas dos charlatães que combatem uma ordem secreta de globalistas e outros inimigos imaginários para se criar uma narrativa estúpida até mesmo para os estúpidos.

O resultado é essa escarradeira em que se transformaram as instituições brasileiras. E todos agora têm vontade de cuspir nas Vossas Excelências.

Está aí Bolsonaro que não deixa mentir, desapontando até os mais bobalhões do frenesi homofóbico, racista, misógino e assassino.

As Forças Armadas, por mais que queiram negar, foram colocadas em um plano de submissão nunca visto dentro e fora do governo. Elas se transformaram numa espécie de criado mudo de Bolsonaro, o mesmo capitão expulso do exército, por ambição, picaretagem, garimpo e outras agiotagens características do presidente miliciano.

O que sobrou do Brasil, além do crescimento das milícias e a perpetuação da fome e da miséria?

Essa gente pensa o quê, que estamos em 1964 em que o monopólio da comunicação estava a serviço da ditadura?

Os veículos são os mesmos, Globo, Folha, Estadão e etc., só que, do outro lado tem uma sociedade que ainda se choca com embates dentro de seus próprios espaços de discussão em redes sociais. Mas já caminha de forma acelerada na identificação de seus inimigos, mesmo que por vias tortas e cada vez mais vai se opondo ao sistema imposto pelo 1% formado pelos “donos da terra” que comandam o executivo, o legislativo e o judiciário e que desemboca nessa desastrosa avaliação que a sociedade faz deles.

 

*Carlos Henrique Machado Freitas

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Marcelo Tas, o representante da direita marota que quer domesticar Lula

Esse ioiô emocional que vive a direita brasileira, sobretudo na relação com Lula, é patético. Primeiro, sempre que podem, eles anunciam o funeral político de Lula. Depois, apavorados com as manifestações gigantescas que ocorrem após sua soltura, passam a cercar galinha, tomando conta de cada palavra, de cada frase, de cada discurso de Lula para o povo.

Eles, os da direita, não satisfeitos, reproduzem o discurso da “terceira via”, um certo marinismo cirista, o que não deixa de ser uma confissão de derrota. Mas a proposta que se tem para Lula é que ele abra mão do brilho de seus discursos e habite a zona do crepúsculo político. Ou seja, essa turma quer não só que o próprio PT apague a sua estrela, como sonha com um Lula que negue a sua história de luta.

Marcelo Tas, afinadíssimo com esse discurso retórico, derrama-se em filosofias pangarés, numa bela falsificação política em que Lula deveria abandonar a “individualidade” para derrotar o fascismo que, de forma malandra, o próprio Tas apoiou com seu antipetismo doentio para levar Bolsonaro ao poder.

A coisa é tão patética na tentativa de vetar o discurso de Lula, discurso este vitorioso diante do que interessa, que é o povo, que o próprio Tas, numa reprimenda a Eduardo Bolsonaro, diz-se perplexo com seu comportamento antidemocrático falando em AI-5, como se isso fosse uma surpresa para quem se mostrou, durante a campanha, um defensor do pior torturador brasileiro, Brilhante Ustra, ao lado de seu pai, um racista declarado, um misógino, homofóbico e outras “virtudes” do mesmo gênero.

Quando Marcelo Tas, ao mesmo tempo em que quer censurar o discurso de Lula, usando subterfúgios de compartilhar pensamentos de terceiros nas redes sociais, o sujeito fala para Eduardo como quem fala com um adolescente sem modos e não um psicopata com o mesmo DNA do pai, que fez uma campanha de ódio nunca vista no país, com a qual Tas nunca se incomodou, tal a naturalização que, certamente, admitiu em seu discurso, por sua cegueira antipetista.

Sua proposta, além de ridícula e plagiada da direita tradicional, torna-se ainda mais burlesca, porque imagina que está lidando com uma nação de idiotas que acreditam num Lula mitológico e não na sua representatividade diante do povo.

Esse lero-lero de salão parece que foi a única saída que os tucanos bolsonaristas encontraram depois de se iludirem que Lula, depois de 580 dias preso, estaria liquidado e Moro elevado à condição de herói nacional.

Como nada disso aconteceu, vê-se esse festival de bate-cabeças da direita civilizada.

Pariram o monstro e ele está aí devolvendo o Brasil ao século XIX e arrastando com ele a direita como um todo, pois, na verdade, Bolsonaro representa tanto o neoliberalismo quanto FHC, ainda mais agora que gostou da ideia de se vestir de fraque em homenagem ao patrono da direita “intelectualizada”.

O fato é que Lula está mais vivo do que nunca, possivelmente, na sua melhor forma e o PT mais ativo e mais vivo no coração do povo brasileiro. Então, sem ter ideia de onde está a bola, essa turma, que vivia anunciando a morte política de Lula, vigia cada letra de suas falas, escancarando que a direita brasileira está mofa e sem a menor perspectiva de se sustentar no poder tomado por sucessivos golpes contra a democracia.

 

*Carlos Henrique Machado Freitas

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A mulher de Macron, assim como Michelle Bolsonaro, recebeu cheque do Queiroz?

Não interessa o que Bolsonaro diz da mulher do Macron, mas o que ele esconde de sua mulher, assunto que ele se irrita por dizer que é familiar, até porque não é só a avó ou a mãe de Michelle que estão envolvidas com a justiça. Até hoje não foi explicado o valor depositado por Queiroz na conta da Michelle. A Globo não toca no assunto e está proibido por Bolsonaro qualquer agente da Polícia Federal ou do Ministério Público investigar, do contrário, Bolsonaro substitui esse agente por outro que lhe seja servil, como tem mostrado em casos recentes em que o capacho, Moro, fica mudo diante desse acinte.

Bolsonaro pode achar o que ele quiser sobre a mulher do Macron e da sua mulher em termos de juventude e beleza. Mas seria muito bom ver Bolsonaro insinuar, por exemplo, que a mulher do Macron e o próprio são envolvidos com milicianos. O resto é mais fumaça de Bolsonaro para tirar o foco dos seus crimes, como, por exemplo, o dia do fogo.

Aqui vai uma sugestão ao língua de trapo: Bolsonaro já descobriu os nomes dos fazendeiros que tiveram suas terras incendiadas e não fizeram Boletim de Ocorrência, como sugeriu Lula para desvendar quem são os criminosos que tacaram fogo na floresta? É isso que interessa, o resto é diversionismo inútil para Bolsonaro salvar o próprio pescoço.

Vale a pena, nesse momento ler o artigo do jornalista Leandro Fortes sobre Michelle Bolsonaro.

Michelle, essa mulher

“Como a esquerda namastê já está se coçando para despejar chuvas de compaixão e sororidade sobre os ombros sofridos de Michelle Bolsonaro, vale lembrar que essa senhora, antes de tudo, é casada com um doente que apoia a tortura, o assassinato como política de segurança pública e é, declaradamente, misógino e racista.

Michelle inaugurou-se como primeira-dama fazendo aquela pantomima em libras, na porta do Palácio do Planalto, coisa linda de Deus, não tivesse sido o prenúncio da extinção, pelo marido, da secretaria que cuida da educação de deficientes auditivos, no Ministério da Educação.

A fofa não abriu a boca, a respeito.

Antes, após a eleição do Bozo, fez gracinha ao ir a um evento com uma camiseta estampada com a frase “Se começar nesse tom comigo, a gente vai ter problema”, dita pela juíza Gabriela Hardt ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, frase com a qual pretendia entrar para a história.

Hardt, como se sabe, acabou sendo imortalizada por ter copiado e colado uma sentença de Sérgio Moro contra Lula.

Passado o glamour da posse presidencial, a evangélica Michelle caiu em profundo silêncio obsequioso, mas por um motivo muito especial: a Receita Federal flagrou depósitos de cheques feitos na conta da primeira-dama pelo miliciano Fabrício Queiroz, epicentro do escândalo de fraudes e desvios de dinheiro, na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, a partir do gabinete do então deputado Flávio Bolsonaro, hoje, senador da República.

De lá para cá, o País descobriu que Michelle, moça pobre do Distrito Federal, depois de bem casada, tenta, a todo custo, esconder as origens, mesmo que isso signifique deixar a avó quase morrer num corredor de um hospital público.

Uma santa, a Michele”.