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Senador Ciro Nogueira teve cartão de crédito pago por deputados do PP do Piauí

Deputados do PP do Piauí pagaram cartão de crédito do senador Ciro Nogueira, diz site

Informações estão em relatórido do COAF logado às investigações do BK Bank; faturas totalizaram R$ 17 mil

Relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) aponta que faturas de cartão de crédito do senador Ciro Nogueira (PP-PI) foram pagas por dois deputados federais do mesmo partido. Os valores, registrados em 2024, somam cerca de R$ 17 mil e envolvem os parlamentares Átila Lira e Júlio Arcoverde, ambos aliados do senador no Piauí.

As informações fazem parte de um Relatório de Inteligência Financeira (RIF) ligado à investigação sobre a fintech BK Instituição de Pagamento, conhecida como BK Bank, apontada pela Polícia Federal como um dos canais utilizados pelo Primeiro Comando da Capital (PCC) para lavagem de dinheiro.

Segundo o documento, o senador também realizou transferências que totalizam cerca de R$ 12,3 mil para contas vinculadas à fintech. A Caixa Econômica Federal classificou a movimentação da conta como “inusitada”, considerando o período entre janeiro e junho de 2024.

Em 4 de junho, Átila Lira aparece como responsável pelo pagamento de um boleto de R$ 3.457 referente a um cartão do Banco de Brasília (BRB) em nome de Ciro Nogueira. O deputado, no entanto, negou ter feito o pagamento e afirmou que a informação está incorreta, segundo o ICL

Já no dia 19 do mesmo mês, outra fatura, no valor de R$ 13,6 mil, foi quitada por Júlio Arcoverde. O parlamentar disse que o pagamento pode estar relacionado a despesas pessoais, como compras feitas pelo senador durante viagens ao exterior.

O relatório também destaca outras movimentações consideradas atípicas, como transações incompatíveis com a renda declarada, transferências para pessoas politicamente expostas e remessas internacionais sem justificativa clara. Entre elas, está o recebimento de cerca de R$ 25,8 mil, enviados por um condomínio em Miami Beach, nos Estados Unidos, classificado como “transferência sem contrapartida”.

A legislação brasileira permite que terceiros quitem dívidas em nome de outra pessoa. No entanto, esse tipo de operação pode levantar suspeitas se houver indícios de tentativa de ocultar a origem dos recursos. Em casos envolvendo agentes públicos, situações assim podem ser enquadradas em normas relacionadas à improbidade administrativa ou corrupção passiva, dependendo do contexto.

O senador foi procurado, classificou os questionamentos como “absurdos” e afirmou que não comentará o caso.


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A direita não tem o que mostrar, só o que esconder

O clássico ataque da direita, qualquer tipo de ataque, em última análise, tem o objetivo de esconder sua capacidade, por desinteresse ou incompetência, de mostrar algo tenha objetivado a melhora do país e, logicamente a melhora da vida dos brasileiros.

Mas não fica só nisso, além dos fracassos econômicos quando a direita esteve no poder, e isso é histórico no Brasil, o passado enlameado e, agora, mais do que nunca, de quase todos os candidatos da direita, é de fato exemplar.

A saída é desinformar, acusar, saracotear nas redes e seguir aquele caminho “das pedras” que Pablo Marçal utilizou em sua campanha para a prefeitura de São Paulo, que lhe custou um expurgo logo no primeiro turno, justamente porque caminhava sobre pedras lisas, lodadas, pra lá de escorregadias, ligadas a seu passado de condenado por comandar uma rede de vigaristas que fizeram limpa nas contas de idosos.

Soma-se a isso a cadeirada que levou de Datena que escancarou a fragilidade emocional do sujeito, que se vendia como uma espécie de MacGyver paratatá.

Ou seja, a direita por si só odeia debate político, odeia e ponto.. Não quer saber de bola dividida, de comparar projetos, de discutir qualquer questão de ordem econômica e social, é somente aquele pastiche de diminuição do Estado, caça aos marajas e outras babas de quiabo.

Então, não espere de um político de direita, que vive de ataques retóricos que circulam pelas redes, alguma proposta ou ideia minimamente objetiva.

Nikolas Ferreira, por exemplo, tem um mandato que custa R$ 16 milhões aos cofres pblicos e aquela miniatura de fariseu não tem um mísero projeto aprovado. Assim foi Bolsonaro, assim é Flavio e todo o clã. Eles não têm nada para casar, nada para mostrar, mas têm um caminhão de merdas criminosas para esconder.

O resto é lero-lero de punguistas.


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Política

Governadores sabotam Lula e não reduzem o ICMS sobre combustíveis

O Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz) informou nesta terça-feira (17) que os governos estaduais não pretendem reduzir o ICMS sobre combustíveis, mesmo após o pedido do presidente Lula.

A decisão foi divulgada em manifestação pública na qual o grupo argumenta que cortes no imposto podem comprometer o financiamento de políticas públicas e não garantem queda efetiva no preço ao consumidor.

A posição dos secretários ocorre após o governo federal anunciar a retirada de impostos federais sobre o diesel, como PIS e Cofins, diante da alta do petróleo causada pela guerra no Oriente Médio. Na ocasião, Lula pediu “boa vontade” dos governadores para que também reduzissem o ICMS, tributo estadual que incide sobre combustíveis e representa parte relevante da arrecadação dos estados.

No comunicado, o Comsefaz afirmou que a discussão precisa considerar o impacto fiscal das medidas. “Esse debate precisa ser conduzido com responsabilidade social, econômica e federativa. A busca por medidas de alívio ao cidadão é necessária, mas deve levar em conta seus efeitos concretos sobre o financiamento de políticas públicas essenciais custeadas pelos estados e municípios, como saúde, educação, segurança pública, transporte e infraestrutura” diz a nota.

Os secretários também sustentam que a redução de tributos nem sempre chega ao consumidor final. De acordo com a nota, a “reiterada prática mostra, com nitidez, que reduções de preços como as reduções tributárias não costumam ser repassadas ao consumidor final”. O argumento se baseia em estudos sobre o comportamento do mercado de combustíveis e da cadeia de distribuição.

O Comsefaz citou análise do Instituto de Pesquisa em Petróleo, Gás e Biocombustíveis (Ineep), publicada no fim de 2025, segundo a qual “parte relevante do esforço tende a ser absorvida ao longo da cadeia de distribuição e revenda, limitando seu efeito nas bombas”.

“Não há, portanto, base empírica consistente para sustentar que uma nova perda do ICMS resultaria em benefício efetivo para a população, não entregando o efeito de fato esperado. Insistir nessa premissa desconsidera a dinâmica real do mercado de combustíveis e pode impor aos estados uma perda fiscal concreta, sem a correspondente contrapartida social”, prossegue a nota.

Na avaliação do comitê, reduzir o imposto poderia provocar perda de arrecadação sem garantia de redução de preços. O documento afirma que insistir nessa medida pode gerar uma “dupla perda”, pois o consumidor não veria queda significativa no valor do combustível e, ao mesmo tempo, haveria redução de recursos destinados a serviços públicos essenciais.

O governo federal informou que a retirada de PIS e Cofins sobre o diesel não causará perda de receita, pois será compensada com aumento do imposto de exportação sobre o petróleo. A equipe econômica também anunciou subsídios temporários para produtores e importadores de diesel, além de medidas de fiscalização para garantir que a redução de custos seja repassada ao consumidor.

A discussão ocorre em meio à disparada do petróleo no mercado internacional após o início da guerra no Oriente Médio. O preço do barril ultrapassou US$ 100, pressionando o custo dos combustíveis no Brasil e elevando as projeções de inflação.

*DCM


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Política

Lindbergh Farias que decisão de Mendonça é “blindagem” a Flavio Bolsonaro e Campos Neto

Deputado afirma que restrição de acesso da CPMI do INSS ao celular de Vorcaro impede apuração e levanta suspeitas sobre nomes ligados ao Master

O deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) afirmou nesta terça-feira (17) que há uma tentativa de impedir o avanço das investigações relacionadas à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS. Segundo ele, a decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que proibiu o acesso à chamada “sala-cofre” da comissão, levanta suspeitas de proteção a figuras políticas citadas no caso.

A declaração foi feita em publicação nas redes sociais e em vídeo divulgado pelo parlamentar. De acordo com Lindbergh, a medida ocorreu após a divulgação de informações pela jornalista Mônica Bergamo, indicando a presença do nome do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na lista de contatos de Daniel Bueno Vorcaro, investigado no caso.

Decisão do STF restringe acesso a dados da CPMI
A decisão de André Mendonça determinou o bloqueio imediato do acesso a todo o material armazenado na sala-cofre da CPMI do INSS relacionado a Vorcaro. De acordo com o 247, o ministro também ordenou que a Polícia Federal retire os equipamentos do local para uma nova análise. Segundo o despacho, a medida busca preservar informações de caráter privado. O ministro afirmou que a Polícia Federal deverá realizar uma triagem para separar conteúdos pessoais de dados relevantes à investigação.

Lindbergh aponta contradições e cobra investigação
Lindbergh criticou a decisão e sugeriu que ela impede o esclarecimento dos fatos. “Estão tentando esconder a verdade! Bastou o nome de Flávio Bolsonaro aparecer nos contatos de Daniel Vorcaro e pronto: proibiram o acesso à sala-cofre da CPMI do INSS. Coincidência? Difícil acreditar”, afirmou.

O deputado também mencionou outros nomes que, segundo ele, aparecem nos registros analisados. “Roberto Campos Neto, peça central desse esquema, também surge na lista”, declarou.

No vídeo divulgado, Lindbergh reforçou as críticas à restrição de acesso e detalhou o conteúdo armazenado. “A sala-cofre é uma sala onde ficam documentos ligados à CPMI do INSS. E lá está o telefone, a nuvem do Daniel Vorcaro”, disse.

Ele também questionou declarações do deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), citando supostas inconsistências. “O jornalista pegou ele e disse: ‘e aí? Você falou com o Vorcaro? Já falou alguma vez com o Vorcaro?’. Ele disse: ‘não, nunca falei com o Vorcaro’. Aí muda de opinião: ‘mas eu posso ter falado, porque temos um amigo em comum, o André Valadão’”, relatou.

Medida envolve retirada de equipamentos pela Polícia Federal
A decisão do STF prevê que a Polícia Federal recolha os dispositivos armazenados na sala-cofre em cooperação com a presidência da CPMI. O objetivo é realizar uma nova análise dos dados, com foco na separação de informações pessoais.

Segundo Mendonça, a iniciativa busca garantir que conteúdos “exclusivamente à vida privada do citado investigado não sejam compartilhados com a referida Comissão Parlamentar”.

Lindbergh, por sua vez, classificou a situação como uma tentativa de obstrução. “Eles estão atrás de uma ‘operação abafa’, e nós queremos uma apuração de tudo, porque a gente sabe onde é que isso vai cair”, afirmou.

O parlamentar também rebateu críticas sobre a atuação do PT na criação da comissão. “O PT assinou, sim, pedido de investigação. O que não assinamos foi a CPMI do PL feita para confundir e proteger”, declarou.


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Política

Flavio Bolsonaro e a extrema direita fofa

Que tal um azeite extra virgem na ficha corrida de um dos maiores corruptos e bandido do Brasil?

Flavio e seus marketeiros começam a sentir que a panela de pressão já está no fogo. Isso significa que vem chumbo grosso para cima desse Zé Caganeira.

A plataforma nenhuma de Flavio, dita de boca própria pelo produtor de laranjas e fantasmas, de rachas e rachadinhas, peculato e formação de quadrilha, será pesada.

Flavio diz que será um mímico do próprio pai, ou seja, que não tem qualquer projeto para o país e que reproduzira à risca a proposta nenhuma que o papai mostrou quando sentou na cadeira da Presidência da República, a de se beneficiar em tudo.

Enquanto isso, o sujeito viverá de diversionismo, como mostrado num vídeo em que ele aparee dançando como o BolsoDória para uma plateia armada pelo bolsonarismo que ainda resta, no momento em que corria a notícia, martelada, inclusive por ele, de que Jair Bolsonaro estava na UTI.

Nada demais para quem vive de desconexão compulsória, provocada por uma gama de mentiras que acabam se trombando em praça pública.

Seja como for, Flavio já disse a que veio, dizer banalidades confusas para serem confusamente compreendidas pelo pasto do clã.

Em síntese, é preciso dizer com todas as letras que, no Brasil, o bolsonarismo não representa a extrema direita. Na prática, o que o clã representa é um bonde de oportunistas, vigaristas rastaqueras que emburacaram na política na carona desses comprovados inúteis e caros para o Estado, chamados clã Bolsonaro. Eles sempre tiveram um único objetivo, enriquecer o máximo possível no cargo público, enquanto jocosamente fazem discursos anticorrupção e diminuição do tamanho do Estado.

Esses pilantras, que nunca trabalharam na vida, têm que ser mostrados pela esquerda quem de fato são. Os cinco punguistas, que vivem de roubar o país enquanto gritam, pega ladrão!


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Política

O esgoto do clã Bolsonaro: PT aciona TSE contra Flávio e Carlos Bolsonaro por vídeos que ligam Lula ao PCC

O Partido dos Trabalhadores (PT), por meio da Federação Brasil da Esperança, acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o senador Flávio Bolsonaro, o agora ex-vereador Carlos Bolsonaro e o Partido Liberal (PL). A ação, protocolada nesta segunda-feira (16), trata de três vídeos publicados nas redes sociais que associam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Primeiro Comando da Capital (PCC).

Os conteúdos foram divulgados pelos irmãos Bolsonaro e pelo PL no Instagram em 10 de março. Segundo a federação, os vídeos apresentam acusações sem base factual.

O pedido inclui a concessão de liminar para retirada imediata dos conteúdos no prazo de 24 horas. Além disso, a ação solicita a aplicação de multa aos responsáveis pelas postagens. Pela legislação eleitoral, casos de propaganda antecipada podem resultar em penalidades entre R$ 5 mil e R$ 30 mil, sendo requerido o valor máximo.

A representação também menciona que um dos vídeos reutiliza um áudio de 2019 já analisado pela Justiça Eleitoral, que não comprovou ligação entre o PT e organizações criminosas.

Governo Lula no combate ao crime organizado
A representação também ressalta que a estratégia de desinformação ignora a realidade das políticas públicas adotadas pelo governo Lula no combate ao crime organizado. Dados apresentados na ação apontam que operações da Polícia Federal desmobilizaram mais de R$ 9,6 bilhões em ativos do crime organizado apenas em 2025, além de um prejuízo acumulado superior a R$ 20 bilhões às organizações criminosas desde o início da atual gestão.

A petição cita ainda a ampliação de investimentos em segurança pública, com mais de R$ 3 bilhões destinados aos fundos nacionais de segurança e do sistema penitenciário, bem como o reforço das operações de repressão ao tráfico e ao contrabando nas fronteiras e rodovias federais.

Para a federação, esses dados evidenciam que a narrativa propagada nos vídeos não apenas é falsa, mas contradiz frontalmente as ações concretas do governo federal no enfrentamento ao crime organizado.

Os advogados também argumentam que campanhas de desinformação como essa prejudicam o próprio funcionamento da democracia, pois contaminam o debate público com acusações sem base factual. Ao difundir informações falsas em larga escala, afirmam, acabam criando “realidades paralelas” que impedem que o eleitor forme sua opinião com base em fatos.

*PT


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Política

O escândalo Master/ Vorcaro não deixa dúvidas nas artérias do sistema de capitais, quem vale menos, vale mais

Dizem as más línguas que foi André Esteves, do BTG Pactual, quem, em disputa canibalesca por lucros e dividendos, operou de forma cirúrgica uma alta dosagem de óleo de rícino que produziu essa lama podre saída dos intestinos do Banco Master, que se confunde com o próprio Vorcaro.

Especulação à parte, Esteves é um pavão do mesmo quilate de Vorcaro. Talvez seja até um pouco mais grosso no trato com a coisa delicada dos altos poderes, mas gosta de exibir suas compras em público, se possível, em palestras com músicas de filme de suspense quando o mocinho entra em ação.

Foi assim que, todo gabola, ele revelou que, de forma recorrente, recebia telefonemas de Campos Neto, quando presidente do BC, e de Arthur Lira, quando presidente da Câmara.

Sim, isso não é pouca coisa, Se observar bem, desde a chegada de Lira ao poder máximo da Câmara dos Deputados e de Campos Neto, colocado na presidência do Banco Cetral por Bolsonaro, que o Brasil se viu entre a cruz e a caldeirinha, entre o orçamento secreto da Câmara e a pornográfica taxa Selic, que produzia, em tempo real, na vida dos brasileiros um verdadeiro desastre com a maior taxa de juros reais do mundo.

Então, uma pergunta inevitável, até quando seremos ou estaremos em condição de sequestro institucional sob o comando da agiotagem mais coroada?

Isso acontece num país em que a direita deu para atacar a escola, o estudo, a ciência, o conhecimento, a cultura e as artes. E é desse filão de estupidez que figurões dos intermúndios dos sistemas concatenados no topo da pirâmide operam distante dos olhos da população.

André Esteves e Daniel Vorcaro, assim como outros ratos e ratazanas do sistema financeiro, tratam das suas próprias vidas e enriquecimento relâmpago, fazendo de várias formas centrifugações bilionárias que os ambençõem como deuses das marcas que projetam. Ou seja, é a vida maravilhosa em que o potencial financeiro de cada um que cresce todo santo dia, transforma-se num trabalho terapêutico com inúmeras situações e oportunidades que a sabedoria dos espertos lhes ensinou.

Cabe então, a pergunta, como chegamos a isso? As instituições do Estado deixam isso acontecer sem penetrar na garganta rumo ao umbigo desse sistema sem ao menos produzir um filtro em prol da sociedade que impeça a produção de esporões cada vez maiores no calcanhar dos pés descalços do Brasil.


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Política

Michelle Bolsonaro compartilha vídeo fake e jornalistas recebem ameaças de morte em Brasília

Conteúdo distorcido acusava profissionais de imprensa de desejar a morte de Bolsonaro; Abraji, Fenaj e o Sindicato dos Jornalistas do DF condenaram os ataques e pediram investigação das ameaças

Ocompartilhamento de um vídeo pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro nas redes sociais desencadeou uma onda de ataques contra jornalistas que cobriam a internação do ex-presidente Jair Bolsonaro, em Brasília.

O vídeo, divulgado originalmente por uma influenciadora bolsonarista, acusa repórteres de estarem comemorando os problemas de saúde do ex-presidente. Não há qualquer evidência que sustente a acusação.

As imagens mostram jornalistas reunidos em frente ao hospital DF Star, onde aguardavam informações sobre o estado de saúde de Bolsonaro. Mesmo sem provas, a gravação sugere que os profissionais estariam desejando a morte do ex-presidente.

Michelle compartilhou o conteúdo em seu perfil no Instagram, onde possui mais de 8 milhões de seguidores, ampliando rapidamente a circulação do vídeo, segundo a Forum

Após a postagem, jornalistas que aparecem nas imagens passaram a receber ameaças de morte, ofensas e mensagens de intimidação nas redes sociais. Um dos profissionais procurou a polícia e registrou boletim de ocorrência.

Também começaram a circular montagens e vídeos manipulados, incluindo um conteúdo produzido com inteligência artificial que simula o esfaqueamento de uma jornalista.

Veja o vídeo:

Entidades denunciam intimidação
Organizações que representam profissionais da imprensa reagiram à disseminação do vídeo e aos ataques.

A Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo) afirmou que o material foi retirado de contexto e acabou expondo repórteres que estavam apenas exercendo seu trabalho.

Segundo a entidade, a divulgação do conteúdo por figuras públicas ampliou uma campanha de desinformação que resultou em ameaças contra jornalistas.

A Fenaj (Federação Nacional dos Jornalistas) e o Sindicato dos Jornalistas do Distrito Federal também condenaram os ataques e pediram investigação das ameaças.

As entidades destacaram que intimidar jornalistas por meio de campanhas de difamação representa um ataque direto à liberdade de imprensa.

Bolsonaro está internado desde sexta-feira (13) na UTI do hospital DF Star, em Brasília, com diagnóstico de broncopneumonia bacteriana bilateral. Segundo boletim médico divulgado neste domingo (15), o quadro é estável, embora ainda não haja previsão de alta da unidade de terapia intensiva.


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Política

Grande mídia começa a abandonar Flavio Bolsonaro

Em se tratando de mídia industrial, sobretudo da Globo, nenhuma vírgula é dada fora de contexto. E se não há como passar panpo para a folha corrida de Flavio, que somada à sua inutilidade, forma uma química de combustão extremamente explosiva.

A grande mídia chegou à conclusão de que não há vitamina possível que mova peças estratégicas, por mais bem feita que seja uma campanha, que tire de Flavio a pecha de filho mais vigarista do vigarista Bolsonaro.

Embalagem não reciclável, inutilizável

Num programa da GloboNews, a jornalista Flávia Oliveira desancou o primogênito do sacripanta, desmistificando de forma translúcida, “que não existe bolsonarimo moderado” e que Flavio é tão reacionário quanto o pai, no sentido mais fascista da palavra.

A fala da jornalista foi de pronto compartilhada por Natuza Nery e, pasmem, até Merval Pereira foi sintético em dizer que não dava para comparar Flavio com Lula, por Flavio ser filho de um golpista e, portanto, golpista ser.

Já sobre Lula, Merval encheu os pulmões para dizer, em alto e bom som, que, neste caso, trata-se de um político democrata.

Nessas falas, não há nada de novo.

Juliana Dal Piva, no ICL, onde faz um belíssimo trabalho, disse em podcast que, de acordo com suas investigações sobre o clã Bolsonaro, Flavio é o mais corrupto dos filhos do vigarista e golpista mor.

Dias atrás, Pedro Dória, do Globo, Estadão e do Meio, onde é redator, fez uma chamada afirmando que o nome de Flavio como candidato à presidência, foi mal recebido pela própria direita. Dória diz textualmente que não há lava roupa possível que remova 1% de sujeira da sua sinópse e, portanto, é uma candidatura que já nasceu morta.

Há uma corrente bactericida dentro do próprio ambiente do patrão de Queiroz e medalhonador de assassinos milicianos como Adriano da Nóbrega.

Mesmo com a legião de sectários imbeleicizados pela própria mídia durante décadas, Flavio não tem chances de superar Lula num embate virtual, que fará presencial.

O sujeito não tem qualquer domínio de bola e, por isso mesmo, não tem condições de conduzir a pelota um passo sequer.


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Política

Irã reafirma soberania sobre Estreito de Ormuz e adverte: ‘navios dos EUA não passarão’

Presidente Donald Trump convoca China, França, Japão, Coreia do Sul e Reino Unido para uma força-tarefa no estreito

O chefe da Marinha da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC), Alireza Tangsiri, respondeu às alegações de Donald Trump de que “muitos países” enviarão navios de guerra para manter o Estreito de Ormuz aberto, afirmando que a rota “ainda não foi fechada militarmente e está apenas sob controle”.

Em uma postagem no X, ele rebateu os comentários do líder da Casa Branca, dizendo: “Os norte-americanos alegaram falsamente a destruição da marinha do Irã. Depois, alegaram falsamente a escolta de petroleiros. Agora, estão até pedindo reforços a outros países.”

O presidente dos Estados Unidos afirmou neste sábado (14/03), em uma publicação na Truth Social, que “especialmente aqueles afetados pela tentativa do Irã de fechar” o estreito enviariam navios de guerra “em conjunto com os Estados Unidos da América para manter o Estreito aberto e seguro”. Ele citou China, França, Japão, Coreia do Sul e Reino Unido entre os países que esperava que contribuíssem.

Trump ainda disse que os EUA já haviam “destruído 100% da capacidade militar do Irã”, ao mesmo tempo em que admitia que Teerã ainda poderia “enviar um ou dois drones, lançar uma mina ou disparar um míssil de curto alcance” ao longo do canal.

Ele prometeu que, enquanto isso, Washington “bombardearia impiedosamente a costa e afundariam continuamente barcos e navios iranianos”, prometendo deixar o estreito “ABERTO, SEGURO e LIVRE”.

Vale ressaltar que na semana passada, o secretário de Energia dos EUA, Chris Wright, disse ao canal de notícias estadunidense CNBC que os EUA não estavam preparados para escoltar navios através do estreito.

Por sua vez, o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, também esclareceu que o estreito estava fechado apenas para “petroleiros e navios inimigos e seus aliados”, e não para toda a navegação. Já Mohsen Rezaee, membro do Conselho de Discernimento do Interesse do Irã — um órgão influente próximo ao líder supremo —, afirmou: “Nenhum navio americano tem o direito de entrar no Golfo”.

*Opera Mundi


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