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Agora: Lula e Eduardo Moreira discutem propostas sociais e econômicas para enfrentar o coronavírus. Assista

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o economista e ex-banqueiro Eduardo Moreira conversam, por vídeo, sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil. Eles analisam as medidas que foram tomadas até agora. A falta de sintonia entre governo federal e estados e municípios para promover que assegurem o isolamento – inclusive ampliar a garantia de renda para que as pessoas fiquem em casa. A necessidade de investimentos em pesquisa e ciência. A responsabilidade do Tesouro de direcionar os recursos para salvar vidas sem ampliar o endividamento com os bancos.

Assista:

 

 

*Com informações da Rede Brasil Atual

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Caiado Cachoeira, Vera Magalhães e a moral dos imorais no Roda Viva

Lula não é player da Covid-19. É um condenado em prisão domiciliar, disse Vera Magalhães, num ato covarde de fake news.

Nesta segunda-feira (6), assistindo a sua entrevista com Caiado, vi o que é um player perna de pau ser entrevistado por outro da mesma monta.

Na verdade, Vera Magalhães parecia se coçar para fazer a pergunta derradeira de uma tucana que não desiste nunca: se Bolsonaro cair, quem assume é o Aécio? Sim, porque no fundo da alma da religiosa tucana estava essa pergunta saracoteando em sua ânsia por ressuscitar as múmias do tucanistão.

Aliás, as críticas que Vera faz, de forma recorrente, a Bolsonaro, nada têm a ver com questões econômicas, que são trágicas, porque Guedes segue rigorosamente, assim como Temer, a cartilha tucana do Estado mínimo que só é Estado máximo para salvar banqueiros, como foi o caso do Proer e, agora, a soma de R$ 1,2 trilhão que Bolsonaro, em 24 horas, desembolsou para a agiotagem nacional.

Não por acaso, Moro e Roberto Campos Neto, do Banco Central, tempos atrás foram ao confessionário da XP Investimentos, ao vivo, para, de joelhos, mostrar que o governo não tem compromisso com o povo, mas com os especuladores. Aliás, Moro é uma espécie de arroz de festa da XP, que vivia contratando o juiz, Dallagnol e cia para garantir a banqueiros que Lula seria impedido de concorrer à presidência da República.

Para quem chamou Lula de escorpião, Vera Magalhães parece não abandonar os que destilam veneno quando babam de ódio contra o PT e, nesse quesito, Caiado pode mesmo bater no peito e dizer que é um dos mais antigos na arte da hipocrisia falso moralista.

Com um DNA escravocrata, Caiado, como denunciou seu ex-comparsa Demóstenes Torres, foi bancado por um dos maiores contraventores do país, Carlinhos Cachoeira, o bicheiro, o que fez Caiado espernear, prometendo processá-lo para, depois, calar-se e nunca mais tocar no assunto.

Mas Caiado veio com aquela xaropada da Lava Jato, de que o PT fez o maior roubo da história, até porque é um governador inútil, ruim, que tem duas opções usadas na entrevista, dizer que pegou o estado quebrado e acusar o PT de corrupção.

Uma imitação barata do miliciano Bolsonaro, que é uma imitação barata do vigarista Temer. E assim, a direita vai construindo uma tripa de falência política e administrativa, porque, além de corrupta, é incompetente para administrar qualquer coisa. Só o que sabe fazer é o velho patrimonialismo para a mesma turma de sempre, a elite quatrocentona e decadente.

Tudo isso, junto e misturado, é que Vera Magalhães considera um grande player.

 

*Carlos Henrique Machado Freitas

 

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Mídia desenterra as múmias FHC e Temer em defesa de Bolsonaro para tentar impedir o protagonismo de Lula

A reação grosseira de Vera Magalhães, uma espécie de Augusto Nunes de saia, é um aviso de que, “todos, menos o PT” está mais vivo que o coronavírus na mídia de bancos.

O tema que trouxe FHC e Temer à baila, tirando-os dos sarcófagos dos golpistas e corruptos, foi a defesa de Bolsonaro, o último zumbi do neoliberalismo nativo. Ele caindo, não há nada para ser colocado no lugar.

O lema “Bolsonaro é uma desgraça para o povo, um câncer para o país, um genocida compulsivo, mas é nosso”, como pensa o mercado, convoca as bestas dos sarcófagos, Temer e FHC, porque, além de serem sabujos do grande capital, são canalhas o suficiente para defender um sujeito que está provocando mortes por coronavírus às pencas.

Na realidade, FHC, Temer e a própria mídia estão reforçando o discurso de que é melhor produzir um suicídio em massa, levando a população às ruas para se infectar, mas salvar o comércio do que imaginar que os lucros dos milionários brasileiros cairão com a quarentena.

Bolsonaro nunca esteve sozinho, sempre foi e de forma bastante clara, o principal representante das classes dominantes brasileiras, racista, escravocrata, com fobia de pobres e de uma docilidade nunca vista com os banqueiros, com a agiotagem, com a contravenção, com tudo o que não produz nada no país e vive só de sugar e extorquir a população. Afinal, Bolsonaro sabe o caminho das pedras, ensinando logo cedo aos filhos a mamarem nas tetas do Estado, defendendo os interesses do grande capital.

Para piorar o ranço contra Lula que lidera hoje um movimento de oposição às atrocidades de Bolsonaro, Datafolha aponta que o presidente vê sua aceitação despencar e sua rejeição disparar, mostrando que o avanço do coronavírus no país está num caminho inversamente proporcional à sua aprovação, como bem observou o jornal inglês The Economist.

O jeito que a mídia de bancos encontrou para tentar segurar o furação contrário a Bolsonaro, por ordem do mercado, foi desenterrar duas múmias sagradas do entreguismo nacional, FHC e Temer.

Não há dúvida de que essa será a última intervenção da direita brasileira, pois a festa do neoliberalismo acabou porque, por conta dela, muitos brasileiros se infectaram e muitos outros se infectarão.

Assim, a visão de que o mercado é mais importante que as pessoas, vai a pique, pois já está obrigando o mundo a entender que, sem solidariedade humana, as pandemias serão cada vez mais avassaladoras.

 

*Carlos Henrique Machado Freitas

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Lula fala, a terra treme, a direita se borra e a mídia dá faniquito

Lula é um trovão daqueles que os cagões, sabendo de sua obra, borram-se inteiros quando ele resolve ir pra guerra.

O cara tem lastro, e muito.

Não tem um único brasileiro com coragem para mentir dizendo que, no governo Lula, sua vida não teve uma melhora significativa.

Ter sido condenado e preso por um juiz vigarista que negociou sua cabeça com milícia de Bolsonaro em troca de um ministério, é uma glória a mais para Lula. Até porque ninguém foi tão desmascarado pela Vaza Jato do Intercept do que Moro

Eu ficaria decepcionado com Lula se ele fosse protegido de Moro como FHC, Aécio e Temer.

Mas graças a Deus, Moro provou que Lula não é da sua laia.

Lula pode falar de peito aberto e cara limpa sobre salvar os brasileiros do coronavírus porque tirou 40 milhões da miséria e o Brasil do mapa da fome. Quem nesse país tem a autoridade moral de Lula?

Lula zerou a vergonhosa mortalidade infantil em decorrência da fome, feito reconhecido por todas as organizações internacionais de peso e chefes de Estados do mundo civilizado.

O mesmo pode-se falar de Lula sobre economia, pois pegou um país dizimado por FHC que, depois de quebrar o Brasil três vezes e colocá-lo na 14ª posição da economia global, mesmo depois de sua privataria, FHC não deixou centavo de reservas internacionais no cofre, apenas papagaios do FMI que herdou ainda dos militares e ainda ampliou o devo.

Lula, numa obra sequencial com Dilma, deixou US$ 380 bilhões de reservas, os mesmos que não deixam a economia brasileira implodir, mesmo com recordes de fuga de capitais internacionais no governo Bolsonaro.

Lula colocou o Brasil como a 6ª maior potência do mundo.

Então, vem Vera Magalhães dizer que Lula colocou o Brasil nessa crise, sem dizer o porquê. E por que ela diz isso de forma genérica? Porque ela sabe tanto de economia quanto da fórmula da vacina do coronavírus.

Mas quem do povo, sobretudo o pobre, sabe quem é Vera Magalhães, Rodrigo Constantino, Augusto Nunes, JR Guzzo, Mainardi e outros troços paridos pela mídia de mercado? Jornalistas que fazem carreira baseados na lulofobia.

O povo sabe quem é Lula, um furacão que promoveu uma revolução social no país, que sacudiu a terra, tendo muitos de seus programas copiados por outros países.

Por isso, quando ele fala, a terra treme, a direita se borra e a mídia dá faniquito.

 

*Carlos Henrique Machado Freitas

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Vera Magalhães mostra que o ódio da grande mídia contra Lula é como o coronavírus, não tem remédio e nem vacina

Bastou o nome de Lula aparecer na liderança de uma frente contra a insanidade de Bolsonaro, que pode levar à morte mais de 1 milhão de brasileiros, para a briguinha de comadres entre Vera Magalhães e Bolsonaro ser desmascarada.

Vera Magalhães que, de forma auxiliar, trabalhou na campanha de Bolsonaro, numa “isenção” patética em que colocava um pessoa séria como Haddad no mesmo plano de Bolsonaro, um miliciano que, durante três décadas, viveu às custas do Estado e das picaretagens em parceria com Queiroz, laranjas e fantasmas, quando viu Lula liderando um movimento para frear a compulsão genocida de Bolsonaro, correu em auxílio ao monstro que, de forma oposta a Lula, querido em todo o planeta, o atual presidente da República é tido pela imprensa internacional como o maníaco do vírus.

Mas Vera, com sua lulofobia contagiada pelo colunismo de banco, ou seja, pela devoção ao deus mercado, não perdoou, bastou Dória citar um elogio de Lula à sua atuação e a de outros governadores para que a jornalista tirasse a máscara de antibolsonaro e abraçasse o coronavírus junto com o maníaco do Planalto.

Lógico que Vera, colunista do estadão e âncora do Roda Viva, não representa somente ela no mundo do jornalismo de frete, o patético foi ela correr afobada na salvação a Bolsonaro com quem vive trocando figurinhas com picuinhas de troco miúdo para inflar o ibope do Roda Viva e borrar a maquiagem de independência que ela tentou sustentar sem aguentar um sereno e se borrar inteira.

Na verdade, o sequenciamento da tragédia do coronavírus no Brasil passa necessariamente pela mídia. Ela não trouxe o vírus para o país e sim as classes economicamente dominantes, espectadoras assíduas dessa mídia e, consequentemente antipetistas inatas.

O papel da mídia na disseminação do coronavírus está na eleição de Bolsonaro que contou com o amplo apoio do baronato midiático para que Lula fosse condenado e preso, sem provas, pelo atual ministro da Justiça do presidente miliciano e o principal, esse ódio vem justamente dos programas sociais criados por Lula que tiraram mais de 40 milhões de brasileiros da miséria e da fome e que, por isso mesmo, o mercado, que segura Bolsonaro, por querer matar 1 milhão por coronavírus e a mídia, sabuja do mercado, carregam um ódio a Lula sem remédio e sem vacina.

Reforço aqui a pergunta que fez Leonardo Attuch, Vera, por que não convida Lula para o Roda Viva?

A doença é tão séria que Glenn Greenwald teve que puxar a orelha da moça me pleno twitter, como se vê abaixo:

https://twitter.com/veramagalhaes/status/1245741131259949059?s=20

 

*Carlos Henrique Machado Freitas

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Lula: “O epicentro da crise é o Bolsonaro”

De quarentena há 21 dias em São Bernardo do Campo, desde que voltou da Alemanha, “sem por os pés para fora de casa”, o ex-presidente Lula não reclama da vida.

No final da tarde de segunda-feira, ele falou com o UOL por telefone sobre como está passando estes dias, outra vez confinado, agora por conta da pandemia.

A localização da casa alugada é mantida em sigilo, “para evitar aglomerações”, e respeitar o isolamento social imposto pelo Ministério da Saúde.

“Quando eu cheguei, consultei três médicos. Como eu não tinha nenhum sintoma, eles me falaram que não precisava fazer exames, só ficar em casa. Agora estou aqui, na bela companhia da Janjinha (apelido da namorada Rosângela da Silva, que acompanhou a entrevista por telefone). Não posso reclamar de nada. Aqui tem quintal, tem espaço para andar, bem melhor do que a cela em Curitiba, de 15 metros quadrados, onde passei 580 dias”.

Esta semana ele conversou bastante com Fernando Haddad, candidato do PT que o substituiu na última eleição presidencial, um dos articuladores do manifesto dos partidos de oposição que pede a renúncia do presidente Jair Bolsonaro, divulgado na véspera.

“Eu gostei da iniciativa do manifesto, acho que ficou muito bom. Na ideia inicial, era para ser assinado só pelos candidatos à Presidência da República em 2018 (além de Haddad, Ciro Gomes e Guilherme Boulos) e os governadores. Mas alguém vazou o documento enquanto esperavam as assinaturas dos governadores e só acabou entrando o Flávio Dino, do Maranhão, representando o PCdoB. Foi dado um passo importante pelos partidos de oposição porque, além da pandemia, temos um problema grave no Brasil hoje, que é o comportamento do Bolsonaro. Ele é o epicentro da crise que vivemos”.

Nesse ponto da conversa, Lula vira novamente líder da oposição e parte para o ataque como nos velhos tempos.

“Esse homem não respeita a ciência, os pesquisadores, não respeita nada. Para ele, a orientação científica para combater a epidemia vale muito pouco. O maior problema da crise é a falta de gerenciamento, tem que ter um comando centralizado. Ele tinha que conversar com os governadores e prefeitos, os partidos no Congresso, o movimento social, mas Bolsonaro não ouve ninguém, só os filhos e aquele guru dele lá da Virgínia. A oposição vai ter que encontrar um caminho para ver o que fazer com o Bolsonaro porque ele hoje é um perigo, não só para o Brasil, mas para o mundo”.

Aos que estranharam a ausência do nome dele no manifesto, Lula explica que não foi candidato em 2018, e a decisão coube aos partidos.

“O importante foi o Ciro Gomes ter entrado, não era correto eu assinar. PT, PDT, PSOL, PCdoB e o PSB têm-se reunido toda semana. Quando os partidos entenderem que eu devo participar dessas conversas, não terei problema nenhum, estarei pronto para falar com o Ciro. O importante agora é afastar o Bolsonaro”.

Aos 74 anos, Lula quer casar de novo, mas não tem pressa. Habituado a ajudar nos afazeres domésticos desde quando era casado com Marisa Letícia, Lula gosta de cozinhar e vai para a pia lavar pratos. No caso dele, a quarentena já é uma lua de mel.

“Não marcamos o casamento ainda, mas minha vida agora é uma eterna lua de mel. Eu sou um cara agraciado por Deus. Quando tudo parecia esvair-se na minha vida, surgiu a Janjinha”. Por ter o mesmo sobrenome, Lula brinca que ela “já é minha parente há muito tempo…”.

Vida que segue.

 

 

*Ricardo Kotscho/Uol

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Bolsonaro, o vírus do vírus

A história do coronavírus no Brasil virou um clássico. Em primeiro lugar, embora seja trágico, Já que as consequências da doença são terríveis, pois já ceifou e infelizmente ceifará milhares de vidas no mundo, aqui no Brasil, o lado político é cômico. Ver a mídia antipetista em guerra declarada ao posicionamento de Bolsonaro sobre o combate ao Covid-19, não tem preço.

Só nesse episódio, dá para ficar de quarentena na arquibancada assistindo à peleja entre dois ex-aliados, criador e criatura, hoje se engalfinhando numa guerra de farpas e insultos que faz a torcida optar pela vitória da guerra.

Entre muitos atropelos, o lacaio americanófilo Bolsonaro e seus filhos, que adoram falar em vírus chinês e sobre a liberdade econômica dos EUA, foram degolados pelo Twitter, Facebook e Instagram, obrigando o gado a repetir o mantra do gabinete do ódio, que as grandes corporações americanas censuraram os sabujos do Trump.

O outro lado cômico da tragédia é ver Ana Paula, do Vôlei, que se mete a bancar a jornalista liberal, ao lado de Augusto Nunes, JR Guzzo, entre outras tralhas, tendo que engolir a seco Trump, seu principal herói, impondo uma quarentena até 30 de abril, enquanto ela, em apoio a Bolsonaro, faz campanha contra a quarentena no Brasil.

Essa gente não deve estar dormindo, pois todo o seu discurso está sendo julgado na raia da desmoralização.

E o Mourão, como está atuando no combate ao coronavírus? Enaltecendo o golpe e a ditadura militar, a mesma que mergulhou o país numa quarentena ditatorial de 21 anos que produziu, com o seu “milagre econômico”, uma dívida “impagável” com o FMI, paga décadas depois, por Lula.

Ditadura que, além de privilegiar descaradamente a elite brasileira, produziu a maior desigualdade social, favelização e segregação urbana da história do país.

Para arrematar, a ditadura jogou o Brasil na boca da cobra de duas cabeças, uma recessão violenta e uma hiperinflação que explodiu a moeda brasileira.

Como o Brasil pode enfrentar o coronavírus se Bolsonaro é o próprio vírus de todas as nossas mazelas? Vírus que saiu dos porões da ditadura e foi vitaminado por uma mídia que não só apoiou os militares, como deles se nutriu durante 21 anos e, por consequência, ajudou a eleger Bolsonaro.

O coronavírus, no Brasil, tem componentes de mutação únicos no planeta.

 

*Carlos Henrique Machado Freitas

 

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Maníaco do vírus: Twitter exclui duas publicações de Bolsonaro por ameaça à saúde pública

Desobedecendo às instruções do próprio Ministério da Saúde e da OMS, Bolsonaro desrespeita a quarentena, vai às ruas de Ceilândia, Sobradinho, filma sua fala criminosa com o povo, pedindo para que as pessoas desobedeçam à quarentena e twitter exclui duas de suas publicações por violarem as regras da rede.

Claro que os bolsonaristas dementes estão dizendo que isso é obra dos globalistas e do marcianos do planeta vermelho comunista, além da China e Lula.

 

 

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Vídeo – Lula sobre Bolsonaro: “Ou esse cidadão renuncia ou faz o impeachment dele”

“Ele não quer a verdade. Ele quer criar o caos”, alertou Lula.

O ex-presidente Lula e o ex-ministro da Educação, Fernando Haddad, realizaram uma transmissão ao vivo nesta quarta-feira (25) comentando sobre a crise do novo coronavírus e a postura do presidente Jair Bolsonaro.

Lula criticou duramente a forma com que o ex-capitão tem lidado com o surto da doença e sugeriu o fim do governo. “Ou esse cidadão renuncia, ou faz o impeachment dele, porque não é possível que alguém seja tão irresponsável de brincar com a vida de milhões de pessoas”, declarou.

“Os partidos políticos, não apenas os de esquerda, todos do Congresso Nacional, devem começar a discutir muito seriamente o que vai acontecer com o Bolsonaro”, disse ainda o ex-mandatário.

Para o ex-presidente, o pronunciamento de Bolsonaro foi uma “demonstração de inabilidade política tremenda”. “Ele não estava preocupado com o coronavírus. Ele está preocupado com ele. Estava preocupado com o público a quem ele queria se dirigir para manter o clima de acirramento”, declarou.

“O pronunciamento acirra os ânimos contra governadores e prefeitos”, disse ainda.

Segundo Lula, Bolsonaro nunca fez questão de pensar em todos. “Ele foi eleito por uma parcela e tanta governar tentando dar respostas a uma pequena parcela, sempre com um discurso raivoso”, disse.

O ex-presidente criticou ainda a postura da Confederação Nacional das Indústrias. “O movimento sindical deveria partir pra cima da CNI. Nada que esse governo faz é de graça. Tudo que é feito parece que busca atender os interesses maquiavélicos do presidente da República”, afirmou.

 

 

*Com informações da Forum

 

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Somente depois da intervenção de Lula, presidente da China, Xi Jinping, aceitou conversar com Bolsonaro

Dois dias depois de Lula enviar uma carta a Xi Jinping se desculpando, em nome do povo brasileiro, pela degradante agressão de Eduardo Bolsonaro à China, assim como Ernesto Araújo, com consentimento de Bolsonaro, o presidente chinês, que não atendeu a mais de um telefonema de Bolsonaro, resolveu, sem dúvida alguma, perdoar o Brasil, em nome dos cidadãos brasileiros e da relação dos governos Lula e Dilma com a China, período em que houve os maiores avanços nas relações diplomáticas e comerciais entre os dois países, culminando na criação do BRICS.

Bolsonaro, lógico, ignorou em seu twitter a intervenção de Lula, assim como a própria Globo fez de conta que a carta de Lula ao presidente chinês nunca existiu.

Mas não há como negar que Lula extraoficialmente, em nome do prestígio que goza com o Partido Comunista Chinês, reatou as relações diplomáticas com a China.

Isso mostra a montanha que separa um estadista como Lula de um imbecil como Bolsonaro.

Lula tem reserva moral na bagagem para fazer tal pedido e ser prontamente atendido pelo líder da segunda maior economia do planeta.

Bolsonaro, de forma vergonhosa, já havia sido espinafrado por um jornal oficial do Partido Comunista Chinês que avisou que não toleraria agressões, lembrando a ele que o Brasil, com Lula e Dilma, estabeleceu relações comerciais extremamente vantajosas. Isso, logo no começo do governo Bolsonaro que, para agradar Trump, de forma estúpida resolveu agredir a China.

O fato é que Bolsonaro não governa nada e a cada dia que passa fica mais desacreditado dentro e fora do país, tendo que contar com o capital político de Lula e Dilma que os credencia a falarem a vários países em nome do povo brasileiro para que Bolsonaro não isole ainda mais o país diante da comunidade internacional. Este é o fato.

Leia aqui a íntegra carta de Lula a Xi Jinping:

São Bernardo, Brasil,
20 de março de 2020

“Caro presidente Xi Jinping,

Em nome da amizade entre os povos do Brasil e da China, cultivada por sucessivos governos dos dois países ao longo de quase cinco décadas, venho repudiar a inaceitável agressão feita a seu grande país por um deputado que vem a ser filho do atual presidente da República do Brasil.

Tal atitude, ofensiva e leviana, contraria frontalmente os sentimentos de respeito e admiração do povo brasileiro pela China. Creio expressar o sentimento de uma Nação, que tive a responsabilidade de presidir por dois mandatos, ao pedir desculpas ao povo e ao governo da China pelo comportamento deplorável daquele deputado.

Como é de seu conhecimento, setores expressivos da sociedade brasileira condenaram aquela agressão, incluindo os presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado Federal do Brasil.

Lamento, entretanto, que o atual governo brasileiro não tenha feito ainda esse gesto pelos canais diplomáticos e por meio do próprio presidente da República, Jair Bolsonaro, que deveria ter sido o primeiro a tomar tal atitude. Seu silêncio envergonha o Brasil e comprova a estreiteza de uma visão de mundo que despreza a verdade, a Ciência, a convivência entre os povos e a própria democracia.

Lamento especialmente que esta agressão tenha ocorrido na conjuntura de um contencioso comercial entre a China e os Estados Unidos, país ao qual a política externa brasileira vem sendo submetida de maneira servil por este governo. Bolsonaro rebaixa as relações do Brasil com países amigos e se rebaixa como reles bajulador do presidente Donald Trump.

Este governo passará, sem ter estado à altura do Brasil, mas nada poderá apagar os laços de amizade e cooperação que vimos construindo desde 1974, quando o então presidente Ernesto Geisel restabeleceu as relações entre o Brasil e a República Popular da China.

Praticamente todos os presidentes brasileiros, desde então, fortaleceram nossa relação nos mais diversos campos. Recordo que, ainda em 1988, o presidente José Sarney assinou os acordos para a construção do satélite sino-brasileiro, que viria a ser lançado no governo do presidente Fernando Henrique Cardoso.

Em 1994, os presidentes Itamar Franco e Jiang Zemin estabeleceram a Parceria Estratégica Brasil e China, que tem frutificado em benefício mútuo. Desde 2009 a China é o maior parceiro comercial do Brasil. Em meu governo, o Brasil reconheceu a China como economia de mercado e construímos juntos os BRICS, inaugurando um novo capítulo na ordem mundial.

Recentemente, expressei minha solidariedade ao povo e ao governo da China no enfrentamento ao coronavírus. Recebo agora a notícia de que os esforços admiráveis nesse combate resultaram na interrupção, pelo segundo dia consecutivo, da transmissão do vírus em seu país. Parabéns por esta vitória e sigam lutando.

Esta é a verdadeira imagem da China que nós, brasileiros e brasileiras, aprendemos a admirar, numa convivência de mútuo respeito. Um país com o qual desejamos manter e aprofundar as melhores relações de amizade e cooperação, inclusive no combate à grave pandemia que também nos atinge.

Receba minha saudação respeitosa e fraterna, que se estende a todo o povo chinês,

Luiz Inácio Lula da Silva

 

*Da redação