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A mídia tenta ajeitar uma libertação honrosa de Lula, não para ele, mas para ela

O que falta para a mídia escrever em garrafais que Lula é inocente? Nada, apenas assumir que ela é uma das principais culpadas dessa prisão política de Lula e, consequentemente, da eleição de Bolsonaro.

Mas aí já é querer demais né!

Mas, como lidar com essa gangorra em que, de um lado, tem os criminosos da Lava Jato, comandados por Moro e Dallagnol e, do outro, o inocente Lula? Se a prisão de Lula, sem provas, como mostra o Intercept, é o fato mais grave entre tantos crimes cometidos pela milícia judiciária de Curitiba, como mantê-lo preso?

No caso da Globo, a coisa é ainda pior, porque tentou criminalizar parte da imprensa que ajudou a publicar os vazamentos que o Intercept compartilhou para tentar salvar o insalvável Moro.

O fato é que não há uma terceira via.

Não há como negar que Moro e Dallagnol são bandidos pela fartura de provas da Vaza Jato, sem assumir que a mídia reconhece que Lula é inocente.

E é aí que o Saci vai rodopiar, porque Lula não vai deixar barato essa injustiça. Ele jamais aceitaria gorjetas, o que prova que sua honra vale mais que toda a imprensa que ajudou Moro na farsa da Lava Jato a lhe colocar numa solitária para Bolsonaro vencer a eleição e entregar a cabeça do povo para os banqueiros em troca de mais lucros para a agiotagem nativa, como revelou o Intercept.

 

*Por Carlos Henrique Machado Freitas

 

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“Pergunte ao Paulo Guedes”, responde Bolsonaro sobre a piora dos indicadores

O presidente do Brasil, Jair Bolsonaro (PSL), foi questionado neste domingo (11) sobre uma reportagem publicada pelo jornal ‘Folha de S.Paulo’, que apontava uma piora em 44 indicadores no primeiro semestre deste ano. A resposta de Bolsonaro foi: “pergunta para o Paulo Guedes”.

O questionamento foi feito por jornalistas que o acompanhavam em Brasília. Bolsonaro foi ao Lago Paranoá para andar de jet ski e depois foi de moto a uma feira de artesanato.

“Pergunta para o Paulo Guedes” foi uma frase recorrente usada na campanha das eleições de 2018. Sempre que questionado sobre assuntos econômicos, Bolsonaro respondia “não sei, pergunta para o Paulo Guedes”, na época uma espécie de guru de economia. Guedes depois foi nomeado ministro da Economia.

Segundo a reportagem da ‘Folha’, uma análise de 87 estatísticas oficiais e de estudiosos indica que o Brasil teve melhoras em 28 delas e registrou pioras em 44 (mais de metade). Os indicadores com pioras mais significativas foram nas áreas de Educação, Saúde e Meio Ambiente.

No mesmo dia, Bolsonaro foi questionado sobre se iria ver algum de seus filhos no Dia dos Pais. A resposta foi: “não, vou encontrar com a minha avó”, disse ele. Detalhe: as duas avós de Bolsonaro, de 63 anos, são falecidas.

 

 

*Com informações do Bem Paraná

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A deselegância discreta de Miriam Leitão contra Lula e a favor de Moro

Mirian Leitão não cita a falta de provas de Moro contra Lula e a tempestade de provas do Intercept contra Moro.

Mirian Leitão fez um artigo aparentemente crítico a Moro.

Digo aparentemente porque ela cimentou a cova de Bolsonaro, mas vendeu Moro como a flor que não deveria ter aceitado ser ornamento do funeral político do fascista.

Com isso, Mirian tenta dar um injeção de vida no moribundo Moro.

Cheia de louvores ao ex-juiz corrupto da Lava Jato, Mirian diz que Moro, que condenou Lula (candidato que estava em primeiro lugar nas pesquisas) não poderia aceitar o convite, pois maculou sua imagem e gloriosa carreira, sem citar que condenou Lula sem provas justamente para ser parte da quadrilha que ela mesma classifica como “um governo corrupto”.

A indignação seletiva de Mirian Leitão troca as bolas elevando o criador da criatura ao pedestal.

As escandalosas denúncias do Intercept revelando a corrupção de Sergio Moro, passaram batidas nas “críticas” de Mirian a Moro, parecendo que o “notável Ministro da Justiça” não é tão corrupto quanto os outros membros do governo vigarista de Bolsonaro.

Na verdade, Miriam, mais que presenteou Moro com busto de bronze, ela bordou com palavrinhas ajeitadas, sua própria visão de ética, já que foi uma entusiasta apoiadora de Moro, inclusive na condenação sem provas de Lula e, agora, tenta usar truques linguísticos para detonar Bolsonaro, mas canonizar Moro e pegar uma caroninha, porque, afinal, ninguém é de ferro, não é, Miriam?

 

*Por Carlos Henrique Machado Freitas

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Bolsonaro: “Ideologia de gênero é coisa do capeta”

“Vocês tem pela primeira vez na história do Brasil um presidente que está honrando o que prometeu na campanha, que acredita e valoriza a família e que vai respeitar a inocência das crianças em sala de aula. Não existe essa conversinha de ideologia de gênero. Isso é coisa do capeta”, afirmou Bolsonaro.

O presidente discursou ao lado do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, sob aplausos dos presentes e emendou: “tenho certeza que o governador não vai admitir isso no ensino do Distrito Federal”.

Dizendo que “família é homem e mulher” e que vai continuar acreditando na “família tradicional” mesmo que haja mudanças sobre o assunto na Constituição, Bolsonaro também criticou os governos anteriores que acolheram os pleitos das multifamílias. O presidente também atacou a esquerda que defende um estado laico e ressaltou que é cristão. “A maioria dos brasileiros é cristão e ponto final”, disse, garantindo que não é preconceituoso e que respeita a todos.

Bolsonaro, que já havia participado da Marcha para Jesus em São Paulo, foi muito aplaudido na marcha de Brasília. Ele também foi chamado de mito várias vezes e lembrou que o apoio dos evangélicos foi decisivo para as suas eleições, mas garantiu que estava ali por livre e espontânea vontade porque não era época de campanha.

 

*com informações do Congresso em Foco

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Faça como Bolsonaro, coma cocô dia sim, dia não para acabar com a poluição

Ninguém mais duvida que Bolsonaro come cocô. Aliás, o foiceiro foi expulso do exército por ser psicopata e mentiroso . Lógico que Bolsonaro se aproveita da ignorância que rola na redes sociais para pescar filiação a seu governo.

Afinal, Olavão, o astrólogo da terra plana, fez uma numerosa seita de fieis de miolo mole com o que existe de mais primitivo na linguagem jocosa.

Então, Bolsonaro tentou harmonizar com essa manada de zumbis olavistas, oferecendo atitudes toscas e falas imbecis para agradar idiotas, demonstrando que, no Brasil, há lugar para o primitivismo cultural com diversidade variada.

E é com esse homem da idade da pedra lascada que Bolsonaro tenta sua sobrevivência política.

Diante de um governo oco e cada vez mais desacreditado, Bolsonaro usa uma roupagem de semibárbaro para produzir relíquias de estupidez num vulto em meio a uma larga faixa da classe média que é tão primitiva quanto seu mito.

 

*Por Carlos Henrique Machado Freitas

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Lula ainda não foi solto porque a Globo não sabe o que fazer para impedir a sua volta ao governo

Lula será libertado a conta-gotas, porque a Globo ainda não descobriu como encarar a aclamação de Lula quando ele for libertado.

A sobrevivência espiritual de Lula é um fato tão forte que assombra as sombras do poder econômico que, como vimos, no vazamento do Intercept, via XP, como Fux e Dallagnol foram capturados pelas gorjetas dos banqueiros para manter Lula preso e materializar as reformas que tiraram direitos dos trabalhadores e, agora, a aposentadoria. Isso sem falar na escalada neocolonialesca que tem como projeto desnacionalizar o país e, consequentemente a sua economia para servir aos interesses do império.

Aliás, esse recado Lula acabou de dar, lutar pela soberania do país, que está indo, numa velocidade espantosa para o ralo rumo à volta do Brazil com Z, com o aplauso vibrante e vigoroso dos generais  “patriotas”  do governo Bolsonaro, como Mourão que, pateticamente, chega a chamar Trump de “nosso presidente”.

Foi preciso a Globo encomendar um tuite de Vilas Bôas pressionando o STF na véspera do julgamento que poderia libertar Lula e, assim como Moro, Vilas Bôas participar do governo Bolsonaro.

À Globo não interessa associar a sua imagem à figura de Bolsonaro, e este cumpriu direitinho a agenda do mercado, seguindo o caminho de Temer que também, como Bolsonaro, que anda com a cartilha neoliberal do PSDB debaixo do braço e leva, mais uma vez o país a uma tragédia econômica, assim como na era FHC.

Agora, até a liberdade de Lula, porque ela se tornou inevitável, seguiremos alguns capítulos em que a Globo fará algumas denúncias, como tem feito, de corrupção da família Bolsonaro, “como imparcial”, mas fará de tudo para reduzir o impacto político que será agudo contra a direita com a libertação de Lula e a desmoralização total de Moro e da Lava Jato.

 

*Por Carlos Henrique Machado Freitas

 

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Presidente da República do Brasil diz que, para preservar o meio ambiente, “é só você fazer cocô dia sim, dia não”

Como forma de colaboração para se preservar o meio ambiente, Jair Bolsonaro produziu uma solução inusitada: fazer “cocô dia sim, dia não”. O ex-militar disse: “é só você deixar de comer menos um pouquinho. Você fala para mim em poluição ambiental. É só você fazer cocô dia sim, dia não, que melhora bastante a nossa vida também.”

Ele prosseguiu, ao jornal Folha de S. Paulo: “agora, o mundo, quando eu falei que cresce mais de 70 milhões por ano, precisa de uma política de planejamento familiar. Não é controle não, você vai ler na capa da Folha amanhã que eu tô dizendo que tem que ter controle de natalidade.”

A matéria ainda sublinha que “Bolsonaro também defendeu o planejamento familiar para que haja uma diminuição da população na Terra e, com isso, menos poluição. O presidente disse que a quantidade de filhos de uma família é inversamente proporcional à formação cultural dos pais. Pai de cinco, ele se apresentou como ‘exceção’.”

Temos um Presidente da República, acreditem! Afinal, ele trouxe uma solução para a preservação do meio ambiente.

 

*com informações do 247

 

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“Se excesso de jornalismo desse cadeia, todos vocês estariam presos”, é o que Bolsonaro a jornalistas

A escalada de declarações abusivas de Bolsonaro, que quebram o decoro de qualquer cargo público possível, prossegue em alta amperagem. Desta vez, ele atacou diretamente os jornalistas, demonstrando que há o risco real de uma nova ditadura no país. Ele disse: “se o excesso jornalístico desse cadeia, todos vocês estariam presos agora, tá certo?”

A escalada de declarações abusivas de Bolsonaro, que quebram o decoro de qualquer cargo público possível, prossegue em alta amperagem. Desta vez, ele atacou diretamente os jornalistas, demonstrando que há o risco real de uma nova ditadura no país. Ele disse: “se o excesso jornalístico desse cadeia, todos vocês estariam presos agora, tá certo?”

A frase foi dita no Palácio da Alvorada sem uma única reação do ministro da justiça, Sergio Moro, ao lado do ex-capitão.

A reportagem do jornal Folha de S. Paulo informa que “a fala do presidente foi acompanhada de aplausos de apoiadores, que o aguardavam na porta da residência oficial da Presidência. Ele não detalhou a que se referia ao falar em ‘excesso jornalístico’, mas são constantes em suas falas afirmações em tom crítico ao trabalho da imprensa.”

A matéria ainda acrescenta que “a declaração foi feita pelo presidente depois de Moro explicar em que consistia o projeto de excludente de ilicitude apresentado por ele ao Congresso. A proposta faz parte do pacote anticrime, considerado prioridade do Ministério da Justiça, mas que enfrenta resistência dos parlamentares.”

 

*Com informações do 247

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Gleisi Hoffmann diz que Lula pode ser candidato em 2022

A presidente nacional do PT, deputada federal Gleisi Hoffmann (PR), defendeu que o ex-presidente Lula, mantido como preso político em Curitiba, seja o candidato do partido nas eleições presidenciais de 2022. “O Lula é uma grande liderança do partido, e tendo condições de disputar, não teria dúvidas de que o PT disputaria com ele”, disse.

A presidente nacional do PT, deputada federal Gleisi Hoffmann (PR), defendeu que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mantido como preso político em Curitiba, seja o candidato do partido nas eleições presidenciais de 2022. “O Lula é uma grande liderança do partido, e tendo condições de disputar, não teria dúvidas de que o PT disputaria com ele. Obviamente, se isso não acontecer, tem o nome forte no partido que é o do Fernando Haddad, que já foi nosso candidato a presidente. Não formamos candidatos e não construímos lideranças de uma hora para outra”, justificou em entrevista ao site Universa, do UOL.

Segundo Gleisi, Haddad é “obviamente, ele é um dos nossos nomes para 2022, não tenho dúvidas disso. Mas está muito cedo para discutir a eleição de 2022”. Segundo ela, “o partido foi vítima de um processo armado de perseguição, de criminalização do PT e do próprio presidente Lula. Estamos vendo agora, com as revelações do Intercept, tudo aquilo que falávamos”.

Para a parlamentar, a gestão de Jair Bolsonaro representa “um governo com projeto de destruição. O Bolsonaro é um ser folclórico. Esses dias fiz uma afirmação pesada, mas acho que é isso mesmo: é um bandido na Presidência da República, que flerta com milícias, com o ilícito, com o autoritarismo, capaz de se dizer cúmplice de um assassinato, de um desaparecimento político no Brasil. Durante esses 7 meses não teve uma proposta sequer para tirar o povo da crise”.

 

*com informações do 247

 

 

 

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Toffoli confirmou que fez acordo para barrar queda de Bolsonaro e manter Lula na prisão

O Ministro Dias Toffoli confirmou que o Brasil esteve à beira de uma crise institucional entre abril e maio. Insatisfeitos com Jair Bolsonaro, parlamentares tiraram da gaveta um projeto para implantar o parlamentarismo. Empresários discutiram a possibilidade de um impeachment. Toffoti também debateu com Rodrigo Maia (DEM-RJ) e com Davi Alcolumbre (DEM-AP) a sessão da Corte que poderia libertar Lula

Um grande acordo nacional para frear o processo de impeachment de Jair Bolsonaro (PSL) proposto pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, junto aos presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), incluiu entre os itens o adiamento da sessão em que a corte julgaria a legalidade das prisões em segunda instância, o que poderia resultar na libertação do ex-presidente Lula.

Em entrevista à revista Veja, divulgada nesta sexta-feira (9), o presidente do STF conta que logo nos primeiros meses do governo foi costurou o acordo entre os poderes para evitar a convulsão social e o impedimento de Bolsonaro em razão da insatisfação de militares, da classe política e de empresários, incomodados com a desastrosa condução do país pelo capitão reformado do Exército.

Segundo a reportagem, o “ponto de ebulição” da crise tinha data para acontecer: 10 de abril, quando Lula poderia ser libertado por uma decisão do STF sobre a ilegalidade da prisão em segunda instância.

Após mais de trinta reuniões entre os chefes do Judiciário e do Legislativo, um grande pacto foi fechado. No Congresso, o projeto do parlamentarismo e a CPI da Lava-Toga foram arquivados e a reforma da Previdência destravada. No Planalto, o vice-presidente, Hamilton Mourão (PRTB), foi calado, e Santos Cruz, demitido da Secretaria de Governo.

No Supremo, Dias Toffoli instaurou inquérito para apurar ameaças contra os ministros, adiou o julgamento que poderia soltar Lula e paralisou as investigações contra o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ).

“Estávamos em uma situação de muita pressão, com uma insatisfação generalizada. Mas o pacto funcionou. A reforma da Previdência foi aprovada, as instituições estão firmes. Agora o grande desafio é o país voltar a crescer. O Supremo estará atento para que julgamentos não impeçam ou atrapalhem o projeto de desenvolvimento econômico, que é tão necessário”, disse Toffoli na entrevista à Veja.

 

*Com informações da Forum

Reportagem na íntegra Veja